INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E SERVIÇOS AMBIENTAIS
Encontro Técnico de junho, Vagas Limitadas, Aberto e Gratuito
O segundo encontro técnico do ano acontece dia 24 de Junho, 5ª feira, das 09h00 as 12h00 no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Social na Rua Bela Cintra, 1032 - São Paulo/SP (uma quadra da Estação Consolação do Metro), reunindo especialistas da área e a exposição de 01 case Benchmarking selecionado na edição 2009.
Neste encontro, os especialistas debaterão o tema Inovações Tecnológicas e Serviços Ambientais, Produtos e práticas que apresentam melhorias de processo e ganhos ambientais.
O Encontro Técnico de Junho é dirigido aos Profissionais e Especialistas, Pesquisadores, Consultores e Gestores atuantes em sustentabilidade com especial interesse em saneamento e serviços ambientais. Coordenadores de Projetos do terceiro setor, profissionais de MKT e Comunicação, RH, RI, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Profissionais atuantes em QSMS (Qualidade, Saude, Meio Ambiente e Segurança). Empreendedores e lideranças Públicas e Privadas, e demais interessados no tema.
PAINELISTAS:
Dagoberto Lorenzetti, Engº Mecânico (ITA), pós-graduado em Engenharia Nuclear (IEA/EPUSP) e Análise de Sistemas (FAAP), Mestre em Ciências da Saúde Ambiental (M.H.S., Master of Health Sciences) pela The Johns Hopkins University e Doutor em Administração de Empresas pela FEA/USP. Foi bolsista-pesquisador do Ministério da Educação do governo japonês, junto ao Hayakawa Laboratory do Tokyo Institute of Technology, e da Global Foundation. Foi um dos fundadores do Instituto Bioma. Integrante Comissão Técnica Benchmarking Edição 2008.
Gilmar Altamirano, publicitário e jornalista (responsabilidade social, terceiro setor, meio ambiente), professor universitário (comunicação, marketing, gestão ambiental e responsabilidade socioambiental) e ambientalista (Universidade da Água). Graduado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo - ESPM com curso de administração de empresas em nível de pós-graduação pela EASP-FGV. Pós Graduado em Meio Ambiente e Sociedade pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESP– SP e Diretor-Presidente da Universidade da Água.
André Fontes, Business Manager ASP/WH da Johnson & Johnson apresentando o Case Benchmarking 2009 Pró Sustentabilidade da Ecologia Humana e do Planeta. Para ver as empresas rankeadas pelo Programa Benchmarking, siga para URL: www.benchmarkingbrasil.com.br/index.php?pag=20dccd
SOBRE O ENCONTRO TÉCNICO (FIBoPS Técnica) :
O encontro é aberto e gratuíto com emissão de certificado de participação online. As vagas são limitadas e para mais informações e inscrições, visite a URL: www.maisprojetos.com.br/agenda.php?pag=07bdba
Os Encontros Técnicos são realizados bimestralmente e faz parte do calendário CEBoPS 2010 (Compromisso Empresarial pelas Boas Práticas Socioambientais). Para conhecer o calendário completa, siga para a URL: www.institutomais.org/pag_instituto.php?cod=224
Os encontros técnicos são realizados há mais de 08 anos pelo GMGA - Grupo Multidisciplinar de Gestão Ambiental em parceria com o Instituto Mais. São encontros abertos e com enfoque gerencial nas práticas da sustentabilidade reunindo publico altamente especializado e formador de opinião.
A participação é gratuita e as vagas limitadas. As vagas são preenchidas por ordem de chegada das inscrições. Inscrições apenas pela internet no link: www.maisprojetos.com.br/agenda.php?pag=07bdba
Conheça também:
3ª FIBoPS - Feira e Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade - 27 a 29 de Julho no Centro de Convenções Frei Caneca - www.fibops.com.br
8º RANKING BENCHMARKING- Inscrições de cases socioambientais até 31 de Maio - www.benchmarkingbrasil.com.br
21 maio 2010
18 maio 2010
VEJAM ESTA MARAVILHOSA NOVIDADE- TIJOLO FEITO DE CASCA DE CÔCO

Foto: Olhares – Fotografia online
Pesquisador inventa tijolo feito de casca de coco e de castanha
No lugar da argila, são usados restos de casca de coco, de castanha-do-pará e de tucumã, que costumam ser descartados no processamento dessas frutas.
15/06/2009 - Um novo tijolo inventado pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) não utiliza barro em sua composição. No lugar da argila, são usados restos de casca de coco, de castanha-do-pará e de tucumã, que costumam ser descartados no processamento dessas frutas.
Segundo o pesquisador Jadir Rocha, da área de recursos florestais do Inpa, o novo tijolo é mais resistente que o original, com a vantagem de oferecer mais proteção contra o calor amazônico. “Como as matérias-primas são de vegetais, proporcionam um ambiente muito agradável, faça chuva ou faça sol”, afirma.
Para conseguir agrupar as cascas duras das frutas e formar um bloco compacto, os restos são triturados, misturados com uma resina e prensados. Além de reciclar esses materiais, o tijolo vegetal tem a vantagem ecológica de não precisar ser cozido, evitando que árvores sejam cortadas para alimentar fornos.
Outra vantagem enumerada por Rocha é que o novo tijolo dispensa cimento, pois tem um encaixe que une as peças. Água e cupim, graças à resina utilizada para colagem, também não serão problema. “Utilizamos resina fenólica, uma cola irreversível. Ela é derivada de petróleo. O ideal seria que tivéssemos resinas naturais, mas infelizmente as pesquisas ainda estão começando”, diz o pesquisador do Inpa.
Fonte:http://www.rts.org.br/noticias/destaque-2/pesquisador-inventa-tijolo-feito-de-casca-de-coco-e-de-castanha
16 maio 2010
O ACIDENTE DO GOLFO DO MÉXICO E OUTRAS TENTATIVAS PARA EVITAR O VAZAMENTO DE PETRÓLEO

11/05/2010 - 20h16
BP envia nova estrutura para conter vazamento no Golfo do México
PORT FOURCHON, Louisiana (Reuters) - A British Petroleum afirmou nesta terça-feira ter finalizado a construção de uma cúpula menor projetada para conter o vazamento de petróleo no fundo do Golfo do México e planeja tentar colocar a peça sobre o local da perfuração na quinta-feira.
A cúpula foi levada ao mar por um navio do porto Fourchon, no Estado norte-americano da Louisiana, onde foi fabricado, e será colocado perto do local de vazamento na terça-feira, disse à Reuters o porta-voz da BP, Bill Salvin.
Submarinos robôs farão, então, os preparativos antes da estrutura ser colocada no local, disse ele.
"Esperamos ter o sistema pronto até quinta-feira", disse Salvin.
A cada dia, pelo menos 800 mil litros de petróleo são liberados no Golfo desde a explosão, em 20 de abril, que demoliu a plataforma de perfuração Deepwater Horizon, matando 11 pessoas.
Esta estrutura é consideravelmente menor que a primeira cúpula que a BP tentou, sem sucesso, usar na semana passada e é destinada a permitir que o gás metano seja bombeado pela estrutura, o que, segundo engenheiros, evitará a cristalização que frustrou a tentativa anterior, disse Salvin.
Todos os trabalhos estão sendo feitos em quase escuridão total, a uma profundidade de quase 1.600 metros.
(Reportagem de Steve Gorman)
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/05/11/bp-envia-nova-estrutura-para-conter-vazamento-no-golfo-do-mexico.jhtm
Fonte:
O PAPEL DE COCÔ DE ELEFANTE - ISTO É RECICLAGEM!


Quando achamos que já vimos de tudo, novas alternativas surgem. Foi o que aconteceu quando algumas empresas começaram a produzir papel a partir de um material, no mínimo, curioso: fezes de elefante. Mas não precisa fazer cara de nojo. Apesar da matéria-prima exótica, o produto possui excelente qualidade e os fabricantes garantem: tem um cheirinho bem agradável.
Por ingerir apenas vegetais, e em grande quantidade, o elefante acaba gerando fezes ricas em fibras, ideal para a fabricação de caixas, lembrancinhas, conjuntos, porta-retratos, blocos, cadernos, envelopes e papeis coloridos. Um único elefante pode produzir até 25 kg de fibras todos os dias, sem precisar derrubar uma árvore sequer.
O processo de produção é simples. Depois de coletada, as fezes do elefante é lavada e fervida durante cerca de cinco horas. Em seguida, o material é alvejado e as fibras são teadas para então, se adicionar os corantes. O material é pesado, distribuído uniformemente em telas e secos ao sol. O produto é por fim lixado, montado e vendido para as fábricas que irão confeccionar os papéis.
Fonte:http://www.rumosustentavel.com.br/empresas-produzem-papel-com-fezes-isso-mesmo-de-elefante/
Caixas, cartões, envelopes e diversos outros tipos de produtos podem ser fabricados a partir das fezes dos elefantes
“Nós conseguimos fazer aproximadamente 25 folhas grandes de papel a partir de uma única peça de cocô de elefante. Ou seja, em torno de 10 cadernos de notas incluindo as capas e contracapas”, afirmam os fabricantes da Elephant Poo Poo Paper. Outra empresa que fabrica esse tipo de papel é a Elephant Dung Paper, que ainda utiliza parte dos recursos das vendas para manter um programa de proteção aos animais.
Apesar de estranha, a ideia pode ser muito boa, já que colabora para a preservação da espécie, reduz o desmatamento, e de quebra ainda gera mídia espontânea graças à curiosa matéria-prima com que o produto é fabricado.
O material reduz a extração de madeiras e ajuda na conservação dos elefantes
E se a ideia do cheiro do material ainda atormenta, os fabricantes garantem: o papel não fede. “Nossos produtos possuem um cheiro normal, como qualquer outro. Apesar disso, já estamos experimentando adicionar alguns aromas, como canela, limão e café”, afirmam.
E se você achou que acabava por ai, se enganou. Uma companhia chinesa está utilizando excrementos de panda para produzir papel higiênico. Outra, já produz papel com fazes de carneiro e alce. Se hoje em dia até isso pode ser reciclado, difícil pensar em algo que não possa.
Para mais informações sobre Sustentabilidade: http://www.ecodesenvolvimento.org
09 maio 2010
O VAZAMENTO DE PETRÓLEO NO GOLFO DO MÉXICO E SUAS TERRÍVEIS CONSEQUÊNCIAS

Foto tirada pela tripulação da ISS mostra a mancha de óleo perto do delta do Rio Mississippi (Foto: Soichi Noguchi / ISS)As equipes que estão no Golfo do México para conter a “maré negra”, formada pelo petróleo que começou a vazar depois da explosão de uma plataforma operada pela British Petroleum, utilizaram até o momento 1 milhão de litros de dispersantes, produtos químicos tóxicos que, conforme analistas, também vão exercer um forte impacto na vida marinha.
Uso de dispersante para dissolver mancha de óleo só ocultaria estrago
EUA estão usando Corexit 9500, produto químico que faz o petróleo afundar.
Mas Academia de Ciências americana fez alerta sobre efeitos do produto.
Do G1, com informações da EFE
Dispersar o petróleo torna mais difícil a sua retirada. A poluição permanecerá no ambiente e os organismos marítimos estarão expostos a essa contaminação por décadas"Análise da Academia Nacional de Ciências dos Estados UnidosOs especialistas estão analisando a decisão inédita até o momento nos Estados Unidos de utilizar em massa o dispersante Corexit 9500 para combater os 12 milhões de litros de petróleo que vazam para o mar desde 22 de abril. O produto químico altera a estrutura do petróleo – “quebra” suas moléculas – fazendo com que afunde.
Mas a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos publicou em seu site um alerta de que o “uso de dispersantes não reduz a quantidade de petróleo derramado no mar”, só faz com que submerja. Com a medida, na realidade, se está reduzindo “o risco de impacto no litoral e na superfície, mas aumentando os riscos às plantas e à vida animal no fundo do mar”.
Imagem em infravermelho mostra a mancha de óleo
no Golfo do México, à noite. Área retratada na
imagem é de 60 por 240 km (Foto: Nasa / GSFC e
outros - 07-05-2010)Apesar de evitar o prejuízo para aves e mamíferos, a tática “tem um potencial devastador para animais que não saem à superfície para tomar ar, assim como para todos os ecossistemas submarinos, como os corais”.
"Dispersar o petróleo torna mais difícil a sua retirada. A poluição permanecerá no ambiente e os organismos marítimos estarão expostos a essa contaminação por décadas", continua o relatório.
‘Experimento enlouquecido’
Para a Southern Alliance Clean Energy, uma organização ambiental, que administra o site cleanenergy.org, o Golfo do México se transformou em “um gigantesco e enlouquecido experimento científico”, já que não se sabe os efeitos de longo prazo do uso desses produtos químicos no ambiente.
A organização ainda criticou o uso de Corexit 9500, um composto que considera mais tóxico do que o petróleo e que está associado, em altas doses, segundo pesquisas, a “dores de cabeça, vômitos e problemas reprodutivos”.
AS MARAVILHAS DO PLANETA


Parque da Holanda exibe 4,5 milhões de tulipas
Este parque de flores na Holanda abre suas portas nesta primavera exibindo 4,5 milhões de tulipas. Os visitantes do jardim de 32 hectares, no noroeste do país, estão convidados a se maravilhar com cerca de 100 tipos de flores diferentes. A cada ano, produtores trazem novas variedades. Visite UOL Entretenimento
08 maio 2010
OS FÊNOMENOS NATURAIS E OS ACIDENTES PROVOCADOS PELO HOMEM
No Planeta temos muitos acontecimentos que contribuem para a degradação do nosso Ecossistema.
Temos os fenômenos naturais, que infelizmente, independem de nossa vontade, mas em sua grande maioria é consequência do desleixo, da ganância e da falta de responsabilidade dos humanos.
Temos como consequências do abuso do ser humano para com o planeta, fenômenos como, o Aquecimento Global, que tem gerado e ainda vai gerar muitas tragédias e destruições...não criamos juízo, estamos constantemente, violando e degradando o nosso solo, com perfurações gigantescas, removendo e transportando milhões de toneladas de pedras, terra e areia, de uma área para outra. Fazendo aterros, criando ilhas artificiais...desviando cursos de rios e córregos.
Matamos nascentes!
Asfixiamos os microorganismos do solo com queimadas e derramamento de matérias corrosivas e poluidoras.
Diuturnamente inundamos nossa atmosfera com o dióxido de carbono, oriundo da fumaça poluidora dos nossos veículos movidos à combustíveis não renováveis.
Destruimos nossas florestas e desmatamos ecossistemas, em nome de construirmos gigantescas hidrelétricas para gerarmos mais e mais energia...até quando?
Deus criou este mundo, com muito sol, esta energia fantástica e gratuita, vamos usá-la em nossas atividades!
A ar em movimento, gera a maravilhosa energia eólica...que beleza, então porque não fazermos uso dela...temos tecnologia para isto!
Energia das ondas marinhas, e tantas outras não poluidoras...acordem, humanóides, pois o tempo urge e o planeta está se esvaindo...!
VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA!
Analisaremos em breve, os casos e consequências de desastres e construções, tais como, Acidente na bacia do Golfo do México, Construção no Brasil da Usina de Belo Monte e a fumaça do Vulcão na Islândia.
Um abraço,
Helena Rezende
Temos os fenômenos naturais, que infelizmente, independem de nossa vontade, mas em sua grande maioria é consequência do desleixo, da ganância e da falta de responsabilidade dos humanos.
Temos como consequências do abuso do ser humano para com o planeta, fenômenos como, o Aquecimento Global, que tem gerado e ainda vai gerar muitas tragédias e destruições...não criamos juízo, estamos constantemente, violando e degradando o nosso solo, com perfurações gigantescas, removendo e transportando milhões de toneladas de pedras, terra e areia, de uma área para outra. Fazendo aterros, criando ilhas artificiais...desviando cursos de rios e córregos.
Matamos nascentes!
Asfixiamos os microorganismos do solo com queimadas e derramamento de matérias corrosivas e poluidoras.
Diuturnamente inundamos nossa atmosfera com o dióxido de carbono, oriundo da fumaça poluidora dos nossos veículos movidos à combustíveis não renováveis.
Destruimos nossas florestas e desmatamos ecossistemas, em nome de construirmos gigantescas hidrelétricas para gerarmos mais e mais energia...até quando?
Deus criou este mundo, com muito sol, esta energia fantástica e gratuita, vamos usá-la em nossas atividades!
A ar em movimento, gera a maravilhosa energia eólica...que beleza, então porque não fazermos uso dela...temos tecnologia para isto!
Energia das ondas marinhas, e tantas outras não poluidoras...acordem, humanóides, pois o tempo urge e o planeta está se esvaindo...!
VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA!
Analisaremos em breve, os casos e consequências de desastres e construções, tais como, Acidente na bacia do Golfo do México, Construção no Brasil da Usina de Belo Monte e a fumaça do Vulcão na Islândia.
Um abraço,
Helena Rezende
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