13 março 2008

A REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS TAMBÉM ESTÁ PLANTANDO ÁRVORES


A RMC - Região Metropolitana de Campinas, composta por 19 municípios e com um total aproximado de 2.620.909 habitantes (estimativas 2006), distribuídos em 3.645,666 km2, está preocupada com o aquecimento global e já em 2007, plantava milhares de árvores. Ao todo, os municípios da região plantaram 300 mil árvores.
É um projeto de compensações ambientais que visa recompor matas ciliares, reflorestar áreas de preservação permanente e melhorar a qualidade de vida de áreas urbanas. O resultado virá também para o ar que a cidade respira, uma vez que as árvores utilizam gás carbônico no processo de fotossíntese, ajudando assim a reduzir gases do efeito estufa que levam ao aquecimento do planeta.
Em Itatiba, por exemplo, o projeto de reflorestamento ciliar contempla o plantio de 60 mil mudas de espécies nativas e já foram plantadas, até agora, segundo a consultora ambiental Dorothéa Antonia Pereira, 30 mil mudas. Desde 2001, a arborização urbana já recebeu 15 mil mudas nas ruas e praças. Valinhos também está promovendo reflorestamento e recomposição de matas nativas em áreas públicas, decorrentes do cumprimento de Termos de Ajuste de Conduta (TAC) formalizados entre o Ministério Público e o setor privado. Segundo o diretor de Meio Ambiente da Prefeitura, Silvio Spiandorelli, 8 mil mudas de espécies nativas estão sendo plantadas como forma legal de compensação por passivos ambientais. Além disso Valinhos está intensificando a fiscalização de queimadas.
Indaiatuba tem planos de plantar 100 mil árvores, das quais 40 mil já estão nas ruas. A cidade tem a Escola Ambiental que é modelo na região, e possui um viveiro que produz as mudas utilizadas no plantio que é feito semanalmente com a participação de escolas e da comunidade, segundo a diretora Maria do Carmo.
Jaguariúna também está fazendo o reflorestamento e recomposição da mata ciliar. Americana montou uma equipe formada por integrantes da Secretaria de Meio Ambiente, da Saúde, Cetesb e faculdades da cidade que está elaborando estudos para combater o dióxido de carbono, avaliar a condição de poluição atmosférica e o impacto na saúde da população. Além disso, também está plantando árvores como medidas compensatórias de reflorestamento na cidade. Até 2008, deverão ser plantadas 40 mil mudas de árvores nativas na Gruta Dainese, maior área verde de Americana. A AutoBAn(empresa que administra a Rodovia Anhanguera) já iniciou o plantio de 220 mil mudas no local para atender um TAC (Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta, o TAC é um acordo firmado entre o Ministério Público e a parte interessada).
Hortolândia tenta amenizar o clima da cidade recuperando matas ciliares plantando árvores nativas em áreas de preservação permanente. Nos últimos dois anos foram plantadas cerca de 13,5 mil mudas.
...pt.wikipedia.org/wiki/Região_Metropolitana_de_Campinas - 68k -

PARABÉNS, REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS!
ESTAMOS ESPERANDO QUE OUTROS MUNICÍPIOS SIGAM OS BONS EXEMPLOS, urgente, O PLANETA AGONIZA!
Se cada brasileiro plantasse uma árvore por ano, a cada ano teríamos 180 milhões de novas árvores, vamos chegar lá, meus(minhas) amigos(as)!

12 março 2008

O SISTEMA DE DESPOLUIÇÃO DOS NOSSOS RIOS TIETÊ(Sâo Paulo-Brasil) e TÂMISA(Londres-Reino Unido)


RIO TÂMISA:(Foto2)(River Thames) - Rio Inglês que banha Londres, com 346 km de extensão, o Tâmisa ficou conhecido em 1858, como o "grande fedor", quando as sessões do Parlamento foram suspensas por causa do mau cheiro – até hoje, foram quase 150 anos de investimento na despoluição de suas águas. Bilhões de libras foram gastos, mas hoje, remadores, velejadores e até pescadores voltaram a usar o Tâmisa, que conta atualmente com 121 espécies de peixes. Se a poluição começou ainda nos idos de 1610, quando a água do rio deixou de ser considerada potável, a despoluição só foi começar a partir de meados do século XIX, na época em que o rio conquistou a infame alcunha com o seu mau cheiro. A decisão de construir um sistema de captação de esgotos também deve muito às epidemias de cólera das décadas de 1850 e 1860.
A infra-estrutura construída então continua até hoje como a espinha dorsal da rede atual, apesar das várias melhorias ao longo dos anos. Na época, os engenheiros criaram um sistema que simplesmente captava os dejetos produzidos na região metropolitana de Londres e os despejava no Tâmisa outra vez, quilômetros abaixo. Na época, a solução funcionou perfeitamente, e o rio voltou a se recuperar por alguns anos. No entanto, com o crescimento da população, a mancha de esgoto foi subindo o Tâmisa e, por volta de 1950, o rio estava, mais uma vez, biologicamente morto. Foi então que as primeiras estações de tratamento de esgoto da cidade foram construídas.
Vinte anos depois, em meados da década de 1970, o primeiro salmão – um peixe reconhecidamente sensível à poluição – em décadas foi detectado no Tâmisa. Hoje, encontrar salmões no rio não causa mais nenhum espanto, mas ainda assim, a Thames Water, a empresa de saneamento de Londres, continua investindo somas avultadas no sistema de esgoto.
RIO TIETÊ:(Foto 1) (21/03/2005) Se os 18 milhões de habitantes da Grande São Paulo tivessem sorte, teria começado em 2005 um programa de US$ 342 milhões para melhorar a qualidade da água na região. Era Programa de Saneamento Ambiental dos Mananciais do Alto Tietê, planejado pelo governo estadual desde 2000, quando terminou empreendimento semelhante. O dinheiro viria do Banco Mundial e seria investido ao longo de seis anos em tratamento de esgoto, coleta de lixo, drenagem e recuperação de matas degradadas, entre outras medidas. Mas o empréstimo depende de aprovação dos Ministérios do Planejamento e da Fazenda. Há grande chance de que o programa nunca saia do papel e o governo paulista não se atreve a ter expectativas.
O cenário reflete a situação preocupante da Bacia do Tietê, a mais importante do Estado, da qual dependem cerca de 25 milhões de pessoas em mais de 40 municípios, incluindo os da Grande São Paulo e Campinas. "Estamos numa batalha permanente", diz o coordenador-executivo do Programa Mananciais, Ricardo Araújo. "Nossos programas, no momento, não têm a pretensão de criar situações ideais, e sim controlar situações de risco". Um exemplo da política de recursos hídricos em andamento no Estado foi o Programa Guarapiranga, que investiu 339 milhões de dólares entre 1995 e 2000. Só conseguiu estabilizar a qualidade da água no reservatório. A meta tímida se explica pela chegada de 440 mil moradores irregulares às margens do reservatório nos últimos 20 anos.

11 março 2008

FRALDAS DESCARTÁVEIS ECOLÓGICAS


Contabilizando o prejuízo para o planeta:

Uma criança usa 5.500 fraldas descartáveis durante os seus 2 primeiros anos de vida;

Fraldas descartáveis comuns levam 450 anos para se decomporem nos lixões;

Um bilhão de árvores são cortadas por ano no mundo inteiro, para suprir de matéria prima as indústrias de fraldas descartáveis;

São estimados 11.000 nascimentos de bebês por dia no mundo, utilizando-se anualmente, algo em torno de 48.180.000 fraldas;

A sua combustão emite dioxina na natureza;

Não é reciclável.

ESTUDOS:

A Universidade de Winsconsin elaborou uma proposta que pode reduzir em até 2,7 milhões as toneladas de fraldas descartáveis que se jogam anualmente no lixo. As fraldas descartáveis representam a terceira fonte de geração de resíduos urbanos, com o agravante de que não se degradam facilmente. O problema reside em que o gel que serve para absorver a umidade é feito a base de petróleo, que só absorve 100 vezes seu peso e não se degrada num curto prazo. A pesquisa, que utilizou 30 milhões de toneladas de proteínas de pescado que sobraram da indústria mundial de derivados de peixes, concluiu que se pode utilizar a proteína de pescado sobrante (um hidrogel natural, inodoro e econômico), capaz de absorver até 600 vezes seu peso em água e que, por ser orgânico, biodegrada-se rapidamente.

SOLUÇÕES PARA OS PAIS:

O uso de fraldas de pano, que são reutilizáveis ou a utilização das fraldas ecológicas.

Dois empreendores americanos, Kimberley e Jason Graham-Nye, adquiriram os direitos de produção, de um fabricante australiano, de fraldas ecológicas, elas são feitas de fibras naturais que se decompõem em 50 a 150 dias, além de serem mais arejadas.

Fontes :http://www.babyslings.com.br/fraldas_de_pano_web.htm; Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (fevereiro/2007-nº 217); http://www.recicloteca.org.br/pub.asp?Ancora=4&SubAncora=02_3

10 março 2008

O QUE TEM A VER O CHICLETE COM O MEIO AMBIENTE?


Recebi hoje, uma mensagem da minha amiga Claricinda de Uberaba, alertando-me sobre um grave problema que tem ocorrido no meio ambiente, por conta de nossas atitudes displicentes com o nosso lixo.

Pessoal, ao descartar o seu chiclete embrulhe-o, não o deixe solto na natureza!

Além de fixar nas solas de sapatos, tênis, chinelos e aí sair carimbando tudo com borracha, ele pode também colar nos pelos dos animais, gatos, cães e outros, sem contar que leva anos para decompor-se na natureza. Mas a mais grave ocorrência, é o efeito devastador para os nossos pássaros, que acreditando ser um alimento, tenta ingeri-lo, o qual cola em seus bicos, matando-os por asfixia...isto é terrível!

Vamos preservar as nossas aves, elas são muito importantes para o nosso ecossistema, além de embelezar com a sua presença, enche os nossos ouvidos com os seus maravilhosos cantos.

Amigos blogueiros que comentaram aqui...


Estou muito feliz com a visita de todos os amigos, alguns têm deixado comentários, isto é extremamente motivador!

Obrigada, de coração!

Temos que ser assim, nos ajudar e nos motivar uns com os outros, a nossa luta é árdua, às vezes parece árida, mas não é, tenho certeza disto...a visita de vocês só me faz ter vontade de lutar ainda mais pela vida do planeta.

Quero continuar firme nesta caminhada, haveremos de ter um maravilhoso retorno para a natureza...continue prestigiando, estarei buscando todos os dias, nas minhas pesquisas, notícias, ações e incentivando as boas idéias e os grandes projetos ecológicos.

A todos os que comentam aqui, os meus sinceros agradecimentos! Estou tentando linká-los, mas não estou conseguindo, não sei o que está havendo, mas relaciono a seguir todos os endereços, informando-lhes que visitei os respectivos blogs e estou muito encantada com todos vocês, que Deus nos ajude nesta tarefa maravilhosa de informar e semear boas sementes, vamos em frente!

Ei-los, visitem-nos, vale muito a pena!

http://goncalodecarvalho.blogspot.com/ - Gonçalo, amei, esta rua arborizada de Porto Alegre, tudo de lindo, hein? - Tomei a liberdade de publicar sua foto

http://progressoverde.blogspot.com/ - Jeison, um engenheiro ambiental gaúcho na Amazônia (amostragem in loco).excelente!

http://ambienteecologico.blogspot.com/ - Victor, gato do mato, excelente! Fiquei muito feliz com o seu blog, afinal, você é um jovem de 19 anos e está preocupado com o meio ambiente, que lindo exemplo!

http://marthacorreaonline.blogspot.com/- Martha, seu blog não é ecológico, mas é mágico, histórico-cultural, que lindo!

09 março 2008

TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS NA NATUREZA


Papel: 3 a 6 meses

Jornal: 6 meses

Palito de madeira: 6 meses

Toco de cigarro: 20 meses

Nylon: mais de 30 anos

Chicletes: 5 anos

Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano

Fralda descartável comum: 450 anos

Lata e copos de plástico: 50 anos

Lata de aço: 10 anos

Tampas de garrafa: 150 anos

Isopor: 8 anos

Plástico: 100 anos

Garrafa plástica: 400 anos

Pneus: 600 anos

Vidro: 4.000 anos

Fralda descartável biodegradável: 1 ano

Sacolas biodegradáveis: em média 18 meses
Fonte: Sammya Araújo

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PRODUTOS DE PLÁSTICOS


Os plásticos são produzidos a partir de resinas (polímeros), geralmente sintéticas e derivadas do petróleo. O uso de embalagens plásticas está crescendo em todo o mundo, e, embora estes materiais representem apenas cerca de 7% de todo lixo sólido depositado em aterros sanitários, atingem 60% do volume porque têm baixa densidade. Outras características que classificam o plástico como um material potencialmente prejudicial ao meio ambiente são: descartabilidade, que leva os produtos acondicionados em embalagens plásticas a serem os preferidos para consumo fora do ambiente residencial; resistência à degradação e leveza, que os faz flutuarem em lagos e cursos d'água.

Uma das principais e mais importantes características dos polímeros são as mecânicas. Segundo ela os polímeros podem ser divididos em ermoplásticos, termoendurecíveis (termofixos) e elastômeros (borrachas).
Termoplásticos: São também chamados plásticos, e são os mais encontrados no mercado. Pode ser fundido diversas vezes, alguns podem até dissolver-se em vários solventes. Logo, sua reciclagem é possível.
Nos depósitos de lixo, os materiais supostamente degradáveis, como o papel, não se decompõem tão facilmente quanto se imagina, pela própria insuficiência de oxigênio nestes locais. Muitas vezes, os produtos da decomposição podem representar um impacto mais nefasto sobre o meio ambiente que os plásticos, que são inertes.
Do total de embalagens consumidas no Brasil em 1997, cerca de 25% eram plásticas. Na Europa Ocidental, continente com alto grau de conscientização ambiental, o plástico responde por 50% do total do mercado de embalagens.
No Brasil, cerca de 700 milhões de sacolas plásticas de compras são utilizadas mensalmente pelas redes de supermercados. A maioria depois serve para condicionar lixo doméstico e é depositada em aterros ou descartada na natureza, onde leva até 100 anos para se decompor. Nos mares, onde parte das sacolas vai parar, são confundidas com águas-vivas, uma das fontes de alimentação das tartarugas, que morrem ao ingeri-las. Por conta disso, algumas redes varejistas brasileiras mostram-se preocupadas com a situação, pois não querem suas marcas associadas à poluição ambiental e vêem as sacolas biodegradáveis como opção viável economicamente, ecologicamente correta e interessante do ponto de vista mercadológico.
As embalagens plásticas biodegradáveis podem substituir gradativamente as tradicionais, reservando ao plástico comum aplicações de caráter mais duradouro, como móveis de jardim.