| A Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig e a Impsa inauguraram hoje (20/08), às 15 horas, o Parque Eólico de Praias de Parajuru, localizado no município de Beberibe, a 103 km de Fortaleza (CE). O empreendimento, de 28,8 MW, é o primeiro de uma série de três plantas eólicas que serão instaladas no Ceará, com investimentos de R$ 213 milhões pela Cemig, que detém 49% da participação acionária das usinas. O Parque Eólico de Praias de Parajuru possui uma extensão de 325 hectares e conta com 19 aerogeradores de 1,5 MW fabricados pela Impsa. Está prevista, ainda, a implantação de outros dois parques, Praia do Morgado (28,8 MW) e Volta do Rio (42 MW), ambos localizados no município de Acaraú, a 240 km de Fortaleza. Juntos, os três parques eólicos cearenses possuem capacidade instalada de 99,6 MW. Os recursos da Impsa e da Cemig nos empreendimentos totalizam R$ 550 milhões. Os parques eólicos fazem parte do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), do governo federal, e a energia gerada será comercializada para a Eletrobrás. Com o início das operações do parque eólico inaugurado hoje, o Ceará passa a ser o Estado com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, com 150,6 MW. O presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais, ressalta que a participação nos parques eólicos está em conformidade com a estratégia da Empresa de crescer de forma sustentável. “A Cemig já tem uma posição de destaque no cenário nacional, graças à participação de mais de 90% de fontes limpas em sua matriz, o que estamos ampliando agora, atendendo também à determinação do nosso acionista majoritário, o Governo de Minas Gerais para investirmos em alternativas energéticas”, destaca. De acordo com o presidente da Impsa no Brasil, Luis Pescarmona, o projeto é parte da estratégia da empresa de investir cada vez mais em energias renováveis. “A Impsa considera o Brasil um mercado chave. Temos uma estratégia de longo prazo que inclui não só a geração e fabricação de equipamentos, mas sim o desenvolvimento de tecnologia. Nossa visão é ser protagonistas no desenvolvimento de uma matriz energética mais equilibrada e limpa com projetos ao longo de todo o País. Temos certeza que os ventos do crescimento estão soprando a nosso favor e do Brasil”, explica ele. Minas A Cemig foi a primeira empresa a operar uma usina eólica conectada ao sistema elétrico nacional, com a construção da Usina Morro do Camelinho em 1994. Investindo continuamente em fontes renováveis, atualmente, realiza estudos do potencial de geração eólica em Minas Gerais, que poderão viabilizar a construção de novas usinas no Estado. Perfil da Cemig - Com 57 anos de atuação, a Cemig é uma das maiores e mais importantes concessionárias de energia elétrica do Brasil. Líder de um conglomerado, com mais de 50 empresas e 10 consórcios, gera um portfólio de ativos nos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, além de gás natural e telecomunicações. Atualmente, a Empresa está presente em 19 estados do Brasil e no Chile, com participação de 12% no mercado brasileiro de distribuição, 7% de geração e 12% de transmissão de eletricidade. | |
| Fonte: http://www.cemig.com.br/ Obrigada Thamires, pela sugestão. Sou uma apaixonada pelas energias alternativas: Solar, eólica, etc. Todo tipo de energia limpa, que não degrada o nosso meio ambiente, é sem dúvida um avanço para tentarmos reduzir a degradação do nosso planeta. Fico muito feliz em saber que a CEMIG, está investindo nesta maravilha. Cresci sob as luzes da CEMIG. |
A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas e Secretaria de Estado de Educação, disponibilizam para o público em geral o Manual de Obras Públicas Sustentáveis.
A elaboração deste Manual de Obras Públicas Sustentáveis insere-se no âmbito do Programa de Parceria para o Desenvolvimento de Minas Gerais II , assinado entre o Governo do Estado e o Banco Mundial.
O Programa tem por finalidade apoiar o Governo de Minas Gerais na implementação da Segunda Geração do Choque de Gestão (Estado para Resultados), de forma a ampliar a oferta e melhorar a qualidade e eficiência de serviços e bens públicos, e a reforçar os avanços fiscais e macroeconômicos obtidos e as reformas já implementadas, com o objetivo de incentivar o crescimento econômico e a redução da pobreza no estado.
As ações a serem apoiadas pelo Programa estão em sua maior parte associadas à prestação de serviços de saúde, educação, transporte e melhoria da gestão.
Com exceção do setor de transportes, cujos marcos e diretrizes ambientais foram tratados diretamente com o Banco Mundial, a execução das ações previstas no programa não deve produzir impactos ambientais negativos substanciais. Os projetos de investimento físico, identificados de maneira preliminar, financiam obras de pequeno a médio vulto – como a construção de escolas – com impactos ambientais negativos localizados e que não requerem, de forma geral, licenciamento ambiental.
Os impactos ambientais relativos às ações ligadas ao Programa nas áreas de saúde e educação podem, assim, ser mitigados de maneira apropriada com medidas relativamente simples. Este manual pretende sugerir diretrizes nesse sentido, e pode ser entendido como parte dos crescentes esforços empreendidos, por parte do Governo do Estado, para abordar a questão ambiental, não somente no âmbito do Programa, mas de forma sistemática nas políticas públicas setoriais desenvolvidas pelas diversas Secretarias. O manual foi concebido como uma ação preventiva ligada diretamente às intervenções previstas pelo Programa, mas deve ser percebido, primeiramente, como parte de um objetivo mais amplo de conscientização e mudança de paradigmas e entendimentos na administração pública.
Este Manual de Obras Sustentáveis nasce, portanto, de uma necessidade pontual e imediata para tornar-se um primeiro ponto de referência para outras ações e áreas de governo. Trata-se de uma versão preliminar, cujas páginas deverão, durante o ano de 2009, ser revisadas e acrescidas de conteúdos técnicos específicos, relativos principalmente, mas não exclusivamente, à sustentabilidade nas edificações do Estado destinadas à oferta de serviços de Educação e Saúde. As revisões previstas para 2009 deverão incluir também aspectos relativos à reducção de impactos sociais e culturais e à medidas de consulta pública que contribuam para uma maior participação dos beneficiários nas diversas fases do processo de obras.
Todas as Secretarias e órgãos do Governo do Estado são desta forma, convidados a fazerem uso do manual e a contribuírem para seu aperfeiçoamento por meio de um diálogo constante.