28 março 2008

GREENPEACE ESTÁ SEMPRE AGINDO EM PROL DO MEIO AMBIENTE



27/03/2008 - 18h20Greenpeace constrói robô gigante em protesto na Holanda

AMSTERDÃ (Reuters) - Um robô gigante, com oito metros de altura, totalmente feito com lixo eletrônico. Essa foi a forma encontrada pelos ativistas do Greenpeace para protestar contra a Philips, gigante holandesa dos eletrônicos.O protesto aconteceu hoje (27), em Amsterdã, em frente a um hotel que sediava encontro entre funcionários da empresa. O objetivo era alertar sobre o descarte indevido de lixo eletrônico no meio-ambiente e a política da Philips com relação a isso.
Robô feito de lixo eletrônico tem 8 metros de altura e foi construído pelo Greenpeace
Segundo os manifestantes, a Philips não promove a reciclagem de seus produtos inutilizados. "A fabricante deveria se responsabilizar pelo lixo eletrônico que produz e instalar sistemas de coleta em todos os países em que atua", afirmou uma porta-voz do Greenpeace à Reuters TV. O grupo pró-ecologia quer que companhias como a Philips se tornem financeiramente responsáveis pelos produtos que fabricam e são descartados pelos consumidores. Entre os itens que saem das linhas de montagem da empresa estão escovas de dente elétricas, televisões, barbeadores e tocadores de música digital. Para o diretor da empresa, Gerard Kleisterlee, parte da responsabilidade é dos consumidores e dos governos

Todos que são à favor da preservação da boa condição de vida do planeta, deve apoiar as atividades do Greenpeace, às vezes são radicais, mas é imperioso que se lute com determinação em situações alarmantes. O exemplo é tudo!

27 março 2008

OS PERIGOS DA ENERGIA NUCLEAR


Fotos:http://www.chamada.com.br/mensagens/desastre_nuclear.html
Da agência Efe, em Londres
O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, anunciarão na próxima semana um acordo de cooperação para criar uma nova geração de usinas nucleares, informa hoje o jornal "The Guardian".
Brown e Sarkozy divulgarão o plano conjunto na reunião que terão na próxima quinta-feira (27) no estádio do Arsenal, em Londres, durante a visita de Estado que o líder francês fará ao Reino Unido de 26 a 27 de março. Os dois líderes querem exportar essa tecnologia para o resto do mundo, para combater a mudança climática.
O governo britânico já aprovou, em janeiro passado, a construção de uma nova geração de usinas nucleares, mas agora pretende aproveitar a ampla experiência francesa nesse campo para implementar o projeto.
Quase 80% da eletricidade da França provém de sua avançada indústria nuclear, enquanto essa porcentagem é de 20% no Reino Unido, cujas centrais atômicas ficaram obsoletas, informa o "Guardian".
Brown espera que o plano de cooperação permita a ambos os países vender usinas nucleares para outras nações durante os próximos 15 anos.
Segundo o jornal, a iniciativa anglo-francesa causará polêmica entre os críticos da energia nuclear, que acham que é perigosa e advertem da dificuldade de eliminar seus resíduos.
PARECERES: 1- A indústria da energia nuclear está felizmente a ficar de fora do mercado energético devido a razões ambientais e financeiras. A promessa de uma energia segura na forma nuclear nunca se tornou realidade. A energia nuclear é suja, perigosa, pouco económica e não oferece segurança. O acidente na central de Chernobyl e os seus efeitos foram uma prova disto.
Mas apesar de tudo, há países que insistem em investir nesta forma de energia. Veja-se o caso da Turquia: o governo turco anunciou que irão ser contruídos 10 reactores nucleares até ao ano 2020. Se tal acontecer, a população turca terá que viver com a ameaça de um acidente nuclear. Basta haver um acidente num reactor para espalhar radioactividade por toda a Turquia.

LIXO NUCLEAR
Em todas as formas de uso de energia nuclear, é produzido lixo nuclear. A maior parte deste lixo contém radioactividade que permanece durante milhares de anos.
Uma das soluções propostas para tratar este lixo é o chamado cemitério nuclear. O lixo é selado e enterrado em contentores especiais para evitar fuga de radioactividade. O problema reside na segurança desses contentores, que ainda não foi provada. Os dois principais perigos inerentes aos cemitérios nucleares são a contaminação do ar e da água. A possibilidade de uma fuga de radioactividade – ainda que pequena – destes cemitérios tornam esta solução pouco fiável e prejudicial para a saúde. Fonte: Rodrigo Luís Regalo dos Reis, rodrigo@student.dei.uc.pt Departamento de Engenharia InformáticaUniversidade de Coimbra(29 de Junho de 1998);

- Penso, que além dos riscos citados acima, ainda ficamos na expectativa de catástrofes ambientais, tais quais, como é o caso do Brasil, as Usinas se localizam à beira mar, uma elevação do nível das águas e poder-se-ia ocasionar danos irreversíveis ao meio ambiente e ao ser humano. Em casos de tremores de terra, não podemos mais nos gabar que o Brasil não os tenha, pois eles já são uma realidade em nosso país.

O DEGELO NA ANTÁRTIDA


Este blog foi criado com o único objetivo de informar para conscientizar as pessoas e não para assustar ou alarmar ninguém. Nossa proposta é otimista, ou seja, que ainda dá tempo de fazermos algo pelo nosso planeta. Se todos engajarmos fielmente, buscando cada um fazer a sua parte e orientar os seus vizinhos, toda a sua família, seus colegas de trabalho, já teremos formado uma grande rede que se multiplicará, talvez não consigamos reverter o quadro, mas que ao menos consigamos freiar a deterioração da natureza, visando a sua estabilidade para que proporcione condições de vida por milhares de anos ainda.


É certo que os cientistas e estudiosos precisavam pesquisar as condições do Continente gelado, mas agora, meus amigos, este negócio de governantes, turistas e demais curiosos ficarem indo lá, só tende a piorar as coisas, poluindo e elevando a temperatura, com estacionamento de embarcações, o que gera um desequilíbrio no ecossistema.


Vejam só, o que o aquecimento global já está fazendo na Antártida:



26/03/2008

Um bloco de gelo de pouco mais de 400 km2 começou a se desprender da plataforma de Wilkins, na Península Antártida, e a derreter no mar, no que os cientistas dizem ser mais uma evidência do aquecimento global.
A área é equivalente a quase um quarto da cidade de São Paulo (1.523 km2, segundo o IBGE). Imagens por satélite sugerem que uma parte da plataforma de Wilkins, na península que se projeta em direção à Patagônia, iniciou um processo de desintegração e logo poderá desaparecer.
Plataformas são extensões flutuantes do lençol de gelo (com até 4 km de espessura) que cobre a base rochosa da Antártida, segundo o site da British Antarctic Survey (BAS), que monitora a região.
Wilkins, que cobria inicialmente uma área de 16 mil km2 (segundo o site da BAS), permaneceu estável pela maior parte do século 20, mas começou a se retrair na década de 90. Houve um desprendimento de blocos de um total de 1.000 km2 em 1998, ao longo de alguns meses.
Outras plataformas na mesma área do continente já se perderam nos últimos 30 anos, disse a BAS.David Vaughan, da BAS, disse: "Eu não esperava ver as coisas acontecerem tão depressa assim. A plataforma está presa por um fio --nós vamos ver nos próximos dias ou semanas que destino terá."
Ao observarem fotos de satélite, os pesquisadores da BAS enviaram um avião de reconhecimento para registrar imagens mais próximas do que estava ocorrendo.
A desintegração foi sinalizada com a formação de um iceberg de 41 km por 2,5 km verificada em 28 de fevereiro. Boa parte da plataforma Wilkins agora está sendo protegida apenas por uma faixa de gelo entre duas ilhas. Pesquisadores têm o receio de que a ausência da plataforma possa expor geleiras no interior do continente e que são formadas por água fresca. Seu derretimento poderia afetar o nível dos oceanos.
Rapidez
Vaughan fez uma previsão em 1993 de que a porção norte da plataforma de Wilkins desapareceria dentro de 30 anos se o aquecimento da Terra continuasse, mas ele disse que isto está acontecendo mais rápido do que esperava.
"Esta não é uma questão de elevação do nível do mar, contudo, é mais uma indicação da mudança do clima na Península Antártida e de como isto está afetando o meio ambiente", disse ele.
Segundo os cientistas, a Península Antártida tem passado por um aquecimento sem precedentes nos últimos 50 anos, de quase 3ºC.
Discórdia
Outros pesquisadores afirmam que a plataforma de Wilkins pode resistir por mais tempo, pois o verão na Antártida --período de derretimento de gelo-- está chegando ao fim.
Ted Scambos, do Centro Nacional de Informações sobre Neve e Gelo da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, disse: "Este espetáculo incomum acabou por esta estação. Mas em janeiro próximo nós vamos ver se a Wilkins continuará a se desfazer."


RECICLAGEM DE ÓLEO - UM GRANDE EXEMPLO DE UBATUBA

Reciclagem de óleo: Em cinco meses, 400 litros de óleo deixaram de ser jogados no meio ambiente, para serem transformados em sabão. A iniciativa foi tomada a partir de uma parceria entre o coletivo de entidades "Ubatuba em Rede", a Agenda 21, a Sociedade de Apoio ao Paciente com Câncer de Ubatuba (Sapo-Uba) e a Pastoral da Criança. O óleo que serve de matéria-prima para a produção do sabão é doado pela comunidade. O sabão está sendo confeccionado em oficinas que acontecem na Pastoral. Segundo Patrícia Maciel de Souza, da Agenda 21, a adesão da comunidade tem sido boa. "Já temos restaurantes como parceiros e os próprios munícipes estão sensíveis à causa. Esperamos que cada vez mais pessoas deixem de jogar o óleo usado fora, para que ele seja transformado em sabão. Temos o interesse de ensinar a técnica para outras entidades, como associações de bairro e cooperativas, com o objetivo de disseminar a idéia e aumentar a adesão da comunidade." A destinação do óleo O projeto tem um grande valor ambiental, tendo em vista que cada litro de óleo despejado no esgoto tem capacidade de poluir cerca de um milhão de litros de água. Além disso, a transformação de óleo em sabão também cumpre uma função social, gerando trabalho e renda para as mães da Pastoral da Criança. A transformação do óleo em sabão beneficia também a Sociedade de Apoio ao Paciente Oncológico (Sapo-Uba), que dá apoio aos pacientes com câncer em Ubatuba desde 2005, prestando auxílio e orientação aos doentes e seus familiares. A Sapo-Uba ajuda na compra de medicamentos e pagamento de exames, fornece suplementação alimentar e próteses mamárias aos pacientes sem recursos financeiros. Profissionais voluntários oferecem fisioterapia, apoio psicológico e orientação relativa aos direitos do paciente de câncer. A Sapo-Uba também fornece lanche para os pacientes que viajam nos veículos da Prefeitura de Ubatuba para realizar tratamentos em outras cidades.
Para colaborar com o projeto: Para os interessados em colaborar, as orientações são: aguardar o esfriamento do óleo, armazená-lo em uma garrafa ou recipiente plástico e levar até a sede da Sapo-Uba. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 14h30 às 17h30. A Sapo-Uba fica na rua Cunhambebe nº 703 fundos. Para mais informações, ligue: (12)3836-2408.
O óleo que vai pelo cano: Além da contaminação das águas, o ato de despejar óleo pelos canos e ralos encarece o processo e prejudica o funcionamento das estações de tratamento de água. O acúmulo de óleos e gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos nas redes de coleta. Para retirar o produto e desentupir os encanamentos são empregados produtos químicos altamente tóxicos, o que acaba criando uma cadeia perniciosa. Fora da rede de esgoto, a presença de óleos nos rios cria uma barreira que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, comprometendo assim, a base da cadeia alimentar aquática e contribuindo para a ocorrência de enchentes. Em contato com a água do mar, esse resíduo líquido passa por reações químicas que resultam em emissão de metano.
Fonte: Assessoria de Comunicação/PMU
- Aí está, queridos leitores da Região de Ubatuba, mais um endereço para fazer o bem em todos os sentidos.

RECICLAGEM DE ÓLEO DE COZINHA SATURADO

Já postei anteriormente, a receita de sabão produzido com óleo de cozinha saturado, agora,
gostaria de deixar aqui o telefone do pessoal que recepta óleo de cozinha saturado para reciclar, vi um aviso deles lá no Supermercado Bonetto.
Segundo o aviso, as pessoas devem acondicionar o óleo em garrafas pets. Para quem fornecer mais de 5 litros, ganha um litro de detergente, ótima coisa, vocês não acham? Nem precisaria ganhar detergente, só de saber que encontramos um meio de desfazermos do óleo e que este terá um fim útil para a natureza, já é um grande prêmio.
Bem, o telefone é de Jaguariúna-SP, para quem se interessar é: 019 - 3867-2201

25 março 2008

UM MILHÃO DE ÁRVORES - QUE MARAVILHA!

www.ummilhaodearvores.org.br/arvore/

Queridos leitores fiz uma descoberta maravilhosa hoje. Descobri o site acima descrito, vale a pena entrar. Trata-se de uma página com ótimas informações e com uma meta espetacular para o nosso planeta. Seu criador, com toda certeza, é um homem de mente verde, existem os "dedos verdes"que são os que plantam e tudo vinga, e existe este pensar verde, onde tudo idealiza e mentaliza, no afã de melhorarmos as condições de vida no nosso planeta: água, terra e ar. Todos estão poluídos, se nós, seres humanos somos os responsáveis pelas imundícies e maldades que fizemos à nossa Terra, é nossa OBRIGAÇÃO despoluí-la para que ela sirva de habitat para milhares de gerações futuras. Temos o dever de respeitar a natureza, preservá-la e agora mais do que nunca restaurá-la. COMECEMOS PLANTANDO E CUIDANDO DAS ÁRVORES, POIS ELAS REPRESENTAM TUDO DE BOM! Melhoram o clima, limpando o ar, amenizando as temperaturas, agindo como quebra-ventos, nos dão sombra, frutos, flores maravilhosas e madeira para construirmos tudo: móveis, casas e utensílios.
VAMOS NESSA MEUS CAROS, VISITEM O SITE ACIMA, E UNAMOS FORÇAS PARA SALVAR NOSSA NATUREZA!

USINA DE PROCESSAMENTO DE LIXO - CAMPOS(RJ)


A Prefeitura de Campos mudou toda sistemática dos serviços de Limpeza Urbana e já pôs para funcionar a primeira Usina para Tratamento do Lixo do Município, localizada no distrito de Santo Amaro. A limpeza da cidade passou a ser feita de forma integrada, envolvendo a varrição, coleta, capina, tratamento dos detritos, aterro controlado e usina de processamento do lixo. A nova sistemática, que já mudou o aspecto da cidade, acabou com o lixão da Codin e implica, ainda, na construção de mais usinas. A primeira está funcionando em caráter experimental, gerando 30 empregos. A próxima será construída na Codin, na área do funcional Aterro Controlado, em susbstituição ao antigo Lixão. “Estamos na fase de ajustamento e treinamento do pessoal”, informou o encarregado da Usina de Santo Amaro, José Roberto Nunes, da empresa Queiróz Galvão. O secretário de Limpeza Pública, Jorge Luiz dos Santos, explica que desde o dia 27 de maio está em funcionamento para aprimoramento do pessoal. A Central de Triagem foi construída pela Prefeitura de Campos e está sendo operacionalizada pela empresa Queiróz Galvão, com capacidade para processar até 30 toneladas de lixo/dia. “No período do verão, o volume de lixo aumenta, principalmente, com a movimentação na praia de Farol de São Thomé. E, durante a temporada, vamos demandar a contratação de mais mão-de-obra”, acrescenta o secretário. O resultado da triagem é a produção de adubo orgânico (que vai ser utilizado na recuperação de áreas degradas na Baixada Campista); e a produção de fardos de materiais recicláveis, cuja venda vai contribuir para a manutenção do maquinário, sendo rateada entre os trabalhadores como um bônus pela produtividade. O prefeito Arnaldo Vianna já recomendou a construção de outras três usinas para tratamento do lixo. Além da Usina que vai funcionar na Codin, o prefeito Arnaldo Vianna confirmou mais duas para os distritos de Morro do Coco e Santa Maria. Ambas vão ser dimensionadas para processar todo o volume de lixo coletado nos demais distritos e localidades do Norte de Campos. Produção - Fardos de materiais em alumínio prensado, como latas de refrigerantes e cervejas, além de objetos diversos, fardos de papelão, papel e metais, bem como material orgânico (adubo), estão sendo produzidos no local. A unidade está processando cerca de 12 toneladas de lixo/dia, empregando moradores no próprio distrito e localidades vizinhas, que trabalham nos diversos setores, em atividades na esteira de triagem dos materiais. Apenas os rejeitos, como materiais gordurosos, galhos, capim, são separados em caçambas e transportados posteriormente para o Aterro Controlado da Codin, em Guarus.