17 maio 2009

ONG "TRILHOS DO JEQUITIBÁ" É PREMIADA

Vi hoje no jornal que a ONG Trilhos do JEQUITIBÁ, fundada pelo Hilário e um grupo de ambientalistas aqui de Jaguariúna, foi premiada no Programa Nacional Eco-Cidade pelo seu trabalho na produção de artesanato de material reciclado.
Parabéns, Hilário e ao grupo todo, conheço um pouco do trabalho maravilhoso que vocês fazem pelo meio ambiente e também pelo social.
A Ong é muito criativa e faz excelente aproveitamento do material descartado reciclando-o, tornando-o útil e possibilitando a muitas famílias a geração de uma nova fonte de renda.
Fiquei muito feliz com a notícias, pois torço muito para o sucesso desta Organização.
Boa sorte, amigos e sigam em frente!
Visistem o site da ong http://www.trilhosdojequitiba.org/
Um abraço,
Helena Rezende

A ERA DO DEGELO...


Hoje estive assistindo a um programa de TV da National Geographic, meus amigos, é algo espantoso e muito triste de se ver.


Apresentaram um trabalho de filmagens do degelo da geleira Colúmbia do Alasca.


Alertaram também o degelo que está ocorrendo em todas as geleiras do mundo, inclusive na Ásia, onde grande parte da população depende da água das geleiras para a sobrevivência.


Mostraram o degelo da Groelândia, onde há a formação de lagos com profundidade de até 15 m, que desaparecem em 40 minutos, infiltrado no maciço gelado...é assustador.


Caso as calotas desapareçam, os níveis dos oceanos subirão em 60 metros.


Por estas e outras, meus queridos amigos leitores, não podemos descuidar da nossa luta em defesa do nosso planeta...vamos plantar milhões de árvores!


Vamos punir com multar bilionárias os desmatadores, os poluidores....!


É possível produzir com sustentabilidade...a VIDA É DE TODOS!


Helena Rezende






21 abril 2009

DIA MUNDIAL DA TERRA - DIA MUNDIAL DA ÁGUA - SEMANA DO MEIO AMBIENTE - O QUE TEMOS PARA COMEMORAR?


Sei, que todos os dias é tempo para a reflexão de todos, mas é nestas datas, tão belas, onde, na maioria das vezes, paramos para pensar um pouco sobre o que está acontecendo com o nosso Planeta.

Como todo brasileiro, acreditamos que sempre se dá um "jeitinho" de última hora e tudo se arranja. Mas, infelizmente, não é isto o que pode ser feito...não existe mágica, estamos reféns dos NOSSOS próprios erros e abusos com a mãe natureza.

Quando digo, nossos, é porque também somos parte do problema e somos também responsáveis por ele, uma vez que aumentamos, a cada dia que passa, o nosso consumo. Aumentamos os nossos aparelhos de eletroeletrônicos, e, se a renda aumenta, a frota de veículos aumenta com ela.

É triste de se constatar, mas existem pessoas que possuem vários carros na garagem...é puro exagero, ostentação, desrespeito para com o meio ambiente sim!


A poluição que cada veículo e cada indústria (na sua produção), gera no meio ambiente é algo assustador. Mas, é muito pouco pensar só na poluição gerada pelos veículos...o ser humano é um poluidor em potencial...atira lixo nos terrenos vagos, jogam nas ruas e demais vias de trânsito: sacolas plásticas, garrafas pet, latinhas de bebidas - o que só vêem entupir os "bueiros", aumentando as enchentes, assoreando e poluindo rios.


Quando será que tomaremos consciência de nossa RESPONSABILIDADE para com o meio em que vivemos??


VAMOS PENSAR MUITO NISTO E TOMARMOS ATITUDES, POIS SÒMENTE COM ATITUDES PRÁTICAS É QUE PODEREMOS REVERTER OU ESTABILIZAR O AQUECIMENTO GLOBAL E A DETERIORAÇÃO DA TERRA!


Helena Rezende

RIOS, UM ASSUNTO PARA DIPLOMATAS

Foto: Represa de Ilisu - Rio Tigre - Turquia (Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/06/050614_arabicascc.shtml)

CURSOS D´ÁGUA TRANSFONTEIRIÇOS EXIGEM UMA NOVA ABORDAGEM FRENTE AO AQUECIMENTO GLOBAL


Amazonas, Mekong, Congo, Nilo, Danúbio, Niger: a gestão dos rios transfonteiriços é um desafio crucial para uma "diplomacia da água", que se torna cada vez mais necessária devido ao aquecimento global que acentuará a pressão sobre os recursos naturais.


Em vez do conflito, países que dividem bacias devem cooperar


Inundações mais frequentes, secas mais fortes: as mudanças climáticas vão mudar a situação hídrica de várias regiões do mundo, lembram os especialistas que se reuniram em Instambul para o 5º Fórum Mundial da Água, no último mês de março.

"Devemos obrigatoriamente estabelecer uma cooperação estável antes que a competição pelos recursos em água se torne mais forte", explicou Flávia Loures, especialista em Direito Internacional da WWF.

O planeta conta com mais de 260 bacias hidrográficas transfonteiriças divididas entre 145 países: menos da metade é objeto de acordos de cooperação, que se resumem, na maior parte dos casos, a acordos bilaterais excluindo países vizinhos.

Na África, que conta com 60 bacias compartilhadas, uma infinidade de convenções foram assinadas (Senegal, Volta, Zambeze,...), mas muitas delas não foram aplicadas.

Em nível internacional, existe um texto, qe prevê que os Estados utilizem os cursos de águas internacionais de maneira "igual e razoável".

A Convenção da ONU sobre os cursos de água transfonteiriços foi adotada em 1997 após qase trinta anos de negociações. Mas ela ainda não entrou em vigor: a ratificação de 35 Estados é necessária e apenas 16 o fizeram.

A França anunciou que vai ratificar esse texto. Outros poderão segui-la em breve, segundo a WWF, que espera uma ratificação em 2011.

"Isso pode ser um marco para a diplomacia da água", considera Chantal Jouanno, secretário de Estado francês para a Ecologia. Mas, em algumas regiões, o tema continua sendo muito delicado. "Os países em posição de "castelo de água" em relação aos seus vizinhos são mais reticentes porque temem uma ingerência em seus assuntos internos", resumiu um diplomata europeu, que cita o exemplo da China, em posição "hidro-hegemônica".

Uma ironia: a Turquia, organizadora do 5º Fórum Mundial da Água, é um dos três únicos países (ao lado do Burundi e da China) que votaram contra esse texto em 1997.

Na Turquia nascem rios importantes, principalmente os rios Tigre e Eufrates, que abastecem Síria e Iraque. A disputa pela água fornecida por esses dois rios é objeto de tensões frequentes entre os três países.

Se a Convenção for considerada um instrumento útil, alguns evitam expectativas exageradas.

"A Água doce é um recurso local, cada bacia é diferente. Não se fala em mudanças climáticas!", lembrou Alejandro Iza, da União Internacional para a onservação da Natureza (UICN), que considera que se o texto é um marco, a cooperação local é fundamental para o seu êxito.

Ele ressaltou o aumento das iniciativas: entre a Guatemala e o México, discussões entre comunidades com vistas a compartilhar os recursos dos inúmeros rios que nascem no vulcão Tacana; e negociações semelhantes sobre o Rio Paz, que se prolonga pela fronteira entre El Salvador e Guatemala.

Iniciativas concretas de cooperação, segundo ele, mostram que o "debate sobre as guerras da água tem algo de mito" e que a questão da água pode ser um catalisador de cooperação.


Fonte: Agência France Press - com algumas adaptações.


05 abril 2009

PORTUGAL DANDO BONS EXEMPLOS


1ª Central de compostagem do Alentejo
Está previsto que a primeira central de compostagem do Alentejo localizada entre os concelhos de Avis e Fronteira no distrito de Portalegre, estará pronta já durante o próximo mês de Julho. Isto são óptimas notícias uma vez que esta central criará cerca de 55 postos de trabalho na zona de Portalegre, além dos benefícios que uma estrutura deste género aporta para o ambiente.
Este projecto de 16 milhões de euros, comparticipado em 40% pela União Europeia é considerado uma passo muito importante para alcançar as metas impostas pela U.E. relativamente ao tratamento dos lixos.

Objectivamente esta central transformará os resíduos orgânicos (principalmente restos de comidas, relva e cortes de árvores) de 16 munícipios do distrito em adubos naturais que posteriormente serão colocados à venda tanto para consumidores domésticos como para uso agrícola a grande escala.
Além da produção de adubos completamente isentos de produtos químicos, o tratamento dos resíduos orgânicos traz vantagens a nível de redução da emissão de gases relacionados com o efeito de estufa.
Depois de testes tecnológicos e formação de pessoal, é suposto a central estar a funcionar a 100% em Setembro deste ano. Desejamos que tudo corra bem até lá!
Miguel Almeida


Fonte: Blog Top Rural

INCÊNDIO FLORESTAL - 7 MIL HA. PEGAM FOGO EM CUBA.

Um incêndio florestal na província oriental de Camagüey afetou sete mil hectares de uma das principais reservas de coníferas de Cuba. O fogo ainda não foi controlado, informaram neste sábado (4) meios de imprensa oficiais.
O acidente, considerado "de grandes proporções", começou na tarde da quinta-feira (2). Várias equipes de bombeiros, guardas florestais e instituições trabalham para controlá-lo, informou a Agência de Informação Nacional (AIN).
O Conselho de Defesa Provincial de Camagüey informou que o fogo tem "uma frente de 12 km" em uma das maiores reservas de pinheiro e eucalipto da ilha.
"As condições ambientais são propicias para o avanço do incêndio, pois nas plantações há abundante material seco, baixa umidade pela estação de poucas precipitações, e ventos relativamente fortes", explicou a AIN.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1073702-5602,00.html

15 fevereiro 2009

GALÁPAGOS - A BIODIVERSIDADE EM ALTO RISCO

12/02/2009

As Ilhas Galápagos têm dez anos para serem salvas de desastre ecológico, diz especialista

Márion Strecker/UOL

Tartarugas terrestres gigantes na ilha de Santa Cruz, Galápagos

Tartarugas terrestres gigantes na ilha de Santa Cruz, Galápagos


As Ilhas Galápagos, no Equador, têm apenas uma década para serem salvas de um desastre ecológico, alertou o diretor da Fundação Charles Darwin, Gabriel Lopez.

Em uma entrevista exclusiva à BBC para marcar os 200 anos do nascimento do cientista britânico Charles Darwin, Lopez disse que o arquipélago pode sofrer danos irreversíveis se o turismo na região não for contido.

Ele pediu medidas imediatas, como a limitação do número de visitantes às ilhas. Galápagos é famoso por abrigar tesouros naturais únicos no mundo e por ter servido de base de observações para que Darwin desenvolvesse a sua teoria da evolução, mostrada no livro A Origem das Espécies, que também em 2009 completa 150 anos.

'Boom'

No ano passado, o número de turistas em Galápagos atingiu um recorde de 173 mil visitantes - quatro vezes mais do que há 20 anos. O movimento levou a um boomda construção de hotéis e um aumento na "importação" de suprimentos vindos do território continental do Equador.

O resultado é um crescimento vertiginoso do número de espécies de animais "estranhos" entrando nesse ecossistema tão frágil - em 1900, havia 112 espécies registradas; mas em 2007, o total chegava a 1.321.

"O arquipélago ainda é o mais preservado do mundo", reconheceu Lopez. "Mas se essa tendência continuar, a riqueza das ilhas vai ser perdida."

Insetos

No porto do principal vilarejo, Puerto Ayora, estivadores levam caixas e sacos de arroz e milho de navios cargueiros para lanchas que, em seguida, os distribuem pelas ilhas. O aeroporto da ilha de Baltra, o único do arquipélago, às vezes comporta seis voos por dia - o dobro do que oito anos atrás.

Todos os aviões são pulverizados com inseticidas antes de aterrissar, mas alguns insetos sobrevivem. Um dos mais agressivos é a formiga-lava-pés, que ataca filhotes de aves e tartarugas jovens, e cuja marcha de uma ilha para outra parece inexorável.

Outra ameaça é uma espécie de mosca parasita, que ataca pintassilgos e mosquitos - que por sua vez podem acabar servindo de vetores para doenças conhecidas no continente mas que ainda não chegaram às ilhas.

Governo

O governo do Equador desenvolveu um plano de ação para tentar conter o problema, mas foi criticado pela Unesco, que em 2007 classificou Galápagos como patrimônio mundial em perigo.

Diante disso, as autoridades estão introduzindo medidas mais rígidas.
O diretor do Parque Nacional de Galápagos, Edgar Muñóz, reconhece que as espécies invasoras são a principal ameaça às ilhas, mas disse que as ações do governo vão resolver a ameaça.

"Esperamos que os problemas diminuam no espaço de 50 anos", disse ele à BBC. Tentativas já adotadas anteriormente, como o sacrifício de bodes que comiam as plantas que serviam de alimento a tartarugas gigantes, se mostram bem-sucedidas. Mas especialistas alertam que eliminação de alguns insetos será bem mais difícil.

Para o Equador, Galápagos representa uma grande fonte de renda, mas será necessário encontrar um equilíbrio para preservar o que faz as ilhas serem tão especiais.

Fonte: http://bichosuol.com.br