06 junho 2008
AS JUSTIFICATIVAS DOS FABRICANTES DE AUTOMOTORES
05-06-08 - Diminuir o consumo de combustível é a bola da vez entre as prioridades da indústria automobilística mundial.
De modo pragmático, entra na equação a escalada preocupante do preço do petróleo, que simplesmente dobrou em dois anos, até atingir o pico de US$ 120 o barril. Desvalorização do dólar, explosão de consumo na China, conflitos bélicos no Oriente Médio, especulações com matérias-primas, concentração das reservas em poucos (e complicados) países e falta de investimentos em novas refinarias explicam as altas.
Por outro lado há um grande espaço para veículos mais limpos em termos de emissões. Idéia fixa dos ambientalistas, os carros aparecem como um dos vilões do meio ambiente. Trata-se de meia-verdade. Automóveis modernos apresentam índices muito baixos de poluentes tóxicos e com tendência de cair ainda mais. O problema, apontam os críticos, está no gás carbônico (CO2), um dos que favorecem o aquecimento da atmosfera. O fenômeno conhecido como agravamento do efeito-estufa teria o poder de mudar o clima, derreter calotas polares, aumentar o nível dos oceanos e inundar cidades costeiras, afirmam os alarmistas.
O CO2 não é um poluente no sentido deletério da palavra (como a maioria pensa, de forma equivocada), pois sem ele a vida seria inviável. Cientistas sérios garantem: ciclos de calor e frio do planeta são irreversíveis; o homem nada pode fazer para mudar de forma decisiva o clima, tanto para o bem como para o mal. A flatulência e a produção de esterco do rebanho bovino, por exemplo, geram gases de efeito estufa até 20 vezes mais atuantes – metano e óxido nítrico.
O pior é que políticos abraçaram essas teses duvidosas e vão impondo restrições à mobilidade. Em meio a essa histeria carbônica, veio a ordem de reduzir as emissões de CO2 a qualquer custo. E aí, de novo, entra a economia de combustível, porque menor consumo significa menor emissão de CO2 em relação direta (quase 1:1). Então, economizar gasolina, álcool ou diesel no mínimo fará bem à saúde do bolso e nisso todo mundo mostra interesse.
O que está ao alcance
No Brasil não existem as mesmas opções de automóveis, como no exterior, para quem desejar economizar na conta mensal de combustível ou diminuir emissões. Quem tem consciência ecológica apurada deve considerar, em primeiro lugar, a utilização de álcool nos motores flex, independentemente do preço relativo. O combustível renovável, se custar nas bombas até 70% do preço da gasolina, também garante vantagem no custo por km rodado.
A evolução tecnológica levou a que motores a gasolina e álcool atinjam níveis próximos em termos de emissões dos principais poluentes tóxicos: monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx) e hidrocarbonetos (HC). Álcool apresenta emissões de aldeídos superiores à gasolina, mas este é um gás menos tóxico e só se forma por alguns minutos na fase curta de aquecimento do motor. Catalisadores e recalibrações eletrônicas são capazes de reduzir drasticamente esses poluentes.A partir de janeiro de 2009, todos os automóveis vendidos no Brasil se enquadrarão em nível mais severo (PL 5) do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores). Portanto, os que adiarem a compra por alguns meses terão um carro mais limpo. E no próximo ano, motores flex dispensarão gasolina na partida em dias frios e emitirão ainda menos aldeídos.
Importante ressaltar a impossibilidade de desenvolver filtro ou catalisador para CO2. Faz parte do processo de combustão, embora com álcool as emissões sejam cerca de 20% menores, se comparadas à gasolina. O grande benefício do etanol (álcool etílico), em particular o obtido da cana-de-açúcar, é sua capacidade de neutralização com mais de 95% de eficiência. O crescimento dos canaviais inclui o processo natural de fotossíntese: qualquer planta absorve CO2 e devolve oxigênio para atmosfera. Etanol de cana, praticamente, nada colabora para o efeito estufa.
Gás natural veicular (GNV) apresenta emissões menores do que gasolina, desde que sejam utilizados kits de adaptação homologados. Kit incompleto logo se desajusta e passa a poluir mais. No entanto, há várias desvantagens: preço do equipamento (mais de R$ 3.000), gastos extras de manutenção, acelerações lentas, diminuição do porta-malas, afeta estabilidade direcional e em curvas, sobrecarga mecânica (molas, amortecedores, freios, transmissão), rede pequena de abastecimento, baixa autonomia. Muito sacrifício para pouco resultado no bolso, em especial se comparado ao etanol barato em São Paulo, por exemplo.
Outra opção, diesel, provavelmente será liberada no Brasil para veículos leves a partir de 2011, quando o país conseguir independência de importações.
À exceção do combustível, restam poucas alternativas para proteção do meio ambiente aqui. Escolher um veículo pequeno, de menos massa ou de menor cilindrada para diminuir o consumo, além de optar por um câmbio manual automatizado (no momento restrito a Meriva e Stilo). Permite até 4% de economia de combustível, mas o preço fica acima dos R$ 2.000.
Opções no exterior
Motores a diesel alcançam de 20% a 25% de economia em consumo e, por conseqüência, emitem menos CO2. Representam cerca de metade das vendas atuais de automóveis no continente europeu. Porém, são mais caros e nos carros baratos sua vantagem é bem menor, em especial porque o preço do diesel está próximo – e até maior – que o da gasolina. Nos EUA e no Japão a participação de mercado é baixíssima. No resto do mundo não passa de 30% dos veículos leves.
O diesel apresenta dificuldades sérias de emissões de NOx e material particulado. As soluções – ou muletas técnicas – encarecem o veículo, além de complicar e aumentar os custos de manutenção. Apesar da evolução, são pesados, ruidosos e ásperos. O motor gira pouco, embora com imenso torque. Mas motores a gasolina reagem graças à injeção direta e uso de turbocompressores (100% dos diesel são assim). Esses recursos já reduziram para pouco mais de 10% a desvantagem no consumo. E continuará melhorando com a eliminação da borboleta de aceleração, além de dispositivos que cortam a alimentação em cilindros de acordo com o uso.
Veículos híbridos a gasolina e eletricidade avançam lentamente. São muito caros e dependem do preço da gasolina para atrair compradores. Permanecem dúvidas sobre custo-benefício e preço para substituir ou reciclar as baterias especiais. Se utilizados em estradas ou vias expressas rápidas, o motor elétrico deixa de funcionar e a poupança de combustível desaparece. Não há expectativa de importação de híbridos para o Brasil, até pela manutenção mais complexa.Surgirão outros avanços de cinco a dez anos à frente, como veículo elétrico com motor a combustão exclusivo para recarregar as baterias e, adiante, pilhas a hidrogênio também para tração 100% elétrica.Gosta de urbaninos?
Fonte: Por Fernando Calmon - http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/Tecnologia_Conteudo.vxlpub?hnid=39767
3.425.000 - TRÊS MILHÕES E QUATROCENTOS E VINTE E CINCO MIL NOVOS VEÍCULOS, SERÃO SOMADOS Á FROTA BRASILEIRA EM 2008 -

MEUS CAROS AMIGOS, PERGUNTO A VOCÊS, QUANTAS TONELADAS E CO2 SERÃO INCORPORADAS NA ATMOSFERA?
COMO FICARÁ O TRÃNSITO NAS GRANDES CIDADES?
QUANTOS MILHÕES DE ÁRVORES, SERÃO NECESSÁRIAS, PARA NEUTRALIZAR ESTAS NOVAS EMISSÕES?
ATÉ QUANDO O PLANETA SUPORTARÁ?
E NÓS, PARA ONDE IREMOS??????
DIANTE DE VOLUMOSA PRODUÇÃO, NECESSÁRIA SE FAZ, A RETIRADA DOS VEÍCULOS VELHOS DAS RUAS - SUBSTITUINDO POR NOVOS, MAIS EFICIENTES E ECOLÒGICAMENTE CORRETOS, OU SEJA, MENOS POLUIDORES.
URGENTE É A NECESSIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DE UMA REDE EFICIENTE DE TRANSPORTE PÚBLICO - INTEGRANDO OS DIVERSOS MEIOS DE TRANSPORTES, VISANDO DAR MAIOR CONFORTO ÀS PESSOAS QUE PRECISAM SE LOCOMOVER NAS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS.
05/06/2008 - Anfavea espera vendas superiores a 3 milhões de veículos
A produção total de veículos em 2008 pode chegar a 3,425 milhões
A produção total de veículos em 2008 pode chegar a 3,425 milhões
O aquecimento do mercado brasileiro de veículos gerado pelo bom momento da economia fez a associação que representa as montadoras instaladas no país ampliar suas estimativas de desempenho para o ano, que já previam vendas e produção recordes. O novo patamar em que trabalha a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é de um crescimento das vendas de 24,2% sobre 2007, para 3,060 milhões de unidades, contra estimativa anterior de vendas de 2,895 milhões.
Já em termos de produção, os novos dados da entidade apontam para expansão de 15%, para 3,425 milhões de veículos. Anteriormente, a expectativa era de alta para 3,235 milhões. O número inclui automóveis, utilitários, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários."A economia brasileira já está se apresentando em um novo patamar de tamanho e a indústria automotiva apresenta essa mesma lógica. A partir de maio do ano passado todos os nossos números começaram a indicar que entramos em um patamar novo de mercado interno, (com vendas) acima das 220 mil unidades", disse o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, a jornalistas."Saímos de um patamar de mercado interno que se apresentou até o final do primeiro semestre do ano passado de menos de 200 mil veículos por mês e estamos em um patamar novo que deve se consolidar a partir de agora em mais de 220 mil ou 230 mil veículos por mês, apresentando um crescimento a partir de agora de uma maneira mais saudável, sem grandes saltos", acrescentou Schneider."O fundamental é que esse crescimento tem se dado sem desabastecimento do mercado, com preço do veículo dentro de um patamar adequado e investimentos importantes no sentido de aumentar a produção e atender a demanda", explicou. Ele citou que as montadoras têm US$ 5 bilhões em investimentos anunciados este ano no país para aumentar a capacidade produtiva de 3,5 milhões para 3,85 milhões de veículos.
Em termos de exportações, a expectativa da Anfavea é de crescimento em valor de 7,4%, para US$ 14,5 bilhões, mas de queda de 1% em unidades, para 780 mil. Segundo Schneider, o quadro reflete momento em que as montadoras estão vendendo no mercado externo veículos de maior valor. Segundo ele, a interrupção no movimento de queda nos juros e de alta da inflação não tem surtido efeito no desempenho do setor ainda. "Por ora, não tem afetado o mercado a ponto de interromper decisões de investimento. O mercado vai se acomodar num crescimento mais paulatino, mais cadenciado.
"O presidente da Anfavea explicou que, como a base de comparação com o segundo semestre de 2007 é forte, os próximos seis meses não apresentarão crescimentos tão elevados quanto o acumulado de janeiro a maio, período em que as vendas internas avançaram 30,3% sobre os cinco primeiros meses do ano anterior, para 1,15 milhão de unidades.
Maio mais forte
As vendas de veículos novos e produção no mês passado foram recordes para o mês, de acordo com os dados da Anfavea, mas o desempenho poderia ter sido ainda melhor não fossem dois feriados no mês. Em maio foram vendidos 242 mil veículos novos, queda de 7,4% sobre o recorde histórico registrado em abril, de 261,2 mil unidades. Na comparação com maio do ano passado, houve crescimento de 14,6%.
A produção no mês passado deixou o recorde de mais de 300 mil veículos de abril, fechando em queda de 3,5% nessa comparação para 289,9 mil unidades. De janeiro a maio, a produção somou 1,38 milhão de veículos, 21% mais que o registrado um ano antes. As vendas externas no mês passado somaram 1,11 bilhão de dólares, queda de 11,1% sobre abril, e de 6,6% na comparação com maio de 2007.
De acordo com os números da Anfavea, a Fiat ocupa a primeira posição no ranking de montadoras em termos de vendas de automóveis e comerciais leves, com 274.071 veículos comercializados de janeiro a maio. Em segundo, aparece a Volkswagen, com 240.843 unidades, seguida de perto por General Motors, com 235.318 e Ford, com 102.337.
Fonte: Agência Reuters e UOL Notícias
Fonte: Agência Reuters e UOL Notícias
05 junho 2008
05/JUNHO/2008 - COMEMORAÇÕES OU RÉQUIEM - ARTIGO
5 de junho, dia mundial do meio ambiente: festa ou réquiem?
Por Maísa Guapyassú*
Sempre que vem chegando esse dia, muitas instituições se preparam para comemorar. Feiras, exposições, atividades de plantio de árvores, oficinas, cursos, enfim um grande cardápio de opções é oferecido. E vendo isso, sempre me pergunto: o que essas ações pulverizadas trazem? Será que quem as organiza, quem as freqüenta sabe do que se trata, sabe das questões complexas envolvidas? Sabe realmente o que está acontecendo no planeta?
Para muitos, essas atividades são só para constar. Entram no calendário escolar, no das instituições, e acabam sendo diluídas no mar de tarefas, fora do contexto real que provocaria reflexões sobre o dia e seu significado.
Esse nome, em nossa língua, já é esquisito: meio-ambiente. Duas palavras que significam a mesma coisa, e se o meu português não está enferrujado demais, é um pleonasmo. Vêm-me duas coisas à cabeça: ou é erro mesmo, vício de linguagem, ou um ato falho que quer frisar a importância que se tem que dar à questão.
Falo em ambiente e englobo qualquer coisa. Principalmente aquilo que interessa, em diferentes graus de profundidade, ao ser humano. E no meio desses interesses, está a conservação da natureza, na maioria das vezes no fim da fila.
A relação entre conservar a natureza e manter o planeta Terra viável para as espécies que o compõem é tão intrínseca, que é esquecida. Paradoxo? Não sei. Respirar é fundamental para os seres vivos, humanos inclusive. Mas nenhum ser tem consciência de sua respiração, da importância disso, enquanto respira. A gente só toma consciência da respiração quando tem dificuldade em respirar. Só percebe como a saúde é importante quando a perde. E acho que aí pode residir a chave do entendimento dessa relação estapafúrdia que o ser humano estabeleceu com a natureza: só presto atenção quando incomoda. E quando incomoda, vou tentar combater os sintomas, não as causas. Fico na superficialidade, não busco a essência.
E qual a essência da questão? A natureza tem que ser preservada, para que a vida seja possível. Vida só do ser humano? Posso até pensar assim. Mas para que o ser humano sobreviva, é necessário que milhões de outras espécies também sobrevivam, cada uma cumprindo uma função, fazendo parte de um quebra-cabeças intrincado, complexo e impossível de remontar se desmanchado.
Alguns poucos exemplos da superficialidade? Dia do meio ambiente, dia de falar de poluição de água. Fala-se em controle de poluição industrial, doméstica, do agronegócio. Mas não se fala que se eu não preservar florestas, vegetação das nascentes, não vou ter água suficiente sequer pra poluir.
Dia de falar de reciclagem. Mas não se fala que a meta deveria ser nem ter material para reciclar, porque lixo, qualquer lixo, é recurso natural seqüestrado, que jamais vai voltar para seu local de origem para ser reincorporado e voltar a fazer parte da estrutura do sistema que o originou. Complicado? É.
Simplificar demais as coisas, em muitos casos, desvia a atenção das causas, que devem ser combatidas. Aqui cabe o mesmo exemplo de causas e sintomas de doença.
Essa simplificação, o modelo econômico que adotamos, nosso afastamento deliberado ou não das causas do problema leva à noção de que a natureza é um grande supermercado. Num supermercado, pego o meu carrinho, vou retirando produtos da prateleira; se por acaso passo num local e não tem um determinado produto, aguardo um pouco que alguém repõe. Se faz uso da natureza com o mesmo espírito: retiro tudo o que quero, ponho no carrinho, e quando falta, espero que alguém reponha. Só que na natureza, dependendo da quantidade, da intensidade e da velocidade com que retiro os produtos da “prateleira”, eu destruo, inviabilizo os processos ecológicos essenciais responsáveis pela reposição dos “produtos” na “prateleira”. E aí, já era, usando uma expressão bem popular.
E estamos colecionando um monte de “já era”, faz tempo. Com relação a espécies que se extinguiram, sistemas naturais que desapareceram, com toda sua complexidade de espécies e interações. Muitos estão agonizando. E estamos cada vez mais, sentindo os efeitos dessa agonia.
Então, temos que finalmente acordar para uma realidade que foi e está sendo construída por nós. Uma construção que cada vez mais põe em risco a sobrevivência do planeta.
Precisamos encarar as causas, ter coragem para mudar o que precisa ser mudado, ir com o dedo na ferida e buscar a cura – para as causas, não só para os sintomas.
Isso se faz individualmente, com atos simples no dia a dia, que estão nos folhetos distribuídos inclusive nas comemorações do dia do meio ambiente; e coletivamente, como sociedade atenta, combativa e pró-ativa, que tem que mostrar aos nossos dirigentes que conservar nossa natureza é questão de sobrevivência. Que quer fazer isso. E isso tem que ser feito agora, para que esse planeta, tal qual o conhecemos e amamos, tenha realmente um futuro.
* Maísa Guapyassú é engenheira florestal e analista de projetos da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza.
Fonte:http://internet.boticario.com.br/portal/site/fundacao/template.PAGE/menuitem.5e4e7c3e0f8fa6d9e4e25afce2008a0c/?javax.portlet.tpst=7c146ae444a89a519341d33658be0826&javax.portlet.prp_7c146ae444a89a519341d33658be0826_viewID=MY_PORTAL_VIEW&javax.portlet.begCacheTok=com.vignette.cachetoken&javax.portlet.endCacheTok=com.vignette.cachetoken&Action=MATERIA&CodMateria=d6d03f00a5b4a110VgnVCM1000006f04650aRCRD&Edicao=Edi%E7%E3o+92&ActionAnterior=Action=TITULO;Parametro=Edi%E7%E3o+92
DIA MUNDIAL DE PRESERVAÇÃO DO MEIO-AMBIENTE - NORUEGA
HÁ UM ANO ATRÁS...
A Organização das Nações Unidas (ONU) deu à Noruega a missão de ser anfitriã do Dia Mundial de Preservação do Meio-Ambiente, que terá início em 5 de junho 2007. O dia será celebrado em mais de 100 países, e o tema deste ano será “Gelo que derrete, um tema quente?”.
A Organização das Nações Unidas (ONU) deu à Noruega a missão de ser anfitriã do Dia Mundial de Preservação do Meio-Ambiente, que terá início em 5 de junho 2007. O dia será celebrado em mais de 100 países, e o tema deste ano será “Gelo que derrete, um tema quente?”.
4/6/2007 :: O Ministério Norueguês do Meio-Ambiente escolheu a cidade de Tromsø para organizar os eventos, que serão realizados entre os dias 3 e 5 de junho. A cidade foi escolhida para as celebrações porque, em seu ambiente propício à pesquisa científica polar, a Universidade de Tromsø e o Instituto Polar Norueguês são atores importantes nesse âmbito. Além disso, Tromsø tem vivenciado a história tanto agora quanto antes.
O objetivo do evento é divulgar conhecimentos e criar interesse pela questão ambiental. O Dia Mundial de Preservação também irá acentuar 2007 como o Ano Internacional dos Pólos.
O gelo é muito importante para o ambiente no planeta. Ele reflete o calor do sol e faz mantém a temperatura estável. Também é uma fonte muito importante de água doce, e consiste em parte vital do sistema ecológico da Terra. Se o gelo dos pólos se fundirem e os picos gelados se retraírem, as condições dos homens e animais no Ártico mudarão. Espécies ameaçadas de extinção e comunidades inteiras perderiam seus meios de subsistência. O derretimento do gelo ártico causaria um crescente aquecimento, tanto regional quanto global. O aquecimento no Ártico é um perigo ao clima e à existência em todo o mundo.
Durante a primeira semana de junho, o Dia Mundial de Preservação do Meio-Ambiente será celebrado com festas, espetáculos, premiações, conferências internacionais e cursos.
Fonte: por Marie Koch Singelstad/http://www.noruega.org.br/policy/environment/cooperation/environment_day.htm
O objetivo do evento é divulgar conhecimentos e criar interesse pela questão ambiental. O Dia Mundial de Preservação também irá acentuar 2007 como o Ano Internacional dos Pólos.
O gelo é muito importante para o ambiente no planeta. Ele reflete o calor do sol e faz mantém a temperatura estável. Também é uma fonte muito importante de água doce, e consiste em parte vital do sistema ecológico da Terra. Se o gelo dos pólos se fundirem e os picos gelados se retraírem, as condições dos homens e animais no Ártico mudarão. Espécies ameaçadas de extinção e comunidades inteiras perderiam seus meios de subsistência. O derretimento do gelo ártico causaria um crescente aquecimento, tanto regional quanto global. O aquecimento no Ártico é um perigo ao clima e à existência em todo o mundo.
Durante a primeira semana de junho, o Dia Mundial de Preservação do Meio-Ambiente será celebrado com festas, espetáculos, premiações, conferências internacionais e cursos.
Fonte: por Marie Koch Singelstad/http://www.noruega.org.br/policy/environment/cooperation/environment_day.htm
Fotos:
Arctic Tern (Sterna paradisaea) in flight-Fotógrafo/artista: Darrell Gulin (01),
Norway, Svalbard, Longyearbyen, observatory in snowy field-Fotógrafo/artista: Kevin Cooley(02), Valley with river in mountains, Norway-Fotógrafo/artista: John Wang (03)
Arctic Tern (Sterna paradisaea) in flight-Fotógrafo/artista: Darrell Gulin (01),
Norway, Svalbard, Longyearbyen, observatory in snowy field-Fotógrafo/artista: Kevin Cooley(02), Valley with river in mountains, Norway-Fotógrafo/artista: John Wang (03)
MARAVILHA I - AÇORES(PORTUGAL) - HOJE EU SÓ QUERIA MOSTRAR-LHES AS MARAVILHAS DO PLANETA...

...tenho pesquisado bastante, na busca de lugares, realmente, preservados no planeta...caso algum amigo tenha alguma sugestão, pode enviá-la, sugestões sempre serão bem vindas, afinal este espaço é de todos os que amam a Natureza.
Vida marinha das ilhas é das mais bem preservadas do mundo - Greenpeace 2006-05-12 A
A organização ambientalista Greenpeace, que terminou hoje uma expedição de três semanas nos mares dos Açores, afirmou que o arquipélago constitui um dos pontos do mundo onde a vida marinha está mais bem preservada
"Pelas várias expedições em que participei, posso garantir que começam a ser poucos os locais no mundo tão bem preservados", salientou o activista Richard Page, a bordo do navio "MY Esperanza", atracado no porto de Ponta Delgada.
Para o ambientalista, ligado à Geenpreace há 13 anos, os Açores "têm muita sorte" em manter as suas comunidades piscícolas, assim como os corais de profundidade e a flora marinha em "bom estado".
O arquipélago constitui "um exemplo mundial" ao nível da protecção da vida marinha, considerou o membro da associação ambientalista, que destacou recentes medidas de protecção dos fundos marinhos.
"Parece-me que o governo açoriano tem sido muito sensível à preservação do fundo do mar das ilhas, através da criação de legislação", afirmou Richard Page, para quem "em boa hora" as autoridades proibiram o uso das redes de arrasto na região.
Durante a expedição nos Açores, inserida no âmbito do programa "Defending Our Oceans" (Defendendo os Nossos Oceanos), os activistas da Greenpeace, em colaboração com elementos do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal e investigadores da Universidade dos Açores (DOP), efectuaram vários mergulhos para captar fotografias e vídeos.
Segundo disse, a bordo do "MY Esperanza", um dos três barcos da Greenpeace, seguiram 34 pessoas, 20 tripulantes (dos quais dois investigadores do DOP) e 14 activistas, com o objectivo de demonstrar ao mundo a importância da preservação marinha.
Ao longo das três semanas, visitaram vários locais dos mares do arquipélago, entre os quais o ilhéu das Formigas (junto a Santa Maria) e o Banco D. João de Castro (junto a Terceira), para estudar a acústica dos mamíferos e captar imagens "já disponíveis no site da Greenpeace", disse.
Para Frederico Cardigos, do departamento de Oceonografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores, a presença da Greenpeace nos Açores foi muito "profícua", pois "permitiu aos investigadores locais visitarem zonas do oceano de difícil acesso".
Para além das imagens recolhidas de cetáceos (golfinhos, baleias, etc), foi também possível "documentar a riqueza do mundo aquático no arquipélago", com um câmara suspensa até aos 800 metros de profundidade.
Segundo Frederico Cardigos, foi ainda possível "compreender mais sobre a ecologia associada às espécies".
"Já sabíamos que determinadas espécies de peixes viviam a determinadas profundidades e nos locais visitados, mas agora temos mais certezas", afirmou o investigador do DOP.
O "MY Esperança", que iniciou a sua jornada em Novembro na Antártida, segue para o Mediterrâneo, depois de deixar os Açores.
"Pelas várias expedições em que participei, posso garantir que começam a ser poucos os locais no mundo tão bem preservados", salientou o activista Richard Page, a bordo do navio "MY Esperanza", atracado no porto de Ponta Delgada.
Para o ambientalista, ligado à Geenpreace há 13 anos, os Açores "têm muita sorte" em manter as suas comunidades piscícolas, assim como os corais de profundidade e a flora marinha em "bom estado".
O arquipélago constitui "um exemplo mundial" ao nível da protecção da vida marinha, considerou o membro da associação ambientalista, que destacou recentes medidas de protecção dos fundos marinhos.
"Parece-me que o governo açoriano tem sido muito sensível à preservação do fundo do mar das ilhas, através da criação de legislação", afirmou Richard Page, para quem "em boa hora" as autoridades proibiram o uso das redes de arrasto na região.
Durante a expedição nos Açores, inserida no âmbito do programa "Defending Our Oceans" (Defendendo os Nossos Oceanos), os activistas da Greenpeace, em colaboração com elementos do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal e investigadores da Universidade dos Açores (DOP), efectuaram vários mergulhos para captar fotografias e vídeos.
Segundo disse, a bordo do "MY Esperanza", um dos três barcos da Greenpeace, seguiram 34 pessoas, 20 tripulantes (dos quais dois investigadores do DOP) e 14 activistas, com o objectivo de demonstrar ao mundo a importância da preservação marinha.
Ao longo das três semanas, visitaram vários locais dos mares do arquipélago, entre os quais o ilhéu das Formigas (junto a Santa Maria) e o Banco D. João de Castro (junto a Terceira), para estudar a acústica dos mamíferos e captar imagens "já disponíveis no site da Greenpeace", disse.
Para Frederico Cardigos, do departamento de Oceonografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores, a presença da Greenpeace nos Açores foi muito "profícua", pois "permitiu aos investigadores locais visitarem zonas do oceano de difícil acesso".
Para além das imagens recolhidas de cetáceos (golfinhos, baleias, etc), foi também possível "documentar a riqueza do mundo aquático no arquipélago", com um câmara suspensa até aos 800 metros de profundidade.
Segundo Frederico Cardigos, foi ainda possível "compreender mais sobre a ecologia associada às espécies".
"Já sabíamos que determinadas espécies de peixes viviam a determinadas profundidades e nos locais visitados, mas agora temos mais certezas", afirmou o investigador do DOP.
O "MY Esperança", que iniciou a sua jornada em Novembro na Antártida, segue para o Mediterrâneo, depois de deixar os Açores.
Fonte: portalacores.com - http://acores.sapo.pt/noticia.php?id=8923
Foto: Estrelas do mar da espécie Pycnopodia helianthoides, apelidada de girassol. Coletada em 2003 numa expedição do Censo de Vida Marinha, a espécie se caracteriza por movimentos lentos dentro d’água. (por Casey Debenham)
Assinar:
Postagens (Atom)
