28 agosto 2009

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - DE 20 A 24 DE SETEMBRO DE 2009

Inscrições

IMPORTANTE: para garantir seu desconto nas categorias Estudante, Funcionário Público e Membros da Rede Pró-UC, envie sua documentação/comprovante de vínculo até as 15h do dia 14 de setembro e imprima seu boleto entre 19h e 23h59 deste mesmo dia. Isto é necessário para que a organização do evento tenha tempo hábil de verificar cada documento (procedimento realizado manualmente).

As inscrições para o VI CBUC já estão abertas e serão efetivadas exclusivamente pelo formulário online disponibilizado neste site.
Categorias e valores

Profissionais

Estudantes*

Funcionário Público** ou Membro da Rede Pró-UC***

Chamadas

R$ 420 R$ 265 R$ 340 até 10/06/2009
R$ 525 R$ 340 R$ 420 até 14/09/2009 (on-line) e no local do evento

* Estudantes de nível médio, superior e pós-graduação, desde que comprovado vínculo com instituição de ensino.

** Funcionário público de órgão ambiental com comprovação de vínculo empregatício.
*** Membro da Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação.
Informações adicionais:
- Almoço incluído.
- Após efetivada a inscrição, não haverá devolução do valor (sob nenhuma hipótese). Na impossibilidade de comparecer ao evento, o inscrito poderá indicar outra pessoa para participar em seu lugar. Neste caso, é necessário comunicar a organização do evento com antecedência mínima de dois dias do início do evento.
- Para inscrição na categoria Estudante, a comprovação se dará por meio de cópia da carteirinha de estudante, declaração de matrícula ou boleto de mensalidade.
- Para inscrição na categoria Funcionário Público, a comprovação de vínculo empregatício se dará por meio de carta do gestor da instituição ou superior imediato do participante, em papel timbrado da instituição, confirmando o participante como funcionário efetivo no ano corrente.
- Os membros da Rede Pró-UC terão a inscrição liberada para pagamento após conferência junto à Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação.
- Os crachás serão entregues aos participantes no local do evento. Caso haja perda do crachá durante o congresso, será cobrada taxa de R$ 100,00 para retirada de 2ª via.
- No caso de inscrições por meio de nota de empenho, clique aqui para ler os procedimentos.

Informações sobre o sistema:

- A inscrição já está disponível e deverá ser efetuada online por meio deste site, clicando-se no link abaixo (Área de Inscrição). Cadastre-se, emita seu boleto bancário e pague-o via home-banking ou diretamente em qualquer banco. Outra opção é através do cartão de crédito.
- Disponibilizamos no site um sistema que permitirá gerar a sua inscrição e realizar o pagamento da mesma.
- A inscrição somente estará efetuada após a confirmação do pagamento do boleto bancário.
- Ao se cadastrar você deverá informar um e-mail, que será seu login, e uma senha, para ter acesso a uma área restrita e segura que permitirá realizar a sua inscrição.
- Os dados cadastrados no formulário de inscrição devem ser preenchidos com bastante atenção, pois também servirão para inscrições de trabalhos científicos.
- Certifique-se de que o e-mail informado na ficha esteja correto, pois todas as informações pertinentes ao evento serão enviadas para o contato informado.
- O CPF é um campo de identificação do congressista. O seu preenchimento é obrigatório.
- Confira a lista de valores e em seguida clique no link "Área de Inscrição".



03 agosto 2009

OBRAS SUSTENTÁVEIS



A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas e Secretaria de Estado de Educação, disponibilizam para o público em geral o Manual de Obras Públicas Sustentáveis.

A elaboração deste Manual de Obras Públicas Sustentáveis insere-se no âmbito do Programa de Parceria para o Desenvolvimento de Minas Gerais II , assinado entre o Governo do Estado e o Banco Mundial.

O Programa tem por finalidade apoiar o Governo de Minas Gerais na implementação da Segunda Geração do Choque de Gestão (Estado para Resultados), de forma a ampliar a oferta e melhorar a qualidade e eficiência de serviços e bens públicos, e a reforçar os avanços fiscais e macroeconômicos obtidos e as reformas já implementadas, com o objetivo de incentivar o crescimento econômico e a redução da pobreza no estado.

As ações a serem apoiadas pelo Programa estão em sua maior parte associadas à prestação de serviços de saúde, educação, transporte e melhoria da gestão.

Com exceção do setor de transportes, cujos marcos e diretrizes ambientais foram tratados diretamente com o Banco Mundial, a execução das ações previstas no programa não deve produzir impactos ambientais negativos substanciais. Os projetos de investimento físico, identificados de maneira preliminar, financiam obras de pequeno a médio vulto – como a construção de escolas – com impactos ambientais negativos localizados e que não requerem, de forma geral, licenciamento ambiental.

Os impactos ambientais relativos às ações ligadas ao Programa nas áreas de saúde e educação podem, assim, ser mitigados de maneira apropriada com medidas relativamente simples. Este manual pretende sugerir diretrizes nesse sentido, e pode ser entendido como parte dos crescentes esforços empreendidos, por parte do Governo do Estado, para abordar a questão ambiental, não somente no âmbito do Programa, mas de forma sistemática nas políticas públicas setoriais desenvolvidas pelas diversas Secretarias. O manual foi concebido como uma ação preventiva ligada diretamente às intervenções previstas pelo Programa, mas deve ser percebido, primeiramente, como parte de um objetivo mais amplo de conscientização e mudança de paradigmas e entendimentos na administração pública.

Este Manual de Obras Sustentáveis nasce, portanto, de uma necessidade pontual e imediata para tornar-se um primeiro ponto de referência para outras ações e áreas de governo. Trata-se de uma versão preliminar, cujas páginas deverão, durante o ano de 2009, ser revisadas e acrescidas de conteúdos técnicos específicos, relativos principalmente, mas não exclusivamente, à sustentabilidade nas edificações do Estado destinadas à oferta de serviços de Educação e Saúde. As revisões previstas para 2009 deverão incluir também aspectos relativos à reducção de impactos sociais e culturais e à medidas de consulta pública que contribuam para uma maior participação dos beneficiários nas diversas fases do processo de obras.

Todas as Secretarias e órgãos do Governo do Estado são desta forma, convidados a fazerem uso do manual e a contribuírem para seu aperfeiçoamento por meio de um diálogo constante.


http://www.ief.mg.gov.br/obras-sustentaveis

CAMPANHA MUNDIAL CONTRA O AQUECIMENTO

Campanha mundial contra aquecimento terá início em Minas


Antecipar em 30 anos o resultado de ações para frear o aquecimento global é a meta que um grupo de cientistas e especialistas do mundo todo vai debater na primeira conferência “2020 Climate leadership campaign”, que acontecerá em Belo Horizonte entre os dias 04 e 07 de agosto. O evento, organizado pela State of the World Forum, entidade sem fins lucrativos que tem como fundador o historiador e presidente da Wisdom University, Jim Garrison, e como convening chairman o ex-presidente da União Sociética e prêmio Nobel da Paz, Mikhail Gorbachev, será o ponto de partida de uma campanha de âmbito mundial visando a conscientização de pessoas, empresas e governos sobre o tema.

Na visão da State of the World Forum, o prazo estabelecido por governos de todo mundo para cumprimento de metas importantes para frear o avanço do aquecimento global, entre elas a redução em até 80% da emissão de CO2 até 2050, estaria muito alongada e surtiria pouco efeito. Pelos cálculos dos cientistas, mesmo que os obejtivos fossem cumpridos dentro do prazo, a temperatura média no mundo poderia subir 4 graus, o que seria um ameaça geral ao ecossistema. O ideal é que os prazo fossem antecipados para 2020.

O Brasil foi escolhido pela entidade para ser um dos líderes globais da campanha contra o aquecimento global. Entre as razões para a escolha do país estão suas grandes riquezas naturais, entre elas a Amazônia, o uso intensivo de energia renovável dentro da matriz energética, que chega a quase 50%, as boas relações diplomáticas com outros países e por ser uma liderança econômica em expansão. Um dos slogans escolhidos para a campanha mundial será ”Join Brazil”, ou seja, “Junte-se ao Brasil”.

Foco nas pessoas

Diferentemente de outras iniciativas para conter o avanço do aquecimento global, a campanha terá grande foco nas pessoas. Para a World Forum, todos devem ser considerados “Climate leaders”, em português, líderes climáticos. Ou seja, todos tem grande responsabilidade sobre o problema e devem ter participação fundamental em sua abordagem. Pela primeira vez na história, a humanidade está incluída em um único sistema e as ações de uma pessoa tem consequências para todas as outras.

Cronograma

O encontro em Belo Horizonte, entre os dias 4 e 7 será o primeiro evento da campanha. As mensagens e ações definidas na conferência mineira serão refinadas em encontro em Washington, Estados Unidos, em fevereiro de 2010. Em agosto, o primeiro ano da campanha será fechado com eventos no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e Bahia. Outras cidades ao redor do mundo irão sediar a campanha nos próximos anos. Entre as candidatas estão a Cidade do México, Melbourne, na Austrália, e Haia, na Holanda.


Fonte: FSB Comunicações e http://www.ief.mg.gov.br/noticias/1/911-campanha-mundial-contra-aquecimento-tera-inicio-em-minas

19 julho 2009

O AQUECIMENTO GLOBAL E A REDUÇÃO NO TAMANHO DOS ANIMAIS

Estudo em Ilha da Escócia mostra que inverno quente favorece animal pequeno.

Redução foi de 5% no tamanho nos últimos 25 anos, afirma grupo dos EUA e do Reino Unido; o esperado era tendência ao crescimento.
Uma população de carneiros de uma ilha da Escócia está encolhendo. É o provável culpado, segundo cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos, é o aquecimento global.
A Teoria evolutiva indica que, ao longo do tempo, naquela região fria, o tamanho médo dos carneiros deveria aumentar - os maiores teriam maior probabilidade de sobreviver e de se reproduzir do que as menores. Porém, os invernos na região da ilha Hirta (no arquipélago St. Kilda), onde vivem os carneiros-de-soay, ficaram menos rigorosos. Consequentemente são mais fáceis de serem enfrentados e, por isso, hoje os animais menores são mais capazes de sobreviver à estação.
A pesquisa mostra que os animais estudasos estão, em média, 5% menores hoje do que em 1985, quando o trabalho teve início. O líder da pesquisa, Tim Coulson, do Departamento de Ciências da Vida do Imperial College de Londres, disse à Folha que "a evolução é causada pela seleção natural, e as alterações climáticas têm alterado a forma como ela funciona".
Ele explica: No passado, só os carneiros grandes e saudáveis, queganharam peso em seu primeiro verão, poderiam sobreviver ao inverno em Hirta. Mas agora, devido às alterações climáticas, o capim que serve de alimento aos animais está disponível por mais meses e as condições de sobrevivência não são tão desafiadoras.
Seus resultados publicados na edição online do periódico "Science", sugerem que o encolhimento dos ovinos é uma resposta à variação ambiental nos últimos 25 anos e que a evolução contribuiu relativamente pouco neste processo.
Os pesquisadores também descobriram que a idade em que a mãe tem a prole influencia no seu tamanho. As jovens ovelhas-de-soay são fisicamente incapazes de produzir descendentes que sejam tão grandes quanto elas eram ao nascer.
"O efeito da mãe jovem explica por que os ovinos não estão ficando maiores.
Fonte: Folha de São Paulo - Jornal

ORIGEM DO RIO AMAZONAS

Geógo data nascimento do Amazonas

Amostras de sedimento antigo acumulado no mar deram pistas sobre biografia do curso d´água a brasileiro que trabalha no Reino Unido.

O Rio Amazonas acaba de ganhar uma certidão de nascimento. Segundo ela, o curso d´água mais volumoso da Terra nasceu há 11,8 milhões de anos.

A adolescência e a fase adulta do rio-mar também estão descritas no estudo, publicado no períódico "Geology". Ele é assinado por Jorge Figueiredo, geólogo da Petrobrás que atualmente cursa doutorado na Universidade de Liverpoo (Reino Unido) e colaboradores.

Toda a história de vida do Amazonas está baseada em análises paleontológicas (fósseis de animais e pólen) e de providência sedimentar, feitas em amostras coletadas em poços perfurados no oceano Arlântico, na foz do rio.
De acordo com Figueiredo existia um pequeno rio antes de 11,8 milhões de anos, no período chamado pelos geólogos de Mioceno Médio ( Na África, nessa época, o gênero humano nem existia). Mas ele drenava apenas a parte oriental da atual aregião amazônica.
Do lado ocidental, onde hoje estão o Peru, a Colômbia e os Estados do Amazonas e do Acre, havia um tipo de pantanal, uma grande área inundada.
"Separando essas duas áreas existia uma região um pouco mais elevada que as grandes planícies amazônicas, a oeste de Manaus", diz Figueiredo.
A situação entretanto, começaria a mudar há 11,8 milhões de anos, diz o geólogo. De um lado, por causa do aumento do manto de gelo na Antártida, o mar começou a descer - uma queda de cerca de 120 metros em média em relação ao nível atual. De outro, a poderosa cordilheira dos Andes exibia quase toda sua força, elevando-se a alturas próximas das atuais.
Esses dois processos, que teminaram há aproximadamente 11,3 milhões de anos, afizeram com que os lagos do lado oeste fossem conectados ao riozinho do lado leste. O Amazonas, agora transcontinental, estava pronto para crescer e aparecer.
Na infância do rio, entre 11,8 milhões e 6,8 milhões de anos, ainda havia um número muito grande de lagos ao longo do Amazonas, cujo curso era sinuoso, como o de vários rios pequenos da região hoje. Os sedimentos carregados pelas águas do rio acabavam sendo depositados no continente.
Na sua adolescência, com os Andes subiram ainda mais, havia mais sedimento para ser transportado. E eles começaram a chegar em maior quantidade ao oceano, obliterando os lagos no caminho.
Há 2,4 milhões de anos o Amazonas entrou na fase adulta. O riacho cheio de meandros de outrora tornou-se o rio mais caudaloso do mundo.
Cálculos do projeto Piatam (Petrobrás) mostram que o rio lança todos os anos no Atlântico 6,3 atrilhões de metros cúblicos de água (16% de toda a descarga mundial de água doce no mar) e 1,2 bilhão de toneladas de sedimento. É tanto entulho que a foz do Amazonas pode até estar afundando poucos milímetros por ano.
"Era sabido que a evolução do Amazonas dependeu do tectonismo (elevação) dos Andes. O artigo científico, entretanto, apresenta uma idade mais fechada (para o nascimento do rio)", diz Michel Mahiques, professor do Instituto Oceanográfico da USP e especialista em oceanografia geológica.
Segundo Figueiredo, os dados atuais estão em desacordo com uma hipótese levantada por outro gruo de pesquisa - a de que o rio Amazonas, há 5 milhões de anos, corria ao contrário, do Atlântico para aquilo que começava a ser os Andes.
Autor: Eduardo Geraque - da Reportagem Local
Fonte: Folha de São Paulo - Jornal (02/07/2009)

21 junho 2009

RECICLANDO COMPUTADORES

Como funciona a reciclagem de computadores?
Todos os componentes de um micro podem ser reaproveitados, evitando que afetem o meio ambiente
Paula Sato mailto:novaescola@atleitor.com.br


O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é a só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. "Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo", alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.
A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. "A ideia é que, além de evitar que o metal contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza", afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. "Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata", diz a professora.
No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. "Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados micros verdes", diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro de padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. "É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários deveriam comprar apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar", finaliza Tereza Carvalho.

29 maio 2009

ENERGIA EÓLICA - UMA ENERGIA LIMPA


Uma empresa mineira canadiana inaugurou, na Argentina, o gerador de energia eólica «mais alto do mundo», 4.200 metros acima do nível do mar, na cordilheira dos Andes, na fronteira com o Chile, noticia a Lusa.


De acordo com a agência noticiosa, o gerador, da firma Barrick Gold, tem 60 metros de altura por 40 metros de largura e uma hélice de 80 metros de diâmetro capaz de produzir até dois megawatts de electricidade em condições climatéricas extremas.
A estrutura foi montada na mina Veladero, onde a empresa explora ouro e prata, e será posta à prova sob baixa pressão atmosférica e com rajadas de vento de mais de 200 quilómetros por hora.


O seu mecanismo é accionado por computadores que enviam informação por cabos de fibra óptica para um centro instalado na mina ou para a sede do fabricante, na Alemanha, onde o gerador pode ser operado remotamente.


A Barrick Gold adiantou que se trata de uma primeira experiência, com vista à instalação de «um dos maiores parques eólicos» do Chile, com 18 moinhos capazes de gerar 36 megawatts de electricidade num terreno de 150 hectares, na localiddae de Punta Colorada, na região de Coquimbo, sobre os Andes.