06 junho 2008

3.425.000 - TRÊS MILHÕES E QUATROCENTOS E VINTE E CINCO MIL NOVOS VEÍCULOS, SERÃO SOMADOS Á FROTA BRASILEIRA EM 2008 -


MEUS CAROS AMIGOS, PERGUNTO A VOCÊS, QUANTAS TONELADAS E CO2 SERÃO INCORPORADAS NA ATMOSFERA?
COMO FICARÁ O TRÃNSITO NAS GRANDES CIDADES?
QUANTOS MILHÕES DE ÁRVORES, SERÃO NECESSÁRIAS, PARA NEUTRALIZAR ESTAS NOVAS EMISSÕES?
ATÉ QUANDO O PLANETA SUPORTARÁ?
E NÓS, PARA ONDE IREMOS??????
DIANTE DE VOLUMOSA PRODUÇÃO, NECESSÁRIA SE FAZ, A RETIRADA DOS VEÍCULOS VELHOS DAS RUAS - SUBSTITUINDO POR NOVOS, MAIS EFICIENTES E ECOLÒGICAMENTE CORRETOS, OU SEJA, MENOS POLUIDORES.
URGENTE É A NECESSIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DE UMA REDE EFICIENTE DE TRANSPORTE PÚBLICO - INTEGRANDO OS DIVERSOS MEIOS DE TRANSPORTES, VISANDO DAR MAIOR CONFORTO ÀS PESSOAS QUE PRECISAM SE LOCOMOVER NAS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS.

05/06/2008 - Anfavea espera vendas superiores a 3 milhões de veículos

A produção total de veículos em 2008 pode chegar a 3,425 milhões

O aquecimento do mercado brasileiro de veículos gerado pelo bom momento da economia fez a associação que representa as montadoras instaladas no país ampliar suas estimativas de desempenho para o ano, que já previam vendas e produção recordes. O novo patamar em que trabalha a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é de um crescimento das vendas de 24,2% sobre 2007, para 3,060 milhões de unidades, contra estimativa anterior de vendas de 2,895 milhões.

Já em termos de produção, os novos dados da entidade apontam para expansão de 15%, para 3,425 milhões de veículos. Anteriormente, a expectativa era de alta para 3,235 milhões. O número inclui automóveis, utilitários, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários."A economia brasileira já está se apresentando em um novo patamar de tamanho e a indústria automotiva apresenta essa mesma lógica. A partir de maio do ano passado todos os nossos números começaram a indicar que entramos em um patamar novo de mercado interno, (com vendas) acima das 220 mil unidades", disse o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, a jornalistas."Saímos de um patamar de mercado interno que se apresentou até o final do primeiro semestre do ano passado de menos de 200 mil veículos por mês e estamos em um patamar novo que deve se consolidar a partir de agora em mais de 220 mil ou 230 mil veículos por mês, apresentando um crescimento a partir de agora de uma maneira mais saudável, sem grandes saltos", acrescentou Schneider."O fundamental é que esse crescimento tem se dado sem desabastecimento do mercado, com preço do veículo dentro de um patamar adequado e investimentos importantes no sentido de aumentar a produção e atender a demanda", explicou. Ele citou que as montadoras têm US$ 5 bilhões em investimentos anunciados este ano no país para aumentar a capacidade produtiva de 3,5 milhões para 3,85 milhões de veículos.

Em termos de exportações, a expectativa da Anfavea é de crescimento em valor de 7,4%, para US$ 14,5 bilhões, mas de queda de 1% em unidades, para 780 mil. Segundo Schneider, o quadro reflete momento em que as montadoras estão vendendo no mercado externo veículos de maior valor. Segundo ele, a interrupção no movimento de queda nos juros e de alta da inflação não tem surtido efeito no desempenho do setor ainda. "Por ora, não tem afetado o mercado a ponto de interromper decisões de investimento. O mercado vai se acomodar num crescimento mais paulatino, mais cadenciado.

"O presidente da Anfavea explicou que, como a base de comparação com o segundo semestre de 2007 é forte, os próximos seis meses não apresentarão crescimentos tão elevados quanto o acumulado de janeiro a maio, período em que as vendas internas avançaram 30,3% sobre os cinco primeiros meses do ano anterior, para 1,15 milhão de unidades.

Maio mais forte

As vendas de veículos novos e produção no mês passado foram recordes para o mês, de acordo com os dados da Anfavea, mas o desempenho poderia ter sido ainda melhor não fossem dois feriados no mês. Em maio foram vendidos 242 mil veículos novos, queda de 7,4% sobre o recorde histórico registrado em abril, de 261,2 mil unidades. Na comparação com maio do ano passado, houve crescimento de 14,6%.

A produção no mês passado deixou o recorde de mais de 300 mil veículos de abril, fechando em queda de 3,5% nessa comparação para 289,9 mil unidades. De janeiro a maio, a produção somou 1,38 milhão de veículos, 21% mais que o registrado um ano antes. As vendas externas no mês passado somaram 1,11 bilhão de dólares, queda de 11,1% sobre abril, e de 6,6% na comparação com maio de 2007.

De acordo com os números da Anfavea, a Fiat ocupa a primeira posição no ranking de montadoras em termos de vendas de automóveis e comerciais leves, com 274.071 veículos comercializados de janeiro a maio. Em segundo, aparece a Volkswagen, com 240.843 unidades, seguida de perto por General Motors, com 235.318 e Ford, com 102.337.
Fonte: Agência Reuters e UOL Notícias

05 junho 2008

05/JUNHO/2008 - COMEMORAÇÕES OU RÉQUIEM - ARTIGO


5 de junho, dia mundial do meio ambiente: festa ou réquiem?

Por Maísa Guapyassú*


Sempre que vem chegando esse dia, muitas instituições se preparam para comemorar. Feiras, exposições, atividades de plantio de árvores, oficinas, cursos, enfim um grande cardápio de opções é oferecido. E vendo isso, sempre me pergunto: o que essas ações pulverizadas trazem? Será que quem as organiza, quem as freqüenta sabe do que se trata, sabe das questões complexas envolvidas? Sabe realmente o que está acontecendo no planeta?
Para muitos, essas atividades são só para constar. Entram no calendário escolar, no das instituições, e acabam sendo diluídas no mar de tarefas, fora do contexto real que provocaria reflexões sobre o dia e seu significado.
Esse nome, em nossa língua, já é esquisito: meio-ambiente. Duas palavras que significam a mesma coisa, e se o meu português não está enferrujado demais, é um pleonasmo. Vêm-me duas coisas à cabeça: ou é erro mesmo, vício de linguagem, ou um ato falho que quer frisar a importância que se tem que dar à questão.
Falo em ambiente e englobo qualquer coisa. Principalmente aquilo que interessa, em diferentes graus de profundidade, ao ser humano. E no meio desses interesses, está a conservação da natureza, na maioria das vezes no fim da fila.
A relação entre conservar a natureza e manter o planeta Terra viável para as espécies que o compõem é tão intrínseca, que é esquecida. Paradoxo? Não sei. Respirar é fundamental para os seres vivos, humanos inclusive. Mas nenhum ser tem consciência de sua respiração, da importância disso, enquanto respira. A gente só toma consciência da respiração quando tem dificuldade em respirar. Só percebe como a saúde é importante quando a perde. E acho que aí pode residir a chave do entendimento dessa relação estapafúrdia que o ser humano estabeleceu com a natureza: só presto atenção quando incomoda. E quando incomoda, vou tentar combater os sintomas, não as causas. Fico na superficialidade, não busco a essência.
E qual a essência da questão? A natureza tem que ser preservada, para que a vida seja possível. Vida só do ser humano? Posso até pensar assim. Mas para que o ser humano sobreviva, é necessário que milhões de outras espécies também sobrevivam, cada uma cumprindo uma função, fazendo parte de um quebra-cabeças intrincado, complexo e impossível de remontar se desmanchado.
Alguns poucos exemplos da superficialidade? Dia do meio ambiente, dia de falar de poluição de água. Fala-se em controle de poluição industrial, doméstica, do agronegócio. Mas não se fala que se eu não preservar florestas, vegetação das nascentes, não vou ter água suficiente sequer pra poluir.
Dia de falar de reciclagem. Mas não se fala que a meta deveria ser nem ter material para reciclar, porque lixo, qualquer lixo, é recurso natural seqüestrado, que jamais vai voltar para seu local de origem para ser reincorporado e voltar a fazer parte da estrutura do sistema que o originou. Complicado? É.
Simplificar demais as coisas, em muitos casos, desvia a atenção das causas, que devem ser combatidas. Aqui cabe o mesmo exemplo de causas e sintomas de doença.
Essa simplificação, o modelo econômico que adotamos, nosso afastamento deliberado ou não das causas do problema leva à noção de que a natureza é um grande supermercado. Num supermercado, pego o meu carrinho, vou retirando produtos da prateleira; se por acaso passo num local e não tem um determinado produto, aguardo um pouco que alguém repõe. Se faz uso da natureza com o mesmo espírito: retiro tudo o que quero, ponho no carrinho, e quando falta, espero que alguém reponha. Só que na natureza, dependendo da quantidade, da intensidade e da velocidade com que retiro os produtos da “prateleira”, eu destruo, inviabilizo os processos ecológicos essenciais responsáveis pela reposição dos “produtos” na “prateleira”. E aí, já era, usando uma expressão bem popular.
E estamos colecionando um monte de “já era”, faz tempo. Com relação a espécies que se extinguiram, sistemas naturais que desapareceram, com toda sua complexidade de espécies e interações. Muitos estão agonizando. E estamos cada vez mais, sentindo os efeitos dessa agonia.
Então, temos que finalmente acordar para uma realidade que foi e está sendo construída por nós. Uma construção que cada vez mais põe em risco a sobrevivência do planeta.
Precisamos encarar as causas, ter coragem para mudar o que precisa ser mudado, ir com o dedo na ferida e buscar a cura – para as causas, não só para os sintomas.
Isso se faz individualmente, com atos simples no dia a dia, que estão nos folhetos distribuídos inclusive nas comemorações do dia do meio ambiente; e coletivamente, como sociedade atenta, combativa e pró-ativa, que tem que mostrar aos nossos dirigentes que conservar nossa natureza é questão de sobrevivência. Que quer fazer isso. E isso tem que ser feito agora, para que esse planeta, tal qual o conhecemos e amamos, tenha realmente um futuro.

DIA MUNDIAL DE PRESERVAÇÃO DO MEIO-AMBIENTE - NORUEGA






HÁ UM ANO ATRÁS...
A Organização das Nações Unidas (ONU) deu à Noruega a missão de ser anfitriã do Dia Mundial de Preservação do Meio-Ambiente, que terá início em 5 de junho 2007. O dia será celebrado em mais de 100 países, e o tema deste ano será “Gelo que derrete, um tema quente?”.

4/6/2007 :: O Ministério Norueguês do Meio-Ambiente escolheu a cidade de Tromsø para organizar os eventos, que serão realizados entre os dias 3 e 5 de junho. A cidade foi escolhida para as celebrações porque, em seu ambiente propício à pesquisa científica polar, a Universidade de Tromsø e o Instituto Polar Norueguês são atores importantes nesse âmbito. Além disso, Tromsø tem vivenciado a história tanto agora quanto antes.
O objetivo do evento é divulgar conhecimentos e criar interesse pela questão ambiental. O Dia Mundial de Preservação também irá acentuar 2007 como o Ano Internacional dos Pólos.
O gelo é muito importante para o ambiente no planeta. Ele reflete o calor do sol e faz mantém a temperatura estável. Também é uma fonte muito importante de água doce, e consiste em parte vital do sistema ecológico da Terra. Se o gelo dos pólos se fundirem e os picos gelados se retraírem, as condições dos homens e animais no Ártico mudarão. Espécies ameaçadas de extinção e comunidades inteiras perderiam seus meios de subsistência. O derretimento do gelo ártico causaria um crescente aquecimento, tanto regional quanto global. O aquecimento no Ártico é um perigo ao clima e à existência em todo o mundo.
Durante a primeira semana de junho, o Dia Mundial de Preservação do Meio-Ambiente será celebrado com festas, espetáculos, premiações, conferências internacionais e cursos.

Fonte: por Marie Koch Singelstad/http://www.noruega.org.br/policy/environment/cooperation/environment_day.htm
Fotos:
Arctic Tern (Sterna paradisaea) in flight-Fotógrafo/artista: Darrell Gulin (01),
Norway, Svalbard, Longyearbyen, observatory in snowy field-Fotógrafo/artista: Kevin Cooley(02), Valley with river in mountains, Norway-Fotógrafo/artista: John Wang (03)

MARAVILHA I - AÇORES(PORTUGAL) - HOJE EU SÓ QUERIA MOSTRAR-LHES AS MARAVILHAS DO PLANETA...


...tenho pesquisado bastante, na busca de lugares, realmente, preservados no planeta...caso algum amigo tenha alguma sugestão, pode enviá-la, sugestões sempre serão bem vindas, afinal este espaço é de todos os que amam a Natureza.

Vida marinha das ilhas é das mais bem preservadas do mundo - Greenpeace 2006-05-12 A

A organização ambientalista Greenpeace, que terminou hoje uma expedição de três semanas nos mares dos Açores, afirmou que o arquipélago constitui um dos pontos do mundo onde a vida marinha está mais bem preservada
"Pelas várias expedições em que participei, posso garantir que começam a ser poucos os locais no mundo tão bem preservados", salientou o activista Richard Page, a bordo do navio "MY Esperanza", atracado no porto de Ponta Delgada.
Para o ambientalista, ligado à Geenpreace há 13 anos, os Açores "têm muita sorte" em manter as suas comunidades piscícolas, assim como os corais de profundidade e a flora marinha em "bom estado".
O arquipélago constitui "um exemplo mundial" ao nível da protecção da vida marinha, considerou o membro da associação ambientalista, que destacou recentes medidas de protecção dos fundos marinhos.
"Parece-me que o governo açoriano tem sido muito sensível à preservação do fundo do mar das ilhas, através da criação de legislação", afirmou Richard Page, para quem "em boa hora" as autoridades proibiram o uso das redes de arrasto na região.
Durante a expedição nos Açores, inserida no âmbito do programa "Defending Our Oceans" (Defendendo os Nossos Oceanos), os activistas da Greenpeace, em colaboração com elementos do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal e investigadores da Universidade dos Açores (DOP), efectuaram vários mergulhos para captar fotografias e vídeos.
Segundo disse, a bordo do "MY Esperanza", um dos três barcos da Greenpeace, seguiram 34 pessoas, 20 tripulantes (dos quais dois investigadores do DOP) e 14 activistas, com o objectivo de demonstrar ao mundo a importância da preservação marinha.
Ao longo das três semanas, visitaram vários locais dos mares do arquipélago, entre os quais o ilhéu das Formigas (junto a Santa Maria) e o Banco D. João de Castro (junto a Terceira), para estudar a acústica dos mamíferos e captar imagens "já disponíveis no site da Greenpeace", disse.
Para Frederico Cardigos, do departamento de Oceonografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores, a presença da Greenpeace nos Açores foi muito "profícua", pois "permitiu aos investigadores locais visitarem zonas do oceano de difícil acesso".
Para além das imagens recolhidas de cetáceos (golfinhos, baleias, etc), foi também possível "documentar a riqueza do mundo aquático no arquipélago", com um câmara suspensa até aos 800 metros de profundidade.
Segundo Frederico Cardigos, foi ainda possível "compreender mais sobre a ecologia associada às espécies".
"Já sabíamos que determinadas espécies de peixes viviam a determinadas profundidades e nos locais visitados, mas agora temos mais certezas", afirmou o investigador do DOP.
O "MY Esperança", que iniciou a sua jornada em Novembro na Antártida, segue para o Mediterrâneo, depois de deixar os Açores.
Foto: Estrelas do mar da espécie Pycnopodia helianthoides, apelidada de girassol. Coletada em 2003 numa expedição do Censo de Vida Marinha, a espécie se caracteriza por movimentos lentos dentro d’água. (por Casey Debenham)

OS CONTRASTES DA NATUREZA III





04 junho 2008

PARE - PENSE...COMECE AGORA A PRESERVAR A NATUREZA


Pense de Novo
Novo vídeo da trilogia Pense de Novo alerta para as conseqüências do desmatamento
Faça sua parte
Reveja suas atitudes
O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos queimam são jogados na atmosfera e contribuem para as mudanças climáticas. É assim que acontece cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil, levando o país a ser o 4o. maior emissor do planeta. Preocupado com o tema, o WWF-Brasil preparou a trilogia Pense de Novo, uma série de três animações que busca chamar a atenção das pessoas para as mudanças climáticas, seus principais efeitos, causas e soluções.


O segundo vídeo da série aborda o maior problema brasileiro para as mudanças climáticas: o desmatamento. Ao serem cortadas e queimadas, as árvores liberam para a atmosfera o dióxido de carbono que havia nelas.


Para entender como isso funciona, veja o vídeo: http://www.wwf.org.br/participe/wwf_acao/video_pense_de_novo/index.cfm

MANUAL DE ETIQUETA SUSTENTÁVEL DA EDITORA ABRIL


NA RUA: Como percorrer a cidade onde você mora de maneira mais agradável.
1
Na hora de comprar um carro, faça um cálculo simples de qual o tamanho ideal para suas necessidades. Veículos maiores consomem e poluem mais. Modelos do tipo flex fuel estão adequados às normas de proteção ao meio ambiente. Lembre-se: prefira abastecer com etanol.

2
Carro não é o meio de transporte ecologicamente mais correto. Use-o com moderação, em especial se tiver um enorme 4x4 a diesel. Ande mais em transporte coletivo ou reabilite sua magrela.

3
Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.

4
Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.

5
Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.

6
Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.
Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/cartilha/narua.shtml