03 junho 2008

BICICLETA, UM MEIO DE TRANSPORTE ECOLÒGICAMENTE CORRETO - UM PASSEIO PELA EUROPA - In Italien


In bicicletta in Europa
Austria - rep.Ceca - Francia - Germania - Olanda - Slovenia


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L'Italia non è purtroppo il paese più adatto per andare in bicicletta; le strade principali in e fuori città sono ormai sottoposte alla dittatura del motore e solo alcune strade secondarie sono idonee a viaggi e spostamenti in bici. Segnalo comunque un certo numero di possibili itinerari in bici nelle Venezie.

Certamente migliore (anche se tutt'altro che ideale) la situazione in altri paesi europei; sulla base dei miei viaggi personali posso dire che:

Francia: non molto diffuse le piste ciclabili, ideali per la bici le strade dipartimentali in genere pochissimo trafficate. Molto meno buona la situazione nelle grandi città soprattutto a Parigi, dove le cose non è che siano molto diverse che in Italia.


Germania: è un po' il rovescio della Francia: nelle grandi città grazie alle limitazioni al traffico motorizzato e all'abbondanza di piste ciclabili si pedala abbastanza bene; piuttosto brutta invece la situazione delle strade federali e anche di molte locali. Per fortuna esiste una fitta rete di piste e itinerari ciclabili.


Austria: situazione molto simile a quella tedesca, per molti versi anche migliore; la pista del Danubio è quasi tutta su pista ciclabile riservata e asfaltata; la rete di piste ciclabili è fitta e ben documentata; anche nelle città (Vienna e Salisburgo) c'è una buona rete di piste ciclabili.


l'Olanda è considerata il paese dei ciclisti per eccellenza; molte strade ciclabili e moltissimi ciclisti.

MÚRCIA - UM ALERTA FATAL NA ESPANHA - A DESERTIFICAÇÃO


03/06/2008 - Aquecimento global provoca carência de água e "africanização" da Espanha


Elisabeth Rosenthal - Em Fortuna, Espanha


Campos exuberantes plantados com alfaces e tomateiros ladeiam as estradas. Novos e verdejantes condomínios pontilhados de casas de férias de tons pastéis atraem compradores do Reino Unido e da Alemanha. Campos de golfe - dezenas deles, todos recentemente construídos - conduzem ao litoral. Pelo menos esta parte do sul da Espanha, que foi intensivamente trabalhada, está prosperando.

Só existe um problema neste quadro da prosperidade: esta província, Murcia, está ficando sem água. Devido ao aquecimento global e aos projetos de desenvolvimento mal feitos, trechos do sudeste da Espanha estão se transformando rapidamente em deserto.

Murcia, tradicionalmente uma região agrícola pobre, tem passado nos últimos anos por uma onda de construção de resorts, ainda que muitos agricultores tenham adotado lavouras que exigem mais água, encorajados pelos planos de irrigação, que se tornaram cada vez mais insustentáveis. Esta combinação exerceu novas pressões sobre a terra e a sua reserva de água em declínio. Neste ano, os agricultores estão brigando com os construtores de condomínios e resorts pelos direitos à água. Eles travam uma batalha para decidir qual dos dois terá água para tocar os seus projetos. E, em um sinal de desespero crescente, começaram a comprar e vender água, como se fosse ouro, em um próspero mercado negro no qual a maior parte do produto é proveniente de poços ilegais.

Aquecimento global é apontado como responsável por desertificação de Murcia, na Espanha.

O sul da Espanha é há muito tempo flagelado por secas cíclicas, mas, segundo os cientistas, a crise atual provavelmente reflete uma mudança climática mais permanente provocada pelo aquecimento global. E isso é o prenúncio de um novo tipo de conflito.

As batalhas de outrora eram travadas pela conquista de terras. As batalhas atuais giram em torno do petróleo. Mas, segundo os cientistas, as guerras do futuro - um futuro que será mais quente e seco em grande parte do mundo, devido à mudança climática - terão como foco a água."A água será a questão ambiental deste ano - o problema é urgente e imediato", diz Barbara Helferrich, porta-voz da Diretoria de Meio Ambiente da União Européia. "Se já temos carência de água na primavera, sabemos que o verão será muito ruim".

Dezenas de líderes mundiais irão se reunir na sede da Organização de Agricultura e Alimentação (FAO) da Organização das Nações Unidas (ONU), em Roma, a partir desta terça-feira (03/06), para discutir a crise global de alimentos causada em parte pela carência de água na África, na Austrália e aqui, no sul da Espanha.

A mudança climática significa que os desertos cedo ou tarde expulsarão135 milhões de pessoas das suas terras, segundo estimativas das Nações Unidas. A maioria desses indivíduos mora no Terceiro Mundo. Mas o sul da Europa está enfrentando o problema agora, e, segundo os cientistas, o clima da região está ficando tão seco que ela fica a cada dia mais semelhante às regiões áridas da África.

Para Murcia, a crise da água já chegou. E a sua chegada foi acelerada por construtores e fazendeiros que investiram em projetos que exigem muita água, e que são impróprios para um clima que se torna mais seco equente: lavouras como a de alface e tomate que necessitam de muita irrigação, resorts que prometem uma piscina no quintal, hectares e mais hectares de campos de golfe com grama recém-plantada, que suga milhões de litros de água por dia."Sofro muita pressão para liberar água para os fazendeiros e também para os construtores", diz Antonio Perez Garcia, gerente de fornecimento de água de Fortuna, enquanto toma um café com fazendeiros em um bar na praça poeirenta da cidade. Ele lamenta o fato de só ser capaz de fornecer a cada proprietário 30% da quantidade de água autorizada pelo governo."Não sei bem o que faremos neste verão", acrescenta Garcia, observando que o nível do aqüífero local está diminuindo tão rapidamente que em breve as bombas não serão mais capazes de alcançá-lo. "Sou bastante pressionado por fazendeiros e construtores. Eles podem reclamar o quanto quiserem, mas, se a água acabar, acabou".Ruben Vives, um fazendeiro que confia na generosidade de Perez Garcia, diz que não foi capaz de arcar com os preços da água no mercado negro. "Neste ano o meu ganha-pão está ameaçado", diz Vives, que há quase duas décadas cultiva plantas que exigem pouca água, como os limoeiros.

As centenas de milhares de poços - a maioria ilegal -, que no passado proporcionaram um alívio temporário para a sede das culturas, reduziram as reservas de água subterrâneas até um ponto sem retorno. A água do norte da Espanha, que costumava ser transferida para cá, também foi reduzida a quase nada, já que as províncias do norte, mais úmidas, também estão vendo a água desaparecer.

A luta pela água gerou escândalos. Autoridades locais estão na prisão por aceitarem propinas para autorizar construções em locais que não tinham uma reserva adequada de água. Chema Gil, um jornalista que revelou um desses esquemas, vem sendo alvo de ameaças de morte, porta um spray de gás pimenta e é protegido noite e dia pela Guardia Civil, uma força policial que tem funções militares e civis."O modelo de Murcia é completamente insustentável", afirma Gil. "Nós consumimos duas vezes e meia mais água do que o sistema consegue recuperar.

Sendo assim de onde vem essa água? Ela é importada de outra região?

É retirada do aqüífero que está secando?

Com o aquecimento global estamos entrando em um beco sem saída. Toda a água que estamos usando para irrigar os pés de alface e os campos de golfe será necessária apenas para beber".

Enfrentando uma crise de âmbito nacional, a Espanha tornou-se uma espécie de laboratório involuntário. O país está patrocinando uma conferência sobre questões relativas à água neste verão, e anunciou um plano de ação neste ano para combater a desertificação. O plano inclui a adoção de métodos de irrigação mais eficientes, bem como um programa extensivo de usinas de dessalinização para gerar a água doce que a natureza não fornece mais.

O Ministério do Meio Ambiente da Espanha estima que um terço da região corre o risco de se transformar em um deserto, devido à combinação de mudança climática e mau uso da terra. Mesmo assim, as autoridades federais ficam nitidamente incomodadas quando são indagadas a respeito da "africanização" do clima espanhol - um termo atualmente comum entre os cientistas."Estamos em uma situação muita melhor do que a África, mas, no âmbito da União Européia, a nossa situação é séria", afirma Antonio Serrano Rodríguez, secretário-geral de terra e biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente da Espanha.Mesmo assim, Serrano e outros reconhecem os contornos amplos do problema. "Haverá áreas que não poderão mais ser utilizadas para agricultura. Áreas nas quais atualmente a produção é pequena, e que se tornarão inúteis", diz ele. "Certas partes do país estão de fato muito perto do limite".

Embora o sul da Espanha sempre tenha sido infernizado por secas cíclicas, a temperatura da superfície no país subiu em média 2,7ºC desde 1880, enquanto o aumento global da temperatura neste período foi de 1,4ºC.

Segundo projeções da ONU, a pluviosidade aqui diminuirá 20% até 2020, e 40% até 2070.

As mudanças na fazenda da família Almarcha, em Albanilla, nas três últimas décadas, são uma prova de que o clima está mais quente e seco. Até duas décadas atrás, cultivava-se trigo e cevada, na fazenda, culturas que só exigiam a irrigação natural na forma de chuva. Quando a pluviosidade caiu, Carlo Almarcha, 51, passou a cultivar amêndoas.Há cerca de dez anos, ele abandonou as amêndoas e passou a cultivar organicamente pessegueiros e pereiras. "Estas plantas precisam de menos água", explica Almarcha. Mas recentemente ele precisou mudar novamente de cultura, passando a plantar oliveiras e figueiras. "Elas resistem à seca e são menos sensíveis ao clima", diz Almarcha.

Almarcha participa de um sistema governamental de fornecimento de água, no qual os fazendeiros pagam o triplo do valor normal - 33 centavos em vez de 12 centavos por metro cúbico - a fim de obter água extra. O preço no mercado negro é ainda maior. Mesmo assim, as perspectivas para Almarcha são sombrias."Antigamente sabíamos que na primavera teríamos chuva", diz ele, com as suas botas de trabalho firmadas sobre o solo seco de um olival, onde anteriormente havia um campo de trigo. "Agora não sabemos nunca quando ou se a chuva virá. Além disso, não há mais inverno, e as plantas precisam do frio para descansar. Assim, o crescimento é menor. E às vezes não há crescimento algum. Até as plantas parecem estar confusas".

Embora Almarcha tenha passado gradualmente a cultivar lavouras que exigem menos água, o programa governamental anterior de transferência de água fez com que os fazendeiros rumassem para a direção oposta. Eles passaram a produzir uma grande variedade de frutas e verduras que exigem muita água, e que nunca haviam sido cultivados no sul do país. Murcia é tradicionalmente conhecida pelos seus figos e tâmaras."Não é possível plantar morangos naturalmente em Huelva - é quente demais", explica Raquel Monton, especialista em clima do Greenpeace em Madri, referindo-se à vizinha capital espanhola do morango. "Em Saragoza, que é um deserto, cultiva-se milho, a lavoura que mais exige água. É uma loucura. A única coisa mais insana do que isto é a construção de cassinos e campos de golfe". Algo que, é claro, Murcia possui.Em 2001, uma nova lei para a regulamentação do uso da terra em Murcia fez com que ficasse bem mais fácil para os moradores vender terra para a construção de resorts. Embora há muito tempo o sul da Espanha conte com sistemas elaborados para administrar a sua água relativamente escassa, atualmente todos, ao que parece, descobriram formas de burlar as regras.A grama nos campos de golfe e nas casas de férias é às vezes classificada como "lavoura", possibilitando que os proprietários possam reivindicar uma quantidade de água que não seria fornecida para a manutenção de campos verdes nas áreas de lazer. Investidores estrangeiros plantam um punhado de árvores e chamam as suas casas de férias de "fazendas", para que possam ter direito à água para irrigação, diz Perez Garcia."Assim que um proprietário obtém o fornecimento de água, ele pede a mudança do tipo de utilização do terreno", explica Garcia. "Assim, ele passa a ter a propriedade e a água. A idéia é que a água fosse para irrigação, mas na prática as pessoas fazem o que bem entendem. Ninguém sabe se essa água vai abastecer uma piscina".

Embora diga que "o seu coração está do lado dos fazendeiros", Garcia não conta com funcionários suficientes para monitorar a forma como as pessoas utilizam a água."Com tanto dinheiro em jogo, as autoridades descartam leis e políticas que poderiam encorajar o desenvolvimento sustentável", afirma Gil, o jornalista. No princípio, ele foi condenado pela comunidade quando escreveu artigos criticando os projetos de desenvolvimento. Mas, recentemente, quando as pessoas descobriram que a água estava acabando, o comportamento delas começou a mudar.

Mas, mesmo assim, o povo e os políticos tendem a ver na água um recurso ilimitado. "Os políticos pensam em blocos de quatro anos, de forma que vale tudo, contanto que os problemas não ocorram durante os seus mandatos", afirma Monton, do Greenpeace.

"As pessoas pensam sobre o problema, mas elas não refletem de fato sobre o que acontecerá no futuro. Elas não se preocupam, até o dia em que abrem a torneira e percebem que a água acabou".

Tradução: UOL
Fonte: The New York Times

A Natureza faz o seu "alerta máximo": - "Estou no meu limite" - o homem continua a exaurí-la: - construções sem respeito à ecologia, sistemas de irrigações de plantações, com excesso de uso e desperdício.

Vamos lá, meus irmãos, o Planeta é nosso, vamos respeitá-lo, do contrário nos perderemos nos abusos.

02 junho 2008

DESMATAMENTO - O PÉSSIMO EXEMPLO BRASILEIRO

02/06/2008 - "O pior está por vir", afirma Minc, sobre desmatamento na Amazônia
Cláudia Andrade
Em Brasília
Ao comentar os dados divulgados nesta segunda-feira (02) pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que apontam que o desmatamento da Floresta Amazônica no mês de abril atingiu uma área de 1.123 Km², o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o "pior está por vir".

Em entrevista coletiva em Brasília, Minc disse que há uma tendência histórica de aumento do desmatamento entre os meses de junho e setembro, por conta da estiagem e do avanço na preparação da terra na região. Outro fator que agrava a situação, de acordo com o ministro, é o aumento nos preços da carne e da soja, que servem de estímulo para o desmatamento. "O pior está por vir. Agora é o teste [das medidas]", afirmou.

Mato Grosso lidera desmatamento
O Inpe registrou em abril deste ano 1.123 Km² de desmatamento na floresta Amazônica, área equivalente a quase toda a cidade do Rio de Janeiro. Do total verificado pelo Deter, em abril, 794 Km² de desmatamentos correspondem ao Estado do Mato Grosso, ou seja, 70,74% do total desmatado. O número foi apresentado na tarde desta segunda-feira.

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O teste a que se referiu o ministro diz respeito ao impacto de medidas para tentar combater o desmatamento. A partir deste mês, o governo federal começará a apreender o que Minc chamou de "boi pirata", animais que pastam em áreas de preservação, que não deveria ser usadas para a agropecuária. O impacto dessas operações para a economia, segundo Minc, será pequeno. "Não vai ser a apreensão de mil bois que vai afetar as exportações de carne. Mais do que quantitativo, o efeito é muito mais de demonstração. É um recado que será dado."

Os animais apreendidos serão leiloados e os recursos encaminhados para o programa Fome Zero, graças a um acordo fechado com o Ministério do Desenvolvimento Social. Desde o mês passado, a produção grãos nestas áreas está sendo fiscalizada e a produção apreendida também irá à leilão, de acordo com o anúncio feito pelo ministro do Meio Ambiente nesta segunda-feira. Outro produto leiloado será a madeira ilegal.

A partir do próximo dia 15, o governo também vai monitorar a cadeia produtiva e exigir de siderúrgicas, frigoríficos, madeiras e empresas do setor de agronegócio informações sobre os fornecedores dos produtos. "Hoje, se compra e se lava as mãos em águas poluídas. Mas quem compra (produto) de área embargada é co-responsável", avisou Minc. "E não vai adiantar dizer que não sabia que a área era embargada, porque os dados estão disponibilizados na Internet", completou.

"O tempo é curto a situação é preocupante, mas nós não vamos chorar o termômetro nem a seiva derramada. As medidas são certas, só não tiveram tempo para dar resultado", disse Minc.

A previsão do ministro para este ano é pessimista. "Muito dificilmente o resultado deste ano será menor do que no ano passado", disse. "A gente pode torcer, pode rezar, porque ninguém quer que o desmatamento cresça, mas dificilmente vai reduzir".

Parceria com Blairo Maggi
O ministro Carlos Minc também destacou os efeitos da suspensão de créditos agrícolas para áreas onde ocorrem desmatamentos. O prazo para regularização termina no dia 1º de julho. "Vale ressaltar que esta não é uma data fatídica. Se o produtor conseguir se regularizar, por exemplo, em 1º de agosto, vai poder conseguir crédito. Mas o que a gente não pode é usar dinheiro público para financiar atividades que estão à margem da lei", ressaltou.

"O pior está por vir", diz ministroCerca de 12 mil imóveis localizados em 36 municípios considerados críticos pelo Ministério do Meio Ambiente ainda não foram recadastrados. No final de maio, o ministro assinou uma portaria permitindo que produtores de municípios com terras na área de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado pudessem receber crédito. Em nota, o ministério afirmou que a medida "não flexibiliza ou altera em nada" a resolução do Banco Central, apenas "detalha" a aplicação da norma, que seria aplicada apenas para municípios que estivessem totalmente localizados no bioma amazônico.

No entanto, a portaria seria conseqüência da pressão exercida pelo governador Blairo Maggi, do Mato Grosso, Estado que lidera o índice de desmatamento do mês de abril, divulgado nesta segunda-feira pelo Inpe. O ministro do Meio Ambiente afirmou que haverá um trabalho em conjunto com o Estado para combater o desmatamento. Segundo o ministro, "há um esforço" do governo mato-grossense no sentido de reduzir o desflorestamento.

"Eu conversei com o governador e ficou acertado que uma equipe nossa vai até o Mato Grosso em junho fiscalizar algumas áreas. É claro que há percepções diferentes, mas como entes federativos, o governo federal não pode guerrear com o governo estadual", disse Minc.

Minc também anunciou a liberação de crédito para reestruturação do extrativismo e recomposição das reservas legais. Disse ainda que o ministro da Justiça, Tarso Genro, vai disponibilizar 500 homens para auxiliar no combate ao desmatamento e iniciar a formação da guarda ambiental, proposta pelo novo ministro do Meio Ambiente.

A lista de medidas para combater o desmatamento inclui também a criação de um "paredão verde", formado pela reserva extrativista Ituxi e pelo parque nacional de Mapinguari, no sul do Amazonas. As áreas devem ser anunciadas, segundo Minc, no Dia Mundial do Meio Ambiente, que será comemorado nesta quinta-feira.

Metodologia
Para o ministro, não interessa discutir a metodologia utilizada pelo Inpe, que depende das nuvens sobre a Amazônia para medir o desmatamento. Ele negou que houve falta de ação da antiga gestão para combater a derrubada da floresta. "Se várias medidas não tivessem sido tomadas a tendência [de aumento do desmatamento] seria maior ainda", disse.

"Nossa guerra não é contra os números, que são imprecisos. A guerra é para substituir um modelo predatório de produção por outro, de desenvolvimento sustentável", ressaltou. Para ele, lançar esse novo modelo de desenvolvimento "é muito mais complicado do que tirar boi de pasto ilegal ou saber da siderúrgica de quem ela comprou carvão vegetal."


Já dizia aquela velha premissa, "contra os fatos, não existem argumentos"! As fotos não mentem...alardeiam que outros países querem se apropriar da Amazônia, será por isto que os brasileiros querem destruí-la sem dó nem piedade? Será que não raciocinam que o mal é para o planeta, o prejuízo é de todos...global!

Estamos caminhando para cavar a nossa própria sepultura!

A TERRA VISTA DO ALTO


03/03/2008 - A terra como você nunca viu
Um planeta em transformação foi revelado essa semana. Fotos inéditas da Terra foram divulgadas no site
PopSci. O ensaio mostrou a formação de continentes, glaciares em degelo na Patagônia, vulcões em erupção e desertos na Austrália. As imagens foram captadas por satélites.A idéia era mostrar um planeta visto apenas por poucos aventureiros e privilegiados, como o astronauta russo Yuri Gagarin que proferiu a famosa frase: “A Terra é azul.” As fotos revelam que o planeta é azul, verde, vermelho e de muitas outras cores imagináveis. Ver o planeta por outros ângulos também pode ser uma forma de conscientizar as pessoas sobre a fragilidade do equilíbrio do clima e da vida.


01 junho 2008

POLUIÇÃO MARINHA NA COLÔMBIA




25/04/2008 - Vazamento de óleo deixa mar laranja na Colômbia




Pescadores preparam barco na praia de Taganga, em Santa Marta, departamento de Magdalena, na Colômbia.


Um derramamento de 10 toneladas de óleo atingiu a região.


Moradores disseram que o vazamento causou a morte de peixes, mas autoridades disseram que o óleo é biodegradável e não prejudica o meio-ambiente.




(Foto: AFP)

SEA POLLUTION

The sea pollution occurs because the seas and the oceans receive daily, in the whole world, a infinity of pollutants as domestic and industrials sewer, solid garbage that are taken by the rivers that get in the sea.

Estimates shows through calculations that about 14 billion tons of garbage are accumulated in the oceans every year. Other practice that contributes for the sea pollution is the oil ships and the pipe-lines, the first one can cause contamination of waters when a leaking occur and after removing the product still have some residues remaining, so then they wash the tanks of the ship and the dirty water with oil foes in the sea, the second one happens when the plumbing of the pipe-line breaks producing a leaking, this type of sea pollution is called ´black tide'.

A model of extreme pollution occurs in the Japanese coast, North Sea, one of the areas of bigger industrial concentration in the world, this coast is receiving millions of tons of the most varied types of garbage, even the oceans having the capacity of regenerating itself, and the amount is so great that it is practically impossible to have a resetting.

The raised level of substance concentration compromises the production of oxygen and planktons, that are responsible for producing about 40% of our oxygen. It is important to point out that the oceans are not separate, this means that the pollutions “are worldwide”, as well as the impacts.

NOSSOS MARES - GRANDES DEPÓSITOS DE LIXOS E ESGOTOS


Até o ano 2050 é estimado que a população mundial tenha aumentado para cerca de 12 bilhões de pessoas.

Dessas, cerca de 60% viverão numa distância de até 60 quilômetros do mar. As atividades de agricultura e indústria necessárias para manter essa população irão aumentar as já significativas pressões nas áreas costeiras férteis.

Como água e óleo.
Outro impacto significante da atividade humana nos oceanos é a poluição marinha. Não se trata apenas do petróleo que vaza de acidentes ou é jogado ilegalmente no mar. Apesar da alta visibilidade dos estragos marinhos causados pelo petróleo, este estrago é pequeno quando comparado com poluentes de outros tipos (incluindo esgoto doméstico, dejetos industriais, vazamentos de esgotos, restos urbanos e industriais, acidentes, sobras, explosões, abandono de estruturas e ferro-velho no mar, produção de petróleo, mineração, restos de nutrientes e pesticidas agrícolas, desperdício de fontes de calor e material radioativo).Estima-se que os recursos terrestres sejam responsáveis por 44% dos poluentes que entram nos mares, enquanto os depósitos na atmosfera respondem por 33%. Em comparação, o transporte marítimo é responsável por apenas 12%.
As zonas mortas
O impacto da poluição varia. A poluição de nutrientes causada por esgotos e pela agricultura pode resultar no feio e possivelmente perigoso florescimento de algas em regiões costeiras. Como essas algas morrem e se decompõem, elas esgotam o oxigênio da água. Em algumas regiões, esse efeito provocou o surgimento de “zonas mortas”, onde o oxigênio dissolvido na água cai a níveis impossíveis de sustentar a vida marinha. A poluição industrial também contribui para essas zonas mortas ao jogar no mar substâncias que, para se decompor, usam o oxigênio dissolvido.
Fissão nuclear
A contaminação radioativa no mar tem causas diversas. Historicamente, os testes de armas nucleares contribuíram para tal. A operação normal de usinas nucleares ao redor do mundo também polui o mar, mas de longe as maiores fontes de poluição radioativa deixada no mar são as usinas de processamento nuclear de La Hague, na França, e Sellafield, no Reino Unido. Os dejetos de ambas resultaram numa contaminação alastrada de recursos marinhos numa grande área; elementos radioativos das duas usinas que puderam ter sua origem descoberta foram encontrados em algas de locais tão distantes como a costa oeste da Groenlândia e a Noruega.
Produtos tóxicos
O despejo de produtos químicos feitos pelo homem nos oceanos envolve um número enorme de diferentes substâncias. 63 mil produtos químicos estão em uso hoje no mundo, sendo que 3 mil deles são responsáveis por 90% da produção total. A cada ano, algo em torno de mil novas substâncias químicas sintéticas aparecem no mercado.
De todos esses produtos, cerca de 4,5 mil estão na categoria mais séria. Estes são conhecidos como poluentes orgânicos persistentes (POPs). Eles são resistentes à própria decomposição e têm potencial para se acumular nos tecidos de organismos vivos (todos os da vida marinha), causando problemas hormonais que podem levar a disfunções reprodutivas, afetar o sistema imunológico e interferir no desenvolvimento normal de crianças.
Os POPs podem também ser transportados por longas distâncias na atmosfera e depositados nas regiões frias. Como resultado, os povos Inuit, que vivem no Ártico, a uma longa distância da fonte desses poluentes, estão entre as pessoas mais contaminadas do planeta, já que eles se alimentam de animais marinhos com muita gordura, como peixe e focas. Os POPs incluem substâncias altamente tóxicas como dioxinas e PCBs (bifenilos policlorados), além de pesticidas como DDT e dieldrin. Esses produtos químicos são também responsáveis pela falha de reprodução encontrada em algumas populações de ursos polares.
Vai um peixe com POPs aí?
Os frutos do mar e peixes consumidos por pessoas que vivem nas regiões de clima temperado também são afetados por POPs. Peixes mais gordos tendem a acumular POPs nos seus corpos e eles podem passar para os consumidores humanos. Quando os peixes são transformados em refeição e óleos de peixe e na seqüência são utilizados para alimentar outros animais, isso também leva os produtos tóxicos para os humanos. Camarões e moluscos criados em fazendas, gado leiteiro e porcos são animais alimentados com peixes em alguns países – conseqüentemente, carne, leite e derivados e peixes criados em fazenda ou na natureza são fontes de contaminação química.
Mineração
A poluição por metais resultantes das indústrias de mineração, produção e processamento pode afetar a saúde de plantas e animais marinhos e transformar alguns produtos do mar impróprios para consumo humano. A contribuição das atividades humanas pode ser bastante significativa: a quantidade de mercúrio jogado no meio ambiente por atividades industriais é cerca de quatro vezes a quantidade liberada naturalmente através de processos como erosão e ação dos ventos.
Petróleo
A forma mais visível e familiar de poluição é o vazamento de petróleo provocado por acidentes com petroleiros e limpeza dos tanques no mar. Além dos impactos de curto prazo obviamente visíveis, problemas sérios de longo prazo também podem surgir. No caso do petroleiro da Exxon Valdez que encalhou na Alasca em 1989, os impactos biológicos do vazamento ainda podem ser identificados mais de 15 anos depois do acidente. O Prestige, que afundou na costa da Espanha no final de 2002, causou grandes perdas econômicas ao poluir mais de 100 praias na França e Espanha e efetivamente destruir a indústria pesqueira local.