04 fevereiro 2009

AS CHUVAS PELO MUNDO - AUSTRALIA

04/02/2009 - 15h07

Tempestades deixam Austrália debaixo de água; população é alertada para crocodilos e cobras

Do UOL Notícias*
Em São Paulo
A passagem do ciclone Ellie no nordeste da Austrália vem provocando tempestades desde sexta-feira passada (30/01) e já causou muitos transtornos, principalmente no Estado de Queensland, onde quase 3 mil residências foram afetadas.

INUNDAÇÕES NA AUSTRÁLIA

  • AFP

    Tempestades deixam Austrália debaixo de água e população é alertada para crocodilos e cobras



Cidades ficaram inundadas e muitas pessoas estão isoladas. A população foi alertada para o aparecimento de crocodilos e cobras, que seguem o rumo das correntes.

Os volumes de chuva realmente impressionam. De acordo com os meteorologistas da Somar, na cidade de Townsville choveu 529 milímetros em apenas seis dias -- a média climatológica é de 200 mm para esta época do ano. Em Cairns choveu 209 mm em cinco dias.

O esperado para o mês de fevereiro é de 456mm, volume bem acima das cidade do Norte do Brasil (Região com maior volume de chuvas do país). Outra cidade a registrar um acumulado elevado foi Mackay, com 128mm em dois dias, o que representa metade das chuvas esperadas para fevereiro nesta cidade.

Segundo os meteorologistas da Somar, a previsão indica que os temporais continuam atingindo o nordeste da Austrália pelo menos até o próximo sábado (7).

* com informações do Tempo Agora.

No Brasil tambem as chuvas continuam tranzendo muitos transtornos. Campinas (SP), na semana passada, choveu em um dia o correspondente em mm/dia, o volume de 9 dias em somente um dia.

03 fevereiro 2009

O DEGELO DA ANTÁRTIDA

NASA identifica provas claras do degelo na Antártida

Maio de 2007

Impacto do aquecimento (imagem NASA)
Impacto do aquecimento (imagem NASA)
A NASA encontrou as primeiras provas claras do degelo da Antártida, uma consequência do aumento das temperaturas e que pode levar à subida do nível da água do mar, anunciou a agência espacial em comunicado.
As áreas afectadas por este degelo, o mais significativo observado até hoje, podem espalhar-se por uma região do tamanho da Califórnia. Através do satélite QuikScat, a equipa de cientistas liderada por Son Nghiem e Konrad Steffen fez a medição da acumulação de neve e degelo na Antártida e Gronelândia desde Julho de 1999 até Julho de 2005.



Desde 2005 até Março de 2007 não foram detectadas novas quedas de gelo. O gelo derreteu em várias regiões, mesmo em zonas do interior de elevadas latitudes e elevações, onde se acreditava que o degelo fosse improvável.

"A Antártida mostrou pouco ou quase nenhum aquecimento no passado recente com a excepção da Península da Antártida, mas agora encontrámos os primeiros sinais do impacto do aquecimento, conforme interpretámos com o satélite", disse em comunicado Konrad Steffen.

Para o cientista, um aumento nos níveis de gelo como o de 2005 pode ter um impacto mais profundo do que o previsto nas placas de gelo da Antártida. O degelo de 2005 foi de tal forma intenso que criou uma segunda camada de gelo por cima da água. No entanto, o período de descongelamento não foi prolongado ao ponto conduzir a água derretida para o oceano.

"Se a água derretida for suficiente pode chegar ao limite das placas de gelo, causando que uma massa de gelo se movimente mais rapidamente em direcção ao oceano, aumentando o nível da água do mar", explicou ainda Konrad Steffen. As alterações na massa de gelo na Antártida são uma fonte importante no estudo do aquecimento global e aumento do nível da água do mar.

Altos níveis de água corrente da Antártida para o oceano podem também afectar os níveis de salinidade da água do mar, correntes e o clima global.

Fonte:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=21752&op=all

Com uma massa de gelo com 5 km de profundidade, a Antártida, infelizmente também está descongelando, periòdicamente icebergs desgarram do maciço central e saem pelos Oceanos, levados pelas correntes marítimas.
As Bases das Estações Científicas instaladas naquele continente, também contribuem para este desastre, uma vez que, por menor que seja a movimentação de pessoas e máquinas, ela existe e é importante, considerando que existem construções, sistemas de calefação, movimento de pessoas, máquinas e etc.
Precisamos tomar consciência disto, que o homem, no afã de descobrir coisas, acaba deteriorando o nosso meio ambiente e provocando o seu desequilíbrio.
Atentos pois, a estas pesquisas e movimentações nas nossas calotas polares.

01 fevereiro 2009

RIO ATIBAIA = NOTÍCIAS AN TIGAS, MAS SEMPRE IMPORTANTES E ATUAIS!

23.12.2003 - Relatório de final do Plano Diretor de Reflorestamento é apresentado em workshop realizado em Itatiba

Ações no município devem ter início em março de 2004

Foi apresentado durante o workshop realizado em Itatiba, na última sexta-feira, dia 19, o relatório final do Plano Diretor de Reflorestamento para a Sub-bacia do Atibaia / Pinheiros, que abrange os municípios de Itatiba, Valinhos, Vinhedo e Campinas.

Segundo a Diretora de Meio Ambiente, Eng.ª Agro.ª Dorothéa Pereira, com o relatório concluído e em parceria com a Comissão do Rio Atibaia Vivo, o município inicia em março próximo as ações nas áreas da bacia identificada como prioritária. "A partir de janeiro faremos a análise do Plano Diretor e esperamos no mês de março dar início as ações, que tem como objetivo a proteção ambiental, garantindo qualidade e quantidade de recursos hídricos", explicou.

Ainda de acordo com a diretora, a elaboração do Plano Diretor de Reflorestamento teve início no mês de abril e contou com o trabalho efetivo dos quatro municípios abrangidos pela sub-bacia dos rios Atibaia e Pinheiros. "O Plano Diretor de Reflorestamento passa a ser um instrumento de orientação para a Gestão Ambiental da área compreendida pela sub-bacia Atibaia, dentro dos limites de abrangência da Unidade de Gerenciamento do Programa Atibaia / Pinheiros, visando o desenvolvimento sustentável da região por meio da proteção dos mananciais, considerando o fluxo gênico entre fragmentos florestais, atualmente isolados", enfatizou.

O Plano

O Plano Diretor tem como finalidade a adoção de medidas que garantam a qualidade e quantidade dos recursos hídricos, por meio de medidas de preservação das áreas remanescentes de mata nativa e faixas de preservação permanente, com estímulo à atividade turística que valorizem os atributos naturais e aos programas de educação ambiental, voltados à recuperação e proteção de mananciais.

Elaborado em três etapas, o Plano Diretor identificou nos quatro municípios as áreas prioritárias para as ações. Em Itatiba, segundo Dorothéa, a área identificada como prioritária é a cabeceira do Ribeirão Jacaré. "Uma das ações será o cadastramento dos proprietários de terras localizadas na cabeceira do Jacaré para o reflorestamento em áreas de nascentes e cursos d'água", disse.

Assessoria de Comunicação Social
comunicacao@itatiba.sp.gov.br

23 janeiro 2009

O EFEITO ESTUFA VISTO DO ESPAÇO - JAPÃO LANÇA FOGUETE

Japão lança satélite que estudará gases do efeito estufa

Tóquio, 23 jan (EFE).- Um foguete japonês foi lançado hoje do centro espacial de Tanegashima, no sul do país, com o satélite "Ibuki", o primeiro desse tipo a estudar do espaço os gases causadores do efeito estufa, informou a agência de notícias "Kyodo".

O foguete "H-2A", fabricado pela Mitsubishi Heavy Industries, foi lançado no início da madrugada (Brasília) com o "Ibuki" e outros sete pequenos satélites a bordo.

Segundo a Jaxa (agência espacial japonesa) o "Ibuki" se encarregará durante cinco anos de estudar a concentração na atmosfera da terra dos gases causadores do efeito estufa.

O satélite, segundo a Jaxa e a Mitsubishi, poderá desempenhar um papel importante na luta contra o aquecimento global, pois será o primeiro desse tipo a estudar esses gases dessa forma.

O "Ibuki", que teve seu lançamento adiado há dois dias devido ao mau tempo, orbitará a Terra a uma altura de 666 quilômetros, de onde obterá dados a cada três dias sobre as concentrações de dióxido de carbono e metano em 56 mil pontos da terra ao longo de cinco anos.

Fonte: www.notícias.uol.com.br

21 janeiro 2009

QUANDO SERÁ QUE O DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA SERÁ LEVADO A SÉRIO?

21/01/2009 - 07h42

Apreensão de madeira cresce 629,5% em SP


AFRA BALAZINA
da Folha de S.Paulo

Houve um aumento de 629,5% na apreensão de madeira no Estado de São Paulo entre 2001 e 2008, segundo dados da Polícia Militar Ambiental. A quantidade apreendida passou de 193 m3 para 1.408 m3.

Os dados dizem respeito à madeira comercial, já manufaturada, que vem da Amazônia. São Paulo é o principal destino da madeira amazônica (consome 15% do material processado), mas não é possível saber se o aumento das apreensões se deve à expansão da ação de madeireiras ilegais.

De acordo com o tenente Leandro Carlos Navarro, porta-voz da Polícia Militar Ambiental de São Paulo, o crescimento em parte se deve ao aumento das blitze no Estado.

Segundo ele, outro ponto positivo é a atuação em conjunto com o Instituto Florestal. Uma das dificuldades dos agentes é identificar os tipos de madeira transportados --já que muitas vezes a autorização dada é para cortar uma espécie e, na verdade, o caminhão leva outra.

O suporte não necessariamente precisa ser presencial. Segundo o secretário estadual Xico Graziano (Meio Ambiente), seis pessoas foram contratadas para identificar as espécies de madeira via internet, por meio de fotos da polícia.

Queda na conexão

Para o engenheiro florestal Marcelo Marquesini, do Greenpeace, a falta de integração da gestão florestal é um grave problema no país. Mas não é o único. "Havia a promessa de instrumentalizar o Ibama para fazer a fiscalização on-line, o que não aconteceu", afirma.

Segundo ele, os fiscais incumbidos de checar madeira deveriam ter acesso direto à internet em diversos pontos da Amazônia ou, no mínimo, uma central telefônica com acesso à internet que funcionasse 24 horas e que poderia informar se a documentação está regular.

Outra falha é não haver uma rotina sistemática de fiscalização nos pátios das empresas para verificar quanta madeira existe de fato nesses locais.

Na opinião do próprio Navarro, a gestão florestal eletrônica precisa ser melhorada. O ideal, afirma, seria ter somente um sistema em vigor em todos os Estados. "Mas houve um avanço. A ATPF era arcaica. Para ver se o documento era legal, precisávamos pedir por ofícios e levava mais de uma semana."

10 janeiro 2009

AS QUESTÕES DA ÁGUA NO CONFLITO ÁRABE - ISRAELENSE


RIO - Em vez do petróleo, a água gera a cobiça. Duas nações entram em guerra por causa desse "ouro incolor, inodoro e insípido". Um conflito armado dessa natureza pode levar anos para acontecer, mas muitos especialistas acreditam que a água, que já é vista por muitos como uma commodity, pode estar por trás de disputas pela sobrevivência de povos. A questão está em pauta até esta quarta-feira no Quarto Fórum Mundial de Água, realizado na Cidade do México.

- Não é insano pensar em um conflito armado por causa da água nos próximos 50 anos. Os palestinos em Gaza, por exemplo, não têm acesso à água segura. Eles dependem do abastecimento de Israel. As crianças naquela região estão bebendo água envenenada. Se isso levar a uma tensão alvez então teremos uma guerra por causa de água, focada no sofrimento que ocorre hoje em dia - disse com exclusividade por telefone ao GLOBO ONLINE Aaaron Wolf, professor de geociências, com especialidade em administração de recursos de água, da Universidade do Oregon, nos EUA, e um dos maiores nomes da área no mundo.

Os problemas não se limitam a árabes e judeus. Segundo Wolf, há atualmente um grande problema em ex-repúblicas soviéticas no Cáucaso por causa da de lagos e rios:

- Isso gera forte tensão sobre quem foi o responsável pelo problema e quem será o responsável por limpar. Também há crise quanto ao Mar de Aral, que está baixando de nível e em cuja região se discute o seu uso em uma só direção, a da exploração do gás natural. Rússia e China também vivem tensão por causa do Rio Obi. O mesmo se vê com o Rio Nilo, em uma rixa que envolve várias países.

Apesar de não descartar a idéia de um conflito armado, foi munido do otimismo de que uma guerra pode ser evitada que Wolf ajudou o Departamento de Estado americano a intervir nos conflitos envolvendo água entre árabes e israelenses. Hoje, diz ele, avanços significativos são observados no Rio Jordão, que é vital para a região desértica.

- Quando as pessoas pensam na escassez de água no planeta há que se considerar o aspecto físico e humano da crise, ou seja: pessoas sofrendo, morrendo, sendo degradadas. Isto é o que acontece agora e o que vai ficar pior no futuro. Não é o mesmo que o conflito político. Pessoas vão continuar a sofrer e a morrer. A qualidade da água vai piorar com o tempo. Acredito que temos que trabalhar mais duro sobre a questão do meio ambiente. Assim, não acredito na chegada da guerra - comentou o especialista, que morou durante oito anos no Oriente Médio, entre Israel, Jordânia e Egito. - Há uma ONG que põe judeus e árabes trabalhando juntos em defesa do Rio Jordão. Além disso, um projeto reúne israelenses, palestinos e jordanianos na tentativa de recuperação do Mar Morto, a fim de fazer com ele gere energia e forneça água para - acrescentou.

Apesar do intenso confronto entre palestinos e israelenses, Wolf diz que houve muitos avanços na cooperação entre as duas partes. Segundo ele, a parceria é a chave para atenuar os problemas de uma região desértica e assolada pelo fantasma de um conflito generalizado:

- Quando estourou a última Intifada (revolta palestina contra a ocupação de seus territórios por Israel), autoridades palestinas e israelenses do setor de água emitiram uma declaração em conjunto em defesa da cooperação na infra-estrutura aqüífera. A cooperação sobreviveu bem a toda a Intifada, a toda a tensão. Mesmo agora, Gaza continua recebendo água de Israel como parte do acordo.

Os sucessos no campo diplomático, explica Wolf, não se limitam ao conflito árabe-israelense.

- A cooperação é mais forte mesmo em regiões onde existe pesado conflito político. Na disputa entre Índia e Paquistão, um tratado assinado nos anos 60 sobreviveu a duas guerras entre os países. No calor do conflito a Índia e o Paquistão respeitaram suas obrigações quanto à água. Defendo que a água induza a uma maior cooperação de modo que os países não precisem adotar a agressão. Mas, claro, é um assunto delicado - afirmou o especialista.

As tensões provocadas por disputa de reservas aqüíferas são muitas, mas, contou Wolf, a única guerra realmente ligada a uma questão envolvendo água ocorreu na região entre os rios Tigre e Eufrates (onda atualmente estão o Iraque e a Síria). E isso foi há mais de 4.500 anos, entre as cidades-estados de Lagash e Umma. Outros especialistas argumentam que a guerra dos Seis Dias, em 1967, e a invasão do Líbano pelas forças israelenses, em 1982, tiveram a água como importante fator. No conflito dos anos 60, um dos motivos da ação militar israelense seriam informações secretas que apontavam que a Síria planejava desviar o Rio Jordão.

- O problema dessas teorias é a falta de provas. Na verdade, uma possível guerra não é questão que mais me preocupa. Isso na verdade desvia a atenção daquilo com que deveríamos nos ocupar. De 3,5 milhões a 5 milhões de pessoas morrem todo ano no mundo porque não têm acesso a água potável. Com uma destruição dessas a cada ano por que deveríamos falar de guerra? Prefiro acreditar que há como evitar. E trabalhar. Precisamos fazer com que as pessoas tenham acesso à água, precisamos tirar pessoas da pobreza e ajudá-las a proteger o - defendeu Wolf.

Fonte: Globo Online - 22/03/2006 - Autor: Fernando Moreira

09 janeiro 2009

O RIO DANÚBIO


Com sua nascente na Floresta Negra na Alemanha e desaguando no Mar Negro, o Rio Danúbio possui 2.850 km, contando na sua formação, ao longo de todo o seu curso, com 300 afluentes. Corta 9 países e é o mais importante Rio Europeu, depois do Rio Volga.
Potencialmente navegável em vários pontos de seu curso, ele atua também como fronteira geográfica de delimitação de diversos territórios, sendo, inclusive, usado como fronteira natural de dez países europeus. O rio corta importantes cidades européias tais como Ulm, Ingolstadt, Ratisbona, Linz, Viena, Bratislava, Budapeste, Novi Sad, Belgrado, Ruse, Braila e Galati.

Sua bacia abrange uma área de 795 686 quilômetros quadrados, sendo que dos seus 300 afluentes, os principais são os rios lller, Lech, Inn, Drava, Sava, Morava, Tisza e Prut. Os países que fazem parte da bacia do Danúbio são: Alemanha, Eslováquia, Croácia, Bulgária, Moldóvia, Áustria, Hungria, Servia, Romênia e Ucrânia.

É considerado, o Rio da nobreza européia, abrigando um riquíssimo acervo histórico nas suas veias, sobretudo em Viena, com o gênio de Strauss e outros luminares da música clássica, que o imortalizaram através da música. Sua riqueza histórica, traz ainda no o seu Vale, as lutas napoleônicas que aí se desenrolaram.

No sistema de transporte o rio Danúbio ocupa um lugar de destaque, pois é utilizado como um importante ponto de ligação entre distintos lugares dentro da Europa. Suas águas são importantes fontes de renda, uma vez que percorre diversas áreas de elevados níveis industriais e também importantes centros urbanos.

O Danúbio não é marcado somente pelo seu potencial econômico e logístico, mas também pelo elevado volume de poluentes que recebe ao longo de seu trajeto pelo continente que são oriundos de diferentes fontes desde resíduos urbanos( esgotos e outros), orgânicos, agrotóxicos e industriais. Hoje , despoluído, chega ao mar Negro formando um belíssimo delta. Além de um bonito labirinto de canais , há uma grande variedade de pássaros aquáticos e um refúgio de vida selvagem, em áreas pantanosas, que embelezam toda a ambiência, já em terras da Iugoslávia. O que contribui também para amenizar muito a poluição, é a sua foz que possui a capacidade de reter os poluentes, isso ocorre por causa da grande biodiversidade existente no local, principalmente por que se trata de uma das áreas de conservação da Europa.

O delta do Danúbio é um delta que tem uma área de 3750 km2 no litoral do Mar Negro, na divisa entre a Romênia e a Ucrânia.

O delta começa quando o rio Danúbio se divide em três braços: o Chilia (ao norte), o Sulina (no centro) e o mais meridional chamado Gheorghe, sendo que o braço Chilia faz a fronteira entre a Roménia e a Ucrânia.

As mais importantes cidades dessa região são Tulcea (no inicio do delta), Sulina (na da área costeira do delta e na desembocadura do braço de Sulina); no lado romeno e Izinaile e Kilia (ao longo da fronteira) no lado ucraniano.

Nesse delta situa-se a reserva de Sfântu-gheorghe-perisor-palade, que é considerada patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Um dos principais problemas que o delta tem que enfrentar é a poluição que o Danúbio sofre ainda devido ao vazamento de cianeto proveniente de minas de ouro romenas que atinge os afluentes do rio Tisza, este, um dos afluentes do Danúbio.

Existe na Europa, Comissões criadas para cuidar da sustentabilidade de vários rios. Para o Rio Danúbio, foi criada a Comissão Inernacional para a Protecção do Danúbio (ICPDR), que
trabalha para assegurar a utilização sustentável e equilibrada dos recursos de água doce e águas da bacia.

O trabalho da ICPDR é baseado na Convenção de Protecção do rio Danúbio, o principal instrumento jurídico para a cooperação transfronteiriça e de gestão dos recursos hídricos na bacia do Danúbio.

A Comissão Internacional para a Protecção do Rio Danúbio (ICPDR) é um órgão transnacional, que foi criado para implementar a Convenção de Protecção do rio Danúbio. O ICPDR formalmente é composta pelas delegações de todas as partes contratantes na Convenção de Protecção do rio Danúbio, mas também criou um quadro de outras organizações para a adesão.
Hoje delegados nacionais, representantes de mais alto nível ministerial, os peritos técnicos, e membros da sociedade civil e da comunidade científica na ICPDR cooperar para assegurar a utilização sustentável e equilibrada dos recursos hídricos na bacia do Danúbio.

Desde a sua criação em 1998, a promoção efectiva política ICPDR tem acordos eo estabelecimento de prioridades e estratégias conjuntas para melhorar o estado do Danúbio e dos seus afluentes.

Isto inclui a melhoria dos instrumentos utilizados para gerir as questões ambientais na bacia do Danúbio, tais como

* Acidente de Emergência do sistema de alerta
* O Trans-Rede Nacional de Monitoramento da qualidade da água, e
* O sistema de informação para o Danúbio (Danubis).

As metas da ICPDR

* Manutenção de Recursos Hídricos do Danúbio para a futura geração
* Naturalmente equilibrada águas livres por excesso de nutrientes
* Eliminar o risco de produtos químicos tóxicos
* Saudável e sustentável sistemas fluviais
* Dano livre de inundações

Os diferentes órgãos da ICPDR são:

Reunião Ordinária Grupo: tomar as decisões políticas
Grupo de Trabalho Permanente: fornecer uma orientação política
Os grupos de peritos técnicos: preparação dos documentos técnicos

O trabalho da ICPDR é apoiada por um secretariado localizado em Viena, Áustria.








Bibliografia: http://www.brasilescola.com/geografia/rio-danubio.htm; http://rvirginio.sites.uol.com.br/apoluicaodosrios.html; www.wikipedia.com; www.icpdr.org