
Fonte: Postado pela Jornalista Juliana Arini no Blog do Planeta. http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/. Reprodução unicamente para divulgação.




NÃO PERMITA QUE AS TRAGÉDIAS
SE REPITAM EM SUA CIDADE
DIGA NÃO
ÀS ENCHENTES
§ VERIFIQUE SE OS BUEIROS ESTÃO TODOS DESENTUPIDOS – RECLAME SE NÃO ESTIVEREM.
§ NÃO JOGUE E NÃO DEIXE JOGAR LIXO NOS RIOS, NAS RUAS E NOS TERRENOS BALDIOS. DENUNCIE !
§ SOLICITE LIMPEZA NOS CURSOS D' ÁGUA DAS REGIÕES ONDE OCORRERAM ENCHENTES.
§ SE NOTAR DERRUBADAS DE MATAS E INVASÕES EM ÁREAS DE RISCO, AVISE A DEFESA CIVIL OU A PM.
§ TERRAPLANAGENS E ATERROS SUSPEITOS PODEM PROVOCAR DESABAMENTOS. DENUNCIE !
§ SE AS ÁGUAS COMEÇAREM A SUBIR, SAIA DA CASA IMEDIATAMENTE...SUA VIDA VALE MUITO MAIS !
§ NÃO ENFRENTE INUNDAÇÕES COM O SEU CARRO. ELE PODE SER ARRASTADO PELA FORÇA DAS ÁGUAS.
AJUDE A EVITAR PREJUÍZOS E MORTES ! ©
CAMPANHA DO INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA – QUEM USA, CUIDA!
(PODE SER REPRODUZIDO, DEVE SER DISTRIBUÍDO E DIVULGADO, MAS NÃO ALTERADO)
O país havia apostado ao mesmo tempo em várias fontes, a fim de não se tornar dependente de apenas uma. Agora, terá que procurar uma nova fórmula para o Energie-Mix, como técnicos e políticos costumam chamar a solução alemã.
Carvão x fontes regenerativas
Ao mesmo tempo, a política energética causou grandes controvérsias entre os ministérios do Meio Ambiente e da Economia. Enquanto o primeiro está nas mãos do político verde Jürgen Trittin, defensor das energias renováveis, seu colega social-democrata Wolfgang Clement lutou o quanto pôde para manter as subvenções ao carvão.
São elas que ainda sustentam as minas alemãs, dando emprego a milhares de pessoas. Com o alto custo da mão-de-obra na Alemanha, as minas não são competitivas, uma vez que é mais barato importar carvão da Polônia e outros países. E também há um outro aspecto: por mais modernas que sejam, as usinas de carvão mineral, uma energia fóssil, são poluentes. Por isso, atrapalham as metas climáticas do governo alemão de continuar reduzindo as emissões de CO2.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Cata-ventos em Portugal, construídos com tecnologia alemãClement, por sua vez, incorporou as críticas das companhias de energia às subvenções à energia eólica - a menina dos olhos de Trittin - criando-se um impasse. Também iniciativas civis e ambientalistas começaram a criticar a presença cada vez mais freqüente dos geradores eólicos em meio à paisagem. Depois de terem sido garantidas as subvenções ao carvão, em menor escala, foi a vez de um entendimento quanto à Lei das Energias Renováveis.
Menos fomento à energia eólica, mais à solar
Uma emenda definida a 5 de novembro decidiu diminuir o preço fixo que as distribuidoras têm que pagar pela energia eólica para 5,5 cents por quilowatt/hora. Já não serão subvencionados cata-ventos de menor rendimento em regiões de pouco vento, privilegiando-se os parques off shore. A meta do governo alemão é aumentar para 12,5% a parcela das energias renováveis no abastecimento total do país.
Hidrelétricas, usinas de biomassa e geotérmicas receberão um fomento maior. E, pela primeira vez, a energia solar capatada por grandes coletores será beneficiada, recebendo uma tarifa especial de 43,4 cents por quilowatt/hora. Trata-se aqui das tarifas especiais que as distribuidoras têm que pagar aos produtores.
As subvenções serão repassadas aos consumidores nos domicílios particulares, que pagarão uma taxa máxima de 1,10 euro. As vantagens de preço para indústrias, a partir de um consumo de 100 gigawatts, agora serão estendidas também a empresas de médio porte com consumo a partir de 10 gigawatts.
O desafio do futuro: luz sem energia nuclear
Por mais que aumente a parcela das energias renováveis no abastecimento do país, elas não conseguirão substituir o vácuo que deixará a desativação das centrais nucleares. A primeira delas será desligada já a 15/11/2003. Em um recente congresso sobre a energia do futuro, Wolfgang Schröppel, da Confederação das Empresas Eletrotécnicas (VDE) expôs o dilema da Alemanha, onde a energia nuclear é responsável por um terço da produção de eletricidade:
"Até 2020 teremos que substituir 25 gigawatts de energia, até agora geradas pelas centrais nucleares. Em segundo lugar, temos que substituir também as velhas usinas a carvão que atingirem seu tempo máximo de funcionamento. Isso representa de 20 a 50 gigawatts de energia. Ou seja, precisamos de novas usinas para a geração de um momentante de 70 a 80 gigawatts."
Investimentos de 80 bilhões de euros
Para se ter uma noção, isso equivale a mais da metade do consumo de eletricidade na Alemanha. O volume de investimentos necessário para a construção de novas usinas foi estimado por engenheiros em até 80 bilhões de euros.
As fontes renováveis não conseguirão, nem a médio nem a longo prazo, suprir uma demanda tão elevada. Especialistas que participaram do congresso em Hamburgo ressaltaram que para se utilizar a energia eólica é preciso haver uma boa reserva de eletricidade produzida em usinas tradicionais para cobrir a demanda em caso de calmaria.
Eficiência poderá acabar
Armin Schnittler, da Universidade Técnica de Aachen, chamou a atenção para o fato de a Alemanha ocupar uma posição internacional de destaque no que se refere à qualidade de seu sistema de eletricidade, pouco afetado por apagões. Um cliente na Alemanha fica sem luz, em média, 15 minutos por ano. Isso poderá piorar, e muito, pois não se está mais investindo em manutenção. Ele previu que, ao se prolongar o uso dos componentes, dentro de 15 anos a média será de 3 a 3 horas e meia.
Os países que participam da conferência sobre clima da ONU, em Poznan, na Polônia, precisarão de pelo menos outras quatro reuniões antes de tentar fechar um acordo sobre o regime climático internacional a partir de 2012, quando expira o Protocolo de Kioto, segundo disseram à Agência Efe fontes.
Esta é considerada uma cúpula de transição frente à que será realizada em Copenhague, na Dinamarca, em 2009. O fato de estarem sendo cogitadas outras quatro reuniões evidencia que os negociadores não esperam acordos relevantes esta semana.
Dois destes encontros, dos quais participarão delegações de mais 190 países, serão realizados na cidade alemã de Bonn.
Ainda resta decidir a sede das outras duas reuniões, mas estuda-se que uma delas seja em Viena ou Poznan, e a quarta em Bangcoc, Tailândia, entre setembro e outubro, pouco antes da cúpula de Copenhague.
EFE
Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.
http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI3384329-EI188,00.html / WikipediaDurante muchos años la principal fuente de ingresos de Islandia fue la pesca, pero cuando dejó de ser rentable la gente empezó a buscar otras maneras de ganarse la vida. Los conservadores que gobiernan el país pensaron que si domeñaban la energía natural de Islandia para vendérsela a grandes compañías como Alcoa y Rio Tinto, solucionarían el problema.
Ahora tenemos tres fundiciones de aluminio, las mayores de Europa; y en los tres próximos años quieren construir dos más. Dichas fundiciones necesitarán energía de un puñado de nuevas plantas de geotérmicas, así como la construcción de represas que dañarían espacios naturales impolutos, manantiales y campos de lava. La obtención de tanta energía a partir de campos geotérmicos no es sostenible.
Muchos islandeses se oponen a la construcción de esas fundiciones. Más bien preferirían continuar desarrollando pequeñas empresas de su propiedad y no hacer ese gasto. En Islandia ha habido muchas luchas para defender esta causa. Una de ellas tuvo como resultado que el ministro de Medio Ambiente insistiese en que por primera vez se llevase a cabo un estudio de impacto medioambiental antes de construir cualquier fundición o represa.
Y, luego, estalló la crisis económica. Jóvenes familias se ven amenazadas con perder sus hogares y los ancianos con perder sus pensiones. Es algo catastrófico. Se palpa la rabia. La gente abuchea por la calle a los seis mayores capitalistas de Islandia y los critica en la radio y la televisión; voces furiosas insisten en que vendan sus propiedades y entreguen los beneficios al Estado. Se ha sabido que unos cuantos individuos obtuvieron préstamos gigantescos en el extranjero sin que el pueblo islandés tuviera conocimiento de ello. Ahora, según parece, es la nación quien debe reembolsarlos.
Lo que exaspera a la gente es que los responsables de haber sumido a los islandeses en esta situación son los mismos que ahora tratan de sacarnos de ella. Muchos exigen que dimitan y permitan que otros pongan orden. El más criticado es Davíð Oddsson, que se nombró a sí mismo director del Banco Central después de 19 años como alcalde de Reykjavik y de 13 años como primer ministro. Una vez a la semana, los capitalinos se reúnen en el centro de la ciudad para pedir su dimisión.
Y entonces, por sorpresa, fuimos víctimas del espectacular mazazo que nos asestó el primer ministro del Reino Unido. Cito textualmente una petición firmada por la décima parte del pueblo islandés: “Gordon Brown ha utilizado de forma injustificada la Ley Antiterrorista contra el pueblo de Islandia para obtener beneficios políticos a corto plazo. Esto ha transformado la grave situación en un desastre nacional… hora a hora y día a día, las acciones del gobierno británico están aniquilando indiscriminadamente los intereses islandeses.” [1]
En general soy ajena la política. Vivo feliz en la tierra de la música. Pero me impliqué porque los políticos parecen empeñados en arruinar el entorno natural de Islandia. Y la semana pasada leí que a causa de la crisis algunos parlamentarios islandeses están cabildeando para que se haga caso omiso de la evaluación medioambiental y las represas puedan construirse lo más rápidamente posible con el fin de que Alcoa y Rio Tinto obtengan la energía que necesitan para hacer funcionar las dos nuevas fundiciones.
Islandia es un pequeño país. No hubo aquí revolución industrial y yo tenía la esperanza de que podríamos evitarla por completo y pasar directamente a opciones sostenibles de alta tecnología. Si alguien era capaz de hacerlo, éramos nosotros. La mentalidad islandesa tiene algo de maravilloso, somos audaces y adictos al riesgo hasta el extremo de la imprudencia. A la hora de hacer música, de contar historias y de reflexionar de forma creativa esta adicción al riesgo es algo grande. Y tras haberme introducido en muchas pequeñas empresas islandesas en proceso de crecimiento, me doy cuenta de que muchas de ellas han dado pruebas de audacia, ya sea en la biotecnología o en la alta tecnología.
Los islandeses son gente de una sólida formación en ciencias avanzadas. Tenemos a ORF, que es una de las mejores compañías de biogenética en el mundo; a Össur, un fabricante de piernas artificiales; a CCP, un fabricante de juegos informáticos, y a otros muchos. También tenemos muchos médicos y profesionales sanitarios. Gracias a los cientos de géiseres naturales que brotan en toda la isla y a nuestra (hasta ahora) casi inalterada naturaleza, Islandia podría convertirse fácilmente en un enorme y suntuoso balneario al que la gente podría venir a curar sus dolencias y descansar. Más valdría que el gobierno utilizase el dinero para apoyar a estas empresas en vez de ponerlo al servicio de Alcoa y Rio Tinto.
La flexibilidad es importante: tendremos que vivir con las tres fundiciones de aluminio que ya están en marcha y tratar de buscar la manera de volverlas más ecológicas. ¿Pero acaso necesitamos cinco? En el pasado pusimos todos los huevos en un mismo cesto y eso ha demostrado ser peligroso, como ya nos dimos cuenta cuando el 70% de nuestros ingresos provenían de la pesca. Ahora estamos al borde del abismo por haber apostado todo a las finanzas. Si construimos dos fundiciones de aluminio más, Islandia se convertiría en el mayor fundidor de aluminio del mundo y pasaríamos a ser conocidos sólo por eso. Quedaría poco lugar para cualquier otra cosa. Y si el precio del aluminio cayese -como está sucediendo- sería catastrófico.
Islandia puede ser más autosuficiente y más creativa y, al mismo tiempo, hacer las cosas de una manera más acorde con el siglo XXI que con el XIX. Puede construir menos represas, más pequeñas y ecológicas. Utilicemos esta crisis económica para ser totalmente sostenibles. Enseñemos al mundo todo lo que sabemos sobre plantas de energía geotérmica. Apoyemos a las empresas verdes. Empecemos desde abajo. Puede que tarden más en crecer y en dar beneficios, pero se basan en algo sólido, estable e independiente de los vaivenes de Wall Street y del volátil precio del aluminio.
Y eso ayudará a Islandia a seguir siendo lo que mejor sabe ser: una incólume y maravillosa fuerza de la naturaleza.
[1] NdT: La autora se refiere al decreto del gobierno de Londres mediante el cual se han congelado los fondos de Islandia en Gran Bretaña. Véase: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1057911
Fonte:http://www.portaldelmedioambiente.com/2008/11/14/del-colapso-economico-al-desastre-ecologico/