16 março 2011

O QUE É A ENERGIA NUCLEAR E OS EFEITOS DA RADIOATIVIDADE SOBRE OS SERES VIVOS

Energia nuclear

As diferentes definições
É a energia liberada quando ocorre a fissão dos átomos. Num reator nuclear ocorre em uma seqüência multiplicadora conhecida como "reação em cadeia".

Energia de um sistema derivada de forças coesivas que contêm prótons e nêutrons juntos como o núcleo atômico.

É a quebra, a divisão do átomo, tendo por matéria prima minerais altamente radioativos, como o urânio.

Os prótons têm a tendência de se repelirem, porque têm a mesma carga (positiva). Como eles estão juntos no núcleo, comprova-se a realização de um trabalho para manter essa estrutura, implicando, em conseqüência, na existência de energia no núcleo dos átomos com mais de uma partícula. A energia que mantém os prótons e nêutrons juntos no núcleo é a ENERGIA NUCLEAR.

Alguns isótopos de certos elementos apresentam a capacidade de, através de reações nucleares, emitirem energia durante o processo. Baseia-se no princípio que nas reações nucleares ocorre uma transformação de massa em energia. A reação nuclear é a modificação da composição do núcleo atômico de um elemento podendo transformar-se em outro ou outros elementos. Esse processo ocorre espontaneamente em alguns elementos; em outros deve-se provocar a reação mediante técnicas de bombardeamento de nêutrons ou outras.

A energia que o núcleo do átomo possui, mantendo prótons e nêutrons juntos, denomina-se energia nuclear. Quando um nêutron atinge o núcleo de um átomo de urânio-235, dividindo-o com emissão de 2 a 3 nêutrons, parte da energia que ligava os prótons e os nêutrons é liberada em forma de calor. Este processo é denominado fissão nuclear.

Existem duas formas de aproveitar a energia nuclear para convertê-la em calor: A fissão nuclear, onde o núcleo atômico se subdivide em duas ou mais partículas, e a fusão nuclear, na qual ao menos dois núcleos atômicos se unem para produzir um novo núcleo.

A energia nuclear provém da fissão nuclear do urânio, do plutônio ou do tório ou da fusão nuclear do hidrogênio. É energia liberada dos núcleos atômicos, quando os mesmos são levados por processos artificiais, a condições instáveis.

Todos os materiais são formados por um número limitado de átomos, que, por sua vez, são caracterizados pela carga elétrica de seu núcleo e simbolizados pela letra Z. Em física, a descrição adequada do átomo para a compreensão de um determinado fenômeno depende do contexto considerado. Podemos considerar o núcleo como composto de prótons, com carga elétrica positiva, e nêutrons, sem carga. Ambos são denominados genericamente núcleons. A letra Z que caracteriza cada um dos átomos, naturais ou artificiais, representa o número de prótons no núcleo. A maior parte da massa do átomo está concentrada em seu núcleo, que é muito pequeno (10- 12 cm a 10- 13 cm ). Prótons e nêutrons têm massa aproximadamente igual, da ordem de 1,67 x 10- 24 gramas , e são caracterizados por parâmetros específicos (números quânticos) definidos pela mecânica quântica, teoria que lida com os fenômenos na escala atômica e molecular.

Os prótons, por terem a mesma carga, se repelem fortemente devido à força eletrostática. Isso tenderia a fazer com que essas partículas se afastassem umas das outras, o que inviabilizaria o modelo. Mas, como os núcleos existem, podemos concluir que deve existir uma força de natureza diferente da força eletromagnética ou da força gravitacional � e muito mais intensa que estas � que mantém os núcleos coesos. Quanto maior a energia de ligação média (soma de todos os valores das energias de ligação dividida pelo número de partículas), maior a força de coesão do núcleo.
Reação em cadeia

A base da energia nuclear e, conseqüentemente, dos reatores é a reação em cadeia, na qual os núcleos dos átomos de determinados elementos se fissionam, são liberados dois ou três nêutrons por fissão, além de energia na forma de calor. Alguns destes nêutros fissionam novos núcleos, que por sua vez liberam mais nêutrons e energia. Este processo de fissionamentos subsequentes é denominado reação em cadeia. Os reatores de potência são instalações projetadas para operar utilizando a energia liberada pela reação em cadeia autosustentada, de forma controlada, para gerar calor."
Fissão nuclear

É a reação pela qual um nêutron ao se chocar com um núcleo atômico faz este se partir liberando uma certa quantidade de energia e mais alguns nêutrons. Estes novos nêutrons vão se chocar com outros núcleos e produzir novas fissões e, conseqüentemente, mais nêutrons. Desenvolve-se assim a chamada reação em cadeia. Num reator nuclear, a reação em cadeia é controlada inserindo-se barras de elementos absorvedores de nêutrons, que impedem o aumento excessivo do numero de nêutrons.

Uma reação de fissão nuclear libera uma energia 10 milhões de vezes maior que uma convencional. A fissão de 1 kg de urânio 235 libera 18,7 milhões de kilovolts/hora em forma de calor. O processo de fissão iniciado pela absorção de um nêutron por um núcleo de urânio 235 também libera uma média de 2,5 nêutrons, além de dois novos núcleos, provocando novas fissões nos núcleos de urânio 235, constituindo assim uma reação em cadeia que leva à liberação continuada de energia nuclear.

Os primeiros reatores de energia nuclear em grande escala foram construídos em 1944, nos Estados Unidos, para a produção de material para armas nucleares. Posteriormente, em todo o mundo, foram construídos diferentes tipos de reator (diferenciados pelo combustível, pelo moderador e pelo refrigerante empregados) para a produção da energia elétrica. O reator a água leve usa como combustível o urânio 235 (também chamado de urânio enriquecido) e como moderador e refrigerante água comum muito purificada. No reator a água pressurizada, o moderador e refrigerante é água leve a uma pressão de cerca de 150 atmosferas. A maior parte dos reatores nucleares para produção de energia elétrica construídos no mundo é desse tipo, incluindo o da usina brasileira de Angra 1.

No reator a água em ebulição, a água de refrigeração se mantém a uma pressão menor, o que faz com que ferva. Outros tipos de reator menos usados incluem o reator a água pesada, no qual o combustível é urânio 238 (urânio natural) e o moderador e refrigerante é o deutério, um isótopo do hidrogênio; e os reatores rápidos, em que a fissão é feita por nêutrons rápidos, isto é, de altas energias (nos outros tipos, são usados nêutrons de baixas energias, também chamados nêutrons térmicos). Nos reatores rápidos, o combustível pode ser urânio natural, tório ou plutônio. São refrigerados a sódio e não utilizam moderador, justamente para manter a alta energia dos nêutrons.

A queima do combustível nuclear no reator resulta nos chamados produtos de fissão. São isótopos que não existem naturalmente e são altamente radioativos. Alguns permanecem milhares de anos liberando radiação. Por isso, seu manuseio e seu armazenamento exigem cuidados especiais.

Fusão nuclear

A liberação de energia nuclear pode produzir-se também através da fusão de dois núcleos leves em um mais pesado. A energia irradiada pelo Sol deve-se a reações de fusão que se produzem em seu interior.

A fusão nuclear artificial foi obtida pela primeira vez em princípios da década de 1930, com o bombardeio de um alvo que continha deutério por núcleos de deutério, acelerados num cíclotron para alcançar altas energias. Na década de 1950, produziu-se a primeira liberação em grande escala de energia de fusão em testes de armas nucleares realizados pelos Estados Unidos, a antiga União Soviética, a Grã-Bretanha e a França. É um tipo de liberação breve e não controlada, que serve para bombas, mas não para a produção de energia elétrica.
A ciência ainda não conseguiu resolver o principal problema para a utilização comercial da fusão nuclear na produção de eletricidade: a energia necessária para acelerar os núcleos de deutério e fazê-los colidirem e se fundirem é muito maior que a energia obtida. Por isso, os pesquisadores ainda buscam maneiras mais eficientes de esquentar o gás a altas temperaturas e armazenar uma quantidade suficiente de núcleos durante um tempo longo o bastante para permitir a liberação de uma energia maior que a necessária para aquecer e armazenar o gás. Outro problema importante é a captura dessa energia e sua conversão em eletricidade.

Fusão nuclear

Em dezembro de 1993, os pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, usaram o Reator Experimental de Fusão Tokamak para produzir uma reação de fusão controlada que gerou 5,6 megawatts. O reator consumiu mais energia do que produziu durante seu funcionamento.

Para a energia de fusão se tornar viável, oferecerá as seguintes vantagens: 1) uma fonte ilimitada de combustível, o deutério procedente da água dos oceanos; 2) baixo risco de acidente no reator, já que a quantidade de combustível no sistema é muito pequena; e 3) resíduos muito menos radioativos e mais simples de manejar que os procedentes dos sistemas de fissão.

O que é radiação ou radioatividade ?

Radiação é a emissão e propagação de energia através da matéria ou do espaço, por meio de perturbações eletromagnéticas que apresentam duplo comportamento: como onda e como partículas. Neste caso as partículas são conhecidas como fótons. O termo foi estendido para incluir feixes de partículas com altas velocidades (partículas alfa e beta, nêutrons livres, radiação cósmica, etc.).

Radiação nuclear é aquela emitida de núcleos atômicos nas várias reações nucleares, incluindo radiações alfa, beta e gama e nêutrons.

Em 1896, um cientista francês, Antoine Becquerel, estava estudando o elemento urânio. Casualmente, ele colocou o urânio perto de uma placa fotográfica e, olhando para a placa, algum tempo depois, viu marcas pretas incomuns sobre ela. O urânio estava desprendendo, ou emitindo, partículas (ou raios), que estavam afetando a placa. Foi assim que se descobriu a radiação.

A radiação é emitida por muitos outros elementos, além do urânio � rádio, potássio, tório, carbono e iodo são apenas alguns desses elementos �, chamados radioativos. Toda radiação pode ser prejudicial aos homens e outros animais, porque danifica as células vivas. Quanto maior for o nível de radiação, maior será o dano. As pessoas têm usado essa capacidade destrutiva da radiação para tratar algumas doenças, como o câncer. Uma determinada dose de radiação é aplicada no paciente para matar células cancerosas do corpo.

Materiais radioativos são utilizados na agricultura, indústria, medicina, em pesquisas científicas e engenharia, bem como na produção de energia e bombas nucleares. Todos esses processos produzem lixo que deve ser descartado. Embora toda radioatividade se desintegre com o tempo, alguns materiais levam muitos milhões de anos para se desfazerem. É importante, portanto, que o lixo seja estocado seguramente, para não prejudicar a vida da geração atual e das futuras.

Energia nuclear e radioatividade � os riscos

E necessária grande quantidade de energia para iluminar e aquecer casas, cozinhar alimentos, viajar e prover energia a indústrias. Nos países desenvolvidos, a maioria das residências, escritórios e fábricas são protegidos de eletricidade, gerada em usinas de energia que usam carvão, óleo ou energia nuclear.

Toda produção de energia gera lixo e envolve riscos ao ser humano e ao meio ambiente. O lixo das minas de carvão se amontoa. Há acidentes que matam mineiros e os gases expelidos pelas termelétricas movidas a carvão contribuem para o problema da chuva ácida. O óleo queimado lança gases e óleo no ar e podem ocorrer acidentes gravíssimos na exploração do petróleo.

Funcionamento de uma usina nuclear

Enquanto um suprimento adequado de energia for essencial à vida moderna, devem-se examinar com cuidado os vários tipos de energia. Antes de mais nada, é necessário levar em conta a saúde dos seres humanos e do meio ambiente.

Os efeitos da radioatividade nos seres vivos manifestam-se a dois níveis:

- nível somático, cuja expressão máxima é a morte;

- nível genético, responsável pelo aumento de mutações cromossómicas, podendo originar aberrações genéticas nas gerações posteriores.

Estes efeitos estão dependentes essencialmente da natureza da radiação do radionuclido, do seu tempo de vida, da quantidade assimilada e dos órgãos onde esta é acumulada. Tal como variam os efeitos dos vários tipos de radiação, também variam a sua capacidade de penetração nos tecidos.

Os nêutrons e os raios gama são os que podem alcançar o interior do nosso corpo e são justamente esses dois tipos de radiações que se libertam em explosões nucleares ou em caso de acidente nos reatores.

As partículas a e b só são prejudiciais se entrarem diretamente no organismo, por via da alimentação ou pelo ar que respiramos.

Quando uma radiação incide num tecido biológico, altera as características químicas das moléculas destes tecidos, formando-se radicais intracelulares que, ou matam a célula, ou originam divisões não controláveis. No primeiro caso, o organismo elimina e substitui as células mortas, mas no segundo caso, geralmente formam-se tumores malignos. Por estas razões são muito perigosas as consequências das explosões nucleares. O pó radioativo extremamente fino, com facilidade pode introduzir-se nos nossos corpos e aí se acumular.

Realizam-se investigações consecutivas sobre a possível relação entre certas doenças, em particular as do tipo cancerígeno, e a exposição à radioatividade, no entanto, surgem suspeitas sobre possíveis manipulações da informação, dada a complexidade do tema. Por vezes tem-se a sensação de que as investigações levam aos resultados que convêm a quem os realiza, especialmente nos trabalhos que devem provar a periculosidade, ou não, da utilização da energia nuclear.

Na realidade, as centrais térmicas convencionais têm uma maior incidência nas condições de vida à sua volta, devido às emanações gasosas e à radiação térmica, do que uma central nuclear em funcionamento normal. Mas há relatórios que indicam um aumento de casos de leucemia infantil entre a população que vive perto de uma central nuclear.

Para proteger as pessoas expostas e para garantir a segurança do ambiente, é necessário ter um controle rigoroso de todas as fontes de radioatividade.

O organismo pode refazer-se de possíveis lesões celulares causados por radiações, para tal é necessário seguir 3 regras fundamentais:

- Aumentar a distância à fonte de radiação;

- Reduzir o mais possível o tempo de exposição à radiação;

- Proteção com o material mais adequado e de maior espessura possível.


O pesadelo de Chernobyl

Embora o processo de fissão seja rigorosamente controlado, existe risco de escape acidental de radiações nocivas, fato que se tem repetido em usinas de vários países, como a de Chernobyl, na ex-União Soviética, em 1986. O vulto da usina de Chernobyl domina o horizonte de Pripiat, onde não restou um habitante. Lá, energia nuclear é sinônimo de morte. Depois da explosão do reator número 4, na madrugada fatídica de 26 de abril de 1986, a radiação varreu tudo. A cidade foi abandonada e o acidente inutilizou uma área equivalente a um Portugal e meio, 140.000 quilômetros quadrados.

A catástrofe de Chernobyl liberou cem vezes mais radiação do que as bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki. Ainda assim, muitos parecem simplesmente se esquecer do acidente ou tratá-lo como algo trivial e ignorar o que grandes doses de radiação podem fazer com vidas humanas. Os efeitos de Chernobyl atingiram milhões de pessoas. Outros milhares enfrentam ainda no dia-a-dia os efeitos, muito visíveis e dolorosos, da radiação liberada pelo desastre.

A Europa despertou como se estivesse em um pesadelo. Itália, Alemanha, Suécia, Finlândia, Suíça, Holanda e Espanha deram marcha a ré nos programas nucleares e fecharam usinas. Para eles, o risco de um acidente igual era insuportável. Mas há usinas precárias nos antigos países socialistas que ainda ameaçam toda a vizinhança européia.

A solução, então, é fechar tudo?
Se depender do Canadá, do Japão ou da França, onde o reator nuclear é sinônimo de progresso, a resposta é não. Os franceses passam muito bem e 75% da energia no país vêm do átomo. Exportam usinas, reprocessam urânio, armazenam lixo radiativo e têm dois reatores de última geração. Tudo com a aprovação das pesquisas de opinião pública. "Virar as costas para o átomo é burrice", diz Jean Paul Chaussade, diretor de comunicação científica da Electricité de France (EDF). "O petróleo e o gás vão se esgotar em quarenta anos. Os combustíveis fósseis poluem mais e o impacto ambiental das hidroelétricas é muito maior. A alternativa atômica é cada vez mais barata e segura".


A ENORME IMPORTÂNCIA DOS SEGUIDORES, NÃO SÓ NO BLOG, MAS NO TWITTER


Queridos amigos leitores deste blog, gostaria, mais uma vez de externar os meus sinceros agradecimentos pela sua presença neste blog, ele não é meu...ele é nosso...é do planeta!
Vamos trabalhar mais, para nos unirmos mais.



Raposa invade o gramado antes do confronto entre Inglaterra e Escócia em torneio de rugby (Foto: Reuters)
Agora, estou novamente com internet em casa, o que vem facilitar as pesquisas e postagens.

O objetivo deste blog, é sem dúvida alguma, a de arregimentar pessoas em torno da idéia de preservar o nosso meio ambiente.

Não sou nenhuma louca de acreditar que as coisas acontecem num passe de mágica, mas sei que uma grande vontade focada num objetivo final, pode conquistar vitórias maravilhosas, e, é com isto que conto, com vocês, que são lúcidos e cheios de garra...vamos plantar nossas sementes, mesmo que o solo nos pareça um pouco árido e infértil. 

Se você querido leitor, se unir a nós nesta proposta, e, começar a trabalhar a idéia, claro, que não é de revertermos furacões, tsunamis, terremotos e vulcões...mas a de preservarmos o que temos na maravilhosa natureza, fauna, flora, geologia, hidrografia e atmosfera.
FLORA - Não desmatando inconsequentemente, mas de  modo sustentável, repondo se não na própria área, mas talvez, em outra área de reserva. Devemos replantar tudo o que desmatarmos e, num primeiro instante, algo em torno de 01 (uma) vez e meia, ou seja, para cada árvore que cortarmos, deveremos plantar uma e meia e até duas, para fazer a reposição.
FAUNA - Preservar nossos animais, repondo os que consumirmos, fazendo um manejo racional, preservando os selvagens em reservas com segurança e alimentação adequada no próprio habitat. Isto é extremamente necessário para que onças não invadam cidades, raposas não visitem os campos esportivos. Preservar os ninhos das aves, répteis e demais insetos necessários ao equilíbrio da cadeia biológica do planeta.
GEOLOGIA - É de extrema importância, o cuidado com o solo, montanhas e demais acidentes naturais...reflorestar os morros, é uma das atividades mais brilhantes que vejo...sempre me entristeço com os morros desmatados, o que vem facilitar a erosão e fazer daquela área, um espaço inútil. Se reflorestarmos, estamos viabilizando economicamente uma área, ao mesmo tempo que estamos cuidando para que ela seja preservada. Cuidarmos, para não processarmos muitas alterações na crosta terrestre, ou seja, cavando túneis gigantescos, perfurando poços descomunais e o deslocamento de grande volume de solo de um lugar para montar uma ilha ou outro acidente artificial. Temos que analisar também, o que o homem está colocando na terra...aterros sanitários, aterros radioativos, venenos de toda a espécie, matando-o, tornando o solo estéril, ou, altamente mortal a tudo que nele habita.
HIDROGRAFIA - Temos no planeta mais água do que terra, mas a grande massa líquida não é propícia para o consumo (no seu estado natural), seja ele humano ou de animais. O seu volume maior é representado pela água salgada, e, hoje, graça a ação do homem, imprópria para o consumo por estar poluída. Senhores, precisamos preservar as nossas minas, os nossos lençóis freáticos, os nossos aquíferos, os nossos cursos de água, lagos, mares e oceanos, eles são sagrados. Amigos, vejam bem o que está acontecendo agora no Japão, onde Usinas Nucleares foram danificadas pela ação de terremotos, tornando-as vulneráveis e poluidoras das águas do Oceano Pacífico, e, também do ar e do solo.  O homem, em sua irresponsável ganância, burrice e irracionalidade, vem depredando o nosso habitat, fazendo dele, um grande cemitério...!
ATMOSFERA - Nosso ar -  nosso espaço aéreo - está repleto de contaminações e lixos espaciais
. Respirar ar puro, hoje em dia, é quase um sonho impossível, mas, meus amigos, não devemos nos desanimar nunca, esmorecer? Jamais!!!...devemos sim, nos fortalecer na fé e no poder da união, das vontades focadas em busca de um mundo melhor e sustentável para nossos filhos, nossos netos e descendentes.

JUNTOS!
TODOS JUNTOS, EM COMUNHÃO COM A NATUREZA!
VAMOS LUTAR E VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA!
CONTO COM VOCÊS!
VENHAM TODOS, ME SIGAM NO TWITTER @salvandoaterra e sigam-me no blog...prometo a todos, lutar, lutar e lutar!
Vocês são os agentes e juntos iremos reverter o quadro atual...plantando nossas sementes, cabeça por cabeça, família por família, casa por casa, bairro por bairro, cidade por cidade e país por país!

Um grande abraço,

Helena Rezende






LASER PARA LIMPAR O LIXO ESPACIAL - SERÁ POSSÍVEL ISTO?

Por Leonardo Carvalho, Atualizado: 15/3/2011



Cientistas dos EUA querem usar lasers para limpar o lixo espacial

Laser de baixa potência seria usado para desacelerar objetos para que eles reentrem na atmosfera de forma segura

O “lixeiro” seria instalado na Terra.

No fim do ano passado, os russos divulgaram um plano para resolver o problema do lixo espacial, cada vez mais crescente e preocupante –. Agora, em um déjà-vu que nos lembra os tempos da corrida espacial, é a vez dos EUA anunciarem sua solução. Diferentemente dos russos que confiariam em uma espécie de cápsula limpadora que seria enviada para o espaço exterior, os americanos preferem brincar de tiro ao alvo, usando o bom e velho laser.

James Mason, cientista da NASA, apresentou uma ideia que pode ser um pouco mais barata do que os US$ 2 bi necessários para colocar o plano dos russos em prática. A ideia é disparar lasers contra os objetos para que eles reduzam sua velocidade a ponto de reentrar na atmosfera, caindo em um lugar seguro.



Isso não é necessariamente uma novidade. A Força Aérea dos EUA já haviam cogitado a solução mas ela não foi adiante pelo temor de que um laser potente o suficiente para abater um objeto no espaço poderia ser mal visto por outras nações.

Mas Mason e sua equipe afirmam que é possível usar um sistema de baixa potência para fazer o trabalho. Segundo o estudo um laser de 5KW seria suficiente, contanto que ele fosse disparado por uma ou duas horas durante alguns dias.

O custo da operação, segundo o estudo, ficaria na casa de US$ 1 mi.

O problema com o lixo espacial começa quando o número de satélites – operantes e inoperantes – supera o número de objetos que caem na atmosfera. A superpopulação de objetos orbitando o planeta pode causar colisões, reduzindo os objetos a pedaços menores e criando um efeito cascata que poderia causar muito estrago na Terra.

Até janeiro de 2009 isso era apenas uma teoria catastrofista. Naquele ano, os satélites Cosmos 2251 e o Iridium 33 se chocaram e cientistas passaram a tratar a ameaça como algo mais urgente.

Fontes: Technology Review e http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28010007

15 março 2011

O MUNDO TODO PRECISA TEMER OS REATORES ATÔMICOS...ONDE A MORTE ESPREITA.

SARCÓFOGO DO REATOR DE CHERNOBYL




Foto:http://www2.fz-juelich.de/gs//genehmigungen/projekte/tschernobyl/diashow/foto15

Você sabia que todos os operários que trabalharam nesta construção morreram por contaminação? Todos trabalharam sem equipamentos de proteção.

Este episódio o mundo quer esquecer...é preciso evitar que Fukushima repita esta página da morte!

CHEGA DE USINAS NUCLEARES!

Estamos fartos de governamentes irresponsáveis com a vida sobre a terra!

Helena Rezende

VIVER COMO MACACO AJUDA A PRESERVAR AS FLORESTAS

Respeito pela natureza


No Laos, projeto mostra que viver como os macacos ajuda a preservar floresta

15 de março de 2011

Um projeto realizado pelo cientista francês Jeff Reumaux, em Laos, na Ásia, mostra como viver como um macacos ajuda a preservar a floresta. Chamada de “Gibbon Experience”, a experiência foi inspirada no modo de vida do macaco gibão (Hylobates pileatus), e levou cinco anos para começar a ser realizada.

O cientista construiu cabanas no meio da floresta, a cerca de 40 metros de altura a partir do chão, e tirolesas para fazer com que as pessoas “voem” pelas selvas. Os cabos que ligam as árvores medem até 700 metros de comprimento e, através deles, se viaja por uma velocidade média de 80 km/h.

Além dos benefícios para o meio ambiente, a experiência tem atraído pessoas interessadas no ecoturismo, como o mochileiro americano Nathan.

- É simplesmente alucinante, como voar.

Na reserva vivem atualmente 400 gibões. O francês explica que seu objetivo não é transformar a selva em uma mera atração turística, mas apresentar aos habitantes um modo alternativo de seguir explorando a natureza sem cortar árvores ou matar animais.

- Queremos mostrá-los que conservar a selva é melhor que destruí-la. Isso talvez seja óbvio para nós, mas para poder persuadi-los temos que provar que é possível viver assim.

Para cumprir essa meta, uma parte do dinheiro arrecadado pelo ecoturismo é investida em modernos sistemas de irrigação para arrozais e outros cultivos, consumidos pelas famílias que já não precisam queimar parte da floresta, como outros camponeses laosianos.


Tenho algumas restrições ao modus vivendi, afinal, construir casa em árvores e mesmo fazer tirolesas ou circuito de arvorismo, são sempre prejudiciais às árvores.

Helena Rezende







14 março 2011

LAMENTAMOS MUITO A PERDA DE VIDAS NA CATÁSTROFE DO JAPÃO, INCLUSIVE A DOS ANIMAIS AFETADOS

ONGs internacionais se mobilizam para ajudar animais vítimas da catástrofe no Japão

O terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa nordeste do Japão no dia 11 março foi o maior da história do país e resultou em uma série de tsunamis que causaram danos de proporções catastróficas. Estima-se que centenas de animais tenham morrido na tragédia e que centenas de outros necessitem de resgate urgente.


Gatinho filhote é encontrado em área devastada pelo tsunami. Foto: Petcaptain.com

Algumas entidades de proteção animal estão se mobilizando para prestar socorro aos animais que se encontram nas áreas afetadas.

A World Vets é uma ONG que presta ajuda veterinária em todo o mundo, em colaboração com grupos de defesa animal, governos estrangeiros, grupos de militares dos EUA e internacionais e veterinários profissionais no exterior. Uma equipe de socorristas já está pronta para iniciar os trabalhos nas cidades japonesas atingidas.


Sobrevivente carrega seu cão no colo. Foto: sem crédito e Homem reencontra seu pequeno cão, resgatado dos escombros. Foto: reprodução de jornal japonês

A equipe de emergência (Cruz Vermelha Animal) da American Humane Associationestá acompanhando atentamente a situação e está contatando seus parceiros internacionais para saber a dimensão do impacto sobre os animais nessa catástrofe e enviar ajuda.
A Animal Refuge Kansai, uma organização está se preparando internamente para receber um grande fluxo de animais provenientes de áreas do desastre. Elizabeth Oliver, representante da ONG, disse que “Estamos todos muito tristes e horrorizados com a devastação, após o terremoto aqui no Japão. Os gatinhos do abrigo Kansai JCN, e o abrigo em si estão todos muito bem. No entanto, continuamos muito preocupados com os animais nas áreas gravemente afetadas, que podem ser negligenciados no meio de tanta necessidade imediata de resolver problemas humanos. Estamos trabalhando atualmente com outras duas organizações coordenando os planos para o resgate de animais dessas áreas com a segurança “.

Cão é resgatado dos escombros. Foto: AP

Elizabeth Oliver informa ainda que já começaram os trabalhos de socorro às pessoas com animais. “Estamos precisando de voluntários dispostos a prestar assistência social, capazes de transportar animais e que possam ajudar a expandir nossa capacidade de acolhimento (lares temporários) e, também, para colaborar na captação de dinheiro e materiais fundamentais nesse momento para garantir o melhor apoio possível aos animais”, diz ela.
No último grande terremoto que assolou o Japão, em 17 de janeiro de 1995, a ONG resgatou cerca de 600 animais,entre cães, gatos, coelhos e aves. Neste momento, estão sendo construídos abrigos de emergência. Dadas as dificuldades de circulação nas estradas, provavelmente, os animais serão transportados para Osaka por helicóptero.

Ilha dos Gatos
Ainda há poucas notícias sobre a Ilha dos Gatos, que foi bastante atingida pelo tsunami. A ilha fica localizada a cerca de uma hora de balsa do porto Ishinomaki na Província de Miyagi, principal ilha japonesa de Honshu.
Segundo os noticiários sobre o terremoto que atingiu o Japão, a ilha dos gatos estava a poucos quilômetros do epicentro do terremoto, e no caminho por qual o tsunami percorreu até a costa da província de Ishinomaki na cidade de Miyagi no Japão, conforme noticiado pela ANDA.
As primeiras informações dizem que ainda não chegou socorro ao local e que os barcos foram destruídos em razão do tsunami. Moradores se refugiaram no local mais alto da ilha, os gatos estão sem ração.
Não se sabe quantos gatos foram atingidos pelo tsunami.
O epicentro foi localizado a cerca de 100 quilômetros ao largo da prefeitura de Miyagi, na região nordeste do Japão. O abalo, deu origem a um tsunami que atingiu a costa japonesa com ondas de cerca de 10 metros de altura.
Quem quiser fazer doações para ajudar os animais vítimas da tragédia no Japão pode enviar para as organizações abaixo:
Animal Refuge Kansai

Postal Account:

Large Scale Rescue Fund

No. 00970-2-267840

PayPal (through homepage)- Please add “for earthquake animals”

http://www.arkbark.net/?q=en/taxonomy/term/17



Japan Cat Network

World Vets

American Red Cross

Fonte: ANDA - Publicado neste site em 14/03/2011 e http://by152w.bay152.mail.live.com/default.aspx?rru=getmsg%3Fmsg%3D2C80272C-4E91-11E0-B900-00215AD8572C&wlexpid=1320DCD8D9A245CE998B9D43CC8C519B&wlrefapp=2&wa=wsignin1.0









13 março 2011

O JAPÃO E O REAL PERIGO DA CONTAMINAÇÃO NUCLEAR

Domingo, 13 de março de 2011

Japão decreta estado de emergência em segunda usina nuclear




Da Redação, com AFP

mundo@eband.com.br

As autoridades japonesas decretaram estado de emergência na usina nuclear de Onagawa, no nordeste do país, também afetada pelo forte terremoto de sexta-feira. O anúncio foi feito neste domingo pela Aiea (Agência Internacional de Energia Atômica).

O governo japonês advertiu neste domingo para a possibilidade de explosão no reator nuclear número 3 de Fukushima, já em alerta, por conta de um acúmulo de hidrogênio.

Apesar disso, o porta-voz do governo, Yukio Edano, afirmou que mesmo um acidente não provocaria problemas no setor.

Segundo ele, a explosão de sábado no reator número 1, da mesma usina, a 250 km de Tóquio, também pode ter sido causada por um acúmulo de hidrogênio na parte superior do prédio.

Mais cedo, a empresa operadora da unidade, Tokyo Electric Power, chegou a anunciar que o sistema de resfriamento no reator 3 não funcionou como o previsto e a pressão está subindo levemente.

Redator: Roberto Saraiva
Fonte:http://www.band.com.br/jornalismo/mundo/conteudo.asp?ID=100000409488

Na verdade, caros amigos, eu sou radicalmente contra o uso da energia nuclear, afinal o risco de acidentes fatais é muito grande, tendo em vista a localização do país junto ao "anel de fogo" do Oceano Pacífico, e, serem constantes os tremores de terra, o que coloca sempre em alerta os gestores das usinas.

Penso que este acontecimento deverá servir de motivação para que as autoridades japonesas busquem outras fontes alternativas de energia, para aquele maravilhoso país.

Aos amigos japoneses, as nossas condolências pela tragédia.

Helena Rezende