21 agosto 2008

ENERGIA SOLAR EM PORTUGAL



A escola Luísa Neto Jorge (nº117), em Marvila, é a primeira da cidade de Lisboa a produzir energia através de uma instalação de microprodução fotovoltaica, certificada esta quinta-feira oficialmente, revelou em comunicado a Câmara Municipal de Lisboa (CML), noticia a agência Lusa.
«A instalação da unidade de aproveitamento de energia solar térmica vai permitir uma poupança energética de cerca de 70 por cento e uma poupança económica de 80 por cento. Permitirá ainda que parte da energia produzida seja vendida à EDP, prevendo-se a sua ligação à Rede Eléctrica já na próxima semana», pode ler-se na nota divulgada.
Oito escolas até ao final do ano
O investimento total deste programa da CML é de 200 mil euros e visa equipar oito escolas até final do ano com equipamentos de microprodução de energia, a partir de energia solar, num projecto efectuado ao abrigo de um diploma recente de Novembro de 2007.
A candidatura da CML para estas oito escolas foi aprovada, nos termos da lei, pela Direcção-Geral de Energia e Geologia.
A instalação da escola Luísa Neto Jorge, além de ser a primeira a entrar em funcionamento em Lisboa, é também a primeira a ser instalada num edifício público no país.

MUNDO CÃO - QUEM É O MAIS SELVAGEM?

10/06/2008 - 09h47 - Cão é espancado e agressor leva multa de R$ 2.000

LUCAS FERRAZ - Folha de S.Paulo, em Brasília

Um jovem de 18 anos foi multado em R$ 2.000 pelo Ibama, por espancar um cão. O animal teve a perna direita e a bacia quebradas. Foram os vizinhos, indignados com a atitude de Patrick Moitroux, que fizeram a denúncia.
Segundo Antônio Paulo de Paiva, coordenador da divisão de fiscalização de fauna do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e que investigou o caso, a denúncia foi feita na última quinta-feira (5), mas só no dia seguinte a equipe conseguiu localizar Bob, que fora levado ao veterinário pela namorada do jovem.
O rapaz tentou se explicar, disse o funcionário do instituto, que não se convenceu e o indiciou por maus-tratos baseado no artigo 32 da lei de crimes ambientais.
"A lei não se aplica somente a crimes contra animais silvestres mas também contra os domésticos", diz Paiva.
Segundo ele, há várias denúncias sobre agressões a cachorros, mas as demandas não são atendidas por "deficiências do Ibama".
A pena para esse tipo de crime, classificada por ele como "branda demais", é de um ano de detenção.
"Ele [o jovem] vai acabar prestando serviço à comunidade ou pagando cesta básica e fica por isso mesmo."
O Ibama vai encaminhar relatório sobre o caso ao Ministério Público Federal, que ficará encarregado de tocar a ação. O instituto, contudo, continua nesta semana a investigar outra caso de espancamento a um cão em Brasília que causou revolta: o animal, quando chegou ao veterinário, totalmente desfigurado, segundo relato, precisou ser submetido a eutanásia.
No caso de Bob, após a agressão, várias famílias se apresentaram para recebê-lo. A adoção se confirmou ontem (9), depois de análise do Ibama.
"Vi a história na TV e fiquei mobilizada", disse a nova dona de Bob, a engenheira florestal Valquíria Gonçalves, 38, casada, mãe de duas filhas.
"Vamos dar todo o carinho que ele não teve até então." Bob passou por uma cirurgia e está bem, conta Valquíria. A previsão é que ele esteja recuperado em 60 dias.
A Folha não conseguiu localizar Patrick no telefone do apartamento onde morava. Segundo o funcionário do Ibama que apurou o caso, o jovem se mudou do local, temendo represálias dos vizinhos.

20 agosto 2008

VAMOS SALVAR NOSSOS ANIMAIS - QUE PENA PARA AS BALEIAS!


18/08/2008 - Filhote de baleia confunde iate com mãe
Filhote de baleia-jubarte confunde iate com sua mãe na costa de Sydney
ASSISTA À REPORTAGEM
VEJA FOTOS DE BALEIAS
Um filhote de baleia-jubarte aparentemente confundiu um iate com sua mãe na costa de Sydney, na Austrália.A baleia está nadando constantemente em volta do iate e estaria tentando mamar em seu casco.Estima-se que o animal tenha um ou dois meses de idade e o serviço de proteção aos animais selvagens da Austrália diz que sua saúde está se deteriorando por falta de alimentação.O iate foi afastado do porto e conduzido para uma baía com a esperança de que o filhote reencontre a mãe.

NOSSOS ANIMAIS - QUANDO SUAS DEFICIÊNCIAS SÃO CORRIGIDAS...


Tartaruga com paralisia ganha skate
Uma tartaruga com as patas paralisadas ganhou vida nova com um skate feito especialmente para ela.
Uma tartaruga com as patas paralisadas ganhou vida nova com um skate feito especialmente para ela.
Arava, que vive no Zoológico Bíblico de Jerusalém, não consegue mover as patas traseiras e não podia andar para frente somente com as patas dianteiras.
Os tratadores do zoológico construíram uma espécie de skate de metal especialmente para ela.
Com as novas rodinhas, Arava agora pode se movimentar livremente e já encontrou até um parceiro.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo_bbc.aspx?cp-documentid=9515123 - BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

19 agosto 2008

ENERGIAS ALTERNATIVAS - DISCOTECAS QUE GERAM ENERGIA


Eco-discoteca com energia alternativa
Vai abrir em Londres uma discoteca que usa a energia gerada na pista de dança para assegurar parte do consumo energético das instalações. A pressão dos pés na pista será transformada em energia eléctrica, mas esse é apenas um dos aspectos da abordagem ecológica da discoteca, um empreendimento do grupo Club4Climate. Também fazem parte do programa a reciclagem de águas nas casas-de-banho, os descontos para quem apareça usando um meio de transporte não poluente e bebidas orgânicas.
A história aparece num artigo do Evening Standard .

18 agosto 2008

COLETA DE ENERGIA SOLAR ATRAVÉS DO ASFALTO

Cientistas estudam uso de asfalto para gerar energia
Tubos com água embaixo de estacionamentos e estradas poderiam gerar eletricidade.
O calor acumulado no asfalto pode ser fonte de energia para os usos mais variados, do aquecimento de água à geração de eletricidade, dizem pesquisadores dos Estados Unidos em um estudo que será divulgado na semana que vem.
"Você põe uma rede de canos sob o asfalto e coloca água dentro deles. Se você fizer isso no estacionamento de um hotel, por exemplo, pode usar a água quente para lavagem", afirmou um dos autores do estudo "Capturando Energia Solar de Pavimentos de Asfalto", Rajib Mallick.
O uso da água aquecida seria o mais simples entre os possíveis. O objetivo principal dos pesquisadores, diz Mallick, é usar o calor contido na água para fazer funcionar turbinas e gerar energia elétrica.
Mallick, professor de engenharia civil e ambiental do Worcester Polytechnic Institute (WPI), em Massachusetts, e os outros três autores do trabalho argumentam que a energia pode ser mais simples de instalar do que painéis solares.
Entre as vantagens, estariam o aproveitamento de uma estrutura já existente de estradas e estacionamentos - a instalação poderia ser feita nas obras de recapeamento - e a possibilidade do uso após o anoitecer, ao contrário dos painéis, que dependem da luz para funcionar.
Mallick diz que, após terem feito os testes em laboratório, os pesquisadores estão agora fazendo um experimento em um estacionamento.
Segundo o cientista, a instalação do sistema em estradas tende a ser mais complexa do que em estacionamentos, pela instabilidade no pavimento causada pelo contínuo movimento e peso dos veículos que trafegam nas rodovias.
A idéia do estudo partiu de Michael Hullen, da empresa Novotech e um dos autores do estudo. Segundo Mallick, embora o potencial aproveitamento do asfalto na retenção do calor já tenha sido mencionado em outros estudos, ele e sua equipe não encontraram um que detalhasse o funcionamento do sistema de forma prática.
Além de Mallick e Hullen, Sankha Bhowmick e Bao-Liang Chen, também do WPI, foram co-autores no estudo, que será apresentado na próxima semana no Simpósio sobre Pavimentos de Asfaltos e o Meio Ambiente, em Zurich, na Suíça.
Custo
O sistema teria um custo entre US$ 20 e US$ 50 por metro quadrado e teria capacidade de gerar até 800 kW/h por dia durante seis meses do ano no Estado de New England, onde os cálculos foram feitos.
Regiões com maiores incidências de radiação solar como Califórnia e Arizona, no caso dos Estados Unidos, poderiam gerar ainda mais energia, pelo mesmo custo.
Mallick diz que pelo fato de ter muita radiação solar, o Brasil seria um dos grandes beneficiados do desenvolvimento comercial da tecnologia.
O cientista ressalva, porém, que "tudo foi feito numa base teórica" e que mais estudos precisarão ser feitos.
O sistema poderia ser usado para aeroportos, shoppings, hotéis e prédios comerciais, entre outros grandes consumidores de energia que poderiam atender à sua demanda sem o uso de energia elétrica.
Além de gerar energia, o sistema pode também reduzir as altas temperaturas do asfalto, aliviando o fenômeno das ilhas de calor, que resulta da substituição de plantas por concreto e outros materiais que absorvem calor.
Para tanto, Mallick e dois dos seus colegas no primeiro trabalho, elaboraram um outro estudo em que propõem usar o mesmo sistema de canos com líquidos para baixar a temperatura da superfície do asfalto e para gerar energia.
O estudo sobre a captura de energia solar foi financiado com bolsa do Massachusetts Technology Development, mas os cientistas estão em busca de mais financiamento para dar continuidades aos estudos e aperfeiçoar o modelo.BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

EFEITO ESTUFA - ASPECTOS AMBIENTAIS - POST 4


O efeito estufa
O efeito estufa é talvez o impacto ambiental que mais assusta as pessoas. Fazem-se previsões catastróficas acerca do derretimento do gelo dos pólos e das montanhas e a conseqüente elevação do nível dos oceanos e inundação de centenas de cidades litorâneas. Talvez o que mais assuste no efeito estufa, ou melhor, nas possíveis conseqüências de uma gradativa elevação das médias térmicas no planeta, é a tomada de consciência, pela primeira vez na história, da possibilidade de destruição do próprio homem. Os impactos ambientais são "democratizados", ou seja, passam a atingir todas as pessoas, sem distinção de cunho econômico, social ou cultural: atingem indistintamente homens e mulheres, ricos e pobres, operários e patrões, negros e amarelos, desenvolvidos e subdesenvolvidos, capitalistas e socialistas, liberais e conservadores. Não há mais refúgio seguro.

Todos finalmente passam a Ter plena consciência do óbvio: a Terra é finita e a tecnologia não pode resolver todos os seus problemas.
Mas o que é esse tão temido e tão falado efeito estufa? Antes de mais nada, é fundamental enfatizar que se trata, na verdade, de um fenômeno natural e fundamental para a vida na Terra.
O efeito estufa, que consiste na retenção de calor irradiado pela superfície terrestre, pelas partículas de gases e de água em suspensão na atmosfera, garante a manutenção do equilíbrio térmico do planeta e, portanto, a sobrevivência das várias espécies vegetais e animais. Sem isso, certamente, seria impossível a vida na Terra ou, pelo menos, a vida como conhecemos hoje.
Assim, feita essa importante ressalva, o efeito estufa, de que tanto se fala ultimamente, resulta, a rigor de um desequilíbrio na composição atmosférica, provocado pela crescente elevação da concentração de certos gases que têm capacidade de absorver calor, como é o caso do metano, dos CFCs, mas principalmente do dióxido de carbono (CO2). Essa elevação dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera se deve à crescente queima de combustíveis fósseis e das florestas, desde a Revolução Industrial.
Assim, segundo pesquisas feitas, admite-se que uma duplicação na concentração de dióxido de carbono na atmosfera pode provocar uma elevação média de 3ºC na temperatura terrestre, o que poderia elevar em uns 20 centímetros, em média, o nível dos oceanos. Isso seria resultante da fusão do gelo do topo das montanhas, da fusão do gelo que recobre as terras polares e também da dilatação da água dos mares. Uma elevação dos oceanos, ainda que de 20 centímetros em média, já seria suficiente para causar transtornos a cidades litorâneas.
Esse fenômeno é chamado de efeito estufa porque, nos países temperados, é comum a utilização de estufas durante o inverno para abrigar determinadas plantas, a estufa feita de vidro ou plástico transparente tem a capacidade de reter calor, mantendo a temperatura interna mais elevada que a temperatura ambiente. Isso ocorre porque a luz emitida pelo Sol, tanto no espectro visível quanto no ultravioleta, consegue atravessar o vidro e o plástico. O calor irradiado pelo solo, no entanto, basicamente no espectro infravermelho, não atravessa esses materiais, elevando, assim, a temperatura no interior da estufa. Você já parou para pensar que é uma incoerência construir enormes prédios de vidro nos países localizados na zona tropical do planeta, já que eles recebem grande insolação o ano inteiro? Essas enormes caixas de vidro funcionam como gigantescas estufas, armazenando grande quantidade de calor. Para torná-las habitáveis, faz-se necessário dissipar esse calor excedente. Assim, são necessários potentes sistemas de ar-condicionado, que consomem enorme quantidade de energia. E o pior é que, apesar de serem de vidro transparente, a luz solar nem pode ser utilizada como iluminação natural, devido às várias divisórias internas e ao uso de cortinas para minimizar o calor. Assim, a iluminação artificial tem que ficar ligada o dia todo, colaborando para maior consumo de energia, ao mesmo tempo, para a elevação do calor interno, exigindo mais do sistema de ar-condicionado, que por sua vez gasta mais energia ainda. É o resultado de importar padrões desenvolvidos para a zona temperada do planeta.
Fonte: http://pessoal.educacional.com.br/up/4770001/1306260/t137.asp