06 março 2012

AINDA TEMOS CHANCE DE SALVAR MUITA COISA...PRECISAMOS MUDAR NOSSAS ATITUDES DE DESTRUIÇÃO.

01/03/2012 - 07h00


 
"Zoológico de células-tronco" pode salvar espécies de extinção, diz cientista

 
Do UOL

 
Em São Paulo

 
A imagem mostra células de rinoceronte branco criadas a partir de células-tronco

 
Segundo a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, produzida pela União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN, em inglês), 61.900 espécies correm risco de extinção. Mas o trabalho de uma cientista israelense, orientada por americanos, pode mudar essa realidade com o uso de células-tronco.

A pesquisa de Inbal Friedrich Ben-Nun foi feita sob orientação de Jeanne Loring, professor do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia, e Oliver Ryder, coordenador de pesquisas genéticas do Zoológico de San Diego. Ele é responsável pelo Frozen Zoo, um banco criogênico de células de mais de 800 tipos de animais.

 
A partir de amostras da pele desses animais, Ben-Nun conseguiu cultivar células-tronco pluripotentes, ou seja, capazes de se diferenciar em diferentes tipos de células. A ideia é que, a partir delas, seja possível recriar óvulos e espermatozoides de animais em extinção e gerar filhotes.

Ao cultivar células-tronco do rinoceronte branco, espécie em extinção (há apenas sete animais espalhados pelo mundo), os cientistas mostraram que é possível desenvolver células de animais mais desenvolvidos. Até então, os cientistas só tinham conseguido cultivar células-tronco de ratos.


O estudo também foi realizado com células do primata drill e, de acordo com Ben-Nun, esse é o início de um zoológico de células-tronco. O estudo chegou a ser publicado na Nature Methods no ano passado.


As células do primata drill, também ameaçado de extinção, também participaram do estudo


O próximo passo é conseguir recursos financeiros para seguir com as pesquisas, criar espermatozoides e óvulos a partir dessas células-tronco e testar a fertilização in vitro.

Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/03/01/celulas-tronco-podem-contribuir-para-preservar-vida-de-animais-em-extincao.jhtm







04 março 2012

A TEMPORADA DE TORNADOS NOS ESTADOS UNIDOS VEIO DEVASTANDO TUDO!

Casa atingida por tornado em Ohio; após dois dias, número de vítimas fatais chega a 39. Foto: David Kohl/AP
Os Estados do meio-oeste dos Estados Unidos continuam as buscas por vítimas neste domingo após a série de tornados que deixaram ao menos 39 mortos, dezenas de feridos e diversos danos nos mais de dez Estados pelos quais passaram durante dois dias.

Dados do Serviço Nacional de Meteorologia detalham que os ventos da série de tornados que se formou na sexta-feira depois de uma semana de fortes tempestades chegaram a atingir 257 km/h em alguns pontos. As fortes tempestades geraram 95 tornados em uma área que abrangeu da Costa do Golfo aos Grandes Lagos, causando prejuízos que ainda estão sendo avaliados pelas autoridades.

No sábado, o presidente dos EUA, Barack Obama, conversou com os governadores dos estados de Indiana, Kentucky e Ohio, os mais afetados, para oferecer ajuda federal e transmitir as condolências do Governo aos familiares das vítimas.

Em Indiana, as autoridades registraram 14 mortes pelos tornados, que causaram danos em centenas de casas, derrubaram fiações elétricas e provocaram cortes nas comunicações. Em Kentucky, onde o governador Steve Beshear declarou estado de emergência, o número de mortos subiu para 20.

O departamento de Saúde Pública de Kentucky informou que cinco pessoas morreram no condado de Laurel, quatro no de Morgan, três no de Kenton, dois, respectivamente nos condados de Johnson, Menifee e Lawrence. O responsável pela equipe de busca e apuração de vítimas, Raymond VanCleave, indicou posteriormente que as vítimas no condado de Morgan aumentaram para seis, totalizando 20, anunciou o jornal local "Lexington Herald-Leader".

Em Ohio, onde as autoridades do condado de Clermont registraram três mortos, a localidade de Moscow, com 250 habitantes, ficou totalmente destruída. Uma das vítimas é Carol Forsee, de 64 anos, membro da Prefeitura de Moscow, onde uma porta-voz, Sandra Ashba, disse à imprensa local que 25% das casas e prédios foram destruídos e dezenas danificados.

A Agência de Gestão de Emergências do Alabama anunciou no sábado a morte de uma pessoa no condado de Tallapoosa e dois feridos, segundo o jornal Washington Post, enquanto na Geórgia uma mulher de 83 anos morreu quando tentava encontrar abrigo.

De acordo com dados do Centro de Dados Nacional do Clima, este mês de março poderá registrar o maior número de mortes por tornados, já que em 1994 morreram 40 pessoas em todo o mês pelas mesmas causas.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5646198-EI8141,00-Chega+a+o+total+de+mortes+por+tornados+nos+Estados+Unidos.html

20 fevereiro 2012

É LAMENTÁVEL...A AMAZÔNIA AINDA É NOSSA ESPERANÇA...PAREM DE DESTRUÍ-LA!

19/01/2012 - 09h24


Amazônia está emitindo cada vez mais gás-estufa

RAFAEL GARCIA

DE WASHINGTON



A Amazônia é importante para absorver gás carbônico e ajudar a combater o aquecimento global? O estudo mais recente sobre essa questão, que atormenta cientistas há décadas, aponta que ainda há dúvidas sobre se a região é mesmo um "sorvedouro" de carbono. Mas o trabalho conclui que o desmatamento e o aquecimento global estão gradualmente levando a região a se tornar mais uma fonte dos gases de efeito estufa do que um ralo para absorvê-los.



"Não sabemos de onde partimos, mas sabemos para onde estamos indo", disse à Folha Eric Davidson, cientista do Centro de Pesquisas de Woods Hole (EUA), que coordenou o trabalho.



"A mudança talvez seja de um sorvedouro de carbono forte para um sorvedouro fraco ou de uma fonte pequena de carbono para uma um pouco maior, talvez até cruzando essa barreira. Ainda não temos como estimar o fluxo líquido de carbono para toda a bacia Amazônica."



Editoria de arte/Folhapress





O estudo liderado por Davidson, publicado da edição da revista "Nature" nesta quinta-feira, foi um balanço dos quase 20 anos de pesquisas do LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia), o maior projeto de pesquisa em ecologia e geociências da região.



Mesmo sem uma resposta detalhada sobre essa questão estratégica, cientistas comemoram o fato de que os dados da iniciativa têm ajudado nas políticas de preservação da floresta.



"O LBA mostrou que em um período de forte estresse climático, como as secas de 2005 e 2010, a floresta se torna uma pequena fonte de carbono", diz Paulo Artaxo, geofísico da USP, também autor do estudo.



"Isso é importante porque a Amazônia tem em sua biomassa um reservatório de carbono equivalente a quase dez anos da queima mundial de combustíveis fósseis. Qualquer alteração nesse regime é significativa do ponto de vista da mudança climática."



Uma das conclusões que o LBA permitiu tirar é que, apesar de a Amazônia ser robusta o suficiente para suportar fatores individuais de estresse --secas, desmatamento e queimadas, entre outros--, a floresta pode não suportar todos ao mesmo tempo.



"Há sinais de uma transição para um regime dominado por perturbações", dizem Artaxo, Davidson e outros autores do trabalho.



MONITORAMENTO



Segundo o pesquisador brasileiro, um dos problemas em responder a questões complexas sobre o comportamento da floresta diante da mudança climática é que, apesar de ser o maior projeto de pesquisa na região, o LBA não é grande o suficiente.



"Temos 13 torres de fluxo [instrumentos para estudos atmosféricos] hoje em 5,5 milhões de km2. Seria um engano achar que 13 pontos de medida seriam capazes de representar uma área continental do tamanho da Amazônia", diz Artaxo.



"O país precisa ampliar esse sistema para monitorar não só a Amazônia, mas também outros biomas, como o cerrado e o Pantanal."

04 fevereiro 2012

ENTULHOS: NADA SE PERDE TUDO SE TRANSFORMA....

11/08/2011 - 14h29


Entulho dos edifícios São Vito e Mercúrio vai asfaltar 18 ruas

DE SÃO PAULO

Foto: Divulgação/Prefeitura - Simulação mostra área do antigo edifício São Vito, em frente ao Mercadão, que deve ganhar um Sesc/Senac


Os resíduos da demolição dos edifícios São Vito e Mercúrio, na região central de São Paulo, serão usados como asfalto ecológico na pavimentação de 18 vias.

De acordo com a prefeitura, as vias selecionadas totalizam uma área de 72 mil m2 e uma extensão de mais de 10,7 km, nas subprefeituras de Campo Limpo (zona sul), Freguesia do Ó (zona norte), Guaianases, Itaquera, São Miguel e São Mateus (zona leste).

Entre as vias está a avenida Sapopemba, a maior da cidade, que terá cerca de 5 km pavimentados. Ela fica na zona leste e será pavimentada entre a avenida dos Sertanistas e a rua Bento Guelfi, onde a via também é conhecida como estrada do Rio Claro.

O entulho do São Vito e do Mercúrio será usado como base para a pavimentação. Sobre a camada será acrescentada uma outra, composta por restos de fresagem de ruas que estão recebendo recapeamento.

Segundo a prefeitura, neste ano já foram pavimentadas 44 vias de terra com o mesmo sistema, totalizando cerca de 13 km com o asfalto ecológico.

Simulação mostra área do antigo edifício São Vito, em frente ao Mercadão, que deve ganhar um Sesc/Senac



TREME-TREME



O São Vito já foi chamado de "treme-treme" e de "balança, mas não cai". Sua demolição começou em setembro do ano passado e foi concluída em maio. Como não tinha profundidade suficiente no subsolo, o edifício não pôde ser implodido --os escombros resultariam em uma pilha equivalente a 20 andares. Por este motivo, a demolição do prédio foi feita em etapas, junto com o Mercúrio.



Quando foi desocupado, em 2004, o São Vito tinha 477 moradores. Na planta original, o edifício de 27 andares, aberto em 1959, tinha 624 apartamentos --24 por andar-- com área de 28 m2 a 30 m2.



Os edifícios vão dar lugar a uma garagem subterrânea e um prédio anexo do Mercado Municipal, onde deve ser instalada uma escola de gastronomia.


O Outro lado da estória:

É isto aí, amigos e amigas, temos que aproveitar os entulhos e reciclar tudo.

Maravilhosa esta idéia....assim, poderemos ajudar a salvar nosso planeta.

Um grande abraço,

Helena Rezende








03 fevereiro 2012

A MANCHA DE ÓLEO PODE DISSIPAR...MAS AS CONSEQUÊNCIAS PARA O MEIO AMBIENTE SÃO INEVITÁVEIS.

Hoje às 19h10 - Atualizada hoje às 19h16 (03/02/2012)


Marinha diz que mancha de óleo se dissipou na Bacia de Santos

           A mancha de óleo resultante do vazamento da tubulação do navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer, a serviço da Petrobras, já se dissipou na Bacia de Santos. De acordo com nota divulgada na tarde de hoje (3) pela Marinha, foram feitos sobrevoos no local, a cerca de 300 quilômetros da costa do estado de São Paulo, e não foram mais observados sinais de mancha de óleo.

A Petrobras informou ainda que não existem mais vestígios de óleo no mar e que vai reduzir de seis para dois o número de embarcações na área. A Marinha permanecerá na região com a fragata Independência e um helicóptero a bordo.

O vazamento foi detectado na manhã do último dia 31 na coluna que transportava o óleo até o navio-plataforma. A Petrobras estimou que o vazamento foi equivalente a 160 barris de óleo. O navio realizava um teste de longa duração, na camada do pré-sal, a 2.140 metros de profundidade.

Fonte:http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012/02/03/marinha-diz-que-mancha-de-oleo-se-dissipou-na-bacia-de-santos/

E AS FAMIGERADAS SACOLINHAS PLÁSTICAS?

Supermercados de São Paulo não fornecem mais sacolas plásticas



O cliente tem que comprar as sacolas biodegradáveis nos caixas ou vai ter que trazer de casa suas próprias embalagens.

Esta semana supermercados em todo o estado de São Paulo pararam de fornecer sacolas plásticas de graça em uma campanha pra diminuir o desperdício.

“São 128 sacolinhas”, calcula, em casa, o comerciante Edson de Souza. Desde a última quarta-feira (25), os consumidores em todo o estado de São Paulo estão lidando com uma senhora mudança: as embalagens de plástico já não são mais fornecidas de graça pelos caixas dos supermercados.

“Eu acho que a sacolinha deveria voltar. Ela ajuda em outras coisas também”, defende a enfermeira Vivian Rocha. “Eu acho que a gente tem mesmo que preservar o meio ambiente e tentar se adaptar a novas realidades”, acredita a nutricionista Teresa Cristina.

Agora, ou o cliente compra sacolas biodegradáveis nos caixas ou vai ter que trazer de casa suas próprias embalagens. O Fantástico convidou um consultor especializado em consumo consciente pra mostrar que é possível viver bem sem tantas sacolinhas.

Em um condomínio na Zona Norte de São Paulo, não faltam dúvidas. “Como é que nós vamos carregar as comidas que nós vamos comprar e vir para casa?”, pergunta a costureira Aurea Verzaro.

“Buscando mudar pequenas coisas no nosso comportamento no dia a dia. Uma delas é deixar sempre uma sacola no carro, quem anda de carro. Para quem anda de transporte público, tem aquelas sacolas que você consegue dobrar e que ficam bem pequeninhas, do tamanho de um bolso”, reponde o especialista em sustentabilidade Estanislau Maria.

“Eu gostaria de saber qual a diferença de uma sacolinha para outra?”, indaga o diretor comercial Jorge Espínola.

“Isso aqui é feito do petróleo, gás natural virgem. Essa é aquela que você pega na seção de hortifruti do supermercado, aquela sacolinha transparente, que é plástico, do mesmo jeito que a sacolinha antiga, que era descartada. Essa é a novidade, que está chegando no mercado agora: a sacola biodegradável. Não é porque ela é biodegradável que a gente pode usar demais a torto e a direito dela. Por quê? Porque ela é degradável em condições específicas de degradação, em uma usina de compostagem. No aterro sanitário, ela não degrada”, explica o especialista.

Então, o ideal é evitar usar as sacolinhas para o lixo do dia a dia? “Qual é a dica que a gente dá? Que as famílias tenham em casa um cesto maior com um único saco preto, onde ela vai depositar todo o lixo orgânico”, orienta Estanislau. Detalhe importante: você pode usar a sacola preta de plástico reciclado, mais ecológico. Basta procurar a embalagem identificada como "reciclado".

E atenção: se você já virou fã daquelas bolsas plásticas reutilizáveis, vendidas nos supermercados, o ideal é que entre uma compra e outra, elas sejam limpas com água e detergente.

“Agora, se quiser fazer perfeito, a cerejinha no bolo, é fazer ainda uma passagem com álcool gel”, recomenda o especialista, que ainda dá outra dica. “Uma boa dica, com relação ao papelão, é você separar depois em casa para guardar o lixo reciclável. Então, você tem que separar, nos poucos sacos plásticos que você tem em casa, o lixo orgânico, que é o lixo sujo, da cozinha e do banheiro”, alerta.

“Qual é a dica que você dá para os lixos do banheiro e da cozinha?”, pergunta a dona de casa Ana Paula Rigo. “Você pode fazer uma dobradura de jornal, para colocar dentro do cesto do banheiro que vai servir para recolher o lixo do banheiro”, ensina o especialista.



Pronto para fazer um “origami” sustentável? Estanislau ensina: “Você vai pegar uma ponta do jornal e junta até o outro lado. Aí você vai ter um triângulo. Você vai juntar as duas pontas. A ponta de um lado você vai dobrar até a metade da lateral oposta. A ponta de outro lado junta até a outra metade. Pronto, você está vendo que já está começando a fazer o formato de um lixinho”. Aí é só dobrar as abas e você vai ter um lixinho pronto.

”No caso de quem tem animal de estimação, sair para passear, como recolher as fezes? Normalmente, a gente leva saquinho plástico para isso”, pergunta a dona de casa Sílvia Azeredo. “Agora, nós vamos pegar a dobradura que nós aprendemos e levá-las para o passeio com o cachorro”, sugere a professora Marisa Pereira.


OS DOIS GRANDES PROBLEMAS DA SACOLINHA PLÁSTICA:

Para mim, as sacolinha plásticas têm 02 grandes problemas, o 1º - é que não são biodegradáveis e levam anos e anos na natureza - se fossem fabricadas de palhas naturais, tipo: palhas de cana-de-açúcar e milho, e disponibilizadas aos consumidores, com certeza seria de uso extremamente sustentável, pois evitaríamos as queimadas dos canaviais...no caso do milho, as palhas podem ser incorporadas ao solo, para adubagem.

O 2º - É o maior problema, com certeza, pois trata-se de uma questão cultural e educacional das pessoas, pois existe um descaso, diríamos até que um "relaxo" dos indivíduos no uso ou desuso das sacolinhas. Não raro você está indo pelas ruas ou estradas e depara com sacolinhas voando ao sabor do vento...o que é um risco total...acidente de trânsito ou acidente ambiental: entopem bueiros, caem nos curos d´água, matam peixes e outros animais. Diariamente vemos gramados repletos de sacolinhas jogadas ao léu...poluindo a nossa vida.

ESTE É, SEM DÚVIDA ALGUMA, UMA QUESTÃO EDUCACIONAL!

O que fazer neste caso?

Vocês têm alguma sugestão para mudar a cabeça do indivíduo?

Deixo esta questão para partilhar com vocês, meus caros leitores...reflitam e me enviem uma resposta.

Helena Rezende


VOCE JÁ VIU AS NOVAS GARRAFAS ECOLÓGICAS DA COCA COLA?

Tecnologias verdesCoca-Cola lança garrafa mais ecológica


29/03/2010

SÃO PAULO – No último dia 25, a Coca Cola lançou a PlantBottle, uma garrafa PET que diminui em 25% o CO2 emitido durante a fabricação.

O produto tem etanol proveniente da cana como substituto de parte do petróleo e, por ser 30% à base de planta, diminui a dependência de recursos não renováveis.

A Plant Bottle é igual a uma PET convencional em relação às suas propriedades químicas, cor, peso e aparência, além de ser 100% reciclável. A empresa espera que, em 2010, a produção das garrafas resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo.

Seu plástico é produzido a partir da reação química de dois componentes: MEG (monoetileno glicol), responsável por 30% de seu peso; e PTA (ácido politereftálico), responsável pelos 70% restantes.

As garrafas serão comercializadas em abril, inicialmente nas embalagens de 500ml e 600 ml, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre.

Está é a primeira vez que a Coca Cola disponibiliza este tipo de embalagem na América Latina, porém todas as Plant Bottles do mundo utilizam o etanol brasileiro em sua fabricação. A cana-de-açúcar provém de fornecedores auditados, que utilizam essencialmente a irrigação natural (chuva) e a colheita mecânica.


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/coca-cola-lanca-garrafa-mais-ecologica-29032010-35.shl

Desculpem-me, amigos, se a notícia parece antiga, mas é que somente na última semana é que tive a oportunidade de pegar uma garrafa destas.

É isto aí, o exemplo precisa ser dado pelas grandes empresas, afinal, elas inundam o planeta com os seus produtos.

Vamos seguir o exemplo!

Reciclar sempre!

Produzir ecologicamente correto, é a meta!

Um grande abraço,

Helena Rezende