03 dezembro 2009

A FUMAÇA QUE ESTÁ INVADINDO O PLANETA

Manaus amanheceu nesta quarta-feira sob uma densa nuvem de fumaça provocada por queimadas na região. O fenômeno começou há dois anos e não parou. Há uma certa incapacidade das autoridades em identificar os focos de queimadas e reduzir os problemas que estas provocam, como a ocorrência de chuvas ácidas.

Os registros de incidência de doenças ocasionadas por problemas respiratórios têm crescido nos últimos meses. As vítimas são velhos e crianças. A população fica mais sujeita a problemas de saúde nestes períodos.

Não há muito que fazer. O pouco que poderia ser feito, com toda a eficácia previsível, seria evitar os incêndios e reduzir substancialmente a emissão de dióxido de carbono também produzido pelos veículos. E uma grande campanha educacional, que não ficasse apenas restrita a comerciais de rádio e TV. É preciso chegar às escolas, aos sindicatos, às igrejas.

Está cada vez mais difícil conviver com essa perspectiva de caos total.

Somos ou não o estado com a menor incidência de desmatamento e queimadas ? Ou tudo não passa de uma grande mentira, que a fumaça desmistifica todos os dias, nos revelando uma verdade que precisa ser escrita. Talvez assim as autoridades, pressionadas, comecem a agir. Afinal, o discurso de nossos governantes, voltado para o lucro com a prreservação da floresta e o meio - ambiente, também está queimando e sendo transformado em fumaça.

http://www.blogdoholanda.com.br/news/detail.asp?iData=4515&iCat=623&iChannel=1&nChannel=News

13 novembro 2009

MINISTÉRIO PÚBLICO DE TAUBATÉ - SP, NÃO!!!! JUNTE-SE A NÓS, NÃO DEIXE QUE CORTEM ESTAS ÁRVORES, POIS ELAS SÃO PARTE DA VIDA DE TODOS NÓS!

Ajudem-nos, nao nos deixem ser eliminadas pela prepotencia e ignorancia -MALATRI PERDEU A CAUSA!!!!!ELA PRECISA DE NÓS!!!!!

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malatri é um administrador de grupo malatri Usuário Pro disse:

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Quando vim para Taubaté encontramos um paraiso nao habitado no cume de um morro-uma casa colonial nunca utilizada em estilo espanhol cercada de arvoredo e vegetaçao , construida por um agronomo. Os pertenciam a uma fazenda antiga. Compramos a casa e o lote que eram cercados de arvores e de animais silvestres de todas a especies.

Anos depois sem meu marido e sozinha com duas crianças continuei no mesmo lugar pois eu ja tinha uma vida academica trabalhando para a Universidade de Taubaté.

Anos depois um senhor casado com uma Brasileira, fiscal, começou a construçao de uma selva de pedra, um monumento arquitetonico moderno. Moramos nesta casa ha 30 anos e ele começou a construçao ha mais ou menos 15 anos e mora direto aqui depois q se aposentou ha uns 7 anos. Posso estar enganada quanto ao numero de anos exatos, o que não modifica a estória em si.

Ele recuou toda a construçao para a divisa com o terreno de meu lote-chacara como é chamada aqui. Eu sempre tomei conta das arvores a arbustos criando livrememte os animais e construindo um borboletario muito lindo, existe ate borboletas em extinsao que moram aqui.

O dito senhor construiu uma passarela sobre sua casa e começou a observar tudo o que se passava no meu quintal por anos a fio, fotografando o que podia, faz pouco tempo q descobri tudo isto. Pessoas moradoras da área sabem o que acontece, não consigo mais pessoas para morar como caseiro e empregados pois este senhor jogava todo o lixo no meu quintal e outras coisas mais.

Um belo dia, após meu divorcio foi ate o portao de minha casa e insinuou-se comigo, oferecendo sua ajuda o que causou-me indignação, pedi-lhe que se retirasse. Sempre fiz BOs nas delegacias e tenho prova de todas as maluquices que foram acontecendo após estas ameaças .

Ameaçou-me dizendo que ele era advogado, tinha recursos etc etc e que iria tomar as providencias dele.

Desde este dia ja fez outras queixas formais contra mim alegando que as minhas arvores sujam sua piscina e entopem as calhas e sujam o telhado etc etc pedindo as extinçao total da vegetaçao.

As queixas anteriores apresentadas nunca foram para frente e foram julgadas improcedentes somente que desta ultima vez enquanto eu estava por seis meses nos Estados Unidos esperando um tratamento ele amarrou os galhos e algumas partes de troncos mais finos e puxou para cima de sua casa...eu fui informada do fato e ingenuamente respondi no telefone q deixasse porque eu tinha certeza de que ele estava fazendo isto para podar as pontas de seu lado como fazia anteriormente por anos a fio.

Ingenua eu...ele preparou tudo e tirou umas copia de fotos aereas do google e convenceu a juiza de que era procedente tudo o que falava etc etc. Voltei dos EU e juntamente com advogados fizemos o que podiamos. Ja gastei uma soma enorme mesmo e continuo protegendo as arvores e animais da mesma maneira.

Ele quase nao gasta pois advoga em causa propria e teve a coragem de colocar meu nome e de meus filhos no processo entao tive que pagar tudo triplicado. Agora o forum mandou um engenheiro civil para ser parte do processo como perito. Nao sabe-se como-ou melhor sabemos muito bem-o laudo diz que as arvores nao causam danos a casa na parte estrutural mas que as folhas sim nos telhados calhas etc etc...entao ele julga procedente eliminar todas as arvores e vegetaçao existentes no meu quintal numa faixa de cinco metros do muro divisório, ou seja quase todas as arvores adultas la existentes .

Os outros especialistas foram todos a meu favor ou melhor da Natureza e agora este ultimo, enviado legalmente colocou tudo a perder de novo. Tenho que provar tudo ao contrario que é a verdade e a coisa nao para pois o Sr. Vizinho nao desiste de incomodar e as arvores é que pagam por sua ignorância e vaidade.

O perito legal sequer sugeriu a colocaçao de peneiras nas calhas tao usadas atualmente em todas as cidades como tambem uma tela de isolaçao e contençao de folhas no muro. Ele constroi cercas de segurança na frente da casa mas nao protege a lateral pedindo a destruiçao-eliminaçao das arvores. Ele construiu a casa onde quis da maneira que achou conveniente ignorando a vegetaçao la existente. Inclusive cortou todas as arvores existentes no seu lote antes da construçao de sua residencia como tambem a vegetaçao de arbustos. Colocou o aquecimento solar na divisa com as arvores sendo que a devida residencia possui uma metragem consideravel e outros lugares para abrigar o aquecedor. Sera que fez isto de proposito\/

Procurei as entidades , os politicos PV, as pessoas do condominio, promotores legais do meio ambiente etc etc...um trabalhao enquanto ele fica sentado planejando no escritorio o que fazer para incomodar!

Tenho audiencia dia 28 deste mes e a senhora juiza vai decidir o que fazer considerando todos os depoimentos , laudos periciais e informaçoes...é incrivel como acontecem estas coisas...só posso pensar que é crescimento, de alguma maneira, para todos os envolvidos.

A que preço Meu Deus!

Fonte:

http://www.flickr.com/groups/defesa_da_natureza/discuss/72157621943663141/

Obrigada, Neli (Belo Horizonte-MG), pelo aviso!
Obrigada por você ler o meu blog.

Aí está o nosso grito de repúdio!

AMIGOS BLOGUEIROS DE TODO O MUNDO vamos cobrar, vamos lutar, vamos bradar!
POLÍTICOS e SENHORES MAGISTRADOS CONSCIENTES DA NECESSIDADE E DA PRECIOSIDADE DAS ÁRVORES PARA TODO O ECOSSISTEMA DO PLANETA TERRA, ajudem-nos a salvar estas MARAVILHAS!!!!




06 novembro 2009

NA, ÁFRICA EM PLENO DESERTO - UM GRANDE PROJETO ECOLÓGICO

Um grande passo foi dado na luta contra o aquecimento global. 12 empresas assinaram um acordo para construir, no deserto do Sahara, o maior projeto de energia renovável do mundo que custará cerca de US$555 bilhões.

Serão colocados milhares de painéis solares no norte da África, formando uma extensa faixa com o objetivo de fornecer cerca de 15% da demanda de energia da europa com energia limpa. Até agora as empresas que assinaram o acordo são: ABB, ABENGOA Solar, Cevital, DESERTEC Foundation, Deutsche Bank, E.ON, HSH Nordbank, MAN Solar Millennium, Munich Re, M+W Zander, RWE, SCHOTT Solar, and Siemens. O projeto irá ligar várias instalações de energia solar pela costa do norte da África e transmitir grande parte da energia para a Europa. Além disso, usinas de dessalinização serão associadas as instalações solares para levar água fresca às pessoas na África.

Apesar de faltarem muitos anos para completar o projeto, o acordo assinado irá unificar forças para o objetivo final. Muito trabalho precisa ser feito, e as empresas e governos precisam trabalhar juntos para superar questões como segurança energética, equidade, justiça social, direitos sobre a água e energia solar e compensação.

Fonte:
http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2009/11/04/norte-da-africa-tera-o-maior-projeto-de-energia-renovavel-do-mundo

05 novembro 2009

A Morte dos Peixes no Pará, é mais um dos grandes desastres ecológicos do Planeta

Milhares de peixes apareceram mortos em uma praia de Marapanim (PA), neste fim de semana. A mortandade surpreendeu moradores e banhistas que estavavam no local durante o feriado prolongado. Segundo o Corpo de Bombeiros, os peixes mortos estão ao longo de 10 quilômetros de praia.

Os órgãos ambientais paraenses ainda não sabem explicar o motivo da morte dos peixes. A Secretaria de Meio Ambiente do Pará informou que uma equipe de biólogos está indo para o local para fazer análises na água e identificar as possíveis causas da mortandade de peixes na região.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis(Ibama) também já foi informado do problema, mas só deve mandar uma equipe ao local nesta terça-feira (3).



Fonte:http://gi.globo.com/noticias/brasil

A BAIXA UMIDADE RELATIVA DO AR NO BRASIL E AS ALTAS TEMPERATURAS NESTA PRIMAVERA

A baixa umidade do ar e o calor, são apenas alguns prejuízos que a humanidade tem e continuará a ter, pelo que tudo indica, isso se ações importantes não forem tomadas para começar a amenizar as fortes alterações climáticas que a cada ano se tornam mais evidentes e conseqüentemente mais danosas aos seres humanos, os resultados brevemente poderão não ser mais momentâneos, passando a ser persistentes e duradouros.

Se não bastasse o descaso ambiental, as políticas governamentais de saúde pública são desfocadas, insuficientes e desarticuladas, comprovado pela epidemia de dengue, e tantas outras doenças que assolam o nosso país.

Alguns estados já sofrem com a baixa umidade do ar, que aliada ao forte calor prejudica a saúde de crianças e adultos, principalmente aqueles com problemas respiratórios como asma, bronquite e outras doenças que se agravam nestas épocas do ano.

Algumas regiões sofrem mais do que outras com esta baixa umidade do ar, por isso técnicas como colocar uma bacia com água dentro do quarto, estender uma toalha molhada na cabeceira da cama, vestir roupas leves, tomar bastante água são medidas necessárias para amenizar este sério problema.

Algumas pessoas jogam água no chão do quarto, o que não é aconselhável, pois a água ficando acumulada nos cantos e frestas pode causar desenvolvimento de fungos e aparecimento de pequenos insetos.

http://www.plugbr.net/baixa-umidade-do-ar-e-problemas-respiratorios/

São Paulo - Capital, apresentou nesta terça-feira (03/11/09), 15% de umidade relativa do ar e, aqui em Jaguariúna, os termômetros enlouqueceram, ontem às 18 horas, marcavam 38° graus...e ainda continuam desmatando a nossa Amazônia, e o que é pior, com as bênçãos do Governo Federal.
O que fazer amigos?

27 outubro 2009

S.O.S ILHAS

E nossas Ilhas estão sendo atacadas como pequenas folhas nas garras das formigas insanas...vejam um dos textos sobre o tema:

A APEB - Associação de Pousadas da Enseada do Bananal - comunica que entrou com uma representação do ministério público federal de Angra dos Reis pedindo a revogação do decreto 41 921 nessa última segunda-feira, dia 28/09/2009.
Segue o texto:
Angra dos Reis, 10 de setembro de 2009.
Ao: Ministério Público Federal de Angra dos Reis.
Assunto: Decreto Estadual Nº 41.921, de 22 de junho de 2009.

Prezado Senhor,

A APEB – Associação de Pousadas da Enseada do Bananal (Ilha Grande, Angra dos Reis, RJ) – manifesta seu total descontentamento com a publicação do Decreto Estadual Nº 41.921, que altera os critérios de uso e ocupação do solo na Zona de Conservação de Vida Silvestre (ZCVS) da APA de Tamoios como definido pelo Decreto Estadual 20.172, de 01/07/1994.

Antes de tudo, o referido decreto infringe as determinações da Lei Federal n º 9.9985/00, de 18 de julho de 2000 do SNUC e do capítulo V do Decreto Federal nº 4.340, de 22/08/2002 que o regulamenta.

O Conselho Consultivo da APA Tamoios, que funciona regularmente desde 2007, foi sequer consultado, nem mesmo comunicado a respeito do decreto.

A possibilidade de ocupação de até 10% da área total dos imóveis – conforme consta no decreto assinado pelo governador – aparentemente permite a preservação de 90% da área, mas na verdade estimula a ocupação completa das costeiras.

Isso ocorre porque a totalidade das grandes propriedades inclui as áreas de preservação permanente acima da cota altimétrica de 40m. Dessa forma podemos prever a urbanização de toda a área costeira interna da Ilha Grande e o surgimento de dezenas de construções em ilhas e praias do município, afetando a preservação dessas áreas e o desenvolvimento do turismo que está prejudicado por muros, cercas, privatização de espaços públicos e todo tipo de obstáculo para ter acesso às belezas naturais.

Essas preocupações são de extrema relevância, uma vez que o maior atrativo turístico é a possibilidade de vivenciar um ambiente pouco impactado. A Ilha Grande, eleita uma das sete maravilhas do Estado do Rio de Janeiro e com fama internacional indiscutível, possui praias exuberantes combinadas a uma densa mata atlântica e águas abrigadas, que são procuradas por milhares de visitantes todos os anos.

Esse decreto implicará em um aumento considerável das construções costeiras causando um impacto ambiental, visual e turístico sem precedentes, causando:

Desmatamento para a construção das casas;

Construção de atracadouros para embarque e desembarque, gerando impacto na vida marinha e costeira;

Maior demanda por água potável, criando maior pressão nos reservatórios das comunidades já instaladas na Ilha Grande;

Contaminação do solo e mares pelos resíduos de esgoto, uma vez que as áreas flexibilizadas pelo decreto possuem peculiaridades topográficas que dificultam o tratamento adequado do mesmo.

A APEB e as comunidades onde está inserida se empenham no esforço de desenvolver um turismo consciente, sustentável e planejado – baseado no respeito ao meio ambiente, ao patrimônio natural e na valorização da cultura local.

A Ilha Grande apesar de grandiosa em valor é limitada em recursos, como toda ilha. Por isso, seu uso e ocupação devem ser muito bem planejados e controlados para o bem de seus moradores e visitantes. Seu uso e ocupação não devem privilegiar a especulação imobiliária, gerando degradação e exclusão – conseqüência direta desse decreto.

A legislação ambiental vem sendo uma aliada fundamental na preservação desse valioso patrimônio natural e cultural abrangido pela APA de Tamoios. Essas leis foram criadas baseadas em profundos estudos ambientais, sociais e culturais. Um decreto arbitrário como esse não pode sobrepujar o longo trabalho de comunidades, instituições governamentais e não governamentais, e associações em defesa das praias, ilhas e matas da Baía da Ilha Grande.

Concluímos, então, que a única alternativa sensata será a revogação do decreto e a revisão detalhada de todos os seus itens em conjunto com o Conselho Consultivo da APA de Tamoios.

Atenciosamente,

Kiyoshi Nakamashi

Presidente da APEB


26 outubro 2009

O TURISMO ECOLÓGICO E A PRESERVAÇÃO DA NATUREZA

Queridos leitores, dias destes recebi de um amigo a sugestão para falar sobre o Turismo Ecológico. Bem, eu diria que fazer turismo ecológico é tudo de bom, é conviver com a natureza em sua plenitude, é comungar com as energias primitivas do Planeta Terra...é poder mergulhar na imensidão do vazio e encher a alma de sonhos, mas é também uma grande oportunidade de reflexão...de acompanhar de perto a trilha da humanidade e vislumbrar o que, realmente, os humanos fazem e esperam do Planeta.
Tive um amigo que foi proprietário de um parque de ecológico de aventuras...tive a feliz oportunidade de visitá-lo por algumas vezes. Uma coisa importante que observei em seu parque foi a questão do Circuito de Arvorismo não estar preso nas árvores, mas fixado em postes por entre as árvores...ele disse-me, o que é uma verdade, que os cabos de aço do circuito vão ferindo os troncos das árvores e com o tempo pode prejudicar a sua sobrevivência. Assim como o Circuito de Tirolesa...portanto, aos amigos que possuem Parques Turísticos de Aventura, prestem bastante atenção nestes importantes detalhes.
Outra observação que tenho sobre o Turismo Ecológico, é o rastro de destruição que o homem deixa em seu caminho...precisamos fazer um trabalho gigantesco de conscientização humana para realização deste tipo de passeio. Sempre se pode observar que ao lado das trilhas, existem galhos quebrados, sacolas, embalagens e garrafas ou vasilhames de alimentos consumidos. O Homem é o maior predador do meio ambiente, por onde passa, deixa suas pegadas, seja na destruição da natureza, seja no rastro de lixo que deixa pelos caminhos.
Portanto, queridos amigos, turismo ecológico, é a solução para o turismo todo de um modo geral, mas precisa sr efetivamente R E S P O N S Á V E L !
Plantar uma árvore é ser responsável com o planeta e com as futuras gerações.
Helena Rezende