28 maio 2010

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DO MEIO AMBIENTE EM JAGUARIÚNA - SP

PLANTIO DE MUDAS NATIVAS
Local: Fazenda da Barra
Data/hora: 31 de maio/ 9 horas

SOLTURA DE ALEVINOS EM RIOS DO MUNICÍPIO (Parceria com o SENAI)
Local: Rios Jaguari e Camanducaia
Data/hora: 31 de maio/ 9 horas

PALESTRAS PARA ESTUDANTES DA REDE MUNICIPAL
Local: Escola Amâncio
Data/hora: 01 de junho/ Das 7h às 9h30

PLANTIO DE MUDAS NO NASSIF (Participação da comunidade local)
Local: Nassif
Data/hora: 02 de junho/ 9 horas

EXPOSIÇÃO DE PROJETOS E PROGRAMAS DESENVOLVIDOS
Local: Departamento de Agropecuária e Meio Ambiente
Data/hora: de 31 de maio à 02 de junho- das 8h às 17h

DOAÇÃO DE MUDAS
Local: Departamento de Agropecuária e Meio Ambiente
Data/hora: de 31 de maio à 02 de junho – das 8h às 17h

24 maio 2010

QUE NOTÍCIA AUSPICIOSA - PLÁSTICO BIODEGRADÁVEL ORIUNDO DA BATATA

Cientistas peruanos inventam plástico biodegradável à base de batata


Rocío Otoya.


Lima, 22 mai (EFE).- Um grupo de cientistas peruanos inventou um plástico à base de batata biodegradável, uma alternativa para minimizar os efeitos da poluição e agregar valor aos produtos agrícolas do país.


O produto, elaborado a base de amido de batata, um tubérculo originário da zona do Lago Titicaca, e outros tubérculos como a mandioca e a batata-doce, "é biodegradável e, além disso, é biocompostável (se decompõe e se transforma em adubo)", explicou à Agência Efe o coordenador geral do projeto da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), Fernando Torres.


Um plástico fabricado com derivados do petróleo como as sacolas de supermercado e os produtos eletrodomésticos em geral, demora dezenas de anos para se desintegrar, e ainda assim não desaparece completamente. Um material biodegradável, no entanto, só demora dois anos.


Por isso a equipe da PUCP trabalha há anos na criação dos plásticos biodegradáveis a base de tubérculos, um projeto financiado pelo Programa de Ciência e Tecnologia (FINCyT) do Peru.


O plástico é produzido no laboratório, onde se extrai a umidade da batata, o material é filtrado e através de um processo de centrifugação o tubérculo é seco, obtendo-se assim o amido.


Desse momento em diante, o amido é trabalhado em um equipamento para processar plásticos convencionais até ser transformado em lâminas com aspecto similar às lâminas do material encontradas no mercado.


Salomón Soldevilla, do departamento de Agroindústria da FINCyT, afirma que o objetivo do projeto é "estabelecer os protocolos de desenvolvimento de tecnologia para que estas fontes naturais possam ser utilizadas de diversas formas".


A maior parte dos plásticos biodegradáveis é fabricada à base de milho, um produto abundante nos Estados Unidos, país que, além disso, conta com uma indústria capaz de produzir o alimento em grande escala, explica Torres.


A novidade deste plástico, que ainda está em fase de pesquisa, é o uso do amido da batata peruana.


Agora os pesquisadores comandados por Torres, doutor em ciência de materiais, tentarão precisar qual variedade de batata, entre as milhares existentes no Peru, "é a mais adequada".


Os cientistas já conseguiram produzir lâminas e filmes (de plástico de amido de batata) que podem servir de modelo para bandejas e sacolas, muito utilizadas no Peru, onde a consciência ecológica não é muito grande. No país são usadas muitas sacolas e é comum ver as pessoas descartando o material na rua.


Além disso, os cientistas da PUCP também enfrentam o desafio de passar para a próxima etapa da pesquisa e produzir o produto em grande escala em um país em que a indústria do plástico é inexistente.

"O Peru não tem indústria, não produz matéria-prima plástica", diz Torres. Ele explica que apesar de existirem milhares de variedades de batata, o amido deste tubérculo tem que ser importado dos Estados Unidos.


"Um produto deste tipo também pode criar um valor agregado para a agricultura do país", afirmou Torres.


O Peru é, sobretudo, um país exportador de matéria-prima e um terço da população vive em situação de pobreza, especialmente nas áreas rurais, apesar de um crescimento sustentado durante quase uma década. EFE

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/22052010/40/saude-cientistas-peruanos-inventam-plastico-biodegradavel.html

21 maio 2010

VEM AÍ MAIS UM GRANDE EVENTO TÉCNICO SOCIOAMBIENTAL

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E SERVIÇOS AMBIENTAIS
Encontro Técnico de junho, Vagas Limitadas, Aberto e Gratuito

O segundo encontro técnico do ano acontece dia 24 de Junho, 5ª feira, das 09h00 as 12h00 no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Social na Rua Bela Cintra, 1032 - São Paulo/SP (uma quadra da Estação Consolação do Metro), reunindo especialistas da área e a exposição de 01 case Benchmarking selecionado na edição 2009.

Neste encontro, os especialistas debaterão o tema Inovações Tecnológicas e Serviços Ambientais, Produtos e práticas que apresentam melhorias de processo e ganhos ambientais.

O Encontro Técnico de Junho é dirigido aos Profissionais e Especialistas, Pesquisadores, Consultores e Gestores atuantes em sustentabilidade com especial interesse em saneamento e serviços ambientais. Coordenadores de Projetos do terceiro setor, profissionais de MKT e Comunicação, RH, RI, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Profissionais atuantes em QSMS (Qualidade, Saude, Meio Ambiente e Segurança). Empreendedores e lideranças Públicas e Privadas, e demais interessados no tema.

PAINELISTAS:

Dagoberto Lorenzetti, Engº Mecânico (ITA), pós-graduado em Engenharia Nuclear (IEA/EPUSP) e Análise de Sistemas (FAAP), Mestre em Ciências da Saúde Ambiental (M.H.S., Master of Health Sciences) pela The Johns Hopkins University e Doutor em Administração de Empresas pela FEA/USP. Foi bolsista-pesquisador do Ministério da Educação do governo japonês, junto ao Hayakawa Laboratory do Tokyo Institute of Technology, e da Global Foundation. Foi um dos fundadores do Instituto Bioma. Integrante Comissão Técnica Benchmarking Edição 2008.

Gilmar Altamirano, publicitário e jornalista (responsabilidade social, terceiro setor, meio ambiente), professor universitário (comunicação, marketing, gestão ambiental e responsabilidade socioambiental) e ambientalista (Universidade da Água). Graduado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo - ESPM com curso de administração de empresas em nível de pós-graduação pela EASP-FGV. Pós Graduado em Meio Ambiente e Sociedade pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESP– SP e Diretor-Presidente da Universidade da Água.

André Fontes, Business Manager ASP/WH da Johnson & Johnson apresentando o Case Benchmarking 2009 Pró Sustentabilidade da Ecologia Humana e do Planeta. Para ver as empresas rankeadas pelo Programa Benchmarking, siga para URL: www.benchmarkingbrasil.com.br/index.php?pag=20dccd

SOBRE O ENCONTRO TÉCNICO (FIBoPS Técnica) :

O encontro é aberto e gratuíto com emissão de certificado de participação online. As vagas são limitadas e para mais informações e inscrições, visite a URL: www.maisprojetos.com.br/agenda.php?pag=07bdba

Os Encontros Técnicos são realizados bimestralmente e faz parte do calendário CEBoPS 2010 (Compromisso Empresarial pelas Boas Práticas Socioambientais). Para conhecer o calendário completa, siga para a URL: www.institutomais.org/pag_instituto.php?cod=224

Os encontros técnicos são realizados há mais de 08 anos pelo GMGA - Grupo Multidisciplinar de Gestão Ambiental em parceria com o Instituto Mais. São encontros abertos e com enfoque gerencial nas práticas da sustentabilidade reunindo publico altamente especializado e formador de opinião.

A participação é gratuita e as vagas limitadas. As vagas são preenchidas por ordem de chegada das inscrições. Inscrições apenas pela internet no link: www.maisprojetos.com.br/agenda.php?pag=07bdba

Conheça também:

3ª FIBoPS - Feira e Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade - 27 a 29 de Julho no Centro de Convenções Frei Caneca - www.fibops.com.br

8º RANKING BENCHMARKING- Inscrições de cases socioambientais até 31 de Maio - www.benchmarkingbrasil.com.br

18 maio 2010

VEJAM ESTA MARAVILHOSA NOVIDADE- TIJOLO FEITO DE CASCA DE CÔCO



Foto: Olhares – Fotografia online

Pesquisador inventa tijolo feito de casca de coco e de castanha


No lugar da argila, são usados restos de casca de coco, de castanha-do-pará e de tucumã, que costumam ser descartados no processamento dessas frutas.


15/06/2009 - Um novo tijolo inventado pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) não utiliza barro em sua composição. No lugar da argila, são usados restos de casca de coco, de castanha-do-pará e de tucumã, que costumam ser descartados no processamento dessas frutas.
Segundo o pesquisador Jadir Rocha, da área de recursos florestais do Inpa, o novo tijolo é mais resistente que o original, com a vantagem de oferecer mais proteção contra o calor amazônico. “Como as matérias-primas são de vegetais, proporcionam um ambiente muito agradável, faça chuva ou faça sol”, afirma.

Para conseguir agrupar as cascas duras das frutas e formar um bloco compacto, os restos são triturados, misturados com uma resina e prensados. Além de reciclar esses materiais, o tijolo vegetal tem a vantagem ecológica de não precisar ser cozido, evitando que árvores sejam cortadas para alimentar fornos.

Outra vantagem enumerada por Rocha é que o novo tijolo dispensa cimento, pois tem um encaixe que une as peças. Água e cupim, graças à resina utilizada para colagem, também não serão problema. “Utilizamos resina fenólica, uma cola irreversível. Ela é derivada de petróleo. O ideal seria que tivéssemos resinas naturais, mas infelizmente as pesquisas ainda estão começando”, diz o pesquisador do Inpa.

Fonte:http://www.rts.org.br/noticias/destaque-2/pesquisador-inventa-tijolo-feito-de-casca-de-coco-e-de-castanha

16 maio 2010

O ACIDENTE DO GOLFO DO MÉXICO E OUTRAS TENTATIVAS PARA EVITAR O VAZAMENTO DE PETRÓLEO


11/05/2010 - 20h16
BP envia nova estrutura para conter vazamento no Golfo do México

PORT FOURCHON, Louisiana (Reuters) - A British Petroleum afirmou nesta terça-feira ter finalizado a construção de uma cúpula menor projetada para conter o vazamento de petróleo no fundo do Golfo do México e planeja tentar colocar a peça sobre o local da perfuração na quinta-feira.

A cúpula foi levada ao mar por um navio do porto Fourchon, no Estado norte-americano da Louisiana, onde foi fabricado, e será colocado perto do local de vazamento na terça-feira, disse à Reuters o porta-voz da BP, Bill Salvin.

Submarinos robôs farão, então, os preparativos antes da estrutura ser colocada no local, disse ele.

"Esperamos ter o sistema pronto até quinta-feira", disse Salvin.

A cada dia, pelo menos 800 mil litros de petróleo são liberados no Golfo desde a explosão, em 20 de abril, que demoliu a plataforma de perfuração Deepwater Horizon, matando 11 pessoas.

Esta estrutura é consideravelmente menor que a primeira cúpula que a BP tentou, sem sucesso, usar na semana passada e é destinada a permitir que o gás metano seja bombeado pela estrutura, o que, segundo engenheiros, evitará a cristalização que frustrou a tentativa anterior, disse Salvin.

Todos os trabalhos estão sendo feitos em quase escuridão total, a uma profundidade de quase 1.600 metros.

(Reportagem de Steve Gorman)

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/05/11/bp-envia-nova-estrutura-para-conter-vazamento-no-golfo-do-mexico.jhtm
Fonte:

O PAPEL DE COCÔ DE ELEFANTE - ISTO É RECICLAGEM!



Quando achamos que já vimos de tudo, novas alternativas surgem. Foi o que aconteceu quando algumas empresas começaram a produzir papel a partir de um material, no mínimo, curioso: fezes de elefante. Mas não precisa fazer cara de nojo. Apesar da matéria-prima exótica, o produto possui excelente qualidade e os fabricantes garantem: tem um cheirinho bem agradável.

Por ingerir apenas vegetais, e em grande quantidade, o elefante acaba gerando fezes ricas em fibras, ideal para a fabricação de caixas, lembrancinhas, conjuntos, porta-retratos, blocos, cadernos, envelopes e papeis coloridos. Um único elefante pode produzir até 25 kg de fibras todos os dias, sem precisar derrubar uma árvore sequer.

O processo de produção é simples. Depois de coletada, as fezes do elefante é lavada e fervida durante cerca de cinco horas. Em seguida, o material é alvejado e as fibras são teadas para então, se adicionar os corantes. O material é pesado, distribuído uniformemente em telas e secos ao sol. O produto é por fim lixado, montado e vendido para as fábricas que irão confeccionar os papéis.

Fonte:http://www.rumosustentavel.com.br/empresas-produzem-papel-com-fezes-isso-mesmo-de-elefante/

Caixas, cartões, envelopes e diversos outros tipos de produtos podem ser fabricados a partir das fezes dos elefantes

“Nós conseguimos fazer aproximadamente 25 folhas grandes de papel a partir de uma única peça de cocô de elefante. Ou seja, em torno de 10 cadernos de notas incluindo as capas e contracapas”, afirmam os fabricantes da Elephant Poo Poo Paper. Outra empresa que fabrica esse tipo de papel é a Elephant Dung Paper, que ainda utiliza parte dos recursos das vendas para manter um programa de proteção aos animais.

Apesar de estranha, a ideia pode ser muito boa, já que colabora para a preservação da espécie, reduz o desmatamento, e de quebra ainda gera mídia espontânea graças à curiosa matéria-prima com que o produto é fabricado.

O material reduz a extração de madeiras e ajuda na conservação dos elefantes

E se a ideia do cheiro do material ainda atormenta, os fabricantes garantem: o papel não fede. “Nossos produtos possuem um cheiro normal, como qualquer outro. Apesar disso, já estamos experimentando adicionar alguns aromas, como canela, limão e café”, afirmam.

E se você achou que acabava por ai, se enganou. Uma companhia chinesa está utilizando excrementos de panda para produzir papel higiênico. Outra, já produz papel com fazes de carneiro e alce. Se hoje em dia até isso pode ser reciclado, difícil pensar em algo que não possa.
Para mais informações sobre Sustentabilidade: http://www.ecodesenvolvimento.org

09 maio 2010

O VAZAMENTO DE PETRÓLEO NO GOLFO DO MÉXICO E SUAS TERRÍVEIS CONSEQUÊNCIAS




Foto tirada pela tripulação da ISS mostra a mancha de óleo perto do delta do Rio Mississippi (Foto: Soichi Noguchi / ISS)As equipes que estão no Golfo do México para conter a “maré negra”, formada pelo petróleo que começou a vazar depois da explosão de uma plataforma operada pela British Petroleum, utilizaram até o momento 1 milhão de litros de dispersantes, produtos químicos tóxicos que, conforme analistas, também vão exercer um forte impacto na vida marinha.

Uso de dispersante para dissolver mancha de óleo só ocultaria estrago
EUA estão usando Corexit 9500, produto químico que faz o petróleo afundar.
Mas Academia de Ciências americana fez alerta sobre efeitos do produto.
Do G1, com informações da EFE

Dispersar o petróleo torna mais difícil a sua retirada. A poluição permanecerá no ambiente e os organismos marítimos estarão expostos a essa contaminação por décadas"Análise da Academia Nacional de Ciências dos Estados UnidosOs especialistas estão analisando a decisão inédita até o momento nos Estados Unidos de utilizar em massa o dispersante Corexit 9500 para combater os 12 milhões de litros de petróleo que vazam para o mar desde 22 de abril. O produto químico altera a estrutura do petróleo – “quebra” suas moléculas – fazendo com que afunde.

Mas a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos publicou em seu site um alerta de que o “uso de dispersantes não reduz a quantidade de petróleo derramado no mar”, só faz com que submerja. Com a medida, na realidade, se está reduzindo “o risco de impacto no litoral e na superfície, mas aumentando os riscos às plantas e à vida animal no fundo do mar”.


Imagem em infravermelho mostra a mancha de óleo
no Golfo do México, à noite. Área retratada na
imagem é de 60 por 240 km (Foto: Nasa / GSFC e
outros - 07-05-2010)Apesar de evitar o prejuízo para aves e mamíferos, a tática “tem um potencial devastador para animais que não saem à superfície para tomar ar, assim como para todos os ecossistemas submarinos, como os corais”.

"Dispersar o petróleo torna mais difícil a sua retirada. A poluição permanecerá no ambiente e os organismos marítimos estarão expostos a essa contaminação por décadas", continua o relatório.

‘Experimento enlouquecido’
Para a Southern Alliance Clean Energy, uma organização ambiental, que administra o site cleanenergy.org, o Golfo do México se transformou em “um gigantesco e enlouquecido experimento científico”, já que não se sabe os efeitos de longo prazo do uso desses produtos químicos no ambiente.

A organização ainda criticou o uso de Corexit 9500, um composto que considera mais tóxico do que o petróleo e que está associado, em altas doses, segundo pesquisas, a “dores de cabeça, vômitos e problemas reprodutivos”.