20 novembro 2010

GARRAFAS PET - UMA ALTERNATIVA DE RECICLAR




Queridos leitores e leitoras, recebi um e-mail de uma amiga, com as dicas acima para reciclagem parcial das garrafas pet.
Cortar o gargalo das garrafinhas para usá-los para fechar sacos plásticos com alimentos ou outras utilidades.




07 novembro 2010

A ARQUITETURA ARROJADA DE DUBAI E USO DA ENERGIA SOLAR










Estive vendo pela TV as obras futuristas de Dubai.


É óbvio que não concordo com a revolução no ecossistema que a engenharia de Dubai tem provocado, mas chamou-me a atenção, a utilização da energia solar e a eólica em suas obras babalescas.


Tem até um edifício com 200 apartamentos que giram em 360° com o uso de energia solar.


Fontes:www.gstriatum.com/pt e

09 outubro 2010

LAMA TÓXICA DA HUNGRIA CHEGA DIA 11/10 NA SÉRVIA

As autoridades da Sérvia anunciaram que a lama tóxica que vazou na Hungria e chegou ao Rio Danúbio, deve atingir o país nesta segunda-feira (11/10/201). Segundo o serviço hidrometereológico sérvio e o Departamento para Situações de Emergência do Ministério do Interior, em Bezdan, ponto em que o Rio Danúbio começa na Sérvia, o estado de emergência é máximo.

De acordo com as medições feitas pelas autoridades sérvias ontem, o PH da água do rio ainda está normal, marcando 7,9 (valores normais de PH são entre 6,8 e 8,5). Branislav, Gavric, funcionário do Instituto Hidrometeorológico sérvio, afirmou que o fato de a água continuar com um bom pH é animador, mas acrescentou que o grau de contaminação do Danúbio na Sérvia ainda não pode ser medido com exatidão. "Pode ser insignificante, mas também pode levar a consequências graves, como a morte de peixes. Depende da reabilitação da agua em território húngaro", afirmou.

Predrag Maric, membro do Departamento para Situações de Emergência do Ministério do Interior, disse que as autoridades sérvias estão em pleno contato com a Hungria e preparados para conter a lama tóxica. "Há três cenários que podem acontecer com a chegada da lama: no primeiro, as substâncias tóxicas se diluem devido ao volume de água do Danúbio, eliminando qualquer perigo; no segundo, determinadas quantidades de poluentes chegam a Sérvia e provocam a morte de peixes e outros animais e num terceiro, o pior e o menos provável , há a contaminação por alta concentração tóxica, que provocará o corte do abastecimento de água nacional", explicou Maric.

" O Danúbio na Sérvia não está contaminado, por enquanto. O país está pronto para reagir em caso de ameaças como essas", afirmou ontem o ministro do Meio Ambiente, Oliver Dulic.

Hungria

Hoje o governo húngaro reconheceu a gravidade do acidente ambiental e decidiu evacuar a região próxima ao desastre. A organização ambientalista Greenpeace afirmou em comunicado que o vazamento tóxico na Hungria inutilizou 40 mil hectares de terra para a agricultura por vários anos.

"A situação é muito grave. Não queremos criar grandes esperanças", resumiu o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban na localidade de Ajka, para onde foram evacuados os 800 habitantes do povoado de Kolontar, local mais afetado pela avalanche tóxica carregada de metais pesados.

Fonte:http://operamundi.uol.com.br/noticias

26 agosto 2010

ENQUANTO ISTO, A UMIDADE RELATIVA DO AR CHEGA A 8% EM PRESIDENTE PRUDENTE



1 - Um incêndio de grandes proporções atinge na tarde desta quinta-feira uma fábrica de tintas na estrada João de Goes, no município de Jandira, na Grande São Paulo. O fogo começou por volta das 15h e até as 16h30 ainda havia equipes do Corpo de Bombeiros tentando apagar as chamas. Há uma grande quantidade de material inflamável no local.
Sete carros da corporação de Barueri e mais 12 de São Paulo estão no local. Não há informações sobre vítimas.
De acordo com a Viaoste, concessionária responsável pela rodovia, a fumaça não atrapalha a visibilidade na pista da rodovia Castello Branco.
Outro incêndio - Mais cedo, outro incêndio atingiu a favela Vila Remo, no Butantã, Zona Oeste de São Paulo. O fogo já foi controlado e não houve vítimas. De acordo com os bombeiros, o tempo seco seria um dos fatores que provocaram o incêndio.
Na quarta-feira, duas favelas na Zona Sul de São Paulo foram atingidas por incêndios. No total, 150 casas foram queimadas.
Até as 15h de hoje, os bombeiros já haviam atendido a 58 ocorrência de incêndio em vegetação no estado de São Paulo.

2 - No centro do país, a massa de ar seco, que há meses impede a formação de chuva na região, está contribuindo para o aumento nas queimadas. A baixa umidade do ar contribui para que o fogo se alastre rapidamente. Saiba como está a situação no Tocantins e no triângulo mineiro.O incêndio teria começado às margens da rodovia de acesso a Indianópolis, a cinco quilômetros da cidade. Com a vegetação muito seca e o vento forte, não demorou muito para as chamas se espalharem.Cafezal, pasto e reservas florestais foram atingidos. Em alguns pontos, nem os aceiros funcionaram. No desespero, galhos foram usados como abafadores. Cada um tentava ajudar de alguma forma. Caminhões-pipa tiveram que ser contratados para reforçar o trabalho.Em pouco mais de uma hora e meia, pelo menos sete fazendas tinham sido atingidas. Na avaliação de quem lutava para conter o fogo, cerca de 150 hectares foram devastados.Na propriedade do agricultor Ivo Fernandes por pouco as chamas não chegaram até a casa. “Eu perdi o pasto. O gado foi levado para o curral para não queimar. Se tivesse no pasto, teria queimado também. As reservas e as cercas foram todas queimadas. O prejuízo é muito grande”, avaliou.Na Ilha do Bananal, a região com o maior número de focos de incêndio no Tocantins, colunas de fumaça se erguem no Parque Nacional do Araguaia e nas reservas indígenas.Brigadistas tentam ser mais ágeis que a velocidade das chamas. São horas de caminhada e de trabalho sem descanso e, às vezes, sem comida.“Vou dormir tarde e levantar cedo. Na ilha é bom porque se combate à noite e durante o dia se descansa. Como está em emergência, está muito puxado. Mas vamos vencer, eu tenho certeza”, disse a Brigadista Ricardina Alves.O fogo já destruiu quase a metade do Parque Nacional do Araguaia. São cerca de 150 mil hectares.
Fonte: Globo RuralCadastrada em: 23/8/2010
3 -Nasa divulga foto de queimadas em Rondônia
4 - ............e, lá se vão nossas florestas...nossos animais...!!!

23 agosto 2010

QUEIMADAS...............

Onde estão as autoridades deste país que ainda não acordaram para o que está acontecendo?

Queimadas multiplicadas...ateadores de fogo, criminosos dolosos à solta!!!

Cadeia foi feita para criminosos, e, estas mentes doentias estão destruindo nossas florestas, nosso país, nossa vida, nosso planeta!

Multas milhorárias precisam ser aplicadas...!


O ar está irrespirável, aqui no interior de São Paulo... umidade relativa do ar chega aos 12%.

Precisamos dar um BASTA nesta situação, e tem que ser agora...pois logo será longe demais e só restarão cinzas....!!!!

Onde estão os Senhores do Judiciário?

Vejam o crime hediondo acontecendo barbaremente às nossas vistas!

Senhor, como pode tanto horror perante os céus...

Assistir aquela reportagem do Fantástico...onde o fogo está se multiplicando... e os assassinos da natureza?

Onde estão?

Impunes!

ESTAMOS NOS MATANDO!!!

18 agosto 2010

COCA-COLA - ESTÁ RECICLANDO SUAS GARRAFAS




A Coca-Cola possui vários programas de reciclagem pelo mundo, como por exemplo os de garrafas PET.
Mais recentemente, a Coca-Cola se uniu nos Estados Unidos com a Emeco, uma fabricante de cadeiras. Juntos, realizaram um projeto especial de recriar a clássica cadeira Navy Chair inteiramente com garrafas PET recicladas. E não é com uma, nem 10. São 111 garrafas PET recicladas por cadeira – que é útil, bonita, resistente, pode vir em diversas cores e é metade do preço da original.
O produto é resultante da mistura de plástico PET (60%) e uma combinação especial de outros materiais, incluindo pigmento para as cores e fibra de vidro para melhorar a resistência do produto final (desenvolvidos em parceria com a BASF). Estima-se que cerca de 3 milhões de garrafas plásticas, tipo PET, serão reaproveitadas anualmente para a produção da linha de cadeiras que recebe o nome de “111 Navy Chair”, que estarão disponíveis para a venda a partir de junho de 2010, e já estão confirmardas em seis cores: vermelho coca-cola, neve, pedra, grama, caqui e carvão.
A Emeco garante que a “111 Navy” terá os mesmos atributos que a “Navy 1006”, ou seja, será igualmente durável, confortável e forte. Para o lançamento rolou uma campanha publicitária que mostra a cadeira inserida num bloco de gelo de uma tonelada, criado pelo escultor Duncan Hamilton, e fotografado por Peer Lindgreen. A responsável é a agência Wieden + Kennedy de Londres.

QUEIMADAS, ATÉ QUANDO?


Por Alexandre Camargo Coutinho

A acelerada dinâmica de uso das terras e a elevada incidência de pontos de queimadas observadas na região da Amazônia Legal, na última década, atingiram proporções alarmantes, atraindo as atenções de políticos, ambientalistas e da sociedade em geral. Diferentes políticas, estratégias e ações de monitoramento e controle das queimadas foram propostas no decorrer desse período, com o objetivo de conter o deslocamento e o avanço da fronteira agrícola sobre as áreas de vegetação natural remanescente, mais especificamente sobre a Floresta Tropical Úmida. O Estado do Mato Grosso, localizado na região da Amazônia Legal, apresenta características especiais para o entendimento das relações entre a ocupação das terras e a incidência das queimadas, pois congrega em seu território uma importante diversidade ambiental e sócio econômica, favorecendo o desenvolvimento das análises propostas. Este trabalho identificou e mapeou a dinâmica de queimadas no Estado do Mato Grosso e procurou identificar seus principais condicionantes, baseando-se em análises espaciais e estatísticas, desenvolvidas com os dados de queimadas e de variáveis ambientais, econômicas e sociais.

O fenômeno das queimadas está forte e intimamente relacionado aos desmatamentos. Existem, basicamente, duas condições definindo essa associação: 1) a abertura de novas áreas, na frente de expansão da fronteira agrícola, dependentes da utilização do fogo para eliminar os restos de matéria orgânica resultante do corte e derrubada da floresta; 2) os agentes da ocupação inicial das novas áreas, incorporadas à atividade agropecuária, são geralmente agricultores e pecuaristas descapitalizados, voluntários ou assentados por programas governamentais, que adotam sistemas de produção convencionais, fortememte apoiados no uso do fogo.

A série histórica dos dados de queimadas deve ser vista como uma variável com potencial dinâmico e não simplesmente a ser utilizada na identificação e localização de pontos isolados. A compreensão desse fenômeno passa invariavelmente por uma análise da sua dinâmica, pois ações isoladas de monitoramento, combate e controle de queimadas ou desmatamentos, serão incipientes se não houver um esforço prévio de compreensão dos fenômenos que regem essas ações.

Não há dúvidas quanto aos impactos negativos da componente especulativa da posse da terra, cujo incentivo pode ocorrer tanto pela utilização das vias de acesso, abertas pela extração seletiva de madeira, quanto pela abertura de estradas por parte dos governos municipal, estadual e federal. Da mesma forma, não há mais como questionar a eficiência da adoção de estratégias radicais de transformação da paisagem, como a erradicação total da cobertura vegetal original, no processo de disputa e posse da terra. Inúmeras evidências convergem para a situação de absoluto desconhecimento e descontrole fundiário, na região da Amazônia Legal, como a principal componente responsável pela ferocidade e agressividade percebidas no processo de disputa pela posse das terras.

A autonomia do mercado de terras estabelecido na região prevalece sobre as irrisórias, pontuais e ineficientes políticas e ações preservacionistas, deflagradas pelos governos estadual e federal. Pior: as políticas desenvolvimentistas e preservacionistas, deflagradas contemporaneamente por diferentes setores do governo, são incompatíveis e agravam os problemas, gerando inúmeros conflitos de ordem ecológica, social, econômica e fundiária, ainda mal dimensionados e mal conhecidos.

A análise, a discussão e a compreensão desse cenário, complexo e dinâmico, são fundamentais e inevitáveis se realmente houver disposição para mudar o quadro atual de políticas públicas e ações de comando e controle e para formatar novas alternativas de atividades antrópicas ecologicamente sustentáveis, economicamente menos gananciosas e socialmente mais justas. Enquanto as queimadas forem tratadas como um fenômeno isolado, continuaremos assistindo ao agravamento da já complexa situação fundiária, ambiental, agrícola, social e econômica da Amazônia.