19 julho 2009

O AQUECIMENTO GLOBAL E A REDUÇÃO NO TAMANHO DOS ANIMAIS

Estudo em Ilha da Escócia mostra que inverno quente favorece animal pequeno.

Redução foi de 5% no tamanho nos últimos 25 anos, afirma grupo dos EUA e do Reino Unido; o esperado era tendência ao crescimento.
Uma população de carneiros de uma ilha da Escócia está encolhendo. É o provável culpado, segundo cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos, é o aquecimento global.
A Teoria evolutiva indica que, ao longo do tempo, naquela região fria, o tamanho médo dos carneiros deveria aumentar - os maiores teriam maior probabilidade de sobreviver e de se reproduzir do que as menores. Porém, os invernos na região da ilha Hirta (no arquipélago St. Kilda), onde vivem os carneiros-de-soay, ficaram menos rigorosos. Consequentemente são mais fáceis de serem enfrentados e, por isso, hoje os animais menores são mais capazes de sobreviver à estação.
A pesquisa mostra que os animais estudasos estão, em média, 5% menores hoje do que em 1985, quando o trabalho teve início. O líder da pesquisa, Tim Coulson, do Departamento de Ciências da Vida do Imperial College de Londres, disse à Folha que "a evolução é causada pela seleção natural, e as alterações climáticas têm alterado a forma como ela funciona".
Ele explica: No passado, só os carneiros grandes e saudáveis, queganharam peso em seu primeiro verão, poderiam sobreviver ao inverno em Hirta. Mas agora, devido às alterações climáticas, o capim que serve de alimento aos animais está disponível por mais meses e as condições de sobrevivência não são tão desafiadoras.
Seus resultados publicados na edição online do periódico "Science", sugerem que o encolhimento dos ovinos é uma resposta à variação ambiental nos últimos 25 anos e que a evolução contribuiu relativamente pouco neste processo.
Os pesquisadores também descobriram que a idade em que a mãe tem a prole influencia no seu tamanho. As jovens ovelhas-de-soay são fisicamente incapazes de produzir descendentes que sejam tão grandes quanto elas eram ao nascer.
"O efeito da mãe jovem explica por que os ovinos não estão ficando maiores.
Fonte: Folha de São Paulo - Jornal

ORIGEM DO RIO AMAZONAS

Geógo data nascimento do Amazonas

Amostras de sedimento antigo acumulado no mar deram pistas sobre biografia do curso d´água a brasileiro que trabalha no Reino Unido.

O Rio Amazonas acaba de ganhar uma certidão de nascimento. Segundo ela, o curso d´água mais volumoso da Terra nasceu há 11,8 milhões de anos.

A adolescência e a fase adulta do rio-mar também estão descritas no estudo, publicado no períódico "Geology". Ele é assinado por Jorge Figueiredo, geólogo da Petrobrás que atualmente cursa doutorado na Universidade de Liverpoo (Reino Unido) e colaboradores.

Toda a história de vida do Amazonas está baseada em análises paleontológicas (fósseis de animais e pólen) e de providência sedimentar, feitas em amostras coletadas em poços perfurados no oceano Arlântico, na foz do rio.
De acordo com Figueiredo existia um pequeno rio antes de 11,8 milhões de anos, no período chamado pelos geólogos de Mioceno Médio ( Na África, nessa época, o gênero humano nem existia). Mas ele drenava apenas a parte oriental da atual aregião amazônica.
Do lado ocidental, onde hoje estão o Peru, a Colômbia e os Estados do Amazonas e do Acre, havia um tipo de pantanal, uma grande área inundada.
"Separando essas duas áreas existia uma região um pouco mais elevada que as grandes planícies amazônicas, a oeste de Manaus", diz Figueiredo.
A situação entretanto, começaria a mudar há 11,8 milhões de anos, diz o geólogo. De um lado, por causa do aumento do manto de gelo na Antártida, o mar começou a descer - uma queda de cerca de 120 metros em média em relação ao nível atual. De outro, a poderosa cordilheira dos Andes exibia quase toda sua força, elevando-se a alturas próximas das atuais.
Esses dois processos, que teminaram há aproximadamente 11,3 milhões de anos, afizeram com que os lagos do lado oeste fossem conectados ao riozinho do lado leste. O Amazonas, agora transcontinental, estava pronto para crescer e aparecer.
Na infância do rio, entre 11,8 milhões e 6,8 milhões de anos, ainda havia um número muito grande de lagos ao longo do Amazonas, cujo curso era sinuoso, como o de vários rios pequenos da região hoje. Os sedimentos carregados pelas águas do rio acabavam sendo depositados no continente.
Na sua adolescência, com os Andes subiram ainda mais, havia mais sedimento para ser transportado. E eles começaram a chegar em maior quantidade ao oceano, obliterando os lagos no caminho.
Há 2,4 milhões de anos o Amazonas entrou na fase adulta. O riacho cheio de meandros de outrora tornou-se o rio mais caudaloso do mundo.
Cálculos do projeto Piatam (Petrobrás) mostram que o rio lança todos os anos no Atlântico 6,3 atrilhões de metros cúblicos de água (16% de toda a descarga mundial de água doce no mar) e 1,2 bilhão de toneladas de sedimento. É tanto entulho que a foz do Amazonas pode até estar afundando poucos milímetros por ano.
"Era sabido que a evolução do Amazonas dependeu do tectonismo (elevação) dos Andes. O artigo científico, entretanto, apresenta uma idade mais fechada (para o nascimento do rio)", diz Michel Mahiques, professor do Instituto Oceanográfico da USP e especialista em oceanografia geológica.
Segundo Figueiredo, os dados atuais estão em desacordo com uma hipótese levantada por outro gruo de pesquisa - a de que o rio Amazonas, há 5 milhões de anos, corria ao contrário, do Atlântico para aquilo que começava a ser os Andes.
Autor: Eduardo Geraque - da Reportagem Local
Fonte: Folha de São Paulo - Jornal (02/07/2009)

21 junho 2009

RECICLANDO COMPUTADORES

Como funciona a reciclagem de computadores?
Todos os componentes de um micro podem ser reaproveitados, evitando que afetem o meio ambiente
Paula Sato mailto:novaescola@atleitor.com.br


O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é a só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. "Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo", alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.
A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. "A ideia é que, além de evitar que o metal contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza", afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. "Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata", diz a professora.
No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. "Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados micros verdes", diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro de padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. "É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários deveriam comprar apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar", finaliza Tereza Carvalho.

29 maio 2009

ENERGIA EÓLICA - UMA ENERGIA LIMPA


Uma empresa mineira canadiana inaugurou, na Argentina, o gerador de energia eólica «mais alto do mundo», 4.200 metros acima do nível do mar, na cordilheira dos Andes, na fronteira com o Chile, noticia a Lusa.


De acordo com a agência noticiosa, o gerador, da firma Barrick Gold, tem 60 metros de altura por 40 metros de largura e uma hélice de 80 metros de diâmetro capaz de produzir até dois megawatts de electricidade em condições climatéricas extremas.
A estrutura foi montada na mina Veladero, onde a empresa explora ouro e prata, e será posta à prova sob baixa pressão atmosférica e com rajadas de vento de mais de 200 quilómetros por hora.


O seu mecanismo é accionado por computadores que enviam informação por cabos de fibra óptica para um centro instalado na mina ou para a sede do fabricante, na Alemanha, onde o gerador pode ser operado remotamente.


A Barrick Gold adiantou que se trata de uma primeira experiência, com vista à instalação de «um dos maiores parques eólicos» do Chile, com 18 moinhos capazes de gerar 36 megawatts de electricidade num terreno de 150 hectares, na localiddae de Punta Colorada, na região de Coquimbo, sobre os Andes.

A EMPRESA MOTOROLA ESTÁ UTILIZANDO O LODO ORGÂNICO COMO ADUBO

Li, na semana passada (23/05/2009), uma matéria da jornalista Gláucia Santinello, no Jornal Gazeta Regional de Jaguariúna, que a empresa multinacional MOTOROLA, produtora de aparelhos de telefonia celular; está aproveitando o lodo orgânico produzido na sua estação de tratamento de esgoto, como adubo orgânico. Vale salientar que o lodo produzido, é oriundo de esgotos dos sanitários e restaurantes, não possuindo portanto, resíduos industriais. Constituindo-se assim num lodo totalmente orgânico.
Este trabalho está sendo desenvolvido em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas - IAC, que está utilizando o material orgânico convertido em microorganismos e após receber um tratamento de quatro meses, nas áreas verdes da empresa. Foram feitas também, pesquisas da utilização do adubo obtido do lodo, em plantação de citrus da própria empresa, durante um período de dois anos, com a obtenção de resultados positivos.
Para o pesquisador do IAC, Ronaldo Berton, o material atua como fonte de nitrogênio, potássio, fósforo, cálcio, magnésio e zinco para as plantas; o que o torna um adubo completo.
O REUSO DA ÁGUA - a Motorola está reutilizando a água proveniente dos banheiros e restaurante, após o seu tratamento e desinfecção está sendo reutilizada nas torres de resfriamento de ar condicionado. A empresa contabiliza mensalmente, a reciclagem de 6 milhões de litros de água.
Com estas atitudes, a Motorola se torna, não só uma empresa ecològicamente correta, mas um grande exemplo para outras empresas e até municípios, onde as prefeituras não têm uma consciência ambiental.
Parabéns, Motorola!

25 maio 2009

CURSO PRÁTICO DE AGRICULTURA ORGÂNICA 2009

Módulo I - 27 e 28 de junho

Módulo II - 25 e 26 de julho

Módulo III - 29 e 30 de agosto

Módulo IV - 26 e 27 de setembro

Fazenda Nata da Serra - Serra Negra, SP

Sítio Catavento - Indaiatuba, SP

Introdução
A exploração dos recursos naturais pelo homem para fins econômicos provocou profundas alterações sociais e ambientais em nosso planeta. As conseqüências são inúmeras e em alguns casos catastróficas. Em contrapartida os estudos e evidências demonstram que a única esperança para a prosperidade da humanidade é o uso responsável e racional dos recursos, ou seja, a busca por métodos de desenvolvimento sustentável em todas as vertentes da economia. No caso específico da agricultura, o sistema orgânico é o que mais se aproxima do ideal da sustentabilidade e da responsabilidade sócioambiental, unindo o respeito ao meio ambiente, ao trabalhador e à sociedade com viabilidade econômica. Surge assim a necessidade de profissionais capacitados para atender esta crescente demanda nos setores de produção, comercialização e exportação de produtos orgânicos.
Público-alvo
Agricultores, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, estudantes, comerciantes, ambientalistas e demais interessados.
Objetivo
Capacitar os participantes para o desenvolvimento de atividades nas áreas de produção, comercialização e assistência técnica de produtos orgânicos.
Formato
Serão abordadas todas as questões fundamentais da agricultura orgânica, durante quatro fins de semana, sendo um módulo por mês, com carga horária total de 64 horas.MetodologiaAs aulas teóricas serão realizadas no período da manhã e ministradas por profissionais conceituados com temas previamente estabelecidos pela organização técnica. As aulas práticas ocorrerão à tarde, e serão conduzidas por produtor orgânico, visando demonstrar na prática os temas teóricos. À noite haverá apresentação de vídeos para discussões e trabalhos em grupo.
Conteúdo
Módulo I - Introdução à agricultura orgânica
27 e 28 de junho
(Sítio Catavento - Indaiatuba, SP)
- Definição e princípios da agricultura orgânica
- Manejo ecológico do solo
- Importância dos centros de origem das plantas e sua resistência a pragas e doenças
-Teoria da Trofobiose
- Análise de solos
- Indicadores de qualidade de solo
- Vocação da propriedade
- Conforto ambiental da planta
- Equilíbrio nutricional
Docentes: Ana Primavesi, Hasime Tokeshi e Pedro José Valarini
Produtor: Fernando Ataliba Nogueira
Módulo II - Manejo ecológico e agrofloresta
25 e 26 de julho
(Sítio Catavento - Indaiatuba, SP)
- A Natureza como modelo
- Fertilização- Irrigação
- Manejo ecológico de pragas e doenças
- Agrofloresta
Docentes: Carlos Armênio Khatounian e Nelson Correa Neto
Produtor: Fernando Ataliba Nogueira
Módulo III - Pecuária e processamento
29 e 30 de agosto
(Fazenda Nata da Serra - Serra Negra, SP)
- Manejo e conservação de pastagens
- Sistemas ecológicos de produção (ambiência)
-Controle de ecto e endo parasitas
-Homeopatia animal
-Produção de leite
-Industrialização (laticínios)
-Pastejo rotacionado
-Arborização e consorciação
-Projeto Balde Cheio
Docentes: Artur Chinelato de Camargo, Marcelo Morandi e Mário Ramos
Produtor: Ricardo Schiavinato
Módulo IV - Aspectos econômicos e sociais
26 e 27 de setembro
(Sítio Catavento - Indaiatuba, SP)
- Planejamento agrícola
-Custo de produção
-Análise de mercado
-Planejamento estratégico
-Planejamento tático
-Planejamento operacional
-Questões nutricionais
-Questões de saúde
-Questões sociais
Docentes: Nilson Antônio Modesto Arraes e Elaine Azevedo
Produtor: Ricardo Schiavinato e Fernando Ataliba Nogueira
Ana Primavesi
. Graduada em Agronomia pela Universidade Federal de Viena; Doutora em Solos; professora de Nutrição Vegetal na Universidade de Santa Maria, RS; fundadora e diretora do Laboratório de Química do Solo. Uma das personalidades do Movimento Agroecológico do Brasil e escritora de diversos livros e artigos sobre Agricultura.
Artur Chinelato de Camargo
. Graduado em Engª Agronômica pela Universidade de São Paulo; mestre em Nutrição Animal e doutor em Biologia Vegetal pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". Pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste.
Carlos Armênio Khatounian
. Graduado em Química e Engª Agronômica pela Universidade de São Paulo; mestre em Agricultura Ecológica e doutor em Agricultura Sustentável pela Universidade do Estado de Iowa, EUA. Pesquisador do IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná e professor da ESALQ - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz". Sócio-fundador da AAO - Associação de Agricultura Orgânica e membro do Comitê de Normas Técnicas da IFOAM - International Federation of Organic Agriculture Movements.
Elaine de Azevedo
. Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Paraná; especialização em Medicina Antroposófica, mestre em Agroecossistemas e doutora em Sociologia Politica e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina. Consultora nas seguintes áreas: Qualidade de Alimentos Orgânicos. Saúde, Qualidade de Vida e Agricultura Familiar Orgânica; Segurança Alimentar e Nutricional; Alimentação Escolar Orgânica; Sensibilização do Consumidor Orgânico; Marketing Institucional dos Alimentos Orgânicos; Riscos vinculados a produção de alimentos; Contexto sócio-político da pesquisa científica em Nutrição.
Fernando Ataliba Nogueira
. Graduado em Sociologia pela PUC- Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Membro do Conselho da AAO; produtor orgânico certificado e proprietário do Sítio Catavento.
Hasime Tokeshi
. Graduado em Engª Agronômica pela ESALQ, Doutorado pela Universidade do Estado de Ohio, EUA. Professor titular do departamento de Fitopatologia da ESALQ e coordenador do programa de melhoramento de hortaliças para o sistema de agricultura sustentável da Fundação Mokiti Okada.
Marcelo Augusto Boechat Morandi
. Graduado em Engª Agronômica, mestre e doutor em Fitopatologia pela Universidade Federal de Viçosa, MG e pela Universidade de Guelph, Canadá. Pesquisador da Embrapa Meio Ambiente em controle biológico e outros métodos biocompatíveis no manejo de doenças de plantas.
Mário Ramos
. Graduado em Medicina Veterinária e especialista em saúde e terapias. Médico veterinário homeopata e inspetor do IBD - Associação de Certificação Instituto Biodinâmico.
Nelson Eduardo Corrêa Netto
. Graduado em Engª Agronômica, formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com 12 anos de experiência em assessoria ao desenvolvimento de sistemas agroflorestais e organização da Cooperafloresta - Associação dos Agricultores Agroflorestais de Barra do Turvo, SP e Adrianópolis, PR.
Nilson Antonio Modesto Arraes
. Graduado em Engª Agrícola, mestre em Engª Elétrica e doutor em Engª Civil pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas. Professor colaborador da Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI/ UNICAMP.
Pedro José Valarini
. Graduado em Engª Agronômica, mestre e doutor em Fitopatologia pela USP - Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Microbiologia do Solo pela Universidad Europea de Madrid – UEM, na Espanha e pela Universidad de La Frontera – UFRO no Chile. Professor do Curso de Agroecologia e Desenvolvimento Rural da UFSCar em Araras, SP. Membro representante da Embrapa na CPOrg-SP (Comissão da Produção Orgânica no Estado de São Paulo). Pesquisador da Embrapa Meio Ambiente em indicadores de qualidade ambiental (do solo).
Ricardo Schiavinato
. Graduado em Engª Agronômica pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, SP. Consultor em agricultura orgânica, produtor orgânico certificado e proprietário da Fazenda Nata da Serra.
Inscrições
Vagas limitadas = 30 participantes
Valor = R$1.200,00* 10% de desconto para pagamento à vista -->* não estão inclusos os valores de hospedagem e alimentação
Procedimentos para a inscrição:
1) Efetuar depósito bancário na conta da FundAg no Banco do Brasil - Ag. 3360-X Conta nº 15016-9
2) Imprimir e preencher a Ficha de Inscrição e
3) Enviar a ficha de inscrição e comprovante de depósito, aos cuidados de Rafael Diego F. de Oliveira, pelo Fax (19) 3233-8035.
Formas de Pagamento:- Parcelado em 4 vezes de R$ 300,00, sendo a primeira parcela via depósito na Fundage as demais com cheques pré-datados entregues no primeiro dia do Módulo I;
ou- 10% de desconto para pagamento à vista.
Informações sobre hospedagem e alimentação
Sítio Catavento Produtos Orgânicos(19) 3894-5775 / (19) 9698-7241 sitiocatavento@gmail.com
Mais informações Embrapa Meio Ambiente Área de Comunicação Empresarial Caixa Postal 69 Cep 13820-000 Jaguariúna/SP Telefone: (19) 3311-2653 Fax: (19) 3311-2740 Atendimento ao cliente: sac@cnpma.embrapa.br Site: www.cnpma.embrapa.br
Realização
Sítio Catavento e
Fazenda Nata da Serra

24 maio 2009

CONGRESSO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - VI CBUC

CURITIBA - PR - DE 20 A 24 DE SETEMBRO DE 2009

Conferências
1º Dia 20/09 – Domingo

10h – 19h: Credenciamento e entrega de material

19h30min: Solenidade Oficial de Abertura

21h: Coquetel

2º Dia/ 21/09 – Segunda-feira Tema: As grandes mudanças - os principais impactos

Palestras confirmadas

O desafio do século 21: como integrar a conservação da natureza e o desenvolvimento econômico? Robert Costanza (Universidade de Vermont - EUA)

A extensão das áreas protegidas por unidades de conservação em face do crescimento das áreas dedicadas a atividades produtivas e a itens de infra-estrutura - José Augusto Drummond (Universidade de Brasília - UnB)

Mudanças Climáticas: os desafios da conservação - Thomas Lovejoy (Heinz Centre - EUA)

Mudanças Climáticas e seus Efeitos sobre a Biodiversidade mundial - William Laurence (Instituto Smithsoniano de Pesquisas Tropicais – Panamá)

Mudanças Climáticas e seus Efeitos sobre a Biodiversidade do Brasil - José A. Marengo (CPTEC/INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE/Brasil)

3º Dia 22/09 – Terça-feira

Tema: Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas: as alterações em cursoPalestras confirmadas

A vulnerabilidade da floresta amazônica perante as mudanças climáticas - Philip M. Fearnside (Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas - INPA/Brasil)

Panorama das ameaças sobre os ecossistemas marinhos - Jules Marcelo Rosa Soto (UNIVALI/UICN/Brasil)

A importância das áreas protegidas para a manutenção dos recursos pesqueiros - Angel Pérez-Ruzafa (EMPAFISH/Espanha)

4º Dia 23/09 – Quarta-feira

Tema: Como enfrentamos as ameaças à conservação
Palestras confirmadas

Políticas estaduais para um sistema de pagamento por serviços ecossistêmicos - Francisco Graziano Neto (Secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo - SEMA/SP)

Mecanismos de incentivo à conservação: REDD (Reduções das Emissões do Desmatamento e Degradação) Paulo Moutinho (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM/WHRC/Brasil)

Restauração e sustentabilidade de áreas naturais via pagamento por serviços ambientais: estudo de caso na América Latina e Caribe - Gunars Platais (Banco Mundial/EUA)

Exemplos e resultados de mecanismos e instrumentos de conservação de terras privadas nos EUA - Allen Pursell (The Nature Conservancy - TNC/EUA)

Adoção de áreas como mecanismo de conservação de terras privadas - Clóvis Ricardo Schrappe Borges (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental - SPVS/Brasil)

5º Dia 24/09 – Quinta-feira

Tema: Adaptação às mudanças: o que falta fazer e como?

Palestras confirmadas

Mobilização do poder público e da população nos temas de conservação da natureza e mudanças climáticas - Fábio Feldmann (Secretário Executivo do Fórum Paulista de Mudanças climáticas e Biodiversidade/Brasil)

Estratégias do MMA para garantir a conservação da biodiversidade - Maria Cecília Wey de Brito (Ministério do Meio Ambiente - MMA/Brasil)

A ciência em busca de soluções que garantam a sustentabilidade da vida na Terra. - José Goldemberg (Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados - IISA/Áustria; Universidade de São Paulo - USP/Brasil)

CONTATO
Fundação O Boticário de Proteção à Natureza
Fone: +55 41 3340-2642 / +55 41 3340-2666
Fax: +55 41 3340-2635
E-mail: congressouc@fundacaoboticario.org.br www.fundacaoboticario.org.br


Inscrições On-line
As inscrições para o VI CBUC já estão abertas e serão efetivadas exclusivamente pelo formulário online disponibilizado neste site. Clique aqui para fazer a sua!

Trabalhos Científicos

As inscrições de trabalhos científicos para o VI CBUC já estão encerradas. Na primeira semana de junho de 2009, a comissão do evento divulgará neste site quais foram os trabalhos selecionados. Fique atento!

Saiba mais

Conheça a cidadeClique aqui para ter informações sobre Curitiba, cidade-sede da sexta edição do Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação.

Credenciamento de jornalistasJornalistas interessados em cobrir o VI CBUC podem se pré-inscrever preenchendo a ficha de credenciamento. Clique aqui para fazer o download do arquivo.

Agência de turismo oficialConfira os pacotes turísticos que a Fellini Turismo preparou para você participar do evento com diversas opções de preços e serviços.

Fonte:http://itarget.com.br/newclients/fundacaoboticario.org.br/cbuc2009/_cbuc2009.php?op=contato&tr=Pt