28 maio 2008

OS ANIMAIS E O PODER DE PREVER CATÁSTROFES NATURAIS




26/05/2008 - Os animais têm a chave para prever terremotos, segundo sobreviventes

ANGSHAN, China, 26 Mai 2008 (AFP) - Na opinião de sobreviventes do violento terremoto de Tangshan ocorrido em 1976, perto de Pequim, poderiam ter sido evitadas as mortes no tremor que abalou a província chinesa de Sichuan no dia 12 de maio passado, se as pessoas tivessem prestado mais ateção ao estranho comportamento dos animais.O terremoto que estremeceu há mais de 30 anos o norte da China havia reunido vários sinais premonitórios, asseguram hoje em dia os que sobreviveram à catástrofe.Os cães ladraram selvagemente durante horas antes de o sismo golpear a região às 03H42 da madrugada, recorda Fu Wenran, que perdeu a esposa junto com outras 240.000 pessoas no dia 28 de julho de 1976.Os ratos e as serpentes se agitaram, saindo de suas tocas, como se estivessem enlouquecidos. Os cavalos e as vacas davam coices contra as paredes dos estábulos."Os animais tentavam nos dizer alguma coisa. Se tivéssimos sabido, não teria morrido tanta gente", lamenta Fu.Para ele, assim como para muitos sobreviventes do sismo de Tangshan, seria também preciso ter sabido "ouvir" os animais antes do tremor de Sichuan, no sudoeste do país, que deixou pelo menos 86.000 mortos e desaparecidos.Vários dias antes, centenas de milhares de sapos deixaram a cidade de Mianyang, perto do epicentro. Hoje, muitos vêem neste êxodo um sinal premonitório, como se reflete nos blogs da internet.Embora seja difícil vincular com certeza ambos os fenômenos, os cientistas admitem que os animais, sensíveis a ondas sonoras, possam pressentir a iminência deste tipo de catástrofe."Há estímulos físicos e químicos que emanam da terra antes de um terremoto e provavelmente são sentidos pelos animais", explica George Pararas-Carayannis, químico e oceanógrafo, presidente da Tsunami Society, com sede em Honolulu."Ao final de tudo, o estudo do comportamento dos animais poderia servir para desenvolver melhores instrumentos de detecção para previsões a curto prazo", estima.Os cientistas podem detectar sinais que elevam as possibilidades de que um terremoto ocorra, como as pressões sísmicas, as inclinações do solo ou as modificações dos campos magnéticos. Mas, até agora, estas técnicas não permitiram prever com exatidão um fenômeno destas características.Nos anos 60, uma equipe de especialistas chegou à China para efetuar um estudo sobre a possível relação entre os comportamentos animais e os tremores. Em 1975, foi constatado, com incrível precisão, um tremor de magnitude 7,3 em Liaoning, uma província no noreste da China.Mas a bibliografia sobre o assunto ainda é insuficiente para confiar totalmente na atitude dos animais, como prevenção, estima Huang Zhujian, o então dirigente dessa equipe."Sabemos que os animais podem sentir a chegada de um sismo, mas isto só pode ser um indício suplementar. Continuamos dependendo, principalmente, dos metódos geológicos", apesar de sua incapacidade de poder detectar esses fenômenos com antecedência, admite.


27 maio 2008

PNEUS - O QUE FAZER COM ESTE PRODUTO USADO PARA NÃO PREJUDICAR O PLANETA


Amigo(as), esta questão é bastante séria, como sérias devem ser todas as nossas atitudes para a preservação da terra.

Pneus abandonados no meio ambiente levam 600 anos para se decompor – perdem apenas para o alumínio, que tem vida útil indeterminada; para as garrafas de vidro, que podem durar 4.000 anos; e para as linhas de nylon, que podem durar 650 anos.

Os pneus foram inventados em 1845, depois que o norte-americano Charles Goodyear descobriu casualmente o processo de vulcanização da borracha, quando deixou cair borracha e enxofre no fogão.
Tornaram-se então substitutos das rodas de madeira e ferro, usadas em carroças e carruagens. A borracha além de ser mais resistente e durável, absorve melhor o impacto das rodas com o solo, o que tornou o transporte mais confortável e funcional.
A maior parte dos pneus hoje é feita de 10% de borracha natural (látex), 30% de petróleo (borracha sintética) e 60% de aço e tecidos (tipo lona), que servem para fortalecer ainda mais a estrutura.
Produção X descarte
Um estudo feito pela Universidade de Vrije, na Holanda, descobriu que todos os dias são fabricados cerca de 2 milhões de novos pneus no mundo. Isto significa uma produção anual de 730 milhões de pneus (janeiro/1999). Ao mesmo tempo, hoje são transformados em sucata 800 milhões de unidades por ano.
No Brasil, em 1993, 0,5% do lixo urbano brasileiro eram de pneus velhos e fora de uso. Hoje são descartados no país cerca de 17 milhões de pneus por ano.
Reciclagem e reaproveitamento
Para recuperação e regeneração é necessária a separação da borracha vulcanizada de outros componentes (como metais e tecidos, por exemplo). Os pneus são cortados em lascas e purificados por um sistema de peneiras. As lascas são moídas e depois submetidas à digestão em vapor d’água e produtos químicos, como álcalis e óleos minerais, para desvulcanizá-las. O produto obtido pode ser então refinado em moinhos até a obtenção de uma manta uniforme ou extrudado para obtenção de grânulos de borracha.
A borracha regenerada apresenta duas diferenças básicas do composto original: possui características físicas inferiores, pois nenhum processo consegue desvulcanizar a borracha totalmente, e tem uma composição indefinida, já que é uma mistura dos componentes presentes. No entanto, este material tem várias utilidades: cobrir áreas de lazer e quadras de esporte, fabricar tapetes para automóveis; passadeiras; saltos e solados de sapatos; colas e adesivos; câmaras de ar; rodos domésticos; tiras para indústrias de estofados; buchas para eixos de caminhões e ônibus, entre outros.
Aspectos interessantes
O Brasil se encontra em 2º lugar no ranking mundial de recauchutagem de pneus.
Um pneu de avião a jato pode ser recauchutado até 30 vezes.
A reciclagem e reaproveitamento dos pneus no Brasil corresponde a cerca de 30 mil toneladas (Cempre, 1999).
Outras formas de reciclagem e reaproveitamento dos pneus
Proteção de construções à beira mar – nos diques e cais; barragens e contenção de encostas, onde são geralmente colocados inteiros;
Recauchutagem – são adicionadas novas camadas de borracha nos pneus "carecas" ou sem friso. A recauchutagem aumenta a vida útil do pneu em 40% e economiza 80% de energia e matéria-prima em relação à produção de pneus novos.
Reaproveitamento energético (fornos de cimento e usinas termoelétricas) - cada quilograma de pneu libera entre 8,3 a 8,5 kilowatts por hora de energia. Esta energia é até 30% maior do que a contida em 1 quilo de madeira ou carvão. As indústrias de papel e celulose e as fábricas de cal também são grandes usuárias de pneus em caldeiras, usando a carcaça inteira e aproveitando alguns óxidos contidos nos metais dos pneus radiais.
Importante:A queima de pneus para aquecer caldeiras é regulamentada por lei. Ela determina que a fumaça emanada (contendo dióxido de enxofre, por exemplo) se enquadre no padrão I da escala de Reingelmann para a totalidade de fumaças.
Estudos, pesquisas e novas tecnologias
A RELASTOMER Tecnologia e Participações S.A. desenvolveu um processo cuja característica básica é a recuperação de borrachas vulcanizadas a baixa temperatura (máximo 80ºC), a execução deste processamento na fase líquida e a utilização de catalisador heterogêneo. O produto regenerado apresenta alta homogeneidade, mantendo 75% das características físicas da composição original.
Um subprojeto interdisiciplinar envolvendo pesquisadores das faculdades de Engenharia Civil e Mecânica da Unicamp propõe uma solução de gerenciamento de pneus descartados. A proposta dos professores Carlos Alberto Mariotoni, Caio Glauco Sanchéz e E. Goulart consiste na construção de um reator de leito fluidizado que processa fragmentos de pneus usados, para a obtenção de subprodutos através de sua gaseificação.
O Departamento de Engenharia Civil da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) é pioneiro no desenvolvimento de pesquisa relacionada à reutilização de pneus usados em obras de engenharia no Brasil. A PUC-RJ, com apoio da International Development Research Centre (IDRC) e da Geo-Rio e com a participação da Universidade de Ottawa, vem desenvolvendo experimentos de construção de muros de arrimo com pneus e ensaios relativos ao reforço de solos com pneus usados, o que introduz uma resistência e rigidez adicionais aos aterros.
Formas inadequadas de exposição de pneus e suas consequências para o meio ambiente
- Jogados em terrenos baldios, acumulam, por causa de seu formato, água da chuva no seu interior, servindo de local onde os mosquitos transmissores de doenças, como a dengue e a febre amarela, colocam seus ovos;
- Colocados em lixões, misturam-se com o resto do lixo, absorvendo os gases liberados pela decomposição, inchando e estourando acabam sendo separados e abandonados em grandes pilhas em locais abertos, junto a esses lixões, e
- Queimados, podem causar incêndios, pois cada pneu é capaz de ficar em combustão por mais de um mês, liberando mais de dez litros de óleo no solo, contaminando a água do subsolo e aumentando a poluição do ar. Saiba então que isto é proibido pela legislação ambiental !


O que pode e deve ser feito?


- Manter os pneus em lugar abrigado ou cobri-los para evitar que a água entre e se acumule;
- Antes de jogar pneus num aterro, furar as carcaças para deixar escorrer a água ou cortá-las em muitos pedaços, para diminuir seu volume;
- RECICLAR, porque: 1 - economiza energia - para cada meio quilo de borracha feita de materiais reciclados, são economizados cerca de 75% a 80% da energia necessária para produzir a mesma quantidade de borracha virgem (nova);

2 -economiza petróleo - (uma das fontes de matéria-prima);

- REDUZIR o consumo dos pneus, mantendo-os adequadamente cheios e alinhados, fazendo rodízio e balanceamento a cada dez mil quilômetros, e - procurar usar pneus com tiras de aço, que têm uma durabilidade 90% maior do que o normal.
Fontes:http://www.recicloteca.org.br/Default.asp?Editoria=5&SubEditoria=19

http://www.94fm.com.br/node/10719
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/pautas/ju142-4.html) - maio/ 1999;
RELASTOMER (21) 590-9148;
Warmer Bulletin n. 64 – jan/1999 pág. 4-5;
Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado, Cempre/IPT –1995;
Pneus (Ficha Técnica nº 8), Cempre;
Informativo Inst. Ecol. Aqualung, jan/fev de 1999.
Com adaptações...

AS SACOLAS ECOLÓGICAS "MAIS VOCÊ" DE ANA MARIA BRAGA


A fundação FUNVERDE dá uns puxões de orelhas nos "sugismundos" do Planeta, veja a seguir:


Programa mais você ambiental - Novembro 30, 2007
Assistam aos vídeos, sobre como o ser humano é porco, cospe no prato que come, o único planeta que temos para morar.
Quando terminarem de destruir este planeta com sua imundície, onde estes porcos pensam que irão morar?
Acordem seus animais, estamos presos aqui, nessa minúscula bolinha azul - nem tão mais azul com todo o CO2 que jogamos na atmosfera - na imensidão do espaço.
Nenhum ser iluminado, nenhum extraterrestre virá nos socorrer, nos arrebatar para outro planeta despoluído, nós mesmos temos que limpar nossa sujeira, arrumar o que arruinamos, o paraíso que era este planeta antes da era industrial.
Porque jogar sofá, fogão, vaso sanitário, cama, colchão o diabo a quatro nos rios é suicídio e olhe que nós nestes anos todos de limpeza de rios estamos acostumados com a sujeira da população, acostumados mas revoltados.
Já tiramos de rios, pneus de carro, de caminhão de bicicleta, fogão, sofá, pia, vaso sanitário, sapato, roupa, enfim, tudo o que possa imaginar, sem contar as malditas sacolinhas de mercado - motivo pelo qual criamos os dois projetos, sacolas ecológicas oxi-biodegradáveis e sacolas retornáveis, para melhorar a gestão de resíduos no país.
Nestes projetos estão contidos vários outros subprojetos, como ecocaixa, ecoponto, volta das embalagens retornáveis, calçada limpa … é só ver na página da FUNVERDE os vários projetos para reverter essa lambança que a humanidade fez.
O que gostamos foi que a Ana Maria Braga tem um público extremamente poluidor, que é a dona de casa, seja da classe A, dos condomínios, até a classe D e E, das favelas e dos morros e o que ela fala a dona de casa assimila.
Se bem que quem nos falou sobre a matéria foi um amigo nosso, do sexo masculino, que assistiu o programa, então não é só a dona de casa que é influenciada pelo programa, mas também os machos de plantão, aqueles que tomam cerveja em long neck e alumínio, descartáveis e que deveriam voltar à cerveja de vidro retornável.
Quando criamos o projeto ecocaixa - multiplicadores de boas práticas ambientais, foi porque percebemos que as crianças estão recebendo educação ambiental nas escolas, mas os adultos nunca receberem educação ambiental e como o planeta não tem tempo de deixar essas gerações de poluidores sumirem da face da terra, transformamos os caixas e empacotadores da nossa cidade em multiplicadores ambientais em que esses profissionais durante a passagem das compras pelo caixa ensinam a dona e o dono de casa noções de como gerir os resíduos de suas residências.
No próximo ano expandiremos os projetos de gestão ambiental para todo o país, a exemplo do que estamos fazendo com os projetos de sacolas ecológicas e retornáveis, em que estamos conseguindo que a legislação seja mudada em cidades e estados para acabar com a praga das sacolas de compra de plástico convencional.
Chega de falar e vamos assistir as matérias.
Caçador de lixo no Recife

Ouça a Ana Maria Braga utilizando dados da FUNVERDE sobre o consumo de sacolas plásticas no país.
Sacola mais você

A IMPORTÂNCIA DO BESOURO ROLA-BOSTA PARA O ECOSSISTEMA



Dichotomius Anaglypticus: por que preservá-lo?


Por Leandro Cardoso Ribeiro de Oliveira - Graduando do Curso Engenharia Ambiental da Universidade FUMEC, 2005.


Este texto mostra uma das muitas e constantes irracionalidades do Homem, que vem contribuindo para abalar e destruir cada vez mais o seu meio, sua casa. Será que ele está cavando a sua própria sepultura? E ou, será que pelo ao menos ele está ciente disto?
Porém este artigo não busca apenas discutir a capacidade racional do Homem; busca, como outros, alertar a população de mais um impacto contra o meio ambiente, envolvendo o besouro Dichotomius Anaglypticus, ou popularmente conhecido como "Rola-Bosta". Esta espécie está sendo constantemente afetada, devido ao uso indiscriminado de endectoxidas, e, segundo listas elaboradas por algumas ONGs, como a Fundação Biodiversitas, Sociedade Brasileira de Zoologia, Instituto Terra Brasilis, este inseto se encontra na categoria "criticamente em perigo".
Por que esse besouro é tão importante? O que ele faz? Em que ele contribui para o meio ambiente? Essas são perguntas que muitos não fazem idéia da resposta.
O "Rola-Bosta" tem grande importância, como: é extremamente importante para o solo, pois evita a perda de nitrogênio, aduba o solo, diminui a liberação de amônia, aumenta a aeração do solo. Isso se deve ao seu ciclo de vida, através do qual ele cava galerias e deposita nelas as fezes dos mamíferos, principalmente dos bovinos; contribui com os pecuaristas, pois é o principal agente controlador da "Mosca-de-chifre" e de outros ectoparasitas, através do enterro das fezes frescas, as quais impedem a eclosão dos ovos; quebra as fases de desenvolvimento dos parasitas gastrointestinais nos bovinos, auxiliando no controle das verminoses; contribui na limpeza das pastagens, evitando, assim, o sub-aproveitamento das pastagens porque, como se sabe, os bois não se alimentam em áreas que defecam.
Através desta reflexão das utilidades do besouro, podemos, assim, dizer que realmente ele tem grande importância junto ao meio onde vive. Então facilmente concluímos que este é um animal que tem e deverá ser protegido e preservado.
Infelizmente isto não é o que se vê, eles estão sendo dizimados devido a seres ignorantes que buscam apenas o seu bem próprio, e nunca buscam na natureza uma melhor e até mais eficaz solução para seus males.
􀀉 Graduando do Curso Engenharia Ambiental da Universidade FUMEC, 2005.
É por isso que estamos vivendo em mundo cheio de catástrofes, extinções, em que indivíduos egoístas impensáveis são os principais responsáveis, contribuindo para o fim do meio ambiente, e, conseqüentemente a uma perda significativa da população de BESOUROS "ROLA-BOSTA".

26 maio 2008

O PRETEXTO PARA DESMATAR AINDA CONTINUA SENDO A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, ATÉ QUANDO?





08 de abril, 2008 - Brasil e Indonésia lideram ranking de desmatamento

Bruno GarcezDa BBC Brasil em Washington

Brasil teria desmatado 31 mil km quadrados de sua área florestal
O relatório Global Monitoring Report, realizado pelo Banco Mundial (Bird) e divulgado nesta terça-feira, afirma que a maior parte do desmatamento mundial vem se dando no Brasil e na Indonésia.
Um ranking publicado no relatório afirma que, entre 2000 e 2005, o Brasil teria desmatado um total de 31 mil quilômetros quadrados de sua área florestal, seguido pela Indonésia, que desmatou 18,7 mil quilômetros quadrados, e o Sudão, que derrubou 5,9 mil quilômetros de sua área florestal.
O desmatamento nos dois países com as maiores regiões de floresta no mundo vem ocorrendo, predominantemente, devido à transformação de suas áreas florestais em terras agrícolas.
Segundo o documento, o desmatamento no Brasil tem sido movido pela demanda por carne, soja e madeira.
Na Indonésia, ele tem sido estimulado pela demanda por madeira e por terras para o cultivo de palmeiras que fornecem óleo.
Nos dois países, afirma o Bird, o desmatamento tem sido causado "tanto por grandes interesses corporativos como pelo de pequenos proprietários".
Transformação
No Brasil, o relatório afirma que o índice de hectares desmatados foi de 2,7 milhões, entre 1990 e 2000, mas que ele passou para 3,1 milhões de hectares entre 2000 e 2005. Na Indonésia, ao contrário, os índices permaneceram inalterados no mesmo período.
O estudo do Bird afirma que áreas florestais do tamanho de países como Serra Leoa ou Panamá são perdidas anualmente devido a sua transformação em terras agrícolas. As regiões mais afetadas têm sido a América Latina e Caribe e a África Subsaariana.
O documento afirma que problemas de saúde causados por fatores ambientais são responsáveis por 80% das doenças, entre elas malária, diarréia e doenças respiratórias em todo mundo.
O relatório afirma que a maior parte dos países não conseguirá cumprir as chamadas Metas do Milênio até 2015.
As oito metas foram fixadas em 2000 por 191 países da ONU. As diferentes nações se comprometeram a implementar até 2015 medidas como pôr fim à fome e a miséria, fornecer educação básica e de qualidade para todos, reduzir a mortalidade infantil, combater a Aids, a malária e outras doenças e promover a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente.




birddesmatamentobrasilbg.shtml

25 maio 2008

O BOTICÁRIO - OS GRANDES EXEMPLOS EMPRESARIAIS


Projeto Oásis tem novo parceiroÁrea natural localizada na região abrangida pelo Projeto Oásis.A Fundação Agência da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (FABHAT) é a nova instituição colaboradora do Projeto Oásis da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. A parceria possibilitará o intercâmbio de informações e experiências entre as duas instituições.O Projeto Oásis é uma iniciativa pioneira no Brasil que cria um mecanismo de pagamento por serviços ecossistêmicos a proprietários de terras que se comprometem a conservar integralmente áreas de remanescentes de Mata Atlântica na Área de Proteção aos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo, especificamente na bacia hidrográfica da represa de Guarapiranga, e nas Áreas de Proteção Ambiental municipais do Capivari-Monos e Bororé-Colônia. As ações do projeto contribuem com a manutenção em longo prazo de um manancial estratégico para esta metrópole.A região de atuação do Projeto Oásis está inserida dentro da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (BAT), que abrange 34 dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo. Todas as questões ligadas aos usos dos recursos hídricos da BAT devem ser debatidas e decididas pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, que é uma entidade política, de caráter consultivo e deliberativo. “A FABHAT é o braço executivo do Comitê. Uma de suas funções é gerir os recursos da cobrança do uso da água”, comenta o diretor presidente da agência, Miron Rodrigues da Cunha. O objetivo da parceria entre FABHAT e a Fundação O Boticário é unir esforços para a conservação dos remanescentes de Mata Atlântica localizados na Área de Proteção aos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo, especialmente na represa de Guarapiranga. “Vamos, juntos, propor a criação de políticas públicas que utilizem mecanismos de pagamentos por serviços ecossistêmicos como forma de estímulo financeiro à proteção desses mananciais”, explica o analista de projetos ambientais da Fundação O Boticário, Antônio Cristiano Cegana. Segundo Cegana, o Projeto Oásis vai ainda mais além: o objetivo da Fundação O Boticário é que outras instituições, públicas ou privadas, adotem práticas similares para proteger não só a Mata Atlântica como os outros biomas brasileiros.Para saber mais, acesse a página eletrônica do Projeto Oásis ou o sítio da FABHAT.

JOVENS BRASILEIROS ACREDITAM QUE AINDA DÁ TEMPO...EU TAMBÉM ACREDITO...!


Adolescentes brasileiros acham que ainda dá tempo de frear o Aquecimento Global
...MAS TEMOS QUE COMEÇAR JÁ!

E com o engajamento de toda a humanidade...NÃO DESMATAR, NÃO POLUIR, NÃO DESPERDIÇAR...COMECEMOS AGORA, AMIGO(A)S!

O amanhã é muito longe...vamos pensar VERDE, amar e respeitar a terra!

Data: 13/05/2008 - Os jovens brasileiros estão bastante preocupados com o meio ambiente. A juventude do país é considerada a mais otimista do mundo no que diz respeito às possibilidades de reverter os efeitos das mudanças climáticas no planeta. As constatações são de uma pesquisa realizada pela comunidade virtual Habbo Hotel em parceria com o Greenpeace, no fim do ano passado. A idéia era descobrir a percepção da população jovem mundial a respeito de temas como aquecimento global e as atitudes tomadas por eles para reverter a situação.
Cerca de 50 mil adolescentes de 20 países responderam o questionário. A comunidade é um espaço para fazer novos amigos e participar de jogos virtuais, dedicada a adolescentes com idades entre 13 e 18 anos. Há 10 milhões de participantes do Habbo no mundo. “O público do site não representa a realidade do país, mas esse é um indicativo importante sobre o comportamento do jovem brasileiro e não pode ser descartado”, afirma Marcus Imaizumi, gerente brasileiro da Sulake, empresa criadora do Habbo.
As respostas dadas pelos brasileiros que participaram da pesquisa apontam que 92% se preocupam com o aquecimento global e a poluição. A maioria dos adolescentes (72%) afirma que o Brasil sofrerá com os efeitos do aquecimento global. Mas poucos (33%) acreditam que o país contribua muito para a poluição do meio ambiente. Os jovens mais conscientes a respeito do papel do próprio país na emissão de poluentes são os japoneses, seguidos dos franceses e dos americanos. Os Estados Unidos são considerados pelos adolescentes o maior culpado pelo aquecimento global.
Os brasileiros (72%) também afirmam ter conhecimento suficiente sobre o tema e as formas de contribuir para reduzir os efeitos das mudanças climáticas. O desafio é colocar os conhecimentos teóricos em prática. “Já tinhamos consciência de que o povo brasileiro é bastante preocupado, mas só isso não basta. Os jovens precisam encontrar maneiras de agir”, destaca Mariana Schwatz, responsável pelo marketing do Greenpeace no Brasil.
De fato, outra pesquisa comprova a análise de Mariana. Intitulado de Cidadania sustentável: um chamado para a ação, o estudo realizado pelo Ibope-Inteligência mostra que há uma grande distância entre as intenções e as atitudes dos brasileiros. Em relação ao meio ambiente, 92% dos entrevistados afirma que separar lixo é uma obrigação da sociedade, mas apenas 61% confirmam que realizam a coleta seletiva em casa. A pesquisa aponta que 85% dos brasileiros reconhecem que pilhas e baterias são extremamente prejudiciais ao meio ambiente, mas 32% ainda as jogam no lixo comum.
Na opinião de Mariana, é importante saber que o público jovem da internet tem interesse pelo tema. “Eles têm um grande poder de mobilização, mas o engajamento ainda é pequeno. Entre as ações mais praticadas pelos estudantes, de acordo com a pesquisa, são: desligar a TV quando não se está assistindo, apagar a luz ao sair de um ambiente e utilizar lâmpadas frias em casa. Os jovens brasileiros se dizem dispostos a fazer reciclagem e conversar com os amigos para conscientizá-los da importância da preservação do meio ambiente.
Fonte: Revista Meio Ambiente