Queridos amigos, recebi maravllhosas imagens por e-mail, tão logo possível irei postando ao lado, mas a última delas, gostaria de partilhar com vocês...é este momento de gratidão de uma cadela para com o bombeiro que lhe salvou a vida.
A Doberman está grávida.
O bombeiro acaba de salvá-la de um incêndio em sua casa, a salvou e colocou no jardim,
e logo continuou sua luta contra o fogo.
Quando finalmente conseguiu apagar o fogo,
se sentou para tomar um pouco de ar e descansar.
Um fotógrafo do jornal Notícias da Carolina do Norte/EUA,
notou que a cadela observava a distancia o bombeiro.
Viu a Doberman caminhar direto até o bombeiro
e se perguntou o que ela vai fazer.?
Assim que levantou sua câmera, o animal chegou até o homem cansado que acabara de salvar a sua vida e de seus bebês.
O fotógrafo captou o momento exato em que a cadela beijou o bombeiro.
FONTE: não recebi o autor
19 março 2011
2011 - ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS
200 milhões de árvores
Instituto Ressoar e IBF firmam parceria por plantio de árvores
200 milhões de árvores é a meta de plantio que a parceira entre o Instituto Ressoar e o Instituto Brasileiro de Florestas - IBF - firmada no último dia 17 de novembro.
Os números são audaciosos e impressionam, segundo Ivanildo Lourenço, presidente do Instituto Ressoar explica que, "somente pensando grande podemos movimentar a sociedade, os empresários e o governo para entrar nesta luta pela preservação da natureza, e, na do próprio homem".
O IBF, fundado em 2006, tem como foco de trabalho o apoio ao reflorestamento e a proteção de florestas nativas. Atualmente, o IBF, congrega a maior rede de produção de mudas florestais nativas do Brasil, localizada nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, produzindo mudas de árvores do bioma Mata Atlântica e Cerrado para todo o país.
Tem início no dia 21 de março de 2011 o Projeto Plante Árvore Sobre Rodas
O aquecimento global, responsável diretamente pelas mudanças climáticas e por desastres ambientais incontroláveis, traz à tona a urgência de todos brasileiros se mobilizarem para a preservação dos recursos essenciais à vida.
Para o Ano Internacional das Florestas, Wiliam Aquino, diretor do Instituto Brasileiro de Florestas – IBF – vai percorrer do Chuí (RS) ao Oiapoque (AP) plantando 1 árvore selecionada de acordo com a cidade/local visitada.
O projeto Plante Árvore sobre Rodas, idealizado pelo Instituto Brasileiro de Florestas – IBF – é uma oportunidade para que todos possam colaborar de uma maneira efetiva. Essa mobilização nacional irá unir meio ambiente, esporte e responsabilidade social.
Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta, do Chuí (RS) ao Oiapoque (AP) e aproximadamente, cem cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral.
No dia 21 de março de 2011 às 15h., na praça em frente a Catedral de Londrina haverá a comemoração da partida de Wiliam Aquino ao Chuí, por meio do plantio de árvores nativas no local. Todos estão convidados a participar.
A viagem que terá início no dia 23 de março de 2011, na cidade do Chuí (extremo sul do Brasil) envolverá duas ações principais: o plantio de árvores nativas para o reflorestamento (com a meta de plantio de 200 milhões de árvores) e a locomoção por meio de um veículo ecologicamente correto, a bicicleta, promovendo assim a conscientização para a redução de CO2 lançado pelos veículos.
Para informações adicionais entre em contato:
(43)3324-7551
contato@ibflorestas.org.br
É isto aí, SEMEADORES! Estaremos sempre presentes quando houverem boas ações para o nosso ecossistema.
Vamos plantar!
Um grande abraço,
Helena Rezende
18 março 2011
PRECISAMOS DE ENGENHARIA AUTOMOBILISTICA PREOCUPADA COM O MEIO AMBIENTE
Por Leonardo Carvalho, Atualizado: 9/3/2011 11:58
Toyota promete 10 novos carros híbridos até 2015
Em carta que mostra sua visão global do mercado, montadora também se compromete a desenvolver modelos totalmente elétricos
A Toyota reafirmou seu compromisso de desenvolver novas soluções automotivas compatíveis com esses novos tempos onde a preocupação com o meio ambiente é uma constante. Em um documento divulgado na quarta-feira, 9, – chamado Toyota Global Vision - a montadora japonesa dá o direcionamento para suas filiais e empregados ao redor do mundo até 2015. Entre os compromissos da empresa está o desenvolvimento de mais 10 modelos de carros híbridos que irão se juntar à linha Prius além do desenvolvimento de novos modelos totalmente elétricos.
“A Toyota irá liderar o futuro da mobilidade (...) com os mais seguros e responsáveis meios para movimentar as pessoas (...). Através de nosso compromisso com a qualidade, inovação constante e respeito pelo planeta”, diz o presidente Akio Toyoda, no documento.
Juntamente com a busca pela marca ambiciosa de 10 novos modelos em quatro anos, a Toyota ainda se compromete a aumentar seus esforços no desenvolvimento de veículos com células de combustível e na pesquisa para tornar os veículos à gasolina mais eficientes e econômicos.
Especula-se que entre os novos modelos estarão os modelos Prius C e Prius V, apresentados como carros conceituais em Detroit no início deste ano. Resta saber o que mais a Toyota tem na manga para apresentar em um espaço de tempo tão curto.
Fontes: Engadget / Toyota e http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27939151
TASHIROJIMA, A ILHA DOS GATOS, SOBREVIVE AO TERREMOTO - JAPÃO
Tashirojima é uma pequena ilha da prefeitura de Miyagi, uma das regiões mais afetadas pelo tsunami causado pelo terremoto no Japão. A população humana da ilha é de uns 100 habitantes. Já a dos gatos é provavelmente o dobro. Conhecida como a Ilha dos Gatos, a localidade não foi afetada pelo desastre, tendo ficado intacta, mas ao mesmo tempo isolada por conta das catástrofes. Seus habitantes necessitam de comida, mas chegar ali por bote é quase impossível, dado o número de escombros que se encontram na água.
A única forma de le suprimentos até a ilha é de helicóptero, uma possibilidade que poderia transformar-se em realidade rapidamente com a ajuda do exército japonês. Essa é a mensagem que o grupo Japan Earthquake Animal Rescue and Support publicou em seu perfil do Facebook e que tem se espalhado pela internet. A ilha dos Gatos é muito conhecida entre os amantes dos felinos, tanto no Japão quanto em outros países. Há alguns anos, Tashiro ficou famosa quando uma rede de televisão apresentou um dos gatos que vivem no local.
Era o Jack, um gato branco e preto com a orelha esquerda caída que se transformou em celebridade nacional. Tornou-se público, na ocasião, uque a ilha abrigava um santuário de gatos, reverenciados desde tempos remotos pelos habitantes locais como animais que atraem a boa sorte, principalmente na pesca. A balsa entre a ilha e o continente costumava levar de 10 a 20 passageiros por dia, mas depois da aparição de Jack na TV a quantidade de visitantes que passa por ali, diariamente, praticamente triplicou, principalmente nos fins de semana.
Para os apaixonados por gatos, este era o lugar certo para uma visita a verdadeira Gatolândia.
É possível conhecer a ilha em um único dia de passeio, pois ela tem (ou tinha) apenas 8 quilômetros quadrados.
No passado, os habitantes viviam do cultivo da seda, e os gatos foram trazidos de barco para a ilha para eliminar os ratos que naturalmente devoravam o bicho-da-seda (os ratos são um predador natural dos bichos). A pesca era farta e popular entre os habitantes da ilha, e também recebia pescadores de outras regiões que pernoitavam na ilha durante a noite.
Os gatos iam para as pousadas onde os pescadores estavam hospedados e ficavam ali implorando por alguma migalha. Ao longo do tempo, os pescadores foram desenvolvendo um relacionamento amoroso para os gatos e passaram a observar atentamente os gatos, interpretando suas ações bem como de suas reações, conseguiam interpretar a previsão de tempo, se iria chover, fazer sol, se haveria ressaca na praia, e grandes quantidades de peixe no mar.
Um dia, quando os pescadores estavam coletando pedras para serem usadas para fixar as redes de pesca, uma pedra maior caiu e matou um dos gatos. Os pescadores, sentindo pena e remorso pela perda do gato, o enterram, e neste local construíram ali uma pequena capela, desde então os gatos que adoecem e morrem, são enterrados e pedras ornadas são deixadas próxima a capela.
Além da beleza dos gatos, há várias obras arquitetônicas inspiradas no tema,já que agora os habitantes da ilha vivem do turismo gerado pelos apaixonados por gatos que chegam para conhece-los, fotografa-los e filma-los. Anualmente, é aberto um concurso para a eleição da “melhor fotografia de gatos da ilha”, que visa incentivar ainda mais o turismo.
As notícias sobre a tragédia ainda são escassas e por enquanto não li nenhuma nota sobre a ilha, os gatos e ou seus habitantes.
Fonte: http://japanearthquakeanimalrelief.chipin.com/japan-earthquake-animal-rescue-and-support e ou
http://redebichos.ning.com/profiles/blogs/tsunami-pode-ter-atingido-ilha Fotos: http://muralanimal.blogspot.com/2011/03/tsunami-pode-ter-atingido-ilha-dos.html
17 março 2011
O USO DA ENERGIA SOLAR E AS CIDADES SOLARES
Fazendo da idéia Cidade Solar uma realidade!
Uma Cidade Solar é uma área urbana com programas pró-ativos pelo aumento do número de sistemas solares instalados nas edificações, o que busca:
Uma Cidade Solar é uma área urbana com programas pró-ativos pelo aumento do número de sistemas solares instalados nas edificações, o que busca:
• Aumentar a energia gerada por fontes renováveis, sustentáveis e descentralizadas,
• Reduzir as emissões de carbono e as emissões de poluentes locais geradas por estas edificações,
• Reduzir a dependência das cidades de fontes de energia externas.
O conceito Cidade Solar é promovido por um grande número de iniciativas em todo o mundo, que incluem incentivos financeiros, legislações, diretrizes e normas para a promoção do uso de tecnologias solares.
A variedade de tecnologias solares inclui sistemas fotovoltaicos (de geração direta de eletricidade), aquecedores solares de água e ambiente, aproveitamentos passivos da energia solar, energia eólica etc.
A iniciativa Cidades Solares brasileira visa promover antes de tudo o uso de aquecedores solares de água, já que, no contexto brasileiro, esta forma de aproveitamento da energia solar traz amplas vantagens socioambientais e pode ser implantada imediatamente.
O desafio da criação de Cidades Solares é cada vez mais visto como uma questão de sobrevivência da humanidade, já que é nas cidades que hoje vive a vasta maioria da população brasileira e mundial e suprir as necessidades de energia renovável e sustentável é um aspecto crítico da tarefa de governos municipais, regionais e nacionais e também de formuladores de políticas públicas. Dadas as evidências crescentes de mudanças climáticas perigosas e a perspectiva de escassez de fontes de energia convencionais, a necessidade de redução do uso de energia e das emissões de carbono das cidades é cada vez maior.
As cidades solares servem de modelo e atuam como difusores e líderes no tema aquecimento solar junto as comunidades nacional e internacional. Comprometem-se a dar o exemplo na integração de energias renováveis nas políticas e medidas de suas administrações e a incorporar serviços de energia renovável em suas estratégias de desenvolvimento municipal.
Fonte: http://www.cidadessolares.org.br/conteudo_view.php?sec_id=7
O Brasil precisa de Leis Federais que legalizem a obrigatoriedade do uso de aquecimento solar em casas com mais de um banheiro.
Precisamos ser mais enérgicos e dinâmicos, fazer as coisas acontecerem.
Vamos dar o exemplo para o mundo, afinal, o nosso imenso território é todo tropical. Aqui o sol brilha quase 365 dias por ano.
Na Alemanha, reservatórios de 100 (cem) litros, são utilizados em casas com até 4 (quatro) pessoas, aqui no Brasil, que é o país do desperdício, as pessoas ficam escandalizadas se você possui um reservatório de água quente de 200 (duzentos) litros. Amigos, estudei que 50 (cinquenta) litros de água quente é o necessário por pessoa, mas a meu ver, este número é muito elevado, creio eu, com 25 a 30 litros de água quente, podemos tomar um bom banho.
Já passou da hora de nos conscientizarmos destas verdades...afinal, somos nós os grandes beneficiados.
Helena Rezende
O Brasil precisa de Leis Federais que legalizem a obrigatoriedade do uso de aquecimento solar em casas com mais de um banheiro.
Precisamos ser mais enérgicos e dinâmicos, fazer as coisas acontecerem.
Vamos dar o exemplo para o mundo, afinal, o nosso imenso território é todo tropical. Aqui o sol brilha quase 365 dias por ano.
Na Alemanha, reservatórios de 100 (cem) litros, são utilizados em casas com até 4 (quatro) pessoas, aqui no Brasil, que é o país do desperdício, as pessoas ficam escandalizadas se você possui um reservatório de água quente de 200 (duzentos) litros. Amigos, estudei que 50 (cinquenta) litros de água quente é o necessário por pessoa, mas a meu ver, este número é muito elevado, creio eu, com 25 a 30 litros de água quente, podemos tomar um bom banho.
Já passou da hora de nos conscientizarmos destas verdades...afinal, somos nós os grandes beneficiados.
Helena Rezende
O PODER DA NATUREZA
Foto: Sobrevivente japones da tragédia da tsunami, que devastou o litoral nordeste do Japão em 11/03/2011.
Todos nós sabemos quanto poder tem a natureza: furacões, tufões, ciclones, tornados, maremotos, terremotos, vulcões, tsunamis, enchentes, etc.
São forças avassaladoras, mas por outro lado, o homem, com a sua inteligência agregada à sabedoria, tem que estudá-las, para saber até onde estamos contribuindo para o seu poder de destruição...até onde podemos chegar.
Sabemos que para todas as nossas ações, haverá sempre uma reação, podendo ser menor, igual ou maior. O que mais precisamos, no momento, é deixar a "ficha" cair, usar os exemplos, para que não cometamos mais erros no presente, para que possamos resguardar nosso futuro.
Nestas fotos do site http://www.uol.com.br/, onde são retratadas partes da tragédia do Japão, podemos observar, o quão pequenos somos perante o planeta, mas em nossas mãos e cabeças, repousam causas que podemos utilizar para melhorar ou piorar as nossas vidas na terra.
Somos nada, diante de uma gigantesca onda...avassaladora...letal!
Somos nada diante do poder de destruição dos terremotos, maremotos, com pontuações elevadas.
Somos nada diante dos tornados, furacões, ciclones e tufões.
Somos nada diante do magma abrasador dos vulcões.
Somos nada diante do poder da água que desce inclemente pelas encostas construídas em desalinho, mas somos muita coisa, quando produzimos produtos poluidores, quando atiramos lixos que obstruem os escoadouros e esgostos.
Somos muita coisa, quando ateamos fogo em nossas matas, destruimos nossa fauna e flora.
Somos muita coisa quando deixamos os lixões proliferarem e não reciclamos os descartados.
Somos muita coisa quando produzimos drogas, armas letais e bombas potentes...sobretudo somos muita coisa, quando desenvolvemos e produzimos energias radioativas, mesmo sabemdo que à qualquer dia, à qualquer momento, nós, nossa família, nossa cidade e nosso planeta poderá ser destruído pelo seu super poder...
Foto: Casa que arrastada pela tsunami no Japão, flutua em mar aberto.
Colhemos o que plantamos...por isto, queridos amigos, é que, jamais me cansarei de convidá-los para irmos juntos nesta "Campanha, VAMOS SALVAR NOSSO PLANETA"...!
Ainda temos muito tempo de mudar muitas coisas e não deixar que ele se desfaça, nos matando antes, é óbvio!
Vamos plantar, a hora é chegada!
Um abraço,
Helena Rezende
Todas as fotos ilustrativas são do site: http://www.uol.com.br/
Nosso twitter @salvandoaterra, siga-nos, somente unidos poderemos fazer um mundo melhor.
16 março 2011
O QUE É A ENERGIA NUCLEAR E OS EFEITOS DA RADIOATIVIDADE SOBRE OS SERES VIVOS
Energia nuclear
As diferentes definições
As diferentes definições
É a energia liberada quando ocorre a fissão dos átomos. Num reator nuclear ocorre em uma seqüência multiplicadora conhecida como "reação em cadeia".
Energia de um sistema derivada de forças coesivas que contêm prótons e nêutrons juntos como o núcleo atômico.
É a quebra, a divisão do átomo, tendo por matéria prima minerais altamente radioativos, como o urânio.
Os prótons têm a tendência de se repelirem, porque têm a mesma carga (positiva). Como eles estão juntos no núcleo, comprova-se a realização de um trabalho para manter essa estrutura, implicando, em conseqüência, na existência de energia no núcleo dos átomos com mais de uma partícula. A energia que mantém os prótons e nêutrons juntos no núcleo é a ENERGIA NUCLEAR.
Alguns isótopos de certos elementos apresentam a capacidade de, através de reações nucleares, emitirem energia durante o processo. Baseia-se no princípio que nas reações nucleares ocorre uma transformação de massa em energia. A reação nuclear é a modificação da composição do núcleo atômico de um elemento podendo transformar-se em outro ou outros elementos. Esse processo ocorre espontaneamente em alguns elementos; em outros deve-se provocar a reação mediante técnicas de bombardeamento de nêutrons ou outras.
A energia que o núcleo do átomo possui, mantendo prótons e nêutrons juntos, denomina-se energia nuclear. Quando um nêutron atinge o núcleo de um átomo de urânio-235, dividindo-o com emissão de 2 a 3 nêutrons, parte da energia que ligava os prótons e os nêutrons é liberada em forma de calor. Este processo é denominado fissão nuclear.
Existem duas formas de aproveitar a energia nuclear para convertê-la em calor: A fissão nuclear, onde o núcleo atômico se subdivide em duas ou mais partículas, e a fusão nuclear, na qual ao menos dois núcleos atômicos se unem para produzir um novo núcleo.
A energia nuclear provém da fissão nuclear do urânio, do plutônio ou do tório ou da fusão nuclear do hidrogênio. É energia liberada dos núcleos atômicos, quando os mesmos são levados por processos artificiais, a condições instáveis.
Todos os materiais são formados por um número limitado de átomos, que, por sua vez, são caracterizados pela carga elétrica de seu núcleo e simbolizados pela letra Z. Em física, a descrição adequada do átomo para a compreensão de um determinado fenômeno depende do contexto considerado. Podemos considerar o núcleo como composto de prótons, com carga elétrica positiva, e nêutrons, sem carga. Ambos são denominados genericamente núcleons. A letra Z que caracteriza cada um dos átomos, naturais ou artificiais, representa o número de prótons no núcleo. A maior parte da massa do átomo está concentrada em seu núcleo, que é muito pequeno (10- 12 cm a 10- 13 cm ). Prótons e nêutrons têm massa aproximadamente igual, da ordem de 1,67 x 10- 24 gramas , e são caracterizados por parâmetros específicos (números quânticos) definidos pela mecânica quântica, teoria que lida com os fenômenos na escala atômica e molecular.
Os prótons, por terem a mesma carga, se repelem fortemente devido à força eletrostática. Isso tenderia a fazer com que essas partículas se afastassem umas das outras, o que inviabilizaria o modelo. Mas, como os núcleos existem, podemos concluir que deve existir uma força de natureza diferente da força eletromagnética ou da força gravitacional � e muito mais intensa que estas � que mantém os núcleos coesos. Quanto maior a energia de ligação média (soma de todos os valores das energias de ligação dividida pelo número de partículas), maior a força de coesão do núcleo.
Reação em cadeia
A base da energia nuclear e, conseqüentemente, dos reatores é a reação em cadeia, na qual os núcleos dos átomos de determinados elementos se fissionam, são liberados dois ou três nêutrons por fissão, além de energia na forma de calor. Alguns destes nêutros fissionam novos núcleos, que por sua vez liberam mais nêutrons e energia. Este processo de fissionamentos subsequentes é denominado reação em cadeia. Os reatores de potência são instalações projetadas para operar utilizando a energia liberada pela reação em cadeia autosustentada, de forma controlada, para gerar calor."
Fissão nuclear
É a reação pela qual um nêutron ao se chocar com um núcleo atômico faz este se partir liberando uma certa quantidade de energia e mais alguns nêutrons. Estes novos nêutrons vão se chocar com outros núcleos e produzir novas fissões e, conseqüentemente, mais nêutrons. Desenvolve-se assim a chamada reação em cadeia. Num reator nuclear, a reação em cadeia é controlada inserindo-se barras de elementos absorvedores de nêutrons, que impedem o aumento excessivo do numero de nêutrons.
Uma reação de fissão nuclear libera uma energia 10 milhões de vezes maior que uma convencional. A fissão de 1 kg de urânio 235 libera 18,7 milhões de kilovolts/hora em forma de calor. O processo de fissão iniciado pela absorção de um nêutron por um núcleo de urânio 235 também libera uma média de 2,5 nêutrons, além de dois novos núcleos, provocando novas fissões nos núcleos de urânio 235, constituindo assim uma reação em cadeia que leva à liberação continuada de energia nuclear.
Os primeiros reatores de energia nuclear em grande escala foram construídos em 1944, nos Estados Unidos, para a produção de material para armas nucleares. Posteriormente, em todo o mundo, foram construídos diferentes tipos de reator (diferenciados pelo combustível, pelo moderador e pelo refrigerante empregados) para a produção da energia elétrica. O reator a água leve usa como combustível o urânio 235 (também chamado de urânio enriquecido) e como moderador e refrigerante água comum muito purificada. No reator a água pressurizada, o moderador e refrigerante é água leve a uma pressão de cerca de 150 atmosferas. A maior parte dos reatores nucleares para produção de energia elétrica construídos no mundo é desse tipo, incluindo o da usina brasileira de Angra 1.
No reator a água em ebulição, a água de refrigeração se mantém a uma pressão menor, o que faz com que ferva. Outros tipos de reator menos usados incluem o reator a água pesada, no qual o combustível é urânio 238 (urânio natural) e o moderador e refrigerante é o deutério, um isótopo do hidrogênio; e os reatores rápidos, em que a fissão é feita por nêutrons rápidos, isto é, de altas energias (nos outros tipos, são usados nêutrons de baixas energias, também chamados nêutrons térmicos). Nos reatores rápidos, o combustível pode ser urânio natural, tório ou plutônio. São refrigerados a sódio e não utilizam moderador, justamente para manter a alta energia dos nêutrons.
A queima do combustível nuclear no reator resulta nos chamados produtos de fissão. São isótopos que não existem naturalmente e são altamente radioativos. Alguns permanecem milhares de anos liberando radiação. Por isso, seu manuseio e seu armazenamento exigem cuidados especiais.
Fusão nuclear
A liberação de energia nuclear pode produzir-se também através da fusão de dois núcleos leves em um mais pesado. A energia irradiada pelo Sol deve-se a reações de fusão que se produzem em seu interior.
A fusão nuclear artificial foi obtida pela primeira vez em princípios da década de 1930, com o bombardeio de um alvo que continha deutério por núcleos de deutério, acelerados num cíclotron para alcançar altas energias. Na década de 1950, produziu-se a primeira liberação em grande escala de energia de fusão em testes de armas nucleares realizados pelos Estados Unidos, a antiga União Soviética, a Grã-Bretanha e a França. É um tipo de liberação breve e não controlada, que serve para bombas, mas não para a produção de energia elétrica.
A ciência ainda não conseguiu resolver o principal problema para a utilização comercial da fusão nuclear na produção de eletricidade: a energia necessária para acelerar os núcleos de deutério e fazê-los colidirem e se fundirem é muito maior que a energia obtida. Por isso, os pesquisadores ainda buscam maneiras mais eficientes de esquentar o gás a altas temperaturas e armazenar uma quantidade suficiente de núcleos durante um tempo longo o bastante para permitir a liberação de uma energia maior que a necessária para aquecer e armazenar o gás. Outro problema importante é a captura dessa energia e sua conversão em eletricidade.
Fusão nuclear
Em dezembro de 1993, os pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, usaram o Reator Experimental de Fusão Tokamak para produzir uma reação de fusão controlada que gerou 5,6 megawatts. O reator consumiu mais energia do que produziu durante seu funcionamento.
Para a energia de fusão se tornar viável, oferecerá as seguintes vantagens: 1) uma fonte ilimitada de combustível, o deutério procedente da água dos oceanos; 2) baixo risco de acidente no reator, já que a quantidade de combustível no sistema é muito pequena; e 3) resíduos muito menos radioativos e mais simples de manejar que os procedentes dos sistemas de fissão.
O que é radiação ou radioatividade ?
Radiação é a emissão e propagação de energia através da matéria ou do espaço, por meio de perturbações eletromagnéticas que apresentam duplo comportamento: como onda e como partículas. Neste caso as partículas são conhecidas como fótons. O termo foi estendido para incluir feixes de partículas com altas velocidades (partículas alfa e beta, nêutrons livres, radiação cósmica, etc.).
Radiação nuclear é aquela emitida de núcleos atômicos nas várias reações nucleares, incluindo radiações alfa, beta e gama e nêutrons.
Em 1896, um cientista francês, Antoine Becquerel, estava estudando o elemento urânio. Casualmente, ele colocou o urânio perto de uma placa fotográfica e, olhando para a placa, algum tempo depois, viu marcas pretas incomuns sobre ela. O urânio estava desprendendo, ou emitindo, partículas (ou raios), que estavam afetando a placa. Foi assim que se descobriu a radiação.
A radiação é emitida por muitos outros elementos, além do urânio � rádio, potássio, tório, carbono e iodo são apenas alguns desses elementos �, chamados radioativos. Toda radiação pode ser prejudicial aos homens e outros animais, porque danifica as células vivas. Quanto maior for o nível de radiação, maior será o dano. As pessoas têm usado essa capacidade destrutiva da radiação para tratar algumas doenças, como o câncer. Uma determinada dose de radiação é aplicada no paciente para matar células cancerosas do corpo.
Materiais radioativos são utilizados na agricultura, indústria, medicina, em pesquisas científicas e engenharia, bem como na produção de energia e bombas nucleares. Todos esses processos produzem lixo que deve ser descartado. Embora toda radioatividade se desintegre com o tempo, alguns materiais levam muitos milhões de anos para se desfazerem. É importante, portanto, que o lixo seja estocado seguramente, para não prejudicar a vida da geração atual e das futuras.
Energia nuclear e radioatividade � os riscos
E necessária grande quantidade de energia para iluminar e aquecer casas, cozinhar alimentos, viajar e prover energia a indústrias. Nos países desenvolvidos, a maioria das residências, escritórios e fábricas são protegidos de eletricidade, gerada em usinas de energia que usam carvão, óleo ou energia nuclear.
Toda produção de energia gera lixo e envolve riscos ao ser humano e ao meio ambiente. O lixo das minas de carvão se amontoa. Há acidentes que matam mineiros e os gases expelidos pelas termelétricas movidas a carvão contribuem para o problema da chuva ácida. O óleo queimado lança gases e óleo no ar e podem ocorrer acidentes gravíssimos na exploração do petróleo.
Funcionamento de uma usina nuclear
Enquanto um suprimento adequado de energia for essencial à vida moderna, devem-se examinar com cuidado os vários tipos de energia. Antes de mais nada, é necessário levar em conta a saúde dos seres humanos e do meio ambiente.
Os efeitos da radioatividade nos seres vivos manifestam-se a dois níveis:
- nível somático, cuja expressão máxima é a morte;
- nível genético, responsável pelo aumento de mutações cromossómicas, podendo originar aberrações genéticas nas gerações posteriores.
Estes efeitos estão dependentes essencialmente da natureza da radiação do radionuclido, do seu tempo de vida, da quantidade assimilada e dos órgãos onde esta é acumulada. Tal como variam os efeitos dos vários tipos de radiação, também variam a sua capacidade de penetração nos tecidos.
Os nêutrons e os raios gama são os que podem alcançar o interior do nosso corpo e são justamente esses dois tipos de radiações que se libertam em explosões nucleares ou em caso de acidente nos reatores.
As partículas a e b só são prejudiciais se entrarem diretamente no organismo, por via da alimentação ou pelo ar que respiramos.
Quando uma radiação incide num tecido biológico, altera as características químicas das moléculas destes tecidos, formando-se radicais intracelulares que, ou matam a célula, ou originam divisões não controláveis. No primeiro caso, o organismo elimina e substitui as células mortas, mas no segundo caso, geralmente formam-se tumores malignos. Por estas razões são muito perigosas as consequências das explosões nucleares. O pó radioativo extremamente fino, com facilidade pode introduzir-se nos nossos corpos e aí se acumular.
Realizam-se investigações consecutivas sobre a possível relação entre certas doenças, em particular as do tipo cancerígeno, e a exposição à radioatividade, no entanto, surgem suspeitas sobre possíveis manipulações da informação, dada a complexidade do tema. Por vezes tem-se a sensação de que as investigações levam aos resultados que convêm a quem os realiza, especialmente nos trabalhos que devem provar a periculosidade, ou não, da utilização da energia nuclear.
Na realidade, as centrais térmicas convencionais têm uma maior incidência nas condições de vida à sua volta, devido às emanações gasosas e à radiação térmica, do que uma central nuclear em funcionamento normal. Mas há relatórios que indicam um aumento de casos de leucemia infantil entre a população que vive perto de uma central nuclear.
Para proteger as pessoas expostas e para garantir a segurança do ambiente, é necessário ter um controle rigoroso de todas as fontes de radioatividade.
O organismo pode refazer-se de possíveis lesões celulares causados por radiações, para tal é necessário seguir 3 regras fundamentais:
- Aumentar a distância à fonte de radiação;
- Reduzir o mais possível o tempo de exposição à radiação;
- Proteção com o material mais adequado e de maior espessura possível.
O pesadelo de Chernobyl
Embora o processo de fissão seja rigorosamente controlado, existe risco de escape acidental de radiações nocivas, fato que se tem repetido em usinas de vários países, como a de Chernobyl, na ex-União Soviética, em 1986. O vulto da usina de Chernobyl domina o horizonte de Pripiat, onde não restou um habitante. Lá, energia nuclear é sinônimo de morte. Depois da explosão do reator número 4, na madrugada fatídica de 26 de abril de 1986, a radiação varreu tudo. A cidade foi abandonada e o acidente inutilizou uma área equivalente a um Portugal e meio, 140.000 quilômetros quadrados.
A catástrofe de Chernobyl liberou cem vezes mais radiação do que as bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki. Ainda assim, muitos parecem simplesmente se esquecer do acidente ou tratá-lo como algo trivial e ignorar o que grandes doses de radiação podem fazer com vidas humanas. Os efeitos de Chernobyl atingiram milhões de pessoas. Outros milhares enfrentam ainda no dia-a-dia os efeitos, muito visíveis e dolorosos, da radiação liberada pelo desastre.
A Europa despertou como se estivesse em um pesadelo. Itália, Alemanha, Suécia, Finlândia, Suíça, Holanda e Espanha deram marcha a ré nos programas nucleares e fecharam usinas. Para eles, o risco de um acidente igual era insuportável. Mas há usinas precárias nos antigos países socialistas que ainda ameaçam toda a vizinhança européia.
A solução, então, é fechar tudo?
Se depender do Canadá, do Japão ou da França, onde o reator nuclear é sinônimo de progresso, a resposta é não. Os franceses passam muito bem e 75% da energia no país vêm do átomo. Exportam usinas, reprocessam urânio, armazenam lixo radiativo e têm dois reatores de última geração. Tudo com a aprovação das pesquisas de opinião pública. "Virar as costas para o átomo é burrice", diz Jean Paul Chaussade, diretor de comunicação científica da Electricité de France (EDF). "O petróleo e o gás vão se esgotar em quarenta anos. Os combustíveis fósseis poluem mais e o impacto ambiental das hidroelétricas é muito maior. A alternativa atômica é cada vez mais barata e segura".
Fonte: http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_energia_nuclear.htm - leia mais...
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