FIBoPS EM RITMO DE CONQUISTA
Responsabilidade e rigor técnico garantem adesões importantes a Feira
A 3ª FIBoPS – Feira e Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade, que se realiza no período de 27 a 29 de Julho no Centro de Convenções Frei Caneca , teve esta semana 02 grandes conquistas: a confirmação da presença da Sra. Isabella Teixeira, Ministra do Meio Ambiente na abertura da Feira, e o apoio institucional da CN Net (Climate Neutral Network) iniciativa da UNEP (United Nations Environment Programme), órgão da ONU. Conquistas estratégicas para um evento de natureza técnica com o foco em Sustentabilidade.
PARCEIROS QUALIFICADOS E PREOCUPAÇÃO COM A MOBILIDADE URBANA E EMISSÕES
Desde seu inicio, a FIBoPS prima pelo rigor conceitual da iniciativa comprometida com a inovação pela sustentabilidade. É uma das primeiras feiras de sustentabilidade do país que adota o formato de neutralização via certificado ONU com código de rastreabilidade. Isto significa pagamento imediato das emissões, direcionando a compensação para manutenção de florestas nativas em pé.
A Green Domus, empresa especializada em neutralização é a responsável pelo inventário e neutralização do evento. Esta opção desencadeou outra atitude inovadora de benefício aos expositores e participantes, a entrega dos stands já montados, mobiliados, prontos para uso e com selo de neutralização. É conveniência e responsabilidade, permitindo o consumo responsável dos expositores que adquirem serviços já certificados. São detalhes que fazem a diferença na pegada ecológica da montagem de eventos, puxando para baixo as emissões, e assegurando a participação responsável dos expositores.
Outro parceiro estratégico da FIBoPS, é a Eldorado – radio oficial do evento, responsável pela divulgação e presente com entradas ao vivo nos 03 dias de realização da FIBoPS. A Eldorado é reconhecida pela atuação na defesa das causas ambientais com uma grade especifica sobre tema, além do famoso projeto Pintou Limpeza que desenvolve há 10 anos.
A localização da FIBoPS é grande diferencial por levar em conta a mobilidade urbana e suas emissões. Desde a primeira edição, a preocupação com as necessidades de transporte, acomodação e lazer do publico visitante está presente nas escolhas dos organizadores. A localização (região da Paulista) do evento foi uma escolha estratégica e decisiva que considerou o fácil acesso de qualquer lugar de origem do visitante, próximidade com os principais serviços da cidade, e principalmente, servido de todas as opções de transportes. O centro de Convenções Frei Caneca está dentro de um Shopping com serviços de banco, correio, supermercado, praças de alimentação, teatro e cinema. São fatores que baixam as emissões, reduz o fluxo de transito e o tempo de mobilidade do visitante, além de oferecer total conveniência para a execução de atividades de rotina do cidadão.
CONTEUDO E INOVAÇÃO, DIFERENCIAIS DA FIBoPS
A grade técnica da Feira sempre primou pela qualidade de seus palestrantes e temas abordados. São especialistas e lideranças com trajetórias dedicadas a gestão da sustentabilidade. Falam com conhecimento de causa, fundamentados pela experiência comprovada na área. Este ano, a FIBoPS conta com um auditório principal onde se realiza o Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade com a presença de 21 especialistas âncoras, sendo 06 deles de outros países: USA, França, Reino Unido, Austrália, Uruguai, Espanha.
Além do auditório principal, a FIBoPs conta com 02 salas técnicas e um coreto interativo com livre acesso. Nestes espaços ocorrem palestras, oficinas, workshops, jogos corporativos, e atividades artísticas e culturais com o foco em sustentabilidade para livre acesso dos visitantes. São pesquisadores, gestores e consultores convidados que compartilham gratuitamente seus conhecimentos técnicos gerenciais. No pátio de exposições, teremos a primeira motocicleta Bi-Combustível do mundo e outras inovações tecnológicas.
PÚBLICO ESPECIALIZADO E FORMADOR DE OPINIÃO
Uma programação intensa e simultânea que reúne a massa critica da sustentabilidade, garante inovação e conteúdo qualificado aos visitantes e expositores da 3ª FIBoPS.
O público é altamente especializado e formador de opinião. Em 2009, mais de 70% tinha curso superior completo e especialização, confirmando o nível de conhecimento na área.
SOBRE A FIBoPS
A FIBoPS surgiu para mobilizar lideranças e corpos técnicos em torno das oportunidades e desafios da nova configuração global impactada pela escassez dos recursos e fenômenos climáticos. Em sua terceira edição, é reconhecida como o maior intercâmbio internacional pró-sustentabilidade do país.
Na FIBoPS, expositores e sociedade terão acesso as inovações tecnológicas e gerenciais, tendências corporativas e novos produtos. Personalidades nacionais e internacionais marcam presença apresentando a competitividade e avanços de seus setores e empresas.
A 3ª FIBoPS conta com apoios de importantes organismos nacionais e internacionais. Entre eles, o IAPMEI (Ministério da Economia e Inovação de Portugal), o Instituto Brasil PNUMA (Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), CN Net -Climate Neutral Network (iniciativa da UNEP, organismo da ONU), 350.org (ONG Internacional), Brasil 2020 (Campanha Internacional do Clima), FIEMG, FIESP, IEL/FIESC,AFRAS, SECOVI, PROTEC, entre outros.
A FIBoPS faz parte do Calendário CEBoPS 2010 (Compromisso Empresarial pelas Boas Práticas Socioambientais) do Instituto Mais.
Mais Informações no site fibops.com.br
São Paulo, 30 de Junho de 2010
01 julho 2010
28 junho 2010
A IMPORTÂNCIA DE PRESERVAÇÃO DAS BALEIAS
Fezes de baleia ajudam no combate ao aquecimento global
Ter, 15/06/2010, 08h30
PARIS (AFP) - As baleias cachalote do Oceano Austral são aliados inesperados na luta contra o aquecimento global, por removerem o carbono equivalente ao emitido por 40 mil carros a cada ano graças a suas fezes, revela um estudo que será publicado esta quarta-feira no periódico britânico Proceedings of the Royal Society B.
Anteriormente os cientistas acusavam os cetáceos como culpados porque, na respiração, expiram dióxido de carbono (CO2), o tipo mais comum de gás de efeito estufa.
Mas esta era apenas uma análise parcial, demonstra o novo estudo.
Biólogos australianos calcularam que as cerca de 12 mil baleias cachalotes do Oceano Austral defecam, cada uma, cerca de 50 toneladas de ferro no mar a cada ano, após digerirem os peixes e lulas, que são a base de sua dieta.
O ferro é um excelente alimento para o fitoplâncton - plantas marinhas que vivem perto da superfície do oceano e que tiram CO2 da atmosfera através da fotossíntese.
O Oceano Austral é rico em nitrogênio e pobre em ferro, que é essencial ao fitoplâncton.
Como resultado desta fertilização orgânica do ambiente marinho, as baleias ajudam a remover 400.000 toneladas de carbono a cada ano, duas vezes mais que as 200 mil toneladas de CO2 que elas liberam através da expiração.
Comparativamente, 200 mil toneladas de CO2 equivalem às emissões de quase 40.000 carros de passageiros, segundo estimativas do site da agência ambiental americana (EPA).
Segundo a EPA, com base em um cálculo feito em 2005, um veículo de passageiros que roda 20 mil quilômetros por ano emite mais de cinco toneladas de CO2 ou carbono equivalente ao ano.
As fezes das baleias são muito eficazes porque são liberadas em estado líquido e perto da superfície marinha, antes de os mamíferos mergulharem, destaca o artigo.
A pesca industrial da baleia não só ameaça seriamente as cachalotes austrais, como também compromete um amplo sequestro de carbono, acrescentou.
Antes da pesca industrial de baleias, a população da espécie era cerca de 10 vezes maior, o que significa que dois milhões de toneladas de CO2 eram removidas anualmente, segundo o artigo.
Os cientistas suspeitam que devido ao fato de as cachalotes se reunirem em áreas específicas do Oceano Austral, há um vínculo claro entre a disponibilidade de alimentos e as fezes dos cetáceos.
Isto pode explicar o "paradoxo krill", acreditam. Tempos atrás, os cientistas descobriram que quando as baleias-minke são mortas, a quantidade de krill, minúsculos crustáceos, nesta área declinam, afetando toda a cadeia alimentar.
O estudo foi conduzido por Trish Lavery, da Escola de Estudos Biológicos da Universidade Flinders, em Adelaide (Austrália).
O futuro de baleias cachalote e outras espécies será debatido na próxima semana em Agadir, Marrocos, onde a Comissão Baleeira Internacional (CBI) discutirá um plano para relaxar uma moratória de 24 anos na pesca comercial à baleia.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100615/saude/ambiente_clima_esp__cies
Ter, 15/06/2010, 08h30
PARIS (AFP) - As baleias cachalote do Oceano Austral são aliados inesperados na luta contra o aquecimento global, por removerem o carbono equivalente ao emitido por 40 mil carros a cada ano graças a suas fezes, revela um estudo que será publicado esta quarta-feira no periódico britânico Proceedings of the Royal Society B.
Anteriormente os cientistas acusavam os cetáceos como culpados porque, na respiração, expiram dióxido de carbono (CO2), o tipo mais comum de gás de efeito estufa.
Mas esta era apenas uma análise parcial, demonstra o novo estudo.
Biólogos australianos calcularam que as cerca de 12 mil baleias cachalotes do Oceano Austral defecam, cada uma, cerca de 50 toneladas de ferro no mar a cada ano, após digerirem os peixes e lulas, que são a base de sua dieta.
O ferro é um excelente alimento para o fitoplâncton - plantas marinhas que vivem perto da superfície do oceano e que tiram CO2 da atmosfera através da fotossíntese.
O Oceano Austral é rico em nitrogênio e pobre em ferro, que é essencial ao fitoplâncton.
Como resultado desta fertilização orgânica do ambiente marinho, as baleias ajudam a remover 400.000 toneladas de carbono a cada ano, duas vezes mais que as 200 mil toneladas de CO2 que elas liberam através da expiração.
Comparativamente, 200 mil toneladas de CO2 equivalem às emissões de quase 40.000 carros de passageiros, segundo estimativas do site da agência ambiental americana (EPA).
Segundo a EPA, com base em um cálculo feito em 2005, um veículo de passageiros que roda 20 mil quilômetros por ano emite mais de cinco toneladas de CO2 ou carbono equivalente ao ano.
As fezes das baleias são muito eficazes porque são liberadas em estado líquido e perto da superfície marinha, antes de os mamíferos mergulharem, destaca o artigo.
A pesca industrial da baleia não só ameaça seriamente as cachalotes austrais, como também compromete um amplo sequestro de carbono, acrescentou.
Antes da pesca industrial de baleias, a população da espécie era cerca de 10 vezes maior, o que significa que dois milhões de toneladas de CO2 eram removidas anualmente, segundo o artigo.
Os cientistas suspeitam que devido ao fato de as cachalotes se reunirem em áreas específicas do Oceano Austral, há um vínculo claro entre a disponibilidade de alimentos e as fezes dos cetáceos.
Isto pode explicar o "paradoxo krill", acreditam. Tempos atrás, os cientistas descobriram que quando as baleias-minke são mortas, a quantidade de krill, minúsculos crustáceos, nesta área declinam, afetando toda a cadeia alimentar.
O estudo foi conduzido por Trish Lavery, da Escola de Estudos Biológicos da Universidade Flinders, em Adelaide (Austrália).
O futuro de baleias cachalote e outras espécies será debatido na próxima semana em Agadir, Marrocos, onde a Comissão Baleeira Internacional (CBI) discutirá um plano para relaxar uma moratória de 24 anos na pesca comercial à baleia.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100615/saude/ambiente_clima_esp__cies
27 junho 2010
O PLANETA TERRA E SUAS CURIOSIDADES
CURIOSIDADES
CONTINENTES E MEIO AMBIENTE
ÁFRICA
Ponto mais elevado: Monte Kilimanjaro (Tanzânia), 5.895m
Maior Depressão: Lago Assal (Djibuti), - 155m
Maior Ilha: Madagascar, 587.041 Km2
Maior Mar: Mediterrâneo, 2.505.000 Km2
Maior Golfo: da Guiné, 1.530.000 Km2
Maior Lago: Vitória (Uganda, Tanzânia, Quênia), 68.100 Km2
Maior Rio: Nilo, 6.671 Km
Maior Bacia Hidrográfica: do Congo, 3.690.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 57,7º C, em El Azizia, na Líbia)
Temperatura mínima registrada: - 23,9ºC, em Ifrane, Marrocos
Capital mais elevada: Adis-Abeba (Etiópia), 2.408m
Altitude média: 750 m
Quantidade Média de chuva: 825 mm anuais
Extensão do litoral: 40.142 Km
Área Florestada: 5.202.370 Km2
Desmatamento: 187.410 Km2
Áreas de Conservação: 5,2% do território
Recursos Hídricos per capita: 5,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 1,1 t
AMÉRICAS
América do Norte
Ponto mais elevado: Monte McKinley (EUA/Alasca), 6.194 m
Maior Depressão: Vale da Morte (EUA), 86 m
Maior Ilha: Groelândia, 2.175.600 Km2
Maior Mar: Mar Glacial Ártico, 14.090.000 Km2
Maior Golfo: Golfo do México, 1.544.000 Km2
Maior Lago: Superior (EUA/Canadá), 84.131 Km2
Maior Rio: Mississippi-Missouri, 5620 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Mississippi, 3.328.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 56,7ºC, no Vale da Morte, EUA
Temperatura mínima registrada: - 66ºC, em Northice, Groelândia
Cidade mais elevada: Toluca (México), 2.680 m
Altitude média: 720 m
Área Florestada: 5.365.290 Km2
Desmatamento: 13.690 Km2
Áreas de Conservação: 11,7% do território
Recursos Hídricos per capita: 17,9 mil Km2
Emissão de CO2 per capita: 19,9 t
América Central
Área Florestada: 5.365.290 Km2
Desmatamento: 13.690 Km2
Áreas de Conservação: 5,6% do território
Recursos Hídricos per capita: 8,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 3,6 t
América do Sul
Ponto mais elevado: Monte Aconcágua (Argentina/Chile), 6.960 m
Maior Depressão: Salinas Chicas (Argentina), 42 m
Maior Ilha: Marajó, 48.450 Km2
Maior Lago: Maracaibo (Venezuela): 11.243 Km2
Maior Rio: Amazonas, 6.868 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Amazonas, 7.050.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 48,9ºC, em Rivadavia, Argentina
Temperatura mínima registrada: - 33ºC, em Colonia, Argentina
Capital mais elevada: La Paz (Bolívia), 3.627 m
Altitude média: 590 m
Extensão do litoral: 28.700 Km
Área Florestada: 8.705.940 Km2
Desmatamento: 238.720 Km2
Áreas de Conservação: 7,4 % do território
Recursos Hídricos per capita: 30 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 2,4 t
ANTÁRTICA
Ponto mais elevado: Monte Vinson, 5.140 m
Maior Depressão: Fossa subglacial Bentley, - 2.538 m
Maior Mar: mar de Weddell, 2.800.000 Km2
Temperatura mínima registrada: - 89,2 ºC, na Estação Vostok
Vulcão Ativo mais elevado: Monte Erebus, 3.794 m
Península mais extensa: Península Antártica, 1,3 mil Km
ÁSIA
Ponto mais elevado: Monte Everest (Nepal/China), 8.848 m
Maior Depressão: Mar Morto (Israel/Jordânia), - 395 m
Maior Ilha: Bornéu, 736.000 Km2
Maior Mar: Mar da China Meridional, 2.316.260 Km2
Maior Golfo: Golfo de Bengala, 2.172.000 Km2
Maior Lago: Mar Cáspio (Azerbaidjão/ Federação Russa/ Cazaquistão/ Irã/ Turcomenistão), 371.000 Km2
Maior Rio: Chang Jiang, 5.800 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Obi, 2.975.00 Km2
Capital mais elevada: Sanaa (Iêmen), 2.350 m
Altitude média: 960 m
Extensão do litoral: 252.776 Km (exclui costa da Federação Russa)
Área Florestada: 5.030.010 Km2
Desmatamento: 145.040 Km2
Áreas de Conservação: 5,3 % do território
Recursos Hídricos per capita: 3,8 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 2,3 t
EUROPA
Ponto mais elevado: Monte Elbro (Federação Russa), 5.642 m
Maior Depressão: Mar Cáspio (Azerbaidjão/ Federação Russa/ Caziquistão/ Irã/ Turcomenistão), 28m
Maior Ilha: Grã-Bretanha, 229.885 Km2
Maior Mar: Mar do Norte, 580.000 Km2
Maior Golfo: Golfo de Bothnia, 117.000 Km2
Maior Lago: Ladoga (Federação Russa), 18.400 Km2
Maior Rio: Volga, 3.531 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Volga, 1.360.000 Km2
Capital mais elevada: Andorra la Vella (Andorra), 1.070 m
Altitude média: 340 m
Extensão do litoral: 113.725 Km (inclui a costa da Federação Russa)
Área Florestada: 9.333.260 Km2
Reflorestamento: 25.940 Km2
Áreas de Conservação: 4,7% do território
Recursos Hídricos per capita: 8,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 8,5 t
OCEANIA
Ponto mais elevado: Monte Wilhelm (Papua Nova Guiné), 4.508 m
Maior Depressão: Lago Eyre (Austrália), - 12 m
Maior Ilha: Nova Guiné, 785.000 Km2
Maior Mar: Mar da Tasmânia, 3.300.000 Km2
Maior Golfo: Golfo da Carpentária, 310.000 Km2
Maior Lago: Eyre (Austrália), 9.583 Km2
Maior Rio: Murray-Darling, 3.490 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Murray-Darling, 910.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 53,1ºC, em Cloncurry, Austrália
Temperatura mínima registrada: - 22,2ºC, em Charlotte Pass, Austrália
Altitude média: 340 m
Quantidade Média de Chuva: 520 mm anuais
Extensão do litoral: 30.663 Km
Área Florestada: 906.950 Km2
Desmatamento: 4.540 Km2
Áreas de Conservação: 7,1% do território
Recursos Hídricos per capita: 57 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 11,3 t
Fontes: ALMANAQUE ABRIL MUNDO 2001 e http://www.aultimaarcadenoe.com/continentes.htm (Por Renata de Freitas Martins)
CONTINENTES E MEIO AMBIENTE
ÁFRICA
Ponto mais elevado: Monte Kilimanjaro (Tanzânia), 5.895m
Maior Depressão: Lago Assal (Djibuti), - 155m
Maior Ilha: Madagascar, 587.041 Km2
Maior Mar: Mediterrâneo, 2.505.000 Km2
Maior Golfo: da Guiné, 1.530.000 Km2
Maior Lago: Vitória (Uganda, Tanzânia, Quênia), 68.100 Km2
Maior Rio: Nilo, 6.671 Km
Maior Bacia Hidrográfica: do Congo, 3.690.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 57,7º C, em El Azizia, na Líbia)
Temperatura mínima registrada: - 23,9ºC, em Ifrane, Marrocos
Capital mais elevada: Adis-Abeba (Etiópia), 2.408m
Altitude média: 750 m
Quantidade Média de chuva: 825 mm anuais
Extensão do litoral: 40.142 Km
Área Florestada: 5.202.370 Km2
Desmatamento: 187.410 Km2
Áreas de Conservação: 5,2% do território
Recursos Hídricos per capita: 5,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 1,1 t
AMÉRICAS
América do Norte
Ponto mais elevado: Monte McKinley (EUA/Alasca), 6.194 m
Maior Depressão: Vale da Morte (EUA), 86 m
Maior Ilha: Groelândia, 2.175.600 Km2
Maior Mar: Mar Glacial Ártico, 14.090.000 Km2
Maior Golfo: Golfo do México, 1.544.000 Km2
Maior Lago: Superior (EUA/Canadá), 84.131 Km2
Maior Rio: Mississippi-Missouri, 5620 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Mississippi, 3.328.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 56,7ºC, no Vale da Morte, EUA
Temperatura mínima registrada: - 66ºC, em Northice, Groelândia
Cidade mais elevada: Toluca (México), 2.680 m
Altitude média: 720 m
Área Florestada: 5.365.290 Km2
Desmatamento: 13.690 Km2
Áreas de Conservação: 11,7% do território
Recursos Hídricos per capita: 17,9 mil Km2
Emissão de CO2 per capita: 19,9 t
América Central
Área Florestada: 5.365.290 Km2
Desmatamento: 13.690 Km2
Áreas de Conservação: 5,6% do território
Recursos Hídricos per capita: 8,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 3,6 t
América do Sul
Ponto mais elevado: Monte Aconcágua (Argentina/Chile), 6.960 m
Maior Depressão: Salinas Chicas (Argentina), 42 m
Maior Ilha: Marajó, 48.450 Km2
Maior Lago: Maracaibo (Venezuela): 11.243 Km2
Maior Rio: Amazonas, 6.868 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Amazonas, 7.050.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 48,9ºC, em Rivadavia, Argentina
Temperatura mínima registrada: - 33ºC, em Colonia, Argentina
Capital mais elevada: La Paz (Bolívia), 3.627 m
Altitude média: 590 m
Extensão do litoral: 28.700 Km
Área Florestada: 8.705.940 Km2
Desmatamento: 238.720 Km2
Áreas de Conservação: 7,4 % do território
Recursos Hídricos per capita: 30 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 2,4 t
ANTÁRTICA
Ponto mais elevado: Monte Vinson, 5.140 m
Maior Depressão: Fossa subglacial Bentley, - 2.538 m
Maior Mar: mar de Weddell, 2.800.000 Km2
Temperatura mínima registrada: - 89,2 ºC, na Estação Vostok
Vulcão Ativo mais elevado: Monte Erebus, 3.794 m
Península mais extensa: Península Antártica, 1,3 mil Km
ÁSIA
Ponto mais elevado: Monte Everest (Nepal/China), 8.848 m
Maior Depressão: Mar Morto (Israel/Jordânia), - 395 m
Maior Ilha: Bornéu, 736.000 Km2
Maior Mar: Mar da China Meridional, 2.316.260 Km2
Maior Golfo: Golfo de Bengala, 2.172.000 Km2
Maior Lago: Mar Cáspio (Azerbaidjão/ Federação Russa/ Cazaquistão/ Irã/ Turcomenistão), 371.000 Km2
Maior Rio: Chang Jiang, 5.800 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Obi, 2.975.00 Km2
Capital mais elevada: Sanaa (Iêmen), 2.350 m
Altitude média: 960 m
Extensão do litoral: 252.776 Km (exclui costa da Federação Russa)
Área Florestada: 5.030.010 Km2
Desmatamento: 145.040 Km2
Áreas de Conservação: 5,3 % do território
Recursos Hídricos per capita: 3,8 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 2,3 t
EUROPA
Ponto mais elevado: Monte Elbro (Federação Russa), 5.642 m
Maior Depressão: Mar Cáspio (Azerbaidjão/ Federação Russa/ Caziquistão/ Irã/ Turcomenistão), 28m
Maior Ilha: Grã-Bretanha, 229.885 Km2
Maior Mar: Mar do Norte, 580.000 Km2
Maior Golfo: Golfo de Bothnia, 117.000 Km2
Maior Lago: Ladoga (Federação Russa), 18.400 Km2
Maior Rio: Volga, 3.531 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Volga, 1.360.000 Km2
Capital mais elevada: Andorra la Vella (Andorra), 1.070 m
Altitude média: 340 m
Extensão do litoral: 113.725 Km (inclui a costa da Federação Russa)
Área Florestada: 9.333.260 Km2
Reflorestamento: 25.940 Km2
Áreas de Conservação: 4,7% do território
Recursos Hídricos per capita: 8,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 8,5 t
OCEANIA
Ponto mais elevado: Monte Wilhelm (Papua Nova Guiné), 4.508 m
Maior Depressão: Lago Eyre (Austrália), - 12 m
Maior Ilha: Nova Guiné, 785.000 Km2
Maior Mar: Mar da Tasmânia, 3.300.000 Km2
Maior Golfo: Golfo da Carpentária, 310.000 Km2
Maior Lago: Eyre (Austrália), 9.583 Km2
Maior Rio: Murray-Darling, 3.490 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Murray-Darling, 910.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 53,1ºC, em Cloncurry, Austrália
Temperatura mínima registrada: - 22,2ºC, em Charlotte Pass, Austrália
Altitude média: 340 m
Quantidade Média de Chuva: 520 mm anuais
Extensão do litoral: 30.663 Km
Área Florestada: 906.950 Km2
Desmatamento: 4.540 Km2
Áreas de Conservação: 7,1% do território
Recursos Hídricos per capita: 57 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 11,3 t
Fontes: ALMANAQUE ABRIL MUNDO 2001 e http://www.aultimaarcadenoe.com/continentes.htm (Por Renata de Freitas Martins)
20 junho 2010
BALÕES...!!! MALDITOS BALÕES!!!!!.....

20/06/2010-12h10
Incêndio provocado por balão em morro no Rio destrói área de quatro hectares
DENISE MENCHEN
DO RIO
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou neste domingo que o fogo que atingiu ontem o morro dos Cabritos, na zona sul do Rio, já está controlado, embora ainda existam focos de incêndio.
Paes afirmou que vai sobrevoar a área de helicóptero para avaliar os danos, mas que as informações até agora indicam que o incêndio destruiu uma área de quatro hectares.
A prefeitura anunciou que vai contratar uma empresa para reflorestar o local. Segundo Paes, o fogo atingiu uma área de capim e mata, mas não chegou a afetar o Parque da Catacumba, área de preservação ambiental.
Na noite de sábado, a cidade também registrou focos de incêndio no alto da reserva do Grajaú, na zona norte do Rio, e na serra do Barata, que faz parte do Parque da Pedra Branca, em Realengo, na zona oeste da cidade.
Os moradores relataram que o incêndio no morro dos Cabritos começou por causa de um balão. Paes chamou de "palhaço" quem solta balão e fez um apelo para que a população denuncie os baloeiros.
A presidente da Comlurb, Ângela Fonti, moradora do Corte do Cantagalo, área que liga Copacabana à Lagoa, disse ter vivido "uma noite de terror". Preocupada com o avanço das chamas, ela arrumou uma mala e passou a noite acordada.
"Primeiro vi o clarão do outro lado do morro, depois as labaredas em cima do morro. Em seguida, elas estavam descendo o morro", disse. Segundo Fonti, até as sete da manhã ainda era possível ver de sua janela focos de incêndio.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/754069-incendio-provocado-por-balao-em-morro-no-rio-destroi-area-de-quatro-hectares.shtml
Até quando meus amigos, que vamos assistir nossas autoridades sendo complacentes com estes "baloeiros criminosos"???
SOLTAR BALÃO É CRIME!
ENTÃO PUNA TODOS OS BALOEIROS!
NÃO É NECESSÁRIO BOTAR NA CADEIA, MAS COBREM MULTAS MILHIONÁRIAS!
ESTABELEÇAM PENALIDADES SOCIAIS, TAIS COMO:
1 - FORMAR MUDINHAS DE PLANTAS E REPLANTÁ-LAS NA ÁREA DESTRUIDA PELO FOGO;
2 - FAÇAM COM QUE ELES PREPAREM A TERRA DEGRADADA...RESTAURE TODO O ECOSSISTEMA SOB SUAS "RESPONSABILIDADES" E EXPENSAS!
È PRECISO DAR UM BASTA NESTE DIVERTIMENTO INSANO!
06 junho 2010
ENQUANTO A EMPRESA EXPLORADORA NÃO CONTÉM O VAZAMENTO....

...nosso meio ambiente agoniza, e só Deus sabe a extensão dos danos causados ao ecossistema!
Por: Redação TN / Greenpeace
Local de reprodução de várias espécies de mamíferos, aves e peixes, alguns em perigo de extinção, o Golfo do México e a costa da Lousiana estão banhadas em óleo. As primeiras aves afetadas pelo vazamento da plataforma Deepwater Horizon foram encontradas na costa da Lousiana, atingida pela mancha negra do tamanho da metade de Sergipe na manhã de sexta-feira (30/4). O acontecimento, tanto temido pelas autoridades americanas quanto pelos ambientalistas, traz um prejuízo econômico, segundo os primeiros cálculos, de cerca de bilhões de dólares.
O óleo não poderia ter sido derramado em momento pior. O mês de abril é temporada de reprodução de peixes, pássaros, tartarugas e outras criaturas marinhas no Golfo do México. Durante o período, as espécie, por instinto, tendem a se assentar e, com isso, ficam impossibilitadas de reagir a tempo e fugir do perigo. Segundo afirmam pesquisadores, 90% de todas as espécies marinhas do Golfo do México fazem uso das regiões costeiras e dos estuários do Rio Mississipi ao menos uma vez na vida para reprodução.
A costa da Lousiana, local onde se encontram 40% das regiões de mangue dos Estados Unidos, é pouso para mais de cinco mil espécies de aves migratórias. A lista completa dos animais na mira do óleo inclui 400 espécies, encabeçada pelo atum-azul, em alto perigo de extinção. Das sete espécies de tartarugas marinhas do mundo, cinco migram para a região para cuidar de seus filhotes em abril. Tubarões e mamíferos marinhos, como as baleias Cachalote, Azul, Fin e Sei também nadam no óleo. Uma equipe do Greenpeace dos Estados Unidos está a caminho da Lousiana para documentar e expor os impactos ambientais causados pelo vazamento de óleo.
“As aves marinhas possuem um óleo natural que cobre o corpo e as possibilita de mergulhar no mar sem afundar”, explica Leandra Golçalves, Coordenadora da Campanha de Oceanos do Greenpeace. Com o tingimento das penas de negro petróleo, as aves perdem esta cobertura natural e ficam impossibilitadas de mergulharem. “Isto sem falar nos níveis de toxicidade a qual os peixes e as baleias estão expostos. A cada vez que uma baleia vai à superfície para respirar, está levando petróleo aos pulmões”, acrescenta Leandra.
O acidente, causado por uma falha no sistema de segurança de uma plataforma construída em 2001 usando a mais recente tecnologia para a área pode vir a se tornar o maior da história dos Estados Unidos. Estimativas oficiais são de que o volume de óleo derramado já ultrapassa os de grandes acidentes como o da Exxon Valdez, em 1989, no Alasca e o de Santa Bárbara, Calif, em 1969. Por via das dúvidas, o presidente Obama vez sendo orientado a suspender novos projetos de exploração de petróleo até que maiores investigações sobre o caso garantam maior segurança.
"Ainda hoje, apesar da alta tecnologia para a exploração de gás e óleo já desenvolvida no mundo, são poucas as medidas eficientes para evitar o impacto ambiental de vazamentos de petróleo no mar. A região que foi afetada pelo Exxon Valdez, por exemplo, ainda não se recuperou totalmente dos impactos, mesmo depois de 21 anos do ocorrido”, diz Leandra. "Está mais do que na hora dos governos e sociedade repensarem o modelo de desenvolvimento que queremos para o futuro. Para evitar esse tipo de impacto só existe uma maneira: diminuir a exploração de petróleo e migrar para uma matriz energética mais limpa e renovável", conclui.
FONTE:http://www.tnsustentavel.com.br/noticia/3096/especies-agonizam-em-mar-de-oleo-no-golfo-do-mexico---
A QUEM ELES PENSAM QUE ENGANAM?...
Não a nós, que respeitamos o planeta...!
Vejam como fazem as "maracutaias" para acabarem com as florestas!
A Polícia Federal concluiu e encaminhou à Justiça o inquérito sobre o suposto esquema de fraudes envolvendo licenciamentos ambientais para exploração de madeira em Mato Grosso --alvo da Operação Jurupari, deflagrada há duas semanas.
O relatório implica 93 pessoas em formação de quadrilha, desmatamento ilegal, falsidade ideológica e furto de madeiras de áreas protegidas, entre outros crimes.
Entre os indiciados estão Silvio Corrêa, ex-chefe de gabinete do governador Silval Barbosa (PMDB), Janete Riva, mulher do deputado José Riva (PP), presidente da Assembleia, e Luiz Henrique Daldegan, ex-secretário do Meio Ambiente no governo de Blairo Maggi (PR).
Segundo a PF, Daldegan teria alterado o zoneamento ambiental da APA (Área de Preservação Ambiental) da Chapada dos Guimarães.
Janete Riva é dona de uma fazenda onde a PF identificou prejuízos ambientais de pelo menos R$ 38 milhões.
Corrêa surge em diálogos que, segundo a PF, sugerem que ele usava o cargo para exercer pressão sobre processos de licenciamento.
A defesa de Janete diz haver irregularidade na distribuição do caso. Paulo Taques, advogado de Daldegan, disse que a acusação é "muito frágil". A defesa de Corrêa não foi localizada.
FONTE:http://www1.folha.uol.com.br/poder/746214-pf-indicia-93-por-suposta-fraude-ambiental-em-mato-grosso.shtml
Vejam como fazem as "maracutaias" para acabarem com as florestas!
A Polícia Federal concluiu e encaminhou à Justiça o inquérito sobre o suposto esquema de fraudes envolvendo licenciamentos ambientais para exploração de madeira em Mato Grosso --alvo da Operação Jurupari, deflagrada há duas semanas.
O relatório implica 93 pessoas em formação de quadrilha, desmatamento ilegal, falsidade ideológica e furto de madeiras de áreas protegidas, entre outros crimes.
Entre os indiciados estão Silvio Corrêa, ex-chefe de gabinete do governador Silval Barbosa (PMDB), Janete Riva, mulher do deputado José Riva (PP), presidente da Assembleia, e Luiz Henrique Daldegan, ex-secretário do Meio Ambiente no governo de Blairo Maggi (PR).
Segundo a PF, Daldegan teria alterado o zoneamento ambiental da APA (Área de Preservação Ambiental) da Chapada dos Guimarães.
Janete Riva é dona de uma fazenda onde a PF identificou prejuízos ambientais de pelo menos R$ 38 milhões.
Corrêa surge em diálogos que, segundo a PF, sugerem que ele usava o cargo para exercer pressão sobre processos de licenciamento.
A defesa de Janete diz haver irregularidade na distribuição do caso. Paulo Taques, advogado de Daldegan, disse que a acusação é "muito frágil". A defesa de Corrêa não foi localizada.
FONTE:http://www1.folha.uol.com.br/poder/746214-pf-indicia-93-por-suposta-fraude-ambiental-em-mato-grosso.shtml
30 maio 2010
E O PETRÓLEO JORRA NO GOLFO DO MÉXICO
Obama anuncia que vai triplicar equipe no combate ao vazamento de óleo.
Durante visita a Nova Orleans, na Louisiana, nesta sexta-feira (28) para vistoriar os estragos causados pelo vazamento de óleo no Golfo do México, o presidente Barack Obama anunciou que vai triplicar a força de trabalho nas regiões afetadas ou em locais onde o petróleo deve chegar nas próximas 24 horas. Mais de 20 mil pessoas trabalham para conter a “maré negra”.
Obama voltou a afirmar que cobrará a empresa British Petroleum (BP) pelos prejuízos, mas assumiu a responsabilidade pela resolução do problema. “Eu assumo a responsabilidade de resolver essa crise”, disse. “Essa é a nossa maior prioridade.”
Obama afirmou ainda que a Guarda Costeira está pronta a oferecer qualquer ajuda aos moradores da região afetada pela mancha de óleo. Segundo o presidente, o vazamento é "um ataque" ao litoral, à população e à economia regional.
Obama passará pela costa da Louisiana, onde uma camada viscosa de óleo invadiu manguezais, paralisou a lucrativa atividade pesqueira e irritou uma população que ainda se recupera do impacto do furacão Katrina, em 2005.
Mais cedo, a BP afirmou que o novo processo de contenção do vazamento está dando resultados.
Ações do governo
Ontem, Obama prometeu que o problema será resolvido, e reagiu às críticas que seu governo vem sofrendo pela suposta demora em agir. Segundo Obama, até sua filha Malia, de 11 anos, se mostra aflita. "Já tapou o buraco, papai?", teria perguntado ela, segundo o presidente.
Obama afirmou em entrevista coletiva que prolongará por seis meses a proibição de novas perfurações para extrair petróleo em águas profundas na costa do país após a catástrofe provocada pelo vazamento de combustível no Golfo de México. A decisão faz parte de um conjunto de medidas determinadas pelo presidente em reação ao vazamento de petróleo de uma plataforma que explodiu e afundou no Golfo de México no mês passado.
Para muitos, o desastre da BP tem potencial para se tornar o Katrina do governo Obama - depois daquele furacão, em 2005, a popularidade do então presidente George W. Bush desabou, devido à atrapalhada reação do governo à tragédia.
No caso de Obama, o problema é que o governo federal não detém a tecnologia nem as ferramentas para resolver esse tipo de desastre a 1.600 metros de profundidade, e depende da BP para achar um jeito de conter o vazamento. O governo tem responsabilizado integralmente a BP pelo desastre.
Operação para impedir vazamento
O executivo-chefe da British Petroleum (BP), Tony Hayward, disse nesta sexta-feira (28) que demorará ainda dois dias para saber se a injeção de lama no poço que está vazando petróleo no Golfo do México funcionou.
Imagens do vazamento mostram jatos de fluídos pesados saindo do encanamento quebrado, mas Hayward esclareceu à rede "CNN" que é "quase tudo lama, que não é tóxica, e água".
O diretor, que deu entrevistas ao vivo hoje a várias redes de televisão dos Estados Unidos, disse à "NBC" que "passarão provavelmente outras 48 horas antes de sabermos se tivemos sucesso".
Na quinta-feira, em entrevista coletiva, o diretor-geral de operações da companhia, Doug Suttles, disse que os resultados demorariam "24 horas ou talvez um pouco mais" para determinar se a operação deu certo.
Hayward, que a princípio minimizou o impacto ecológico do derramamento de óleo, dado que o petróleo não tinha chegado à costa, disse hoje à "CNN" que "se trata claramente de uma catástrofe ambiental".
A BP começou na quarta-feira a injetar lama nos encanamentos quebrados a 1.500 metros de profundidade. Ontem a companhia paralisou a injeção do fluido pesado para analisar sua eficácia.
No mesmo dia retomou os trabalhos, com a introdução de uma variedade de materiais a alta temperatura, como peças de borracha, uma operação que terminou hoje, segundo Hayward, que disse que a BP continuará agora com a injeção de fluidos pesados, como lama.
*Com informações das agências internacionais
FONTE: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/05/28/obama-anuncia-que-vai-triplicar-equipe-no-combate-ao-vazamento-de-oleo.jhtm
Comentários:
Os EUA devem multar e cobrar providências urgentes, pois é inconcebível que uma empresa especializada em perfuração de poços de petróleo, não detenha a tecnologia de fazer a sua obstrução...
Até quando o meio ambiente ficará refém destas companhias?
O planeta já não suporta tantas perfurações para retirada de petróleo!´
Por causa de imprevisibilidade como esta o nosso ecossistema é que vai pagar pelas suas consequências?
Quanto da nossa flora e fauna marinha já se perdeu neste triste e lamentável episódio...isto pode ser um grande aprendizado para outros países,que estão querendo buscar petróleo na camada pré-sal.
Precisamos sim de tecnologias mais acessíveis para utilizarmos as nossas fontes alternativas de energia e que não poluem.
Durante visita a Nova Orleans, na Louisiana, nesta sexta-feira (28) para vistoriar os estragos causados pelo vazamento de óleo no Golfo do México, o presidente Barack Obama anunciou que vai triplicar a força de trabalho nas regiões afetadas ou em locais onde o petróleo deve chegar nas próximas 24 horas. Mais de 20 mil pessoas trabalham para conter a “maré negra”.
Obama voltou a afirmar que cobrará a empresa British Petroleum (BP) pelos prejuízos, mas assumiu a responsabilidade pela resolução do problema. “Eu assumo a responsabilidade de resolver essa crise”, disse. “Essa é a nossa maior prioridade.”
Obama afirmou ainda que a Guarda Costeira está pronta a oferecer qualquer ajuda aos moradores da região afetada pela mancha de óleo. Segundo o presidente, o vazamento é "um ataque" ao litoral, à população e à economia regional.
Obama passará pela costa da Louisiana, onde uma camada viscosa de óleo invadiu manguezais, paralisou a lucrativa atividade pesqueira e irritou uma população que ainda se recupera do impacto do furacão Katrina, em 2005.
Mais cedo, a BP afirmou que o novo processo de contenção do vazamento está dando resultados.
Ações do governo
Ontem, Obama prometeu que o problema será resolvido, e reagiu às críticas que seu governo vem sofrendo pela suposta demora em agir. Segundo Obama, até sua filha Malia, de 11 anos, se mostra aflita. "Já tapou o buraco, papai?", teria perguntado ela, segundo o presidente.
Obama afirmou em entrevista coletiva que prolongará por seis meses a proibição de novas perfurações para extrair petróleo em águas profundas na costa do país após a catástrofe provocada pelo vazamento de combustível no Golfo de México. A decisão faz parte de um conjunto de medidas determinadas pelo presidente em reação ao vazamento de petróleo de uma plataforma que explodiu e afundou no Golfo de México no mês passado.
Para muitos, o desastre da BP tem potencial para se tornar o Katrina do governo Obama - depois daquele furacão, em 2005, a popularidade do então presidente George W. Bush desabou, devido à atrapalhada reação do governo à tragédia.
No caso de Obama, o problema é que o governo federal não detém a tecnologia nem as ferramentas para resolver esse tipo de desastre a 1.600 metros de profundidade, e depende da BP para achar um jeito de conter o vazamento. O governo tem responsabilizado integralmente a BP pelo desastre.
Operação para impedir vazamento
O executivo-chefe da British Petroleum (BP), Tony Hayward, disse nesta sexta-feira (28) que demorará ainda dois dias para saber se a injeção de lama no poço que está vazando petróleo no Golfo do México funcionou.
Imagens do vazamento mostram jatos de fluídos pesados saindo do encanamento quebrado, mas Hayward esclareceu à rede "CNN" que é "quase tudo lama, que não é tóxica, e água".
O diretor, que deu entrevistas ao vivo hoje a várias redes de televisão dos Estados Unidos, disse à "NBC" que "passarão provavelmente outras 48 horas antes de sabermos se tivemos sucesso".
Na quinta-feira, em entrevista coletiva, o diretor-geral de operações da companhia, Doug Suttles, disse que os resultados demorariam "24 horas ou talvez um pouco mais" para determinar se a operação deu certo.
Hayward, que a princípio minimizou o impacto ecológico do derramamento de óleo, dado que o petróleo não tinha chegado à costa, disse hoje à "CNN" que "se trata claramente de uma catástrofe ambiental".
A BP começou na quarta-feira a injetar lama nos encanamentos quebrados a 1.500 metros de profundidade. Ontem a companhia paralisou a injeção do fluido pesado para analisar sua eficácia.
No mesmo dia retomou os trabalhos, com a introdução de uma variedade de materiais a alta temperatura, como peças de borracha, uma operação que terminou hoje, segundo Hayward, que disse que a BP continuará agora com a injeção de fluidos pesados, como lama.
*Com informações das agências internacionais
FONTE: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/05/28/obama-anuncia-que-vai-triplicar-equipe-no-combate-ao-vazamento-de-oleo.jhtm
Comentários:
Os EUA devem multar e cobrar providências urgentes, pois é inconcebível que uma empresa especializada em perfuração de poços de petróleo, não detenha a tecnologia de fazer a sua obstrução...
Até quando o meio ambiente ficará refém destas companhias?
O planeta já não suporta tantas perfurações para retirada de petróleo!´
Por causa de imprevisibilidade como esta o nosso ecossistema é que vai pagar pelas suas consequências?
Quanto da nossa flora e fauna marinha já se perdeu neste triste e lamentável episódio...isto pode ser um grande aprendizado para outros países,que estão querendo buscar petróleo na camada pré-sal.
Precisamos sim de tecnologias mais acessíveis para utilizarmos as nossas fontes alternativas de energia e que não poluem.
Assinar:
Postagens (Atom)