06 maio 2008

ÁGUA - O DESPERDÍCIO NO PLANETA TERRA



Somem 2 bi de litros de água por dia
Redes antigas e ‘gatos’ são os principais motivos do desperdício na Capital e Grande São Paulo

Uma quantidade de água tratada suficiente para abastecer outra São Paulo é desperdiçada diariamente na Capital e Grande São Paulo. Mais de 1,9 bilhão de litros simplesmente desaparecem antes mesmo de chegar à casa do consumidor. O volume é suficiente para abastecer 13 milhões de pessoas, mais do que a população da Cidade, que tem11 milhões de habitantes. O desperdício representa 28,5% dos 6,6 bilhões de litros de água que a Sabesp produz diariamente na região metropolitana de São Paulo. Um índice alto, principalmente se comparado com o de Tóquio, capital do Japão, onde é de 4,7%. As perdas ocorrem principalmente nos bairros de Sapopemba e Guaianases, na Zona Leste; Cidade Ademar e Campo Limpo, na Zona Sul; e Tucuruvi, na Zona Norte. A água tratada se perde ainda na rede de distribuição e, segundo a própria Sabesp, são dois os vilões do prejuízo: o tempo e o furto. O maior volume perdido se dá na rede de distribuição centenária de 45 mil quilômetros e nos ramais, responsáveis por levar a água aos domicílios. É o que os técnicos chamam de perda real.“Mais de 90% dos vazamentos estão nos ramais. Já os tubos da rede têm 100 anos e, por conta da ação do tempo, rompem e provocam vazamentos”, explica o assistente executivo da diretoria metropolitana da Sabesp, Nilton Seuaciuc.A outra razão é o “furto” de água, que inclui os ‘gatos’ feitos por moradores. São as chamadas perdas aparentes, quando o consumo ocorre sem ser medido, o que inclui também erros de medição e fraudes ao longo de toda a rede.Importação“Se pensarmos na situação hídrica, esse desperdício é significativo. São Paulo está em uma região de planalto, na cabeceira de rios, é uma região escassa em água. Com o que é perdido poderíamos encher mais de 1 milhão de caixas de água por dia”, avalia o educador ambiental e técnico da campanha de mananciais, César Pegoraro. Para suprir a demanda é necessário importar água, como no caso do sistema Cantareira, que pega água do Rio Piracicaba, que tem suas cabeceiras em Minas Gerais. Além da Cantareira, a água é retirada dos sistemas Guarapiranga-Billings, Rio Claro, Alto Tietê, Cotia e Ribeirão da Estiva. O assistente executivo da Sabesp reconhece que a gravidade do problema. “A situação é crítica. O crescimento demográfico estima a chegada de 300 mil pessoas por ano na Cidade. Diminuir a perda é a forma mais barata de arrumar água para esse povo”, afirma Seuaciuc. Para minimizar o desperdício, a Sabesp lançou em março de 2007 o Programa de Redução de Perdas cujo objetivo é baixar para 15% até o ano 2010. Outra medida é o conserto dos ramais e da rede de distribuição, que chega, respectivamente, a 100 mil e 30 mil reparos por ano. “Substituir a rede por uma nova sai caro. Um metro de tubulação custa até R$ 400.” A troca, porém, acontece lentamente. Dos 53 mil quilômetros de rede de distribuição, 0,5% é substituído por ano. Para reduzir a quantidade de água tratada jogada fora, a Sabesp informou que também vai a campo pesquisar vazamentos subterrâneos. Para isso há uma técnica que utiliza um equipamento chamado geofone eletrônico “O vazamento tem uma faixa de freqüência peculiar. O material capta e amplifica o som da água para que o técnico identifique o local do problema. O índice de acerto é de 95%”, conta Seuacic. O desperdício de água também se estende aos moradores. “A população tem sua parcela de culpa na medida em que usa a água tratada para fins não nobres, como lavar a calçada, o carro, ficar muito tempo embaixo do banho”, analisa o educador ambiental Pegoraro. Alto consumo: Ele diz que os pequenos vazamentos domésticos resultam em grandes perdas. Para exemplificar, cita uma torneira pingando uma gota a cada 5 segundos. “Com isso são jogados fora 20 l itros por dia.” O consumo de água pela população também é alto. Segundo a ONU, a quantidade ideal para suprir as necessidades humanas é de 150 litros/habitante/dia. Em São Paulo, o índice é quase o dobro do indicado pela organização. “Em Higienópolis ou Vila Nova Conceição, Zona Sul, o consumo por habitante é de 200 litros por dia enquanto bairros periféricos são consumidos 100 litros/dia”, revela Seuacic. NÚMEROS - 13 MILHÕES de pessoas poderiam ser abastecidas com o volume de água desperdiçada diariamente na Grande São Paulo; 100 ANOS têm os tubos da rede de distribuição de água. Por conta da ação do tempo, eles se rompem e causam vazamentos300 MIL novos moradores chegam à Capital todos os anos. Em alguns bairros, há um consumo de até 200 litros por dia. CAMINHO: Logo após o tratamento, a água é armazena em reservatórios de distribuição e depois em reservatórios de bairros, espalhados em regiões estratégicas das cidades Dos reservatórios, a água vai para as tubulações maiores (adutoras) e depois para as redes de distribuição até chegar aos domicílios, onde é armazenada em caixas d’ água. A Sabesp é responsável pela entrega de água até a entrada da casa, onde estão o cavalete e o hidrômetro (o relógio que registra o consumo de água) O dono da casa deve cuidar das instalações internas e da limpeza e conservação do reservatórioPara conservar a água, a Sabesp recomenda que a caixa d'água seja limpa a cada 6 meses e sempre esteja devidamente tapada, para evitar sujeira e contaminação por insetos ou animaisA Sabesp também executa manutenções preventivas nas instalações para evitar problemas emergenciais - por exemplo, troca de equipamentos, limpeza e desinfecção de reservatórios e conserto de vazamentos. Há 53 mil quilômetros de tubulações da Sabesp para distribuição de água. Em alguns trechos podem ocorrer perdas de água, seja por vazamentos ou fraudes. Se o consumidor suspeitar de vazamentos, deve ligar para 156 http://txt3.jt.com.br/editorias/2008/05/04/ger-1.94.4.20080504.38.1.xml -

OS MAIORES ACIDENTES - CICLONES, FURACÕES, TUFÕES, TORNADOS





Fotos: 1 - Delta do Rio Irrawaddy - Mianmar - antes e o depois do Ciclone - Satélite;
2 - Mianmar depois do ciclone;
3 - Tornado - EUA e
4 - Katrina - EUA
Um ciclone que provocou ventos de 193 quilômetros por hora e ondas de 20 metros de altura no Taiti, varreu aldeias inteiras, fazendo até mesmo ilhas desaparecerem. Ocorrido em fevereiro de 1906, o ciclone causou a morte de cerca de 10 mil pessoas.

O pior ciclone de que se tem conhecimento ocorreu em 12 de novembro de 1970 no Paquistão Oriental , quando morreram entre 300 e 500 mil pessoa . Foram registrados ventos de até 240km/h e uma onda de 15 m de altura atingiu a costa do Paquistão Oriental, o delta do ganges e as ilhas do Bhola, Hatia,kukri mukri e manpura.

MAIOR NÚMERO DE MORTOS EM UM TORNADO - Um tornado que atingiu Shaturia , Blagladesh, a 26 de abril de 1989, matou em torno de 1.300 e desabrigou 50 mil pessoas.

MAIORES DANOS MATERIAIS POR UM TORNADO - Uma série de tornado que atingiu os estados de Indiana, Wisconsin, Illinois, Iowa, Michigan e Ohio, nos EUA, em abril de 1985 , matou 271 pessoas , feriu milhares de outras pessoas e causou prejuízos de mais 400 milhões.

MAIOR NÚMEROS DE DESABRIGADOS POR UM TUFÃO - O tufão "Ike", com ventos de 220Km/h, que atingiu as Filipinas a dois de setembro de 1985, matou 1363 pessoas, feriu 300 e deixou 1,12 milhões de desabrigadas.

MAIOR NÚMEROS DE MORTOS EM UM TUFÃO - Cerca de 10 mil pessoas morreram em virtude de um tufão, com ventos de até 161Km/h, que atingiu Hong Kong em 18 de setembro de 1906.

O Furacão Katrina foi um grande furacão, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson (regredindo a 4 antes de chegar a costa sudeste dos Estados Unidos da América). Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de Nova Orleães, em 29 de agosto de 2005 onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de dois bilhões de dólares de prejuízo e causando seis mortes diretas. Foi a 11ª tempestade de 2005 a receber nome, sendo o quarto entre os furacões.
O furacão Katrina causou aproximadamente mil mortes, sendo um dos furacões mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos. O furacão paralisou muito da extração de petróleo e gás natural dos Estados Unidos, uma vez que boa parte do petróleo americano é extraído no Golfo do México.
Estamos tendo a triste oportunidade de ver a devastação provocada em Mianmar, pelo Ciclone Nargis, até o momento (06/05/08 - 2 hs pm), já são 23.000 mortos e 41.000 desaparecidos - O ciclone teve uma velocidade de 190 km/h, provocando ondas gigantes.
Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Furacão_Katrina http://www.bodas.hpg.ig.com.br/Viagens/1/index_hpg.html

05 maio 2008

TORNADOS, FURACÕES E TUFÕES



Um ótimo texto sobre FURACÕES, TORNADOS E TUFÕES.
A origem dos ciclones é ainda um mistério para os cientistas. Ninguém sabe direito como se formam essas monstruosas colunas, que carregam uma energia equivalente a de uma bomba atômica de 20 quilotons. É uma grande massa de ar que executa um movimento giratório muito rápido, mudando muito depressa de lugar na superfície da Terra, igual a Terra que gira ao redor do Sol, sem parar de girar ao redor dele. Quando isso ocorre, o mar pode ser violentamente perturbado. Algumas vezes, na região que gira ,fica com muito pouco ar, e o tornado gira como se fosse uma coluna oca. Então a água situada abaixo é sugada e passa a ocupar o espaço quase vazio que existe dentro da coluna, formando-se assim a tromba marinha ou tornado. O tornado é uma coluna ondulante de nuvens, com diâmetro de menos de 2km, que se desloca a uma velocidade de 30km/h a 60km/h. Ele ocorre com a chegada de frentes frias, em regiões onde o ar está mais quente e instável. Estima-se que a velocidade do vento dentro do funil possa atingir 450km/h ( o cálculo por meio de instrumentos é inviável, porque eles são destruídos pela força da tempestade).
Os tornados são os mais destruidores de todas as perturbações atmosféricas, mas a área afetada por eles é limitada. Os tornados mais intensos costumam acontecer no centro-oeste dos Estados Unidos e na Austrália.Formação de um tornado:
1- Antes do desenvolvimento da tempestade, uma mudança na direção do vento e um aumento da velocidade com a altura criam uma tendência de rotação horizontal na baixa atmosfera. Essa mudança na direção e velocidade do vento é chamada de cisalhamento do vento.
2- Ar ascendente da baixa atmosfera entra na tempestade inclinada e o ar em rotação da posição horizontal muda para a posição vertical.
3- Então há a formação de uma área de rotação com comprimento de 4-6 km, que corresponde a quase toda extensão da tempestade. A maioria das tempestades fortes e violentas são formadas nestas áreas de extensa rotação.
4- A base da nuvem e sua área de rotação são conhecidas como wall cloud. Esta área é geralmente sem chuva.
A palavra tornado veio da palavra espanhola Tornada, que significa tempestade. Um tornado sobre a água é denominado tromba d'água. Tornados geralmente tem um tempo de vida de alguns minutos e raramente duram mais do que uma hora. Tornados são ventos ciclônicos que giram com uma velocidade muito grande em volta de um centro de baixa pressão. São menores que os furacões e seu tempo de vida também. Um tornado pode ter uma largura tanto menor do que 30 metros, quanto maior do que 2,5km. Os menores tornados são denominados mínimos e os maiores de máximos. Um mínimo irá durar não mais do que alguns minutos, deslocar-se um quilômetro e meio e ter ventos com velocidade de 160km/h. Um máximo pode deslocar-se 320km ou mais, durar até 3 horas e ter ventos com velocidade superior a 400km/h. O tornado percorre um caminho muito irregular. Quando o funil toca o solo, ele pode mover-se em linha reta ou descrever um trajeto sinuoso. Ele pode até duplicar-se, pular lugares ou formar vários funis. A maioria dos tornados do Hemisfério Norte deslocam-se do sudoeste para o nordeste e possuem rotação em sentido anti-horário. No Hemisfério Sul, os tornados possuem rotação horária.
Assim como os terremotos possuem a Escala Richter para medir sua intensidade, os tornados possuem a "Fujita-Pearson Tornado Intensity Scale", ou seja uma escala usada pelos meteorologistas para medir a intensidade dos ventos de um tornado. Essa escala foi nomeada em homenagem aos dois homens que a desenvolveram: Dr. Theodore Fujita e Allan Pearson, diretores do Centro de Previsão de Tempo de Kansas City, nos EUA. A Escala Fujita (mais comum denominada assim) está representada na tabela abaixo:
Classificação Velocidade do Vento(km/h)
até 110 LeveF1 111-180
ModeradoF2 181-250
ConsiderávelF3 251-330
SeveroF4 331-420
DevastadorF5 421-510
InacreditávelF6 511-610
O furacão é uma tempestade que se forma nas áreas tropicais, sobre os oceanos, provocando ventos de até 300Km/h. Normalmente, possui entre 450Km e 650Km de diâmetros e a distribuição do vento e das nuvens ao seu redor é igual. Em seu centro, conhecido por "olho da tempestade", em que predominam as baixas pressões, não há chuva, os ventos são brandos e o céu é praticamente limpo. Essa tempestade é chamada de Furacão quando ocorre no oceano Atlântico e de Tufão, quando acontece no pacífico.Os termos furacão e tufão são nomes regionais para intensos ciclones tropicais, sendo este último um termo genérico para um centro de baixa pressão não-frontal de escala sinótica sobre águas tropicais ou subtropicais com convecção organizada(por exemplo, tempestades) e intensa circulação ciclônica à superfície. Ocorrência ciclogênese tropical devido a esses fatores:1. Águas oceânicas quentes(pelo menos 26,5°C) em uma camada suficientemente profunda, cuja profundidade não se sabe ao certo mas deve ser pelo menos da ordem de 50m. Essas águas quentes alimentarão a engrenagem térmica do ciclone tropical.2. Uma atmosfera que se resfrie rapidamente com a altura para que seja potencialmente instável à convecção úmida, sendo essa atividade convectiva responsável pela liberação do calor armazenado nas águas para o interior do ciclone.3. Camadas relativamente úmidas perto da média troposfera (5km). Níveis médios secos não conduzem ao contínuo desenvolvimento de atividade convectiva em uma vasta área.4. Uma distância mínima de pelo menos 500km da linha do Equador. Para ocorrer ciclogênese tropical, há o requisito de uma Força de Coriolis não desprezível para que o centro de baixa do distúrbio seja mantido.5. Um distúrbio pré-existente próximo à superfície com vorticidade e convergência suficientes. Ciclones tropicais não podem desenvolver-se espontaneamente, pois necessitam de um sistema levemente organizado com rotação considerável e influxo nos baixos níveis.6. Valores baixos de cisalhamento vertical de vento entre a superfície e a alta troposfera. Valores altos de cisalhamento desfavorecem ciclones tropicais incipientes e podem prevenir sua origem ou, no caso de um ciclone já formado, pode enfraquecê-lo ou até mesmo destruí-lo dada sua interferência com a organização convectiva em torno do centro do ciclone.
Os ciclones tropicais são regionalmente denominados da seguinte maneira:* furacões - no Oceano Atlântico Norte, Oceano Pacífico Nordeste a leste da linha internacional da data e no Oceano Pacífico Sul a leste da longitude 160°E;* tufões - no Oceano Pacífico Noroeste a oeste da linha internacional da data;* ciclone tropical severo - no Oceano Pacífico Sudoeste a oeste da longitude 160°E e no Oceano Índico Sudeste a leste da longitude 90°E;* tempestade ciclônica severa - no Oceano Índico Norte;* ciclone tropical - no Oceano Índico Sudoeste.Um centro de baixa pressão não-frontal passa por vários estágios até atingir a condição de furacão, sendo classificados de acordo com o vento sustentável de superfície:* máximo até 17 m/s - depressões tropicais;* máximo entre 18 e 32 m/s - tempestade tropical;* máximo acima de 33 m/s - furacões, tufões... DIFERENÇA ENTRE FURACÕES E TORNADOS.
Embora ambos sejam vórtices atmosféricos, eles tem muito pouco em comum. Tornados tem diâmetros de centenas de metros e são produzidos por uma única tempestade convectiva. Por outro lado, ciclones tropicais tem diâmetros da ordem de centenas de quilômetros, sendo comparável a dezenas de tempestades convectivas. Além disso, enquanto tornados requerem um forte cisalhamento vertical do vento para sua formação, ciclones tropicais requerem valores baixos de cisalhamento vertical para se formar e crescer.
Os tornados são fenômenos primariamente continentais, de modo que o aquecimento solar sobre o continente usualmente contribui favoravelmente para o desenvolvimento da tempestade que dá início ao tornado (embora também existam tornados sobre o mar, que são chamados de trombas d'água). Em contraste, ciclones tropicais são fenômenos puramente oceânicos que morrem sobre o continente devido à quebra no suprimento de umidade. Seu ciclo de vida é de alguns dias, enquanto que o ciclo de vida de um tornado é tipicamente alguns minutos.* Um ponto interessante é que quando um ciclone tropical está sobre o continente seus ventos de superfície decaem mais fortemente com a altura promovendo, assim, forte cisalhamento vertical do vento que permite a formação de tornados.
http://www.bodas.hpg.ig.com.br/Viagens/1/index_hpg.html

OPÇÕES ECOLÓGICAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL







Tenho falado muito pouco, ou quase nada, sobre o efeito da construção civil no meio ambiente.

Piso feito de bambu é a nova moda ecologicamente correta
Mais resistente que o conhecido carpete de madeira, o piso não agride a natureza pois o bambu cresce muito mais rápido do que uma árvore
Por Raquel Moraes

A nova tendência em decoração agora é essa: pisos feitos de bambu. Isso mesmo! Esse assoalho está fazendo sucesso não somente por sua beleza, mas, também, por sua qualidade e durabilidade. Por possuir uma estrutura fibrosa, o material é rígido e estável. Sua resistência atinge força superior aos pisos de madeira, como o ipê e a cabreúva.

Para fazer esse tipo de piso, o bambu é cortado, laminado, prensado e tratado. Só depois pode ser carbonizado – para escurecer – ou é mantido na sua cor natural. Para finalizar o processo, ele recebe uma resina protetora em UV (ultravioleta).
Mas a grande diferença está em seu potencial ecológico. O vegetal tem crescimento rápido (cerca de 4 anos), do plantio ao corte, podendo ser reflorestado rapidamente. “Em uma fase que o mundo se volta para a preservação da natureza, o uso do bambu cresce na Europa, e começa a abrir mercado no Brasil”, segundo a consultora comercial da Bamboo Look, Priscila Silva.Quem pensa em aderir à tendência, fique ligado: O preço do metro quadrado ao consumidor varia de R$ 169 á R$ 196,00, dependendo da localidade de instalação. Um pouco mais caro do que o de madeira. “Quando se trata de um produto ecologicamente correto, os seus preços variam, mas, quem está em busca de sustentabilidade e beleza, paga o preço que o mercado disponibiliza”, defende Priscila.
Fonte: http://itodas.uol.com.br/portal/casa_e_comida/morar_bem/tendencias/materia.itd.aspx?cod=3803&canal=273

04 maio 2008

A FÚRIA DO PLANETA EM DESEQUILÍBRIO















Mianmar-ciclone (foto 1)
EUA - tornado (fotos 2 e 3)
Ciclone - RS e SC - Brasil ( foto 4)

04/05/2008
Ondas enormes matam ao menos 8 na Coréia do Sul
SEUL (Reuters) - Pelo menos oito pessoas morreram após terem sido atingidas por grandes ondas que se chocaram contra um porto, neste domingo, na costa oeste da Coréia do Sul, disse um funcionário da Guarda Costeira.
Outras 12 pessoas foram resgatadas depois que as ondas, causadas por tempestades e fortes ventos, atingiram o porto de Boryeong Namdo, no Mar Amarelo, cerca de 185 km ao sudoeste de Seul.
Os feridos foram levados a um hospital, onde cinco estavam internados em estado grave, disse o funcionário.
"Aparentemente, algumas pessoas estavam pescando e outras caminhando pela costa quando o acidente aconteceu", disse Lee Won-il, da equipe da Guarda Costeira.
04/05/2008 -
Passagem de ciclone tropical deixa 243 mortos em Mianmar
Pelo menos 243 pessoas morreram após a passagem de um ciclone tropical por Mianmar, na Ásia, segundo informou a mídia estatal. De acordo com as primeiras informações, a região de Irrawaddy, no litoral do país, foi a mais atingida pelas tempestades. O Governo militar de Mianmar (antiga Birmânia) declarou estado de emergência no sul do país, incluindo Yangun, a antiga capital. Um morador disse à BBC que a cidade está sem eletricidade e que o fornecimento de água foi fortemente prejudicado. Linhas telefônicas foram cortadas, estradas bloqueadas e os preços dos alimentos dobraram.Os fortes ventos, de 190 a 240 km/h, causaram o corte da provisão de eletricidade e telefone em todas os povoados do delta do rio Irrawaddy, segundo informou a televisão estatal birmanesa após retomar a emissão.O estado de emergência em Yangun, Pegu, Irrawaddy e nos estados Mon e Karen, foi declarado pelo general Thira Thura Tin, primeiro-secretário da Junta Militar, que tenta avaliar os danos e, até o momento, não facilitou informação sobre vítimas.Segundo a rádio "Mizzima", as vítimas morreram na antiga capital por causa da queda de árvores ou ao receber algum golpe dos objetos que o vento arrancava dos prédios.Em Yangun, onde residem cerca de 5 milhões de pessoas, vários edifícios pequenos e próximos à universidade caíram parcialmente, e as ruas da cidade estavam hoje quase desertas e podiam ser vistos numerosos danos em quase todas as partes, de acordo com as declarações de diferentes moradores.Os fortes ventos levantaram os telhados de centenas de casas, derrubaram antenas e arrancaram várias árvores das ruas de Yangun. Segundo a televisão estatal, quase a metade dos prédios das cidades e povoados do delta do rio Irrawaddy e do litoral da baía de Bengala, foram danificados ou se desabaram.Pelo menos quatro navios amarrados nos píeres de Yangun, naufragaram por causa das ondas de quase 3,5 metros de altura, disse a imprensa estatal birmanesa.Enquanto em muitos lares geradores eram usados para atenuar a falta de eletricidade, a companhia estatal de energia anunciou por meio da televisão que demorará várias semanas para restabelecer o serviço em Yangun.Um helicóptero militar efetuou de manhã vários vôos sobre o centro de Yangun para, segundo os habitantes, examinar os danos causados pelo ciclone de categoria 3, que atingiu o sul do país por volta do meio-dia de sábado, indo em direção à vizinha Tailândia.Em Bangcoc, a capital tailandesa, a representação regional das Nações Unidas disse que os chefes de suas agências humanitárias terão na próxima segunda-feira uma reunião em Yangun com a Cruz Vermelha Internacional com a finalidade de examinar a situação em Mianmar após a passagem do ciclone e preparar um plano de ajuda.O estado de emergência foi declarado uma semana antes da realização, no dia 10 de maio, de um plebiscito para aprovar o texto constitucional redigido pelo regime militar sem contar com o apoio da oposição democrática.As autoridades, que controlam todos os meios de comunicação do país, não disseram se a catástrofe afetará a realização do plebiscito nas regiões atingidas.Na Tailândia, antes de o ciclone tropical atingir o território, o Governo declarou estado de alerta em 16 províncias do norte e do oeste do país nas quais são previstas inundações e deslizamentos de terra.O departamento tailandês para a Prevenção e Combate de Desastres indicou que "até o próximo dia 5 de maio acontecerão intensas chuvas nas províncias do norte e do centro da Tailândia", incluindo as turísticas Chiang Mai, Chiang Rai, e Mae Hong San.
one extratropical castiga a divisa entre SC e RS.

Duas pessoas morreram na área metropolitana de Porto Alegre; chuva causa transbordamento de rios
(Ricardo Valota, do estadão.com.br)
SÃO PAULO - Segundo a Defesa Civil Estadual de Santa Catarina, o ciclone extratropical que, desde a última sexta-feira atinge a região sul do país, nesta madrugada de domingo, 4, está concentrado entre o norte gaúcho e o sul catarinense. Duas pessoas morreram no Rio Grande do Sul. Pelo menos 25 mil pessoas estão desabrigadas por causa do fenômeno.
28/04/2008
Casas e automóveis destruídos
Tornados provocam 200 feridos nos EUA - Três tornados que atingiram, segunda-feira, o centro e sudeste do Estado norte-americano de Virgínia destruíram casas e automóveis, provocando mais de duas centenas de feridos.
O Serviço Nacional de Meteorologia confirmou que os tornados atingiram os condados de Suffolk, Colonial Heights e Brunswick, onde foi declarado o estado de emergência.

Fontes: UOL notícias(Reportagem de Lee Jin-joo) , Folha Online e http://www.estadao.com.br/

03 maio 2008

O PLANETA TERRA - UM ENORME QUEIJO SUIÇO


Há muito tempo que queria postar uma nota sobre as violências que o nosso amado Planeta Terra sofre diàriamente. São, desmatamentos, queimadas, escavações de toda ordem (minas de ouro, carvão e outros minérios) - granitos, pedras preciosas e semi-preciosas, e, ainda mais as perfurações dos poços de petróleo.

Segundo pesquisas realizadas, apurei que são mais de 1200 jazidas e mais de 140 mil poços de petróleo.

WASHINGTON, 7 Fev 2008 (AFP) - O grupo petroleiro americano ExxonMobil anunciou nesta quinta-feira que perfurou o poço de petróleo mais profundo do mundo, com 11.680 metros de profundidade, na jazida russa de Sakhalin-1 (leste), segundo comunicado divulgado pelo grupo.Segundo a empresa, o poço supera em 398 metros o recorde anterior, também da ExxonMobil, estabelecido em 2007 no mesmo local.Batizado de Z-12, o poço foi perfurado com a ajuda da torre mais potente do mundo, informou o grupo.


Existem também, os inúmeros poços artesianos...é por isto é que digo sempre, o nosso planeta está todo perfurado, além de maltratado.

PRECISAMOS REVERTER ESTE QUADRO, MEUS AMIGOS, O PLANETA É NOSSO E A RESPONSABILIDADE POR ELE É NOSSA TAMBÉM!

VAMOS REFLETIR, VAMOS PENSAR SOBRE ISTO, VAMOS AGIR!

FAÇAMOS A NOSSA PARTE E COBREMOS DE NOSSOS GESTORES LEIS QUE PRESERVEM O NOSSO ECOSSISTEMA.

NOVAS DESCOBERTAS - FAUNA E FLORA




Canguru-arbóreo-do-manto-dourado (1)
Honeyeater (papa mel) (2)
Equidna de bico longo (3)
Rododendro waynetakeuch (4)
Paisagem das montanhas de Foja (5)

Fiquei encantada e muito feliz com esta matéria e suas fotos...amigos, deleitem!
Uma expedição de um mês, realizada em Dezembro, contou com 25 cientistas dos Estados Unidos (onde a ONG esta sediada), da Indonésia e da Austrália. Estes cientistas fizeram um levantamento rápido da biodiversidade das montanhas Foja, uma área de floresta tropical primária com 1 milhão de hectares na ilha da Nova Guiné, na província indonésia de Irian Jaya, onde se localiza uma das florestas virgens asiáticas mais isoladas e inacessíveis.

A área só pôde ser alcançada por helicóptero. Tem cerca de 300 mil hectares e chega a 2.200 metros acima do nível do mar. Segundo os cientistas, habitantes da região não a colonizaram, preferindo viver ao nível do mar. Outros 750 mil hectares ainda estão por ser inteiramente explorados. Uma expedição havia sido feita há 25 anos atrás, mas não tão completa quanto a do ano passado.
Na brumosa floresta daquela região do planeta existe uma verdadeira colecção de novos mamíferos, borboletas, anfíbios, aves e plantas que já podem agora juntar-se ao catálogo das espécies conhecidas. É a descoberta surpreendente de uma espécie de mundo perdido, que evoca, pela dimensão da novidade, os achados dos exploradores europeus do final do século XIX, e princípio do século XX, no continente africano. E que lembra também o mito dos mundos perdidos que o dinâmico mundo do cinema tem regularmente utilizado como filão.“É o mais próximo do Jardim do Éden que alguma vez encontraremos sobre a Terra…” - disse entusiasmado à imprensa internacional Bruce Beehler, vice-presidente do Centro para Conservação da Biodiversidade da Melanésia, que pertence à ONG, e um dos líderes desta expedição científica.Promovida por aquela organização internacional e pelo Instituto Indonésio para a Ciência, e financiada por várias entidades científicas, incluindo a National Geographic Society, a expedição parece ter sido bafejada pela sorte - ou pelos deuses. Em apenas um mês, a equipa, que incluiu investigadores indonésios, australianos e dos Estados Unidos, descobriu 20 espécies novas de anfíbio (incluindo uma rãzinha de menos de 14 milímetros de comprimento), quatro novas borboletas e dezenas de plantas nunca vistas (incluindo cinco árvores com folha de palma e rododendros cujas flores batem recordes mundiais em tamanho). E não é tudo, há ainda as aves e mamíferos que haviam sido caçados até quase extinção em outras partes do planeta e que ali se encontram em abundância.

"A primeira ave que vimos no nosso acampamento era de uma nova espécie e logo no dia a seguir vimos uma outra, uma ave do paraíso, de uma espécie descrita pela primeira vez no final do século XIX, mas que nunca mais tinha sido avistada", contou Beehler à BBC News online. Descrita a partir de espécimes capturados por caçadores indígenas numa zona nunca especificada da Nova Guiné, esta ave estava de certa maneira envolta num mistério. Sucessivas expedições para encontrá-la nunca obtiveram qualquer êxito e, na verdade, desconhecia-se de onde era exactamente originário. Esta ave corresponde à espécie Parotia berlepschi, a qual havia sido descrita por caçadores no séc. XIX e julgava-se extinta. "Redescobrir esta ave que estava perdida foi para mim uma coisa extraordinária", confessou Beehler à BBC News online.
Ao segundo dia desta expedição, a equipa observou com surpresa um macho daquela espécie fazer uma dança de acasalamento para a fêmea que andava por perto"É um paraíso de biodiversidade", resumiu o investigador. Alguns dos animais encontrados não manifestaram medo ao contactarem pela primeira vez com seres humanos. O caso, por exemplo, de dois equidnas de bico longo (mamíferos que põem ovos), que se deixaram levar facilmente para o acampamento dos cientistas, para serem estudados.
Outra das aves descobertas é um honeyeater (papa mel), pelo facto de se alimentar de mel, tem marcas amarelas na cabeça, junto aos olhos.
Se se confirmar que é uma nova espécie, será a descoberta de um novo pássaro em 60 anos naquela ilha, já que a última tinha sido ali identificada em 1939. Assim sendo, Beehler pretende baptizá-la com o nome da mulher, como explicou ao New York Times.Uma das descobertas mais notáveis foi a presença do canguru-arbóreo-do-manto-dourado, um animal até então desconhecido na Indonésia e que se julgava ter sido caçado até quase a extinção.

Os seus achados, no entanto, ainda precisam ser publicados num periódico científico e passar pelo crivo de outros zoólogos antes de serem efectivamente considerados novas espécies. Esse processo pode levar de seis meses a anos. Os cientistas acreditam que descobertas semelhantes possam vir a acontecer na África e na América do Sul.Não parece haver nenhuma ameaça imediata à área, que tem status de santuário da vida selvagem, afirmou ele. "O governo não libera permissões de exploração madeireira na área, não há sistema de transportes nem uma única estrada", disse Beehler. Mas, claramente, com o tempo tudo isso pode ficar ameaçado. Nas próximas décadas haverá demandas de todo tipo, principalmente se você pensar nas necessidades de madeira de países próximos, como a China e o Japão."O que foi surpreendente foi a falta de alerta de todos os animais." disse Beehler. Na natureza selvagem, todas as espécies tendem a ser tímidas diante de humanos, mas isso é um comportamento aprendido porque encontraram humanos. "Em Foja, elas não parecerem se importar com nossa presença." disse o cientista. Este é um lugar sem estradas ou trilhas e nunca, até onde sabemos, foi visitado pelo homem. Isto prova que ainda existem lugares a serem descobertos, onde o homem não tocou.Para além de tudo o que conhecemos existe ainda um imenso mundo que desconhecemos. Talvez o paraíso esteja bem perto de nós... tão perto, que a cada dia todos nós (uns mais do que outros!!) o destruímos mais um pouco!
NOTA: Todas as fotos aqui apresentadas estão disponibilizadas em: http://news.bbc.co.uk/cbbcnews/hi/pictures/default.stm