21 fevereiro 2010

O MAPEAMENTO DAS CALOTAS POLARES


15/02/2010 - 13h43
Agência Espacial Europeia lançará satélite para mapear as calotas polares

O novo satélite CryoSat, que deve ser lançado no fim do mês

A Agência Espacial Europeia (ESA) está prestes a lançar um dos mais sofisticado satélite para investigar a espessura das geleiras da Terra. A missão está prevista para ter início no próximo dia 25.

O satélite, chamado de CryoSat, será colocado em órbita por um foguete russo Dnepr e ficará a 700 quilômetros da Terra. O lançamento será feito de Baikonur, no Cazaquistão.

Com aproximadamente 700 quilos, o satélite carrega um radar altímetro de micro-ondas que consegue registrar mudanças não só na área, mas também na espessura da calota polar e das camadas de gelo flutuantes.

Embora as regiões polares venham sendo mapeadas há anos por satélites como o também europeu Envisat, o novo equipamento será determinante para analisar com mais precisão o impacto das alterações climáticas no gelo terrestre.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/02/15/agencia-espacial-europeia-lancara-satelite-para-mapear-as-capotas-polares.jhtm

AS BOAS NOVA SOBRE A CAMADA DE OZÔNIO

16/09/2009 - 16h45
Buraco da camada de ozônio será menor em 2009, diz agência da ONU

da France Presse, em Genebra (Suíça)



Imagem mostra buraco no ozônio (em azul) sobre a Antártida; de acordo com agência da ONU, buraco terá uma área menor em 2009

O buraco da camada de ozônio sobre o oceano Antártico deve ser menor em dois milhões de quilômetros quadrados em relação a 2008, informou a OMM (Organização Meteorológica Mundial) nesta quarta-feira (16).

"As condições meteorológicas observadas indicam que, em 2009, o buraco da camada de ozônio pode ser menor do que era em 2006 e 2008 e igual ao de 2007 [ou seja, 25 milhões de quilômetros quadrados]", destacou a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) em um comunicado.

O buraco na camada de ozônio sobre o Antártico foi descoberto em 1980. Ele se forma regularmente a partir de agosto e alcança seu tamanho máximo no fim de setembro ou início de outubro, antes de se fechar novamente em meados de dezembro.

"Este ano, o buraco começou a se abrir antes do habitual", segundo o especialista em ozônio da OMM Geir Braathen. Agora está com 24 milhões de quilômetros quadrados, informou ele.

Segundo os cientistas, os danos causados pelo homem são tantos que a camada de ozônio só pode recuperar seu estado normal em 2075. O ozônio protege a Terra dos raios ultravioletas do sol, que podem provocar queimaduras, lesões oculares e câncer de pele.

Os principais responsáveis pelo buraco na camada de ozônio, os gases CFC (clorofluorcarbonetos) --que eram utilizados como refrigerantes e gás propulsor de aerosóis-- foram proscritos pelo Protocolo de Montreal de 1987, mas ainda podem permanecer na atmosfera durante muitos anos.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u624871.shtml

15 fevereiro 2010

EXAME DE CONSCIÊNCIA...

Prezados (as) amigos (as), gostaria que cada um fizesse neste momento, uma reflexão pessoal: - Como anda a sua consciência?

Verde?

Vermelha?

Amarela?

Marrom?

Ou ausente de cor?

Nestes dias de carnaval, com a temperatura aqui dos Trópicos, oscilando entre os 38 e os 42°...

O nosso lixo de cada dia, ou seja o lixo doméstico está sendo devidamente reciclado?

Estamos tomando longos e diversos banhos ao dia?

Estamos deixando todas as luzes de casa acesas, sem motivo algum?

E os aparelhos de ar condicionado...?

Saindo às ruas, o que você tem encontrado nas calçadas?

Uma cidade limpa, com cidadãos conscientes?

O que você acha daquele indivíduo que passa de carro e joga latinhas, garrafas e outros tantos lixos nas ruas e estradas?

"UM PORCÃO, SUGISMUNDO, INCONSEQUENTE E IRRESPONSÁVEL..." VOCÊ NÃO VÊ ESTA GENTE ASSIM?

"Vamos juntos, lutarmos pela preservação do nosso meio ambiente"

Helena Rezende

24 janeiro 2010

O QUE É UM TERREMOTO

Foto:(Tremor de Terra em Minas Gerais) http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2138040-EI8139,00.html
05/06/2003 - 06h52


Entenda os terremotos e como eles afetam o planeta

Um terremoto é um tremor de terra que pode durar segundos ou minutos. Ele é provocado por movimentos na crosta terrestre, composta por enormes placas de rocha (as placas tectônicas). O tremor de terra ocasionado por esses movimentos é também chamado de "abalo sísmico".

Essas placas se movimentam lenta e continuamente sobre uma camada de rocha parcialmente derretida, ocasionando um contínuo processo de pressão e deformação nas grandes massas de rocha. Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).

Alterações no relevo

Os movimentos convergente e divergente das placas provoca alterações no relevo. A cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de subducção.

No oeste da América do Sul, por exemplo, o afundamento da placa de Nazca sob a placa continental originou a cordilheira dos Andes.

Medição

Os sismógrafos são instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações dentro da Terra e do solo.

Eles são formados por um corpo pesado pendente a uma mola, que é presa a um braço de um suporte preso num leito de rocha. Se a crosta terrestre é abalada por um terremoto, o cilindro se move e o pêndulo, pela inércia, se mantém imóvel e registra em um papel fotográfico as vibrações do solo.

Os terremotos são classificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas.

A escala de Richter não tem limite máximo. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros.

Há também a escala Mercalli, menos usada, com valores que vão de zero a 12 pontos. Menos precisa, a escala classifica os terremotos de acordo com o seu efeito sobre construções e estruturas.

No Brasil

O Brasil fica em cima de uma grande e única placa tectônica, ao contrário de outros países como os Estados Unidos e Japão. Nesses locais, existe o encontro de duas ou mais placas. As falhas entre elas são, normalmente, os locais onde acontecem os terremotos maiores.

No Brasil, as falhas são apenas pequenas rachaduras causadas pelo desgaste na placa tectônica, que levam a pequenos tremores, como os que aconteceram em Brasília (DF), em 2000, em Porto dos Gaúchos (MT), o mais recente, em 1998, e em João Câmara (RN), em 1986 e em 1989.

Além disso, em alguns Estados brasileiros são registrados tremores de terra. Os abalos são reflexos de terremotos com epicentro em outros países da América Latina.




Além dos tremores citados acima, muitos outros aconteceram no Brasil, inclusive, com vítimas, que ocorreu em dezembro de 2007, no estado de Minas Gerais.


"O tremor de terra que atingiu a localidade de Caraíbas, no município de Itacarambi, no norte de Minas Gerais, atingiu 4.9 na escala Richter, que vai de 0 a 9. O tremor já é considerado pelos pesquisadores do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (Unb) como um dos 20 maiores abalos que atingiram o País e o pior em relevância, porque registrou uma vítima fatal, o que não havia acontecido antes."




Agora, recentemente, tivemos alguns tremores sentidos no Nordeste brasileiro, como na Paraíba e Rio Grande do Norte.


16 dezembro 2009

COPENHAGUE...COPENHAGUE!

16/12/2009 - 03h40

Proposta de fundo global para o clima ganha força

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da Folha Online

Hoje na Folha A proposta de um fundo global para o clima avançou na conferência mundial de Copenhague. O compromisso coletivo é visto por muitas delegações --Brasil inclusive-- como a saída possível do impasse sobre quem vai bancar a adaptação ao aquecimento global e a redução dos gases-estufa, informa a reportagem dos enviados especiais a Copenhague Luciana Coelho, Claudio Angelo e Marta Salomon (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

ONU promete reduzir suas emissões de gases-estufa
China diz que proposta de redução de emissões é inegociável
Com meta tímida, EUA rejeitam ampliar corte de CO2 e defendem proposta
Japão vai oferecer US$ 10 bilhões para ajuda climática, diz jornal

Noruega e México lançaram na noite de segunda-feira (14) a proposta conjunta de um Fundo Verde, alimentado por cofres do Estado e um mercado público de crédito de carbono. A proposta ganha fôlego conforme o relógio avança para o final da conferência, na sexta.

Em entrevista à Folha, o negociador-chefe do México e coautor da proposta de criação do fundo em 2008, Fernando Tudela disse que "é preciso mudar o paradigma de doações e receptores como se fossem esmolas". Para ele, a contribuição dos países em desenvolvimento é necessária para assinalar a responsabilidade coletiva.

A proposta é a criação de um fundo global pago pelos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento no financiamento de programas de redução de emissões, eficiência energética e adaptação à mudança climática.

A maioria dos países desenvolvidos é a favor de financiamento climático interino de cerca de US$ 30 bilhões entre 2010-2012 para ajudar os países mais pobres, muitos dos quais afirmam que esse valor é insuficiente.

Debate climático

Três dos pré-candidatos ao Planalto em 2010 transformaram o impasse nas negociações do clima numa prévia da disputa eleitoral.

O governador José Serra (PSDB-SP) e a senadora Marina Silva (PV-AC) defenderam que o Brasil contribuísse com US$ 1 bilhão para um fundo de combate à mudança climática.

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) reagiu: "US$ 1 bilhão não faz nem cosquinha". Para a chefe da delegação brasileira na conferência, uma eventual contribuição do Brasil a um fundo global não ajudaria a promover acordo em Copenhague. "O que acho complicado é que a gente faça só gesto", disse. "Não vamos cair em propostas fáceis e pura e simplesmente mercadológicas, estamos tratando de coisa séria."

A senadora Marina Silva apareceu por acaso ao evento no qual Serra era convidado e voltou a defender que o país contribuísse com US$ 1 bilhão para uma "cesta" destinada a financiar ações de adaptação às mudanças climáticas. "Os países emergentes devem fazer aportes porque são grandes emissores também", avaliou Marina.

José Serra propôs em seguida algo semelhante: a contribuição de US$ 1 bilhão em dez anos a um fundo global. "Para os países desenvolvidos, é uma quantia modesta; para o Brasil, é uma quantia significativa."

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u667152.shtml

Amigos, estava tentando passar ao largo desta Conferência de Copenhague, mas as coisas vão ficando difíceis quando lemos tantas coisas. Principalmente muita promessa, mormente no caso brasileiro. Todo mundo sabe que a nossa Amazônia está desaparecendo em nome da produção de alimentos??? Será mesmo??? O Brasil é gigante e não precisamos desmatar a nossa "reserva verde". Nossa, do mundo, pulmão do mundo...!
Fico cética com os políticos que querem mais aparecerem do que realmente fazer alguma coisa, pois se assim o quisessem, bastaria fazer uso da caneta...!
Um fundo global seria algo necessário e fantástico, desde que realmente direcionado para resolver os problemas da devastação do planeta...mas, não sei não, logo, logo, apropriar-se-ão do dinheiro e desviarão para outras causas pouco louváveis ou por demais "laváveis"...


09 dezembro 2009

O ICEBERG GIGANTE QUE SE APROXIMA DA AUSTRÁLIA

Uma foto de satélite divulgada nesta quarta-feira (09/12/2009) mostra um iceberg gigante que se desprendeu da Antártida e se dirige para o sul da Austrália. A imagem oferece um espetáculo que os especialistas qualificam como único. O cientista Neal Young disse que é um fenômeno "muito raro e pouco comum, pode se passar muito tempo até que apareça um assim. É uma visão que só acontece uma vez na vida".

Os especialistas chamaram o iceberg de B17B, que tem 19 km de comprimento e oito km de largura, e é um dos maiores já vistos perto da Austrália. A peça faz parte de um iceberg três vezes maior que se desprendeu da Antártida em 2000 e passou cinco anos parado em um lugar, por causa das correntes oceânicas nessa região. Os cientistas prevêem que o B17B rachará em seu avanço para o litoral australiano.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4147429-EI238,00-Iceberg+gigante+avanca+rumo+a+Australia.html

O Planeta está em convulsão, e ainda têm governantes de países que relutam em fixar metas de redução de poluição. Assim fica difícil, pois se não houver vontade política, não poderemos caminhar muito, pois ficamos atados na burocracia e no protecionismo do Estado, aos que destroem o planeta.
Acordem, senhores governantes, 2020 é muito distante!

Vamos ser verdadeiros, pois as catástrofes estão acontecendo diante dos nossos olhos todos os dias!

03 dezembro 2009

A FUMAÇA QUE ESTÁ INVADINDO O PLANETA

Manaus amanheceu nesta quarta-feira sob uma densa nuvem de fumaça provocada por queimadas na região. O fenômeno começou há dois anos e não parou. Há uma certa incapacidade das autoridades em identificar os focos de queimadas e reduzir os problemas que estas provocam, como a ocorrência de chuvas ácidas.

Os registros de incidência de doenças ocasionadas por problemas respiratórios têm crescido nos últimos meses. As vítimas são velhos e crianças. A população fica mais sujeita a problemas de saúde nestes períodos.

Não há muito que fazer. O pouco que poderia ser feito, com toda a eficácia previsível, seria evitar os incêndios e reduzir substancialmente a emissão de dióxido de carbono também produzido pelos veículos. E uma grande campanha educacional, que não ficasse apenas restrita a comerciais de rádio e TV. É preciso chegar às escolas, aos sindicatos, às igrejas.

Está cada vez mais difícil conviver com essa perspectiva de caos total.

Somos ou não o estado com a menor incidência de desmatamento e queimadas ? Ou tudo não passa de uma grande mentira, que a fumaça desmistifica todos os dias, nos revelando uma verdade que precisa ser escrita. Talvez assim as autoridades, pressionadas, comecem a agir. Afinal, o discurso de nossos governantes, voltado para o lucro com a prreservação da floresta e o meio - ambiente, também está queimando e sendo transformado em fumaça.

http://www.blogdoholanda.com.br/news/detail.asp?iData=4515&iCat=623&iChannel=1&nChannel=News