09 agosto 2010

O FOGO, UM GRANDE RISCO PARA ESTA ÉPOCA DO ANO...TODO CUIDADO É POUCO!


09/08/2010 - 17h46 Focos de incêndio aumentam 587% no Acre, e governo decreta estado de alerta
Andréa Zílio
Especial para o UOL Notícias
Em Rio Branco
O governo do Acre decretou nesta segunda-feira (9) estado de alerta ambiental devido ao aumento do número de focos de incêndios no Estado: entre janeiro e julho de 2010 foi registrado um aumento de 587% em relação ao mesmo período do ano passado.

O decreto foi recomendado pelo Comitê de Gestão de Riscos Ambientais, órgão criado em 2008 e constituído por 26 instituições do Estado após o registro de um incêndio de grandes proporções na região em 2005.

“A situação de 2005 foi muito triste, espero não passemos por isso de novo, mas a situação já é grave. Toda a estrutura de governo será utilizada, se acionada”, disse o governador do Acre.

De acordo com o governo estadual, o decreto foi estabelecido pelo aumento de ocorrência das queimadas irregulares, pela temperatura acima da média para todo o Estado, pela ausência de chuva (característica nesse período) e pela probabilidade de frio e vento forte, que pode potencializar a diminuição da umidade relativa do ar, deixando a floresta mais suscetível a incêndios.

Na semana passada, os focos de incêndio estavam concentrados apenas na região leste do Estado, mas a partir do fim de semana, os focos passaram a ser detectados em praticamente todas as regiões. Apenas as áreas de reservas florestais ainda não foram atingidas.

Quem trabalha com agricultura de subsistência no Acre tem direito a queimar até um hectare de terra, mas, a partir da determinação do governo, as queimadas estão proibidas em qualquer situação.

Dados do CTPEC/Inpe indicam que o risco de fogo no Acre aumentou e agora é crítico em praticamente todo o território do Estado, tornando real a possibilidade de desastre decorrente da incidência de incêndio em coberturas florestais e queimadas descontrolada.



FONTE:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/08/09/focos-de-incendio-aumentam-587-no-acre-e-governo-decreta-estado-de-alerta.jhtm

QUANTOS PREJUIZOS NATURAIS ESTAMOS CONTABILIZANDO...

LISBOA, 7 Ago 2010 (AFP) -Cerca de 1 mil bombeiros combatiam neste sábado vinte incêndios no norte e no centro de Portugal, segundo os serviços de emergência, que tiveram de retirar 12 pessoas da região de Viseu (norte).

Às 18h30 GMT (15h30 de Brasília), o serviço de Defesa Civil contava 20 incêndios florestais considerados "significativos", a maioria no norte do país.

O mais forte ocorre desde sexta-feira perto de São Pedro do Sul, na região de Viseu, exigindo a mobilização de 220 bombeiros e mais de 60 veículos, segundo o site da Defesa Civil.

Doze pessoas residentes de dois povoados da região tiveram de ser retiradas de suas casas "por precaução" durante a tarde, afirmou a Defesa Civil de Viseu à AFP.

Dois aviões espanhóis que lançam água chegaram como reforço na tarde de sábado, informou a Defesa Civil.

Outros 260 bombeiros, apoiados por 70 veículos, tentavam apagar um incêndio florestal na tarde deste sábado na região de Leiria (centro).

Desde a última semana de julho, o centro e o norte de Portugal são atingidos por uma forte onda de incêndios.

Fonte:LISBOA, 7 Ago 2010 (AFP) -Cerca de 1 mil bombeiros combatiam neste sábado vinte incêndios no norte e no centro de Portugal, segundo os serviços de emergência, que tiveram de retirar 12 pessoas da região de Viseu (norte).

Às 18h30 GMT (15h30 de Brasília), o serviço de Defesa Civil contava 20 incêndios florestais considerados "significativos", a maioria no norte do país.

O mais forte ocorre desde sexta-feira perto de São Pedro do Sul, na região de Viseu, exigindo a mobilização de 220 bombeiros e mais de 60 veículos, segundo o site da Defesa Civil.

Doze pessoas residentes de dois povoados da região tiveram de ser retiradas de suas casas "por precaução" durante a tarde, afirmou a Defesa Civil de Viseu à AFP.

Dois aviões espanhóis que lançam água chegaram como reforço na tarde de sábado, informou a Defesa Civil.

Outros 260 bombeiros, apoiados por 70 veículos, tentavam apagar um incêndio florestal na tarde deste sábado na região de Leiria (centro).

Desde a última semana de julho, o centro e o norte de Portugal são atingidos por uma forte onda de incêndios.

Fonte:LISBOA, 7 Ago 2010 (AFP) -Cerca de 1 mil bombeiros combatiam neste sábado vinte incêndios no norte e no centro de Portugal, segundo os serviços de emergência, que tiveram de retirar 12 pessoas da região de Viseu (norte).

Às 18h30 GMT (15h30 de Brasília), o serviço de Defesa Civil contava 20 incêndios florestais considerados "significativos", a maioria no norte do país.

O mais forte ocorre desde sexta-feira perto de São Pedro do Sul, na região de Viseu, exigindo a mobilização de 220 bombeiros e mais de 60 veículos, segundo o site da Defesa Civil.

Doze pessoas residentes de dois povoados da região tiveram de ser retiradas de suas casas "por precaução" durante a tarde, afirmou a Defesa Civil de Viseu à AFP.

Dois aviões espanhóis que lançam água chegaram como reforço na tarde de sábado, informou a Defesa Civil.

Outros 260 bombeiros, apoiados por 70 veículos, tentavam apagar um incêndio florestal na tarde deste sábado na região de Leiria (centro).

Desde a última semana de julho, o centro e o norte de Portugal são atingidos por uma forte onda de incêndios.

FONTE: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2010/08/07/incendios-florestais-mobilizam-1-mil-bombeiros-em-portugal.jhtm

29 julho 2010

COMER CARNE É CULTURAL


Hoje trago para vocês, meus queridos leitores, este texto muito bem pensado e escrito pelo amigo e leitor Luiz Felipe Vale, um jovem talentoso e extremamente engajado com as causas do nosso planeta!

Sujeitar os animais a situações incrivelmente horrorosas usando como justificativas fatores “biológicos”, “evolutivos”, e “nutricionais” é tão válido cientificamente quanto os argumentos que justificaram por séculos (e ainda persistem em alguns lugares) a escravidão dos negros, a perseguição aos judeus, a descriminação das mulheres, a proibição religiosa da doação de órgãos, medula, transfusão de sangue, métodos contraceptivos, etc...
Comer carne é cultural. Dá ao ser humano, que antes era limitado ao branco, europeu, rico (tudo no masculino), a sensação de controlar as outras espécies que compartilham a vida neste planeta. A mesma sensação que sustenta os fanatismos religiosos, a opressão de regimes absolutistas e surtos de histeria coletiva que acabam em manchetes sangrentas e escandalosas no nosso dia-a-dia de banalização moral.
O corpo humano foi desenvolvido para alimentar-se de praticamente tudo que existe no planeta. Isso é adaptação. Significa que se um ser humano precisar matar e alimentar-se de outro para sobreviver, será possível. Possível, não necessário. Em certas culturas isso é cotidiano. Tem sentido próprio e reconhece que a fisiologia humana é muito mais adaptada a dietas vegetarianas (faça a comparação entre as mandíbulas, intestinos, PH estomacal, mãos, faro, glândulas digestoras e hábitos sociais de um leão e de um cavalo).
Comer carne não se limita a comer carne. Seria como concordar com as profecias bíblicas que condenam 90% dos costumes ocidentais e sair por aí matando em nome de Deus, dizendo que não se trata de assassinato, mas de “fé”.
Aliás, deixar de comer carne também é cultural. Em grande parte dos lugares onde não existe o hábito de alimentar-se de animais mortos (ou vivos), existe um surpreendente teor de consciência ecológica e respeito à vida. Em outros lugares, como é o caso do Brasil (o maior exportador de carne de todo o mundo), vai ser difícil alcançar esse nível, mas ele não é necessário, porque a outra parte de não comer carne trata-se mais de inteligência do que de cultura.
Enquanto ficamos por aí debatendo sobre a reforma agrária, as invasões do MST, o latifundiarismo, a miséria, a fome, a subnutrição, a devastação das florestas, as queimadas, a concentração de renda, a capitalização internacional de riquezas e o descaso com o meio ambiente, esquecemos de que o consumo de carne está por trás disso.
A população bovina no Brasil (cerca de 200mi) é maior que a população humana (cerca de 190mi), isso sem contar as aves, suínos e caprinos “cultivados” para corte. Os cereais usados para alimentar este rebanho colossal seria mais do que suficiente para alimentar a população humana da América Latina. Os pastos usados tanto na criação de gado de corte quanto no cultivo agrícola para alimentá-los seriam mais do que o necessário para garantir que todo brasileiro tivesse um pedaço considerável de terra para morar – ou continuariam a exercer seu vital papel no equilíbrio ambiental do planeta como florestas tropicais.
Da água doce que se encontra disponível para uso do ser humano no planeta (menos de 0,03% da água superficial da Terra), 80% é usada para fins agrícolas. Escovar os dentes com a torneira aberta não é nada, nada mesmo, comparado a comer carne.
Comer carne é cultural. E reflete a cultura de um povo que pensa a curto prazo, usando indiscriminadamente recursos naturais, condenando o futuro e falsificando consciência sustentável, revelando-se completamente egoísta, alheio às necessidades das pessoas ao redor.
A violência é cultural. Animais que se alimentam de carne são violentos, territorialistas, hostis ao convívio próximo de outras espécies. Ou dominam ou são dominados. A sobrevivência dos animais carnívoros depende disso. A sobrevivência do ser humano não!
Como esperar que um povo compreenda o absurdo de condenar milhões de vidas inocentes à dor e sofrimento? É cultural. Soa cármico. Em algum lugar deve estar escrito, sob assinatura de forças divinas, que quem não tem dinheiro (e isso inclui animais humanos e não-humanos) nasceu fadado e condenado à gula mercenária desse estranho animal que mata e deixa morrer por prazer.

Luis Felipe Valle - Abril de 2010
Obrigada, Luis Felipe!

ESTA É MAIS UMA MARAVILHA DO NOSSO PLANETA...O VALE DO RIFT- ÁFRICA

A Grande Fenda Africana, ou simplesmente "Vale da Rift", é um complexo de falhas tectónicas criado há cerca de 35 milhões de anos com a separação das placas tectónicas africana e arábica. Esta estrutura estende-se no sentido norte-sul por cerca de 5000 km, desde o norte da Síria até ao centro de Moçambique, com uma largura que varia entre 30 e 100 km e, em profundidade de algumas centenas a milhares de metros.
A secção norte forma o vale do rio Jordão, que corre para sul através do Mar da Galileia até ao Mar Morto. O Vale do Rift continua para sul, através do Wadi Arabah, Golfo de Aqaba e Mar Vermelho. Na desembocadura sul do Mar Vermelho, o Rift tem uma bifurcação, formando o Triângulo de Afar (a rosa mais escuro no mapa): o Golfo de Aden, para leste, corresponde à divisão entre a Península da Arábia e África e continua como parte da Cordilheira Central do Oceano Índico; o outro ramo segue para sudoeste através do Djibouti, para fomar o Vale do Rift Oriental, que abrange a Etiópia, o Quénia, a Tanzânia, o Lago Niassa e o rio Chire, terminando no Zambeze.
Na Tanzânia, pouco a norte do Lago Niassa, o vale divide-se mais uma vez, com um ramo que segue para noroeste e depois para norte, formando o Lago Tanganyika, que faz a fronteira entre a República Democrática do Congo, a Tanzânia e o Burundi, a seguir Lago Kivu, que separa o Ruanda do Congo, os lagos Eduardo e Lago Alberto, com uma das nascentes do rio Nilo, que o separam do Uganda e que é chamado Rift Ocidental ou Albertino, onde se encontra a maioria dos Grandes lagos Africanos, já mencionados. O Lago Vitória encontra-se entre os dois ramos do Vale do Rift.
Os rebordos da Grande Fenda são formados por cordilheiras onde se encontram os pontos mais altos do continente, incluindo os Montes Virunga, Mitumba e Ruwenzori. Muitos dos seus picos têm (ou tiveram no passado) actividade vulcânica, como os montes Kilimanjaro, Quénia, Karisimbi, Nyiragongo, Meru e Elgon, assim como as Crater Highlands in Tanzânia. O vulcão Ol Doinyo Lengai continua activo, sendo o único vulcão de natrocarbonatite no mundo. Outra zona vulcânica extremamente activa é o Triângulo de Affar, no Djibouti.

Vulcão de Nyiragongo.
No Quénia o Vale é mais profundo a norte de Nairobi e exibe lagos pouco profundos mas com elevado conteúdo mineral. Por exemplo, o Lago Magadi é quase soda sólida (carbonato de sódio) e os lagos Elmenteita, Baringo, Bogoria e Nakuru são todos extremamente alcalinos; o Lago Naivasha tem fontes de água doce, o que lhe permite ter uma elevada biodiversidade.
Continuando a separação das placas, dentro de alguns milhões de anos, a África Oriental será inundada pelo Oceano Índico e formar-se-á uma grande ilha com a região da costa de África.
Na Grande Fenda Africana têm-se depositado, ao longo dos anos, sedimentos provenientes da erosão das suas margens e este ambiente é propício à conservação de despojos orgânicos. Por essa razão, tiveram aqui lugar importantes descobertas antropológicas, especialmente em Piedmont, no Quénia, onde foram encontrados os ossos de vários hominídeos, que se pensa serem antepassados do homem actual. O achado mais importante, de Donald Johanson, foi um esqueleto quase completo de um australopitecíneo, que foi chamado "Lucy". Richard e Maeve Leakey têm também trabalhado nesta região.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Rift

01 julho 2010

UM CONGRESSO QUE VALE A PENA

FIBoPS EM RITMO DE CONQUISTA
Responsabilidade e rigor técnico garantem adesões importantes a Feira

A 3ª FIBoPS – Feira e Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade, que se realiza no período de 27 a 29 de Julho no Centro de Convenções Frei Caneca , teve esta semana 02 grandes conquistas: a confirmação da presença da Sra. Isabella Teixeira, Ministra do Meio Ambiente na abertura da Feira, e o apoio institucional da CN Net (Climate Neutral Network) iniciativa da UNEP (United Nations Environment Programme), órgão da ONU. Conquistas estratégicas para um evento de natureza técnica com o foco em Sustentabilidade.

PARCEIROS QUALIFICADOS E PREOCUPAÇÃO COM A MOBILIDADE URBANA E EMISSÕES

Desde seu inicio, a FIBoPS prima pelo rigor conceitual da iniciativa comprometida com a inovação pela sustentabilidade. É uma das primeiras feiras de sustentabilidade do país que adota o formato de neutralização via certificado ONU com código de rastreabilidade. Isto significa pagamento imediato das emissões, direcionando a compensação para manutenção de florestas nativas em pé.

A Green Domus, empresa especializada em neutralização é a responsável pelo inventário e neutralização do evento. Esta opção desencadeou outra atitude inovadora de benefício aos expositores e participantes, a entrega dos stands já montados, mobiliados, prontos para uso e com selo de neutralização. É conveniência e responsabilidade, permitindo o consumo responsável dos expositores que adquirem serviços já certificados. São detalhes que fazem a diferença na pegada ecológica da montagem de eventos, puxando para baixo as emissões, e assegurando a participação responsável dos expositores.

Outro parceiro estratégico da FIBoPS, é a Eldorado – radio oficial do evento, responsável pela divulgação e presente com entradas ao vivo nos 03 dias de realização da FIBoPS. A Eldorado é reconhecida pela atuação na defesa das causas ambientais com uma grade especifica sobre tema, além do famoso projeto Pintou Limpeza que desenvolve há 10 anos.

A localização da FIBoPS é grande diferencial por levar em conta a mobilidade urbana e suas emissões. Desde a primeira edição, a preocupação com as necessidades de transporte, acomodação e lazer do publico visitante está presente nas escolhas dos organizadores. A localização (região da Paulista) do evento foi uma escolha estratégica e decisiva que considerou o fácil acesso de qualquer lugar de origem do visitante, próximidade com os principais serviços da cidade, e principalmente, servido de todas as opções de transportes. O centro de Convenções Frei Caneca está dentro de um Shopping com serviços de banco, correio, supermercado, praças de alimentação, teatro e cinema. São fatores que baixam as emissões, reduz o fluxo de transito e o tempo de mobilidade do visitante, além de oferecer total conveniência para a execução de atividades de rotina do cidadão.

CONTEUDO E INOVAÇÃO, DIFERENCIAIS DA FIBoPS

A grade técnica da Feira sempre primou pela qualidade de seus palestrantes e temas abordados. São especialistas e lideranças com trajetórias dedicadas a gestão da sustentabilidade. Falam com conhecimento de causa, fundamentados pela experiência comprovada na área. Este ano, a FIBoPS conta com um auditório principal onde se realiza o Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade com a presença de 21 especialistas âncoras, sendo 06 deles de outros países: USA, França, Reino Unido, Austrália, Uruguai, Espanha.

Além do auditório principal, a FIBoPs conta com 02 salas técnicas e um coreto interativo com livre acesso. Nestes espaços ocorrem palestras, oficinas, workshops, jogos corporativos, e atividades artísticas e culturais com o foco em sustentabilidade para livre acesso dos visitantes. São pesquisadores, gestores e consultores convidados que compartilham gratuitamente seus conhecimentos técnicos gerenciais. No pátio de exposições, teremos a primeira motocicleta Bi-Combustível do mundo e outras inovações tecnológicas.

PÚBLICO ESPECIALIZADO E FORMADOR DE OPINIÃO

Uma programação intensa e simultânea que reúne a massa critica da sustentabilidade, garante inovação e conteúdo qualificado aos visitantes e expositores da 3ª FIBoPS.

O público é altamente especializado e formador de opinião. Em 2009, mais de 70% tinha curso superior completo e especialização, confirmando o nível de conhecimento na área.

SOBRE A FIBoPS

A FIBoPS surgiu para mobilizar lideranças e corpos técnicos em torno das oportunidades e desafios da nova configuração global impactada pela escassez dos recursos e fenômenos climáticos. Em sua terceira edição, é reconhecida como o maior intercâmbio internacional pró-sustentabilidade do país.

Na FIBoPS, expositores e sociedade terão acesso as inovações tecnológicas e gerenciais, tendências corporativas e novos produtos. Personalidades nacionais e internacionais marcam presença apresentando a competitividade e avanços de seus setores e empresas.

A 3ª FIBoPS conta com apoios de importantes organismos nacionais e internacionais. Entre eles, o IAPMEI (Ministério da Economia e Inovação de Portugal), o Instituto Brasil PNUMA (Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), CN Net -Climate Neutral Network (iniciativa da UNEP, organismo da ONU), 350.org (ONG Internacional), Brasil 2020 (Campanha Internacional do Clima), FIEMG, FIESP, IEL/FIESC,AFRAS, SECOVI, PROTEC, entre outros.

A FIBoPS faz parte do Calendário CEBoPS 2010 (Compromisso Empresarial pelas Boas Práticas Socioambientais) do Instituto Mais.

Mais Informações no site fibops.com.br

São Paulo, 30 de Junho de 2010

28 junho 2010

A IMPORTÂNCIA DE PRESERVAÇÃO DAS BALEIAS

Fezes de baleia ajudam no combate ao aquecimento global
Ter, 15/06/2010, 08h30



PARIS (AFP) - As baleias cachalote do Oceano Austral são aliados inesperados na luta contra o aquecimento global, por removerem o carbono equivalente ao emitido por 40 mil carros a cada ano graças a suas fezes, revela um estudo que será publicado esta quarta-feira no periódico britânico Proceedings of the Royal Society B.

Anteriormente os cientistas acusavam os cetáceos como culpados porque, na respiração, expiram dióxido de carbono (CO2), o tipo mais comum de gás de efeito estufa.


Mas esta era apenas uma análise parcial, demonstra o novo estudo.


Biólogos australianos calcularam que as cerca de 12 mil baleias cachalotes do Oceano Austral defecam, cada uma, cerca de 50 toneladas de ferro no mar a cada ano, após digerirem os peixes e lulas, que são a base de sua dieta.


O ferro é um excelente alimento para o fitoplâncton - plantas marinhas que vivem perto da superfície do oceano e que tiram CO2 da atmosfera através da fotossíntese.


O Oceano Austral é rico em nitrogênio e pobre em ferro, que é essencial ao fitoplâncton.


Como resultado desta fertilização orgânica do ambiente marinho, as baleias ajudam a remover 400.000 toneladas de carbono a cada ano, duas vezes mais que as 200 mil toneladas de CO2 que elas liberam através da expiração.


Comparativamente, 200 mil toneladas de CO2 equivalem às emissões de quase 40.000 carros de passageiros, segundo estimativas do site da agência ambiental americana (EPA).


Segundo a EPA, com base em um cálculo feito em 2005, um veículo de passageiros que roda 20 mil quilômetros por ano emite mais de cinco toneladas de CO2 ou carbono equivalente ao ano.


As fezes das baleias são muito eficazes porque são liberadas em estado líquido e perto da superfície marinha, antes de os mamíferos mergulharem, destaca o artigo.


A pesca industrial da baleia não só ameaça seriamente as cachalotes austrais, como também compromete um amplo sequestro de carbono, acrescentou.


Antes da pesca industrial de baleias, a população da espécie era cerca de 10 vezes maior, o que significa que dois milhões de toneladas de CO2 eram removidas anualmente, segundo o artigo.


Os cientistas suspeitam que devido ao fato de as cachalotes se reunirem em áreas específicas do Oceano Austral, há um vínculo claro entre a disponibilidade de alimentos e as fezes dos cetáceos.


Isto pode explicar o "paradoxo krill", acreditam. Tempos atrás, os cientistas descobriram que quando as baleias-minke são mortas, a quantidade de krill, minúsculos crustáceos, nesta área declinam, afetando toda a cadeia alimentar.


O estudo foi conduzido por Trish Lavery, da Escola de Estudos Biológicos da Universidade Flinders, em Adelaide (Austrália).


O futuro de baleias cachalote e outras espécies será debatido na próxima semana em Agadir, Marrocos, onde a Comissão Baleeira Internacional (CBI) discutirá um plano para relaxar uma moratória de 24 anos na pesca comercial à baleia.

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100615/saude/ambiente_clima_esp__cies

27 junho 2010

O PLANETA TERRA E SUAS CURIOSIDADES

CURIOSIDADES

CONTINENTES E MEIO AMBIENTE



ÁFRICA
Ponto mais elevado: Monte Kilimanjaro (Tanzânia), 5.895m
Maior Depressão: Lago Assal (Djibuti), - 155m
Maior Ilha: Madagascar, 587.041 Km2
Maior Mar: Mediterrâneo, 2.505.000 Km2
Maior Golfo: da Guiné, 1.530.000 Km2
Maior Lago: Vitória (Uganda, Tanzânia, Quênia), 68.100 Km2
Maior Rio: Nilo, 6.671 Km
Maior Bacia Hidrográfica: do Congo, 3.690.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 57,7º C, em El Azizia, na Líbia)
Temperatura mínima registrada: - 23,9ºC, em Ifrane, Marrocos
Capital mais elevada: Adis-Abeba (Etiópia), 2.408m
Altitude média: 750 m
Quantidade Média de chuva: 825 mm anuais
Extensão do litoral: 40.142 Km
Área Florestada: 5.202.370 Km2
Desmatamento: 187.410 Km2
Áreas de Conservação: 5,2% do território
Recursos Hídricos per capita: 5,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 1,1 t

AMÉRICAS
América do Norte
Ponto mais elevado: Monte McKinley (EUA/Alasca), 6.194 m
Maior Depressão: Vale da Morte (EUA), 86 m
Maior Ilha: Groelândia, 2.175.600 Km2
Maior Mar: Mar Glacial Ártico, 14.090.000 Km2
Maior Golfo: Golfo do México, 1.544.000 Km2
Maior Lago: Superior (EUA/Canadá), 84.131 Km2
Maior Rio: Mississippi-Missouri, 5620 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Mississippi, 3.328.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 56,7ºC, no Vale da Morte, EUA
Temperatura mínima registrada: - 66ºC, em Northice, Groelândia
Cidade mais elevada: Toluca (México), 2.680 m
Altitude média: 720 m
Área Florestada: 5.365.290 Km2
Desmatamento: 13.690 Km2
Áreas de Conservação: 11,7% do território
Recursos Hídricos per capita: 17,9 mil Km2
Emissão de CO2 per capita: 19,9 t

América Central

Área Florestada: 5.365.290 Km2
Desmatamento: 13.690 Km2
Áreas de Conservação: 5,6% do território
Recursos Hídricos per capita: 8,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 3,6 t

América do Sul

Ponto mais elevado: Monte Aconcágua (Argentina/Chile), 6.960 m
Maior Depressão: Salinas Chicas (Argentina), 42 m
Maior Ilha: Marajó, 48.450 Km2
Maior Lago: Maracaibo (Venezuela): 11.243 Km2
Maior Rio: Amazonas, 6.868 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Amazonas, 7.050.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 48,9ºC, em Rivadavia, Argentina
Temperatura mínima registrada: - 33ºC, em Colonia, Argentina
Capital mais elevada: La Paz (Bolívia), 3.627 m
Altitude média: 590 m
Extensão do litoral: 28.700 Km
Área Florestada: 8.705.940 Km2
Desmatamento: 238.720 Km2
Áreas de Conservação: 7,4 % do território
Recursos Hídricos per capita: 30 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 2,4 t


ANTÁRTICA
Ponto mais elevado: Monte Vinson, 5.140 m
Maior Depressão: Fossa subglacial Bentley, - 2.538 m
Maior Mar: mar de Weddell, 2.800.000 Km2
Temperatura mínima registrada: - 89,2 ºC, na Estação Vostok
Vulcão Ativo mais elevado: Monte Erebus, 3.794 m
Península mais extensa: Península Antártica, 1,3 mil Km

ÁSIA
Ponto mais elevado: Monte Everest (Nepal/China), 8.848 m
Maior Depressão: Mar Morto (Israel/Jordânia), - 395 m
Maior Ilha: Bornéu, 736.000 Km2
Maior Mar: Mar da China Meridional, 2.316.260 Km2
Maior Golfo: Golfo de Bengala, 2.172.000 Km2
Maior Lago: Mar Cáspio (Azerbaidjão/ Federação Russa/ Cazaquistão/ Irã/ Turcomenistão), 371.000 Km2
Maior Rio: Chang Jiang, 5.800 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Obi, 2.975.00 Km2
Capital mais elevada: Sanaa (Iêmen), 2.350 m
Altitude média: 960 m
Extensão do litoral: 252.776 Km (exclui costa da Federação Russa)
Área Florestada: 5.030.010 Km2
Desmatamento: 145.040 Km2
Áreas de Conservação: 5,3 % do território
Recursos Hídricos per capita: 3,8 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 2,3 t

EUROPA
Ponto mais elevado: Monte Elbro (Federação Russa), 5.642 m
Maior Depressão: Mar Cáspio (Azerbaidjão/ Federação Russa/ Caziquistão/ Irã/ Turcomenistão), 28m
Maior Ilha: Grã-Bretanha, 229.885 Km2
Maior Mar: Mar do Norte, 580.000 Km2
Maior Golfo: Golfo de Bothnia, 117.000 Km2
Maior Lago: Ladoga (Federação Russa), 18.400 Km2
Maior Rio: Volga, 3.531 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Volga, 1.360.000 Km2
Capital mais elevada: Andorra la Vella (Andorra), 1.070 m
Altitude média: 340 m
Extensão do litoral: 113.725 Km (inclui a costa da Federação Russa)
Área Florestada: 9.333.260 Km2
Reflorestamento: 25.940 Km2
Áreas de Conservação: 4,7% do território
Recursos Hídricos per capita: 8,5 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 8,5 t

OCEANIA
Ponto mais elevado: Monte Wilhelm (Papua Nova Guiné), 4.508 m
Maior Depressão: Lago Eyre (Austrália), - 12 m
Maior Ilha: Nova Guiné, 785.000 Km2
Maior Mar: Mar da Tasmânia, 3.300.000 Km2
Maior Golfo: Golfo da Carpentária, 310.000 Km2
Maior Lago: Eyre (Austrália), 9.583 Km2
Maior Rio: Murray-Darling, 3.490 Km
Maior Bacia Hidrográfica: Bacia do Murray-Darling, 910.000 Km2
Temperatura máxima registrada: 53,1ºC, em Cloncurry, Austrália
Temperatura mínima registrada: - 22,2ºC, em Charlotte Pass, Austrália
Altitude média: 340 m
Quantidade Média de Chuva: 520 mm anuais
Extensão do litoral: 30.663 Km
Área Florestada: 906.950 Km2
Desmatamento: 4.540 Km2
Áreas de Conservação: 7,1% do território
Recursos Hídricos per capita: 57 mil m2
Emissão de CO2 per capita: 11,3 t
Fontes: ALMANAQUE ABRIL MUNDO 2001 e http://www.aultimaarcadenoe.com/continentes.htm (Por Renata de Freitas Martins)