03 fevereiro 2012

E AS FAMIGERADAS SACOLINHAS PLÁSTICAS?

Supermercados de São Paulo não fornecem mais sacolas plásticas



O cliente tem que comprar as sacolas biodegradáveis nos caixas ou vai ter que trazer de casa suas próprias embalagens.

Esta semana supermercados em todo o estado de São Paulo pararam de fornecer sacolas plásticas de graça em uma campanha pra diminuir o desperdício.

“São 128 sacolinhas”, calcula, em casa, o comerciante Edson de Souza. Desde a última quarta-feira (25), os consumidores em todo o estado de São Paulo estão lidando com uma senhora mudança: as embalagens de plástico já não são mais fornecidas de graça pelos caixas dos supermercados.

“Eu acho que a sacolinha deveria voltar. Ela ajuda em outras coisas também”, defende a enfermeira Vivian Rocha. “Eu acho que a gente tem mesmo que preservar o meio ambiente e tentar se adaptar a novas realidades”, acredita a nutricionista Teresa Cristina.

Agora, ou o cliente compra sacolas biodegradáveis nos caixas ou vai ter que trazer de casa suas próprias embalagens. O Fantástico convidou um consultor especializado em consumo consciente pra mostrar que é possível viver bem sem tantas sacolinhas.

Em um condomínio na Zona Norte de São Paulo, não faltam dúvidas. “Como é que nós vamos carregar as comidas que nós vamos comprar e vir para casa?”, pergunta a costureira Aurea Verzaro.

“Buscando mudar pequenas coisas no nosso comportamento no dia a dia. Uma delas é deixar sempre uma sacola no carro, quem anda de carro. Para quem anda de transporte público, tem aquelas sacolas que você consegue dobrar e que ficam bem pequeninhas, do tamanho de um bolso”, reponde o especialista em sustentabilidade Estanislau Maria.

“Eu gostaria de saber qual a diferença de uma sacolinha para outra?”, indaga o diretor comercial Jorge Espínola.

“Isso aqui é feito do petróleo, gás natural virgem. Essa é aquela que você pega na seção de hortifruti do supermercado, aquela sacolinha transparente, que é plástico, do mesmo jeito que a sacolinha antiga, que era descartada. Essa é a novidade, que está chegando no mercado agora: a sacola biodegradável. Não é porque ela é biodegradável que a gente pode usar demais a torto e a direito dela. Por quê? Porque ela é degradável em condições específicas de degradação, em uma usina de compostagem. No aterro sanitário, ela não degrada”, explica o especialista.

Então, o ideal é evitar usar as sacolinhas para o lixo do dia a dia? “Qual é a dica que a gente dá? Que as famílias tenham em casa um cesto maior com um único saco preto, onde ela vai depositar todo o lixo orgânico”, orienta Estanislau. Detalhe importante: você pode usar a sacola preta de plástico reciclado, mais ecológico. Basta procurar a embalagem identificada como "reciclado".

E atenção: se você já virou fã daquelas bolsas plásticas reutilizáveis, vendidas nos supermercados, o ideal é que entre uma compra e outra, elas sejam limpas com água e detergente.

“Agora, se quiser fazer perfeito, a cerejinha no bolo, é fazer ainda uma passagem com álcool gel”, recomenda o especialista, que ainda dá outra dica. “Uma boa dica, com relação ao papelão, é você separar depois em casa para guardar o lixo reciclável. Então, você tem que separar, nos poucos sacos plásticos que você tem em casa, o lixo orgânico, que é o lixo sujo, da cozinha e do banheiro”, alerta.

“Qual é a dica que você dá para os lixos do banheiro e da cozinha?”, pergunta a dona de casa Ana Paula Rigo. “Você pode fazer uma dobradura de jornal, para colocar dentro do cesto do banheiro que vai servir para recolher o lixo do banheiro”, ensina o especialista.



Pronto para fazer um “origami” sustentável? Estanislau ensina: “Você vai pegar uma ponta do jornal e junta até o outro lado. Aí você vai ter um triângulo. Você vai juntar as duas pontas. A ponta de um lado você vai dobrar até a metade da lateral oposta. A ponta de outro lado junta até a outra metade. Pronto, você está vendo que já está começando a fazer o formato de um lixinho”. Aí é só dobrar as abas e você vai ter um lixinho pronto.

”No caso de quem tem animal de estimação, sair para passear, como recolher as fezes? Normalmente, a gente leva saquinho plástico para isso”, pergunta a dona de casa Sílvia Azeredo. “Agora, nós vamos pegar a dobradura que nós aprendemos e levá-las para o passeio com o cachorro”, sugere a professora Marisa Pereira.


OS DOIS GRANDES PROBLEMAS DA SACOLINHA PLÁSTICA:

Para mim, as sacolinha plásticas têm 02 grandes problemas, o 1º - é que não são biodegradáveis e levam anos e anos na natureza - se fossem fabricadas de palhas naturais, tipo: palhas de cana-de-açúcar e milho, e disponibilizadas aos consumidores, com certeza seria de uso extremamente sustentável, pois evitaríamos as queimadas dos canaviais...no caso do milho, as palhas podem ser incorporadas ao solo, para adubagem.

O 2º - É o maior problema, com certeza, pois trata-se de uma questão cultural e educacional das pessoas, pois existe um descaso, diríamos até que um "relaxo" dos indivíduos no uso ou desuso das sacolinhas. Não raro você está indo pelas ruas ou estradas e depara com sacolinhas voando ao sabor do vento...o que é um risco total...acidente de trânsito ou acidente ambiental: entopem bueiros, caem nos curos d´água, matam peixes e outros animais. Diariamente vemos gramados repletos de sacolinhas jogadas ao léu...poluindo a nossa vida.

ESTE É, SEM DÚVIDA ALGUMA, UMA QUESTÃO EDUCACIONAL!

O que fazer neste caso?

Vocês têm alguma sugestão para mudar a cabeça do indivíduo?

Deixo esta questão para partilhar com vocês, meus caros leitores...reflitam e me enviem uma resposta.

Helena Rezende


VOCE JÁ VIU AS NOVAS GARRAFAS ECOLÓGICAS DA COCA COLA?

Tecnologias verdesCoca-Cola lança garrafa mais ecológica


29/03/2010

SÃO PAULO – No último dia 25, a Coca Cola lançou a PlantBottle, uma garrafa PET que diminui em 25% o CO2 emitido durante a fabricação.

O produto tem etanol proveniente da cana como substituto de parte do petróleo e, por ser 30% à base de planta, diminui a dependência de recursos não renováveis.

A Plant Bottle é igual a uma PET convencional em relação às suas propriedades químicas, cor, peso e aparência, além de ser 100% reciclável. A empresa espera que, em 2010, a produção das garrafas resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo.

Seu plástico é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso; e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes.

As garrafas serão comercializadas em abril, inicialmente nas embalagens de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.

Está é a primeira vez que a Coca Cola disponibiliza este tipo de embalagem na América Latina, porém todas as Plant Bottles do mundo utilizam o etanol brasileiro em sua fabricação. A cana-de-açúcar provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica.


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/coca-cola-lanca-garrafa-mais-ecologica-29032010-35.shl

Desculpem-me, amigos, se a notícia parece antiga, mas é que somente na última semana é que tive a oportunidade de pegar uma garrafa destas.

É isto aí, o exemplo precisa ser dado pelas grandes empresas, afinal, elas inundam o planeta com os seus produtos.

Vamos seguir o exemplo!

Reciclar sempre!

Produzir ecologicamente correto, é a meta!

Um grande abraço,

Helena Rezende





















 

14 janeiro 2012

NEM TUDO ESTA PERDIDO...NESTE CASO A JUSTIÇA ESTÁ SENDO FEITA.

14.01.2012 - 13h57

Homem que obrigava burro a puxar carroça com a perna quebrada é preso em Goiás

Do UOL, em Goiânia

                    Um homem de 65 anos foi preso ontem (13) no Setor Vale do Sol, em Aparecida de Goiânia (região metropolitana de Goiânia), suspeito de maltratar um burro que tem uma das pernas quebradas. Ele forçaria o animal a puxar uma carroça, o que levou os vizinhos a acionarem a polícia ReproduçãoO delegado que acompanha o caso, Luziano de Carvalho, disse que o animal tem por volta de 15 anos e, há pelo menos 10, está com a perna naquela situação. A Dema (Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente) desenvolve desde a última quinta-feira (12) a Operação Arca de Noé, para tentar coibir maus-tratos a animais.

Durante depoimento, o dono do burro afirmou que o animal foi atropelado, mas nunca recebeu atendimento. “Ele diz que, como o animal continuou puxando a carroça, achou que estava tudo bem com o bicho”, contou a delegada Lara Oliveira.

O burro foi encaminhado para o Centro de Zoonoses de Aparecida, onde receberá atendimento médico-veterinário e, caso possível, pode passar por uma cirurgia. “Não há motivos para sacrificar o animal. Depois de atendido, também vamos tentar um novo lar para ele com fazendeiros do Estado”, destacou Luziano de Carvalho.

Foi registrado um TCO (Termo Circunstaciado de Ocorrência), o homem foi solto e vai responder por maus-tratos.

ÀS VEZES ME ENVERGONHO DE SER HUMANA, POR CONTA DE PESSOAS ASSIM

13/01/2012 - 03h07


Mulher é detida suspeita de matar 30 gatos e cachorros em SP

MARTHA ALVES

DE SÃO PAULO

ERIKA MAYUMI YAMASHITA

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Ao menos 30 gatos e cachorros foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo em uma calçada na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (12). Uma mulher foi detida.

Suspeita de matar mais de 30 gatos e cachorros é solta em SP

Cerca de 30 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de SP

Pessoas ligadas a ONGs protetoras de animais contrataram um detetive particular há aproximadamente 20 dias, para investigar o caso. Eles desconfiavam da mulher que recebia animais dizendo que iria cuidá-los e sumia com os gatos e cachorros que recebia.

Por volta das 23h de ontem, o investigador viu a mulher colocando os sacos de lixo no portão da vizinha. Quando olhou dentro dos sacos encontrou os animais mortos e enrolados em jornais.

O detetive particular ligou para a polícia que arrombou o portão da casa para prender a mulher, que se recusava a abrir a porta.

Os policiais encontraram seringas no carro da suspeita e gaiolas para transporte e armadilhas para prender os animais na garagem da casa.

A polícia ainda não sabe informar como a mulher matava os animais.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1033807-mulher-e-detida-suspeita-de-matar-30-gatos-e-cachorros-em-sp.shtml

Esta estúpida, louca, assassina tem que ser queimada na cadeira elétrica...alguém duvida disto?
Cadeia para ela é pouco, mas uma pena de 30 anos de trabalho forçado, lavando roupas dos presos, lavando banheiros do presídio, seria uma pena interessante para que esta imundície possa refletir da sua insanidade...

LUGAR DE ASSASSINO É NA CADEIA!

A impunidade é uma vergonha neste país...quem mata um gato, um cão, é capaz de matar um ser humano, acreditem nisto.

11 janeiro 2012

A SUBSTITUIÇÃO DO VERDE PELAS USINAS - MATÉRIA DO GREENPEACE

No Brasil, florestas dão lugar a usinas






Nem bem começou 2012 e o governo brasileiro já deu mostras de que a bandeira verde, inflada por conta da Rio+20, é mais uma fantasia para gringo ver. A Conferência é o principal tema da agenda ambiental deste ano, e os olhos estão voltados para o país. Mesmo com tal pressão, o Planalto parece não estar se importando muito e começou o ano dando mais motivos para manchar sua imagem aqui dentro e lá fora. A Medida Provisória que reduziu os limites de três Parques Nacionais na Amazônia em agosto passado (MP Nº 542) foi editada e, no novo texto, mais uma quantidade considerável de área de floresta, aproximadamente 75.630 hectares, foi perdida, incluindo a alteração dos limites de quatro outras unidades de conservação.

A MP Nº 558, publicada na edição desta sexta-feira (6) do Diário Oficial da União, dita que o Parque Nacional da Amazônia, que já tinha perdido 28.000 hectares em agosto, passando a 1.089.436 hectares, seja ainda mais reduzido. Ele possui agora 1.070.736 hectares. Os Parques Nacionais dos Campos Amazônicos e Mapinguari, alterados à época, mantiveram as mesmas medidas da última MP.

A novidade ficou por conta da inclusão de mais quatro unidades. As Florestas Nacionais de Itaituba I e Itaituba II, ambas no Pará, perderam, respectivamente, 7.705,34 e 28.453,35 hectares. A Floresta Nacional do Crepori, no mesmo estado, perdeu uma área aproximada de 856,12 hectares. Da Área de Proteção Ambiental do Tapajós, localizada nos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Trairão e Novo Progresso, também no Pará, foram retirados mais 19.915,88 hectares.

A retirada dessas novas áreas de floresta teve como motores principais a atividade mineradora e a facilitação às obras das Hidrelétricas de Tabajara, São Luiz do Tapajós e Jatobá, que fazem parte do projeto do complexo do rio Tapajós. A parcela retirada dessas unidades de conservação será possivelmente inundada pelos lagos das usinas ou devastada pela construção dos canteiros de obras. De acordo com o texto da MP, as áreas que, eventualmente, não forem atingidas pela cota de inundação serão reintegradas às unidades das quais foram removidas. Mas a prioridade, não tenha dúvida, são as usinas.

Não sei se o ser humano não entendeu ou se faz de desentendido, afinal, a PAZ É VERDE!

Temos tantas fontes de energia maravilhosas, sol, vento e ondas do mar...não, mas o ser humano quer destruir as florestas, desiquilibrar o planeta, é por isto que hoje, o sul está seco e as outras regiões estão se dissolvendo em chuva.

Quando vai cair a ficha?????

Helena Rezende

08 janeiro 2012

COMO FUNCIONA UM ATERRO SANITÁRIO

O CAMINHO DO LIXO - 03/01/2012 16h29

Até agosto de 2014, todos os municípios brasileiros precisam apresentar um plano de destinação adequada aos rejeitos em aterros sanitários

LAURA LOPES



O aterro da Tecipar recebe cerca de 700 toneladas de lixo por dia dos municípios de Santana de Parnaíba, Barueri,Carapicuíba e Araçariguama

(Foto: Reprodução/ÉPOCA)

O lixão de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, foi desativado em 2010. Agora, o lixo doméstico não reciclável vai para um aterro particular, Tecipar. Regulado e fiscalizado pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o aterro segue todas as normas para prevenir a contaminação do solo e do lençol freático e passa por uma auditoria da Organização das Nações Unidas (ONU) para poder vender crédito de carbono com a queima do gás metano produzido pela decomposição do lixo. O líquido que esse lixo solta ao longo do tempo, o chorume, é drenado para piscinas e depois transportado para estações de tratamento de esgoto. No fim, ele retorna ao aterro em forma de um pó preto.

O aterro da Tecipar recebe cerca de 700 toneladas de lixo por dia dos municípios de Santana de Parnaíba, Barueri,Carapicuíba e Araçariguama. Ele funciona 24 horas por dia, seis dias por semana. Cada camada de lixo compactado com terra argilosa tem cerca de cinco metros de altura e só a argila pode ser usada para cobrir o lixo, por ser impermeabilizante. Essa camada de terra que vai por cima dos resíduos evita a presença de animais, como urubus e cães. E, assim como prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), catadores de materiais recicláveis estão proibidos de entrar no aterro.

As diversas áreas do aterro possuem drenos com os poços que coletam gases resultantes da decomposição do lixo, sendo o metano (CH4), o gás carbônico (CO2) e o oxigênio (O2) os mais presentes. Esses gases são queimados – e o metano deve ser totalmente quebrado em gases não poluentes para que a empresa possa vender crédito de carbono. No dia da visita da reportagem de ÉPOCA ao aterro, 32,3% do gás coletado eram metano, 22,9%, gás carbônico, e 6,41%, oxigênio.

Fonte:
http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/como-funciona-um-aterro-sanitario.html

02 janeiro 2012

TONELADAS DE PEIXES MORTOS NA NORUEGA - QUE TRISTEZA!

02/01/2012 - 13h59


Toneladas de arenques mortos surgem em praia da Noruega.

DA EFE

Uma fotografia divulgada nesta segunda-feira (02/01/2012) mostra as toneladas de arenques mortos que apareceram em uma praia ao norte da Noruega no dia 31 de dezembro de 2011.

Os peixes tomaram praticamente todo a areia da praia de Kvennes, na Nordreisa. A causa ainda não foi esclarecida.

Jan Petter Jorgensen/Efe

Cachorra Molly passeia entre os peixes mortos em praia ao norte da Noruega

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1028881-toneladas-de-arenques-mortos-surgem-em-praia-da-noruega.shtml