12 junho 2008

OS NOVOS ANIMAIS



Quinta-feira, Junho 29, 2006
NOVA ESPÉCIE: "SERPENTE CAMALEÃO"


Um novo tipo de serpente, capaz de mudar de cor espontaneamente, assim como o camaleão, foi descoberto na floresta de Bornéu, anunciou segunda-feira a WWF (World Wildlife Fund). Segundo a organização ambiental, a comunidade científica está surpresa com o fenômeno, que ainda não sabem explicar. A sua habilidade para mudar de cor é tanta que manteve-a escondida da ciência até hoje. Foi o cientista alemão Mark Auliya descobriu a "serpente do barro de Kapuas", assim chamada em referência ao local onde foi encontrada. O biólogo capturou duas serpentes venenosas na região pantanosa das florestas adjacentes ao rio Kapuas, na Indonésia. Foi então que reparou na mudança da pigmentação de um dos animais. A descoberta veio bem em tempo para ampliar os esforços concervacionistas na região.

Especialistas advertem que a extensão florestal da ilha de Bornéu diminuiu 75% desde os anos 80.

A descoberta desta espécie eleva para 361 o número de espécies animais e vegetais encontradas nos últimos dez anos no território.

FAUNA E FLORA ESTÃO EM RISCO - 15.589 ESPÉCIES ESTÃO AMEAÇADAS



Na corda bamba ambiental

Divulgada nova versão da Lista Vermelha de espécies ameaçadas; relação brasileira vai virar livro

A versão de 2004 da Lista Vermelha de espécies ameaçadas de extinção acaba de ser divulgada pela União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN na sigla em inglês). Os resultados não são animadores: 15 espécies foram consideradas extintas nos últimos 20 anos e outras 12 sobrevivem apenas em cativeiro. A Lista Vermelha deste ano cresceu de forma significativa em relação à versão de 2003: são 3330 espécies a mais. No total, são 15.589 espécies ameaçadas (7266 animais e 8323 vegetais). Esse aumento, no entanto, não reflete um surto de extinções ocorrido no último ano: ele pode ser explicado em parte por conta da inclusão de relações inéditas das espécies ameaçadas de anfíbios e de dois grupos de vegetais (coníferas e cicadáceas), feitas recentemente pela IUCN, além de reavaliações de critérios para listas de outros grupos.

Mesmo assim, a IUCN afirma que a degradação ambiental está acelerada como nunca. Acredita-se ainda que, devido a aproximações, o número de espécies ameaçadas ou extintas possa ser ainda maior do que indicam os índices da Lista. De acordo com as informações da Lista Vermelha, o número de espécies ameaçadas aumentou em todos os grupos taxonômicos.

Outro dado preocupante é a igualdade entre a ameaça de extinção de espécies continentais e insulares. A maior fragilidade dos ecossistemas de ilhas explicaria o desaparecimento mais rápido dessas espécies.

Apesar disso, os números apontam que, mesmo nas áreas continentais, o risco não diminui.

A maioria das espécies ameaçadas de extinção encontra-se em áreas de grande concentração populacional. Não à toa, os países com o maior número de espécies endêmicas (que ocorrem em uma única área) na lista são Brasil, China, Austrália, Indonésia e México. A situação da fauna brasileira na lista da IUCN reflete também o descaso com a preservação ambiental. Segundo esse documento, os países que menos destinam recursos à preservação ambiental são aqueles que figuram como os primeiros na contagem de espécies endêmicas ameaçadas. O Brasil, aliás, foi o único país nominalmente citado como exemplo dessa categoria. Isso se reflete em números: há no Brasil 42 espécies de mamíferos endêmicos ameaçados, o que faz com que ocupe o sexto lugar numa lista de 239 países. Os números alarmantes aparecem também na Lista Brasileira da Fauna Ameaçada, um projeto realizado pela Fundação Biodiversitas em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Sociedade Brasileira de Zoologia, Conservation International do Brasil e Instituto Terra Brasilis. Essa lista, oficializada pelo Ministério do Meio Ambiente em 2003, revela que há 395 espécies terrestres ‐ mamíferos, aves, anfíbios, répteis e invertebrados ‐ ameaçadas de extinção, a maioria na categoria "vulnerável", que é o nível de ameaça mais brando, o que não deixa de ser preocupante. As espécies aquáticas foram listadas apenas em 2004, depois de um ano de discussões e novas pesquisas. O motivo principal é que a primeira lista de peixes e invertebrados aquáticos trazia espécies predadas com fins comerciais. A presença delas na lista poderia gerar problemas econômicos e jurídicos, já que representaria a proibição da pesca. Por conta disso, a equipe responsável pelas espécies aquáticas estabeleceu cotas para sua pesca e a época do ano em que ela estaria liberada.

Para traçar novas estratégias de proteção ambiental e evitar que mais espécies entrem na lista vermelha de 2005, realiza-se de 17 a 25 de novembro o Terceiro Congresso da IUCN pela Conservação Mundial, em Bangkok. Lá, mais de mil organizações parceiras e 5 mil delegados, inclusive representantes governamentais, do setor privado e do terceiro setor, pretendem alertar o mundo para a rapidez sem precedentes com a qual algumas espécies têm sumido do planeta.

Fonte: Aline Gatto Boueri Ciência Hoje On-line 19/11/04

11 junho 2008

FAUNA MUNDIAL I - PRECISAMOS PRESERVÁ-LA




Nome comum: Grow


Nome em inglês: Crowned Crane ou Crested Crane


Grou-coroado-preto, Black Crowned Crane (Balearica pavonina) – ave nacional da Nigéria


Grou-coroado-cinza, Grey Crowned Crane (Balearica regulorum) – ave nacional de Uganda
Existe uma discordância em relação a classificação dessa espécie... Algumas autoridades acham que ambos, preto e cinza, são da mesma espécie B. pavonina... Entretanto, a nomenclatura (Zimmerman, Turner e Pearson) classifica outra espécie, a B. regulorum...

Em muitas zonas de África o Grou Coroado é considerado uma ave sagrada e o seu significado cultural fez com que seja protegida localmente. O Grou Coroado é a ave nacional do Uganda. Esta espécie é considerada os fósseis vivos da família dos Grous porque conseguiram sobreviver à Idade do Gêlo nas savanas de África.

CORAIS ESTÃO DESAPARECENDO EM ABROLHOS -POLUIÇÃO/AQUECIMENTO SÃO OS FATORES CAUSADORES - BAHIA - BRASIL


11/06/2008 - Doença misteriosa dizima corais na Bahia


Para um grupo de pesquisa que mergulha a trabalho em Abrolhos, no sul da Bahia, essa atividade está sendo triste em vez de prazerosa. Após quase sete anos de um monitoramento constante e inédito na região, eles se declaram preocupados com a saúde dos corais-cérebro que vivem lá, nas formações dos tradicionais recifes da região do arquipélago.
Doentes --10% da área de cobertura das colônias analisadas já sumiu em três anos--, esses animais poderão sofrer muito mais até o fim do século se a prevalência da doença for mantida. Se ela crescer só 1%, eles podem até desaparecer.
"Com os níveis atuais, até 2100, 60% das colônias poderão morrer", afirmou à Folha o pesquisador Ronaldo Francini-Filho, autor do estudo publicado na revista científica "Marine Pollution Bulletin".
Leo Francini/Folha Imagem
Para reverter o quadro em Abrolhos, na Bahia, a forma mais segura é aumentar a conservação do local, segundo os especialistas
Atualmente ligado à Universidade Estadual da Paraíba, ele fez o trabalho pela Universidade Federal da Bahia. De acordo com o biólogo, em todos os 18 pontos onde existe registro da doença, o problema surgiu a partir de 2005. "É algo bastante recente", afirma.
Os invertebrados de Abrolhos são vitimados por diversas doenças, diz a pesquisa. A chamada praga branca, porém, é uma preocupação especial. "A principal hipótese de trabalho é que esta doença seja causada por bactérias."
A questão é mais complexa, entretanto, e cientistas ainda não tem certeza sobre o que promove a disseminação dessas bactérias, que surgem com muita freqüência no litoral baiano. "Para nós, são fortes os indícios de que se trata de uma sinergia de fatores", diz Francini-Filho. O aumento da temperatura superficial dos oceanos tem uma parcela de culpa. A poluição local, que é grande, também é responsável.
Um sinal disso é que a doença segue mar adentro, atingindo pontos de 10 km a 40 km da costa, no próprio arquipélago de Abrolhos. "A poluição do continente atinge uma distância grande", afirma o biólogo.
O quadro registrado no Brasil --em parte, por causa do aumento da temperatura dos mares-- não é fenômeno isolado.
No Caribe, nos últimos anos, tem sido freqüente o registro de sumiço de colônias coralinas. "Lá é mais fácil fazer uma correlação com o clima, porque existem séries históricas maiores, de milhares de anos", diz Francini-Filho.
Segundo o biólogo, os dados caribenhos são unânimes em mostrar que o aumento da temperatura superficial do oceano é bem mais presente nas últimas décadas.
Para reverter o quadro em Abrolhos, explicam os pesquisadores, a forma mais segura é aumentar a conservação do local. O coral-cérebro é uma espécie endêmica, que existe apenas no litoral do Brasil.

Fonte: EDUARDO GERAQUE da Folha de S.Paulo

10 junho 2008

AS FLORESTAS TROPICAIS E SUBTROPICAIS ÚMIDAS - ÁFRICA



Precisamos preservar estas riquezas do planeta...!!!

FAUNA E FLORA, uma riqueza sem preço, a vida do planeta terra.

As florestas tropicais e subtropicais úmidas de folhas largas são encontradas em um cinturão em torno do equador e nos subtrópicos úmidos, e são caracterizadas por climas quentes, úmidos, com alta taxa de pluviosidade. As regiões tropicais e subtropicais com baixa pluviosidade ou estações úmida e seca distintas abrigam florestas tropicais e subtropicais secas de folhas largas e florestas tropicais e subtropicais de coníferas. As florestas pluviais temperadas também ocorrem em algumas regiões costeiras temperadas úmidas.
As florestas tropicais e subtropicais úmidas de folhas largas são comuns em várias ecorregiões terrestres, incluindo partes da Afrotrópica (África equatorial), Indomalaia (partes do subcontinente indiano e sudeste da Ásia), Neotrópica (norte da América do Sul e América Central), Australásia (leste da Indonésia, Nova Guiné e norte da Austrália), e Oceania (as ilhas tropicais do Oceano Pacífico. Cerca de metade das florestas pluviais do mundo estão no Brasil. As florestas tropicais cobrem atualmente menos de 6% da superfície continental e insular da Terra. Os cientistas estimam que mais da metade de todas as espécies de plantas e animais do mundo vivem em florestas pluviais tropicais. As florestas pluviais tropicais produzem 40% do oxigênio da Terra.

Ecorregiões das florestas tropicais e subtropicais úmidas de folhas largas
Ecorregião Afrotrópica

- Florestas das montanhas de Camarões (Camarões, Nigéria)

- Florestas das planícies centrais do Congo (República Democrática do Congo)

- Florestas de Comoros (Comoros)

- Florestas de transição do Níger (Nigeria)

- Florestas costeiras de Sanaga-Bioko coastal forests (Camarões, Guiné quatorial, Nigéria)

- Florestas de montanha o leste da África (Quênia, Sudão, Tanzânia)

- Florestas do arco leste (Tanzânia, Quênia)Floresta dos pântanos do leste do Congo (República Democrática do Congo)

- Florestas do leste da Guiné (Benin, Gaana, Costa do Marfim, Togo)

- Florestas de montanha da Etiópia (Etiópia)

- Florestas graníticas das Seychelles (Seychelles)

- Florestas de montanha da Guiné (Guiné, Costa do Marfim, Libéria, Serra Leoa)

- Florestas de montanha de Knysna-Amatole (África do Sul)

- Mosaico florestal costeiro de KwaZulu-Cabo (África do Sul)

- Florestas de planície de Madagascar (Madagascar)

- Florestas sub-úmidas de Madagascar (Madagascar)

Fonte: Wikipédia


AS RESERVAS DO BRASIL - ILHA DOS PAPAGAIOS E SUPERAGUI




A Ilha dos Papagaios e Superagui
Oficialmente conhecida como Ilha do Pinheiro, localiza-se na Baía dos Pinheiros e é outro ponto maravilhoso para se ficar a bordo de um veleiro. Além do belo pôr-do-sol que se pode observar olhando para a Ilha do Superagui ao seu lado, podemos curtir a revoada dos papagaios- de-cara-roxa que ali vêm para pernoitar. O local é muito bem abrigado e com bom calado, fazendo com que seja um ótima opção de passeio para um feriado prolongado.

Formado pelas ilhas de Peças e Superagui, o Parque Nacional do Superagui foi declarado, em 1999, Patrimônio Natural da Humanidade, pela UNESCO, sendo considerado um dos ecossistemas costeiros mais notáveis do planeta e um dos raros recantos naturais da Mata Atlântica ainda intocados pelo homem.

A floresta de restinga abriga grande variedade de orquídeas e espécies animais raras e em extinção, como o mico-leão-da-cara-preta e o papagaio-de-cara-roxa, o chauá, que só existem lá. O manguezal preservado é berçário de várias espécies marítimas.
A Ilha do SuperaguiA Ilha do Superagui na verdade é uma ilha artificial, pois foi criada em 1953 com a construção do Canal do Varadouro. Na região sul, no lado interno da ilha e de frente para a Ilha das Peças, há o vilarejo dos pescadores, com alguns restaurantes e pousadas. É uma ótima opção para um almoço curtindo o visual da barra e Ilha do Mel ao fundo. No verão recebe muitos turistas vindos de lá em pequenas voadeiras ( coisa de 20 min de travessia ). A barra fica bem próxima, gerando um grande banco de areia onde é possível dar uma agradável caminhada e tomar um banho de mar delicioso.
Fonte:http://www.madeincuritiba.com.br/musashi/superagui.htm

Informações adicionais: 1 - Rodney, do veleiro Four Winds, disponibiliza os waypoints para se chegar à Baía dos Pinheiros em seu site : Waypoints
2 -Papagaio de cara-roxa
Reino: Animalia,
Filo: Chordata
Classe:Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Nome científico: Amazona brasiliensis
O papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) é uma das aves que estão sob risco de extinção no mundo. A espécie é endêmica de uma região, isto é, somente é encontrada em um único lugar no mundo. Sua área de ocorrência abrange uma estreita faixa que vai do litoral sul de São Paulo, atravessa a costa do Paraná e chega até o extremo norte do litoral de Santa Catarina

OS RIOS MAIS POLUÍDOS DO BRASIL


Sempre que posto notícias deste tipo, me entristeço muito...gostaria muito de estar contìnuamente trazendo boas novas para vocês. Mas alertar o mundo, também faz parte do nosso propósito...cobrar, conscientizar. Precisamos romper as resistências ao desenvolvimento sustentável e limpo.


Rio Iguaçu, o 2º mais poluído do país, não tem perspectiva de melhora .
O rio que corta o Paraná é o segundo mais poluído do Brasil. Elevada quantidade de moradores na bacia do Iguaçu e baixa vazão são apontados como agravantes da poluição.

04/06/2008 - As famílias que vivem ao redor do Rio Iguaçu, em Curitiba e região metropolitana, vão continuar sofrendo com a poluição nos próximos anos. A afirmação foi feita pelo gerente da agência de bacias do Alto Iguaçu, Enéias Souza Machado, da Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa), órgão ligado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os anos de 2002 e 2004, apontou o Rio Iguaçu como o segundo mais poluído em grandes cidades brasileiras. Perde apenas para o Rio Tietê, em São Paulo. Machado não contesta a pesquisa do IBGE.

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O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta. Para proteger esse patrimônio, destina uma área de mais de 712.660 km2 a unidades de conservação (UCs) federais, segundo levantamento do Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2008 (IDS), divulgado nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Leia matéria completa

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O Brasil está prestes a iniciar a construção de sua terceira usina nuclear -anunciada para este ano pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff -, mas ainda não tem depósitos específicos para armazenar seu lixo radioativo. Leia matéria completa
“Esses dados que usaram foram levantados pela secretária (Sema) mesmo. São dados locais passados pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e pela Suderhsa”, afirmou Machado. De acordo com o gerente ambiental, os dados levantados em 2004 podem estar iguais ou até piores agora em 2008.

Obras e baixa vazão

Obras de saneamento básico para mudar o panorama estão sendo feitas, mas o problema é físico. “Mesmo com as obras ao longo dos próximos anos, os rios do Alto Iguaçu vão continuar com uma poluição elevada, pois são rios de baixa vazão e com muita gente morando em volta”, explicou Machado.

Entre os rios que fazem parte do Alto Iguaçu estão o Belém, o Atuba e o Barigüi. Rios que passam entre áreas com intensa habitação em Curitiba e região. Sobre o Rio Iguaçu, Machado explica que são basicamente dois fatores para a elevada poluição. “Primeiro, é o passivo ambiental, que já há algumas décadas existe, com falta de investimento no saneamento ambiental. Isso não só aqui no Paraná, mas no país inteiro”, disse.

O segundo fator é referente aos moradores em volta do rio. “Numa região de início de bacia existem 2,5 milhões de habitantes. É muita gente em volta do rio. As obras de saneamento melhoram a condição, mas ainda fica uma poluição residual, não desprezível e ainda elevada”.

A qualidade da água do Rio Iguaçu melhora conforme se afasta do aglomerado de moradias na região metropolitana e quando a vazão do rio aumenta. “Em Foz do Iguaçu (Oeste) a qualidade é altíssima, pois a vazão é muito grande no local”, afirmou Machado. Uma das soluções apontadas pelo gerente da agência de bacias para a despoluição do Rio Iguaçu é o sistema de flotação, que já é utilizado em São Paulo. “Além das obras de saneamento é feito o tratamento do leito do rio. Isso é uma ação que pretendemos implantar num médio prazo. No primeiro momento é colocar esgotos onde ainda não existem”, definiu.

O prazo mínimo para concluir as obras de saneamento é de 5 a 10 anos e, segundo Machado, são obras “bastante caras”.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente não quis comentar a pesquisa realizada pelo IBGE, pois não tem conhecimento sobre como o estudo foi feito.

Pesquisa

A informação sobre o Rio Iguaçu é do levantamento Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2008 (IDS), divulgado nesta quarta-feira (4), pelo IBGE. Além do Tietê e do Iguaçu, a situação também é crítica no Rio das Velhas, que corta Belo Horizonte, no Rio Paraguaçu, que banha parte do Recôncavo Baiano, e no Ipojuca, que atravessa cidades industriais de Pernambuco.