10 maio 2011

RIBEIRÃO PRETO...E EU QUE A ACHAVA UMA LINDA CIDADE!!! QUANTO HORROR PERANTE O CÉU!!!!!

10/05/2011 - 17h11


Mais 13 animais são mortos em chacina em Ribeirão Preto (SP)


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JULIANA COISSI

DE RIBEIRÃO PRETO


Funcionários do Centro de Controle de Zoonoses de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) encontraram na manhã desta terça-feira mais 13 animais que foram mortos em uma chacina no Morro São Bento, uma área de reserva ambiental.

Na manhã de ontem (9), a estimativa era de 26 gatos mortos, provavelmente por envenenamento. Hoje a equipe da zoonoses percorreu a área e encontrou mortos mais oito gatos, uma cadela e quatro gambás.

Anteontem, a prefeitura já considerava o caso como a maior chacina de animais na cidade.

Segundo a chefe do órgão, Eliana Collucci, a suspeita é de que o veneno estivesse misturado à carne, pois é um tipo de alimento também procurado por gambás.


ZOOLÓGICO AMEAÇADO

A chacina gerou preocupação dos funcionários do Bosque e Zoológico Fábio Barreto, localizado no Morro São Bento. O temor é de que o suposto alimento envenenado possa ser ingerido por animais silvestres.

Como os animais mortos foram encontrados hoje de manhã em lugares afastados, os funcionários devem voltar na quarta (11) para procurar mais vítimas no meio da mata. Uma das cuidadoras diz que estão desaparecidos mais 20 gatos.

A prefeitura estima que existem cerca de mil gatos nas ruas da cidade.

Em março, a cidade já havia registrado outra chacina de gatos. Dez animais foram encontrados mortos no condomínio Areluz --a suspeita é que foram envenenados pelo produto conhecido por "chumbinho".





Oh! DEUS!!!

AUTORIDADES DE RIBEIRÃO PRETO, QUEM PRATICOU ESTES ASSASSINATOS???

ONDE ESTÃO ESTES ASSASSINOS???`

CADEIA PARA ELES!!!

É por isto, meus amigos, que moradores de rua estão sendo queimados!

É por isto, que "os índios Galdinos" são queimados.

Enquanto o ser humano continuar cometendo atrocidades como esta, muitos semelhantes serão queimados...
se o homem não é capaz de respeitar os animais que não fazem nada de mal, por outra, são nossos parceiros de vida...nos dão alegria, são nossos amigos, companheiros...leais, como muitos humanos, não são.

PRECISAMOS SALVAR ESTE PLANETA, MAS ANTES, PENSO QUE DEUS TERÁ QUE PASSÁ-LO  A  LIMPO!

OH! RIBEIRÃO PRETO, o que aconteceu com suas belezas!

As belezas do Bosque do Café ao som da "ária na corda sol"...!

Tudo  emudeceu...será que este Bosque hoje chora??

Será que a natureza chora???

Oh! Ribeirão, cidadãos do bem, denunciem...botem estes assassinos de animais na cadeia.

Se isto não acontecer, não poderemos mais crer que outros índios, ou moradores de rua, serão queimados pelas ruas...
É muito difícil, amigos, dificílimo mesmo, comentar uma TRAGÉDIA COMO ESTA!!!

A foto, em respeito a todos vocês, não tenho coragem de olhar e nem postar neste blog.

Não deixem que dizimem nossos animais...
Não deixem que destruam nossas florestas...
Não deixem que detonem nossos rios, lagos e oceanos!!
PRECISAMOS, COM URGÊNCIA, SALVAR NOSSO PLANETA!

Help us oh GOD!

Helena Rezende



09 maio 2011

ARTESÃO ARGENTINO CONSTRÓI CASA COM 6 MILHÕES DE GARRAFAS

Argentino constrói casa com 6 milhões de garrafas




O artesão argentino Rubén 'Tito' Ingenieri, 47 anos, usou cerca de 6 milhões de garrafas para construir sua casa, uma oficina de arte e um farol.

Tito mora na cidade de Quilmes, a 20 minutos da principal cervejaria argentina. "Destes 6 milhões de garrafas, pelo menos 100 mil são de cerveja", disse ele à BBC Brasil.

O artesão, que não consome bebidas alcoólicas, recolheu as garrafas durante 21 anos. Elas foram encontradas na rua e doadas por moradores ou pela prefeitura local.

"Em um vídeo que fizemos para promover o museu, apareço bebendo numa garrafa de cerveja, mas é água. O que vale é a garrafa", disse.

Tito diz que a sua casa é também um museu, tendo recebido delegações do Japão, da Holanda, da Noruega e do Canadá.

"(Construir casas com garrafas) pode ser uma solução para o problema da moradia. É muito mais barato que uma casa de tijolos", afirmou.


A casa está aberta à visitação publica, com entrada gratuita. O argentino afirma que, às vezes, 40 pessoas percorrem o local ao mesmo tempo.

A casa, com pisos e escadas de madeira, tem um quarto, uma sala, uma sala de jantar, um banheiro e uma cozinha.

"É uma casa como qualquer outra, mas com mais cores e iluminação graças aos tons das garrafas", disse. Tito, que iniciou, mas não concluiu, os estudos em belas artes, se define como um "operário das artes".

Oito horas por dia


Durante os 21 anos em que recolheu as garrafas, Tito diz ter trabalhado 8 horas por dia nas construções à base de ferro, areia, cimento, madeira e uma cola para prevenir a umidade. "Soldei cada detalhe destas obras. Estou satisfeito com o resultado".

Tito é porteiro em uma escola na localidade de Bernal, a 25 minutos de Quilmes. Além da casa onde mora, ele construiu a oficina, onde ensina aos interessados o que aprendeu sozinho, e um farol de 12 metros de altura.



O artesão afirma que se mudará para o farol quando ele ficar pronto, em dois meses. "O farol também tem quarto e sala, mas com mais requinte que a casa-museu, porque é mais alto", disse.

Nos planos de Tito, está a construção de uma sala de cinema para os moradores locais, dentro da casa. "Quero que muitos vejam que é possível fazer tudo isso sozinho. Com estas casas seria possível resolver problemas dos sem-teto e com criatividade".

Fonte: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8734723333297529666

05 maio 2011

QUE BOM SERIA SE PUDÉSSEMOS RECICLAR TODOS OS TANQUES DO MUNDO


Tanques de guerra israelenses usados em diferentes guerras são vistos em um "cemitério de tanques", na base militar de Plugot, na cidade de Kiryat Gat, sul de Israel. Os veículos estão à venda por US$ 0,25/quilo e serão usados para a reciclagem de metais Tara Todras-Whitehill/AP

Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/110505tanquesisrael_album.jhtm?abrefoto=5

01 maio 2011

FRUTAS DO NOSSO CERRADO - VALE A PENA CONHECER

Apresentamos aqui, um pouco da biodiversidade do cerrado brasileiro.
Foto: Fernando Tatagiba


As frutas do cerrado são muito desconhecidas ainda pela população brasileira. Essas frutas se destacam por ser ricas em nutrientes e substâncias antioxidantes, que faz um bem danado para o nosso corpo.

E quando se trata de vitaminas, segundo um estudo feito pela Unicamp, algumas frutas do cerrado tem um valor muito alto de vitaminas. Como a cagaita que dispõe de muita vitamina C, e o buriti com muita vitamina A.

Frutas do Cerrado


BARU:
Nomes populares: Castanha de baru, cumbaru, cumaru, castanha de burro, viagra do cerrado, coco barata, coco feijão. Nome científico: Dipteryx alata Vog;
Aspectos botânicos e ecológicos
Leguminosa arbórea da família Fabaceae.
Árvore de grande porte chegando a medir 25 metros de altura, podendo atingir 70 cm de diâmetro com vida útil em torno de 60 anos.
O baru está ameaçado de extinção em função da procura pela madeira e pelo nível de desmatamento do Cerrado.
Ocorre corte indiscriminado do baru para fabricação de carvão vegetal, instalação de cercas (moirões), indústria moveleira, construção civil, entre outros usos.

O baru é encontrado em terras férteis e seus ecossistemas de ocorrência têm sido massivamente desmatado em função do avanço da fronteira agropecuária sobre o Cerrado.
Crescimento rápido sendo importante para fixação de carbono da atmosfera.
Tem sua primeira frutificação com cerca de 6 anos, sendo este período bastante variado em função das condições de solo e água.
Possui safra intermitente com variações bruscas de intensidade de produção de frutos de um ano para o outro. Para efeitos práticos, relacionado a utilização comercial, produz uma safra boa a cada 2 anos.
Uma árvore adulta produz cerca de 150 kg de fruto por safra boa. Possui apenas uma semente por fruto, do qual pode se aproveitar a polpa, endocarpo e semente (amêndoa).
O tamanho do fruto varia muito de região por região, bem como em função das condições de solo, água e genética da planta. Em média o fruto pesa 25g, sendo 30% polpa, 65% endocarpo lenhoso e 5% semente.

A polpa do baru constitui importante fonte de alimento para a fauna nativa (pequenos mamíferos, roedores, pássaros, morcego, etc) e para o gado que se alimentam roendo a polpa da fruta na época da safra.

A época da floração e frutificação varia de acordo com a região, sendo que a colheita geralmente é feita após o pico de queda dos frutos maduros.

Aplicações do baru
Alimentação humana; Alimentação animal; Medicina; Indústria cosmética; Artesanato; combustível; Indústria madereira/moveleira; Construção civil/rural; Adubação natural (leguminosa); Moirão vivo



BURITI:
Foto: Fernando Tatagiba


O buriti (Mauritia flexuosa) é uma das mais singulares palmeiras do Brasil. O buriti é uma espécie abundante no Cerrado e um indicativo infalível da existência de água na região. Como o Cerrado é rico em água, lá estão os buritis, emoldurando as veredas, riachos e cachoeiras, inseridos nos brejos e nascentes. A relação com a água não é à toa.
Ao caírem nos riachos, os frutos de seus generosos cachos são transportados pela água, ajudando a dispersar a espécie em toda a região. Os frutos também servem de alimento para cutias, capivaras, antas e araras, que colaboram para disseminar as sementes. Na natureza, tudo funciona na base da cooperação mútua.
Os buritis também embelezam a paisagem do Cerrado e são fonte de inspiração para a literatura, a poesia, a música e as artes visuais.
Para o homem, o buriti também é muito generoso. Seu fruto é uma fonte de alimento privilegiada. Rico em vitamina A, B e C, ainda fornece cálcio, ferro e proteínas. Consumido tradicionalmente ao natural, o fruto do buriti também pode ser transformado em doces, sucos, licores e sobremesas de paladar peculiares.

O óleo extraído da fruta (foto) tem valor medicinal para os povos tradicionais do Cerrado que o utilizam como vermífugo, cicatrizante e energético natural. As substâncias do buriti também dão cor, aroma e qualidade a diversos produtos de beleza, como cremes, xampus, filtro solar e sabonetes.
As folhas geram fibras usadas no artesanato, tais como bolsas, tapetes, toalhas de mesa, brinquedos e bijuterias (foto.) Os talos das folhas servem para a fabricação de móveis. Além de serem leves, as mobílias feitas com o buriti são resistentes e muito bonitas.
As folhas jovens também produzem uma fibra muito fina, a “seda” do buriti, usada pelos artesãos na fabricação de peças feitas com o capim-dourado. Do buriti, se aproveita tudo. Até o nome, emprestado a milhares de lugares, estabelecimentos e até embarcações que levam a fama da palmeira por todos os lugares.

 
CAGAITA:
Nome científico: Eugenia dysenterica DC; Categoria: Vegetais - fruta ; Breve Descrição: A cagaita é uma fruta nativa brasileira, presente em todo o bioma Cerrado, na região centro-oeste do Brasil. Sua árvore é de porte médio, de três a quatro metros de altura, com ramos tortuosos, tem tronco enrugado e folhas que lembram as da goiabeira. A árvore floresce de agosto a setembro e frutifica de setembro a outubro. A fruta é globosa e achatada, de dois a três centímetros de diâmetro, de coloração amarelo-pálida, com uma a três sementes brancas envoltas em polpa de coloração creme, de sabor acidulado.
Os frutos são bastante consumidos, tanto ao natural como na forma de doces, geléias, sorvetes e sucos, podendo ter sua polpa congelada por até um ano. O fruto é bastante perecível quando maduro, devendo ser comido ou processado logo após colhido, para que não ocorra oxidação do mesmo. Especial atenção é dada quanto à quantidade de frutos ingeridos, principalmente quando quentes ao sol, grande quantidade gera efeito laxante, responsável tanto pelo nome popular como pelo científico. A árvore é também medicinal, melífera, ornamental e madeireira. A casca serve para curtumes, sendo uma das corticeiras do Cerrado, com até mais de 2 cm de espessura. Além de efeito laxante dos frutos, seu uso medicinal está associado à ação anti-diarréica de suas folhas.

Área tradicional de produção, detalhes sobre a origem do produto e ligação com grupos locais

Como árvore nativa do cerrado a cagaita faz parte da vida de muitas comunidades. Com o avanço da pecuária e da agricultura intensiva em grande parte da região centro-oeste por onde se extende o bioma, as cagaiteiras começaram a ser derrubadas o que começou a preocupar os produtores. O beneficiamento dos frutos do cerrado, sua comercialização e replantio tem sido estratégias usadas por estes grupos para tentar preservar suas riquezas naturais e culturais, já que o hábito de catar e comer frutos do cerrado faz parte da história de convivência das comunidades com seu habitat.

O fruto faz parte dos hábitos alimentares da região do Caxambu, sendo lembrado pelos mais velhos que já costumavam comê-lo. Atualmente o trabalho de beneficiamento do fruto é desenvolvido por um grupo de 8 mulheres, que coletam as frutas e fazem o seu beneficiamento na pequena agroindustria que possuem. A tarefa de coleta da fruta é realizada não somente em suas propriedades, mas também nas imediações e até mesmo no povoado. Desta tarefa muitas vezes participam também outros membros da família, principalmente os filhos.

Os produtos da agroindustria, inclusive a geléia de cagaita, são comercializados, principalmente através da Central de Comercialização do Cerrado, entidade com a qual a associação da qual fazem parte, a Associação de Desenvolvimento Comunitário do Caxambu - ADCC mantém parceria. A Central tem aberto mais canais de comercialização e divulgação dos produtos.

As feiras e congressos que a ADCC participa, muitas com calendário fixo, também representam espaços de comercialização relevantes.
O mercado de Pirenópolis, que já é explorado pela Associação há bastante tempo, tem melhorado bastante em função do incremento do turismo na cidade nos últimos anos. Os produtos são vendidos aí, diretamente para pousadas e restaurantes, assim como em supermercados.

O grupo produz em média 250 vidros de geléia de cagaita por ano, produção resultante da coleta de frutos que se encontram em suas propriedades ou próximo delas. Dependendo da demanda pelo fruto beneficiado e da disponibilidade para fazer a coleta em áreas mais afastadas de suas propriedades, esta produção pode aumentar. O plantio de algumas mudas de cagaita já foi feito, mas de forma muito incipiente.

GUABIROBA:
A gabiroba, guabiroba ou guavira é o fruto produzido pela gabirobeira, um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do cerrado brasileiro.

É um fruto arredondado, de coloração verde-amarelada, com polpa esverdeada, suculenta, envolvendo diversas sementes muito parecido com uma goiabinha. Ela pode ser consumida ao natural ou na forma de sucos, doces e sorvetes e ainda serve para fazer um apreciado licor.
A planta apresenta duas variedades:
-  pubescens var. coarectatum O. Berg
- pubescens var. pubescens.
A gabiroba é uma planta nativa do Brasil, sendo muito encontrada nos cerrados das regiões sul, Sudeste e Centro-Oeste. Sendo disseminada para outros países da América do Sul, é muito encontrada na Argentina e Uruguai. No sul do Brasil, na região norte e oeste do Paraná além da variedade de cerrado, dissemina-se também a variedade arbórea que alcança vários metros de altura, produzindo frutos com sabor e aparência da variedade de campo, porém quando maduros apresentam a cor amarela.

Cultivo: A gabirobeira vive em clima tropical quente, com baixo índice pluviométrico, devendo estar sempre exposta ao sol. Não é exigente quanto ao solo, crescendo inclusive em terrenos pobres. No entanto, quando é cultivada, apresenta maior preferência pelos solos do tipo vermelho-amarelo. A necessidade de água é moderada.
A propagação se dá através de sementes, que devem ser semeadas logo após a extração do fruto porque perdem rapidamente a capacidade germinativa. Pode ser cultivada em canteiros.
A colheita geralmente ocorre no mês de novembro. Os frutos podem ser conservados em sacos plásticos na geladeira ou congelador


JATOBÁ:
Nome cientifico: Hymenaea stigonocarpa Mart; Família Leguminosae, mesma do feijão, do baru, da copaíba e do pau-brasil. A família é a primeira entre as mais importantes em termos de número de espécies lenhosas (arbustos e árvores). São mais de 150 espécies agrupadas em três subfamílias. Outros nomes: jatobá, jatobá-do-campo, jatobá-da-serra, jatobá-capão, jatobá-de-casca-fina, jataí.
Folhas alternas, bifolioladas (compostas por dois folíolos) características dos jatobás.
Arvoreta ou árvore  de até 10 metros de altura amplamente utilizada por todas as populações tradicionais do bioma Cerrado. Ocorre em cerrados e cerradões e mesmo sem flores pode ser identificada facilmente pelas suas folhas, que são alternas ecompostas por dois folíolos. Dizem que a folha do jatobá parece um par de pulmões, o que já indicaria suas propriedades medicinais no fortalecimento das vias respiratórias superiores e aparelho cardio-vascular. As folhas e ramos mais jovens possuem pilosidade.
Os botões são recobertos por vilosidade (pêlos bem curtos com textura de veludo) cor de ferrugem. Suas flores brancas com até 05 cm de diâmetro são polinizadas por morcegos.

MACAÚBA:
A macaúba é uma palmeira nativa brasileira que pode crescer a uma altura de 15 metros. Usada como planta ornamental, ela produz frutas comestíveis que contém um óleo, semelhante ao azeite de oliva, que é usado nos setores de alimentos e farmacêutico. A comunidade do norte do estado de Minas Gerais, no sudeste, processa os produtos derivados desta palmeira. O óleo é extraído e filtrado mecanicamente sem a adição de quaisquer produtos químicos, de modo que seu sabor e seu aroma permanecem inalterados. A comunidade é apoiada pelo Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA), uma importante ONG que apóia organizações de agricultura familiar no Estado, presta consultoria e fornece ferramentas para melhorar a comercialização de seus produtos.



MAMACADELA:
Fruta típica do cerrado, possui uma polpa bastante saborosa, porém está difícil de ser encontrada, tendo em vista que é muito apreciada pelos animais.

MANGABA:


Nome popular - Mangabeira, Mangaba. Nome cientifico - Hancornia speciosa, Familia - Apocynaceae *Fenelogia - Florece durante os meses de setembro-novembro. Utilidade - A madeira é empregada apenas para caixaria e para lenha e carvão, seus frutos são comestíveis e muito apreciados principalmente na região Nordeste do pais, onde são regularmente comercializados nas feiras e, indústrias na forma de sorvetes e doces. Os frutas são também consumidos por algumas espécies de animais silvestres.

PEQUI:



Nomes populares - piqui, pequi, pequi-bravo, pequiá.Nome cientifico - Caryocar brasiliense. Familia - Caryocaraceae. Feneologia - Florece durante os meses de setembro-novembro.Os frutos iniciam a maturação em meados de novenbro, prolongando-se até início de fevereiro. Utilidade - A madeira é propria para construção civil e naval. Os frutos são comestíveis e apreciadícimos pela população do Brasil Central; o caroço com polpa (mesocarpo) é cozido com arroz, usada para o preparo de licores e para extração de madeira e sebo; o caroço é lenhoso e formado por grande quantidade de pequenos espinhos, que podem ferir a mucosa bucal quando ingerido por incautos. Os frutos também são consumidos por várias espécies da fauna, que contribuem para a disseminação da espécie.

PITOMBA:
Nome científico: Talisia esculenta (A. St.-Hil.) Radlk; Família botânica: Sapindaceae; Origem:Brasil; Características da planta: Árvore com cerca de 13 metros de altura. Folhas compostas. Flores pequenas, de coloração alva, reunidas em inflorescências terminais. Fruto: Tipo drupa, arredondada, casca subcoriácea, glabra, de coloração amarelo-esverdeada. Polpa comestível, saborosa, envolvendo uma ou duas sementes longas, recoberta por arilo carnoso, branco e de sabor agridoce. Frutificação: Verão, podendo adiantar ou atrasar de acordo com as chuvas. Propagação: Semente;Fruta extremamente difundida por todo o Nordeste, onde é cultivada em pomares residenciais e quintais, a pitomba é encontrada com relativa facilidade nas ruas e em feiras nas regiões Nordeste e Norte em em alguns mercados de outras partes do país. Não existem, porém, pomares comerciais da fruta, que não tem importância econômica significativa. O uso habitual que se faz da pitomba de sua abundante produção, ao menos em Pernambuco, é o de aluguel da árvore. O proprietário de uma pitombeira concede, por uma pequena quantia, o direito de se apanharem todas as pitombas disponíveis naquela árvore, em geral carregadíssima. Colhem-se tanto as que ainda não amadureceram por completo, as mais verdinhas - que embora contenham mais polpa são mais azedas -, quanto aquelas efetivamente maduras, de casca amarronzada. Nesse caso, a polpa transparente é apreciada pelo sabor agridoce, doçura e pela gostosa sensação refrescante de se ter o que chupar sob o sol escaldante do Nordeste. Por dentro de sua casca amarelo-acinzentada, rompida com os dentes, a pitomba oferece uma polpa relativamente escassa, adstringente (quando verde) e agridoce (quando madura), dividindo o interior com um caroço grande. A fruta só se presta ao consumo ao natural, raramente sendo empregada na elaboração de sucos, doces ou sorvetes. Há quem diga, todavia, que este uso ampliaria as possibilidades de comercialização da pitomba, inclusive para o mercado internacional. A pitombeira pertence a família das Sapindáceas, tendo como parente a chinesa lichia. Bonita árvore, de copa robusta e arredondada e tronco bastante ramificado, raramente ultrapassa os 13 metros de altura, o suficiente para dificultar a colheita. Suas flores pequenas e levemente alaranjadas, entremeadas às folhas bem verdes, pouco chamam a atenção. Ao menos quando comparadas às abundantes frutinhas, que revolvem como nenhuma outra fruta a curiosidade e o paladar do povo nordestino.
Mas dessas frutas do cerrado, uma que conseguiu “fama” foi o pequi, ela ultrapassou as fronteiras locais e ganhou adeptos até internacionais.

Lembrando é sempre bom comer frutas que contenha antioxidantes, pois eles combatem os radicais livres do nosso organismo.


Fonte: http://www.acessonews.com/blog/3216/frutas-do-cerrado/;http://www.caldas.com.br/fotos/galgeral.htm;http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/89/61/; http://ilanamaryamaeliceia.blogspot.com/;http://poderdasfrutas.com/categoria/pitomba/;Takemoto, E. et al. Composição química da semente e do óleo de baru (Dipteryx alata Vog.) nativo do Município de Pirenópolis, Estado de Goiás. Rev. Inst. Adolfo Lutz, 60(2):113-117, 2001.;http://www.ispn.org.br/o-buriti-a-palmeira-de-mil-e-uma-utilidades/;http://pt.wikipedia.org/wiki/Gabiroba

29 abril 2011

TRATAMENTO DE ESGOTO

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


SOLUÇÕES PARA O TRATAMENTO DO ESGOTO

A ASPAN foi buscar em outros municípios experiências e soluções na área do saneamento básico. Em 2010, a entidade foi à FIEMA- Feira Internacional do MeioAmbiente, em Bento Gonçalves, onde diversas empresas apresentaram soluções para o tratamento do esgoto, a nível domiciliar e de conjuntos habitacionais - um condomínio, vila ou um bairro inteiro. A prefeitura de São Borja foi lembrada desse evento, mas não se fez representar. Muitas outras prefeituras do Estado enviaram equipes de técnicos. Também prefeitos e vereadores visitaram a FIEMA e sabe-se que estão aplicando em suas comunidades as alternativas na área de saneamento. Diversas empresas que precisam cumprir a lei na questão dos resíduos também estavam na FIEMA.

Aqui vamos lembrar algumas soluções que podem ser implantadas nos pátios das moradias ou num bairro inteiro a custos razoáveis.

Uma das mais simples é o sistema da EMBRAPA para residências na zona rural e que pode ser adaptado em áreas urbanas. Bastam tres caixas de água, dessas de mil litros, areia, brita e algumas conexões. O efluente, isto é, a água que sai do processo pode ser usada na irrigação de plantas frutíferas, jardins, etc, ou encaminhada à rede pluvial. Não é própria para irrigação de plantas de consumo direto, alface, por exemplo Veja fotos.

Sistema Embrapa



Sistema Mizumo


A empresa Máquinas Agrícolas Jacto S/A tem várias opções de tratamento de esgoto para um domicílio até um bairro inteiro, sem a necessidade de grandes lagoas de decantação. Esses sistemas economizam área de terrenos e causam menos transtornos na implantação dos ramais de coleta e transporte dos efluentes. No complexo do prédio da Escola Técnica Federal, no Bairro Betim, em São Borja, uma unidade do sistema Mizumo está para ser implantada.
 
 
Vi o blog da aspanrs,  linkado ao blog de um leitor, o Darci Bergman, que tem um blog maravilhoso. Adorei as matérias e reproduzo uma interessantíssima sobre o Tratamento de Esgoto. Visitem os blogs de origem, vale a pena!
 
Darci, aliás, a foto da jaboticabeira é maravilhosa!
 
Helena Rezende

28 abril 2011

COMO SE FORMAM OS TORNADOS


Normalmente, os tornados se formam associados a tempestades severas que produzem fortes ventos, elevada precipitação pluviométrica e freqüentemente granizo. Felizmente menos de 1% das células de tempestade originam um tornado. Porém todas as grandes células convectivas devem ser monitoradas por sempre haver a possibilidade destas reunirem as condições necessárias para a ocorrência do fenômeno.



Embora ainda não exista um consenso sobre o mecanismo que desencadeia o início de um tornado, aparentemente eles estão ligados a uma interação existente entre fortes fluxos ascendentes e descendentes que formam uma movimentação intensa no centro das nuvens carregadas que compõem as super-células tempestuosas.



Essas células normalmente formam-se devido ao contraste existente entre duas grandes massas de ar com diferentes pressões e temperaturas. Alguns locais do planeta estão mais sujeitos ao encontro desses contrastantes sistemas atmosféricos, como é o caso do meio-oeste dos EUA, ou o centro-sul da América do Sul.



Após tocar o solo, um tornado pode atingir uma faixa que varia entre 100 a 1200 metros, deslocando-se por uma extensão de aproximadamente 30 km (embora já tenham sido registrados tornados que se deslocaram por distâncias superiores a 150 km).



1- Antes do desenvolvimento da tempestade, uma mudança na direção do vento e um aumento da velocidade com a altura criam uma tendência de rotação horizontal na baixa atmosfera. Essa mudança na direção e velocidade do vento é chamada de cisalhamento do vento.



2- Ar ascendente da baixa atmosfera entra na tempestade inclinada e o ar em rotação da posição horizontal muda para a posição vertical.



3- Então há a formação de uma área de rotação com comprimento de 4–6 km, que corresponde a quase toda extensão da tempestade. A maioria das tempestades fortes e violentas são formadas nestas áreas de extensa rotação.



4- A base da nuvem e sua área de rotação são conhecidas como wall cloud. Esta área é geralmente sem chuva.




25 abril 2011

ARQUITETURA - REFORMAS ECOLÓGICAS

Livro defende a reabilitação sustentável de construções

DAIANA DALFITO

Da Redação



Primeiro piso da casa oitentista e piramidal projetada por Jan van den Berghe, reabilitada

Recuperar espaços construtivos, essa é a ideia principal do livro “Eco Refurbishment” – ou “Eco Rehabilitación” – lançado em 2010 pela editora Monsa de Barcelona, Espanha.



Bilingue, a obra editada e concebida por Josep Maria Minguet traz oito projetos de reconstrução e reabilitação arquitetônicas em seis diferentes países, bem ilustrados com fotos, plantas baixas e cortes estruturais. As aventuras construtivas vão de um celeiro transformado em casa de veraneio na Itália à casa pós-moderna projetada por Jan Van den Berghe na década de 1980.

O texto introdutório do livro de 96 páginas defende que, em nossos dias mais do que antes, é importante inovar e reinventar a arquitetura existente para adaptá-la às mudanças climáticas. Mas também, garante a consisa prosa, essa é uma forma de solucionar os problemas dos espaços habitacionais nos países e cidades onde os terrenos para novas construções estão cada vez mais escassos.

“Eco Refurbishment” tem em seu título, mesmo àqueles que não compreendem a língua inglesa, explícito mais um de seus motes: A preocupação ecológica ao renovar e adaptar de maneira sustentável para que se garanta a qualidade de vida.

O UOL Casa e Imóveis preparou um álbum com algumas fotos dos projetos e as principais informações sobre eles. VEJA:http://casaeimoveis.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/04/23/livro-defende-a-reabilitacao-sustentavel-de-construcoes.jhtm