16 abril 2008

O JAPÃO E A PRODUÇÃO DE ELETRICIDADE A PARTIR DAS CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL


14/04/2008

Matsushita lançará células de combustível domésticas em 2009

TÓQUIO (Reuters) - O conglomerado Matsushita Electric Industrial anunciou na segunda-feira que lançará sistemas de célula de combustível para uso doméstico no Japão no ano fiscal que começa em abril de 2009.
Células de combustível produzem eletricidade a partir de uma reação química com hidrogênio e são consideradas ambientalmente corretas porque os principais subprodutos da reação são água e calor.
O preço ainda está sendo definido, mas manter os sistemas abaixo de 1 milhão de ienes (9.892 dólares) é uma meta possível, informou um representante da Matsushita.
A companhia japonesa, que fabrica os produtos com marca Panasonic, planeja vender de 3 mil a 5 mil unidades até março de 2011 e 60 mil a 100 mil unidades no ano que se encerra em março de 2016.
Rivais da Matsushita em sistemas de células de combustível incluem a Nippon Oil Corp e a Ebara Corp .
(Por Kiyoshi Takenaka)

O que são Células de Combustível ?
Uma célula de combustível é uma célula electroquímica que converte continuamente a energia química de um combustível e de um oxidante em energia eléctrica, através dum processo que envolve essencialmente um sistema eléctrodo/electrólito [Kordesch et al., 1996].
Uma célula de combustível pode converter mais do que 90% da energia contida num combustível em energia eléctrica e calor. No ano de 1996, as células de combustível com ácido fosfórico (CCAF) apresentavam uma eficiência de conversão eléctrica de 42%, com uma elevada produção de calor [Kordesch et al., 1996].

14 abril 2008

OUTRO GRANDE EXEMPLO DA COCA-COLA PARA MELHORAR O MEIO AMBIENTE



Amigos, não se trata de fazer publicidade para a Coca-cola, mas de mostrar ao mundo, os empresários que estão agindo em prol do nosso planeta.

INSTITUTO COCA-COLA BRASIL - MEIO AMBIENTE - LANÇA PROGRAMA PARA RECUPERAÇÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS
. Programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras reflorestará margens de rios para melhorar a qualidade e a quantidade da água, com o replantio de 3,3 milhões de árvores
• Fase inicial conta com o apoio da Fundação SOS Mata Atlântica
• Recursos vêm da Coca-Cola Brasil, Coca-Cola FEMSA e parceiros, além da venda futura de créditos de carbono
O Instituto Coca-Cola Brasil lançou,uma importante iniciativa de preservação ambiental: o programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras. Ele promoverá a recuperação de bacias hidrográficas através do reflorestamento de matas ciliares. O programa prevê o reflorestamento de 3 mil ha, com investimento R$ 27 milhões até 2011. A fase inicial será realizada na Serra do Japi, Alto Tietê, estado de São Paulo.
De acordo com o presidente da Coca-Cola Brasil, Brian Smith, o programa tangibiliza a visão da empresa, que tem a preservação do meio ambiente entre seus principais pilares de crescimento sustentável. “Água das Florestas demonstra o comprometimento do Sistema Coca-Cola Brasil com o meio ambiente. Com ele queremos fazer a diferença na recuperação de bacias hidrográficas, beneficiando as comunidades em seu entorno”, explica.
O programa foi desenhado seguindo as regras do Protocolo de Kyoto para ser elegível ao mercado de carbono, que contempla a recuperação de áreas de florestas devastadas. Com isto, o Água das Florestas já nasce com uma possibilidade adicional de recursos para a sua sustentabilidade. Para tanto, a implantação do programa foi precedida por fases de estudo, pesquisa e planejamento, incluindo análises físico-químicas da água dos rios, realizadas pela consultoria Plant Inteligência Ambiental. Para desenhar e planejar o programa, a empresa identificou as necessidades da região e a disponibilidade de recursos materiais e técnicos para a sua realização. A Plant também foi contratada pelo Instituto Coca-Cola Brasil para efetuar os plantios e fazer seu acompanhamento, com apoio conjunto de instituições de pesquisa e universidades.
“Através do reflorestamento, o programa busca reverter o impacto negativo do desmatamento das matas ciliares tropicais brasileiras. Além da recuperação das florestas e dos rios, o replantio também terá impactos positivos na biodiversidade da fauna e da flora e nas comunidades da região, através da melhoria da qualidade do clima e da água; e da geração de empregos”, diz o diretor-superintendente do Instituto, Marco Simões.
O programa conta com o patrocínio também da Coca-Cola FEMSA, fabricante autorizado na região de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A maior fábrica de Coca-Cola em capacidade de produção no mundo está sediada no município de Jundiaí, em região próxima à Serra do Japi, e pertence à FEMSA.
O presidente da FEMSA Divisão Mercosul, Ernesto Silva, diz que “é com grande entusiasmo que abraçamos mais esta iniciativa que beneficia a comunidade que servimos. Poder participar deste programa nos orgulha e complementa o trabalho de eficiência no uso da água que já realizamos em nossa fábrica.” A fábrica de Jundiaí é um ícone de excelência para o sistema global da Coca-Cola pela sua preocupação ambiental e baixa utilização de água e energia elétrica, tendo sido a primeira fábrica de bebidas não-alcoólicas em todo o mundo a obter a certificação 14.001 no ano de 1997.
Na fase inicial do Programa, a Fundação SOS Mata Atlântica será a responsável pela mobilização dos proprietários de terra, engajamento social e monitoramento da qualidade da água, que será realizada com a participação de escolas e a conscientização da população local sobre a necessidade da conservação dos rios e das matas. Para tanto, promoverá atividades educativas e convidará estudantes e organizações da sociedade civil das cidades vizinhas a participarem da medição da qualidade da água dos rios no longo prazo, utilizando kits com reagentes químicos e físicos e monitorando os resultados. Esta ação envolverá diretamente pelo menos 800 habitantes da região. Na Coca-Cola Brasil, funcionários darão sua contribuição voluntária plantando no Rio de Janeiro, onde fica a sede do Sistema, mudas nativas da região do programa, que depois serão transportadas para a floresta.
“A sociedade em geral e a população local em particular têm que participar ativamente de um programa de gestão ambiental a fim de garantir o seu desenvolvimento. Essa participação é importante, não só para o sucesso do programa, como também para que os cidadãos percebam os benefícios da floresta no dia-a-dia das pessoas e na qualidade de vida de cada um. As pessoas têm que perceber que a quantidade e a qualidade da água que elas bebem, o ar que respiram e muitas outras questões são, de certa forma, decididas dentro da floresta”, explicou o diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani.
Uso da água no Sistema Coca-Cola Brasil
O programa Água Limpa existe em todas as unidades fabris do Sistema Coca-Cola Brasil para reduzir aos menores índices possíveis a água necessária à produção de cada litro de bebida, e para proteger o meio ambiente, com o tratamento de efluentes. Com ações como o reaproveitamento da água, o monitoramento da sua qualidade e a utilização de estações de tratamento de água e de efluentes, o nível médio de consumo de água pelo Sistema Coca-Cola Brasil está hoje em 2,21 litros para cada litro de bebida, bem abaixo da média das indústrias de bebidas mundial e nacional. Em 10 anos, o Sistema Coca-Cola Brasil reduziu o consumo de água por litro produzido a menos da metade. A Coca-Cola FEMSA apresenta uma média de consumo de 1,51 litro de água por litro de bebida.
Instituto Coca-Cola Brasil
O Instituto Coca-Cola Brasil é o responsável pelos projetos sociais e ambientais de âmbito nacional do Sistema Coca-Cola Brasil. Seu Conselho Consultivo tem a função de assessorar a administração do Instituto, orientar as políticas econômicas, sociais e financeiras e opinar sobre matérias que sejam submetidas pela diretoria da entidade. Deste conselho participam:

André Balbi (Rexam do Brasil)
Brian Smith (Coca-Cola Brasil)
Carlos Lohmann (Rio de Janeiro Refrescos )
César Andrada (Associação dos Fabricantes Brasileiros de Coca-Cola)
Isabel Fillardis (A Força do Bem e Doe seu Lixo)
José Luiz Cutrale (Suco Cítrico Cutrale)
Marco Simões (Coca-Cola Brasil)
Ricardo Mello Renosa (Industria Brasileira de Bebidas)
Ricardo Vontobel (Vonpar Refrescos)
Robert Wilson (Escola Americana e Opportunity Equity Partners)
Roberto Civita (Grupo Abril)
Rodrigo Caracas (Coca-Cola Brasil)
Viviane Senna (Instituto Ayrton Senna)
Walter Susini (Coca-Cola América Latina)
A atuação do Instituto Coca-Cola Brasil dá ênfase a programas nas áreas da educação, meio ambiente e bem-estar. Os principais programas ligados ao Instituto são o Programa de Valorização do Jovem e o Reciclou, Ganhou, além do novo Água das Florestas Tropicais Brasileiras.
Programa de Valorização do Jovem
O Programa de Valorização do Jovem foi implantado em 1999, com o objetivo de reduzir a evasão escolar no ensino público fundamental. Em todo o Brasil, já foram beneficiados mais de 18 mil estudantes. A mecânica do programa prevê que, em cada escola associada ao programa, alunos da 5ª à 7ª séries com grave risco de evasão atuem como monitores de estudo de alunos da 1ª à 4ª séries, igualmente com dificuldades de aprendizado. A evasão escolar média dos participantes do programa é de 1,6%, contra uma média nacional de 7% registrada pelo INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.
Reciclou, Ganhou
Criado pela Coca-Cola Brasil em 1996, o programa “Reciclou, Ganhou” é uma das iniciativas que colaboram para que o Brasil seja recordista na reciclagem de embalagens de alumínio, com um índice de 96%. O programa está presente em 23 estados e já promoveu a coleta e a reciclagem de 180 milhões embalagens pós-consumo. Através de projetos educacionais de conscientização ambiental e parcerias com escolas públicas e privadas, hospitais, entidades filantrópicas, estabelecimentos comerciais, associações de moradores, cooperativas de reciclagem e catadores autônomos, o material reciclável é recolhido e encaminhado para uma nova indústria que surge, a indústria da reciclagem de materiais. O “Reciclou, Ganhou” não só é um programa educacional e ambiental, como também atua na área social, resgatando a dignidade de desempregados e moradores de rua, colaborando para que eles possam ganhar seu sustento de forma honesta e ecológica.
Iniciativas do Sistema Coca-Cola Brasil
O Sistema Coca-Cola Brasil desenvolve diretamente cerca de 142 iniciativas sociais e ambientais em todo o País, com destaque para programas como o dos Restaurantes Comunitários Prato Popular, que está presente em 13 estados e já serviu, a R$ 1 cada, mais de 2,7 milhões de refeições.
Coca-Cola Femsa
Maior engarrafador Coca-Cola na América Latina e Brasil, a Coca-Cola FEMSA opera em São Paulo, Campinas, Santos, Litoral Paulista e Mato Grosso do Sul, emprega mais de seis mil funcionários e atende cerca de 26 milhões de consumidores no país. Com sede no México, a empresa atua ainda na Argentina, Venezuela, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua e Guatemala.
Fundação SOS Mata Atlântica
A Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização não-governamental, sem vínculos partidários ou religiosos e sem fins lucrativos. Criada em 1986, tem como missão defender os remanescentes da Mata Atlântica, valorizar a identidade física e cultural das comunidades humanas que os habitam e conservar os riquíssimos patrimônios natural, histórico e cultural dessas regiões, buscando o seu desenvolvimento sustentado.
Sistema Coca-Cola Brasil
O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola e 17 grupos fabricantes brasileiros, emprega diretamente mais de 33 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 300 mil empregos. Anualmente, adquire R$ 3,5 bilhões em produtos e serviços e recolhe R$ 2,6 bilhões em impostos no País. O Sistema Coca-Cola Brasil investiu mais de R$ 3,5 bilhões no Brasil nos últimos cinco anos. O Sistema Coca-Cola Brasil está presente em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas brasileiro – águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, isotônicos e lácteos, com uma linha que soma 55 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria.
Mais Informações:
Textual Serviços de Comunicação
Assessoria de Imprensa da Coca-Cola Brasil
Rodrigo Mourão – Institucional e Responsabilidade Social
Tel.: (21) 2559-1159 – rmourao@la.ko.com
Fonte:http://www.cocacolabrasil.com.br/release_detalhe.asp?release=98&Categoria=30 (com adaptações)
PARABÉNS COCA-COLA, ESTAMOS NA TORCIDA PARA QUE MILHARES DE OUTRAS EMPRESAS SIGAM O SEU BELO EXEMPLO!

SENHORES EMPRESÁRIOS, SIGAM O EXEMPLO DA COCA-COLA


No dia 22 de março, data em que é comemorado o dia Internacional da Água, organizações de proteção ao meio ambiente e mídia receberam um informativo da assessoria de imprensa da empresa Coca-Cola Brasil com um título curioso: "Coca-Cola Brasil reduz o consumo de água em 5%".
Não que os brasileiros tenham trocado água pelo refrigerante, mas trata-se de uma campanha interna da empresa em diminuir o consumo de água para a fabricação do produto.
Essa queda no consumo da água é derivada do “Programa Água Limpa”, adotado pelo Sistema Coca-Cola Brasil e seus 17 fabricantes. O resultado foi a média de consumo de 2,10 litros de água (incluído o litro dentro da embalagem) para cada litro de bebida produzido em 2007, reduzindo 5% em relação à media de 2006. Há 11 anos, o consumo de água na Coca-Cola Brasil era de 5,4 litros/litro de bebida, descreve o informativo.
Segundo o documento, "os 5% de economia de água da Coca-Cola Brasil são suficientes para abastecer 37,5 mil famílias de quatro pessoas durante um mês, considerando um consumo de 200 litros de água, por pessoa, por dia".
Ainda conforme o release, "a Coca-Cola possui políticas, programas, requisitos e diretrizes voltados para a área de meio ambiente, que compõem o Sistema de Gestão Ambiental da Coca-Cola, chamado também de eKOsystem. Entre esses programas, destaca-se o "Água Limpa", que trata, entre outras coisas, da qualidade da água que é devolvida à rede de esgoto pelos fabricantes e da economia na utilização deste bem cada vez mais escasso no planeta. Mesmo sendo o Brasil o país com as maiores reservas de água potável, possuindo cerca de 12% do total conhecido, não é aceitável o desperdício de um dos mais valiosos bens naturais, absolutamente essencial à vida de quase todos os organismos vivos".
Louvável o interesse da empresa em se preocupar com o meio ambiente, porém o apresentado no informativo não mostra detalhes sobre o tratamento dado aos resíduos da produção além de comentar somente sobre o cenário nacional de uma empresa líder mundial. Espera-se que os mesmo cuidados tenham sido iniciados ou até mesmo avançados globalmente, pois comemoramos o dia Internacional da Água. E para o leitor um alerta: beber água é um hábito muito mais saudável.
Autor: Fernanda Prado Santana
Fonte:http://www.riosvivos.org.br/canal.php?canal=25&mat_id=11777

13 abril 2008

SEMINÁRIO SOBRE CRÉDITO DE CARBONO

Amigos, recebi hoje, este comunicado sobre a 2ª edição do Seminário de Crédito de Carbono - se houver interesse, logo a seguir tem os endereços para contato -SEMINÁRIO - 2ª EDIÇÃO:
CRÉDITO DE CARBONO
ESTRUTURAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS
PARA COMERCIALIZAÇÃO DE CRÉDITOS DE CARBONO
7 de Maio de 2008 - São Paulo
Inscrições e Informações: (11) 3079-9891 / 3078 - 2471 / 3079-8807
O cenário econômico mundial mostra que o mercado de crédito de carbono está em plena expansão, devendo movimentar entre 30 e 40 bilhões de euros no próximo ano. O Brasil, que ocupa segunda posição no ranking de maior produtor de créditos deve representar uma parcela significativa deste mercado, podendo atingir 20% do volume de créditos comercializados.
Dessa forma, é fundamental que as empresas com potencial para o desenvolvimento de projetos de carbono possam analisar as melhores práticas de comercialização, as linhas de financiamentos disponíveis aos projetos de MDL e definir um planejamento eficaz, visando atingir o retorno financeiro desejado e ao mesmo tempo garantir vantagem competitiva em relação aos outros países participantes desse mercado.
Público-alvo
Empresas de : metalurgia, papel e celulose, siderurgia, alimentos, agronegócios, açúcar, combustíveis em geral, saneamento, concessionárias de energia elétrica, grandes consumidores de energia, instituições financeiras, fundos de pensão, órgãos governamentais e associações, Consultorias, certificadores, escritórios de advocacia e demais fornecedores de serviços e soluções para o setor.
Cargos: Presidentes, Vice-presidentes, Diretores e Gerentes: Geral, Meio Ambiente, Qualidade, Comunicação, Jurídico, Relações Internacionais, Projetos, Sustentabilidade, Assuntos Estratégicos, Project Finance, Desenvolvimento Florestal e Mudanças Climáticas, Co-geração, Comercialização, SMS, Contratos e Controladoria.

PROGRAMA
CENÁRIO DO MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO (MDL) MUNDIAL E BRASILEIRO
Módulo I - Avalie o potencial de crescimento da participação brasileira no mercado de carbono a partir do cenário atual dos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo
o Conheça as políticas do governo brasileiro para a aprovação dos projetos de MDL
o Avaliação do potencial e vantagem competitiva do Brasil em relação aos demais países
o Situação atualizada da quantidade e volume dos projetos brasileiros
o Relação oferta x demanda no mercado atual e projeção futura
o Debata as perspectivas do MDL no que se refere aos próximos períodos de compromisso do Protocolo de Quioto
ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS: BIOGÁS
Módulo II- Compartilhe experiências sobre principais as etapas, os benefícios e resultados esperados na estruturação de um projeto de MDL
o Etapas de desenvolvimento do projeto: prospecção, viabilidade, processo administrativo, técnico e verificação
o Setores e Metodologias já aprovadas para projetos de geração de energia
o Benchmarking com outras empresas interessadas neste mercado
ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS: ENERGIAS RENOVÁVEIS (CLEAN ENERGY)
Módulo III - Como tornar o projeto de energia renovável mais atrativo, as principais dificuldades encontradas e o impacto econômico dos créditos nos projetos
o O setor de energia no contexto do aquecimento global
o Desafios do desenvolvimento de projetos de MDL no setor elétrico
o Fator de emissão da linha de base nacional
o Alternativas para o aumento da eficiência energética
NEGOCIAÇÃO D0S CRÉDITOS DE CARBONO NA BOLSA
Módulo IV- Conheça os recentes resultados das negociações de créditos de carbono na Bolsa e as perspectivas para promover o desenvolvimento sustentável nos diversos setores da economia
o Avalie os principais resultados obtidos na implantação do ambiente de negociações de créditos de carbono
o Vantagens da comercialização de créditos na bolsa
o O funcionamento do MBRE (Mercado Brasileiro de Redução de Emissões) na América Latina
o O MBRE e a possibilidade de um mercado global centralizado de CIR (Certified Emission Reductions)
VALIDAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS PROJETOS DE MDL
Módulo V - Como funciona a Validação dos Projetos de MDL para a Certificação na ONU
o As etapas do processo de validação do projeto
o Exigências e normas ISO
o Critérios para o desenvolvimento sustentável dos projetos MDL
o Principais dificuldades das empresas
COMERCIALIZAÇÃO DE PROJETOS DE MDL
Módulo VI - Saiba quais são os mecanismos financeiros para projetos de MDL e seus reflexos na comercialização dos créditos de carbono
o O mercado internacional de carbono (MDL e voluntário)
o Panorama sobre as vantagens e desvantagens dos projetos
o Oportunidades para o desenvolvimento e comercialização de projetos
o Estudo de casos de sucesso

São Paulo - 7 de Maio de 2008
Solicite o Programa Completo pela Central de Atendimento
Consulte condições especiais para grupos!
Inscrições e Informações: 11 3079-9891 3078 - 2471 3079-8807

12 abril 2008

AS MAIORES CATÁSTROFES CLIMÁTICAS DE 2007


As catástrofes em 2007 ligadas ao clima, como inundações, secas, tempestades e ondas de calor, fizeram mais vítimas principalmente na Ásia, de acordo com um relatório publicado nesta sexta-feira por um centro de pesquisas colaborador da ONU.
As inundações, que representaram a grande maioria das catástrofes climáticas, mataram 8.382 pessoas em 2007, ou seja, muito mais que a média dos sete anos precedentes (5.407 mortes), segundo o Centro de Pesquisa sobre Epidemiologia dos Desastres (Cred, na sigla em inglês) da Universidade católica de Louvain (Bélgica).
As catástrofes naturais em geral --climáticas, mas também terremotos, etc-- fizeram no total 16.517 mortes no ano passado, menos que em 2006 (21.342 mortes). O número de pessoas atingidas, em contrapartida, aumentou consideravelmente, sendo quase 200 milhões contra 135 milhões em 2006, de acordo com o estudo anual do Cred.
Sobre este total, a grande maioria (164 milhões) foi vítima de inundações, sendo metade na China durante as cheias dos meses de junho e julho, afirmou a diretora do Cred, Debarati Guha-Sapir. Entre 2000 e 2006, cerca de 95 milhões de pessoas foram atingidas por inundações.
Sem citar os efeitos da mudança climática, Guha-Sapir assinalou que os fenômenos meteorológicos matam cada vez mais: as tempestades provocaram 5.970 mortes no ano passado contra 3.127 em média desde o início da década.
Este aumento de vítimas parece também estar ligado ao crescimento sem planejamento nos grandes países emergentes da Ásia.
"Está diretamente relacionado com as políticas de desenvolvimento ou com a ausência delas", declarou a diretora do centro. No futuro, "a China e a Índia vão certamente sofrer um aumento" das inundações, acrescentou.
No ano passado, as dez catástrofes mais mortíferas estavam ligadas ao clima, exceto uma --o tremor de terra de agosto no Peru (519 mortes).
Bangladesh sofreu as duas catástrofes mais graves, com o ciclone Sidr em novembro (4.234 mortes) e as inundações do verão (1.110 mortes).
A Ásia, portanto, foi de longe a área mais atingida pelas catástrofes. O continente sofreu oito dos dez acontecimentos mais graves, sendo os outros dois no Peru e na Hungria, que foi vítima de uma onda de calor que matou 500 pessoas.
Os Estados Unidos sofreram o maior número de catástrofes naturais (22), na frente da China (20) e da Índia (18).
Fonte: France Presse

Amazônia - Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Juma

O primeiro projeto de REDD do Brasil em floresta nativa - a sigla que identifica redução de emissões por desmatamento e degradação das matas - saiu do forno nesta segunda-feira, em Washington, num acordo assinado entre a rede de hotéis Marriott International e o governo do Estado do Amazonas. Por este acerto, hóspedes dos 3 mil hotéis que a rede opera no mundo poderão neutralizar suas emissões de dióxido de carbono doando uma pequena quantia para que árvores da Amazônia continuem em pé. Não se trata de reflorestamento e nem envolve operações de crédito de carbono, o que dá ineditismo à iniciativa. Por um dólar a mais na diária, por exemplo, os hóspedes poderão neutralizar suas emissões de carbono da estadia - o diferencial da proposta é que ninguém vai plantar árvores para que isso aconteça. A garantia dos doadores é que suas emissões foram compensadas porque se evitou desmatar a Amazônia.
A ponta mais evidente desta complexa engenharia verde que vem sendo desenhada pelo governo do Estado do Amazonas e bancada pela Marriott é uma doação de US$ 2 milhões, durante quatro anos, para proteger e implementar a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Juma. São 590 mil hectares ao sul do Estado, à margem direita do rio Madeira onde vivem 500 pessoas de práticas extrativistas. Ali, a biodiversidade é reconhecidamente rica, com espécies de primatas recém-descobertas.
Os primeiros US$ 500 mil devem ser repassados ao Estado em 180 dias. Os recursos serão aplicados no pagamento do Bolsa-Floresta, no fortalecimento de associações comunitárias, na compra de barcos para transporte escolar, na contratação de professores, na construção de bases de pesquisa, no monitoramento ambiental ou em ações de controle e fiscalização - não faltam planos para tirar uma RDS do papel. Segundo um estudo do Conservation Strategy Fund, o custo para manutenção de um hectare de unidade de conservação na Amazônia é de R$ 6,44. Os recursos da Marriott são, portanto, muito bem-vindos no Estado mais preservado da Amazônia, com 17,4 milhões de hectares de áreas protegidas estaduais - o que equivale a praticamente 70% do território do Estado de São Paulo.
Não se trata, aqui, de apenas mais um projeto de patrocínio para a conservação. O pulo do gato está em testar uma fórmula nova que relacione, na prática, o combate às mudanças climáticas, a preservação da Amazônia, e os viajantes conectados a estas questões, mas que não sabem o que fazer. No final do ano, quando o design desta operação estiver definido, os hóspedes da Marriott compensarão o que emitiram de carbono em sua estadia - num cálculo que levará em conta, principalmente, seu consumo energético - com a reserva de carbono de árvores que estão na reserva do Juma. "Estamos muito empolgados com este projeto", diz Gordon Lambourne, vice presidente de Relações Públicas Globais da Marriott International.
Os cálculos ainda não estão feitos, diz, mas o sistema poderá funcionar da seguinte forma: no check in de um dos 3 mil hotéis que a Marriott opera no mundo, o hóspede será informado que a empresa apóia a preservação de um pedaço da Amazônia e que ele pode contribuir, se quiser. A doação é voluntária e pode ser de um dólar. Feito isso, o cliente fica sabendo que sua estadia será "carbono-neutralizada", um jargão para indicar que o quanto ele tiver emitido em gases de efeito-estufa durante seus dias no hotel, será compensado pela permanência de carbono em árvores amazônicas. A doação dos hóspedes é voluntária e este volume de recursos irá, também, para a RDS do Juma.
E quanto a rede Marriott terá de estoque de carbono amazônico para disponibilizar nas emissões de seus hóspedes? Carlos Rittl, coordenador do centro de mudanças climáticas da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas, esclarece o mecanismo, que tem uma lógica bastante parecida à do fundo de preservação das florestas tropicais que o governo federal tem defendido nas conferências internacionais sobre clima. Segundo o sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a reserva do Juma tem 4.696 hectares desmatados até 2006 - ou 0,8% de sua área total. O problema está no futuro, com a possível pavimentação da BR-319, que liga Porto Velho a Manaus, ao norte, e da BR-230, a Transamazônica, ao sul, além de outras obras de infra-estrutura. Por este quadro, em 2008, a RDS do Juma pode ter 300 hectares de área desmatada e, em 2009, mais 700 hectares.
As previsões nada otimistas estão em um estudo do cartógrafo Britaldo Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais. O trabalho do professor lista o pior cenário possível na região, se a pressão de desmatamento sobre a reserva se confirmar e caso as ações de prevenção e fiscalização não ocorrerem ou não forem bem-sucedidas. "Se conseguirmos evitar o desmatamento, usaremos o padrão de carbono do IPCC", explica Rittl, referindo-se às estimativas do braço científico das Nações Unidas. Por estes cálculos, um hectare de reserva na Amazônia tem 104,5 toneladas de carbono ou 383 toneladas de dióxido de carbono. A partir daí, calcula-se o quanto a RDS do Juma deixou de emitir e o volume é repassado à Marriott. Não há negociação de créditos de carbono na operação, mas a Bolsa de Chicago é referência para o dispositivo. Ali, a tonelada de carbono tem sido negociada a US$ 3,50.
"O desafio da conservação no mundo é descobrir fontes seguras de recursos", diz Rittl. A operação com a Marriott é montada em um tripé. De um lado, o governo do Amazonas; de outro, a rede hoteleira, e ainda a Fundação Amazônia Sustentável, FAS, que gerenciará os serviços e produtos ambientais das 34 unidades de conservação do Estado. O próximo passo é a rede hoteleira fazer seus cálculos - e nisto será ajudada pela ONG Conservation International. O modelo de REDD será submetido à certificação internacional.
Fonte:(11/04/08)http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/brasil/Amazônia+tem+projeto+internacional+para+evitar+desmatamento,08114,,63,4875662.html

11 abril 2008

VAMOS UTILIZAR A ÁGUA DA CHUVA


Utilizando a água da chuva para o consumo doméstico e até mesmo em indústrias, estaremos economizando e evitando o desperdício. Podemos usá-la para molhar plantas (hortaliças, jardins e demais plantações), lavar casa, calçadas e carros. Veja a ótima idéia deste professor de Taubaté(SP):
22 de março de 2007
SP: professor constrói casa que usa água da chuva
Marcelo Pedroso
O professor José Carlos Simões Florençano, 51 anos, colocou em prática as lições transmitidas aos alunos do Departamento de Engenharia Civil da Unitau (Universidade de Taubaté) Construiu uma casa ecológica. A construção possui três caixas que captam a chuva coletada das calhas e despejam a água para limpeza do quintal, irrigação do jardim e lavagem de carros. São três mil litros no total.
O professor, que também é vice-presidente da ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) do Vale do Paraíba, quer mostrar com seu exemplo a viabilidade do sistema, que pode permitir uma economia mensal na conta de água entre 15% e 20%. "Meu projeto é para uma residência do tipo sobrado, um sistema intermediário que aproveita a gravidade. Não há necessidade de bombeamento."
O sistema é simples, fácil e, principalmente, barato. Como resume Florençano, um melhoramento do que já era feito nos castelos medievais. "Os castelos da idade média já tinham essa tecnologia. De certa forma, nós a havíamos perdido e agora tentamos resgatá-la.
Funcinamento:
Entre a chuva e as torneiras, a água é captada por um sistema de calhas e direcionada para uma primeira caixa. A gravidade volta a ajudar com um processo natural de decantação - as partículas sólidas descem para o fundo. A segunda e a terceira caixas d´água servem como reservatórios.
Todas as caixas estão no segundo pavimento, sob o telhado. Dali, uma tubulação exclusiva para a água de chuva percorre as paredes do muro de recuo da divisa da casa e termina em cinco pontos para uso. Todas as torneiras são identificadas pela cor vermelha e pequenas placas com os dizeres "água não potável".
"Proteção: é necessário. É aconselhável descartar a água dos primeiros 10 minutos de chuva para evitar a poeira acumulada no telhado. As caixas devem ser lavadas a cada seis meses, além de ficarem tampadas", disse Florençano.
Cálculos:
Apesar da simplicidade do sistema, Florençano teve que colocar na ponta do lápis sua viabilidade econômica e estrutural. "Calculei que gastaria dois mil litros de água por mês para regar meu jardim de 150 metros quadrados durante dois dias por semana. Mais 400 litros para limpar uma calçada de 40 m a cada dois dias e os outros 600 litros para a lavagem de dois carros duas vezes semanais."
Com sua demanda definida, o professor foi pesquisar nos arquivos do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) a média histórica das chuvas em Taubaté. "Peguei as piores médias, que são em junho, julho e agosto."
Por último, Florençano cruzou os dados com a área do telhado para conseguir o volume de água que podia captar. "Você gasta uns R$ 50 para comprar três caixas d´água. Tubos de PVC, torneiras de jardim, registros, tudo isso somado não chega a R$ 500. E vou ter uma economia de 15% a 20% de água por mês, com manutenção praticamente zero.
"Apoio:
Florençano defende o estímulo governamental ao uso do sistema que, segundo ele, também é viável em residências populares, fábricas, conjuntos habitacionais e prédios."Nossas autoridades poderiam aproveitar o exemplo como incentivo e também usar o mesmo sistema no serviço público. A Prefeitura de São Caetano (SP) lava suas ruas com água da chuva. Em Hamburgo (Alemanha), por exemplo, quem capta água da chuva tem US$ 2.000 de economia nos impostos."
Fonte: Redação Terra