11 abril 2008

VAMOS UTILIZAR A ÁGUA DA CHUVA


Utilizando a água da chuva para o consumo doméstico e até mesmo em indústrias, estaremos economizando e evitando o desperdício. Podemos usá-la para molhar plantas (hortaliças, jardins e demais plantações), lavar casa, calçadas e carros. Veja a ótima idéia deste professor de Taubaté(SP):
22 de março de 2007
SP: professor constrói casa que usa água da chuva
Marcelo Pedroso
O professor José Carlos Simões Florençano, 51 anos, colocou em prática as lições transmitidas aos alunos do Departamento de Engenharia Civil da Unitau (Universidade de Taubaté) Construiu uma casa ecológica. A construção possui três caixas que captam a chuva coletada das calhas e despejam a água para limpeza do quintal, irrigação do jardim e lavagem de carros. São três mil litros no total.
O professor, que também é vice-presidente da ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) do Vale do Paraíba, quer mostrar com seu exemplo a viabilidade do sistema, que pode permitir uma economia mensal na conta de água entre 15% e 20%. "Meu projeto é para uma residência do tipo sobrado, um sistema intermediário que aproveita a gravidade. Não há necessidade de bombeamento."
O sistema é simples, fácil e, principalmente, barato. Como resume Florençano, um melhoramento do que já era feito nos castelos medievais. "Os castelos da idade média já tinham essa tecnologia. De certa forma, nós a havíamos perdido e agora tentamos resgatá-la.
Funcinamento:
Entre a chuva e as torneiras, a água é captada por um sistema de calhas e direcionada para uma primeira caixa. A gravidade volta a ajudar com um processo natural de decantação - as partículas sólidas descem para o fundo. A segunda e a terceira caixas d´água servem como reservatórios.
Todas as caixas estão no segundo pavimento, sob o telhado. Dali, uma tubulação exclusiva para a água de chuva percorre as paredes do muro de recuo da divisa da casa e termina em cinco pontos para uso. Todas as torneiras são identificadas pela cor vermelha e pequenas placas com os dizeres "água não potável".
"Proteção: é necessário. É aconselhável descartar a água dos primeiros 10 minutos de chuva para evitar a poeira acumulada no telhado. As caixas devem ser lavadas a cada seis meses, além de ficarem tampadas", disse Florençano.
Cálculos:
Apesar da simplicidade do sistema, Florençano teve que colocar na ponta do lápis sua viabilidade econômica e estrutural. "Calculei que gastaria dois mil litros de água por mês para regar meu jardim de 150 metros quadrados durante dois dias por semana. Mais 400 litros para limpar uma calçada de 40 m a cada dois dias e os outros 600 litros para a lavagem de dois carros duas vezes semanais."
Com sua demanda definida, o professor foi pesquisar nos arquivos do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) a média histórica das chuvas em Taubaté. "Peguei as piores médias, que são em junho, julho e agosto."
Por último, Florençano cruzou os dados com a área do telhado para conseguir o volume de água que podia captar. "Você gasta uns R$ 50 para comprar três caixas d´água. Tubos de PVC, torneiras de jardim, registros, tudo isso somado não chega a R$ 500. E vou ter uma economia de 15% a 20% de água por mês, com manutenção praticamente zero.
"Apoio:
Florençano defende o estímulo governamental ao uso do sistema que, segundo ele, também é viável em residências populares, fábricas, conjuntos habitacionais e prédios."Nossas autoridades poderiam aproveitar o exemplo como incentivo e também usar o mesmo sistema no serviço público. A Prefeitura de São Caetano (SP) lava suas ruas com água da chuva. Em Hamburgo (Alemanha), por exemplo, quem capta água da chuva tem US$ 2.000 de economia nos impostos."
Fonte: Redação Terra

10 abril 2008

RECICLANDO 100% AS GARRAFAS PET


Normalmente encontramos objetos confeccionados com produtos reciclados, existem muitos de bom gosto, mas outros tantos de mal gosto. Sempre achei que o melhor caminho é o da reindustrialização do material. Trabalhando com as minhas pesquisas de maneiras de ajudarmos nosso planeta, econtrei esta matéria interessante.
Como acontece a reciclagem do PET. O PET pode ser reciclado de três maneiras diferentes: 1 - Reciclagem química. Utilizada também para outros plásticos, separa os componentes do PET, fornecendo matéria-prima para solventes e resinas, entre outros produtos. 2 - Reciclagem energética. O calor gerado com a queima do produto pode ser aproveitado na geração de energia elétrica (usinas termelétricas), alimentação de caldeiras e altos-fornos. O PET tem alto poder calorífico e não exala substâncias tóxicas quando queimado. Outros materiais combustíveis também podem ser utilizados. 3 - Reciclagem mecânica. Praticamente todo o PET reciclado no Brasil passa pelo processo mecânico, que pode ser dividido em:
RECUPERAÇÃO: Nesta fase, as embalagens que seriam atiradas no lixo comum ganham o status de matéria-prima, o que de fato, são. As embalagens recuperadas serão separadas por cor e prensadas. A separação por cor é necessária para que os produtos que resultarão do processo tenham uniformidade de cor, facilitando assim, sua aplicação no mercado. A prensagem, por outro lado, é importante para que o transporte das embalagens seja viabilizado. Como já sabemos, o PET é muito leve.
REVALORIZAÇÃO: As garrafas são moídas, ganhando valor no mercado. O produto que resulta desta fase é o floco da garrafa. Pode ser produzido de maneiras diferentes e, os flocos mais refinados, podem ser utilizados diretamente como matéria-prima para a fabricação dos diversos produtos que o PET reciclado dá origem na etapa de transformação. No entanto, há possibilidade de valorizar ainda mais o produto, produzindo os grãos de PET reciclado. Desta forma o produto fica muito mais condensado, otimizando o transporte e o desempenho na transformação.
TRANSFORMAÇÃO: Fase em que os flocos, ou o granulado, será transformado num novo produto, fechando o ciclo. Os transformadores utilizam PET reciclado para fabricação de diversos produtos, inclusive novas garrafas para produtos não alimentícios. A realidade da reciclagem. O índice de reciclagem pode ser muito melhorado e, para isso, todos devem contribuir: A federação, estados e municípios devem legislar em favor da reciclagem.
Muitos municípios brasileiros não contam com nenhum tipo de coleta e pouquíssimos possuem um sistema de coleta seletiva. Esse sistema proporciona material mais limpo, livre de contaminações, consequentemente, a sucata assim coletada tem maior valor. Outro benefício é trazer os trabalhadores dos lixões para cooperativas organizadas. As indústrias devem investir em informação e tecnologia. Levar ao grande público o conhecimento sobre a reciclabilidade dos materiais, instruindo sobre como proceder para o correto descarte das embalagens. Desenvolver as tecnologias que permitam materiais mais fáceis de reciclar, inofensivos e inertes para proteção do meio ambiente e desenvolver os mercados para os produtos reciclados.
A população deve descartar corretamente seus materiais recicláveis, depositando as embalagens usadas em contêineres adequados ou entregando-as para catadores e/ou entidades que as aceitem em doação. O cidadão comum tem o dever de começar, em sua casa, o trabalho de separar o lixo dos materiais recicláveis. Isso porque cada um de nós tem o trabalho de ir aos mercados para adquirir estes produtos. Cabe a nós, portanto, o primeiro passo para fazer com que os materiais sigam seu caminho de retorno para a indústria.
O que não podemos mesmo, é deixá-las ancoradas nas bocas-de-lobos, jogadas nas ruas e estradas ou boiando nos rios.

09 abril 2008

MÉTODO NATURAL DE COMBATE À PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO DA DENGUE - CAFÉ


Amigos, esta matéria também recebi por e-mail, é um método natural e eficaz para preservarmos e melhorarmos as condições do meio ambiente.

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito, que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido, colocando-se borra de café, nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias. A borra de café, que é produzida, todos os dias, em praticamente, todas as casas do País, tem custo zero. O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, devendo, inclusive, ser jogada sobre o solo do jardim e do quintal. Os especialistas em saúde pública, entre eles, médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue tipo 3, possível de acontecer devido às fortes chuvas do verão, surge outra ameaça, proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4. Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína, da borra de café, por mililitro de água, bloqueiam o desenvolvimento da larva, no segundo de seus quatro estágios, e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos. Em seu estudo, ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais, como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser, essa, a causa dos efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.

A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa, de borra de café, para cada meio copo de água, o que facilita seu uso, pela população de baixa renda, e pode ser aplicada em pratos, que ficam sob vasos com plantas; dentro de bromélias; e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.

O mosquito se desenvolve, até mesmo, na película fina de água, que, às vezes, se forma sobre a terra endurecida, dos jardins e hortas, e, também, na água dos ralos e de outros recipientes, que acumulam água parada (pneus, garrafas, latas, caixas d'água, etc.).

'A borra não precisa ser diluída em água para ser usada' , diz a bióloga. Pode ser colocada, diretamente, nos recipientes, já que a água, que escorre, depois de regar as plantas, vai diluí-la. Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo, ecologicamente correto.

Atualmente, o método mais usado, no combate ao Aedes aegypti, é o aspersão de inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.


Luciana Rocha Antunes - Bióloga - especialista em Gestão Ambiental-Mestranda em Agroecologia e Desenv. Rural - UFSCar e Embrapa Meio Ambiente

08 abril 2008

COMO RECICLAR AS EMBALAGENS LONGA VIDA

23/10/2005
Método nacional de reciclagem de embalagens longa-vida chama atenção internacional No Brasil, nada se perde, tudo se... recicla! Depois de se tornar o maior reciclador de latas de alumínio e atingir um dos índices mais altos em papelão ondulado, o país agora exporta um modelo tecnológico que revoluciona a reciclagem no mundo. Em Piracicaba, no interior de São Paulo, funciona desde maio a primeira planta de reciclagem de embalagens longa vida do mundo. A nova fábrica, fruto de investimento de quatro empresas (Klabin, Tetra Pak, Alcoa e TSL), faz uso inédito da tecnologia de Plasma, que permite a separação total do alumínio e do plástico que compõem a embalagem. Tecnologicamente, o processo revoluciona o modelo atual de reciclagem das embalagens longa vida, que até então separava o papel, mas mantinha o plástico e o alumínio unidos. Ambientalmente, reduz em 100% o impacto que estas embalagens teriam ao serem descartadas, o que no Brasil, segundo maior consumidor deste tipo de material no mundo, significa muito. Socialmente e economicamente, tende a aumentar o preço da tonelada recolhida, o que impacta a vida dos catadores e aumenta o interesse de prefeituras em bancar a separação do lixo.

Todas estas razões abriram o caminho para a exportação da tecnologia e do modelo de produção. Em dezembro, uma planta de reciclagem nos mesmos moldes da de Piracicaba será inaugurada na cidade de Valência, na Espanha, pela fabricante de papel Nesa. O investimento feito pela empresa espanhola foi de € 6 milhões. Outros países na Europa também se mostram interessados pela tecnologia brasileira, como Alemanha, Itália, França e Holanda. Em setembro, uma delegação do governo chinês esteve no Brasil para conhecer todo o processo de coleta seletiva e reciclagem de embalagens longa vida. A delegação chinesa foi liderada por Xu Jiangping, chefe do Instituto de Desenvolvimento da Indústria da Comissão de Desenvolvimento e Reforma Nacional. Além da fábrica, a agenda programada para o grupo de chineses englobou visitas a uma cooperativa de catadores em São Paulo e a uma empresa fabricante de placas e telhas a partir da mistura de plástico e alumínio das embalagens.

Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, o explica que o processo de Plasma permite não só a reciclagem completa das embalagens, como o retorno dos três componentes da embalagem para a cadeia produtiva como matéria-prima. O sistema usa energia elétrica para produzir um jato de plasma a 15 mil graus Celsius para aquecer a mistura de plástico e alumínio. Com o processo, o plástico é transformado em parafina e o alumínio, totalmente recuperado em forma de lingotes de alta pureza. ”Foram sete anos de pesquisa e desenvolvimento para chegarmos a este novo processo”, afirma von Zuben.A Alcoa, que fornece a folha fina de alumínio da embalagem, utiliza o alumínio reciclado para a fabricação de novas folhas, fechando o ciclo do material. A parafina é vendida para a indústria petroquímica nacional. Já o papel, extraído na primeira etapa da reciclagem ainda na indústria de papel, mantém seu ciclo normal de reciclagem, sendo transformado em caixas de papelão pela Klabin.

Este retorno da matéria-prima – mais barata – às linhas de produção das empresas investidoras explica o interesse em realizar um investimento tão pesado. A construção da nova planta consumiu cerca de R$ 12 milhões, compartilhados entre as quatro empresas. A nova planta está localizada ao lado da fábrica da Klabin em Piracicaba, cuja linha de produção já recicla a camada de papel das embalagens cartonadas (longa vida) e recebeu da Klabin investimentos de US$ 2,5 milhões nos últimos 5 anos. Hoje, a Klabin já é a maior recicladora de papéis do Brasil, com capacidade para produção de 400 mil toneladas de papel reciclado por ano.O efeito benéfico sobre o ambiente também atrai. A unidade de Plasma tem capacidade para processar 8 mil toneladas por ano de plástico e alumínio – o que equivale à reciclagem de 32 mil toneladas de embalagens longa vida. A emissão de poluentes na recuperação dos materiais é próxima de zero, feita na ausência de oxigênio, sem queimas, e com eficiência energética próxima de 90%. Vladimir Ranevsky, diretor de Novos Negócios da TSL, destaca que essa tecnologia permite que se reduza drasticamente a demanda pelo consumo de recursos naturais necessários para a produção das embalagens. A TSL é a responsável pela operação da fábrica.
Mas é o impacto social o que vem sendo mais festejado pelos empreendedores. A ampliação do volume de reciclagem das embalagens longa vida usadas leva, conseqüentemente, ao incremento da cadeia de reciclagem, com a geração de emprego e renda. “A nova planta é um marco no ciclo de reciclagem das embalagens longa vida. É um efeito cascata: a embalagem passa a valer mais para o reciclador e automaticamente passa a valer mais para o catador, que irá buscar mais e mais embalagens”, afirma von Zuben, da Tetra Pak. Estima-se que a nova tecnologia deve aumentar o valor da tonelada das embalagens longa vida pós-consumo pago às cooperativas de catadores, nos próximos dois anos, com a consolidação das operações. A expectativa é de um aumento de 30% no valor pago pela empresa recicladora às cooperativas de catadores. Hoje a média é de R$ 250,00 por tonelada. Para André Vilhena, diretor-executivo do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), a iniciativa vai certamente estimular as cooperativas de catadores e a participação das prefeituras em programas de coleta seletiva.
Vilhena lembra que ninguém deve ficar surpreso com o fato de uma tecnologia como esta, um exemplo ao mundo no âmbito do desenvolvimento sustentável, ser desenvolvida no país. “A gente sempre desconfia quando o Brasil está em uma posição de liderança como esta, mas o fato é que temos competência para fazer e, neste caso, os empresários tiveram o mérito de ser pró-ativos”, afirma.A iniciativa pró-reciclagem de embalagens longa vida recebe também reconhecimento dentro das fronteiras do país. Em outubro, o Projeto Plasma foi anunciado como grande vencedor do Prêmio CNI 2005, no estado de São Paulo e também em âmbito nacional, na categoria Desenvolvimento Sustentável, modalidade Produção Mais Limpa.
Fonte: http://www.reportersocial.com.br/noticias.asp?id=1022&ed=meio%20ambiente



06 abril 2008

APRENDAM A CONSTRUIR UMA ARMADILHA PARA O MOSQUITO DA DENGUE







Amigos, recebi por e-mail, achei a idéia fantástica e repasso a vocês, vamos montar armadilhas, está em nossas mãos uma boa parte da responsabilidade.
A "mosquiteca" foi inventada por um professor da UFRJ (MAULORI CABRAL) em parceria com biólogos da Fiocruz. Foi testada por eles e realmente funciona MOSQUITECA. É muito simples sua construção.
Pegue uma garrafa PET de 1,5 litros ou mais.
Corte a parte superior para fazer uma espécie de funil.
Corte cerca de 10 cm da Pet, parte da base da garrafa.
Lixe a parte interna do pedaço similar a um funil, pode ser utilizada uma lixa para madeira granulação 60, 100 0u 120.
O objetivo é deixar a superfície interna bem áspera em toda a sua extensão.
Utilizando o "anel" parte da tampa da própria garrafa, faça um fechamento com um pedacinho de tela dobrado, (não serve o tule de véu de noiva, pois o buraco é grande o suficiente para que o mosquito passe) Coloque cinco grãos de arroz, ou de alpiste amassados, ou ainda ração para gatos dento da parte inferior da garrafa Pet.
Sele as duas partes com fita isolante.
Está pronta a armadilha para a fêmea do mosquito transmissor da dengue.
Encha com água limpa até cerca de 3 cm da borda do funil.
Complete a água à medida que a mesma for evaporando Coloque a armadilha no quintal ou onde ficam os mosquitos.
É necessário ser um local sombreado, a fêmeas do mosquito não gostam de sol.
A fêmea do mosquito, verifica onde está havendo evaporação da água para colocar os seus ovos.
Porque é necessário lixar o "funil"?
A superfície fica corrugada e com isso a água sobe por capilaridade pelas paredes lixadas do funil,
aumentando a taxa de evaporação atraindo mais facilmente a fêmea do mosquito "Aedes Aegypti".
Porque é necessário colocar os grãos de arroz ou alpiste amassados?
A fêmea só põe ovos onde ela identifica que a água possui alimento para as larvas. Até "os mosquitos" têm instinto materno.
Os ovos descerão pelos buracos da tela e ficarão na parte inferior do recipiente a tela, serve de elemento de ligação entre as duas partes e não permite que as larvas passem para a parte superior do recipiente. A presença da barreira de tela é muito importante, se ela estiver rasgada/destruída ao invés de um armadilha para o mosquito você estará fornecendo um criatório para o mesmo.
Periodicamente esvazie a parte inferior e mate as larvas com cloro.
Verifique se está tudo OK com a tela e encha novamente a armadilha com água.
Verifique a sua armadilha todos os dias.
O mosquito adulto vive de 30 a 35 dias, e as fêmeas põem ovos de quatro a seis vezes, nesse período. Em cada vez, ela põe cerca de 100 ovos, sempre em locais com água limpa e parada.
Se não encontra recipientes apropriados para depositar seus ovos, a fêmea pode voar distâncias de até três quilômetros até localizar um ponto que considere ideal. A temporada de chuva, complica as coisas: um ovo de aedes aegypti pode sobreviver até 450 dias – um ano e dois meses – mesmo que o local em que ele foi depositado fique seco.
Se esse local receber água novamente (quando há uma chuvarada, por exemplo), o ovo volta a ficar ativo, podendo se transformar em larva e depois em pupa, e atinge a fase adulta num prazo curtíssimo: de dois a três dias.
A MATEMÁTICA DA MOSQUITOEIRA.
Faça como eu: construa dez armadilhas, espalhe 5 pelo seu quintal e dê as outras 5 aos vizinhos, amigos, parentes.
Peça que cada um deles faça o mesmo.
Veja os números de armadilhas que teremos a cada ciclo: Ou seja, se cada um fizer a sua parte em 3 rodadas apenas teremos 1.560 armadilhas, enganando as fêmeas do mosquito. Em até 35 dias a fêmea do mosquito estará morta e se não tiver colocado os ovos em local onde os ovos se transformem em mosquitos, teremos (1.560 x10 x 100 = 1.560.000) mosquitos a menos.
O nº é este mesmo: mais de 1,5 milhões de mosquitos, considerando que cada armadilha engane pelo menos 10 fêmeas e que estas fêmeas coloquem ovos apenas 4 vezes na sua vida adulta.
Número de mortes por dengue no Rio sobe para 33 Número de mortes por dengue no Rio de Janeiro neste ano já supera o total de 2007.
Rio de Janeiro - A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro informou quarta-feira (12) que já foram confirmadas 33 mortes por dengue no estado neste ano.
O número já é maior do que o registrado em todo o ano passado – 30 – e somente na capital foram 19 mortes. Ao todo, são 23.294 os contaminados pelo vírus da dengue no estado, com 245 casos confirmados de dengue hemorrágica.
O maior número de casos também se concentra na capital, que instalou ontem o Centro de Comando da Operação contra a dengue, operado pela Defesa Civil Municipal. As informações são da Agência Brasil.
CONCLUSÃO: Vamos dar a nossa contribuição para interromper esta situação.
Não vou abordar os outros cuidados para não disponibilizar criatórios para os mosquitos. Você já os conhece, mas também é necessário colocar em prática.
OBS: Se desejar acesse o link abaixo para ver o vídeo do professor MAULORI, que foi veiculado pelo Jornal Hoje (da Globo) em 15/03/2008.

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL347258-9101,00.html

04 abril 2008

A CHINA PODE CONTROLAR O TEMPO?

Todo ano, a China lança milhares de foguetes e bombas de artilharia para os céus. Eles não fazem parte de um conjunto de jogos de guerra ou de uma preparação para uma batalha com Taiwan, mas sim uma batalha contra o clima. Por meio do Programa de Modificação do Tempo, o governo chinês espera controlar as forças instáveis que existem por trás da chuva. Administrado pelo Departamento de Modificação do Tempo, uma divisão da Academia Chinesa de Ciência Meteorológica, o programa emprega e treina de 32 mil a 35 mil pessoas em toda a China, algumas são agricultores que recebem US$ 100 por mês para lidar com canhões antiaeronaves e lançadores de foguetes.
As armas pesadas são usadas para lançar projéteis contendo iodeto de prata nas nuvens. O iodeto de prata serve para concentrar umidade e provocar chuva. O processo é conhecido como semeação da nuvem e a China tem investido pesado nessa atividade, usando mais de 12 mil canhões antiaeronaves e lançadores de foguetes, além de aproximadamente 30 aviões.
O governo chinês acredita que lançar bombas com cápsulas de iodeto de prata nas nuvens pode conter a precipitação
pluviométrica e a poluição, assegurando um céu claro para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2008 em PequimA pesquisa chinesa sobre o controle do tempo começou em 1958, quando a prática estava ainda nos estágios iniciais. Com uma população de mais de 1,3 bilhão, a China necessita de grandes quantidades de água. Cidades como Pequim sofrem com uma névoa terrível e a chuva pode ajudar a limpar a
poluição do ar. O governo está usando a semeação de nuvens para tentar produzir chuva para os agricultores, afastar a seca e encher os reservatórios de água.
Então, como isso funciona? Mesmo em áreas com
umidade muito baixa, a água está presente no céu e nas nuvens. A pancada de chuva acontece depois que a umidade vai se juntando em volta de partículas no ar, levando a um nível de saturação no qual não consegue mais segurar essa umidade. A semeação de nuvens ajuda essencialmente nesse processo, fornecendo "núcleos" em volta dos quais a água se condensa. Esses núcleos podem ser sais, cloreto de cálcio, gelo seco ou iodeto de prata, usados pelos chineses. O iodeto de prata é usado porque seu formato é similar a cristais de gelo. O cloreto de cálcio é muito usado em áreas quentes ou tropicais.
A semeação de nuvens é grandemente usada no norte da China, uma área que não recebe muita chuva - seus níveis de precipitações estão 35% abaixo da média mundial e alguns de seus suprimentos de água estão muito poluídos. Zhiang Qiang, que administra o Departamento de Modificação do Tempo de Pequim, disse ao Asia Times que os níveis de água nos reservatórios de Pequim aumentaram 13% em razão da semeação de nuvens.
A semeação de nuvens também tem sido usada para resfriar Pequim em dias quentes.
O Departamento de Modificação do Tempo de Pequim está pesquisando como evitar a chuva na cidade no dia 8 de agosto de 2008, durante as cerimônias de abertura dos
Jogos Olímpicos. O governo garantiu céu aberto durante o evento. Eles planejam fazer isso rastreando as formações de nuvens e provocando chuva nos dias que antecedem as cerimônias. Uma autoridade, no entanto, admite que apesar de a semeação de nuvens ser eficaz para evitar chuva fraca no dia 8 de agosto, ela não conseguirá evitar o início de um temporal moderado à tempestade pesada.
Os cientistas não têm certeza se a semeação de nuvens realmente funciona, mas, apesar do ceticismo, a China está avançando, gastando de US$ 60 milhões a US$ 90 milhões por ano em modificação do tempo, além dos US$ 266 milhões gastos de 1995 a 2003
. O governo planeja produzir 50 bilhões de metros cúbicos de chuva por ano por meio desse recurso ­A China tem a reputação de lançar projetos ambiciosos desde a Grande Muralha, em tempos passados, até a Ferrovia Trans-Siberiana, a mais longa ferrovia do mundo. Mas o investimento para a semeação de nuvens vale a pena? O governo pode realmente fazer chover sempre que existir necessidade?
Métodos de semeação de nuvens e críticas
Existem três métodos de semeação de nuvens: estática, dinâmica e higroscópica. A semeação de nuvens estática implica espalhar químicos como o iodeto de prata nas nuvens. O iodeto de prata forma um cristal ao redor do qual a umidade pode se condensar. A umidade já está presente nas nuvens e a função essencial do iodeto de prata é tornar as nuvens de chuva mais propícias para descarregar sua água armazenada.
A semeação de nuvens dinâmica tem como objetivo reforçar as correntes de ar verticais, que estimulam a passagem de mais água através das nuvens, resultando em mais chuva [Fonte:
Departamento de Ciência Acadêmica Universidade Estadual do Colorado - em inglês]. Até 100 vezes mais cristais de gelo são usados na semeação de nuvens dinâmica. O processo é considerado mais complexo do que a semeação de nuvens estática porque depende de uma seqüência de eventos que deve funcionar adequadamente. O dr. William R. Cotton, professor de ciência atmosférica na Universidade Estadual de Colorado, desmembra a semeação de nuvens dinâmica em 11 estágios separados. Um resultado inesperado em um dos estágios pode arruinar todo o processo, tornando a técnica menos confiável do que a semeação de nuvens estática.A semeação de nuvens higroscópica propaga sais através de chamas ou explosivos nas partes inferiores das nuvens. Os sais crescem em tamanho à medida que a água se junta a eles. Em seu site, o dr. Cotton declara que a semeação de nuvens higroscópica é bastante promissora, mas requer pesquisas adicionais.

O governo do Estado Andhra Pradesh, na Índia, usou esses aviões para tentar evitar a seca no verão de 2004.Os Estados Unidos começaram as pesquisas para controlar o tempo em 1946. Alguns estados norte-americanos utilizam programas de semeação de nuvens nos quais tentam aumentar os níveis de chuva e neve ou evitar o granizo, que pode danificar as colheitas. Uma experiência de oito anos no Texas e em Oklahoma, realizada por mais de 13.000 quilômetros quadrados, mostrou que a semeação de nuvens aumentou a precipitação, a altura das nuvens, a extensão dos temporais e a área na qual a chuva caiu [Fonte:
The Edwards Aquifer Website - em inglês]. Mesmo assim, a semeação de nuvens nos EUA diminuiu desde a década de 70, quando a verba federal era de aproximadamente US$ 19 milhões por ano [Fonte: Departamento de Ciência Acadêmica, Universidade Estadual do Colorado - em inglês].
­Pesquisas sobre semeação de nuvens foram realizadas na Rússia, Israel, Tailândia, Caribe e África do Sul. Além disso, os cientistas australianos realizaram inúmeras experiências, descobrindo que a semeação estática não era eficaz sobre as planícies da Austrália, mas pareciam ser bastante eficazes sobre a Tasmânia.
Apesar de alguns testes serem bem-sucedidos, a semeação de nuvens ainda apresenta muitos problemas. A preocupação fundamental é: isso funciona? A semeação pode ser um problema do tipo "
quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?". Teria chovido em uma determinada área sem o uso da semeação de nuvens e teria chovido menos? A semeação de nuvens também é muito dependente das condições ambientais como temperatura e composição da nuvem.
Em 2003, a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos declarou que 30 anos de estudos não produziram evidências "convincentes" de que a modificação do tempo funciona [Fonte:
Things Asian - em inglês]. Por outro lado, a Sociedade Meteorológica Americana afirma que alguns estudos sobre semeação de nuvens mostram um aumento de 10% no volume da chuva Fonte:The Edwards Aquifer Website

A semeação de nuvens é bastante dispendiosa, apesar de ser potencialmente mais barata do que outros projetos, como desviar rios, construir novos canais ou melhorar sistemas de irrigação. Não obstante, a sedução da semeação de nuvens pode redirecionar a atenção e os investimentos de outros projetos que poderiam ser mais promissores. Portanto, questiona-se sobre alteração do tempo. Existem algumas áreas que retiram a umidade do ar que deveria ter caído como chuva em outra região?
Apesar de as empresas de semeação de nuvens garantirem que não existe nenhum perigo, permanecem as preocupações sobre a exposição à toxicidade do iodeto de prata e da contaminação do solo. Outras questões de segurança são mais transparentes. Na China, munições instáveis danificaram propriedades e até mataram uma pessoa em maio de 2006. O governo chinês afirma que melhorou o treinamento, licenças e exercícios de segurança.
No final, a semeação de nuvens tem fortes defensores, mas permanece controversa. Apesar de o exercício ter perdido seu ímpeto nos EUA, a China está contando com sua legião de agricultores que viraram deuses do tempo para limpar os céus para a realização das cerimônias de abertura dos
Jogos Olímpicos de 2008.
Fonte: Asia Times Online

30 março 2008

TIPOS DE ENERGIA QUE PODEM SER UTILIZADAS PELO HOMEM


ENERGIAS RENOVÁVEIS:


1 - SOLAR


2 - EÓLICA


3 - HIDRÁULICA


4 - ENERGIA DOS OCEANOS


5 - GEOTÉRMICA - gêisers e fumarolas


8 - BIOMASSA -


9 - BIOENERGIA - biocombustíveis e biogás



ENERGIAS NÃO RENOVÁVEIS:


1- COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS E MINERAIS ATÔMICOS - petróleo, gás natural(butano, metano e propano), carvão, energia nuclear.