28 agosto 2008

VEJAM OS CURSOS DA EMBRAPA

Embrapa realiza curso de Introdução ao Geoprocessamento

Em 2008 serão apresentados exemplos de aplicações na agricultura e meio ambiente6.8.2008 Especialistas, técnicos e estudantes interessados na aplicação da tecnologia de Geoprocessamento podem se inscrever no Curso de Introdução ao Geoprocessamento, oferecido pela Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), em 15 e 16 de setembro, das 8 às 17h, no auditório da Unidade, com a parte prática em seu Laboratório de Geoprocessamento e Métodos Quantitativos.
O curso será coordenado pela pesquisadora Emília Hamada, da Embrapa Meio Ambiente e apresentará os principais conceitos envolvidos na disciplina de Geoprocessamento, com exemplos de aplicações na agricultura e meio ambiente, por meio de exposições teóricas e de atividades práticas.
O termo Geoprocessamento surgiu com a introdução dos conceitos de manipulação de dados espaciais georreferenciados por meio de instrumentos computacionais chamados de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). De acordo com Emília, “um SIG é constituído por um conjunto de ferramentas especializadas em adquirir, armazenar, recuperar, transformar e emitir informações espaciais, tornando-se, desta forma, cada vez mais utilizado nos diversos campos de estudo, como a agricultura, o meio ambiente e os recursos naturais”.
Além de introduzir os conceitos básicos de SIG, explica a pesquisadora, serão apresentados e discutidos os fundamentos de cartografia, cartografia temática e introdução ao sensoriamento remoto.Na parte prática, os participantes poderão consolidar o conhecimento teórico com os exercícios propostos em agroclimatologia e em solos, utilizando um aplicativo de SIG.Além da pesquisadora, o curso também terá a participação da engenheira cartógrafa Renata Ribeiro do Valle Gonçalves e do técnico da Embrapa Meio Ambiente, José Tadeu de Oliveira Lana.
A programação abordará a evolução histórica do SIG, dados vetoriais e matriciais, fundamentos de cartografia, posicionamento na Terra, sistemas de coordenadas, projeção cartográfica, sistemas de coordenadas UTM (Universal Transverso de Mercator), escala, classificação de Mapas e Cartas, elementos de planimetria, de altimetria, fonte de dados, aplicação prática em agroclimatologia, cartografia temática, linguagem cartográfica, teoria da comunicação, instrumentos de representação, interação da radiação eletromagnética e principais alvos, principais satélites e sensores, imagens de satélite, técnicas de processamento digital de imagens e aplicação prática em solos.
A inscrição é de R$ 325,00 para profissionais (com desconto para mais de uma inscrição) e R$ 295,00 para estudantes.
Mais informações no site do evento ou pelo e-mail sac@cnpma.embrapa.br.
As vagas são limitadas a 10 participantes.
Cristina TordinJornalista, MTb 28.499
Embrapa Meio Ambiente

VAZAMENTO DE ÓLEO NOVAMENTE MATA NOSSOS PIGUINS


28/08/2008 - 10h36 - Vazamento de óleo mata dois mil pingüins em SC

Pelo menos dois mil pingüins foram encontrados mortos desde domingo nas praias de Santa Catarina com o corpo coberto de óleo. Segundo o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Florianópolis, onde os animais vivos estão sendo levados para tratamento, ainda não se sabe de qual embarcação está vindo o óleo. A mancha de óleo, segundo o Cetas, que deve estar em alto mar, está se deslocando para o sul do Estado.

A Marinha realiza sobrevôos em várias regiões para localizá-la.
O centro, que recebe diariamente nesta época do ano entre dois a três animais, está recebendo agora de 30 a 40 com o corpo cheio de óleo. Quando o pingüim se suja de óleo, ele perde a impermeabilidade natural das penas e a água gelada entra em contato direto com o corpo, baixando a temperatura e podendo levar à morte. Para dar conta de cuidar de tantos animais, o Cetas vai receber o apoio de biólogos e veterinários do Rio Grande do Sul e vai contar também com a ajuda de técnicos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Brasília.

27 agosto 2008

ROUPAS DESCARTÁVEIS PREJUDICAM O MEIO AMBIENTE


26/08/2008 - 21h47 - Estudo britânico revela que roupas baratas prejudicam o meio ambiente
O fenômeno britânico da roupa barata, que é descartada depois de utilizada quatro ou cinco vezes, contribui para o desastre ambiental do planeta, informou o jornal inglês The Observer, que citou dados do Ministério Britânico para o Meio-Ambiente e a Agricultura (Defra) e um relatório da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Lordes.Segundo o jornal, a cultura "cheap fashion", que tem se consolidado nos últimos anos no Reino Unido, é responsável pela emissão de mais de três milhões de toneladas de gás carbônico ao ano.
Além de levar a um aumento progressivo da poluição ambiental, a produção de roupas de baixa durabilidade incentiva a exploração de mão-de-obra, muitas vezes de menores de 18 anos.
O jornal estima que os britânicos descartem cerca de dois milhões de toneladas de roupa por ano, acrescentando que entre 2003 e 2007 os preços das peças básicas de vestuário caíram em média 10%.
Fonte: Da Ansa, em Londres

26 agosto 2008

A AUSÊNCIA DE CHUVAS EM BRASÍLIA - DF

Em Brasília, DF, onde não chove desde o início de maio (ao menos 115 dias de estiagem), pode chover fraco no final da semana, entre sexta (29) e sábado (30). De acordo com os meteorologistas da Somar, instabilidades associadas a uma frente fria entre o Sul e o Sudeste provocarão pancadas de chuva de maneira isolada na Capital Federal. Apesar desta chuva ajudar a melhorar os índices de umidade relativa do ar nos arredores, é apenas um paliativo, já que as chuvas ainda não retornarão de maneira mais generalizada à Região Centro-Oeste. Este sistema frontal também irá provocar chuvas no Mato Grosso do Sul, já a partir da noite de quinta-feira e no Mato Grosso, na sexta-feira. No domingo, retorna uma condição prolongada de tempo seco e quente em toda a Região. Sem o fenômeno La Niña, este ano as chuvas da primavera/verão voltam no seu período normal e a mudança no padrão atmosférico virá a partir de meados de setembro para o Centro-Oeste.

Fonte:

A ENERGIA EÓLICA NO BRASIL E O PARQUE ENERGÉTICO DE OSÓRIO-RS


Foto: Vista Aérea do Parque Eólico de Osório em janeiro de 2007.


No Brasil, a energia eólica é bastante utilizada para o bombeamento de água na irrigação, mas quase não existem usinas eólicas produtoras de energia elétrica. No final de 2007 o Brasil possuía uma capacidade de produção de 247 MW, dos quais 208 MW foram instalados no decorrer de 2006. O Brasil é o país da América Latina e Caribe com maior capacidade de produção de energia eólica.
O primeiro projeto de geração eólica no país foi desenvolvido em
Pernambuco, na ilha de Fernando de Noronha, para garantir o fornecimento de energia para a ilha que antes só contava com um gerador movido a diesel.
Quase todo o território nacional possui boas condições de vento para instalação de aerogeradores. A energia eólica brasileira teve um grande impulso com o programa do Governo Federal, o
Proinfa, que possibilitará a instalação de novas usinas em diversas localidades brasileiras, principalmente no litoral nordestino e no litoral sul do Brasil. Desde 2000 foram instaladas as usinas de Mucuripe (Fortaleza-CE), Prainha (CE), e as maiores são o Parque Eólico de Osório (RS), que produz 150 MW e a de Rio do Fogo (Rio do Fogo-RN).

O PARQUE EÓLICO DE OSÓRIO-RS - BRASIL


O parque eólico de Osório é um parque de produção de energia eólica na cidade de Osório, RS. É composto por 75 torres de aerogeradores de 98 metros de altura e 810 toneladas de peso cada uma, podendo ser vistas da auto-estrada BR-290 (Free-Way), RS-030 e de praticamente todos os bairros da cidade.
O parque tem uma capacidade instalada estimada em 150 MW (energia capaz de atender uma cidade de 700 mil habitantes), sendo a maior usina eólica da
América Latina. O fator de capacidade médio dos parques eólicos de Osório é de 34%, o que significa dizer que ele produz, em média, 34% da capacidade total instalada. A média mundial deste fator é de 30%.
O Parque de Osório é um empreendimento da Ventos do Sul Energia, pertencente à espanhola Enerfin/Enervento (Grupo Elecnor) com 90%, à alemã Wobben com 9% e à brasileira CIP Brasil, com 1%. O empreendimento envolveu um aporte de R$ 670 milhões, dos quais 69% financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Dentro do
parque eólico estão sendo construídos 24 km de estradas.

O parque tem 75 torres de aerogeradores de 98 metros de altura e 810 toneladas de peso cada uma, modelo E-70/2000 KW, sendo que com as hélices atingem 140 metros de altura (as pás têm 35 metros de comprimento cada, totalizando um diâmetro de mais de 70 metros, contando o rotor onde são fixadas). As turbinas eólicas responsáveis pela geração de energia chegam a pesar cerca de 100 toneladas. Os módulos das torres são construídos em Gravataí e montados em Osório. As pás dos aerogeradores são fabricadas em Sorocaba (SP) pela Wobben Windpower, subsidiária da ENERCON GmbH, da Alemanha.

ENERGIA EÓLICA - UMA ALTERNATIVA VIÁVEL


A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.

O navio a turbovela "Alcyone" foi especialmente projetado para receber a tecnologia de duas unidades de turbovela de Cousteau.
Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover
aerogeradores - grandes turbinas colocadas em lugares de muito vento. Essas turbinas tem a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trate de requisitos limitados de energia eléctrica.
A energia eólica é hoje considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota. Além disso, as turbinas eólicas podem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados.
Em
2005 a capacidade mundial de geração de energia elétrica através da energia eólica era de aproximadamente 59 gigawatts, - o suficiente para abastecer as necessidades básicas de um país como o Brasil - embora isso represente menos de 1% do uso mundial de energia.
Em alguns países a energia elétrica gerada a partir do vento representa significativa parcela da demanda. Na
Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal (dados de setembro de 2007) e na Espanha. Globalmente, a geração através de energia eólica mais que quadruplicou entre 1999 e 2005.
A energia eólica é renovável, limpa, amplamente distribuída globalmente, e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito-estufa.
O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que custava no final dos anos 90, e essa queda de custos deve continuar com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores. No ano de
2003 a energia eólica foi a forma de energia que mais cresceu nos Estados Unidos.
A maioria das formas de geração de eletricidade requerem altíssimos investimentos de capital, e baixos custos de manutenção. Isto é particularmente verdade para o caso da energia eólica, onde os custos com a construção de cada aerogerador pode ficar na casa dos milhões de reais, os custos com manutenção são baixos e o custo com
combustível é zero. Na composição do cálculo de investimento e custo nesta forma de energia levam-se em conta diversos fatores, como a produção anual estimada, as taxas de juros, os custos de construção, de manutenção, de localização e os riscos de queda dos geradores. Sendo assim os cálculos sobre o real custo de produção da energia eólica diferem muito, de acordo com a localização de cada usina.
Apesar da grandiosidade dos modernos moinhos de vento, a tecnologia utilizada continua a mesma de há 1.000 anos, tudo indicando que brevemente será suplantada por outras tecnologias de maior eficiência, como é o caso da
turbovela, uma voluta vertical apropriada para capturar vento a baixa pressão ao passar nos rotores axiais protegidos internamente. Esse tipo não oferece riscos de colisões das pás com objetos voadores (animais silvestres) e não interfere na audio-visão. Essa tecnologia já é uma realidade que tanto pode ser introduzida no meio ambiente marinho como no terrestre.

24 agosto 2008

PARA REFLETIRMOS...









Só quando a última árvore for derrubada,

quando o último rio secar e,

o último peixe for pescado,

vocês vão entender que o dinheiro não se come!


Greenpeace - mensagem