09 dezembro 2011

RIO DANÚBIO - TODOS NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS POR ISTO

08/12/2011 - Seca no segundo rio da Europa é a pior dos últimos 60 anos



Raúl Sánchez Costa


Rio Danúbio com vista da ponte Széchnyi e do Palácio Real iluminados, em Budapeste

"Se continuar baixando o nível da água na bacia do rio Danúbio, nos encontraremos em uma situação desesperada", alerta o prefeito de Crisan (Romênia), Vaniusa Artimov, sobre a extenuante seca do segundo rio mais longo da Europa depois do Volga. Desde junho o rio está sofrendo as consequências de um verão extremamente seco. As precipitações foram escassas desde o sul da Alemanha até sua desembocadura no mar Negro.

Isto causou complicações para a população e produziu grandes problemas de tráfego, sobretudo nos últimos 1 mil quilômetros, que incluem Sérvia, Bulgária e Romênia. Ao chegar à Romênia, o rio alcança só 1.850 m3 por segundo, o que representa 35% da média anual, e se aproxima dos 1.600 m3 por segundo que chegaram a ser registrados em setembro de 2003.

"O tráfego no Danúbio está em perigo. Em Chiciu, perto de Calarasi, na fronteira com a Bulgária, um navio está encalhado e por isso são necessários dois barcos para transportar os passageiros e os veículos", adverte Constantin Anghel, chefe do porto de Calarasi. "Em uma semana provavelmente não passará nenhum outro navio", continua.

A Agência para a Exploração do Danúbio lança outro dado preocupante: seu nível é o mais baixo dos últimos 60 anos na zona búlgara. A seca deixou expostos vários bancos de areia, enquanto se contemplam as proas enferrujadas de embarcações alemãs da Segunda Guerra Mundial em Prahovo (Sérvia).

Só os cargueiros com um calado inferior a 1,70 metro e vazios podem circular. Um navio carregado de carvão se encontra na margem. "Se a água subisse uns 70 centímetros poderíamos navegar. Nesta zona o nível caiu para menos de 110 cm, o que favorecerá seu congelamento quando as temperaturas diminuírem", explica Anghel.

Bucareste poderá ser obrigada a fechar um reator de sua única central nuclear de Cernovada, no leste do país, já que precisa de água do rio para se resfriar. Esta usina gera 20% da produção de eletricidade. O diretor de Energia Nacional, Marian Cernat, esclarece que se o nível baixar dos 2 mil m3 por segundo haverá motivos para alarme.

A energia hidráulica, que proporciona um terço da produção, diminuiu mais de 30% e por isso está sendo substituída por gás e carvão, mais poluidores e caros.

"Se o rio tivesse sido dragado a situação teria melhorado apesar da seca", indica Armitov. Bruxelas elaborou a Estratégia do Danúbio, mas a crise financeira a freou em seco.

A Romênia pretende transformar Costanza na porta do leste da Europa e construir um canal até Bucareste, com o que seria a quinta capital do continente sobre o Danúbio, depois de Viena, Bratislava, Budapeste e Belgrado.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
FONTE:http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2011/12/08/seca-no-segundo-rio-da-europa-e-a-pior-dos-ultimos-60-anos.jhtm

06 dezembro 2011

ENQUANTO O HOMEM NÃO SE CONSCIENTIZAR QUE ESTA CENA É MORTAL PARA O PLANETA, HAVEREMOS DE FICAR BATENDO NA MESMA TECLA: vamossalvarnossoplaneta

Foto: http://www.iped.com.br/sie/uploads/20964.jpg

SERÁ QUE O NOSSO FUTURO VAI SER ESTE? VAMOS AMIGOS, VAMOS FAZER A NOSSA PARTE!

Livro mostra filhotes nascidos em zoos no mundo inteiro


O livro ZooBorns traz imagens de animais nascidos em cativeiro, alguns deles ameaçados de extinção, como estes filhotes de lontra-de-garras-pequenas que vivem no Sea World, na Flórida.

Filhotes de animais nascidos em cativeiro ao redor do mundo são as estrelas do livro ZooBorns. Mas além de adoráveis, os bebês muitas vezes representam uma nova esperança para suas espécies na natureza.

Estudando exemplares raros ou reclusos, cientistas trabalhando em zoológicos e aquários conseguem desenvolver estratégias de preservação para as populações selvagens.

O objetivo dos autores, Andrew Bleiman e Chris Eastland, é "conscientizar as pessoas sobre como os programas de procriação de animais em cativeiro em instituições sérias ajuda nos esforços de preservação na natureza".

O livro surgiu de um blog com o mesmo nome, que celebra o nascimento de bichinhos raros e ameaçados, contando suas histórias e mostrando fotos enviadas por zoológicos e aquários.

O nascimento de bebês de lontra-de-garras-pequenas, como parte do Plano de Sobrevivência de Espécies do SeaWorld, na Flórida, foi motivo de muita comemoração, já que este tipo de lontra está ameaçado de extinção.

Também ficaram no centro das atenções Kali e Durga, dois filhotes de tigres-de-bengala brancos, nascidos no Lowry Park Zoo, em Tampa. Os animais são raros na natureza porque o pelo branco os torna presas fáceis.

ZooBorns foi  lançado no dia 7 de outubro na Grã-Bretanha pela editora Constable & Robinson.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/10/101005_zooborns_is.shtml

05 dezembro 2011

A AMAZÔNIA DIZIMADA...E NINGUÉM DÁ UM BASTA NESTA SITUAÇÃO!

27/10/2011 - 09h51


Amazônia está muito próxima de não conseguir sobreviver, diz estudioso

Da Agência FapespComenteA Amazônia está muito próxima de um ponto de não retorno para sua sobrevivência, devido a uma combinação de fatores que incluem aquecimento global, desflorestamento e queimadas que minam seu sistema hidrogeológico.

A advertência foi feita por Thomas Lovejoy, atualmente professor da George Mason University, no Estado de Virgínia, EUA, no primeiro dia do simpósio internacional FAPESP Week, em Washington, nesta segunda-feira.

O biólogo Lovejoy, um dos mais importantes especialistas em Amazônia do mundo, começou a trabalhar na floresta brasileira em 1965, “apenas três anos depois da fundação da FAPESP”, lembrou.

Apesar de muita coisa positiva ter acontecido nestes 47 anos (“quando pisei pela primeira vez em Belém, só havia uma floresta nacional e uma área indígena demarcada e quase nenhum cientista brasileiro se interessava em estudar a Amazônia; hoje esse situação está totalmente invertida”), também apareceram no período diversos fatores de preocupação.

Lovejoy acredita que restam cinco anos para inverter as tendências em tempo de evitar problemas de maior gravidade. O aquecimento da temperatura média do planeta já está na casa de 0,8 grau centígrado. Ele acredita que o limite aceitável é de 2 graus centígrados e que ele pode ser alcançado até 2016 se nada for feito para efetivamente reduzi-lo.
O objetivo fixado nas mais recentes reuniões sobre o clima em Cancun e Copenhague de limitar o aumento médio da temperatura média global em 2 graus centígrados pode ser insuficiente, na opinião de Lovejoy, devido a essa conjugação de elementos.

De forma similar, Lovejoy crê que 20% de desflorestamento em relação ao tamanho original da Amazônia é o máximo que ela consegue suportar e o atual índice já é de 17% (em 1965, a taxa era de 3%).

A boa notícia, diz o biólogo, é que há bastante terra abandonada, sem nenhuma perspectiva de utilização econômica na Amazônia e que pode ser de alguma forma reflorestada, o que poderia proporcionar certa margem de segurança.

Em sua palestra, Lovejoy saudou vários cientistas brasileiros como exemplares em excelência em suas pesquisas. Entre outros, Eneas Salati, Carlos Nobre e Carlos Joly.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/10/27/amazonia-esta-muito-proxima-de-nao-conseguir-sobreviver-diz-estudioso.jhtm

04 dezembro 2011

OS CAMPEÕES EM EMISSÃO DE GASES POLUENTES DO PLANETA

01/12/2011


Metade dos gases estufa é gerada por 5 países; Brasil é o 6º emissor, diz relatório

Mais da metade de todas as emissões de carbono liberadas na atmosfera são geradas por cinco países, segundo um ranking de emissões de gases estufa publicado nesta quinta-feira (1) no qual o Brasil aparece na sexta posição.

China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram o ranking, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã, de acordo com a lista, divulgada durante as negociações climáticas da ONU em Durban, África do Sul.

Ver em tamanho maiorCOP-17, Conferência do Clima em Durban, África do SulFoto 29 de 37 - Voluntários do Sierra Club se vestiram de preto nesta quinta-feira (1) na Conferência das Nações Unidas, em Durban, e realizaram um funeral simbólico ao carvão. O enterro mostra o sucesso que os ativistas já tiveram em conseguir derrotar 150 propostas em que o carvão seria usado como recurso energético. Na imagem, turbinas de vento e painéis solares também assistem ao funeral Alexander Joe/ AFPOs primeiros 10 países da lista são responsáveis por dois terços das emissões globais, acrescentou o documento, compilado pela empresa radicada na Grã-Bretanha, Maplecroft, especializada em análise de risco.

Três dos seis maiores emissores são gigantes emergentes que demandam energia e desenvolvem suas economias a uma velocidade vertiginosa.

A China, que superou os Estados Unidos alguns anos atrás no topo da lista, produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e), uma medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases aprisionadores de calor, como metano e óxido nitroso.

O método de cálculo utilizado combinou números de 2009 para o consumo de energia com números estimados para 2010.

A maioria das emissões dos países é de dióxido de carbono, graças à enorme demanda de energia. O uso de energias renováveis está aumentando, mas continua pequeno em comparação com o de combustíveis fósseis.

A Índia produziu 2.272,45 megatoneladas de CO2e, parte significativa de metano gerado na agricultura.

"Embora o uso per capita de energia na China e na Índia seja relativamente baixo, a demanda em geral é muito grande", explicou Chris Laws, analista da Maplecroft.

"Quando combinado com o alto uso de carvão e outros combustíveis fósseis, isto resulta em grandes emissões nos dois países", acrescentou.

A produção brasileira, de 1.144 megatoneladas derivados do uso energético, seria significativamente maior se o desmatamento fosse levado em conta.

Entre as economias avançadas, os Estados Unidos - o primeiro país em emissões per capita entre as grandes potências - produziram 6.539 megatoneladas de CO2e.

A Rússia, com 1.963 megatoneladas, ficou em quarto. Suas emissões caíram após a derrocada da União Soviética, mas espera-se que subam.

No Japão, onde a geração é de 1.203 megatoneladas de CO2e, os temores de segurança com relação à energia nuclear levaram a uma maior dependência em combustíveis fósseis, e um pico em emissões de carbono, disse Laws.

Ele destacou, no entanto, que o governo japonês anunciou sua intenção de preencher a lacuna energética com fontes renováveis.

"É improvável que a tendência de aumento das emissões de gases efeito estufa seja mitigada em médio e longo prazos", relatou por e-mail.

O índice dos 176 países, com base nos níveis anuais de emissões de gases de efeito estufa, combina dados sobre as emissões de CO2 de uso energético e emissões de gases não CO2.

Os dados vieram de várias fontes, entre elas a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

As negociações de Durban, que envolve 194 países no âmbito da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) se estendem até 9 de dezembro.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2011/12/01/metade-dos-gases-estufa-e-gerada-por-5-paises-brasil-e-o-6-emissor-diz-relatorio.jhtm

25 novembro 2011

VAZAMENTO DE PETRÓLEO - INCOMPETÊNCIA OU DESCASO?

21/11/11 - 09h53


Publicado Por: Bruna Gavioli

Chevron admite erro em vazamento de petróleo no RJ

O vazamento do petróleo está localizado a 160 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro

ROGERIO SANTANA / GOV. ESTADO RJ / EFE



Jornal da Manhã

A empresa norte-americana Chevron assumiu a responsabilidade pelo vazamento de petróleo no Brasil e divulga hoje estimativa da quantidade derramada. As informações são do presidente da subsidiária local, George Buck, às agências internacionais neste domingo, no Rio de Janeiro.

O vazamento começou há treze dias na Bacia de Frade, na Bacia de Campos. O produto escapou por meio do poço que estava sendo perfurado, migrou para as rochas por meio de fissuras. Depois, aflorou no fundo

Publicidade do mar, atingindo a superfície da água e formando as grandes manchas, detectadas pela Petrobras.

"Vamos compartilhar as lições aprendidas na esperança de que isso não ocorra de novo no Brasil ou em qualquer lugar do mundo", disse George Buck. Para o presidente, o vazamento ocorreu porque a companhia subestimou a pressão do reservatório perfurado e superestimou a resistência rochosa.

A Polícia Federal do Rio de Janeiro vai ouvir esta semana sete funcionários da empresa americana Chevron. O chefe da Delegacia do Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, Fábio Scliar, afirmou que o crime ambiental está comprovado. “É uma situação bastante preocupante. Eu caracterizo como um desastre ambiental e nós estamos agora na fase de oitivas”.

O vazamento do petróleo está localizado a 160 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro.A Chevron tem 52% do campo de Frade, que está produzindo 79 mil barris de óleo e gás natural por dia, e é operadora do campo.

No ápice do vazamento, a Agência Nacional do Petróleo disse que cerca de 200 a 330 barris de petróleo estavam vazando pelas rachaduras. O presidente da subsidiária local, George Buck, garante que a estimativa oficial da Chevron deve ser divulgada na segunda-feira.

CÓDIGO FLORESTAL - QUE PENA QUE O FOCO NÃO É AMBIENTAL!

24/11/2011 - 10h20 / Atualizada 24/11/2011 - 13h52

Senado retoma votação de Código Florestal em comissão; aprovação avança depois de atender a ruralistas

Camila Campanerut*

Do UOL Notícias, em BrasíliaComentários


Entenda as principais polêmicas do texto

Dilma pede consenso sobre decisão do novo Código Florestal

Comissão de Meio Ambiente do Senado aprova texto-base do relatório do Código Florestal

Os integrantes da comissão de Meio Ambiente do Senado devem analisar nesta quinta-feira (24) as 77 emendas que foram destacadas para serem votadas e poderão alterar o conteúdo do texto-base do projeto que reforma o código florestal brasileiro. Programada para às 9h, a sessão começou com cerca de 1h30 de atraso.

A discussão de ontem (23) para a aprovação do texto principal avançou somente depois do relator do projeto, o senador Jorge Viana (PT-AC) acatar uma emenda de autoria do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), que em nome dos ruralistas, modificou alguns itens do texto que beneficiam os produtores rurais.

As mudanças de última hora do senador petista também foram resultado da pressão do grupo de ruralistas que ameaçaram barrar ou atrasar outras votações importantes na Casa, como a renovação do prazo de vigência da DRU (Desvinculação de Receitas da União) até 2015 - uma das prioridades do governo Dilma para ser aprovada ainda este ano.

Ver em tamanho maiorEstudantes protestam contra novo Código FlorestalFoto 1 de 12 - Estudantes protestam na Chapelaria do Congresso Nacional contra o Codigo Florestal, nesta quarta-feira (23), em Brasília Sergio Lima/FolhapressMudanças

O acordo entre ruralistas e ambientalistas que resultou nas mudanças no texto revoltou os parlamentares que não participaram das discussões que foram realizadas na noite de terça-feira (22).

Entre as mudanças está a suspensão das multas dos proprietários que desmataram APPs (áreas de preservação permanente) e reservas legais até 2008 e que aderirem ao PAR (Programa de Regularização Ambiental), que irá definir normas de recuperação aos danos causados. A conversão será em atividades de proteção ambiental, que no texto anterior de Viana se restringia apenas à agricultura familiar e aos pequenos produtores com terras de até quatro módulos fiscais (de 20 a 440 hectares), com a emenda de Luiz Henrique, passou a alcançar todas as propriedades.

"A anistia se aplica enquanto não há regulamentação e depois, enquanto o proprietário estiver recuperando a área. Assim, não há multa, o dinheiro será usado para recuperar a área", explica o especialista ambiental Tasso Azevedo. "Isto é deseducativo. Se aplicarmos a mesma ideia a empresas de petróleo, é como se a Chevron não tivesse que pagar os 50 milhões de multa (pelo vazamento de óleo na bacia de Campos), mas usar este dinheiro para fechar o poço e limpar o mar. O que ela já está fazendo, além de pagar a multa".

Além da suspensão da multa, autuações também foram paralisadas para desmatamentos ocorridos até esta data. O especialista destaca porém que não é possível assegurar se o desmatamento é anterior a 2008, então, na prática, a lei impede autuação de desmatamentos. E sem autuações não há multas.

Outra importante concessão foi a retirada das APPS de áreas de topo de morro com inclinação entre 25º e 45º, livrando, assim, a pecuária e a produção leiteira (que já ocupavam a área, por exemplo), de se enquadrar em uma situação irregular.

Nas APPs, o veto ao corte raso das áreas de florestas foi mantido, mas permite a presença de atividades de baixo impacto que já estejam instaladas no local.

Um ponto ainda criticado no texto é o perdão da multa aos pequenos agricultores que desmataram locais em que era possível fazê-lo legalmente, mas que não tinham licença ou autorização para tal.

Mudanças positivas

Mesmo com as alterações, os produtores rurais continuam obrigados a recuperar as faixas mínimas de mata nativa próxima à beira dos rios, com dimensões que variam de 15 metros a 100 metros, de acordo com a largura do rio.

Já a proteção de manter a vegetação próxima das nascentes e olhos d’água foi contemplada na última versão e terá de ser cumprida em, no mínimo, 30 metros. Tasso acrescenta que outro ponto positivo do texto aprovado foi vincular a fiscalização a um sistema federal.

A aceitação de emendas destacadas poderá alterar ainda mais o texto de Viana, que depois de passar pela comissão de Meio Ambiente, seguirá para ser analisado e votado por todos os senadores em plenário. O texto ainda será analisado novamente pela Câmara devido às modificações que sofreu, antes de ir para apreciação da presidência

*Com Lilian Ferreira

Amigos leitores, só 15 m de APA - Área de Proteção Ambiental, É MUITO POUCO...às vezes fico pensando, meu terreno tem 20 m de frente, então 15 m não dá para nada...o curso d`água fica a descoberto...exposto a todo o tipo de erosão, degradação, poluição...são enxurradas que devastam a terra desnuda e levam o pouco de matéria orgânica que tem neste ecossistema, sol e  vento, assolam estas margens desnudas.

Sei que muitos irão dizer que precisamos produzir alimentos...
ALIMENTOS? 
O planeta tem muitas terras para produzir...produzir com inteligência, sem degradar, sem desperdícios, sem sacrifícios para o ecossistema...SEJAM ASTUTOS SENHORES RURALISTAS E POLÍTICOS...SE A ÁGUA FALTAR, IREMOS TODOS MORRER JUNTO COM O PLANETA...não teremos como produzir...a água é um bem de valor inestimável...PENSEM NISTO!

Helena Rezende
Foto: http://aquiondeeumoro.wordpress.com/2011/09/20/grande-sertao-veredas-aqui-no-pais-onde-moramos/