05 maio 2011

QUE BOM SERIA SE PUDÉSSEMOS RECICLAR TODOS OS TANQUES DO MUNDO


Tanques de guerra israelenses usados em diferentes guerras são vistos em um "cemitério de tanques", na base militar de Plugot, na cidade de Kiryat Gat, sul de Israel. Os veículos estão à venda por US$ 0,25/quilo e serão usados para a reciclagem de metais Tara Todras-Whitehill/AP

Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/110505tanquesisrael_album.jhtm?abrefoto=5

01 maio 2011

FRUTAS DO NOSSO CERRADO - VALE A PENA CONHECER

Apresentamos aqui, um pouco da biodiversidade do cerrado brasileiro.
Foto: Fernando Tatagiba


As frutas do cerrado são muito desconhecidas ainda pela população brasileira. Essas frutas se destacam por ser ricas em nutrientes e substâncias antioxidantes, que faz um bem danado para o nosso corpo.

E quando se trata de vitaminas, segundo um estudo feito pela Unicamp, algumas frutas do cerrado tem um valor muito alto de vitaminas. Como a cagaita que dispõe de muita vitamina C, e o buriti com muita vitamina A.

Frutas do Cerrado


BARU:
Nomes populares: Castanha de baru, cumbaru, cumaru, castanha de burro, viagra do cerrado, coco barata, coco feijão. Nome científico: Dipteryx alata Vog;
Aspectos botânicos e ecológicos
Leguminosa arbórea da família Fabaceae.
Árvore de grande porte chegando a medir 25 metros de altura, podendo atingir 70 cm de diâmetro com vida útil em torno de 60 anos.
O baru está ameaçado de extinção em função da procura pela madeira e pelo nível de desmatamento do Cerrado.
Ocorre corte indiscriminado do baru para fabricação de carvão vegetal, instalação de cercas (moirões), indústria moveleira, construção civil, entre outros usos.

O baru é encontrado em terras férteis e seus ecossistemas de ocorrência têm sido massivamente desmatado em função do avanço da fronteira agropecuária sobre o Cerrado.
Crescimento rápido sendo importante para fixação de carbono da atmosfera.
Tem sua primeira frutificação com cerca de 6 anos, sendo este período bastante variado em função das condições de solo e água.
Possui safra intermitente com variações bruscas de intensidade de produção de frutos de um ano para o outro. Para efeitos práticos, relacionado a utilização comercial, produz uma safra boa a cada 2 anos.
Uma árvore adulta produz cerca de 150 kg de fruto por safra boa. Possui apenas uma semente por fruto, do qual pode se aproveitar a polpa, endocarpo e semente (amêndoa).
O tamanho do fruto varia muito de região por região, bem como em função das condições de solo, água e genética da planta. Em média o fruto pesa 25g, sendo 30% polpa, 65% endocarpo lenhoso e 5% semente.

A polpa do baru constitui importante fonte de alimento para a fauna nativa (pequenos mamíferos, roedores, pássaros, morcego, etc) e para o gado que se alimentam roendo a polpa da fruta na época da safra.

A época da floração e frutificação varia de acordo com a região, sendo que a colheita geralmente é feita após o pico de queda dos frutos maduros.

Aplicações do baru
Alimentação humana; Alimentação animal; Medicina; Indústria cosmética; Artesanato; combustível; Indústria madereira/moveleira; Construção civil/rural; Adubação natural (leguminosa); Moirão vivo



BURITI:
Foto: Fernando Tatagiba


O buriti (Mauritia flexuosa) é uma das mais singulares palmeiras do Brasil. O buriti é uma espécie abundante no Cerrado e um indicativo infalível da existência de água na região. Como o Cerrado é rico em água, lá estão os buritis, emoldurando as veredas, riachos e cachoeiras, inseridos nos brejos e nascentes. A relação com a água não é à toa.
Ao caírem nos riachos, os frutos de seus generosos cachos são transportados pela água, ajudando a dispersar a espécie em toda a região. Os frutos também servem de alimento para cutias, capivaras, antas e araras, que colaboram para disseminar as sementes. Na natureza, tudo funciona na base da cooperação mútua.
Os buritis também embelezam a paisagem do Cerrado e são fonte de inspiração para a literatura, a poesia, a música e as artes visuais.
Para o homem, o buriti também é muito generoso. Seu fruto é uma fonte de alimento privilegiada. Rico em vitamina A, B e C, ainda fornece cálcio, ferro e proteínas. Consumido tradicionalmente ao natural, o fruto do buriti também pode ser transformado em doces, sucos, licores e sobremesas de paladar peculiares.

O óleo extraído da fruta (foto) tem valor medicinal para os povos tradicionais do Cerrado que o utilizam como vermífugo, cicatrizante e energético natural. As substâncias do buriti também dão cor, aroma e qualidade a diversos produtos de beleza, como cremes, xampus, filtro solar e sabonetes.
As folhas geram fibras usadas no artesanato, tais como bolsas, tapetes, toalhas de mesa, brinquedos e bijuterias (foto.) Os talos das folhas servem para a fabricação de móveis. Além de serem leves, as mobílias feitas com o buriti são resistentes e muito bonitas.
As folhas jovens também produzem uma fibra muito fina, a “seda” do buriti, usada pelos artesãos na fabricação de peças feitas com o capim-dourado. Do buriti, se aproveita tudo. Até o nome, emprestado a milhares de lugares, estabelecimentos e até embarcações que levam a fama da palmeira por todos os lugares.

 
CAGAITA:
Nome científico: Eugenia dysenterica DC; Categoria: Vegetais - fruta ; Breve Descrição: A cagaita é uma fruta nativa brasileira, presente em todo o bioma Cerrado, na região centro-oeste do Brasil. Sua árvore é de porte médio, de três a quatro metros de altura, com ramos tortuosos, tem tronco enrugado e folhas que lembram as da goiabeira. A árvore floresce de agosto a setembro e frutifica de setembro a outubro. A fruta é globosa e achatada, de dois a três centímetros de diâmetro, de coloração amarelo-pálida, com uma a três sementes brancas envoltas em polpa de coloração creme, de sabor acidulado.
Os frutos são bastante consumidos, tanto ao natural como na forma de doces, geléias, sorvetes e sucos, podendo ter sua polpa congelada por até um ano. O fruto é bastante perecível quando maduro, devendo ser comido ou processado logo após colhido, para que não ocorra oxidação do mesmo. Especial atenção é dada quanto à quantidade de frutos ingeridos, principalmente quando quentes ao sol, grande quantidade gera efeito laxante, responsável tanto pelo nome popular como pelo científico. A árvore é também medicinal, melífera, ornamental e madeireira. A casca serve para curtumes, sendo uma das corticeiras do Cerrado, com até mais de 2 cm de espessura. Além de efeito laxante dos frutos, seu uso medicinal está associado à ação anti-diarréica de suas folhas.

Área tradicional de produção, detalhes sobre a origem do produto e ligação com grupos locais

Como árvore nativa do cerrado a cagaita faz parte da vida de muitas comunidades. Com o avanço da pecuária e da agricultura intensiva em grande parte da região centro-oeste por onde se extende o bioma, as cagaiteiras começaram a ser derrubadas o que começou a preocupar os produtores. O beneficiamento dos frutos do cerrado, sua comercialização e replantio tem sido estratégias usadas por estes grupos para tentar preservar suas riquezas naturais e culturais, já que o hábito de catar e comer frutos do cerrado faz parte da história de convivência das comunidades com seu habitat.

O fruto faz parte dos hábitos alimentares da região do Caxambu, sendo lembrado pelos mais velhos que já costumavam comê-lo. Atualmente o trabalho de beneficiamento do fruto é desenvolvido por um grupo de 8 mulheres, que coletam as frutas e fazem o seu beneficiamento na pequena agroindustria que possuem. A tarefa de coleta da fruta é realizada não somente em suas propriedades, mas também nas imediações e até mesmo no povoado. Desta tarefa muitas vezes participam também outros membros da família, principalmente os filhos.

Os produtos da agroindustria, inclusive a geléia de cagaita, são comercializados, principalmente através da Central de Comercialização do Cerrado, entidade com a qual a associação da qual fazem parte, a Associação de Desenvolvimento Comunitário do Caxambu - ADCC mantém parceria. A Central tem aberto mais canais de comercialização e divulgação dos produtos.

As feiras e congressos que a ADCC participa, muitas com calendário fixo, também representam espaços de comercialização relevantes.
O mercado de Pirenópolis, que já é explorado pela Associação há bastante tempo, tem melhorado bastante em função do incremento do turismo na cidade nos últimos anos. Os produtos são vendidos aí, diretamente para pousadas e restaurantes, assim como em supermercados.

O grupo produz em média 250 vidros de geléia de cagaita por ano, produção resultante da coleta de frutos que se encontram em suas propriedades ou próximo delas. Dependendo da demanda pelo fruto beneficiado e da disponibilidade para fazer a coleta em áreas mais afastadas de suas propriedades, esta produção pode aumentar. O plantio de algumas mudas de cagaita já foi feito, mas de forma muito incipiente.

GUABIROBA:
A gabiroba, guabiroba ou guavira é o fruto produzido pela gabirobeira, um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do cerrado brasileiro.

É um fruto arredondado, de coloração verde-amarelada, com polpa esverdeada, suculenta, envolvendo diversas sementes muito parecido com uma goiabinha. Ela pode ser consumida ao natural ou na forma de sucos, doces e sorvetes e ainda serve para fazer um apreciado licor.
A planta apresenta duas variedades:
-  pubescens var. coarectatum O. Berg
- pubescens var. pubescens.
A gabiroba é uma planta nativa do Brasil, sendo muito encontrada nos cerrados das regiões sul, Sudeste e Centro-Oeste. Sendo disseminada para outros países da América do Sul, é muito encontrada na Argentina e Uruguai. No sul do Brasil, na região norte e oeste do Paraná além da variedade de cerrado, dissemina-se também a variedade arbórea que alcança vários metros de altura, produzindo frutos com sabor e aparência da variedade de campo, porém quando maduros apresentam a cor amarela.

Cultivo: A gabirobeira vive em clima tropical quente, com baixo índice pluviométrico, devendo estar sempre exposta ao sol. Não é exigente quanto ao solo, crescendo inclusive em terrenos pobres. No entanto, quando é cultivada, apresenta maior preferência pelos solos do tipo vermelho-amarelo. A necessidade de água é moderada.
A propagação se dá através de sementes, que devem ser semeadas logo após a extração do fruto porque perdem rapidamente a capacidade germinativa. Pode ser cultivada em canteiros.
A colheita geralmente ocorre no mês de novembro. Os frutos podem ser conservados em sacos plásticos na geladeira ou congelador


JATOBÁ:
Nome cientifico: Hymenaea stigonocarpa Mart; Família Leguminosae, mesma do feijão, do baru, da copaíba e do pau-brasil. A família é a primeira entre as mais importantes em termos de número de espécies lenhosas (arbustos e árvores). São mais de 150 espécies agrupadas em três subfamílias. Outros nomes: jatobá, jatobá-do-campo, jatobá-da-serra, jatobá-capão, jatobá-de-casca-fina, jataí.
Folhas alternas, bifolioladas (compostas por dois folíolos) características dos jatobás.
Arvoreta ou árvore  de até 10 metros de altura amplamente utilizada por todas as populações tradicionais do bioma Cerrado. Ocorre em cerrados e cerradões e mesmo sem flores pode ser identificada facilmente pelas suas folhas, que são alternas ecompostas por dois folíolos. Dizem que a folha do jatobá parece um par de pulmões, o que já indicaria suas propriedades medicinais no fortalecimento das vias respiratórias superiores e aparelho cardio-vascular. As folhas e ramos mais jovens possuem pilosidade.
Os botões são recobertos por vilosidade (pêlos bem curtos com textura de veludo) cor de ferrugem. Suas flores brancas com até 05 cm de diâmetro são polinizadas por morcegos.

MACAÚBA:
A macaúba é uma palmeira nativa brasileira que pode crescer a uma altura de 15 metros. Usada como planta ornamental, ela produz frutas comestíveis que contém um óleo, semelhante ao azeite de oliva, que é usado nos setores de alimentos e farmacêutico. A comunidade do norte do estado de Minas Gerais, no sudeste, processa os produtos derivados desta palmeira. O óleo é extraído e filtrado mecanicamente sem a adição de quaisquer produtos químicos, de modo que seu sabor e seu aroma permanecem inalterados. A comunidade é apoiada pelo Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA), uma importante ONG que apóia organizações de agricultura familiar no Estado, presta consultoria e fornece ferramentas para melhorar a comercialização de seus produtos.



MAMACADELA:
Fruta típica do cerrado, possui uma polpa bastante saborosa, porém está difícil de ser encontrada, tendo em vista que é muito apreciada pelos animais.

MANGABA:


Nome popular - Mangabeira, Mangaba. Nome cientifico - Hancornia speciosa, Familia - Apocynaceae *Fenelogia - Florece durante os meses de setembro-novembro. Utilidade - A madeira é empregada apenas para caixaria e para lenha e carvão, seus frutos são comestíveis e muito apreciados principalmente na região Nordeste do pais, onde são regularmente comercializados nas feiras e, indústrias na forma de sorvetes e doces. Os frutas são também consumidos por algumas espécies de animais silvestres.

PEQUI:



Nomes populares - piqui, pequi, pequi-bravo, pequiá.Nome cientifico - Caryocar brasiliense. Familia - Caryocaraceae. Feneologia - Florece durante os meses de setembro-novembro.Os frutos iniciam a maturação em meados de novenbro, prolongando-se até início de fevereiro. Utilidade - A madeira é propria para construção civil e naval. Os frutos são comestíveis e apreciadícimos pela população do Brasil Central; o caroço com polpa (mesocarpo) é cozido com arroz, usada para o preparo de licores e para extração de madeira e sebo; o caroço é lenhoso e formado por grande quantidade de pequenos espinhos, que podem ferir a mucosa bucal quando ingerido por incautos. Os frutos também são consumidos por várias espécies da fauna, que contribuem para a disseminação da espécie.

PITOMBA:
Nome científico: Talisia esculenta (A. St.-Hil.) Radlk; Família botânica: Sapindaceae; Origem:Brasil; Características da planta: Árvore com cerca de 13 metros de altura. Folhas compostas. Flores pequenas, de coloração alva, reunidas em inflorescências terminais. Fruto: Tipo drupa, arredondada, casca subcoriácea, glabra, de coloração amarelo-esverdeada. Polpa comestível, saborosa, envolvendo uma ou duas sementes longas, recoberta por arilo carnoso, branco e de sabor agridoce. Frutificação: Verão, podendo adiantar ou atrasar de acordo com as chuvas. Propagação: Semente;Fruta extremamente difundida por todo o Nordeste, onde é cultivada em pomares residenciais e quintais, a pitomba é encontrada com relativa facilidade nas ruas e em feiras nas regiões Nordeste e Norte em em alguns mercados de outras partes do país. Não existem, porém, pomares comerciais da fruta, que não tem importância econômica significativa. O uso habitual que se faz da pitomba de sua abundante produção, ao menos em Pernambuco, é o de aluguel da árvore. O proprietário de uma pitombeira concede, por uma pequena quantia, o direito de se apanharem todas as pitombas disponíveis naquela árvore, em geral carregadíssima. Colhem-se tanto as que ainda não amadureceram por completo, as mais verdinhas - que embora contenham mais polpa são mais azedas -, quanto aquelas efetivamente maduras, de casca amarronzada. Nesse caso, a polpa transparente é apreciada pelo sabor agridoce, doçura e pela gostosa sensação refrescante de se ter o que chupar sob o sol escaldante do Nordeste. Por dentro de sua casca amarelo-acinzentada, rompida com os dentes, a pitomba oferece uma polpa relativamente escassa, adstringente (quando verde) e agridoce (quando madura), dividindo o interior com um caroço grande. A fruta só se presta ao consumo ao natural, raramente sendo empregada na elaboração de sucos, doces ou sorvetes. Há quem diga, todavia, que este uso ampliaria as possibilidades de comercialização da pitomba, inclusive para o mercado internacional. A pitombeira pertence a família das Sapindáceas, tendo como parente a chinesa lichia. Bonita árvore, de copa robusta e arredondada e tronco bastante ramificado, raramente ultrapassa os 13 metros de altura, o suficiente para dificultar a colheita. Suas flores pequenas e levemente alaranjadas, entremeadas às folhas bem verdes, pouco chamam a atenção. Ao menos quando comparadas às abundantes frutinhas, que revolvem como nenhuma outra fruta a curiosidade e o paladar do povo nordestino.
Mas dessas frutas do cerrado, uma que conseguiu “fama” foi o pequi, ela ultrapassou as fronteiras locais e ganhou adeptos até internacionais.

Lembrando é sempre bom comer frutas que contenha antioxidantes, pois eles combatem os radicais livres do nosso organismo.


Fonte: http://www.acessonews.com/blog/3216/frutas-do-cerrado/;http://www.caldas.com.br/fotos/galgeral.htm;http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/89/61/; http://ilanamaryamaeliceia.blogspot.com/;http://poderdasfrutas.com/categoria/pitomba/;Takemoto, E. et al. Composição química da semente e do óleo de baru (Dipteryx alata Vog.) nativo do Município de Pirenópolis, Estado de Goiás. Rev. Inst. Adolfo Lutz, 60(2):113-117, 2001.;http://www.ispn.org.br/o-buriti-a-palmeira-de-mil-e-uma-utilidades/;http://pt.wikipedia.org/wiki/Gabiroba

29 abril 2011

TRATAMENTO DE ESGOTO

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


SOLUÇÕES PARA O TRATAMENTO DO ESGOTO

A ASPAN foi buscar em outros municípios experiências e soluções na área do saneamento básico. Em 2010, a entidade foi à FIEMA- Feira Internacional do MeioAmbiente, em Bento Gonçalves, onde diversas empresas apresentaram soluções para o tratamento do esgoto, a nível domiciliar e de conjuntos habitacionais - um condomínio, vila ou um bairro inteiro. A prefeitura de São Borja foi lembrada desse evento, mas não se fez representar. Muitas outras prefeituras do Estado enviaram equipes de técnicos. Também prefeitos e vereadores visitaram a FIEMA e sabe-se que estão aplicando em suas comunidades as alternativas na área de saneamento. Diversas empresas que precisam cumprir a lei na questão dos resíduos também estavam na FIEMA.

Aqui vamos lembrar algumas soluções que podem ser implantadas nos pátios das moradias ou num bairro inteiro a custos razoáveis.

Uma das mais simples é o sistema da EMBRAPA para residências na zona rural e que pode ser adaptado em áreas urbanas. Bastam tres caixas de água, dessas de mil litros, areia, brita e algumas conexões. O efluente, isto é, a água que sai do processo pode ser usada na irrigação de plantas frutíferas, jardins, etc, ou encaminhada à rede pluvial. Não é própria para irrigação de plantas de consumo direto, alface, por exemplo Veja fotos.

Sistema Embrapa



Sistema Mizumo


A empresa Máquinas Agrícolas Jacto S/A tem várias opções de tratamento de esgoto para um domicílio até um bairro inteiro, sem a necessidade de grandes lagoas de decantação. Esses sistemas economizam área de terrenos e causam menos transtornos na implantação dos ramais de coleta e transporte dos efluentes. No complexo do prédio da Escola Técnica Federal, no Bairro Betim, em São Borja, uma unidade do sistema Mizumo está para ser implantada.
 
 
Vi o blog da aspanrs,  linkado ao blog de um leitor, o Darci Bergman, que tem um blog maravilhoso. Adorei as matérias e reproduzo uma interessantíssima sobre o Tratamento de Esgoto. Visitem os blogs de origem, vale a pena!
 
Darci, aliás, a foto da jaboticabeira é maravilhosa!
 
Helena Rezende

28 abril 2011

COMO SE FORMAM OS TORNADOS


Normalmente, os tornados se formam associados a tempestades severas que produzem fortes ventos, elevada precipitação pluviométrica e freqüentemente granizo. Felizmente menos de 1% das células de tempestade originam um tornado. Porém todas as grandes células convectivas devem ser monitoradas por sempre haver a possibilidade destas reunirem as condições necessárias para a ocorrência do fenômeno.



Embora ainda não exista um consenso sobre o mecanismo que desencadeia o início de um tornado, aparentemente eles estão ligados a uma interação existente entre fortes fluxos ascendentes e descendentes que formam uma movimentação intensa no centro das nuvens carregadas que compõem as super-células tempestuosas.



Essas células normalmente formam-se devido ao contraste existente entre duas grandes massas de ar com diferentes pressões e temperaturas. Alguns locais do planeta estão mais sujeitos ao encontro desses contrastantes sistemas atmosféricos, como é o caso do meio-oeste dos EUA, ou o centro-sul da América do Sul.



Após tocar o solo, um tornado pode atingir uma faixa que varia entre 100 a 1200 metros, deslocando-se por uma extensão de aproximadamente 30 km (embora já tenham sido registrados tornados que se deslocaram por distâncias superiores a 150 km).



1- Antes do desenvolvimento da tempestade, uma mudança na direção do vento e um aumento da velocidade com a altura criam uma tendência de rotação horizontal na baixa atmosfera. Essa mudança na direção e velocidade do vento é chamada de cisalhamento do vento.



2- Ar ascendente da baixa atmosfera entra na tempestade inclinada e o ar em rotação da posição horizontal muda para a posição vertical.



3- Então há a formação de uma área de rotação com comprimento de 4–6 km, que corresponde a quase toda extensão da tempestade. A maioria das tempestades fortes e violentas são formadas nestas áreas de extensa rotação.



4- A base da nuvem e sua área de rotação são conhecidas como wall cloud. Esta área é geralmente sem chuva.




25 abril 2011

ARQUITETURA - REFORMAS ECOLÓGICAS

Livro defende a reabilitação sustentável de construções

DAIANA DALFITO

Da Redação



Primeiro piso da casa oitentista e piramidal projetada por Jan van den Berghe, reabilitada

Recuperar espaços construtivos, essa é a ideia principal do livro “Eco Refurbishment” – ou “Eco Rehabilitación” – lançado em 2010 pela editora Monsa de Barcelona, Espanha.



Bilingue, a obra editada e concebida por Josep Maria Minguet traz oito projetos de reconstrução e reabilitação arquitetônicas em seis diferentes países, bem ilustrados com fotos, plantas baixas e cortes estruturais. As aventuras construtivas vão de um celeiro transformado em casa de veraneio na Itália à casa pós-moderna projetada por Jan Van den Berghe na década de 1980.

O texto introdutório do livro de 96 páginas defende que, em nossos dias mais do que antes, é importante inovar e reinventar a arquitetura existente para adaptá-la às mudanças climáticas. Mas também, garante a consisa prosa, essa é uma forma de solucionar os problemas dos espaços habitacionais nos países e cidades onde os terrenos para novas construções estão cada vez mais escassos.

“Eco Refurbishment” tem em seu título, mesmo àqueles que não compreendem a língua inglesa, explícito mais um de seus motes: A preocupação ecológica ao renovar e adaptar de maneira sustentável para que se garanta a qualidade de vida.

O UOL Casa e Imóveis preparou um álbum com algumas fotos dos projetos e as principais informações sobre eles. VEJA:http://casaeimoveis.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/04/23/livro-defende-a-reabilitacao-sustentavel-de-construcoes.jhtm

24 abril 2011

ONG "XODÓ DE BICHO" - JAGUARIÚNA (SP) - FEIRA DE DOAÇÕES DE ANIMAIS

Queridos amigos leitores, estou muito entusiasmada com o trabalho do grupo da ONG XODÓ DE BICHO de Jaguariúna.

Ainda em fase de formatação, a ONG vem operando a todo vapor!

O grupo é excelente, todo mundo com grandes idéias e ótimos ideais!

Nas 02 últimas semanas, a ONG já fez reunião com: -  o CCZ - Centro de Controle de Zoonozes, Departamento da Prefeitura que funciona junto com a FAJ - Faculdade de Jaguariúna, que conta com um excelente Hospital Veterinário. No CCZ existem um Canil e um Gatil, ambos lotados em sua capacidade de abrigar os animais, pois contam atualmente com 53 cães e 76 gatos. É uma parceria que se articula com extrema responsabilidade.
- a Secretaria de Saúde de Jaguariúna - com o objetivo de traçar objetivos e apoios em conjunto. Estabelecer metas e criar oportunidades de contatos e realizações em parcerias.
- Reunião com o Prefeito de Jaguariúna - O Prefeito Gustavo Reis, recebeu um grupo de integrantes da ONG e ouviu propostas para atendimento dos animais. As propostas da ONG é para trabalhar em parceria com a Prefeitura, visando minimizar o sofrimento dos animais de rua, e, batalhar pelo controle e redução da população de rua. O Senhor prefeito,  através da Secretaria de Saúde, representada na pessoa de sua  Secretária Maria do Carmo Pelisão, ouviu as reivindicações do grupo, e já está apoiando ações, como a Feira de Doações, com suporte de material de montagem, tais como: cessão de espaço público, tenda, grades de contenção, cadeiras.

           A Feira está sendo realizada no Parque dos Lagos, lado externo, entre lagos, todos os sábados das 9 às 17 hs,

           Já na sua segunda edição, o resultado foi muito positivo para a comunidade, bem como para os animais, que agora, já conta oficialmente com uma ONG - Organização Não Governamental, em sua defesa e luta pelos seus direitos, objetivando dar-lhes melhores condições  de vida, através de recuparação de animais doentes e acidentados. Promovendo apoio recíproco de castração para que o plantel do município se reduza, com isto diminuindo-se as possíveis doenças, acidentes e más condições de higiene.

SÁBADO -16/04/20  - PRIMEIRA FEIRINHA DE DOAÇÃO DE ANIMAIS o saldo foi muito positivo, pois de um montante de 10 animais levados para doação, foram efetuadas 04 doações entre cães, gatos .

Todo o grupo está de parabéns!
São atitudes assim que pode ajudar a salvar o Planeta e consequentemente a humanidade, pois os animais fazem parte da vida!
Precisamos que todos os municípios do mundo possuam pessoas engajadas para e

17 abril 2011

PREDIO COMERCIAL ECOLÓGICO NA ALEMANHA - EXCELENTE IDÉIA

Arquitetos projetam edifício comercial de maneira ecológica na cidade de Hamburgo. Prédio gastará 72% menos energia que construções comuns

Por Casa e Jardim Online


O prédio economiza 72% de energia em comparação a construções comuns.
Jardins e áreas livres em quase todos os andares, espaços de integração social, amplas janelas e portas para favorecer iluminação e ventilação naturais. Tudo isso estará presente no novo projeto da empresa alemã "Greeen Architects": um complexo de ecotorres, que abrigará a sede da entidade responsável pela regulamentação de construções e meio ambiente na cidade de Hamburgo, na Alemanha. Os arquitetos ainda não divulgaram a data de início da construção.


72%. Essa é a porcentagem de energia economizada, se o edifício for comparado a outro, projetado de maneira convencional. Assim, as torres emitirão uma quantidade muito baixa de carbono. Elas só não serão construídas com materiais reaproveitados por uma exigência do cliente. Se isso fosse possível, o prédio teria chances de ganhar um certificado do Conselho de Construções Sustentáveis da Alemanha.

Uma das maiores preocupações era pontuar o edifício com áreas verdes.
O objetivo era fazer com que o edifício, além de ecológico, fosse um local de trabalho calmo e tranquilo. Para isso, as fachadas sul e leste foram planejadas com isolamento térmico e acústico. Isso ajudará a diminuir o barulho excessivo, já que o endereço do terreno é uma das avenidas mais movimentadas da cidade, a 5 km do centro. Já o lado norte da construção, terá janelas amplas, para aumentar a circulação de ar e a intensidade de iluminação.

Uma das preocupações centrais dos arquitetos era deixar o prédio com jardins de fácil acesso, em diferentes andares. Os primeiros pavimentos serão abertos para o público, permitindo a integração entre os funcionários e a comunidade local. Com áreas verdes, restaurantes e até uma biblioteca, o edifício pretende ser um espaço de convivência social.

Mais do que um local de trabalho, as ecotorres pretendem ser um espaço de convivência social

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI98349-16938,00-PREDIO+ECOLOGICO+NA+ALEMANHA.html
 
Queridos leitores, esta aí uma boa idéia a ser seguida, pois a vida exige que a palavra chave seja SUSTENTABILIDADE.
 
ECONOMIZAR ENERGIA, é outra necessidade premente...utilizarmos energias alternativas às que danificam o meio ambiente é a atitude radical que devemos tomar, portanto, vamos aplicar estas grandes idéias em nossas cidades.
 
Helena Rezende