07 novembro 2008

QUANDO IREMOS FAZER VALER NOSSAS LEIS CONTRA OS ASSASSINOS DA NATUREZA?

06/11/2008 -PF e Ibama prendem criadores registrados pelo próprio Ibama com mais de 2.200 aves ilegais

Sebastião Montalvão

Um trabalho conjunto entre Polícia Federal e Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente) em Goiânia na manhã de hoje resultou apreensão de 2.235 aves de espécies variadas, além da prisão de 13 pessoas por suspeita de crime ambiental.
  • Demian Duarte/Jornal Hoje

    Muitas das aves apreendidas na operação apresentavam sinais de maus-tratos e algumas estavam mortas

  • Demian Duarte/Jornal Hoje

    Os animais apreendidos são originários das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País. O destino final seriam os Estados do Sudeste e Sul

  • Demian Duarte/Jornal Hoje

    Os criadores de animais têm registro no próprio Ibama, mas faziam a captura dos espécimes na natureza, o que é proibido

Todos são criadores de animais com registro no próprio Ibama. Outras 11 pessoas foram conduzidas à Superintendência da PF em Goiânia para prestar esclarecimentos e acabaram liberadas. A operação, chamada Grilhões, contou com a participação de cerca de 150 policias de Goiás, Brasília e Minas Gerais.

Além dos animais, a PF também apreendeu 1.178 anilhas falsificadas. De acordo com as investigações, a falsificação das anilhas (pequenos aros de metal colocados nas patas das aves) seria uma forma de dar aparência de legalidade à venda de animais capturados irregularmente na natureza. "Essa foi uma das maiores ações já realizadas no País", disse o Superintendente da PF em Goiás, Rogério Galloro.

Por serem todos registrados no Ibama, eles podiam fazer a comercialização de animais silvestres, desde que reproduzidos em cativeiro. No entanto, eles faziam a captura dos espécimes na natureza, falsificavam as anilhas de identificação e os negociavam como se fossem legalizados. Os animais apreendidos são originários das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País. O destino final seriam os Estados do Sudeste e Sul.

Apesar do número e da diversidade de espécies apreendidas, a polícia acredita que essa seja apenas a ponta do 'iceberg'. "Pelo que pudemos apurar, essas anilhas falsificadas eram distribuídas não apenas para criadores de Goiás, mas para vários estados do País", ressaltou a delegada Esmeralda de Oliveira e Silva, da Delemaph (Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente e o Patrimônio Histórico), responsável pela operação.

Segundo Rogério Galloro, somente em Goiás são 7 mil criadores credenciados ao Ibama. "Só cumprimos 27 mandados hoje, vamos continuar investigando", ressaltou. O superintendente ainda não confirma, mas também não descarta a possibilidade de que, a partir do Sudeste, esses animais sejam levados para outros Países, por meio do tráfico internacional.

Dentre as aves apreendidas, estão algumas seriamente ameaçadas de extinção, como a arara azul. Muitas das aves apresentavam sinais de maus-tratos e algumas estavam mortas. Um dos agentes da operação contou que em uma das abordagens, o proprietário tentou se livrar das aves, jogando-as sob um muro. Um filhote de tucano ficou gravemente ferido. "Também encontramos aves mortas", garantiu a delegada da Delemaph.

As gaiolas apreendidas lotaram um caminhão e os animais agora estão sob os cuidados do Ibama. "Vamos fazer um rastreamento minucioso. As aves que tiverem condições de voltar ao convívio na natureza serão reintroduzidas nas suas regiões de origem. As que já tiverem sido domesticadas, daremos o destino adequado", garantiu o superintendente interino do Ibama em Goiás, Carlos Roberto Teixeira.

As pessoas presas não tiveram o nome divulgado pela PF. Todos responderão por seis crimes: falsificação de sinal/autorização pública, formação de quadrilha, receptação, captura de aves na natureza, maus-tratos e falsidade ideológica. Somados os crimes, a pena prevista pode chegar a oito anos de prisão. O Ibama também informou que todos os presos terão sua licença de comercialização cassada. A fábrica irregular de anilhas também foi fechada.

Fonte: UOL NOTÍCIAS

FORUM INTERNACIONAL DE ENERGIA RENOVÁVEL E SUSTENTABILIDADE - 19 A 21/NOVEMBRO/2008 - FLORIANÓPOLIS (SC) - BRASIL






PÚBLICO ALVO
Empresários, políticos, investidores e entidades financeiras, ambientalistas, profissionais, instituições e pessoas que atuam no segmento de energia e meio ambiente

OBJETIVO
• Reunir empresários, políticos e profissionais de diferentes áreas do conhecimento para debaterem novas formas de energias renováveis, sua inserção no sistema energético e a interação com o meio ambiente e sustentabilidade.

• Oportunizar a atualização de conhecimentos bem como a troca de experiências multidisciplinares na área de energias renováveis e meio ambiente.

• Estimular a realização de pesquisa e desenvolvimento visando a identificação de alternativas para aplicação dessas tecnologias.

• Oferecer subsídios para as políticas públicas e setoriais relacionadas ao tema.

SUSTENTABILIDADE E NEUTRALIZAÇÃO

. A Eco Power Conference adota diversas medidas de sustentabilidade, dentre elas a neutralização da emissão de carbono, a utilização de material reciclado e ecológico durante todo o período de organização do evento.

A compensação das emissões de carbono na EcoPower 2007, foi através do plantio de 352 árvores nativas, dentro de projetos de geração de primeiro emprego e renda da OSCIP Gerar, em Pato Branco (PR).

LEIA MAIS EM: http://www.ecopowerbrasil.com.br/2008/index.php?page=interna&id=4

05 novembro 2008

VAMOS RESPEITAR O RIO JAGUARI

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) vai construir duas Estações de Tratamento de Esgoto na cidade., investindo R$ 54 milhões nas obras. “Em 2011, vamos ter 84% do esgoto de Bragança Paulista tratado”, anunciou Serra.

Fonte:http://manoelfs.blogspot.com/2008/04/estado-regulariza-imveis-de-moradores.html

Estamos aguardando ansiosos por esta e outras boas novas dos municípios que despejam seus esgotos in natura dentro do nosso Rio Jaguari.

A RECUPERAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DO RIO DE JANEIRO

Aterro Sanitário de Gramacho

Enfrentando um desafio, em 1995, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Comlurb, decidiu assumir a responsabilidade pela recuperação do Aterro de Gramacho, passando a operá-lo de forma sanitária e ambientalmente adequada.

Hoje, o aterro possui sistema de captação e tratamento de chorume, sistema de captação e queima de biogás, novos prédios administrativos, um centro de educação ambiental e um centro de triagem de materiais recicláveis operado pela cooperativa de catadores.

Existe também um trabalho de recuperação do manguezal do entorno com replantio de mudas e propágulos.

O lixo recolhido (cerca de 6.500 toneladas/dia) é disposto, compactado e coberto com argila, evitando focos de incêndio e proliferação de vetores.
Decorridos 5 anos do início dos serviços de recuperação, o Aterro de Gramacho transformou-se num modelo de recuperação de áreas degradadas, sendo operado atualmente dentro das normas de engenharia sanitária ambiental.
Atualmente, o Aterro Metropolitano de Gramacho é a principal unidade para destino final de resíduos sólidos urbanos coletados na Cidade do Rio de Janeiro e nos municípios da Região Metropolitana, em especial Duque de Caxias, Nilópolis, São João de Meriti e Queimados.
Fonte:http://comlurb.rio.rj.gov.br/serv_atgramacho.htm

LOCALIZAÇÃO DOS SATÉLITES

Fonte: http://sigma.cptec.inpe.br/produto/queimadas/index.jsp#

04 novembro 2008

OLHEM OS ANIMAIS QUE ESTÃO AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO

04/11/2008 - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lançou nesta terça-feira um livro com mais de 600 espécies de animais ameaçados de extinção.


A publicação foi baseada no último levantamento feito pela UICN (União Internacional para Conservação da Natureza), em 2003. A primeira lista de animais em extinção, feita em 1989, continha 218 espécies ameaçadas, enquanto no livro lançado hoje estão contabilizadas 627 espécies.

"Alguns grupos não tinham sido avaliados em 89, como o de peixes; além disso, foram adotados novos critérios, devido ao aumento do conhecimento científico e do entendimento dos fatores de ameaça", esclarece o biólogo Adriano Paglia, que é analista de biodiversidade da ONG Conservação Internacional e um dos autores do livro.

Minc afirmou que, da lista de 1989, foram retiradas 79 espécies, como o sagüi e o lobo-guará. Mas foram acrescentadas 479, como a baleia azul, o tubarão-baleia e a jararaca.

Ministério do Meio Ambiente
A baleia azul, um dos animais que faz parte da nova lista de espécies ameaçadas
VEJA OUTROS ANIMAIS EM RISCO
79 ESPÉCIES A MENOS; 479 A MAIS
MINC CONTRA BICHOS EM CIRCO
O QUE É POSSÍVEL FAZER?
A publicação, chamada de Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, foi elaborada em parceria com a Fundação Biodiversitas.

"Temos que correr atrás do prejuízo criando novas unidades de conservação, defendendo o habitat dessas espécies, defendendo sua cadeia alimentar, fazendo mais pesquisa, em suma, combatendo a degradação desenfreada", afirmou o ministro.

Entre os biomas que têm o maior número de espécies ameaçadas estão em primeiro lugar a Mata Atlântica (60%), seguida do cerrado (20%) e da zona costeira e marítima. Para reverter esse quadro, o ministro afirmou que é necessário criar corredores de proteção, combatendo o tráfico e fazendo campanhas nas escolas.

Minc quer que cada unidade de conservação ambiental tenha um exemplar do livro vermelho e disse que vai conversar com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para que a publicação também seja distribuída nas escolas da rede pública.

O biólogo da Conservação Internacional explica que a ameaça de extinção deve-se, principalmente, à perda de habitat, provocada pelo desmatamento. "A fiscalização é fundamental, mas as pessoas não devem delegar a questão apenas ao poder público e às ONGs", comenta. Cobrar a criação e conservação de reservas ecológicas e denunciar o comércio de espécies nativas são formas de colaborar com a preservação desses animais.

*Com informações da Agência Brasil
Fonte: http://cienciaesaude.uol.com.br


01 novembro 2008

O SEGREDO DA MARAVILHOSA ÁGUA DE NOVA YORK - USA - REPORTAGEM GLOBO RURAL


...Vamos conhecer uma experiência que já fez 18 anos, já ganhou maioridade, e inspirou vários projetos no mundo afora.

Nova York é dura na queda. Estremeceu com o ataque às torres gêmeas em 2001, se corrói com problemas crônicos de lixo, desemprego, violência e intermináveis engarrafamentos de trânsito, foi varrida pelo vendaval financeiro de 2008, mas a cidade mantém de pé o seu charme, a sua fama. É o lugar mais procurado pelos turistas. São 40 milhões de visitantes por ano.

Entre os inúmeros encantos que fazem a fama de Nova York pouca gente sabe de uma das coisas mais preciosas que a cidade tem. É a excelente qualidade da água. Graças a uma bem bolada parceria com fazendeiros e proprietários de terra, Nova York ainda não tem estação de tratamento, só de filtragem. As pessoas bebem água pura da montanha e direto da torneira.

Na casa da família “Swafts”, periferia de Nova York, é assim. Pra servir uma visita, o Sasha “Swafts”, que é empresário e viaja o mundo todo vendendo máquinas, não tem pejo de encher a jarra na torneira e levar direto pra mesa.

“Vocês sempre bebem da torneira?”, pergunta o repórter.

“Desde criança. Aprendi assim. Meus vizinhos, meus amigos. A gente confia. Até em restaurante, a primeira coisa que fazem é trazer uma jarra de água da torneira.”, diz ele.

Sasha só não se surpreende com o fato de ser notícia pra nós o que é comum pra ele porque é casado uma brasileira, a dentista Luciana. Eles se conheceram num vôo. Ela morava na zona sul de São Paulo onde água tem um gosto forte por causa do pesado tratamento químico.

“E como a Luciana reagiu quando você ofereceu água da torneira pra ela?”, pergunta o repórter.

“Ela olhou pra mim muito desconfiada, não queria tomar”, diz ele.

“Eu perguntei. Falei: “como assim? De onde vem? Ele me explicou que é de uma reserva natural e que é extremamente pura”, conta Luciana.

“Esta água tem o frescor de uma manhã de verão, quando está úmido lá fora, o sol nascendo entre as árvores”, conta ele.

“O gosto é ótimo. O cabelo fica mais bonito, a pele mais macia. É realmente muito gostosa”, diz Luciana.

Pra ver de onde vem, onde brota essa água lendária, nós deixamos a cidade de Nova York rumo ao interior do estado. Saímos do nível do mar e subimos cerca de 200 quilômetros , como se fôssemos para o Canadá. No meio do caminho, a 1,2 mil metros de altitude, ficam as montanhas de Catskill.

As montanhas de Catskill não estão entre as mais conhecidas dos Estados Unidos como as dos apalaches, montanhas rochosas, mas ali fica uma cidade fundada há mais de 200 anos, uma cidade pequena e que ficou famosa no mundo inteiro em 1969 pelo que aconteceu ali.

Na música, no comportamento dos jovens representou uma revolução, o festival de Woodstock.
Foi o auge do movimento hippie. Mais de 400 mil jovens se reuniram ali para ver apresentações de rock.

Hoje, quase 40 anos depois, as lembrancinhas do festival é que alimentam o comércio da cidadezinha de Woodstock. São roupas, colares, posters.

Na nossa rápida passagem, encontramos um hippie tardio, na porta de uma lojinha, Rick Jay.

“Eu sou da segunda geração de Woodstock. Vim pra cá quando cresci. Alguém aqui tem que manter vivo o nosso velho símbolo de Paz e Amor. A propósito, é um documentário sobre o movimento hippie?”, conta ele.

“Não. É sobre a água de Catskill”, diz o repórter.

“Ah!, cara. É a melhor água do planeta.Mas, por favor, não divulgue isso porque se não vai encher de gente aqui, outra vez. O que precisamos é proteger nossa água, aqui.”, diz Rick Jay.

A água que o hippie quer proteger chega na casa do Sasha e da Luciana. Na verdade, as nascentes estão protegidas há mais de um século. Ficam dentro de um parque que o Estado de Nova York criou em 1904.

Dentro do parque, ao contrário do que acontece no Brasil, há várias vilas, cidadezinhas. Tem mais de 50 mil moradores. As áreas de conservação convivem com a zona rural.

Quem se ofereceu para nos apresentar os fazendeiros parceiros da cidade de Nova York é o engenheiro florestal Tom O’Brien, diretor executivo da Wac, Watershed Agricultural
Council.

“Prazer em conhecê-lo”, diz ele.

“O prazer é meu”, diz o repórter.

“Sejam bem-vindos”, diz ele.

Ele é diretor executivo de uma coisa que não existe no Brasil. Não é uma ONG, organização não governamental, não é uma cooperativa, uma associação, é um conselho formado por proprietários rurais que já investiu mais de 100 milhões de dólares em benfeitorias.

“Muita coisa. São várias práticas de manejo. É um programa amplo que, ao mesmo tempo, preserva a água e melhora o desempenho da fazenda. Meu carro. Mas, venha comigo no meu carro pra você ver na prática o que estamos fazendo”, diz ele.

Nossa primeira visita é ao mister Steve Reed que tem 60 hectares , dois terços de mata. No
pasto, agora, cria um gadinho de corte vende lenha, mas a renda com que conta mesmo, vem de duas fontes: pela reserva de mata, todo ano recebe da Prefeitura de Nova York, cerca 10 mil reais.

“Ah! Sem esse dinheiro do programa, não sei o que faria para pagar meus impostos”, diz ele.

A outra fonte de renda vem do bosque para onde mister Steve Reed nos leva. É uma árvore nativa da região.

O nome da árvore é maple, mais conhecido entre nós é árvore do Canadá, com a folha de três pontas. Assim como o urso guarda gordura para passar o inverno, esta árvore armazena açúcar para o momento da quebra da dormência, quando na primavera vai enflorar outra vez. Assim como da folha da seringueira se faz látex, desta árvore se faz o xarope mais consumido nos Estados Unidos. É uma árvore que dá açúcar.

“A gente ordenha a árvore num período bem curto, de fevereiro a março. É quando cai geada na madrugada, mas depois o dia esquenta. E a seiva começa a subir pelo tronco”, diz Scott Reed, agricultor.

O filho de Steve Reed, Scott, conta que fazem uns furos no tronco, assim. Enfiam neles umas chupetas e, por gravidade ou bomba a vácuo, aspiram a seiva. Ela segue por uma fiação até as caldeiras. Fervida, como a garapa pra fazer melado de cana, a seiva se transforma no delicioso xarope de maple, aquele melzinho que em filme a gente vê o americano pondo nas panquecas do café da manhã.

“Esta árvore é o esteio da renda de muitas famílias nesta parte dos Estados Unidos e do Canadá. O programa de conservação paga engenheiros florestais para orientar o produtor a tirar mais proveito do bosque. Antes da assistência técnica, porém, resolvemos os problemas de poluição de água que existem na propriedade.”, diz Tom O’Brien.

A fazenda do mister Steve Reeds fica na cabeceira de um rio que mais abaixo dá nome a um estado americano. Fica a 200 quilômetros da cidade de Nova York. Lá milhares de pessoas bebem do ribeirão que passa em frente da casa dele. Para garantir a qualidade da água a prefeitura de Nova York pagou pra ele um novo sistema de captação de esgoto e que custou o equivalente a 50 mil reais, investimento que ele não poderia bancar sozinho.

“Nem em sonho eu conseguiria fazer o que construíram aqui. Essa tampa que você vê aí é de uma caixa de concreto subterrânea. É um pequeno tanque de captação tanto da água de pia e chuveiro como das privadas. Daqui, o esgoto é canalizado. Veja só a tubulação passando sobre o córrego. Vai para esta outra caixa maior. E desse ponto ela é bombeada para o alto do terreno.”, conta Steve Reeds.

Não se vê nada pois está tudo enterrado, mas de um determinado ponto, o esgoto é alçado cem metros acima e, só então, é feito a descarga. Nessa distância, a sujeira é filtrada pelo solo de modo que estará limpa quando cair no lençol e chegar ao córrego.

“A minha antiga fossa fica na beira do córrego. Infiltrava de um jeito que não podia imaginar.”, diz Steve Reeds.

“Quantas sistemas de esgoto como este foram construídos nas fazendas daqui?”, pergunta o repórter.

“Muitos. Mais de trezentos.”, conta Tom O’Brien.

Se a casinha solitária de Steve Reed, imagine as milhares de outras moradias que existem dentro do parque de Catskill. Pois, essas comunidades também entraram na parceria. Veja o caso do pequeno distrito de Andes que tem três mil habitantes. Ganhou uma que big estação de tratamento de esgoto e até os custos de operação são pagos pela prefeitura de Nova York.

“E por que uma estação tão grande?”, pergunta o repórter.

“Faz parte do acordo entre os governos daqui e de lá. Andes só vai poder crescer até o limite da capacidade da estação de tratamento de esgoto. Quer dar uma olhada na descarga do esgoto tratado. Olha como a água sai?”, diz O’Brien.

Fonte:

http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-330364-1,00.html

Isto sim, são lindos exemplos para serem seguidos...!!!