25 março 2010
05 março 2010
O MAR VERMELHO E SUAS MARAVILHAS
O Mar Vermelho (Bahr el-Ahmar) é um golfo do Oceano Índico entre a África e a Ásia. Ao sul, o Mar Vermelho comunica com o Oceano Índico pelo estreito de Bab el Mandeb e o Golfo de Aden . Ao norte encontram-se a Península do Sinai, o Golfo de Akaba e o Canal de Suez - que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo.
O Mar Vermelho tem um comprimento de aproximadamente 1.900 km, por uma largura máxi-ma de 300 km e uma profundidade máxima de 2.500 metros na fossa central, com uma pro-fundidade média de 500 metros. O Mar Vermelho é famoso pela exuberância da sua vida submarina, sejam as inúmeras variedades de peixes ou os magníficos corais. A superfí-cie do Mar Vermelho é de aproximadamente 450.000 km², com uma população de mais de 1.000 espécies de invertebrados, de 200 espécies de corais e de pelo menos 300 espécies de tubarões.
As temperaturas na superfície do Mar Vermelho são relativamente constantes, entre 21 e 25 °C.
A visibilidade mantém-se relativamente boa até 200 metros de profundidade, mas os ventos podem surgir rapidamente e as correntes revelarem-se traiçoeiras. A criação do Mar Vermelho é devida à separação da África da Península Arábica (5). O movimento começou há uns trinta milhões de anos e continua actualmente, o que explica a exis-tência de uma actividade vulcânica nas partes mais profundas. Admite-se que o Mar Vermelho transformar-se-á num oceano, como propõe o modelo de Tuzo Wilson.
O Mar Vermelho é um destino turístico privilegiado, principalmente para os amantes de mergulho submarino.
Os países banhados pelo Mar Vermelho são o Djibuti, a Eritreia, o Sudão, o Egipto, Israel, a Jordânia, a Arábia Saudita e o Iémen.
Algumas cidades costeiras do Mar Vermelho: Assab, Port Soudan, Port Safaga, Hurgha-da, El Suweis, Sharm el Sheik, Eilat, Aqaba, Dahad, Jedda, Al Hudaydah.
No azul do Mar Vermelho
16/10/2008, 08:00 - POR: Ana Leonor Oliveira é fotógrafa e Mestre em Psicologia pela Universidade de Sydney, Australia. Mergulha e faz caminhadas frequentemente e mora em Lisboa, Portugal. É casada com Pedro da Cunha e Menezes, colunista de O Eco.
Fauna e flora marinha encotradas no Mar Vermelho deslumbram por sua diversidade e cores. (Fotos: Ana Leonor)
"O mar vermelho: Um corredor de maravilhas e as melhores horas da minha experiên-cia de mergulho". Tal relato se torna extraordinariamente relevante quando sabemos a sua origem. Nada menos que o maior mergulhador de todos os tempos, aquele que trouxe o fundo do mar para o lar de todos e gerou a consciência da importância da preservação dos oceânos. Ele foi Jacques Cousteau.
O comandante Cousteau considerava a região como um dos melhores lugares do mundo pa-ra o mergulho, e por isso não tinha dúvidas em ressaltar a beleza encontrada no jar-dim do Édem das profundezas do Mar Vermelho.
A origem de seu nome é até hoje um mistério. Alguns dizem que vem do escarlate do por do sol, outros das montanhas rubras que banham seu mar, ou ainda da alga verme-lha Trichodesmium erythraeum, que mais parece um leque na decoração de suas paredes radicalmente profundas. O mais provável, no entanto, é que tenha sido inspirado no nome que os hebreus deram aos mercadores das rotas ao sul de Israel, que foram chama-dos de Endomites, vermelho na língua hebraica.
O Mar Vermelho é como uma longa e estreita tira que vai do Canal Suez, ao norte, ao encontro do Oceano Índico, ao sul, através do Golfo de Aden. Ele banha o Egito, a Jordânia, Israel, Sudão, Arábia Saudita, Eritréia e o Yemen. Com uma área de 438 mil quilômetros quadrados é um dos mais profundos mares do mundo,chegando a3040 metros. A cor de sua costa contrasta com o azul cristalino das águas, irradiando o dourado das planícies arenosas.
Devido às depressões topográficas causadas pela ação vulcânica e preenchidas por sal-moura, pouca chuva, e evaporações causadas pela alta temperatura, o Mar Vermelho pos-sui uma das águais mais salgadas e quentes do mundo. Bom para os mergulhadores e ba-nhistas, que além de aproveitarem águas agradavelmente mornas,ainda se beneficiam do crescimento excepcional de abundante variedade de corais. O rico ecosistema deste mar encontra competidor à altura apenas na Grande Barreira de Corais, na Austrália, ambas com centenas de espécies marinhas.
Ponto de partida
A península do Sinai, no Egito, é um dos pontos mais indicados para o mergulho pela sua beleza e preço, que é muito em conta. Além do seu explendor, ela tem extrema im-portância histórica. Foi aqui que Moisés recebeu os 10 mandamentos. Lar de tribos de Beduínos o Sinai foi ocupado por Israel de 1967 a 1982, se abrindo para o mundo a-penas recentemente.
Sua península separa o Golfo de Aqaba do Canal Suez, que encontra o Mar Mediterrâ-neo.Ambos os lados do Sinai são importantes rotas marítimas,que por consequência têm uma grande quantidade de navios naufragados em seu território.
Com a abertura do Canal Suez em 1869 o comércio marítimo teve grande aumento no flu-xo de navios no Mar Vermelho. Naufrágios são recorrentes na região, que também pos-sui recifes rasos e perigosos.
A poluição derivada dos naufrágios e da extração de petróleo nas redondezas é co-mum. As gigantes construções da área de hotelaria, despejando esgoto e causando sedi-mentação também já foram problemas recorrentes.No entanto hoje tais questões vêm sen-do fiscalizadas e a indústria do turismo precisou se adaptar a soluções efetivas em prol do meio-ambiente.
A flora e fauna do Mar Vermelho deslumbram desde o nadador de snorkell ao mais pro-fissional mergulhador. Apesar de sua grande profundidade, também é possível iniciar o mergulho das praias não perdendo quase nada do que é oferecido ao sair de barco.
A vida no mar
Não é a toa que o Mar Vermelho tem o apelido de "o outro mundo de Deus". São tantas variedades de corais, peixes e mamíferos marinhos que a vida lá em baixo parece tão normal (e caótica) quanto a nossa, na superfície. Para os sortudos, Tubarões Baleias e Martelo podem ser contemplados no Golfo de Aqaba, ao leste do Sinai. 10% das espé-cies encontradas no Mar Vermelho são exclusivas da região, como os peixes borboleta mascarado, o peixo anjo árabe e o yellowbar angeslfish.
As paredes de alguns recifes emergem radicalmente de tamanha profundidade que a pre-sença de tubarões, como o Whitetip, é comum.
Em geral o clima na região é quente e seco, chegando até 45 graus. De junho a agos-to são os meses mais quentes e desaconcelháveis de visitar. No entanto, nos meses invernais de Dezembro, Janeiro e Fevereiro a água esfria e,à noite no deserto,as tem-peraturas chegam até 0 grau. Apesar do sol ainda esquentar no inverno, para o mergu-lho se torna necessário o uso de roupa de borracha seca (dry-suit).O ideal para apro-veitar esta região são as épocas de primavera (março à maio) e outono (outubro e no-vembro).
O mergulho
O Egito é o destino lógico de quem quer mergulhar no Mar Vermelho, seja pela vasta quantidade de áreas protegidas marinhas, que abrange 52% da sua costa, seja pela ex-celente infraestrutura de aeroportos, hotéis e dive centers. Ali as ofertas de mer-gulho atendem qualquer demanda. Ao norte do Mar Vermelho não faltam opções. As ci-dades mais populares ficam no Golfo de Aqaba,ao leste do Sinai. A opção de se hospe-dar em um barco e fazer vários mergulhos por dia também é excelente (live-aboard). Nesse caso o viajante consegue evitar o enorme número de mergulhadores da região, e ir a recifes exclusivos, naufrágios, e íngremes paredes com corais visitadas por tu-barões Martelo e Whitetip.
Diariamente diversos barcos saem da costa em busca de uma visita ao mundo marinho. Para os que não têm prática nesse esporte é possível realizar o curso em um dos cen-tros de mergulho da região.
O mergulho no Golfo de Aqaba tem visibilidade protegida já que sua imensa profundi-dade não é perturbada por tempestades. Além disso as montanhas da península prote-gem os locais de mergulho, deixando as águas com visibilidade de até 45 metros.
A maior parte dos hotéis tem centros de mergulho que, além de organizar os passeios, alugam todo o equipamento necessário.Pacotes valem mais a pena, pois incluem vários mergulhos (normalmente faz-se três por dia) e o material. Para os que ainda não des-cobriram o fantástico mundo marinho é possível fazer cursos com a certificação PADI, aceita no mundo inteiro, e começar ali mesmo, no azul turqueza do Mar Vermelho.
Localizado no sul do Sinai, o Ras Mohamed foi o primeiro parque Parque Nacional cria-do no Egito, em 1983. Com 480 quilômetros quadrados seu nome foi dado em homenagem ao profeta muçulmano Maomé.Nos 12% de seu território que são abertos a visitação, mais de 1000 espécies de fauna marinha podem ser apreciadas. Outras 205 espécies de corais duros e 120 de corais moles já foram catalogadas no Parque Nacional.
Peixes, tubarões, corais e tartarugas como esta, ilustram o fundo do Mar Vermelho.
Com o objetivo da preservação da vida marinha a Agencia Egípcia de Meio-Ambiente (EEAA) tem auxiliado o Ras Mohamed em formas inovadoras no auxílio da formação de co-rais. Em um dos métodos utilizados um arame é colocado nos recifes com uma leve cor-rente elétrica induzindo a formação de uma crosta de cálcio e ácido carbônico onde corais são atraídos e juntos desenvolvem novos recifes.
Fonte: http://topazio1950.blogs.sapo.pt/60874.html
http://www.oeco.com.br/ana-leonor-oliveira/86-ana-leonor-oliveira/19946-no-azul-do-mar-vermelho
O Mar Vermelho tem um comprimento de aproximadamente 1.900 km, por uma largura máxi-ma de 300 km e uma profundidade máxima de 2.500 metros na fossa central, com uma pro-fundidade média de 500 metros. O Mar Vermelho é famoso pela exuberância da sua vida submarina, sejam as inúmeras variedades de peixes ou os magníficos corais. A superfí-cie do Mar Vermelho é de aproximadamente 450.000 km², com uma população de mais de 1.000 espécies de invertebrados, de 200 espécies de corais e de pelo menos 300 espécies de tubarões.
As temperaturas na superfície do Mar Vermelho são relativamente constantes, entre 21 e 25 °C.
A visibilidade mantém-se relativamente boa até 200 metros de profundidade, mas os ventos podem surgir rapidamente e as correntes revelarem-se traiçoeiras. A criação do Mar Vermelho é devida à separação da África da Península Arábica (5). O movimento começou há uns trinta milhões de anos e continua actualmente, o que explica a exis-tência de uma actividade vulcânica nas partes mais profundas. Admite-se que o Mar Vermelho transformar-se-á num oceano, como propõe o modelo de Tuzo Wilson.
O Mar Vermelho é um destino turístico privilegiado, principalmente para os amantes de mergulho submarino.
Os países banhados pelo Mar Vermelho são o Djibuti, a Eritreia, o Sudão, o Egipto, Israel, a Jordânia, a Arábia Saudita e o Iémen.
Algumas cidades costeiras do Mar Vermelho: Assab, Port Soudan, Port Safaga, Hurgha-da, El Suweis, Sharm el Sheik, Eilat, Aqaba, Dahad, Jedda, Al Hudaydah.
No azul do Mar Vermelho
16/10/2008, 08:00 - POR: Ana Leonor Oliveira é fotógrafa e Mestre em Psicologia pela Universidade de Sydney, Australia. Mergulha e faz caminhadas frequentemente e mora em Lisboa, Portugal. É casada com Pedro da Cunha e Menezes, colunista de O Eco.
Fauna e flora marinha encotradas no Mar Vermelho deslumbram por sua diversidade e cores. (Fotos: Ana Leonor)
"O mar vermelho: Um corredor de maravilhas e as melhores horas da minha experiên-cia de mergulho". Tal relato se torna extraordinariamente relevante quando sabemos a sua origem. Nada menos que o maior mergulhador de todos os tempos, aquele que trouxe o fundo do mar para o lar de todos e gerou a consciência da importância da preservação dos oceânos. Ele foi Jacques Cousteau.
O comandante Cousteau considerava a região como um dos melhores lugares do mundo pa-ra o mergulho, e por isso não tinha dúvidas em ressaltar a beleza encontrada no jar-dim do Édem das profundezas do Mar Vermelho.
A origem de seu nome é até hoje um mistério. Alguns dizem que vem do escarlate do por do sol, outros das montanhas rubras que banham seu mar, ou ainda da alga verme-lha Trichodesmium erythraeum, que mais parece um leque na decoração de suas paredes radicalmente profundas. O mais provável, no entanto, é que tenha sido inspirado no nome que os hebreus deram aos mercadores das rotas ao sul de Israel, que foram chama-dos de Endomites, vermelho na língua hebraica.
O Mar Vermelho é como uma longa e estreita tira que vai do Canal Suez, ao norte, ao encontro do Oceano Índico, ao sul, através do Golfo de Aden. Ele banha o Egito, a Jordânia, Israel, Sudão, Arábia Saudita, Eritréia e o Yemen. Com uma área de 438 mil quilômetros quadrados é um dos mais profundos mares do mundo,chegando a3040 metros. A cor de sua costa contrasta com o azul cristalino das águas, irradiando o dourado das planícies arenosas.
Devido às depressões topográficas causadas pela ação vulcânica e preenchidas por sal-moura, pouca chuva, e evaporações causadas pela alta temperatura, o Mar Vermelho pos-sui uma das águais mais salgadas e quentes do mundo. Bom para os mergulhadores e ba-nhistas, que além de aproveitarem águas agradavelmente mornas,ainda se beneficiam do crescimento excepcional de abundante variedade de corais. O rico ecosistema deste mar encontra competidor à altura apenas na Grande Barreira de Corais, na Austrália, ambas com centenas de espécies marinhas.
Ponto de partida
A península do Sinai, no Egito, é um dos pontos mais indicados para o mergulho pela sua beleza e preço, que é muito em conta. Além do seu explendor, ela tem extrema im-portância histórica. Foi aqui que Moisés recebeu os 10 mandamentos. Lar de tribos de Beduínos o Sinai foi ocupado por Israel de 1967 a 1982, se abrindo para o mundo a-penas recentemente.
Sua península separa o Golfo de Aqaba do Canal Suez, que encontra o Mar Mediterrâ-neo.Ambos os lados do Sinai são importantes rotas marítimas,que por consequência têm uma grande quantidade de navios naufragados em seu território.
Com a abertura do Canal Suez em 1869 o comércio marítimo teve grande aumento no flu-xo de navios no Mar Vermelho. Naufrágios são recorrentes na região, que também pos-sui recifes rasos e perigosos.
A poluição derivada dos naufrágios e da extração de petróleo nas redondezas é co-mum. As gigantes construções da área de hotelaria, despejando esgoto e causando sedi-mentação também já foram problemas recorrentes.No entanto hoje tais questões vêm sen-do fiscalizadas e a indústria do turismo precisou se adaptar a soluções efetivas em prol do meio-ambiente.
A flora e fauna do Mar Vermelho deslumbram desde o nadador de snorkell ao mais pro-fissional mergulhador. Apesar de sua grande profundidade, também é possível iniciar o mergulho das praias não perdendo quase nada do que é oferecido ao sair de barco.
A vida no mar
Não é a toa que o Mar Vermelho tem o apelido de "o outro mundo de Deus". São tantas variedades de corais, peixes e mamíferos marinhos que a vida lá em baixo parece tão normal (e caótica) quanto a nossa, na superfície. Para os sortudos, Tubarões Baleias e Martelo podem ser contemplados no Golfo de Aqaba, ao leste do Sinai. 10% das espé-cies encontradas no Mar Vermelho são exclusivas da região, como os peixes borboleta mascarado, o peixo anjo árabe e o yellowbar angeslfish.
As paredes de alguns recifes emergem radicalmente de tamanha profundidade que a pre-sença de tubarões, como o Whitetip, é comum.
Em geral o clima na região é quente e seco, chegando até 45 graus. De junho a agos-to são os meses mais quentes e desaconcelháveis de visitar. No entanto, nos meses invernais de Dezembro, Janeiro e Fevereiro a água esfria e,à noite no deserto,as tem-peraturas chegam até 0 grau. Apesar do sol ainda esquentar no inverno, para o mergu-lho se torna necessário o uso de roupa de borracha seca (dry-suit).O ideal para apro-veitar esta região são as épocas de primavera (março à maio) e outono (outubro e no-vembro).
O mergulho
O Egito é o destino lógico de quem quer mergulhar no Mar Vermelho, seja pela vasta quantidade de áreas protegidas marinhas, que abrange 52% da sua costa, seja pela ex-celente infraestrutura de aeroportos, hotéis e dive centers. Ali as ofertas de mer-gulho atendem qualquer demanda. Ao norte do Mar Vermelho não faltam opções. As ci-dades mais populares ficam no Golfo de Aqaba,ao leste do Sinai. A opção de se hospe-dar em um barco e fazer vários mergulhos por dia também é excelente (live-aboard). Nesse caso o viajante consegue evitar o enorme número de mergulhadores da região, e ir a recifes exclusivos, naufrágios, e íngremes paredes com corais visitadas por tu-barões Martelo e Whitetip.
Diariamente diversos barcos saem da costa em busca de uma visita ao mundo marinho. Para os que não têm prática nesse esporte é possível realizar o curso em um dos cen-tros de mergulho da região.
O mergulho no Golfo de Aqaba tem visibilidade protegida já que sua imensa profundi-dade não é perturbada por tempestades. Além disso as montanhas da península prote-gem os locais de mergulho, deixando as águas com visibilidade de até 45 metros.
A maior parte dos hotéis tem centros de mergulho que, além de organizar os passeios, alugam todo o equipamento necessário.Pacotes valem mais a pena, pois incluem vários mergulhos (normalmente faz-se três por dia) e o material. Para os que ainda não des-cobriram o fantástico mundo marinho é possível fazer cursos com a certificação PADI, aceita no mundo inteiro, e começar ali mesmo, no azul turqueza do Mar Vermelho.
Localizado no sul do Sinai, o Ras Mohamed foi o primeiro parque Parque Nacional cria-do no Egito, em 1983. Com 480 quilômetros quadrados seu nome foi dado em homenagem ao profeta muçulmano Maomé.Nos 12% de seu território que são abertos a visitação, mais de 1000 espécies de fauna marinha podem ser apreciadas. Outras 205 espécies de corais duros e 120 de corais moles já foram catalogadas no Parque Nacional.
Peixes, tubarões, corais e tartarugas como esta, ilustram o fundo do Mar Vermelho.
Com o objetivo da preservação da vida marinha a Agencia Egípcia de Meio-Ambiente (EEAA) tem auxiliado o Ras Mohamed em formas inovadoras no auxílio da formação de co-rais. Em um dos métodos utilizados um arame é colocado nos recifes com uma leve cor-rente elétrica induzindo a formação de uma crosta de cálcio e ácido carbônico onde corais são atraídos e juntos desenvolvem novos recifes.
Fonte: http://topazio1950.blogs.sapo.pt/60874.html
http://www.oeco.com.br/ana-leonor-oliveira/86-ana-leonor-oliveira/19946-no-azul-do-mar-vermelho
VAMOS ATENTAR AOS BONS EXEMPLOS.
Em fevereiro de 2009, Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, preocupa-da com o meio ambiente, se tornou a primeira cidade do Brasil a obrigar estabeleci-mentos comerciais a substituirem as sacolas plásticas por outras feitas de material biodegradável ou reciclado.
De acordo com as determinações, farmácias, supermercados, açougues, lojas de roupas e outros centros de venda têm prazo de 03 (três) anos para fazerem as alterações.
E o restante dos mais de 5.000 municípios brasileiros, quando é que irá tomar uma a-titude destas...é preciso que os políticos atentem para a necessidade de se começar um trabalho firme e forte para reduzirmos os produtos não degradáveis que estão po-luindo o nosso planeta terra.
É tempo de pensar sómente verde, e a hora é agora!
Ou tomamos atitudes sérias e partimos para por em prática as medidas para salvar o nosso meio ambiente, ou seremos derrotados por nós mesmos!
Helena Rezende
De acordo com as determinações, farmácias, supermercados, açougues, lojas de roupas e outros centros de venda têm prazo de 03 (três) anos para fazerem as alterações.
E o restante dos mais de 5.000 municípios brasileiros, quando é que irá tomar uma a-titude destas...é preciso que os políticos atentem para a necessidade de se começar um trabalho firme e forte para reduzirmos os produtos não degradáveis que estão po-luindo o nosso planeta terra.
É tempo de pensar sómente verde, e a hora é agora!
Ou tomamos atitudes sérias e partimos para por em prática as medidas para salvar o nosso meio ambiente, ou seremos derrotados por nós mesmos!
Helena Rezende
27 fevereiro 2010
AS PLACAS TECTÔNICAS QUE COMPÕEM NOSSO PLANETA

Uma placa tectônica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência, zonas de subducção e zonas conservativas. Atualmente, a Terra tem sete placas tectônicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões. Segundo a teoria das placas tectônicas,elas são criadas nas zonas de divergência, ou "zonas de rifte", e são consumidas em zonas de subducção. É nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terremotos e erupções vulcânicas. São atualmente reconhecidas 52 placas tectônicas, 14 principais e 38 menores.
Lista de placas tectônicas
Placas principais
Placa Africana
Placa da Antártida
Placa Arábica
Placa Australiana
Placa das Caraíbas
Placa de Cocos
Placa Euroasiática
Placa das Filipinas
Placa Indiana
Placa Juan de Fuca
Placa de Nazca
Placa Norte-americana
Placa do Pacífico
Placa de Scotia
Placa Sul-americana
Placas menores
Placa da Anatólia
Placa do Altiplano
Placa de Amur
Placa dos Andes Norte
Placa da Birmânia
Placa de Bismarck Norte
Placa de Bismarck Sul
Placa da Carolina
Placa de Doberai
Placa Futuna
Placa das Galápagos
Placa Helénica
Placa Iraniana
Placa Juan Fernandez
Placa de Kermadec
Placa Manus
Placa Maoke
Placa das Marianas
Placa do Mar de Banda
Placa do Mar Egeu
Placa do Mar das Molucas
Placa do Mar de Salomão
Placa das Novas Hébridas
Placa de Niuafo'ou
Placa de Okhotsk
Placa de Okinawa
Placa do Panamá
Placa de Páscoa
Placa do Recife de Balmoral
Placa do Recife de Conway
Placa de Rivera
Placa das Sandwich
Placa das Shetland
Placa da Somália
Placa de Sunda
Placa de Timor
Placa de Tonga
Placa de Woodlark
Placa do Yangtzé
Placas no interior de orógenos
Alguns modelos identificam mais algumas placas menores no interior de orógenos actuais:
Placa Apuliana ou Adriática
Placa Explorer
Placa de Gorda
Placas antigas
Placa de Aluk
Placa Báltica
Placa de Bellingshausen
Placa de Charcot
Placa da Ciméria
Placa Farallon
Placa Insular
Placa Intermontana
Placa de Izanagi
Placa de Kula
Placa de Lhasa
Placa de Moa
Fonte: Wikipedia
OUTRO ICEBERG À DERIVA

Iceberg gigante se rompe da Antártida e ameaça mudar correntes marítimas
Um vasto iceberg que se descolou do continente Antártico depois de ser abalroado por outro iceberg gigante pode causar alterações nas correntes marítimas do planeta e no clima, alertaram cientisIceberg gigante se rompe da Antártida e ameaça mudar correntes marítimas tas.
Pesquisadores australianos afirmam que o iceberg - que tem aproximadamente a metade do tamanho do Distrito Federal e está flutuando ao sul da Austrália - pode bloquear uma área que produz um quarto de toda a água densa e gelada do mar.
Segundo os cientistas, uma desaceleração na produção desta água densa e gelada pode resultar em invernos mais frios no Atlântico Norte.
Neal Young, um glaciologista do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antártico na Tasmânia, disse à BBC que qualquer interrupção na produção destas águas profundas super frias na região pode afetar as correntes oceânicas e, consequentemente, os padrões de clima ao longo de anos.
"Esta área é responsável por cerca de 25% de toda a produção da água de baixo na Antártica e, portanto, irá reduzir a taxa de circulação de cima para baixo", afirmou Neal Young.
"Você não irá ver isso imediatamente, mas haverá efeitos corrente abaixo. E também haverá implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se", completou.
Água aberta
O iceberg está flutuando em uma área de água aberta cercada de gelo do mar e conhecida como polinia.
A água gelada e densa produzida pela polinia desce para o fundo do mar e cria a água densa salgada que tem papel-chave na circulação dos oceanos ao redor do globo.
Benoit Legresy, um glaciologista francês, afirmou que o iceberg descolou-se da Geleira Mertz, uma língua de gelo saliente de 160 km na Antártida Leste, ao sul de Melbourne.
O iceberg foi deslocado pela colisão com outro iceberg maior e mais velho, conhecido como B-9B, que rompeu-se em 1987.
"A língua de gelo já está quase quebrada. Ela está pendurada como um dente frouxo", afirmou Legresy.
"Se eles (os icebergs) ficarem nesta área - o que é provável - eles podem bloquear a produção desta água densa, colocando essencialmente uma tampa na polinia", acrescentou.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/bbc/2010/02/26/iceberg-gigante-se-rompe-da-antartida-e-ameaca-mudar-correntes-maritimas.jhtm
21 fevereiro 2010
O MAPEAMENTO DAS CALOTAS POLARES

15/02/2010 - 13h43
Agência Espacial Europeia lançará satélite para mapear as calotas polares
O novo satélite CryoSat, que deve ser lançado no fim do mês
A Agência Espacial Europeia (ESA) está prestes a lançar um dos mais sofisticado satélite para investigar a espessura das geleiras da Terra. A missão está prevista para ter início no próximo dia 25.
O satélite, chamado de CryoSat, será colocado em órbita por um foguete russo Dnepr e ficará a 700 quilômetros da Terra. O lançamento será feito de Baikonur, no Cazaquistão.
Com aproximadamente 700 quilos, o satélite carrega um radar altímetro de micro-ondas que consegue registrar mudanças não só na área, mas também na espessura da calota polar e das camadas de gelo flutuantes.
Embora as regiões polares venham sendo mapeadas há anos por satélites como o também europeu Envisat, o novo equipamento será determinante para analisar com mais precisão o impacto das alterações climáticas no gelo terrestre.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/02/15/agencia-espacial-europeia-lancara-satelite-para-mapear-as-capotas-polares.jhtm
AS BOAS NOVA SOBRE A CAMADA DE OZÔNIO
16/09/2009 - 16h45
Buraco da camada de ozônio será menor em 2009, diz agência da ONU
da France Presse, em Genebra (Suíça)

Imagem mostra buraco no ozônio (em azul) sobre a Antártida; de acordo com agência da ONU, buraco terá uma área menor em 2009
O buraco da camada de ozônio sobre o oceano Antártico deve ser menor em dois milhões de quilômetros quadrados em relação a 2008, informou a OMM (Organização Meteorológica Mundial) nesta quarta-feira (16).
"As condições meteorológicas observadas indicam que, em 2009, o buraco da camada de ozônio pode ser menor do que era em 2006 e 2008 e igual ao de 2007 [ou seja, 25 milhões de quilômetros quadrados]", destacou a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) em um comunicado.
O buraco na camada de ozônio sobre o Antártico foi descoberto em 1980. Ele se forma regularmente a partir de agosto e alcança seu tamanho máximo no fim de setembro ou início de outubro, antes de se fechar novamente em meados de dezembro.
"Este ano, o buraco começou a se abrir antes do habitual", segundo o especialista em ozônio da OMM Geir Braathen. Agora está com 24 milhões de quilômetros quadrados, informou ele.
Segundo os cientistas, os danos causados pelo homem são tantos que a camada de ozônio só pode recuperar seu estado normal em 2075. O ozônio protege a Terra dos raios ultravioletas do sol, que podem provocar queimaduras, lesões oculares e câncer de pele.
Os principais responsáveis pelo buraco na camada de ozônio, os gases CFC (clorofluorcarbonetos) --que eram utilizados como refrigerantes e gás propulsor de aerosóis-- foram proscritos pelo Protocolo de Montreal de 1987, mas ainda podem permanecer na atmosfera durante muitos anos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u624871.shtml
Buraco da camada de ozônio será menor em 2009, diz agência da ONU
da France Presse, em Genebra (Suíça)

Imagem mostra buraco no ozônio (em azul) sobre a Antártida; de acordo com agência da ONU, buraco terá uma área menor em 2009
O buraco da camada de ozônio sobre o oceano Antártico deve ser menor em dois milhões de quilômetros quadrados em relação a 2008, informou a OMM (Organização Meteorológica Mundial) nesta quarta-feira (16).
"As condições meteorológicas observadas indicam que, em 2009, o buraco da camada de ozônio pode ser menor do que era em 2006 e 2008 e igual ao de 2007 [ou seja, 25 milhões de quilômetros quadrados]", destacou a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) em um comunicado.
O buraco na camada de ozônio sobre o Antártico foi descoberto em 1980. Ele se forma regularmente a partir de agosto e alcança seu tamanho máximo no fim de setembro ou início de outubro, antes de se fechar novamente em meados de dezembro.
"Este ano, o buraco começou a se abrir antes do habitual", segundo o especialista em ozônio da OMM Geir Braathen. Agora está com 24 milhões de quilômetros quadrados, informou ele.
Segundo os cientistas, os danos causados pelo homem são tantos que a camada de ozônio só pode recuperar seu estado normal em 2075. O ozônio protege a Terra dos raios ultravioletas do sol, que podem provocar queimaduras, lesões oculares e câncer de pele.
Os principais responsáveis pelo buraco na camada de ozônio, os gases CFC (clorofluorcarbonetos) --que eram utilizados como refrigerantes e gás propulsor de aerosóis-- foram proscritos pelo Protocolo de Montreal de 1987, mas ainda podem permanecer na atmosfera durante muitos anos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u624871.shtml
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