21 abril 2008

OBJETOS CAÍDOS DO ESPAÇO - LIXO ESPACIAL




Objetos caídos em Goiás, Boa Viagem e Austrália.

Alguns objetos caídos, recentemente, do espaço.
(28/03/2008) Um fazendeiro do norte da Austrália afirmou ter encontrado uma grande peça redonda de metal retorcido. Ele diz acreditar ser parte de um foguete usado para lançar satélites de comunicação.
James Stirton encontrou o objeto metálico em novembro passado em sua propriedade, que fica a cerca de 800 quilômetros de Brisbane, capital do Estado de Queensland.

Fragmento metálico do espaço cai perto de operário
Um fragmento muito quente de metal de cerca de 5 kg, possivelmente vindo do espaço, caiu em 04/04/2008, a poucos metros de um operário de uma siderúrgica belga, que saiu ileso, informou a rede privada de televisão VTM.
Devido à alta temperatura que tinha ao cair, o objeto deve ter vindo de uma grande altura e proceder de um satélite ou de um avião, estimam os bombeiros da localidade de Bree, no nordeste da Bélgica, onde fica a siderúrgica.
As autoridades estão analisando o objeto para descobrir se é radioativo.

O objeto não identificado caiu em uma fazenda localizada em Montividiu (GO) neste dia 23/03/2008 e foi rapidamente recolhido por homens do governo durante a noite. Técnicos da Comissão Nacional de Energia Nuclear foram rapidamente deslocados até o local na calada da noite para analisar e recolher o objeto sem maiores esclarecimentos. Ainda não se sabe o que é o objeto mas o INPE declara que provavelmente é lixo espacial (humano ou alienígena?). Verificando a foto não da para entender o que isto pode ser. Moradores assustados não sabem como o objeto apareceu a 150 metros da casa. Ninguém viu nada. Ninguém ouviu nada. Objetos que caem na terra normalmente produzem grandes buracos com o impacto e nenhum buraco foi encontrado. Devido a temperatura a vegetação costuma queimar e como podemos ver as folhas em volta do objeto estão verdes. É muito estranho um objeto deste porte cair do espaço em uma velocidade enorme a 150 metros de uma casa e as pessoas e ninguém ouvir nada.

(31/07/2004)Os moradores da fazenda Cabeça de Vaca, na localidade de Barro Vermelho, em
Boa Viagem, estão preocupados e curiosos para saber a origem de um objeto desconhecido que caiu do céu na fazenda no último sábado, às 21 horas.O presidente do Centro de Pesquisas Ufológicas do Ceará, Reginaldo de Atayde, descarta a possibilidade da peça pertencer a um provável disco voador ou ser sonda ufológica. Segundo ele, trata-se de um tanque de combustível de foguete que, após o lançamento e atingido a órbita, libera sucatas (lixo) no espaço. “Possivelmente deve ser do foguete chinês lançado ao espaço no dia 22dejulho de 2004”, disse o professor.
Reginaldo de Atayde, do Centro de Pesquisas Ufológicas do Ceará, explica que este não é o primeiro objeto de lixo espacial que cai no Estado. “No Centro de Pesquisas Ufológicas nós temos uma lâmina de 2,20 metros por 1,10 metros que caiu em Hidrolândia em 1999”, ressalta o professor. Ele explica que tomou conhecimento que, também nesta semana, caíram objetos na região Norte do Maranhão e nas regiões Norte e Sul do Piauí.

20 abril 2008

A DIFÍCIL E DISPENDIOSA TAREFA DE DESPOLUIR OS RIOS DO PLANETA




Rios Tâmisa, Reno e Tietê
A triste constactação de que os graves problemas da poluição do Rio Tietê, são oriundos da falta de educação, respeito. higiene, cuidados e amor ao planeta - O LIXO ATIRADO NAS RUAS DE SÃO PAULO - na última semana estive em São Paulo e percorrendo a marginal, observei que a Prefeitura tenta embelezar as margens do Rio Tietê, distribuindo floreiras com plantas e flores - mas sobre as suas águas turvas, pude ver, milhares de objetos, boiando - foi terrível!
Penso que o ideal não seria um paisagismo como o que foi implantado, mas o replantio da mata ciliar - Jaguariúna (SP), deu este belo exemplo, replantando a mata ciliar do Rio Jaguary, que corta a cidade, ficou maravilhoso.
Rios Tâmisa, Reno e Tietê
Investimentos e conscientização da população são duas armas importantíssimas para salvar rios poluídos
GRAZIELA SALOMÃO
Rios em todo o mundo foram contaminados e poluídos pelo crescimento desenfreado das cidades e pela industrialização sem bases sustentáveis. Para alguns desses rios, a sobrevivência ainda não estava perdida. Faltava, apenas, investimentos e cuidados extras.
Conheça agora os casos de rios Tâmisa, Reno e Tietê. Os dois primeiros, após incentivos e obras realizadas pelos governos locais, deixaram de ser poluídos. O último passa por um programa de despoluição e ainda não está salvo.
O orgulho dos ingleses:
O rio Tâmisa, na Inglaterra, ficou conhecido como o ‘’Grande Fedor’’ quando, em 1858, as sessões do Parlamento foram suspensas devido ao mau cheiro. A poluição do rio também estava na consciência dos ingleses por causa da morte do príncipe Alberto, marido da rainha Vitória. Alberto morreu de febre tifóide devido à insalubridade das águas do rio.
O Tâmisa deixou de ser considerado potável por volta de 1610. Entretanto, o projeto de despoluição só começou a ser esboçado no século XIX. Além do mau cheiro, as epidemias de cólera das décadas de 1850 a 1860 foram fundamentais para que o governo decidisse construir um sistema de captação de esgotos da cidade. Ao todo, foram quase 150 anos de investimentos na despoluição das águas do rio que corta Londres.
O projeto de limpeza do Tâmisa começou a ser delineado em 1895. Os primeiros resultados do trabalho apareceriam apenas em 1930. No início, os engenheiros criaram um sistema de captação do esgoto da cidade de Londres que despejava os dejetos quilômetros abaixo de onde o rio cortava a região metropolitana. Entretanto, o crescimento da população fez com que a mancha de poluição subisse novamente o rio e o tornasse poluído na região londrina.
Em 1950, o Tâmisa era considerado, outra vez, morto. A nova iniciativa do governo foi a construção das primeiras estações de trabalho de esgoto da cidade. Já na década de 70, os sinais iniciais de que os resultados estavam sendo alcançados apareceram. Prova era o flagrante do reaparecimento do salmão – peixe sensível à poluição e exigente em matéria de água limpa.
Mesmo com os sinais de que a revitalização das águas do Tâmisa é garantida, a Thames Water, empresa de saneamento londrina, mantém um investimento cerrado no tratamento da água e no sistema de esgotos. O rio tornou-se um exemplo de sucesso no programa de despoluição das águas.
O êxito com o Reno:
O rio Reno era um dos mais poluídos da Europa. Ele nasce na Suíça e deságua no Mar do Norte banhando, assim, vários países europeus. Com a alcunha de ‘’cloaca’’ da Europa, o rio tinha suas águas sujas e com mau cheiro.
Seus mais de 1,3 mil quilômetros de extensão recebiam diretamente os dejetos das zonas industriais por onde passava e de empresas químicas de grande porte como a Sandoz, Basf e Ciba.
A preocupação com a poluição do Reno só foi levada a sério quando um grave acidente na multinacional suíça Sandoz, que contaminou o rio com 20 toneladas de um pesticida altamente tóxico, em 1986, chamou a atenção da opinião pública e das autoridades.
Um esforço de mais de 20 anos entre a iniciativa privada e os governos dos países banhados pelo Reno, como Alemanha, Suíça e França, possibilitou a recuperação de suas águas.
Desde 1989, o investimento foi de mais de 15 bilhões de dólares, revertidos na construção de estações de tratamento da água e de monitoramento ao longo do rio.
Atualmente, cerca de 95% dos esgotos das empresas são tratados. Os resultados do programa e da despoluição do Reno são visíveis. Das 64 espécies de peixes que ali habitavam, 63 delas já voltaram.
A marca brasileira:
O rio Tietê, um dos principais símbolos da cidade de São Paulo, está biologicamente morto há décadas. O rio que nasce na Serra do Mar, no município de Salesópolis, volta-se para o interior de São Paulo e percorre 1.150 quilômetros até chegar ao rio Paraná, na divisa com Mato Grosso do Sul. Seu trajeto foi de grande importância como meio de transporte, principalmente com as monções – as expedições que aconteceram após a descoberta de ouro em Mato Grosso no século XVIII. Às margens do rio também se desenvolveria a cultura de café e o início da industrialização na área metropolitana de São Paulo.
No início do século XX ainda era possível ver a utilização do Tietê para o lazer: pescarias e regatas de clubes paulistanos eram realizadas em suas águas. Entretanto, o crescimento e desenvolvimento desenfreado de São Paulo e de cidades ao seu redor, sem bases sustentáveis, foram responsáveis pela poluição do rio. Principalmente a partir de 1930, o Tietê passou a servir de escoamento para o esgoto industrial e urbano da cidade.
Para alguns especialistas, a decisão do então governador de São Paulo, Ademar de Barros, em 1955, foi crucial para a poluição do rio: o sistema de esgotos da cidade foi interligado e os dejetos de toda indústria paulista terminavam no Tietê. O esgoto do rio Pinheiros e Tamanduateí desembocava também no Tietê.
O Programa de Despoluição da Bacia do Alto do Tietê, que engloba a região metropolitana de São Paulo, foi delineado a partir de 1992. É considerado um dos projetos de despoluição mais ambiciosos do mundo devido à dimensão do problema e do prazo curto para os resultados – 20 anos. Avaliado em 2,6 bilhões de dólares, tem financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do governo estadual. Na primeira etapa do projeto (1992-1998) foram gastos 1 bilhão de dólares. A segunda etapa, com previsão de conclusão para 2005, gastará cerca de 400 milhões de dólares.
Alguns resultados do projeto já começaram a aparecer. Nos anos 90, a mancha de poluição se estendia por 250 quilômetros a partir da capital. Hoje, já recuou cerca de 100 quilômetros e, em alguns trechos mais próximos a São Paulo, os peixes reapareceram. No final da segunda fase do projeto, o intuito é que o volume de esgoto tratado na região metropolitana aumente de 62% para 70% do total, enquanto o índice de coleta de esgoto pule de 80% para 84%, beneficiando 1,2 milhão de pessoas.
Entretanto, o tratamento do esgoto não é a solução final para os problemas do rio. Cerca de 35% da poluição é ocasionada pelo lixo jogado nas ruas – entre sacolas plásticas, garrafas e outros tipos de material industrializado -, que chega no Tietê através de seus afluentes. A Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo acredita que, se a situação permanecer até 2015, esse tipo de lixo representará dois terços da poluição do rio. Por isso, além do programa de despoluição do rio, entidades como a Fundação SOS Mata Atlântica auxiliam o projeto com a conscientização da população.
Fonte: Agências internacionais e SOS Mata Atlântica

HOMENAGEM AO MÁRTIR AMBIENTALISTA - PARA REFLEXÃO


Amigos(a), o exemplo deste brasileiro, neste gesto de desespero e coragem para salvar o Pantanal, foi algo que para mim calou profundamente no meu âmago ecologista. Este ambientalista que deu a própria vida para tentar salvar o ecossistema pantaneiro. Este exemplo, há de sempre perdurar entre nós e nos guiar em nossas atitudes ecològicamente corretas. Que sua alma verde possa voar nas asas do Tuiu-iu sobrevoando todo este maravilhosso ecossistema do planeta.

13/11/2005

Morre ambientalista que ateou fogo no corpo durante protesto no MS
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Em SinopMorreu neste domingo em Campo Grande (MS), por volta das 11h30, o ambientalista Francisco Anselmo Gomes de Barros, 65, que no sábado havia ateado fogo no corpo em meio a um protesto contra a instalação de usinas de álcool e açúcar na bacia do rio Paraguai, onde fica o Pantanal.O projeto das usinas foi enviado à Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul em agosto pelo governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. Franselmo, como era conhecido Barros, teve todo o corpo queimado e morreu na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Campo Grande.Ele estendeu dois colchonetes em forma de cruz na calçada, ensopou-os com dois galões de gasolina e ateou fogo por volta das 12h de sábado (12). Teve queimadura em 100% do corpo, segundo informou o hospital. O protesto reunia 150 pessoas no centro da cidade.Ao menos 15 cartas foram deixadas por Franselmo, endereçadas a familiares, a colegas ambientalistas e à imprensa.CartasNa mensagem à imprensa, afirmou: "Um terço dos deputados [da Assembléia é] a favor [do projeto das usinas], um terço contra e um terço sem saber o que é. Já que não temos voto para salvar o Pantanal, vamos dar a vida para salvá-lo".A carta também se refere, como problemas ambientais, ao projeto de transposição do rio São Francisco, tocado "no lugar da revitalização", às queimadas na Amazônia e ao contrabando de sementes de transgênicos na fronteira sul do país.Em outra carta, ele disse: "Foi difícil tomar essa decisão de sã consciência. A minha vida sempre foi um sacerdócio em defesa da natureza. É a nossa casa e o presente maior de Deus. Se ele deu a vida por nós, eu estou dando a minha vida por ele, defendendo o futuro dos nossos filhos. [...] Continuem a luta por mim".A Polícia Civil abriu inquérito para apurar a morte e ficou com os originais das cartas. Douglas Ramos, assessor jurídico da Fuconams (Fundação para Conservação da Natureza de MS), tirou cópias autenticadas.Presidente da Fuconams, Franselmo ainda indicou em uma das cartas, segundo relato de Ramos, o diretor da entidade Jorge Gonda para assumir o cargo em seu lugar."A Fuconams, fundada por Franselmo, foi a primeira ONG ambiental do Estado e a terceira criada no país há 30 anos", disse Ramos. Segundo ele, a primeira luta foi proibir a instalação de usinas no Pantanal. Em 1982, o governo do Estado proibiu.FogoFoi justamente a Gonda que Franselmo, durante o protesto de sábado, entregou a pasta de couro marrom que sempre carregava consigo. Dentro dela estavam as cartas. "Ele pediu ao Gonda para segurá-la e saiu", contou o presidente da Ecoa (Ecologia e Ação), Alessandro Menezes."De repente, no meio de protesto, vimos aquele fogaréu. Não podíamos pensar que era o Franselmo. Sem saber que era ele, eu ajudei a socorrer o homem que era um tocha humana. Pegamos extintores. Uma mulher queria jogar um balde de água, eu não deixei. Cortei a roupa dele, todo distorcido. Aí chegou o Corpo de Bombeiros", relatou Ramos."Em seguida, uma das pessoas apontou que o homem tinha vindo de uma Kombi, e era a de Franselmo", disse Douglas. Alessandro encontrou no carro duas mochilas de onde havia saído os colchonetes. "Havia forte cheiro de gasolina", relatou.Dentro da casa onde morava, Franselmo deixou, segundo Ramos, bilhetes com providências para a família tomar sobre assuntos pessoais como, por exemplo, o que fazer com um pilha de revistas na sala. Além de atuar como ambientalista, era jornalista e dono da revista regional "Executivo".

19 abril 2008

PANTANAL MATOGROSSENSE, PRECISAMOS PRESERVAR ESTA RIQUEZA







Pense numa região maior que a Inglaterra e a Escócia juntas, toda inundada, com 365.000 km2, 3.500 espécies de plantas, 264 tipos de peixes, 652 de aves, 102 mamíferos, 177 de répteis e 40 de anfíbios. Estes são apenas alguns números deste nosso patrimônio natural, de extrema importância para o planeta. Este lugar é o Pantanal Matogrossense. Lendo algumas reportagens sobre o Pantanal, sempre tentei imaginar como seria estar no meio desta imensidão úmida cercada por água, e agora estou aqui, no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense.
Parece que os números e as palavras não foram suficientes para descrever o ecossistema pantaneiro. Só depois de navegar pelos arredores desta enorme planície alagada, você realmente terá a noção de como é grande e surpreendente o Pantanal. O parque foi criado em 1981 e, além de proteger as áreas inundadas, também garante a preservação desta rica e incomparável biodiversidade. O parque também foi declarado, em 2.000, Patrimônio Natural da Humanidade.
Nesta minha visita ao parque, conheci locais que impressionam pela beleza selvagem e que ainda estão intactos. No viveiro dos pássaros, na Baía do Burro, você observa parte do ciclo de vida das aves, envolvendo cobras e jacarés. A Trilha do Caracará, com quase 2 horas de duração, leva ao topo do morro de mesmo nome, com 293 metros de altura, e vai te proporcionar uma vista panorâmica das águas do Pantanal. Vitórias-régias, jacarés, biguás, tuiuiús e outras centenas de aves completam o show de imagens. A Serra do Amolar, isto mesmo, uma morraria em pleno Pantanal, ainda faz pano de fundo para algumas regiões.
O acesso ao parque só é possível por via aérea ou fluvial, por Cuiabá, 100 km de asfalto até Poconé e depois mais 147 km até Porto Jofre, às margens do Rio Cuiabá, mais 4 horas de barco. Por Corumbá, de barco até a sede, são 5 horas, navegando pelo Rio Paraguai. Por via aérea se utiliza a pista de pouso da fazenda Acurizal da Fundação Ecotrópica (com autorização) e depois mais 1 hora de barco até a sede.
Atualmente, a unidade não se encontra aberta à visitação, mas com a implantação do Plano de Manejo, devidamente aprovado, deverá estar aberto assim que a estrutura básica de equipamentos, bem como as concessões e ancoradouros estejam implantados. Esperamos que isto aconteça em breve, assim os visitantes poderão ver de perto um dos lugares mais espetaculares do planeta: o nosso Pantanal!

17 abril 2008

O LIXO ESPACIAL QUE RONDA NOSSAS CABEÇAS


Sempre questionei sobre estes materiais descartados em órbita, para onde vão?
Só sei que tem caído mais coisas do espaço do que chuva!
Vou postar amanhã, matéria sobre objetos que já caíram na terra e onde caíram.
15/04/2008 - Imagens mostram lixo espacial na órbita da Terra;
A Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira imagens do lixo espacial em órbita em volta da Terra.

Imagens divulgadas pela Agência Espacial Européia mostram a quantidade de lixo espacial que orbita a planetaSegundo a agência, entre o primeiro lançamento, em 1957, e janeiro de 2008, cerca de 6 mil satélites já foram enviados para a órbita terrestre. Destes, apenas 800 estariam ativos e 45% estariam localizados a uma distância de até 32 mil quilômetros da superfície terrestre. Além dos satélites desativados, as fotos de satélite mostram resíduos espaciais como fragmentos de aeronaves espaciais que se quebraram, explodiram ou foram abandonados. De acordo com a ESA, aproximadamente 50% dos objetos que podem ser rastreados são derivados de explosões ou colisões na órbita terrestre. O lançamento do Sputnik - o primeiro satélite artificial, lançado em 1957 pelos soviéticos, marcou o início da utilização do espaço para a ciência e a atividade comercial. Durante a Guerra Fria, o espaço se tornou o principal terreno de competição entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética - uma disputa que atingiu seu ápice com a corrida para conquistar a Lua, na década de 60. Por ocasião das Olimpíadas de Tóquio, em 1964 foi lançado o primeiro satélite de televisão para a órbita terrestre, com o objetivo de transmitir os Jogos Olímpicos. Mais tarde, os lançamentos russos diminuíram e outros países inauguraram seus programas espaciais. Uma estimativa da ESA indica que o número de objetos na órbita terrestre cresceu de maneira estável desde o primeiro lançamento. Segundo os dados, cerca de 200 novos objetos são lançados todos os anos. Em 2001, os pesquisadores americanos Donald Kessler e Philip Anz-Meador, que estudam o lixo espacial, afirmaram há uma possibilidade de que, em vinte anos, já não seja mais possível realizar operações em órbitas mais próximas da Terra.

16 abril 2008

A VIDA MARINHA NA CRATERA ONDE FORAM DESENVOLVIDOS TESTES NUCLEARES AMERICANOS




Cientistas marinhos divulgaram nesta terça-feira imagens da presença de vida marinha na cratera Bravo, criada após teste com explosão nuclear feito pelos Estados Unidos no atol de Biquíni, há 54 anos
http://noticias.uol.com.br/ultnot/album/080415_album.jhtm?abrefoto=22