06 novembro 2009

NA, ÁFRICA EM PLENO DESERTO - UM GRANDE PROJETO ECOLÓGICO

Um grande passo foi dado na luta contra o aquecimento global. 12 empresas assinaram um acordo para construir, no deserto do Sahara, o maior projeto de energia renovável do mundo que custará cerca de US$555 bilhões.

Serão colocados milhares de painéis solares no norte da África, formando uma extensa faixa com o objetivo de fornecer cerca de 15% da demanda de energia da europa com energia limpa. Até agora as empresas que assinaram o acordo são: ABB, ABENGOA Solar, Cevital, DESERTEC Foundation, Deutsche Bank, E.ON, HSH Nordbank, MAN Solar Millennium, Munich Re, M+W Zander, RWE, SCHOTT Solar, and Siemens. O projeto irá ligar várias instalações de energia solar pela costa do norte da África e transmitir grande parte da energia para a Europa. Além disso, usinas de dessalinização serão associadas as instalações solares para levar água fresca às pessoas na África.

Apesar de faltarem muitos anos para completar o projeto, o acordo assinado irá unificar forças para o objetivo final. Muito trabalho precisa ser feito, e as empresas e governos precisam trabalhar juntos para superar questões como segurança energética, equidade, justiça social, direitos sobre a água e energia solar e compensação.

Fonte:
http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2009/11/04/norte-da-africa-tera-o-maior-projeto-de-energia-renovavel-do-mundo

05 novembro 2009

A Morte dos Peixes no Pará, é mais um dos grandes desastres ecológicos do Planeta

Milhares de peixes apareceram mortos em uma praia de Marapanim (PA), neste fim de semana. A mortandade surpreendeu moradores e banhistas que estavavam no local durante o feriado prolongado. Segundo o Corpo de Bombeiros, os peixes mortos estão ao longo de 10 quilômetros de praia.

Os órgãos ambientais paraenses ainda não sabem explicar o motivo da morte dos peixes. A Secretaria de Meio Ambiente do Pará informou que uma equipe de biólogos está indo para o local para fazer análises na água e identificar as possíveis causas da mortandade de peixes na região.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis(Ibama) também já foi informado do problema, mas só deve mandar uma equipe ao local nesta terça-feira (3).



Fonte:http://gi.globo.com/noticias/brasil

A BAIXA UMIDADE RELATIVA DO AR NO BRASIL E AS ALTAS TEMPERATURAS NESTA PRIMAVERA

A baixa umidade do ar e o calor, são apenas alguns prejuízos que a humanidade tem e continuará a ter, pelo que tudo indica, isso se ações importantes não forem tomadas para começar a amenizar as fortes alterações climáticas que a cada ano se tornam mais evidentes e conseqüentemente mais danosas aos seres humanos, os resultados brevemente poderão não ser mais momentâneos, passando a ser persistentes e duradouros.

Se não bastasse o descaso ambiental, as políticas governamentais de saúde pública são desfocadas, insuficientes e desarticuladas, comprovado pela epidemia de dengue, e tantas outras doenças que assolam o nosso país.

Alguns estados já sofrem com a baixa umidade do ar, que aliada ao forte calor prejudica a saúde de crianças e adultos, principalmente aqueles com problemas respiratórios como asma, bronquite e outras doenças que se agravam nestas épocas do ano.

Algumas regiões sofrem mais do que outras com esta baixa umidade do ar, por isso técnicas como colocar uma bacia com água dentro do quarto, estender uma toalha molhada na cabeceira da cama, vestir roupas leves, tomar bastante água são medidas necessárias para amenizar este sério problema.

Algumas pessoas jogam água no chão do quarto, o que não é aconselhável, pois a água ficando acumulada nos cantos e frestas pode causar desenvolvimento de fungos e aparecimento de pequenos insetos.

http://www.plugbr.net/baixa-umidade-do-ar-e-problemas-respiratorios/

São Paulo - Capital, apresentou nesta terça-feira (03/11/09), 15% de umidade relativa do ar e, aqui em Jaguariúna, os termômetros enlouqueceram, ontem às 18 horas, marcavam 38° graus...e ainda continuam desmatando a nossa Amazônia, e o que é pior, com as bênçãos do Governo Federal.
O que fazer amigos?

27 outubro 2009

S.O.S ILHAS

E nossas Ilhas estão sendo atacadas como pequenas folhas nas garras das formigas insanas...vejam um dos textos sobre o tema:

A APEB - Associação de Pousadas da Enseada do Bananal - comunica que entrou com uma representação do ministério público federal de Angra dos Reis pedindo a revogação do decreto 41 921 nessa última segunda-feira, dia 28/09/2009.
Segue o texto:
Angra dos Reis, 10 de setembro de 2009.
Ao: Ministério Público Federal de Angra dos Reis.
Assunto: Decreto Estadual Nº 41.921, de 22 de junho de 2009.

Prezado Senhor,

A APEB – Associação de Pousadas da Enseada do Bananal (Ilha Grande, Angra dos Reis, RJ) – manifesta seu total descontentamento com a publicação do Decreto Estadual Nº 41.921, que altera os critérios de uso e ocupação do solo na Zona de Conservação de Vida Silvestre (ZCVS) da APA de Tamoios como definido pelo Decreto Estadual 20.172, de 01/07/1994.

Antes de tudo, o referido decreto infringe as determinações da Lei Federal n º 9.9985/00, de 18 de julho de 2000 do SNUC e do capítulo V do Decreto Federal nº 4.340, de 22/08/2002 que o regulamenta.

O Conselho Consultivo da APA Tamoios, que funciona regularmente desde 2007, foi sequer consultado, nem mesmo comunicado a respeito do decreto.

A possibilidade de ocupação de até 10% da área total dos imóveis – conforme consta no decreto assinado pelo governador – aparentemente permite a preservação de 90% da área, mas na verdade estimula a ocupação completa das costeiras.

Isso ocorre porque a totalidade das grandes propriedades inclui as áreas de preservação permanente acima da cota altimétrica de 40m. Dessa forma podemos prever a urbanização de toda a área costeira interna da Ilha Grande e o surgimento de dezenas de construções em ilhas e praias do município, afetando a preservação dessas áreas e o desenvolvimento do turismo que está prejudicado por muros, cercas, privatização de espaços públicos e todo tipo de obstáculo para ter acesso às belezas naturais.

Essas preocupações são de extrema relevância, uma vez que o maior atrativo turístico é a possibilidade de vivenciar um ambiente pouco impactado. A Ilha Grande, eleita uma das sete maravilhas do Estado do Rio de Janeiro e com fama internacional indiscutível, possui praias exuberantes combinadas a uma densa mata atlântica e águas abrigadas, que são procuradas por milhares de visitantes todos os anos.

Esse decreto implicará em um aumento considerável das construções costeiras causando um impacto ambiental, visual e turístico sem precedentes, causando:

Desmatamento para a construção das casas;

Construção de atracadouros para embarque e desembarque, gerando impacto na vida marinha e costeira;

Maior demanda por água potável, criando maior pressão nos reservatórios das comunidades já instaladas na Ilha Grande;

Contaminação do solo e mares pelos resíduos de esgoto, uma vez que as áreas flexibilizadas pelo decreto possuem peculiaridades topográficas que dificultam o tratamento adequado do mesmo.

A APEB e as comunidades onde está inserida se empenham no esforço de desenvolver um turismo consciente, sustentável e planejado – baseado no respeito ao meio ambiente, ao patrimônio natural e na valorização da cultura local.

A Ilha Grande apesar de grandiosa em valor é limitada em recursos, como toda ilha. Por isso, seu uso e ocupação devem ser muito bem planejados e controlados para o bem de seus moradores e visitantes. Seu uso e ocupação não devem privilegiar a especulação imobiliária, gerando degradação e exclusão – conseqüência direta desse decreto.

A legislação ambiental vem sendo uma aliada fundamental na preservação desse valioso patrimônio natural e cultural abrangido pela APA de Tamoios. Essas leis foram criadas baseadas em profundos estudos ambientais, sociais e culturais. Um decreto arbitrário como esse não pode sobrepujar o longo trabalho de comunidades, instituições governamentais e não governamentais, e associações em defesa das praias, ilhas e matas da Baía da Ilha Grande.

Concluímos, então, que a única alternativa sensata será a revogação do decreto e a revisão detalhada de todos os seus itens em conjunto com o Conselho Consultivo da APA de Tamoios.

Atenciosamente,

Kiyoshi Nakamashi

Presidente da APEB


26 outubro 2009

O TURISMO ECOLÓGICO E A PRESERVAÇÃO DA NATUREZA

Queridos leitores, dias destes recebi de um amigo a sugestão para falar sobre o Turismo Ecológico. Bem, eu diria que fazer turismo ecológico é tudo de bom, é conviver com a natureza em sua plenitude, é comungar com as energias primitivas do Planeta Terra...é poder mergulhar na imensidão do vazio e encher a alma de sonhos, mas é também uma grande oportunidade de reflexão...de acompanhar de perto a trilha da humanidade e vislumbrar o que, realmente, os humanos fazem e esperam do Planeta.
Tive um amigo que foi proprietário de um parque de ecológico de aventuras...tive a feliz oportunidade de visitá-lo por algumas vezes. Uma coisa importante que observei em seu parque foi a questão do Circuito de Arvorismo não estar preso nas árvores, mas fixado em postes por entre as árvores...ele disse-me, o que é uma verdade, que os cabos de aço do circuito vão ferindo os troncos das árvores e com o tempo pode prejudicar a sua sobrevivência. Assim como o Circuito de Tirolesa...portanto, aos amigos que possuem Parques Turísticos de Aventura, prestem bastante atenção nestes importantes detalhes.
Outra observação que tenho sobre o Turismo Ecológico, é o rastro de destruição que o homem deixa em seu caminho...precisamos fazer um trabalho gigantesco de conscientização humana para realização deste tipo de passeio. Sempre se pode observar que ao lado das trilhas, existem galhos quebrados, sacolas, embalagens e garrafas ou vasilhames de alimentos consumidos. O Homem é o maior predador do meio ambiente, por onde passa, deixa suas pegadas, seja na destruição da natureza, seja no rastro de lixo que deixa pelos caminhos.
Portanto, queridos amigos, turismo ecológico, é a solução para o turismo todo de um modo geral, mas precisa sr efetivamente R E S P O N S Á V E L !
Plantar uma árvore é ser responsável com o planeta e com as futuras gerações.
Helena Rezende

16 outubro 2009

OS GRANDES PAÍSES PRODUTORES DE PETRÓLEO E A DEFESA DO MEIO AMBIENTE

Sempre tive curiosidade de saber o que os grandes países produtores de petróleo fazem pelo meio ambiente.

Andei estudando um pouco da história política e geografia da Arábia Saudita, que produz cerca de 13,5% do petróleo consumido no mundo.

Descobri, que apesar do seus quase 2.240.000 km2 de área, possui um clima de deserto com extremas temperaturas. É constantemente banhado por tempestade de areia. Possui 1% de floresta e somente 2% de terra arável.

Ambiente - problemas actuais - desertificação; esgotamento dos recursos aquáticos subterrâneos; a falta de rios ou lençóis permanentes de água doce levou à construção de grandes instalações de dessalinização de água do mar; poluição costeira devida a derrames de petróleo

Um país rico em petróleo e gás natural.

E apesar de todos estes predicados de riquezas minerais que brota do seu subsolo, não dá a devida atenção ao meio ambiente, pois é parte dos Acordos Internacionais do Meio ambiente:

Mudanças Climáticas,
Desertificação,
Espécies Ameaçadas,
Resíduos Perigosos,
Lei do Mar e
Proteção da Camada de Ozônio,
assinou mas não ratificou nenhum dos acordos.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_da_Ar%C3%A1bia_Saudita

CÓDIGO FLORESTAL

http://internet.boticario.com.br/portal/site/fundacao

Parabéns, Fundação Boticário, é com carinho que acompanho o trabalho de vocês. Precisamos defender o nosso Código, pois atrás do pseudo interesse de produção de alimentos, existe sim a ganância e a falta de responsabilidade ambiental. O resultado de todas estas ações funestas do homem, é o que presenciamos...Ás vezes penso que temos que a cada dia lutar com unhas e dentes, pois do contrário ouviremos bobagens como a do Governador do Mato Grosso do Sul...querem produzir até no Pantanal Matogrossense ou querem acabar de vez com ele?