24 agosto 2008

IMPACTOS AMBIENTAIS - DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO - POST 5


A destruição da Camada de Ozônio, localizada na estratosfera, é um dos mais severos problemas ambientais da nossa era, e durante algum tempo foi muito citada na imprensa. Sua destruição ainda que parcial, diminui a resistência natural que oferece à passagem dos raios solares nocivos à saúde de homens, animais e plantas, os chamados raios ultravioletas. As conseqüências mais citadas seriam o câncer de pele, problemas oculares, diminuição da capacidade imunológica, etc.

O problema surgiu nos anos 30, quando algumas substâncias foram produzidas artificialmente em laboratório, principalmente para as aplicações em refrigeração. Descobriu-se mais tarde que estas atacam a camada de ozônio, com a tendência de reduzi-la globalmente, e com um efeito devastador que acontece localmente na Antártica, conhecido como o buraco de ozônio da Antártica, aumentando assim a penetração dos raios ultravioleta indesejáveis. Nos anos 80 iniciou-se uma verdadeira guerra para preservação da camada de ozônio, e uma de suas maiores vitórias foi a assinatura do Protocolo de Montreal, há mais de 10 anos. Por este tratado, assinado em 1987 por vários países, todas as substâncias conhecidas por CFC (clorofluorcarbonetos), responsáveis pela destruição do ozônio, não seriam mais produzidas em massa.

O trabalho mundial que se realiza para salvar a camada de ozônio continua. Trata-se de uma verdadeira guerra, onde se ganha batalha por batalha (e às vezes se perde uma, como por exemplo a não assinatura do Protocolo por alguns países). O grande problema é que muitas das pequenas indústrias que produziam e ainda produzem substâncias "proibidas" não tem tido capacidade financeira de se adaptar aos ditames do Protocolo de Montreal. A eliminação total está prevista para 2010, e o nível de 50% está previsto, numa etapa intermediária, para 2005. A maior vitória nesta guerra foi conquistada em 1987, quando a maioria dos países desenvolvidos parou de fabricar os CFCs. Para não prejudicar os países em desenvolvimento, foi lhes concedido ainda um tempo adicional para se adaptar às novas exigências. Assim é que, 84% da emissão de CFCs já foi eliminada, uma conquista extraordinária. A guerra, porém, ainda não está ganha. A Índia e a China são hoje ainda os maiores produtores e consumidores de CFCs.

A redução da camada de ozônio pode ser medida através do tamanho do buraco de ozônio da Antártica. Trata-se de uma região onde os efeitos destruidores dos CFCs são aumentados, pelas condições climáticas do Pólo Sul. Assim é que estamos numa época em que o tamanho do buraco é o maior já registrado. Apesar da vitória alcançada em 87, os problemas ainda não estão totalmente resolvidos para a camada de ozônio, e o motivo é que não existe ainda um substituto ideal para repor o CFC. Hoje utiliza-se maciçamente substâncias conhecidas por HCFC, isto é, um CFC melhorado ecologicamente, mas que ainda tem em sua molécula um átomo de cloro, que mais cedo ou mais tarde, vai também atacar a camada de ozônio. Em outras palavras, a situação está teoricamente melhor, mas ainda não está resolvida. A guerra não está ganha ainda. Não se pode esquecer que a camada de ozônio reage muito lentamente aos estímulos externos. O exemplo citado acima ilustra bem o que se afirma. A partir de 87 foi quase eliminada a emissão de novas quantidades de CFC para a atmosfera, mas hoje ainda temos um buraco de ozônio na Antártica que está próximo ao seu tamanho máximo. Os cientistas dizem para explicar isto que a camada tem constante de tempo muito longa. A constante de tempo da camada de ozônio é muito grande, isto é, ela só vai reagir a um estímulo após dezenas de anos. A prova é que, há mais de 13 anos após a principal vitória na eliminação da emissão de CFCs, o buraco na camada de ozônio ainda continua próximo ao seu máximo. Em 1998 o tamanho do buraco de ozônio da Antártica foi o maior já registrado, com 27 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, mais de 3 vezes o tamanho do Brasil. Parece que estamos ainda muito longe de um resultado realmente positivo no sentido da recuperação da camada de ozônio, não só na Antártica, mas também em todo o mundo.

O Brasil tem participado deste trabalho de avaliação contínua da camada de ozônio não só sobre o Brasil, mas também na Antártica, onde manteve em 1999 uma equipe na base Comandante Ferraz, para medir a camada de ozônio usando balões de pesquisa. Por tudo isto, continua o monitoramento da camada de ozônio em todo o mundo, a partir da superfície terrestre, de satélites, de aeronaves, usando as técnicas mais diversas. Não podemos esquecer que a guerra ainda levará muitos anos, até que finalmente, poderemos de fato não mais nos preocupar com radiação ultravioleta danosa aos seres vivos, quando a camada de ozônio estiver recuperada.

Fotos: 1 - World Inside Of Glass House - Fotógrafo/artista: Paul Anderson; 2 - Hole in glass, with sky in background, close-up, (digital composite) - fotógrafo/artista: Don Farrall

A BATALHA CONTINUA, MEUS QUERIDOS AMIGOS, SE VOCÊ AINDA PRETENDE ADQUIRIR ALGUM PRODUTO COM O CFC, ABSTENHA DE FAZÊ-LO, PROCURE ALGO SUBSTITUTO...PRECISAMOS CAMINHARMOS FIRMES NO NOSSO PROPÓSITO DE JUNTOS: " SALVAR NOSSO PLANETA E NOSSAS VIDAS"

22 agosto 2008

RESÍDUOS DE PETRÓLEO FORAM DERRAMADOS EM RIO DO EQUADOR

Mais de 37 mil litros de resíduos de petróleo foram derramados esta quarta-feira num estuário que desagua no Rio Aguarico, na província amazónica de Sucumbíos, perto da fronteira do Equador com a Colômbia, revelou a televisão local.
Segundo a agência Lusa, o acidente ocorreu quando um camião cisterna, proveniente do complexo industrial Shushufindi, e que se dirigia para a capital equatoriana, Quito, capotou junto ao Lago Agrio.
O produto foi derramado numa área de 800 metros, contaminando as linhas de água e os solos de várias propriedades.
A chefia da protecção ambiental do distrito amazónico de Petroproducción activou o plano de contingência com uma equipa de limpeza para enfrentar o problema.
Fonte: http://diario.iol.pt/ambiente/quito-petroleo-poluicao-derrame-colombia-equador/981207-4070.html

O ESTADO DE DESUMANIDADE QUE SE ENCONTRAM CÃES E GATOS







Meus amigos e minhas amigas, leitores e leitoras deste blog...
Confesso que me sinto extremamente entristecida, pois na última terça-feira (19/08/08), estive visitando o Canil e o Gatil, para onde a Prefeitura Municipal de Jaguariúna, envia os animais recolhidos nas ruas e praças de nossa cidade.
É algo estarrecedor, ver cães e gatos, amontoados em instalações precárias e impróprias, como estão os nossos animais.
Cães instalados em baias de 2x2 - até 6 por baia - Nas baias existentes estão acomodados, aproximadamente 80 cães.
Mas, a situação mais dramática é a dos gatos...estes, segundo apurei com a Senhora que os mantinha sob seus cuidados, em uma chácara na Nova Jaguariúna, foram levados 100 animais, para o "chamado gatil municipal" - um gaiolão, instalado num local aberto, sem sombreamento, onde existe uma pequena cobertura, o piso é de terra solta, com um "poeirão" de enlouquecer. Segundo a mesma Senhora, os animais foram levados há mais de um mes, sendo que segundo apurei com um servidor que aplicava uma injeção em um dos animais, em 20/08/08 existiam 65 animais, onde andarão os outros????
Creio que tiveram o mesmo destino dos 2 que estavam mortos no chão de terra solta...
Segundo apurei, 80% dos gatos estão doentes, contaminados com "rino-traqueíte" - doença contagiosa entre os felinos.
Os gatos estão só "pele e osso"...amigos, amigas, a situação é muito triste, é de chorar e muito a lamentar, como a administração pública municipal trata os nossos animais.
Quando os visitei, final de inverno ainda, o sol à pino, a temperatura beirava os 30°, e os gatos ali, naquela condição sub-humana, caótica, tremendamente anti-higiênica, deplorável, infeliz...sol escaldante, doentes...morrendo à míngua!!!!!
Que administração é esta que tem Jaguariúna, " insensível e desumana"????
VAMOS REFLETIR...QUEREMOS DAR CONTINUIDADE A ESTE SOFRIMENTO E DESUMANIDADE COM OS NOSSOS PARCEIROS DE VIDA???
OS ANIMAIS TAMBÉM SÃO FILHOS DE DEUS E JUNTAMENTE COM AS PLANTAS FAZEM PARTE E SÃO ESSENCIAMENTE IMPORTANTES PARA O EQUILÍBRIO DA VIDA NA TERRA.



MATAR FILHOTES DE BALEIAS É HUMANO???....


22/08/2008 - 00h21 - Bebê baleia perdido na costa australiana é sacrificado
da France Presse
O filhote de baleia que se perdeu há dois dias em águas australianas foi sacrificado nesta sexta-feira. Segundo a guarda ambiental, que o monitorava, a decisão foi tomada para acabar com seu sofrimento.
O filhote de baleia ganhou destaque ao confundir um iate com a mãe e tentar mamar no casco do barco. "O filhote de baleia foi sacrificado de forma tranqüila e humana", disse o porta-voz do Serviço de Parques Nacionais e Vida Selvagem, Chris McIntosh. "Foi um momento triste, mas foi como se ele tivesse ido dormir".
Filhote de baleia ficou quatro dias perdido no litoral de Sydney, na Austrália, e confundiu barco com a mãe e tentou mamar no casco
Um veterinário a bordo de um pequeno bote na baía de Pittwater, em Sydney, perto de Palm Beach, administrou um analgésico ao animal, que vinha sendo chamado de Colin. Em seguida, o bebê baleia foi levado para águas pouco profundas e recebeu uma injeção letal.
O destino do filhote foi tema de calorosas discussões nos últimos dias na Austrália. Houve quem defendesse a amamentação artificial, e também quem sugerisse a presença um adestrador de baleias aborígene, que cantaria canções capazes de tranqüilizar o animal. Até o Exército australiano se ofereceu para ajudar a devolver Colin ao mar.
"Ele se sentia sozinho e queria estar com sua mãe e sua família", disse Bunna Lawrie, da tribo Mirning do Grande Estreito da Austrália.
O chefe do serviço de parques nacionais, Sally Barnes, afirmou que não restava outra opção senão a eutanásia. "Ele estava sofrendo muito, e por isso fomos obrigados a tomar esta difícil decisão", lamentou.
O filhote era um exemplar de baleia jorobada (Megaptera novaeangliae). Ele foi encontrado no domingo passado, perdido de sua mãe, tentando mamar em um iate na costa australiana. Como não encontrou sua família e não conseguia se alimentar sozinho, Colin ficou muito fraco nos últimos dias.
Um filhote de baleia consome em média 230 litros de leite por dia.
As baleias jorobadas estão neste momento do ano em plena viagem de volta da Antártida para águas tropicais, onde se reproduzem. Nesta época, podem ser observadas com freqüência não muito longe das praias de Sydney.
Especialistas afirmam que Colin até tentou se comunicar com algumas baleias que passavam pela costa, mas que as chances de que ele fosse adotado por outra jorobada adulta.


QUE HUMANIDADE EXISTE NA MORTE DE UM ANIMAL INOCENTE????

A SAÚDE HUMANA E OS EFEITOS DA POLUIÇÃO



Novas implicações da poluição na saúde humana

Descoberta relação entre infartos e poluição atmosférica

31/10/2005 -
Novas implicações da poluição na saúde humanaDescoberta relação entre infartos e poluição atmosférica - Um estudo publicado no “Journal of Thrombosis and Haemostasis”, periódico da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia, aponta para uma forte relação entre poluição e incidência de uma modalidade de infarto. Segundo o estudo entitulado “Poluição atmosférica ambiental e infarto agudo do miocárdio”, exposições a partículas liberadas na queima de combustíveis fósseis, que ocorre especialmente nos veículos movidos a gasolina e a diesel, aumentam a incidência deste tipo de doença na população.

Outro estudo comprovou a relação entre poluição e diminuição da fertilidade masculina. Segundo concluiu a pesquisa da Sociedade Britânica de Fertilidade, a exposição de homens a altos níveis de partículas poluentes, tanto a curto quanto em longo prazo, afeta a qualidade de seus espermatozóides. A pesquisa foi realizada durante dois anos com trinta e cinco moradores de Teplice, cidade localizada na República Tcheca que apresenta altos níveis de poluição no inverno. Os especialistas da Sociedade descobriram que durante este período seus espermatozóides apresentaram maior número de defeitos, diminuindo sua fertilidade. Por outro lado, finda a estação muito poluída, excessiva à poluição, os espermatozóides produzidos voltaram ao normal, sugerindo que o problema é temporário e mesmo reversível. Nem mesmo as mulheres ficaram de fora. No artigo “Fertilidade diminuída em camundongos expostos a poluição atmosférica ambiental na cidade de São Paulo”, que apresenta os resultados de uma pesquisa em fêmeas de camundongo expostas a altos níveis de poluição, os pesquisadores constataram que elas sofrem mais abortos, seus filhotes têm menor peso ao nascer e boa parte deles nascem mortos. Não se sabe ainda até que ponto a experiência se reproduziria nos seres humanos. Outras doenças já são tradicionalmente associadas à poluição, em especial as do sistema respiratório, como asma e bronquite .

Um estudo publicado no “Journal of Thrombosis and Haemostasis”, periódico da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia, aponta para uma forte relação entre poluição e incidência de uma modalidade de infarto. Segundo o estudo entitulado “Poluição atmosférica ambiental e infarto agudo do miocárdio”, exposições a partículas liberadas na queima de combustíveis fósseis, que ocorre especialmente nos veículos movidos a gasolina e a diesel, aumentam a incidência deste tipo de doença na população.Outro estudo comprovou a relação entre poluição e diminuição da fertilidade masculina. Segundo concluiu a pesquisa da Sociedade Britânica de Fertilidade, a exposição de homens a altos níveis de partículas poluentes, tanto a curto quanto em longo prazo, afeta a qualidade de seus espermatozóides. A pesquisa foi realizada durante dois anos com trinta e cinco moradores de Teplice, cidade localizada na República Tcheca que apresenta altos níveis de poluição no inverno. Os especialistas da Sociedade descobriram que durante este período seus espermatozóides apresentaram maior número de defeitos, diminuindo sua fertilidade. Por outro lado, finda a estação muito poluída, excessiva à poluição, os espermatozóides produzidos voltaram ao normal, sugerindo que o problema é temporário e mesmo reversível. Nem mesmo as mulheres ficaram de fora. No artigo “Fertilidade diminuída em camundongos expostos a poluição atmosférica ambiental na cidade de São Paulo”, que apresenta os resultados de uma pesquisa em fêmeas de camundongo expostas a altos níveis de poluição, os pesquisadores constataram que elas sofrem mais abortos, seus filhotes têm menor peso ao nascer e boa parte deles nascem mortos. Não se sabe ainda até que ponto a experiência se reproduziria nos seres humanos. Outras doenças já são tradicionalmente associadas à poluição, em especial as do sistema respiratório, como asma e bronquite .
Fonte:http://www.conpet.gov.br/noticias/noticia.php?segmento=&id_noticia=495

21 agosto 2008

ENERGIA SOLAR EM PORTUGAL



A escola Luísa Neto Jorge (nº117), em Marvila, é a primeira da cidade de Lisboa a produzir energia através de uma instalação de microprodução fotovoltaica, certificada esta quinta-feira oficialmente, revelou em comunicado a Câmara Municipal de Lisboa (CML), noticia a agência Lusa.
«A instalação da unidade de aproveitamento de energia solar térmica vai permitir uma poupança energética de cerca de 70 por cento e uma poupança económica de 80 por cento. Permitirá ainda que parte da energia produzida seja vendida à EDP, prevendo-se a sua ligação à Rede Eléctrica já na próxima semana», pode ler-se na nota divulgada.
Oito escolas até ao final do ano
O investimento total deste programa da CML é de 200 mil euros e visa equipar oito escolas até final do ano com equipamentos de microprodução de energia, a partir de energia solar, num projecto efectuado ao abrigo de um diploma recente de Novembro de 2007.
A candidatura da CML para estas oito escolas foi aprovada, nos termos da lei, pela Direcção-Geral de Energia e Geologia.
A instalação da escola Luísa Neto Jorge, além de ser a primeira a entrar em funcionamento em Lisboa, é também a primeira a ser instalada num edifício público no país.

MUNDO CÃO - QUEM É O MAIS SELVAGEM?

10/06/2008 - 09h47 - Cão é espancado e agressor leva multa de R$ 2.000

LUCAS FERRAZ - Folha de S.Paulo, em Brasília

Um jovem de 18 anos foi multado em R$ 2.000 pelo Ibama, por espancar um cão. O animal teve a perna direita e a bacia quebradas. Foram os vizinhos, indignados com a atitude de Patrick Moitroux, que fizeram a denúncia.
Segundo Antônio Paulo de Paiva, coordenador da divisão de fiscalização de fauna do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e que investigou o caso, a denúncia foi feita na última quinta-feira (5), mas só no dia seguinte a equipe conseguiu localizar Bob, que fora levado ao veterinário pela namorada do jovem.
O rapaz tentou se explicar, disse o funcionário do instituto, que não se convenceu e o indiciou por maus-tratos baseado no artigo 32 da lei de crimes ambientais.
"A lei não se aplica somente a crimes contra animais silvestres mas também contra os domésticos", diz Paiva.
Segundo ele, há várias denúncias sobre agressões a cachorros, mas as demandas não são atendidas por "deficiências do Ibama".
A pena para esse tipo de crime, classificada por ele como "branda demais", é de um ano de detenção.
"Ele [o jovem] vai acabar prestando serviço à comunidade ou pagando cesta básica e fica por isso mesmo."
O Ibama vai encaminhar relatório sobre o caso ao Ministério Público Federal, que ficará encarregado de tocar a ação. O instituto, contudo, continua nesta semana a investigar outra caso de espancamento a um cão em Brasília que causou revolta: o animal, quando chegou ao veterinário, totalmente desfigurado, segundo relato, precisou ser submetido a eutanásia.
No caso de Bob, após a agressão, várias famílias se apresentaram para recebê-lo. A adoção se confirmou ontem (9), depois de análise do Ibama.
"Vi a história na TV e fiquei mobilizada", disse a nova dona de Bob, a engenheira florestal Valquíria Gonçalves, 38, casada, mãe de duas filhas.
"Vamos dar todo o carinho que ele não teve até então." Bob passou por uma cirurgia e está bem, conta Valquíria. A previsão é que ele esteja recuperado em 60 dias.
A Folha não conseguiu localizar Patrick no telefone do apartamento onde morava. Segundo o funcionário do Ibama que apurou o caso, o jovem se mudou do local, temendo represálias dos vizinhos.