13 junho 2008

CONSTRUÇÃO CIVIL: O USO RACIONAL E SUSTENTÁVEL DA MADEIRA

MADEIRA: USO SUSTENTÁVEL NA CONSTRUÇÃO CIVIL

O IPT, a Secretaria Municipal do Verde e o Sinduscon lançaram um manual sobre os vários tipos de madeira existentes no Brasil para orientar a construção civil e os revendedores do produto a poupar espécies em risco de extinção.
O guia Madeira: Uso Sustentável na Construção Civil mostra opções que podem ser utilizadas sem agredir o meio ambiente ou destruir espécies raras, apresentando rendimento similar nas várias etapas da edificação.
O manual está disponível em arquivo no formato PDF.download do manual
Os documentos em arquivos no formato PDF podem ser visualizados com o software Acrobat Reader.download do software

12 junho 2008

FAUNA E FLORA II - ANTÍLOPE - ORIX - VAMOS PRESERVAR NOSSOS ANIMAIS




ORIX
Oryx gazella
Oryx beisa
Oryx leucoryx
Oryx
Oryx
Existem várias subespécies de orix, inclusive o orix-branco (o qual eu penso que é o mesmo orix-árabe, cujo nome científico é Oryx leucoryx), entre elas, duas são bem parecidas: o Gemsbok (Oryx gazella) e o Fringe-eared oryx (Oryx gazella callotis).
Gemsbok have a pale gray body color with large black patches on its rump and on the upper hindlegs. Fringe-eared oryx have a browner body color with a tuft of black hair growing from the ear tips.
Nome em inglês: Gemsbok

Nome científico: Oryx gazella
Animal-símbolo da Namíbia - África

É um animal que vive em pequenos grupos em lugares secos ou em grandes grupos em uma região desértica. Têm uma excelente audição e podem detectar um som na distância de 1 quilômetro.
Quando atacados, eles se defendem com os seus chifres. Têm uma dieta vasta, como grama, frutas, raízes, tubérculos e, às vezes, cebolas ou melões selvagens, quando querem beber água e não encontram. Algumas pessoas acreditam que ele esteja associado ao mito do unicórnio...
Distribuição: Vivem em pequenos grupos na Namíbia, Botsuana e África do Sul. Grandes números existem em localidades privadas, especialmente em Parques e Áreas Protegidas, entre as fronteiras dos 3 países como:



OS NOVOS ANIMAIS



Quinta-feira, Junho 29, 2006
NOVA ESPÉCIE: "SERPENTE CAMALEÃO"


Um novo tipo de serpente, capaz de mudar de cor espontaneamente, assim como o camaleão, foi descoberto na floresta de Bornéu, anunciou segunda-feira a WWF (World Wildlife Fund). Segundo a organização ambiental, a comunidade científica está surpresa com o fenômeno, que ainda não sabem explicar. A sua habilidade para mudar de cor é tanta que manteve-a escondida da ciência até hoje. Foi o cientista alemão Mark Auliya descobriu a "serpente do barro de Kapuas", assim chamada em referência ao local onde foi encontrada. O biólogo capturou duas serpentes venenosas na região pantanosa das florestas adjacentes ao rio Kapuas, na Indonésia. Foi então que reparou na mudança da pigmentação de um dos animais. A descoberta veio bem em tempo para ampliar os esforços concervacionistas na região.

Especialistas advertem que a extensão florestal da ilha de Bornéu diminuiu 75% desde os anos 80.

A descoberta desta espécie eleva para 361 o número de espécies animais e vegetais encontradas nos últimos dez anos no território.

FAUNA E FLORA ESTÃO EM RISCO - 15.589 ESPÉCIES ESTÃO AMEAÇADAS



Na corda bamba ambiental

Divulgada nova versão da Lista Vermelha de espécies ameaçadas; relação brasileira vai virar livro

A versão de 2004 da Lista Vermelha de espécies ameaçadas de extinção acaba de ser divulgada pela União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN na sigla em inglês). Os resultados não são animadores: 15 espécies foram consideradas extintas nos últimos 20 anos e outras 12 sobrevivem apenas em cativeiro. A Lista Vermelha deste ano cresceu de forma significativa em relação à versão de 2003: são 3330 espécies a mais. No total, são 15.589 espécies ameaçadas (7266 animais e 8323 vegetais). Esse aumento, no entanto, não reflete um surto de extinções ocorrido no último ano: ele pode ser explicado em parte por conta da inclusão de relações inéditas das espécies ameaçadas de anfíbios e de dois grupos de vegetais (coníferas e cicadáceas), feitas recentemente pela IUCN, além de reavaliações de critérios para listas de outros grupos.

Mesmo assim, a IUCN afirma que a degradação ambiental está acelerada como nunca. Acredita-se ainda que, devido a aproximações, o número de espécies ameaçadas ou extintas possa ser ainda maior do que indicam os índices da Lista. De acordo com as informações da Lista Vermelha, o número de espécies ameaçadas aumentou em todos os grupos taxonômicos.

Outro dado preocupante é a igualdade entre a ameaça de extinção de espécies continentais e insulares. A maior fragilidade dos ecossistemas de ilhas explicaria o desaparecimento mais rápido dessas espécies.

Apesar disso, os números apontam que, mesmo nas áreas continentais, o risco não diminui.

A maioria das espécies ameaçadas de extinção encontra-se em áreas de grande concentração populacional. Não à toa, os países com o maior número de espécies endêmicas (que ocorrem em uma única área) na lista são Brasil, China, Austrália, Indonésia e México. A situação da fauna brasileira na lista da IUCN reflete também o descaso com a preservação ambiental. Segundo esse documento, os países que menos destinam recursos à preservação ambiental são aqueles que figuram como os primeiros na contagem de espécies endêmicas ameaçadas. O Brasil, aliás, foi o único país nominalmente citado como exemplo dessa categoria. Isso se reflete em números: há no Brasil 42 espécies de mamíferos endêmicos ameaçados, o que faz com que ocupe o sexto lugar numa lista de 239 países. Os números alarmantes aparecem também na Lista Brasileira da Fauna Ameaçada, um projeto realizado pela Fundação Biodiversitas em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Sociedade Brasileira de Zoologia, Conservation International do Brasil e Instituto Terra Brasilis. Essa lista, oficializada pelo Ministério do Meio Ambiente em 2003, revela que há 395 espécies terrestres ‐ mamíferos, aves, anfíbios, répteis e invertebrados ‐ ameaçadas de extinção, a maioria na categoria "vulnerável", que é o nível de ameaça mais brando, o que não deixa de ser preocupante. As espécies aquáticas foram listadas apenas em 2004, depois de um ano de discussões e novas pesquisas. O motivo principal é que a primeira lista de peixes e invertebrados aquáticos trazia espécies predadas com fins comerciais. A presença delas na lista poderia gerar problemas econômicos e jurídicos, já que representaria a proibição da pesca. Por conta disso, a equipe responsável pelas espécies aquáticas estabeleceu cotas para sua pesca e a época do ano em que ela estaria liberada.

Para traçar novas estratégias de proteção ambiental e evitar que mais espécies entrem na lista vermelha de 2005, realiza-se de 17 a 25 de novembro o Terceiro Congresso da IUCN pela Conservação Mundial, em Bangkok. Lá, mais de mil organizações parceiras e 5 mil delegados, inclusive representantes governamentais, do setor privado e do terceiro setor, pretendem alertar o mundo para a rapidez sem precedentes com a qual algumas espécies têm sumido do planeta.

Fonte: Aline Gatto Boueri Ciência Hoje On-line 19/11/04

11 junho 2008

FAUNA MUNDIAL I - PRECISAMOS PRESERVÁ-LA




Nome comum: Grow


Nome em inglês: Crowned Crane ou Crested Crane


Grou-coroado-preto, Black Crowned Crane (Balearica pavonina) – ave nacional da Nigéria


Grou-coroado-cinza, Grey Crowned Crane (Balearica regulorum) – ave nacional de Uganda
Existe uma discordância em relação a classificação dessa espécie... Algumas autoridades acham que ambos, preto e cinza, são da mesma espécie B. pavonina... Entretanto, a nomenclatura (Zimmerman, Turner e Pearson) classifica outra espécie, a B. regulorum...

Em muitas zonas de África o Grou Coroado é considerado uma ave sagrada e o seu significado cultural fez com que seja protegida localmente. O Grou Coroado é a ave nacional do Uganda. Esta espécie é considerada os fósseis vivos da família dos Grous porque conseguiram sobreviver à Idade do Gêlo nas savanas de África.

CORAIS ESTÃO DESAPARECENDO EM ABROLHOS -POLUIÇÃO/AQUECIMENTO SÃO OS FATORES CAUSADORES - BAHIA - BRASIL


11/06/2008 - Doença misteriosa dizima corais na Bahia


Para um grupo de pesquisa que mergulha a trabalho em Abrolhos, no sul da Bahia, essa atividade está sendo triste em vez de prazerosa. Após quase sete anos de um monitoramento constante e inédito na região, eles se declaram preocupados com a saúde dos corais-cérebro que vivem lá, nas formações dos tradicionais recifes da região do arquipélago.
Doentes --10% da área de cobertura das colônias analisadas já sumiu em três anos--, esses animais poderão sofrer muito mais até o fim do século se a prevalência da doença for mantida. Se ela crescer só 1%, eles podem até desaparecer.
"Com os níveis atuais, até 2100, 60% das colônias poderão morrer", afirmou à Folha o pesquisador Ronaldo Francini-Filho, autor do estudo publicado na revista científica "Marine Pollution Bulletin".
Leo Francini/Folha Imagem
Para reverter o quadro em Abrolhos, na Bahia, a forma mais segura é aumentar a conservação do local, segundo os especialistas
Atualmente ligado à Universidade Estadual da Paraíba, ele fez o trabalho pela Universidade Federal da Bahia. De acordo com o biólogo, em todos os 18 pontos onde existe registro da doença, o problema surgiu a partir de 2005. "É algo bastante recente", afirma.
Os invertebrados de Abrolhos são vitimados por diversas doenças, diz a pesquisa. A chamada praga branca, porém, é uma preocupação especial. "A principal hipótese de trabalho é que esta doença seja causada por bactérias."
A questão é mais complexa, entretanto, e cientistas ainda não tem certeza sobre o que promove a disseminação dessas bactérias, que surgem com muita freqüência no litoral baiano. "Para nós, são fortes os indícios de que se trata de uma sinergia de fatores", diz Francini-Filho. O aumento da temperatura superficial dos oceanos tem uma parcela de culpa. A poluição local, que é grande, também é responsável.
Um sinal disso é que a doença segue mar adentro, atingindo pontos de 10 km a 40 km da costa, no próprio arquipélago de Abrolhos. "A poluição do continente atinge uma distância grande", afirma o biólogo.
O quadro registrado no Brasil --em parte, por causa do aumento da temperatura dos mares-- não é fenômeno isolado.
No Caribe, nos últimos anos, tem sido freqüente o registro de sumiço de colônias coralinas. "Lá é mais fácil fazer uma correlação com o clima, porque existem séries históricas maiores, de milhares de anos", diz Francini-Filho.
Segundo o biólogo, os dados caribenhos são unânimes em mostrar que o aumento da temperatura superficial do oceano é bem mais presente nas últimas décadas.
Para reverter o quadro em Abrolhos, explicam os pesquisadores, a forma mais segura é aumentar a conservação do local. O coral-cérebro é uma espécie endêmica, que existe apenas no litoral do Brasil.

Fonte: EDUARDO GERAQUE da Folha de S.Paulo

10 junho 2008

AS FLORESTAS TROPICAIS E SUBTROPICAIS ÚMIDAS - ÁFRICA



Precisamos preservar estas riquezas do planeta...!!!

FAUNA E FLORA, uma riqueza sem preço, a vida do planeta terra.

As florestas tropicais e subtropicais úmidas de folhas largas são encontradas em um cinturão em torno do equador e nos subtrópicos úmidos, e são caracterizadas por climas quentes, úmidos, com alta taxa de pluviosidade. As regiões tropicais e subtropicais com baixa pluviosidade ou estações úmida e seca distintas abrigam florestas tropicais e subtropicais secas de folhas largas e florestas tropicais e subtropicais de coníferas. As florestas pluviais temperadas também ocorrem em algumas regiões costeiras temperadas úmidas.
As florestas tropicais e subtropicais úmidas de folhas largas são comuns em várias ecorregiões terrestres, incluindo partes da Afrotrópica (África equatorial), Indomalaia (partes do subcontinente indiano e sudeste da Ásia), Neotrópica (norte da América do Sul e América Central), Australásia (leste da Indonésia, Nova Guiné e norte da Austrália), e Oceania (as ilhas tropicais do Oceano Pacífico. Cerca de metade das florestas pluviais do mundo estão no Brasil. As florestas tropicais cobrem atualmente menos de 6% da superfície continental e insular da Terra. Os cientistas estimam que mais da metade de todas as espécies de plantas e animais do mundo vivem em florestas pluviais tropicais. As florestas pluviais tropicais produzem 40% do oxigênio da Terra.

Ecorregiões das florestas tropicais e subtropicais úmidas de folhas largas
Ecorregião Afrotrópica

- Florestas das montanhas de Camarões (Camarões, Nigéria)

- Florestas das planícies centrais do Congo (República Democrática do Congo)

- Florestas de Comoros (Comoros)

- Florestas de transição do Níger (Nigeria)

- Florestas costeiras de Sanaga-Bioko coastal forests (Camarões, Guiné quatorial, Nigéria)

- Florestas de montanha o leste da África (Quênia, Sudão, Tanzânia)

- Florestas do arco leste (Tanzânia, Quênia)Floresta dos pântanos do leste do Congo (República Democrática do Congo)

- Florestas do leste da Guiné (Benin, Gaana, Costa do Marfim, Togo)

- Florestas de montanha da Etiópia (Etiópia)

- Florestas graníticas das Seychelles (Seychelles)

- Florestas de montanha da Guiné (Guiné, Costa do Marfim, Libéria, Serra Leoa)

- Florestas de montanha de Knysna-Amatole (África do Sul)

- Mosaico florestal costeiro de KwaZulu-Cabo (África do Sul)

- Florestas de planície de Madagascar (Madagascar)

- Florestas sub-úmidas de Madagascar (Madagascar)

Fonte: Wikipédia