21 abril 2009

RIOS, UM ASSUNTO PARA DIPLOMATAS

Foto: Represa de Ilisu - Rio Tigre - Turquia (Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/06/050614_arabicascc.shtml)

CURSOS D´ÁGUA TRANSFONTEIRIÇOS EXIGEM UMA NOVA ABORDAGEM FRENTE AO AQUECIMENTO GLOBAL


Amazonas, Mekong, Congo, Nilo, Danúbio, Niger: a gestão dos rios transfonteiriços é um desafio crucial para uma "diplomacia da água", que se torna cada vez mais necessária devido ao aquecimento global que acentuará a pressão sobre os recursos naturais.


Em vez do conflito, países que dividem bacias devem cooperar


Inundações mais frequentes, secas mais fortes: as mudanças climáticas vão mudar a situação hídrica de várias regiões do mundo, lembram os especialistas que se reuniram em Instambul para o 5º Fórum Mundial da Água, no último mês de março.

"Devemos obrigatoriamente estabelecer uma cooperação estável antes que a competição pelos recursos em água se torne mais forte", explicou Flávia Loures, especialista em Direito Internacional da WWF.

O planeta conta com mais de 260 bacias hidrográficas transfonteiriças divididas entre 145 países: menos da metade é objeto de acordos de cooperação, que se resumem, na maior parte dos casos, a acordos bilaterais excluindo países vizinhos.

Na África, que conta com 60 bacias compartilhadas, uma infinidade de convenções foram assinadas (Senegal, Volta, Zambeze,...), mas muitas delas não foram aplicadas.

Em nível internacional, existe um texto, qe prevê que os Estados utilizem os cursos de águas internacionais de maneira "igual e razoável".

A Convenção da ONU sobre os cursos de água transfonteiriços foi adotada em 1997 após qase trinta anos de negociações. Mas ela ainda não entrou em vigor: a ratificação de 35 Estados é necessária e apenas 16 o fizeram.

A França anunciou que vai ratificar esse texto. Outros poderão segui-la em breve, segundo a WWF, que espera uma ratificação em 2011.

"Isso pode ser um marco para a diplomacia da água", considera Chantal Jouanno, secretário de Estado francês para a Ecologia. Mas, em algumas regiões, o tema continua sendo muito delicado. "Os países em posição de "castelo de água" em relação aos seus vizinhos são mais reticentes porque temem uma ingerência em seus assuntos internos", resumiu um diplomata europeu, que cita o exemplo da China, em posição "hidro-hegemônica".

Uma ironia: a Turquia, organizadora do 5º Fórum Mundial da Água, é um dos três únicos países (ao lado do Burundi e da China) que votaram contra esse texto em 1997.

Na Turquia nascem rios importantes, principalmente os rios Tigre e Eufrates, que abastecem Síria e Iraque. A disputa pela água fornecida por esses dois rios é objeto de tensões frequentes entre os três países.

Se a Convenção for considerada um instrumento útil, alguns evitam expectativas exageradas.

"A Água doce é um recurso local, cada bacia é diferente. Não se fala em mudanças climáticas!", lembrou Alejandro Iza, da União Internacional para a onservação da Natureza (UICN), que considera que se o texto é um marco, a cooperação local é fundamental para o seu êxito.

Ele ressaltou o aumento das iniciativas: entre a Guatemala e o México, discussões entre comunidades com vistas a compartilhar os recursos dos inúmeros rios que nascem no vulcão Tacana; e negociações semelhantes sobre o Rio Paz, que se prolonga pela fronteira entre El Salvador e Guatemala.

Iniciativas concretas de cooperação, segundo ele, mostram que o "debate sobre as guerras da água tem algo de mito" e que a questão da água pode ser um catalisador de cooperação.


Fonte: Agência France Press - com algumas adaptações.


05 abril 2009

PORTUGAL DANDO BONS EXEMPLOS


1ª Central de compostagem do Alentejo
Está previsto que a primeira central de compostagem do Alentejo localizada entre os concelhos de Avis e Fronteira no distrito de Portalegre, estará pronta já durante o próximo mês de Julho. Isto são óptimas notícias uma vez que esta central criará cerca de 55 postos de trabalho na zona de Portalegre, além dos benefícios que uma estrutura deste género aporta para o ambiente.
Este projecto de 16 milhões de euros, comparticipado em 40% pela União Europeia é considerado uma passo muito importante para alcançar as metas impostas pela U.E. relativamente ao tratamento dos lixos.

Objectivamente esta central transformará os resíduos orgânicos (principalmente restos de comidas, relva e cortes de árvores) de 16 munícipios do distrito em adubos naturais que posteriormente serão colocados à venda tanto para consumidores domésticos como para uso agrícola a grande escala.
Além da produção de adubos completamente isentos de produtos químicos, o tratamento dos resíduos orgânicos traz vantagens a nível de redução da emissão de gases relacionados com o efeito de estufa.
Depois de testes tecnológicos e formação de pessoal, é suposto a central estar a funcionar a 100% em Setembro deste ano. Desejamos que tudo corra bem até lá!
Miguel Almeida


Fonte: Blog Top Rural

INCÊNDIO FLORESTAL - 7 MIL HA. PEGAM FOGO EM CUBA.

Um incêndio florestal na província oriental de Camagüey afetou sete mil hectares de uma das principais reservas de coníferas de Cuba. O fogo ainda não foi controlado, informaram neste sábado (4) meios de imprensa oficiais.
O acidente, considerado "de grandes proporções", começou na tarde da quinta-feira (2). Várias equipes de bombeiros, guardas florestais e instituições trabalham para controlá-lo, informou a Agência de Informação Nacional (AIN).
O Conselho de Defesa Provincial de Camagüey informou que o fogo tem "uma frente de 12 km" em uma das maiores reservas de pinheiro e eucalipto da ilha.
"As condições ambientais são propicias para o avanço do incêndio, pois nas plantações há abundante material seco, baixa umidade pela estação de poucas precipitações, e ventos relativamente fortes", explicou a AIN.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1073702-5602,00.html

15 fevereiro 2009

GALÁPAGOS - A BIODIVERSIDADE EM ALTO RISCO

12/02/2009

As Ilhas Galápagos têm dez anos para serem salvas de desastre ecológico, diz especialista

Márion Strecker/UOL

Tartarugas terrestres gigantes na ilha de Santa Cruz, Galápagos

Tartarugas terrestres gigantes na ilha de Santa Cruz, Galápagos


As Ilhas Galápagos, no Equador, têm apenas uma década para serem salvas de um desastre ecológico, alertou o diretor da Fundação Charles Darwin, Gabriel Lopez.

Em uma entrevista exclusiva à BBC para marcar os 200 anos do nascimento do cientista britânico Charles Darwin, Lopez disse que o arquipélago pode sofrer danos irreversíveis se o turismo na região não for contido.

Ele pediu medidas imediatas, como a limitação do número de visitantes às ilhas. Galápagos é famoso por abrigar tesouros naturais únicos no mundo e por ter servido de base de observações para que Darwin desenvolvesse a sua teoria da evolução, mostrada no livro A Origem das Espécies, que também em 2009 completa 150 anos.

'Boom'

No ano passado, o número de turistas em Galápagos atingiu um recorde de 173 mil visitantes - quatro vezes mais do que há 20 anos. O movimento levou a um boomda construção de hotéis e um aumento na "importação" de suprimentos vindos do território continental do Equador.

O resultado é um crescimento vertiginoso do número de espécies de animais "estranhos" entrando nesse ecossistema tão frágil - em 1900, havia 112 espécies registradas; mas em 2007, o total chegava a 1.321.

"O arquipélago ainda é o mais preservado do mundo", reconheceu Lopez. "Mas se essa tendência continuar, a riqueza das ilhas vai ser perdida."

Insetos

No porto do principal vilarejo, Puerto Ayora, estivadores levam caixas e sacos de arroz e milho de navios cargueiros para lanchas que, em seguida, os distribuem pelas ilhas. O aeroporto da ilha de Baltra, o único do arquipélago, às vezes comporta seis voos por dia - o dobro do que oito anos atrás.

Todos os aviões são pulverizados com inseticidas antes de aterrissar, mas alguns insetos sobrevivem. Um dos mais agressivos é a formiga-lava-pés, que ataca filhotes de aves e tartarugas jovens, e cuja marcha de uma ilha para outra parece inexorável.

Outra ameaça é uma espécie de mosca parasita, que ataca pintassilgos e mosquitos - que por sua vez podem acabar servindo de vetores para doenças conhecidas no continente mas que ainda não chegaram às ilhas.

Governo

O governo do Equador desenvolveu um plano de ação para tentar conter o problema, mas foi criticado pela Unesco, que em 2007 classificou Galápagos como patrimônio mundial em perigo.

Diante disso, as autoridades estão introduzindo medidas mais rígidas.
O diretor do Parque Nacional de Galápagos, Edgar Muñóz, reconhece que as espécies invasoras são a principal ameaça às ilhas, mas disse que as ações do governo vão resolver a ameaça.

"Esperamos que os problemas diminuam no espaço de 50 anos", disse ele à BBC. Tentativas já adotadas anteriormente, como o sacrifício de bodes que comiam as plantas que serviam de alimento a tartarugas gigantes, se mostram bem-sucedidas. Mas especialistas alertam que eliminação de alguns insetos será bem mais difícil.

Para o Equador, Galápagos representa uma grande fonte de renda, mas será necessário encontrar um equilíbrio para preservar o que faz as ilhas serem tão especiais.

Fonte: http://bichosuol.com.br

14 fevereiro 2009

A MONOCULTURA DA SOJA E OS RISCOS PARA O MEIO AMBIENTE DOS PRODUTOS TRANSGÊNICOS

Os problemas ambientais da soja transgênica

por Roberto Villar Belmonte*

As evidências de impactos ambientais das lavouras transgênicas são crescentes, diz Roberto Villar Belmonte em artigo para a EcoAgência de Notícias.

A soja transgênica é assunto na imprensa brasileira, com maior ou menor intensidade, desde 1997 quando os agricultores gaúchos começaram a contrabandear grandes quantidades de sementes RR da Argentina. Na época, a Polícia Federal abriu inquéritos no interior do Estado e os ecologistas começaram os alertas sobre riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

Após anos de discussão, foi finalmente aprovada em março de 2005 a Lei de Biossegurança, recentemente regulamentada por decreto. Após quase uma década de polêmica, ainda não se tem notícia de algum consumidor que tenha morrido ou ficado com alguma seqüela por ingerir algum produto à base de soja resistente ao herbicida glifosato. No entanto, as evidências sobre os impactos ambientais são crescentes.

O glifosato não mata tudo, como inicialmente se acreditava. Várias plantas são resistentes às aplicações, exigindo doses extras para a “limpeza” das lavouras. É o caso da trapoeraba (Commelina benghalensis) e da corda-de-viola (Ipomea spp). Pesquisadores brasileiros já descobrirem em campo que também há resistência da poaia-branca (Richardia brasiliensis), erva-de-santa-luzia (Euphorbia pilulifera), erva-de-touro (Tridax procumbens), capim branco (Chloris dandiana) e a erva-quente (Borreria latifólia). O azevém (Lolium multiflorum) resiste até mesmo a doses superiores a 10 litros por hectare. As empresas e os defensores do Plantio Direto garantem que o glifosato não tem efeito tóxico residual. No entanto, há estudos que apontam impactos negativos no solo.

Em sua terceira viagem a Porto Alegre, entre os dias 20 e 22 de novembro de 2005, o físico teórico e ativista ecológico Fritjof Capra trouxe consigo um artigo sobre os impactos ambientais da soja transgênica. O texto é assinado por Miguel Altieri, um dos principais incentivadores da Agroecologia no mundo, e Walter Pengue, pesquisador da Universidade de Buenos Aires. As questões a seguir foram extraídas deste estudo, escrito a quatro mãos e disponível em inglês no site www.biosafety-info.net, intitulado Roundup ready soybean in Latin América: a machine of hunger, deforestation and socio-ecological devastation (Soja roundup ready na América Latina: uma máquina de fome, desmatamento e devastação socioambiental).

Em áreas sem rotação de cultura, a soja causa erosão do solo. Segundo estimativa dos autores, no Brasil e na Argentina, dependendo do tipo de manejo das lavouras, da declividade do terreno e do clima, a perda média de solo varia entre 19 e 30 toneladas por hectare. O Plantio Direto reduz esta perda, mas com o advento da soja resistente ao herbicida glifosato, muitos produtores rurais passaram a plantar em solos erodidos. Nestas áreas, mesmo com cobertura de solo, a erosão e as mudanças negativas na estrutura do solo podem permanecer de maneira substancial em terras com alto potencial de erosão se a cobertura de plantas for reduzida, o que ocorre com a aplicação do glifosato. As plantas consideradas daninhas não são tão daninhas assim.

Na Argentina, onde mais de 90% da soja plantada é transgênica e os produtores nunca pagaram royalties para a Monsanto, o cultivo intenso tem levado a uma perda massiva de nutrientes do solo. Estima-se que a produção contínua de soja extraiu cerca de um milhão de toneladas de Nitrogênio e ao redor de 227 mil toneladas de Fósforo. O custo de reposição destes nutrientes - via fertilizantes - está estimado em US$ 910 milhões. O aumento de Nitrogênio e Fósforo em diversas bacias hidrográficas da América Latina está certamente relacionado com a expansão da sojicultura.

O plantio da soja aumentou consideravelmente no Brasil – a partir dos anos 70 - por dois avanços tecnológicos obtidos pela Embrapa: novas variedades adaptadas para as condições tropicais e a bactéria (Rizhobium) fixadora de nitrogênio. Este trabalho, da equipe da pesquisadora checa, naturalizada brasileira, Johanna Döbereiner, da Embrapa Agrobiologia, resultou em grande economia para o país e redução dos impactos ambientais da sojicultura, pois dispensa os caros fertilizantes químicos nitrogenados. A bactéria inoculada cria nódulos para buscar o próprio alimento. Usando o nitrogênio do ar, ela produz enzimas e proteínas que servem de nutriente tanto para a planta como para a própria bactéria.

Esta vantagem produtiva do Brasil – das bactérias fixadoras de nitrogênio – pode desaparecer rapidamente com o avanço da soja transgênica. Pesquisas têm demonstrado um efeito tóxico do herbicida glifosato na bactéria Rizhobium, o que poderá exigir novamente pesados investimentos em adubos nitrogenados, aumentando o custo da lavoura e os impactos ambientais. Além disso, a prática comum de converter pastagens em áreas de soja tem diminuído a economia proporcionada pela bactéria Rizhobia e exigido a aplicação de Nitrogênio sintético.

A redução da diversidade vegetal, em função da expansão das monoculturas, tem historicamente levado a grandes infestações de insetos e epidemias de doenças. Os insetos e os patógenos encontram terreno fértil nestas áreas homogêneas devido à inexistência de controle natural. Isto leva a um aumento do uso de pesticidas, que após algum tempo perde a eficácia devido ao surgimento de resistência. Estes pesticidas aumentam a contaminação do solo e da água, elimina a biodiversidade e causam intoxicação humana. Nas lavouras na Amazônia, a alta umidade propicia o aparecimento de fungos, o que resulta na aplicação pesada de fungicidas. Nas áreas sem Plantio Direto, as lavouras brasileiras de soja são severamente afetadas pelo cancro da haste e pela síndrome da morte súbita.

A ferrugem asiática é a nova doença que está afetando a soja na América do Sul, potencializada pelas condições úmidas e pela uniformidade das monoculturas. Doses maciças de fungicidas tem sido aplicadas para tentar conter a doença. E desde 1992, mais de dois milhões de hectares estão infectados por nematóides de cisto. Muitos destes problemas estão relacionados com a uniformidade genética e o aumento da vulnerabilidade das monoculturas de soja, mas também aos efeitos diretos do glifosato na ecologia do solo, como a diminuição da população de fungos micorrízicos e a eliminação de antagonistas que mantém o crescimento de patógenos sob controle.

Estudos têm demonstrado que em áreas de soja transgênica, as aplicações de herbicida tem aumentado. Nos Estados Unidos, o consumo de glifosato aumentou de 6,3 milhões de libras-peso em 1995 para 41,8 milhões de libras-peso em 2000, e agora o herbicida é usado em 62% das áreas com soja. Na Argentina, as aplicações de glifosato em 2004 foram estimadas em 160 milhões de litros, e a expectativa é de crescimento com o aumento da resistência já observado em diversas ervas ditas daninhas.

A produtividade da soja RR varia entre 2,3 e 2,6 toneladas por hectare na região, 6% a menos do que o rendimento das variedades convencionais. Sob altas temperaturas e falta de água, a soja transgênica perde 25% a mais do que as variedades convencionais, tanto que na safra 2004/2005 mais de 70% das lavouras de soja transgênica foram perdidas no Rio Grande do Sul em função da estiagem.

Quando um único herbicida é usado repetidamente em uma lavoura, as chances de aparecerem plantas resistentes a este herbicida aumentam significativamente. Cerca de 216 casos de resistência a herbicidas já foram descritos em uma ou mais famílias de herbicidas. Pela pressão comercial das indústrias químicas, as áreas tratadas com herbicidas de largo espectro tendem a aumentar. Isto vai resultar em mais plantas resistentes. Em função das grandes lavouras, a aplicação tem sido feita com aviões agrícolas. A deriva do produto, na aplicação aérea, aumenta a contaminação de outras áreas.

O glifosato tem efeitos tóxicos na microfauna do solo. Entre as possíveis conseqüências estão a redução da capacidade da soja de fixar nitrogênio, plantas mais suscetíveis a doenças e a redução do crescimento dos fungos micorrízicos que ajudam as plantas a extrair o fósforo do solo. Todas estas graves questões levantadas por Althieri e Pengue – que já podem ser observadas nas lavouras brasileiras - devem ser pautadas pela imprensa que cobre agricultura e meio ambiente no Brasil.

* O autor é jornalista

Fonte: EcoAgência de Notícias, 28/11/2005 - Artigo/http://agrisustentavel.com/trans/soja

Não precisamos apenas refletir sobre o tema, o que já é um começo, mas termos atitudes mais severas, principalmente na hora de consumir...

TRANSGÊNICOS NÂO!!!!!

Se não adquirirmos estes produtos, não haverá mercado e se não houver mercado, os produtores desistirão de plantar os famigerados transgênicos, pensem nisto, SOMOS RESPONSÁVEIS TAMBÉM!
Amigos, foi com muita apreensão e angústia que assisti a um vídeo que mostra os efeitos e o que está acontecendo num país aqui, bem ao nosso lado, a ARGENTINA...vocês poderão assisti-lo acessando o "Blog Transgênicos não":http://transgenicosnao.blogspot.com










12 fevereiro 2009

ELEFANTES ESTÃO SENDO SALVO PELO SMS - QUÊNIA - Texto em inglês

Quênia usa SMS para salvar elefantes
Elephant in Kenya

Kenya is the first country to try and protect elephants by text message. Mobile phone sim cards inserted in the collars of elephants automatically send a text when they roam too close to farms, allowing wildlife rangers to drive them off rather than shooting them. This report from Matt McGrath:

Hungry elephants pose big problems for small farmers and villagers in some parts of Kenya raiding for food and wiping out homes and livelihoods in the process. Two years ago the Kenyan wildlife service had to reluctantly shoot five elephants who continued to raid crops.

In an attempt to avert such drastic measures the Save the Elephants charity installed a mobile phone sim card in a collar that was placed on a huge bull elephant called Kimani. The conservationists then set up a virtual fence using a global positioning system. Each time Kimani came near the fence, a text message was sent to rangers. So far he's been intercepted fifteen times.

The project is expensive requiring five full time staff and a standby vehicle but it seems to be working successfully as Kimani hasn't come near a farm for four months. A similar system has now been implemented in another part of the country.

One of the biggest benefits of the project is that elephants seem to learn from one another. Tracking and controlling one crop raider can help a whole group change their habits.

The elephants can also be tracked using Google Earth software. This is also helping prevent poaching as the rangers know where to concentrate their resources to best protect the animals.

Matt McGrath, BBC, Environment Reporter

http://www.bbc.co.uk/portuguese/learningenglish/witn/2008/10/081017_elephant_texts_aprenda.shtml

É isto aí, meus amigos, precisamos fazer uso das novas tecnologias para ajudar a preservar nossa natureza!
Mas seria muito bom, se não precisássemos usar tecnologia alguma, apenas a consciência da humanidade para preservar nosso ecossistema. Estamos caminhando, um dia chegaremos lá!

10 fevereiro 2009

ARGENTINA - NATUREZA EM CONVULSÃO.

10/02/2009 - 11h50

Cheia de rio causa deslizamento e deixa dois mortos na Argentina

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colaboração para a Folha Online

As autoridades da Província argentina de Salta, no norte da Argentina, confirmaram nesta terça-feira a morte de duas pessoas e o desaparecimento de outras nove, após o deslizamento de terra em decorrência do aumento do nível do rio Tartagal por causa das chuvas. Outras 1.200 foram retiradas da região por prevenção.

Segundo Sergio Leavy, prefeito da cidade, os mortos são duas mulheres da mesma família, sendo uma senhora de 75 anos e outra de 59. Cerca de 500 moradores estão desabrigados.

O vice-ministro de Desenvolvimento Social, Carlos Castagneto, afirmou que 10 mil famílias foram atingidas pelo desmoronamento, sendo que 1.500 mil perderam todos os pertences e 2.500 casas foram atingidas.

A presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, que está em visita oficial à Espanha, viajou nesta terça-feira à área do desastre acompanhada dos ministros do Interior, Florencio Randazzo, da Saúde, Graciela Ocaña, e de Desenvolvimento Social, Alicia Kirchner.

O Serviço Meteorológico Nacional nesta terça-feira um alerta para o norte da Província de Salta e outras áreas do país onde devem ocorrer tempestades.

As fortes chuvas que afetaram o sul da Bolívia e o norte da Argentina nos últimos dias provocaram o transbordamento do rio Tartagal, tendo destruído centenas de carros, casas, comércios, ruas e uma ponte ferroviária de cem anos.

O governo tem enviado ajuda à região para as famílias atingidas com a tragédia. No local, equipes da polícia fronteiriça, Exército, bombeiros e brigadas civis tem trabalhado.

Com Efe e France Presse