25 março 2011

EM 2006 A ITÁLIA FICOU COMO O PAÍS MAIS FELIZ DO MUNDO PRINCIPALMENTE PELA SUA SUSTENTABILIDADE




Itália é o mais feliz entre os países do Primeiro Mundo

Agência ANSA -  12/07/2006

Italia - Não é o país do G-8 economicamente mais forte, mas tudo indica que não é o dinheiro que traz felicidade: segundo a classificação realizada por um grupo de economistas e ambientalistas britânicos, a Itália é o país mais feliz do G-8.

Os especialistas ingleses da New Economics Foundation (NEC) e o grupo ambientalista Friends of the Earth (FOE) calcularam a taxa de felicidade de 178 povos do planeta multiplicando o tempo de vida médio de cada um pela "taxa de satisfação" e dividindo o tudo pelo impacto ambiental da nação em questão.

A taxa de satisfação foi calculada com base no índice de alegria existente na própria vida segundo declarações de cada povo em pesquisas locais. O impacto ambiental foi medido levando em consideração a quantidade de terra necessária para sustentar um povo e seus consumos.

É assim que acabaram no fundo do Happy Planet Index muitos países ricos que, com o seu consumismo desenfreado, destroem o ambiente sem nem ao menos fazer seus cidadãos felizes.

Entre os países do G8, a Rússia, é a mais infeliz e ocupa o 172º lugar em um total de 178. A classificação também não é boa para os Estados Unidos (150º) e nem para a França (129º).

Quem se sai melhor é a Itália que, no seu 66º lugar é, segundo os especialistas, a nação industrializada que mais explora seus próprios recursos ambientais de forma sustentável, a ponto de garantir o bem-estar da população.

Os recursos naturais da Itália, o estilo de vida relativamente sadio e todo o bom humor dos italianos não são suficientes no entanto para dar ao país o título de paraíso da felicidade.

Quem conquista este posto na classificação é Vanuatu, um arquipélago de 80 ilhas no Pacífico ocidental cujos 250 mil habitantes, segundo os estudiosos, aproveitam ao máximo os próprios recursos para viver uma vida longa, sadia e prazerosa. Em Vanuatu, NEC e FOE registraram uma "taxa de felicidade" de 68,2, contra os 48,3 da Itália.

Os habitantes de Vanuatu vivem em média até os 68,6 anos, não têm um exército permanente e se sustentam com a agricultura e a pesca. Certamente não são ricos mas conseguiram preservar suas praias imaculadas e as suas florestas verdejantes e, em média, se declaram satisfeitos de sua existência.

Ricas também não são as nações que se seguem: Colômbia (67,2), Costa Rica (66), República Dominicana (64,5), Panamá (63,5), Cuba (61,9), Honduras (61,8), Guatemala (61,7), El Salvador (61,7), Santa Lucia (61,3) e Vietnam (61,2).

Andrew Simms, diretor da NEC, admitiu que esta primazia dos países da América Central e da Colômbia em particular, destina-se a surpreender muitos. "Existe um clichê sobre a Colômbia. Há guerras e o narcotráfico, mas a grande maioria das pessoas não mantém contato com isso. A vida urbana é complexa e rica como em muitas outras cidades do mundo", afirmou.


24 março 2011

CARTA DO CACIQUE DE SEATTLE - EUA - "MANIFESTO À TERRA MÃE"

Foto: http://edimatracatrica.blogspot.com/2010/04/homenagem-ao-dia-do-indio-hoje-dia-19_19.html


             Esta carta foi escrita em 1854, ao presidente dos Estados Unidos, pelo chefe Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, depois que do Governo norte americano ter proposto a compra do território ocupado por aqueles índios.
             Muitos anos se passaram, mas o conteúdo continua atual, pois a terra é nossa mãe e o sol nosso pai.

Veja:

“Como podeis comprar ou vender o céu, o calor da terra? A idéia não tem sentido para nós.

Se não somos donos da frescura do ar ou o brilho das águas, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, cada grão de areia nas praias, a neblina nos bosques sombrios, cada monte e até o zumbido do insecto, tudo é sagrado na memória e no passado do meu povo.

A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem a terra onde nasceram, quando empreendem as suas viagens entre as estrelas; ao contrário os nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho.

Somos parte da terra e ela é parte de nós.

As flores perfumadas são nossas irmãs, os veados, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, o calor do corpo do cavalo e do homem, todos pertencem à mesma família.

Assim, quando o grande chefe em Washington envia a mensagem manifestando o desejo de comprar as nossas terras, está a pedir demasiado de nós. O grande Chefe manda dizer ainda que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente uns com os outros. Ele será então nosso pai e nós seremos seus filhos. Se assim é, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Isto não é fácil, já que esta terra é sagrada para nós.

A límpida água que corre nos ribeiros e nos rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, recordar-se-á e lembrará aos vossos filhos que ela é sagrada, e que cada reflexo nas claras aguas evoca eventos e fases da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz do pai do meu pai.

Os rios são nossos irmãos, e saciam a nossa sede. Levam as nossas canoas e alimentam os nossos filhos. Se lhes vendermos a terra, deveis lembrar e ensinar aos vossos filhos que os rios são nossos irmãos, e também o são deles, e deveis a partir de então dispensar aos rios o mesmo tratamento e afecto que dispensais a um irmão.

Nós sabemos que o homem branco não entende o nosso modo de ser. Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outra qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois de vencida e conquistada, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece. Trata a sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que se compram, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. O seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. E isso eu não compreendo.

O nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer os olhos do homem vermelho.

Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreende…

Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o desabrochar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender.

O vosso ruído insulta os nossos ouvidos. Que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs nas margens dos charcos e ribeiros ao cair da noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio dia e aromatizada pelo perfume dos pinhais.

O ar é inestimável para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis recordar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O vento que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida é o mesmo que lhes recebe o último suspiro.

Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir saborear a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.

Por tudo isto consideraremos a vossa proposta de comprar nossa terra, se nos decidirmos a aceitá-la, eu porei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.

Sou um selvagem e não compreendo outro modo de vida. Tenho visto milhares de bisontes apodrecendo nas pradarias, mortos a tiro pelo homem branco de um comboio em andamento.

Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o bisonte, que nós caçamos apenas para sobreviver.

Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morrerá de solidão espiritual. Porque o que suceder aos animais afetará os homens. Tudo está ligado.

Deveis ensinar a vossos filhos que o solo que pisam, são as cinzas de nossos avós.

Para que eles respeitem a terra, ensina-lhes que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai aos vossos filhos o que nós ensinamos aos nossos:

Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, cospe sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza:
- A terra não pertence ao homem branco; o homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos a certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra.

O homem não tece a teia da vida: é antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.

Nem mesmo o homem branco, cujo Deus passeia e fala com ele como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. Por fim talvez, e apesar de tudo, sejamos irmãos.

Uma coisa sabemos, e que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: o nosso Deus é o mesmo Deus.

Hoje pensais que Ele é só vosso, tal como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho.

Esta terra tem um valor inestimável para Ele, e ofender a terra é insultar o seu Criador. Também os brancos acabarão um dia talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai os vossos rios e uma noite morrerão afogados nos vossos resíduos.

        Contudo, caminhareis para a vossa destruição, iluminados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum desígnio especial vos deu o domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último bisonte for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. Termina a vida começa a sobrevivência.”

Fonte: http://www.saudeintegral.com/artigos/a-carta-do-indio-chefe-seattle-manifesto-da-terra-mae.html

Meus queridos leitores, já postei esta carta em outra oportunidade, mas como sei, que muitos às vezes somente lêem o que está na primeira página, resolvi repostá-la, uma vez que ela é tudo e sobretudo uma prova de amor incondicional ao planeta terra.
Vamos ler, absorver e refletir sobre cada palavra escrita por este irmão indígena...que sabedoria, heim amigos?
Me emociono cada vez que a leio, e quero passar esta super mensagem para todos vocês.


De coração, obrigada pela visita, muito obrigada por seguir meu blog, creiam é feito para vocês e para o planeta.


Helena Rezende

DIA 26 DE MARÇO (SÁBADO) - DAS 20:30/2130 HS.

Queridos Leitores, não se esqueçam de dedicar uma hora ao planeta, economizando energia, no próximo sábado - 26 de março de 2011 - das 20:30 às 21:30 hs.

APAGUEM AS LUZES DA SUA CASA, ESCRITÓRIO, DEPARTAMENTO ou EMPRESA, DAS 20:30 ÀS 21:30 HS. - Apenas uma hora e estará fazendo bastante para a redução de energia.

O Planeta conta com a sua colaboração!

Um abraço,

Helena Rezende

23 março 2011

DUST BOWL OU TEMPESTADE NEGRA - ESTADOS UNIDOS 1930

            Esta catástrofe, chamou-me a atenção, quando assisti um documentário do Canal Discovery sobre o fenômeno devastador.
           Durante a Grande Depressão de 1930, os Estados Unidos, mais propriamente a sua região do Centro-Oeste, passou por uma grande tragédia ambiental provocada pela agricultura.
          A região foi assolada por tempestades de poeira, formadas por ventos fortes que levavam toda a camada superficial do solo desprotegida de vegetção. Tendo em vista a queda dos preços na crise de 1929, os agricultores, objetivando tirar o maior proveito de suas terras, preparando-as para o plantio, as deixam totalmente sem cobertura verde, o que faz com que, baixasse a capacidade de retenção de umidade.
           Os ventos fortes retiravam toda a camada superficial do solo, que havia sido limpo com o objetivo de formar  lavouras, mas à medida que o vento varria as terras, o solo ia ficando mais e mais empobrecido e ressecado pela ação do sol e do vento. 
           Para os agropecuaristas, a tragédia foi algo terrível sem precedentes na história da região...as construções não conseguiam impedir a penetração da poeira, sendo que na sua grande maioria, eram feitas com madeiras, o que normalmente apresentavam pequenas fendas (retração da madeira), por mais bem feitas que fossem. As donas de casa, passavam o dia e a noite tentando amenizar a infiltração da poeira em suas casas, através da colocação de tecidos nas frestas, portas e janelas, mas o pó era insano, até os alimentos eram contaminados...e as pessoas sofriam muito, além, é claro, das inúmeras doenças respiratórias que as afetavam. As escolas rurais, quando não cancelavam suas aulas, sofriam com a ausência dos alunos, que não conseguiam caminhar em meio ao pueril. Os animais sofriam, os alimentos escasseavam...era grande o suprício pelo qual passava aquela região. As grandes tempestades ocorreram entre os anos de 1932 até l936, sendo que a mais trágica, ocorreu em 14 de abril de 1935, o que lhe conferiu o nome de Dust Bowl, ou "bola de poeira", devastadora tal qual uma bola de boliche.
            Naquela época os meios rudimentares de plantio, associados ao baixo conhecimento científico, se associavam, fazendo com que enormes extensões de terra fossem devastadas pela erosão, ocasiadas, em primeiro plano pela ação inconsequente e  desprovida de conhecimentos técnicos do homem sobre o meio ambiente. O Departamento de Agicultura Americano, através de sua Agência de Serviços Agrícolas, correu atrás para reverter o quadro assustador e dirimir o enorme prejuízo ambiental provocado.
             O homem sem conhecimentos técnicos, ou, sem responsabilidade, ou movido pela ambição, tem devastado áreas e mais áreas, onde muitas vezes, você percorre quilômetros e quilômetros sem ver ao menos uma árvore de pé...não são feitas barreiras contra os ventos, o que reduz a sua velocidade e até mesmo o seu efeito erosivo devastador sobre o solo.
             Que este triste exemplo americano sirva de exemplo para o mundo de como não devemos agir.
             A terra, as águas, as florestas, precisam de manejo sustentável e sobretudo responsável...estes são bens naturais.  
             Ainda voltarei a falar sobre o uso da água na irrigação das grandes lavouras. 
             Se não cuidarmos, vai faltar e toda ação tem uma reação, e esta, no caso ambiental, pode ser maior e devastadora para o planeta.

Fonte de pesquisa, Discovery Chanell Television e www,unesp.br/aci_ses/revista_unespciencia/acervo/13/ponto.critico

22 março 2011

ÁGUA, TEMOS MUITO PARA COMEMORAR NO SEU DIA?

FONTE: http://policiaambientalcaico.blogspot.com/2010_07_01_archive.html

22 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Queridos amigos leitores, gostaria muito neste dia tão precioso, quão precioso é o líquido que ele homenageia, de fazer um agradecimento a todos os sites e blogues focados no meio ambiente e em particular em defesa da água nossa de cada dia.

Gostaria de deixar registrado nesta página, a minha mais sincera homenagem, o meu carinho e apreço ao Professor Jarmuth Andrade e seus companheiros do Blog SOS RIOS DO BRASIL, pela luta, garra e à dedicada competência, com que defendem o nosso líquido precioso.
Parabéns e o nosso muito obrigada!
É com esta luta e com este empenho que o nosso Planeta conta para restaurá-lo!

PARA TODOS NOSSA HOMENAGEM ATRAVÉS DO BELO POEMA:

Eu e o Riacho

Autor: Adilson Costa (21/10/2008)




Nasce a água da terra, limpa cristalina

Nasce no topo da serra, pura e alcalina

Desce sua ladeira

Vai crescendo

Arrastando

Quebrando

Não teme os obstáculos e vai

Passa sobre tudo e cresce

Fica grande, não tem medo

Esquece o topo da serra

Aquela que tinha gosto de terra

Terra pura, terra limpa em meio ao arvoredo.

Aumenta a velocidade, corre e vai descendo

Agora tens gosto de lixo, sujo e contaminado

Tu és grande, percebemos ao te olhar.

Achas que pode, mas não pode!

Outro maior vai te derrotar

Somos como essa nascente

Nascemos com uma missão

Crescemos e misturamos à tanta gente

Gente boa e também sem coração.

Tantos dejetos,

Tantos venenos,

Tantos desafetos,

Não crescemos,

Nós inchamos,

E somos ainda mais pequenos.

Gostaria de ainda estar na serra,

sentindo o gosto da terra,

sem me preocupar com meus ais

Hoje só vejo guerra,

A gente muito mais erra,

Ao tentar encontrar a Paz.

O riacho vai encontrar o que merece

Quando a ladeira terminar,

Aos poucos ele desaparece.

Será engolido pelo Mar.

Fonte: http://sitedepoesias.com/poesias/34113








21 março 2011

HOJE - 21 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS FLORESTAS


Fundação Amzonas Sustentável debate a importância da conservação das Florestas no 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade

Realizado pela Seminars e promovido pelo LIDE - Grupo de Líderes Empresariais -, evento terá como tema principal “Sustentabilidade Econômica, Ambiental e Social da Amazônia e do Planeta”

Fonte: Fundação Amazonas Sustentável

(21/03/2011 / Manaus/AM)

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) debaterá a importância da conservação das florestas durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade, a ser realizado entre os dias 24 e 26 de março, no Hotel Tropical, em Manaus (AM), e que terá como tema principal “Sustentabilidade Econômica, Ambiental e Social da Amazônia e do Planeta”.

A FAS, que será representada pelo presidente do Conselho Administração da entidade e ex-ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, pelo diretor Firmin Antonio e pelo superintendente-geral Virgilio Viana, participará do evento através de workshop e debates.

Na quinta-feira (24/3), às 16h10, após palestra de Arnold Schwarzenegger, ex-governador do Estado da Califórnia, Virgílio Viana participará, ao lado de Omar Aziz, governador do Amazonas, do Q&A (perguntas e respostas) ao ex-governador californiano.

Na sexta-feira (25/3), às 15h45, quem representará a FAS será Luiz Fernando Furlan, no debate sobre o mundo empresarial e a sustentabilidade. No mesmo dia, às 18h, Firmin Antonio integra mesa com Paul Hawken e Adam Werbach, para debater o tema “Como colocar o negócio a favor do planeta”.

Ainda na sexta-feira, acontecerá, às 9h30, na sala 3, o Workshop de Sustentabilidade com o tema “Conservação das Florestas”, que terá como expositor Paulo Moutinho (IPAM) e será mediado por Virgilio Viana.
No último dia do Fórum, sábado (26/3), às 11h30, Viana fará na plenária principal a síntese dos principais pontos debatidos sobre conservação das florestas no evento.

Dentre os objetivos do Fórum estão a difusão das práticas e mecanismos bem-sucedidos de desenvolvimento sustentável na Amazônia, demonstração do valor econômico e ambiental da floresta em pé e suas implicações para a região e o mundo, além da criação de um compromisso político e empresarial com o desenvolvimento sustentável do planeta.

Realizado pela Seminars e promovido pelo LIDE - Grupo de Líderes Empresariais-, o evento contará com a presença de lideranças empresariais, políticas, ambientais em defesa das práticas e mecanismos bem-sucedidos para o desenvolvimento sustentável mundial. Um dos destaques do Fórum serão as exposições do ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton; do ex-governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, e do fundador do Grupo Virgin, Richard Branson, além de especialistas na área.

Sobre a FAS

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é uma instituição público-privada, sem fins lucrativos, não governamental e sem vínculos político-partidários, fundada no dia 20 de dezembro de 2007, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado do Amazonas e o Banco Bradesco. A missão da FAS é promover o envolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das comunidades residentes nas Unidades de Conservação do Estado do Amazonas, em uma área de mais de 10 milhões de hectares, por meio da valorização dos serviços e produtos ambientais. A FAS tem como prioridade implementar o Programa Bolsa Floresta (PBF), que é o primeiro projeto do Brasil certificado internacionalmente para recompensar as populações tradicionais pela manutenção dos serviços ambientais prestados pelas florestas.


Fonte: http://www.fas-amazonas.org/pt/




COMO 21 DE MARÇO SE TORNOU O DIA MUNDIAL DAS FLORESTAS:


Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.




Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.


Fonte: ICN (http://www.icn.pt/).