24 junho 2008

NA CHINA, 70% RIOS ESTÃO POLUÍDOS E MENOS DE 15% DAS CASAS POSSUEM ÁGUA POTÁVEL

"Um camelo pode ficar sem água por 30 dias. Uma economia em desenvolvimento, não."
Esse texto faz parte da nova campanha da General Electric na China, feita para a divulgação dos serviços de tratamento e purificação de água que estão sendo realizados pela companhia americana no país. Por uma combinação entre desperdício, falta de planejamento, descaso ambiental e aumento da demanda, a China está no grupo dos países que mais sofrem atualmente com a escassez do recurso. Cerca de 70% de seus rios e lagos estão poluídos e mais da metade das cidades tem problemas de abastecimento. Diante da gravidade da situação, o governo de Pequim decidiu investir no setor 125 bilhões de dólares nos próximos três anos. A quantia, acreditam os representantes do Partido Comunista, deve resolver boa parte das atuais deficiências e deixar a infra-estrutura preparada para suportar o ritmo de crescimento do país. Paralelamente à liberação de recursos oficiais, as autoridades vêm abrindo de forma gradual o setor à participação das companhias estrangeiras. "Nenhum outro lugar do mundo oferece hoje tantas oportunidades para projetos relacionados ao mercado de água", afirma o economista alemão Eric Heymann, analista do DB Research, braço de pesquisas do Deutsche Bank, em Frankfurt, na Alemanha.
A GE é uma das que têm demonstrado grande apetite por esse novo mercado. Com o objetivo de divulgar sua tecnologia de tratamento de água e fazer política de boa vizinhança com o Partido Comunista, a companhia investiu cerca de 80 milhões de dólares para fazer parte do grupo de patrocinadores da próxima Olimpíada. Também como parte de seu envolvimento com os Jogos, colocou outros 500 milhões de dólares em mais de 350 projetos relacionados à infra-estrutura para a competição, em áreas como transporte, segurança, energia, saúde, iluminação e água. Uma das grandes obras do pacote envolve o fornecimento de tecnologia a uma fábrica capaz de reciclar e filtrar mais de 80 000 metros cúbicos de água por dia em Pequim.
Outras multinacionais ligadas ao setor devem disputar espaço no mercado de água com a GE. Uma das pioneiras em investimentos nessa área na China, a Veolia Water, uma divisão da francesa Veolia Environment, possui hoje mais de 20 contratos de operação para distribuição e tratamento em cidades como Changzhou e Chengdu. Um de seus mais novos negócios é o gerenciamento completo de água da cidade de Haikou, capital da ilha de Hainan, ao sul do país, ponto turístico famoso entre os chineses. A Veolia investe 1,5 bilhão de dólares por ano no país, valor que deve aumentar mais de 60% até 2013. Outra companhia francesa com forte atuação no ramo, a Suez Environment, administra atualmente o fornecimento de água a 13,5 milhões de residentes chineses. Ela tem operações importantes como uma concessão de 30 anos, assinada em 2006, para o tratamento de água e esgoto dos mais de 6 milhões de habitantes de Chongqing, na região central do país, cidade que é um dos símbolos do progresso da China. Nos próximos cinco anos, a Suez planeja investir 750 milhões de dólares a fim de capitalizar o negócio local de água e esgoto. Em 2006, o país foi responsável por 6% do faturamento da companhia.
As empresas multinacionais perceberam que a água não é um bem como qualquer outro na China -- ela está cada vez mais rara no país e, portanto, mais valiosa. Os chineses detêm 7% dos recursos hídricos do mundo -- e 21% dos habitantes do planeta. O nível de água per capita é de 2 127 metros cúbicos por ano, ante 45 039 metros cúbicos do Brasil. O problema é ainda mais grave na região norte, que concentra quase metade da população do país e apenas 14% da água. A China sofre também com a falta de uma estrutura de fornecimento adequada, razão pela qual menos de 15% de sua população tem água potável em suas torneiras. Dois terços das 600 maiores cidades chinesas não têm sequer abastecimento regular. Para completar o quadro de problemas, há carência de uma boa rede de serviços de tratamento de resíduos agrícolas, domésticos e industriais, o que contribuiu para a poluição que vem destruindo as fontes limpas.
A dimensão do problema
As razões que transformaram a água num dos principais desafios para a China:
Poluição

A falta de uma estrutura adequada de tratamento de esgoto e de resíduos industriais e agrícolas deixou resultados trágicos. Estima-se que mais de 70% dos rios e lagos da China estejam poluídos
Fornecimento inadequado

Mais da metade das cidades chinesas sofre com a falta de água. Na porção rural do país, a situação é ainda pior: só 67% da população tem acesso à água potável, ante 93% da urbana
Desvantagem natural

A China tem 21% da população do planeta, mas só 7% do estoque de água. O norte do país é o mais desigual: concentra 42% dos chineses e só 14% da água
A SITUAÇÃO DE EMERGENCIA tem sido agravada pelo ritmo de crescimento econômico chinês, que exerce uma pressão enorme sobre a demanda do recurso. De acordo com o centro de estudos de água americano Pacific Institute, o consumo total de água na China aumentou 20% de 1980 a 2005. Mudou também o perfil de utilização. Antes, o setor industrial consumia apenas 7% da água disponível. Hoje, sua participação é de 25%. A demanda é tão grande que as fontes de água já não conseguem mais dar conta do recado. Muitas delas começam a apresentar sinais de esgotamento. É o caso da bacia do rio Hai, um dos três maiores do país, que tem capacidade para fornecer 17,3 bilhões de metros cúbicos de água por ano. As retiradas em 2007, no entanto, chegaram a 26 bilhões de metros cúbicos. Com isso, o Hai corre o risco de secar nos próximos anos.
O governo chinês começou a se preocupar mais seriamente com a questão só nos últimos anos. Em 1988, foi criada no país a Lei Nacional de Água, que estabelece as diretrizes para o uso do recurso, promovendo soluções para problemas nas áreas de gerenciamento, utilização, conservação e proteção das riquezas hídricas do país. Em 2006, o governo aumentou a ênfase no assunto ao lançar seu 11o plano qüinqüenal. Nele, as autoridades clamam pela construção de uma "sociedade que economiza água". "Hoje conseguimos ver que o governo chinês está realmente interessado em resolver a questão da infra-estrutura nesse setor", afirma Eric J. Heikkila, especialista em assuntos da China da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. Um projeto grande do governo para reduzir os problemas de abastecimento da região norte pretende desviar mais de 40 bilhões de metros cúbicos de água do sul, a um custo de 62 bilhões de dólares. A obra, que deve ser finalizada em 2050, vai retirar água do rio Yangtze e levá-la ao norte através de mais de 2 500 quilômetros de canais, construídos em três fases. "O governo chinês sabe que há uma crise de água que está atravancando seu desenvolvimento. E seus esforços em tornar o país e sua economia sustentáveis se traduzem em enormes oportunidades de negócios em áreas como tratamento de água e esgoto", diz Jean-Louis Chaussade, presidente da Suez Environment.
O setor não vai necessitar apenas de obras de infra-estrutura. Num prazo curto de tempo, o governo de Pequim precisará rever a política de tarifas. O preço da água é muito baixo no país. Hoje, a média nacional do gasto das famílias com conta de água representa apenas 0,5% de seu orçamento, muito aquém do padrão de 5% sugerido pelo Banco Mundial para países em desenvolvimento. De acordo com muitos especialistas, aumentar as tarifas para o uso do recurso poderia conter o consumo e criar no país uma cultura de conservação e economia. Nacionalmente, o custo do uso de água residencial já subiu 42% de 2000 a 2005, de acordo com uma pesquisa do National Bureau of Statistics. Nas grandes cidades, a alta foi de 300% a 400% entre 2004 e 2006. Mas a conta ainda continua baixa. "Sem dúvida, os preços inferiores são uma das principais razões para o consumo alto, já que as pessoas não reconhecem neles a escassez do recurso. No entanto, é preciso ponderar os efeitos sociais de uma alta nos preços. A maior parte da população do país é de baixa renda", diz Eric Heymann, do DB Research.
Não é apenas a potência chinesa que enfrenta graves problemas relacionados ao uso desse recurso. De acordo com um estudo recente da consultoria Deloitte, só em 2008 mais de 1 bilhão de pessoas do planeta sofrerão com a falta de água limpa. Nas próximas duas décadas, o setor exigirá um investimento global de mais de 1 trilhão de dólares. "A água, assim como o petróleo, está se tornando escassa", afirmou recentemente Henri Proglio, presidente da Veolia Environment. Para muitos especialistas no assunto, a água promete ser para o século 21 o que o petróleo foi para o século 20: a commodity preciosa que determina a riqueza das nações. As novas economias emergentes em países da África e da Ásia são as que mais precisam de investimentos. Na África subsaariana, só 65% dos lares têm acesso à água potável, ante 90% na América Latina.
A questão torna-se mais preocupante quando se observa que faltam recursos à maioria dos governos para investimentos em infra-estrutura nessa área. Mesmo nações desenvolvidas, como os Estados Unidos, não escapam do problema. O país tem um déficit de 11 bilhões de dólares anuais no setor, de acordo com a Sociedade Americana de Engenheiros Civis. Em 2005, último dado disponível, o investimento foi de 850 milhões de dólares, menos de 10% do ideal. É consenso no mundo que a solução para evitar a catástrofe passa pelo aumento da participação da iniciativa privada. Hoje, 10% da população do planeta é servida por empresas privadas do setor hídrico. Essa taxa deve aumentar rapidamente nos próximos anos. No Oriente Médio, por exemplo, a Arábia Saudita começou a liberalizar o setor neste ano. Até 2010, o país pretende entregar metade do negócio de tratamento e distribuição de água à iniciativa privada. Mas, em termos de oportunidade de negócios, não há nada que se compare hoje ao que vem ocorrendo no mercado hídrico da China.
Fonte: Revista Exame: Tatiana Gianini

O MUNDO VISTO DO ALTO - 02 - REPÚBLICA DA ÁFRICA DO SUL



O Continente Africano sempre nos passa a idéia de um continente selvagem, com uma rica e vasta biodiversidade tropical. Penso que também passamos esta imagem para os países do Primeiro Mundo.
Este país possui uma caraterística interessante, pois possui 3 capitais: 01- Administrativa: Pretória/Tshwane; 02 - Legislativa: Cidade do Cabo e 03 - Judiciária: Bloemfontein/Mangaung. Tem na cidade Joanesburgo, a sua cidade mais populosa, com 5,3 milhões de habitantes, sendo a 4ª maior cidade do Continente (Cairo, Lagos e Kinshasa).
A África do Sul, possui um terrítório com 1.221.037 km², habitado por 48 milhões de habitantes e densidade populacional de 39/km2.

A República da África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma região costeira que se estende por mais de 2500 km, sendo também banhada por dois oceanos (Atlântico e Índico).

Tem uma paisagem variada. Na parte ocidental, estende-se um grande planalto composto em parte por deserto e em parte por pastagens e savanas, cortado pelo curso do Rio Orange (em holandês/africaans: Oranjerivier - é o maior rio da África do Sul. Foi descoberto por indígenas, mas explorado por europeus em 1760, e deve o seu nome ao coronel Robert Gordon, da Casa de Orange. Outra hipótese para a origem do seu nome, será devido à sua cor alaranjada, pouco comum, em oposição à do rio Vaal (em africaans cinzento, ou pálido) e do seu principal afluente, o Rio Vaal (é o maior afluente do Rio Orange na África do Sul. Nasce nas montanhas Drakensberg em Mpumalanga, leste de Joanesburgo, a cerca de 30km a norte de Clarens no Estado livre, numa nascente conhecida como Rio Ash. Corre depois para sudoeste onde conflui com o Rio Orange a sudoeste de Kimberley no Cabo Setentrional. Tem 1120 km de comprimento, e forma a fronteira entre Mpumalanga, Gauteng e a Província Noroeste na margem norte, e o Estado Livre a sul. A sul, erguem-se as cordilheiras do Karoo e, a leste, o Draskensberg, a maior cadeia montanhosa da África meridional. A norte, o curso do Rio Limpopo (é o segundo maior rio da África austral, com cerca de 1600 km de extensão e serve de fronteira entre a África do Sul, o Botswana e o Zimbabwe, antes de entrar em Moçambique no norte da província de Gaza para desaguar no Oceano Índico, perto da cidade de Xai-Xai.
O Limpopo tem um comprimento de cerca de 1.600 km (certas fontes referem 1.770 km) e a sua
bacia hidrográfica cobre cerca de 415.000 km²),
serve de fronteira com o Botswana e o Zimbabwe.
O
clima varia entre uma pequena zona de clima mediterrânico, no extremo sul, na região do Cabo, a desértico a noroeste. No Drakensberg há áreas com clima de montanha.

Costa - 2 798 km
Fronteiras marítimas - A África do Sul é banhada pelo oceano Atlântico na costa ocidental, e pelo oceano Meridional e o oceano Índico na costa oriental. As correntes principais nestes oceanos são a corrente de Benguela (fria) e a corrente das Agulhas (quente). O ponto delimitador oficial dos oceanos Atlântico e Índico é o cabo das Agulhas.
Reivindicações marítimas
zona contígua - 24
milhas náuticas
plataforma continental - até à profundidade de 200 m, ou até á profundidade de exploração
zona económica exclusiva - 200 milhas náuticas
águas territoriais - 12 milhas náuticas
Clima - em geral semi-árido; subtropical na costa oriental; dias solarengos e noites frescas
Terreno - um vasto planalto central orlado por colinas escarpadas e uma planície costeira estreita
Extremos de elevação
ponto mais baixo: Oceano Atlântico - 0 m
ponto mais elevado: Njesuthi - 3 408 m
Recursos naturais - ouro, crómio, antimónio, carvão, ferro, manganês, níquel, fosfatos, estanho, urânio, diamantes, platina, cobre, vanádio, sal e gás natural
Uso da terra
terra arável - 12,13% (1998) (10% - 1993)
cultivo permanente - 0,77% (1998)
pastagens permanentes - 67% (1993)
florestas - 7% (1993)
outros - 15% (estimativa de 1993)
Terra irrigada - 13 500 km² (estimativa de 1998) (12 700 km² - est. 1993)
Perigos naturais - secas prolongadas
Ambiente - problemas atuais -
. a falta de rios ou lagos arteriais importantes provoca a necessidade de fortes medidas de conservação e controle;
. o crescimento do uso de água ameaça suplantar a capacidade de fornecimento;
. poluição dos rios por efluentes agrícolas e por descargas urbanas;
. poluição atmosférica causa chuva ácida;
. erosão do solo;
. desertificação
Ambiente - acordos internacionais
. é parte de: - Antártico - Protocolo Ambiental, Tratado da Antártida, Biodiversidade, Mudanças Climáticas, Desertificação, Espécies Ameaçadas, Resíduos Perigosos, Lei do Mar, Despejos Marítimos, Conservação da Vida Marinha, Banimento de Ensaios Nucleares, Protecção da Camada de Ozono, Poluição Causada por Navios, Zonas Húmidas, Caça à Baleia
. assinou mas não ratificou: - nenhum dos acordos seleccionados
Fonte: Wikipédia -
Fotos: 01 - África do Sul e o Rio Orange e 02 - Rio Limpopo

23 junho 2008

SENADO DOS EUA DERRUBA LEI ANTIPOLUIÇÃO

09/06/2008 - A última esperança de ver os Estados Unidos tomarem alguma providência contra a mudança climática antes de o próximo presidente assumir foi sepultada na sexta-feira. Os republicanos no Senado americano vetaram o projeto de lei que limitaria as emissões de gases de efeito estufa no país que mais polui o planeta.
A lei foi proposta pelos senadores democratas Barbara Boxer e Joe Lieberman e pelo republicano John Warner. Ela criaria um sistema de comércio de emissões no país, forçando empresas que emitissem acima da cota a comprar créditos de carbono das que tivessem conseguido exceder a meta de redução de CO2.
Após três dias de discussões sobre o projeto no Senado, os democratas quiseram colocar a lei em votação final, uma moção que precisaria de 60 votos para ser aprovada. Apenas 48 senadores votaram a favor, o que joga para o ano que vem a discussão da medida.
Críticos da legislação, entre eles vários senadores republicanos, disseram que a lei aumentaria o preço da energia nos EUA, incluindo o preço do petróleo. E não há tema mais sensível no momento: com o preço da gasolina numa alta recorde e o desemprego em ascensão em pleno ano eleitoral, falar em aumento do valor dos combustíveis é suicida, na visão de vários parlamentares.
Mas a lei também tem críticos do outro lado do espectro político. Para estes, a proposta permitiria a algumas indústrias prosperar, forçando ao mesmo tempo o americano médio a pagar mais pela energia.
Se aprovada neste ano, a lei americana contra o aquecimento global poderia dar um tom mais esperançoso às negociações do acordo que substituirá e ampliará o Protocolo de Kyoto a partir de 2013.
O novo acordo vem sendo discutido no âmbito da Convenção do Clima das Nações Unidas, mas tem enfrentado uma enorme resistência do governo George W. Bush.
As negociações oficiais do texto começam no fim deste ano na Polônia, quando o próximo presidente já estará eleito mas o governo Bush ainda não terá acabado. Nesse contexto, a ação do Congresso seria uma sinalização política importante sobre o tamanho das metas de corte de carbono que os EUA estariam dispostos a negociar. Barack Obama, virtual candidato democrata à Casa Branca, criticou a liderança republicana no Senado pelo veto.
Fonte:"The New York Times" e Folha de São Paulo (CLAUDIO ANGELO Editor de Ciência da Folha de S.Paulo)

O MUNDO VISTO DO ALTO - 1 - AFEGANISTÃO






AFEGANISTÃO - É um país interios, isto é não é banhado pelo mar. É montanhoso, embora inclua planícies no norte e no sudoeste. O ponto mais alto do Afeganistão, o Nowshak, atinge uma altitude de 7.485 m acima do nível do mar. Grandes extensões do país são secas, e o fornecimento de água doce é limitado. O Afeganistão tem um clima continental, com verões quentes e invernos frios. O país é frequentemente abalado por sismos (terremotos).
Além da capital, Cabul, as maiores cidades do país são Herat, Jalalabad, Mazar-e-Sharif e Kandahar, com uma população atual, aproximada de 30.000.000 de habitantes.


Geologia:
A gênese da região liga-se ao dobramento ocorrido no período Cezóico Terciário (moderno ou recente), de origem tectônica, quando a Península do Decão (Índia) chocou-se com o atual continente asiático, formando a maior cordilheira do mundo, o Himalaia. Na região do Afeganistão, o conjunto montanhoso chama-se Hindu Kush. Por estar na região de dobramento entre a Placa Tectônica da Índia e a Placa Asiática, o Afeganistão apresenta certas porções de seu terreno com relevos bastante acidentados. Esse tipo de relevo inclusive foi um obstáculo às tropas estadunidenses na invasão do país em 2001.
Clima:
Clima árido a semi-árido; invernos frios e verões quentes.
Na região há predomínio de intemperismo físico, com a ação conjunta das grandes variações de temperatura, do gelo e dos ventos. O processo é acentuado por ser a região de clima árido.
Estatística:
Área: 647.500 km2
Rios:
- Amu Dária ouAmudária (tadjique: Амударё, Amudaryo; persa: آمودریا‎, Âmudaryâ; uzbeque: Amudaryo; "dária" significa "mar" ou "grande rio") é o riomais extenso da Ásia Central, formado pela junção dos rios Vakhsh e Panj. Muitos dos habitantes da região, bem como a maior parte dos escritos medievais islâmicos, referem-se ao Amu Dária como Jayhoun (جيحون), nome dado a um dos quatro rios do Paraíso. O rio é navegável por mais de 1.450 quilômetros, e sua extensão total é de 2.400 quilômetros.- Comprimento: 2.400 km, Nascente: Montanhas Pamir, Foz: Mar de Aral.
- Rio Cabul -
- Rio Hari Rud -
- Rio Helmand
Relevo:
Terreno - principalmente montanhas escarpadas - o Hindu Kush e cordilheiras relacionadas; planícies no norte e sudoeste.
. ponto mais baixo: Amu Dária - 258 m
. ponto mais alto: Nowshak - 7 485 m
Recursos naturais:
Gás natural, petróleo, carvão, cobre, cromite, talco, barites, enxofre.
Uso da terra:
terra arável: 12,13%
cultivo permanente: 0,22%
outros: 87,65% (estimativa de 1998)
Terra irrigada - 23 860 km²
Perigos naturais:
- Ocorrem sismos nas montanhas Hindu Kush; cheias; secas
AMBIENTE: - problemas atuais -
Os recursos naturais de água doce são limitados;
abastecimento inadequado de água potável;
degradação dos solos;
sobrepastagem;
deflorestação (a maior parte das florestas que restam está a ser cortada para obter combustível e materiais de construção);
era do gelo.
. Acordos internacionais
. é parte de: Biodiversidade, Desertificação, Espécies Ameaçadas, Modificação Ambiental, Despejos Marítimos
. assinou mas não ratificou: Mudanças Climáticas, Resíduos Perigosos, Lei do Mar, Conservação da Vida Marinha.
Geografia: as montanhas do Hindu Kush - Hindoo Koosh ou Hindukush (persa: هندوکش, Hindi: हिन्दु कुश) é uma cordilheira no Afeganistão e Paquistão Ocidental. Consiste na extensão para ocidente das cordilheiras de Pamir, de Karakoram, e do Himalaia. O Hindu Kush é, geologicamente, nova, e está sempre em crescimento. De leste até oeste são 1200 km, de norte a sul são 240 km.
O nome Hindu Kush é habitualmente aplicado a toda a cordilheira que separa as bacias do rio Cabul e do rio Helmand da bacia do Amu Dária (o antigo Oxus).
Fonte: Wikipédia
Fotos: 1 - Bamiyan, Afghanistan - Fotógrafo: Travel Ink; 2 - Crowds of people and buses in the city, Kabul, Afghanistan - Fotógrafo: David Lomax; 3 - Devastation caused by Civil War 1991-1996, Kabul, Afghanistan - Fotógrafo: David Lomax
País continental - interior - situado numa região inóspita, tendo ainda o infortúnio de inúmeras guerras que assolaram suas matas, poluiram seus parcos recursos hídricos. Necessita refazer seus ecossistemas degradados.

BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO - CORUMBÁ(MS) - CURSO



BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO – Corumbá (MS)
A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza está com as inscrições abertas para o curso de “Biologia da Conservação”, em Corumbá (MS). As vagas são limitadas e os candidatos deverão se inscrever pelo site da organização: http://c.zartana.com/c/I988YoNwf88MJsI.Objetivos:Apresentar os aspectos da ecologia e da genética que constituem os fundamentos da biologia da conservação; discutir como estes aspectos das ciências são aplicados à atividade prática de conservação da natureza, incluindo subsídios teóricos e práticos para categorização e design de unidades de conservação.
Realização: 28 de julho a 01 de agostoLocal: Estação Natureza Pantanal (Corumbá/MS)Período de inscrição: 03 de junho a 03 de julho Divulgação dos selecionados: 07 de julho Carga horária: 40 horas
Conteúdo Programático:
● Histórias das relações homem-natureza;● A presente crise de biodiversidade;● Biologia da conservação: para que serve e o que é?;● Causas gerais de perda da biodiversidade;● Relações espécies-área;● Biogeografia de ilhas;● Contribuições da ecologia de comunidades para a biologia da conservação;● Fragmentação de ecossistemas;● Padrões espaciais;● Vulnerabilidade de espécies à extinção;● Áreas protegidas: categorização e fundamentos de manejo (SNUC);● Definição de áreas protegidas: categorização, design e manejo.
Público Alvo:
● Profissionais que atuem em áreas naturais protegidas;● Estudantes de graduação e pós-graduação em áreas afins.
Instrutores:
● Fernando A. dos Santos Fernandez: Biólogo, Ph.D. em Ecologia, professor do Departamento de Ecologia e Programa de Pós-Graduação em Ecologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro.● Maísa dos Santos Guapyassú: Engenheira Florestal, Mestre em Conservação da Natureza e analista de projetos da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza.
Preço:
● O valor do curso é R$ 200,00 e inclui o material didático. Alimentação e hospedagem não estão inclusas.
Inscrições pelo site:http://c.zartana.com/c/I988YoNwf88MJsI (acesse o menu “Educação e Mobilização” e, em seguida, o link “Cursos”)Mais Informações:Fone: (41) 3340-2637 Fax: (41) 3340-2635 E-mail: capacitacao@fundacaoboticario.org.br

22 junho 2008

AS ESPÉCIES DESLOCADAS...PEIXE VENENOSO EM ÁGUAS DE CUBA



19/06/2008 - Peixe venenoso aparece em águas cubanas
O peixe-leão, uma espécie venenosa dos oceanos Índico e Pacífico, voltou a aparecer em águas cubanas, onde já havia sido detectado no ano passado, informou a imprensa oficial de Cuba.
Conhecido por seu exotismo e muito procurado por donos de aquários, o peixe-leão pode atingir, da cabeça à cauda, até 40 centímetros e tem o corpo coberto por espinhos --são eles que carregam o veneno utilizado como mecanismo de defesa. A substância, apesar de não matar humanos, poder gerar dor intensa e reações alérgicas no local do contato.
"Por ser um fenômeno novo em Cuba, não podemos assegurar que se transforme em um perigo iminente para as pessoas", disseram ao jornal "Juventud Rebelde" os especialistas do Aquário Nacional de Cuba Armando Olaechea e Raúl Igor Corada.
Peixe-leão, espécie exótica que possui espinhos venenosos em seu corpo, voltou a ser encontrado em águas cubanas
Embora até o momento não tenha sido reportado na ilha nenhum acidente relacionados com seus espinhos tóxicos, os biólogos alertam que se trata de uma espécie "intrusa" e afirmam que, do ponto de vista científico, seu perigo é que se transforme em predador de algumas espécies no Caribe.
O peixe-leão foi detectado pela primeira vez nas águas orientais de Santiago de Cuba em junho de 2007. Um mês depois, foi encontrado no litoral de Caibarién, no centro do país, e também foi visto por mergulhadores nas províncias de Havana, Matanzas e Ciego de Ávila.
O jornal "Juventud Rebelde" declara que sua presença no litoral local "não deve alarmar ninguém, porque não é realmente um fato generalizado" e ressalta que "geralmente, eles são encontrados entre os recifes e não em praias limpas".
"Ainda não conhecemos exatamente o que pode ocorrer com o peixe-leão. Talvez não se adapte completamente ao Caribe --o que duvidamos-- ou talvez desloque outras espécies", afirmou o ictiólogo cubano Alain Durán, citado pelo jornal.

Fonte: Efe (Havana)

Foto: Peixe-leão, espécie exótica que possui espinhos venenosos em seu corpo, voltou a ser encontrado em águas cubanas

21 junho 2008

O AUMENTO DA FOME NO MUNDO E A EXPANSÃO DOS BIOCOMBUSTÍVEIS


Como ecologista, sou defensora do uso de energias não degradantes, ou seja, com baixo impacto no meio ambiente; e óbvio, as energias renováveis.
Atualmente, sou defensora do álcool de cana-de-açúcar, como o combustível mais acessível e "menos" poluente. Digo atualmente, pois, pode surgir algum outro combustível, mais viável ecòlogicamente e que seja acessível ao mercado consumidor.
As diferenças, entre os combustíveis mais utilizados atualmente:
Gasolina e díesel são derivados de petroleo (combustível fóssil, não renovável). A gasolina possui um maior poder de combustão, pois é mais refinada que o diesel, é mais recomendável para motores pequenos pois em motores grandes o consumo se torna muito elevado. O díesel é recomendável para motores grandes, pois é mais denso e assim gasta-se menos, além do mais, o motor tem que ser mais resistente. Já o álcool é derivado da cana-de- açúcar, menos poluente, e com um teor de combustão maior que a gasolina. E, é por isto que o carro bi-combustivél, consome mais álcool para percorrer a mesma distância do que quando usa gasolina.

A PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL PARA 2008:

O Etanol Brasileiro - cana-de-açúcar - Com base em dados de unidades de produção de todos os Estados onde a atividade é desenvolvida, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima que a colheita deste ano deverá variar entre 607,8 milhões e 631,5 milhões de toneladas, número entre 8,8% e 13,1% acima da do ano passado, que foi de 558,5 milhões de toneladas. Segundo sua estimativa , maior parte da cana será destinada para produção de álcool. O levantamento indica que cerca de 55% (entre 309,8 milhões e 321,9 milhões de toneladas) da cana colhida nesta safra serão usados na produção de biocombustíveis, enquanto 44% (de 248,3 a 257,9 milhões de toneladas) serão transformados em açúcar. O restante, de 49,6 milhões a 51,7 milhões de toneladas, será usado na fabricação de cachaça e rapadura e como alimento para gado, sementes e mudas.
Segundo a Conab, os investimentos em tecnologia nas usinas de cana-de-açúcar, o plantio de variedades mais produtivas e o clima favorável são os principais motivos do crescimento. A alta desta safra também se deve à área plantada, que aumentou de 7 milhões para 7,8 milhões de hectares, crescimento que teria ocorrido principalmente sobre áreas de pastagens.
Dados da Conab mostram que o país tem hoje 276 milhões de hectares de terras cultiváveis. Desses, 72% estão ocupados por pastagens, 16,9% por grãos e 2,8% por cana-de-açúcar, o que demonstra o potencial de crescimento da atividade sobre áreas de pastagem.

O Brasil já possui 376 fábricas de açúcar e de etanol cadastradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), segundo levantamento divulgado pelo governo. Do total, 241 das unidades são produtoras mistas (fazem os dois produtos), 121 produzem exclusivamente etanol e 15 processam apenas açúcar. Conforme o estudo do Mapa, o estado de São Paulo segue à frente no ranking, com 178 fábricas, seguido de Minas Gerais e do Paraná, com 31 unidades cada. Alagoas está em terceiro lugar, com 25 fábricas, enquanto Pernambuco conta com 24 e Goiás, integrante da nova fronteira canavieira, possui 21 fábricas cadastradas no Ministério da Agricultura.

A opinião americana: - EUA: Produção de etanol deve ser avaliada (05/03/2008)
Os planos dos Estados Unidos em favorecer a produção de biocombustíveis precisam ser melhor avaliados, advertiu o secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Ed Schafer. Para ele, o impacto sobre os preços dos alimentos e os custos para o meio ambiente devem ser submetidos à aprovação da sociedade.
"Precisamos de aceitação social" diante da intensificação das preocupações com os efeitos do etanol nos Estados Unidos, disse Schafer na Conferência Internacional de Energia, em Washington. "Temos de ter consciência sobre a relação entre a alta dos preços dos alimentos e a produção de combustíveis renováveis".
Schafer mostrou preocupação pelo fato de o milho, a soja e o trigo terem se valorizado tanto. Em 27 de fevereiro, sua cotação foi a mais elevada de todos os tempos. Os preços foram puxados pela demanda por exportações, pela seca nos países produtores de grãos e pelo crescimento do emprego do etanol nos EUA.
Em Bruxelas, a embaixadora do Brasil na União Européia, Maria Celina de Azevedo Rodrigues, em nome da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, defendeu os biocombustíveis diante de representantes de cerca de 60 países. "Compartilhamos a experiência do Brasil, um dos principais produtores de bioetanol. Os métodos de fabricação não deverão impor um peso para as mudanças climáticas", disse Janez Podobnik, ministro de Meio Ambiente da Eslovênia.

TRÊS CABEÇAS - UMA SENTENÇA: O INTERESSE COMERCIAL DE CADA UM
EUA - 29.04.2008 - “Estamos muito preocupados com a escalada dos preços da comida aqui em casa e muito preocupados com todos os que não têm o que comer no mundo”, disse hoje George W. Bush. Mas, em conferência de imprensa, sobre o estado da economia, o Presidente norte-americano disse que não acredita que o etanol tenha grande peso na inflação dos bens alimentares.Para Bush a inflação do preço da comida é devida ao clima, ao aumento da procura e aos preços dos recursos energéticos. O peso da produção do etanol, baseada em milho, é mínimo.“E o mais importante é que seja claro que é do interesse nacional que os nossos agricultores cultivem energia para que não fiquemos dependentes de outras partes do globo mais instáveis ou que não gostam de nós”.Equipas de ajuda humanitaria apontam o dedo acusador aos Estados Unidos que convertem um quarto da sua produção de milho em energia, tornando mais difícil a alimentação de gado e inflacionando o preço do cereal, dificultando o abastecimento aos países mais pobres.Para o Presidente norte-americano o objectivo é fazer com que produtos agrícolas não alimentares possam ser convertidos em energia mas os investigadores afirmam que esse caminho ainda está longe.

BRASIL- 19/04/2008 - Lula critica produção de etanol a partir do milho - ACRA, Gana - O presidente do Brasil criticou o uso de alimentos para a produção de biocombustíveis, em uma referência à política dos Estados Unidos de utilizar milho para a produção de etanol.
De acordo com informações da Agência Brasil, que acompanha a visita do presidente a Gana, a opção norte-americana tem gerado desabastecimento de milho em países como México, além de inflacionar o preço da matéria-prima.
"Certamente que isso reflete no preço de um produto que é importante para a ração animal, que é o milho", disse Lula em seu primeiro compromisso oficial no país africano, no palácio presidencial.
De acordo com a reportagem, entretanto, Lula voltou a refutar a afirmação de que a alta nos preços mundiais dos alimentos se deva à produção de biocombustíveis.
Para o presidente, essa alta se deve muito mais ao custo do frete, por conta da elevação dos preços do barril de petróleo.
"É muito estranho fazer críticas aos biocombustíveis sem fazer nenhuma crítica ao barril de petróleo, que subiu de 30 para 103 dólares", afirmou o presidente, segundo a Agência Brasil.

VENEZUELA: - 27/04/2008 - Chávez condena produção de etanol nos Estados Unidos
Presidente venezuelano diz que decisão norte-americana de impulsionar a produção de etanol é um 'crime'
Presidente venezuelano - O presidente venezuelano declarou que a decisão norte-americana de impulsionar a produção de etanol enquanto existe uma crise mundial de alimentos é um 'crime'.
Chávez disse ainda que a quantidade da produção norte-americana de milho usado para fabricar biocombustível, em vez de ser destinada para alimentar os pobres do mundo, lhe preocupa.
O presidente venezuelano afirmou no sábado, 26, que o milho necessário para encher com biocombustível o tanque de um automóvel serviria para alimentar sete pessoas durante o ano.
A Venezuela ofereceu doar mais de 350 toneladas de alimento ao Haiti, onde o aumento do preço dos alimentos provocou cruéis distúrbios no princípio do mês.

Redução na produção de biocombustíveis, é uma medida necessária para a redução do preço dos alimentos, juntamente com um incentivo para a produção destes:

A medida mais urgente a tomar para travar o aumento dos preços das matérias-primas agrícolas é uma redução drástica dos programas de subsídios aos biocombustíveis, apelou hoje Stefan Tangermann, director para a Agricultura na OCDE (Organização de cooperação e desenvolvimento económico).“Apelo, com urgência, à redução dos apoios aos biocombustíveis”, declarou este responsável da OCDE numa conferência sobre agricultura em Berlim. “É a única alavanca que podemos accionar rapidamente”, acrescentou. Para a OCDE, os preços agrícolas, e especialmente dos cereais, vão continuar elevados e o desenvolvimento dos biocombustíveis pesa cerca de um terço desse aumento.

O papel dos biocombustíveis na subida dos preços agrícolas é muito controverso. Os grandes produtores de etanol, como os Estados Unidos e o Brasil, refutam qualquer ligação entre o desenvolvimento destas culturas e o aumento dos preços. Na semana passada, a questão dos biocombustíveis ocupou grande parte dos debates na cimeira da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) em Roma, mas não foi negociado nenhum compromisso concreto sobre esta matéria.Entre os defensores dos biocombustíveis está a Comissão Europeia, que fixou aos países membros uma meta de dez por cento de biocombustíveis nos transportes até 2010. Este objectivo é “imperativo”, disse hoje Klaus-Dieter Borchardt, chefe-adjunto de gabinete da Comissária europeia para a Agricultura, Mariann Fischer Boel, recusando a tentação de fazer dos biocombustíveis o “bode expiatório” da subida dos preços agrícolas.
Segundo Klaus-Dieter Borchardt, “a primeira geração de biocombustíveis é uma fase de transição necessária antes de passar à segunda”, que fará a produção de energia não a partir de matérias-primas agrícolas mas a partir de resíduos, por exemplo.

Diante do exposto acima, não podemos nos enganar, a produção avassaladora dos biocombustíveis, É SIM - UM FATOR DETERMINANTE PARA A REDUÇÃO DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, COM A CONSEQUENTE ALTA DE SEUS PREÇOS.
E, quanto mais se preocupam com a atividade comercial, menos se preocupam com o meio ambiente e em nome da ganância, avançam sobre reservas florestais, desmatam, queimam, matam...desafiam a natureza...destroem nosso planeta!