25 janeiro 2014

Criação de novas terras


Mapa de Hong Kong, que mostra  em cinza os locais de aterramento marítimo ao longo da história.
O aterramento marítimo pode ser a criação de novas terras onde uma vez houve água. Entre os exemplos notáveis incluem-se o oeste de Nova Orleans; Washington, construído em parte sobre terras que alguma vez foram pantanosas; Cidade de México, que está situada no lugar onde antigamente se localizava o lago de Texcoco; Helsinque, cidade cuja maior parte do centro está construída sobre local aterrado; parte da Cidade do Cabo; a costa de Chicago; parte de Boston, Massachusetts; Battery Park City, em Manhattan; o porto de Zeebrugge, na Bélgica; a zona residencial no sudoeste de Brest, na Bielorrússia; os famosos pólderes dos Países Baixos, e as ilhas de Toronto, no Canadá. Mônaco e o território britânico de Gibraltar tem aumentado seu território devido ao aterramento marítimo. A cidade do Rio de Janeiro foi construída em grande parte em locais aterrados junto ao mar, como o Aterro do Flamengo e parte da Urca.
No Oriente Próximo também são famosos por seus esforços no aterramento marítimo. Um dos primeiros e o mais célebre projeto foi o plano de aterramento de Praya, em Hong Kong, que aterrou entre 50 e 60 acres (240.000 ) de terras em 1890, durante sua segunda fase de construção. Foi um dos projetos mais ambiciosos realizados durante o período colonial da cidade. Além de Hong Kong, também no sul da China há cidades como Shenzhen e Macau, que também realizaram o aterramento marítimo. No Japão, ao redor de 20% das terras na Área da Baía de Tóquio têm sido ganhas com o aterramento marítimo. Também na Ásia tem-se trabalhado na costa de Manila, a capital filipina; e na cidade-estado de Singapura, onde a terra é escassa.

Drenagem de Pântanos

 

Outra prática é a drenagem de pântanos ou zonas úmidas temporárias submergidas para convertê-las em terras agrícolas. Se bem isto não cria novas terras exatamente, permite o uso comercial das terras produtivas que de outro modo se limitaria o habitat de vida silvestre. Também é um importante método de controle de mosquitos.

Ilhas artificiais

A criação de uma ilha artificial é uma empreitada custosa e arriscada. A princípio esta técnica emprega-se em lugares que estão densamente povoados e onde a terra plana é escassa. O Aeroporto Internacional de Kansai (em Osaka, no Japão) e o aeroporto internacional de Hong Kong (China) são exemplos disso. As Ilhas Palma, Ilhas World e o hotel Burj al-Arab, frente a Dubai nos Emirados Árabes Unidos, são outros exemplos de ilhas artificiais.

Restauração de praias

A restauração de praias é o processo de reparação das praias com materiais como areia ou o barro do interior. Utiliza-se para reconstruir as praias que sofrem de falta de areia por uso inadequado ou pela erosão da deriva, tratando de conservar o aspecto natural da praia. Ainda que não seja uma solução duradoura, é barata em comparação com outros tipos de defensas costeiras.

Impacto ambiental

A drenagem de zonas úmidas para a lavoura, por exemplo, é uma forma de destruição do hábitat. Em algumas partes do mundo, os novos projetos de regeneração estão restringidos ou não se podem realizar, devido à proteção do meio ambiente mediante leis.

A legislação ambiental

Os legisladores de Hong Kong aprovaram a proteção do porto Victoria mediante uma lei em 1996 em um esforço por salvaguardar a ameaça cada vez mais direta do aterramento marítimo.

Exemplos de aterramento marítimo

  • Países Baixos – ao redor de um quinto da superfície do país, cerca de 7000 km².
  • Coreia do Sul - até 2006, cerca de 38 por cento ou 1.550 km² de zonas úmidas costeiros foram aterradas.
  • Singapura - 20% do tamanho original ou 135 km² até 2003, os planos são de 99 km² ou mais.
  • Hong Kong - O plano de aterramento de Praya iniciou-se a finais de 1860 e consistiu em duas etapas para um total de 50 a 60 acres. Esta cifra subestima a importância dos sítios regenerados: Hong Kong Disneyland, o Aeroporto Internacional de Hong Kong, e seu predecessor, o aeroporto de Kai Tak, foram construídos em locais aterrados. Além disso, grande parte da recuperação tem tido lugar em localidades da costa em ambos os lados do Porto Victoria.
Além disso, como a cidade expande-se, as novas cidades em diferentes décadas, eram em sua maioria construídas em locais aterrados, como Tuen Mun, Tai Po, Shatin - O Ma Shan, West Kowloon, Kwun Tong e Tseung Kwan.
 
  • Macau - 170% do tamanho original ou 17 km²
  • Baía de Tóquio, Japão - 249 km²
  • Kobe, Japão - 23 km² (1995).
  • Bahrein - 76,3% do tamanho original de 410 km² (1931-2007).
  • Nova Zelândia - áreas significativas de terra que consistem em várias centenas de hectares têm sido aterradas ao longo da frente portuária de Wellington e Dunedin. Em Dunedin - que em seus primeiros dias foi apelidado de "Mudedin" – ao redor de 2'5 km², incluindo grande parte do centro da cidade e os subúrbios de Dunedin Norte, Sul e Dunedin Andersons Bay são aterros ao longo do Otago Harbour, e uma área similar no subúrbio de St Clair e St Kilda são pântanos drenados.
  • Mônaco: O distrito ou bairro de Fontvieille de 32,41 hectares (0,3241 km²) foi construído em locais aterrados no mar, para haver espaço para residências devido ao limitado território do país, existe outro projeto chamado Le Portier para aterrar 27,50 hectares adicionais.
  • Gibraltar: o território britânico de Gibraltar também tem aterrado o mar, o que tem gerado protestos da Espanha que não reconhece o poder marítimo algum para esta colônia.
  • Bermudas: a Ilha Saint Davids1 uma das que formam os Territórios britânicos ultramarinos de Bermudas expandiu-se artificialmente passando de 2,04 km² a 2,60 km² com a finalidade de fazer espaço para uma base militar.
  • Maldivas: tem expandido várias ilhas e criado outras novas em atóis para ser habitadas, como é o caso da ilha artificial de Hulhumalé2 de 2,00 km².
  • FONTE: Wikipédia

24 janeiro 2014

APARECE MAIS UMA ILHA NO ARQUIPÉLAGO DO JAPÃO

Um vulcão em erupção criou uma pequena ilha na costa japonesa, junto à ilha desabitada de Ogasawara e a 1000 quilómetros de Tóquio. A nova ilha tem cerca de 200 metros de diâmetro e junta-se ao arquipélago do Japão - estima-se quem tem 6000 ilhas.
 
Um vulcão submarino criou um ilhéu no Japão, a algumas centenas de metros ao largo de ilha desabitada de Nishinoshima, localizada a cerca de 1000 quilómetros a sul de Tóquio. E o resultado, para já, é uma nova massa de terra com cerca de 200 metros de diâmetro e 20 de altura e muito fumo, formado assim que a lava entra em contato com a água e arrefece rapidamente.
Localizada diretamente a sul de Tóquio, a ilha de Nishinoshima pertence ao arquipélago de Ogasawara, formado por mais de 30 pequenas ilhas tropicais e subtropicais no Pacífico. A esperança do Japão é que o novo ilhéu resista ao tempo e se torne uma massa de terra permanente, para que o país possa acrescentar área às suas águas territoriais. “Se se tornar uma ilha, as águas territoriais do país irão expandir-se”, disse o porta-voz do Governo japonês, o secretário de Estado Yoshihide Suga, citado pela agência de notícias Kyodo.
Mas os vulcanólogos não sabem dizer, por enquanto, se o ilhéu acabará por ser erodido devido à acção do mar, desaparecendo debaixo da água, ou se se manterá como terra firme. A história geológica da Terra já mostrou, por diversas vezes, que nestas coisas de novas ilhas vulcânicas elas tão depressa nascem como morrem.
FONTE:http://www.publico.pt/ciencia/noticia/o-nascimento-de-um-novo-ilheu-no-japao-1613355

22 janeiro 2014

OS PRODUTOS NATURAIS QUE NOS AUXILIAM A COMBATER O ESTRESSE

quarta-feira , 8 de maio de 2013
 
Alimentos que ajudam a combater o estresse e a ansiedade
 
Fonte: EveryStockPhoto
 
 
Fonte: EveryStockPhoto
 
 
Trânsito, problemas familiares ou no trabalho, contas pra pagar, dezenas de responsabilidades, provas e trabalhos acadêmicos… São vários os motivos que nos levam ao estresse diário, causando uma enorme irritabilidade e ansiedade nos indivíduos. Fatores externos, de maior ou menor proporção, acabam se juntando e tornando a vida um verdadeiro caos, onde a preocupação e a tensão tomam conta de nós. E, se não soubermos nos controlar e reverter a situação, corremos o risco de afetar seriamente a nossa saúde. Isso porque o estresse é um dos principais causadores de infartos, hipertensão e outros problemas de saúde.
Pesquisas recentes feitas pela medicina comprovaram que alguns alimentos ajudam a controlar – e até mesmo combater – o estresse e a ansiedade sofridos pelo nosso organismo. Apostar nesses alimentos pode ser a forma mais simples e prática de diminuir os sintomas desse mal. Alguns alimentos contêm substâncias revigorantes, que combatem o estresse e ajudam a relaxar. É claro que eles não vão resolver todos os problemas da sua vida, mas certamente te ajudarão a enfrentá-los de uma forma mais tranquila e saudável.
Veja s seguir alguns desses alimentos antiestresse:

Alface: a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.
Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio que agem diretamente no cérebro.
Castanha-do-pará ou amêndoas: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. São ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.
Maçã: A fruta é rica em actidina (uma enzima que melhora a circulação do sangue), potássio, vitamina A, B1, B2, e fósforo, que combate o estress e a fadiga.
Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, garantindo o bom funcionamento do sistema nervoso, devido ao magnésio, ao fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B.
Grãos integrais: Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, a ingestão de vitamina B, contida principalmente em grãos integrais, pode diminuir o estresse mental causado pelo excesso de trabalho ou estudo.
Frutas cítricas: Morango, laranja, kiwi, goiaba, acerola e maracujá são ricas em vitamina C, que ajuda na imunidade, diminui o risco de gripes e resfriados que afetam a energia. A carência de vitamina C também prejudica a absorção de ferro, contribuindo para a anemia e falta de disposição. Além disso, estudos comprovaram que essa vitamina diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a “notícia” de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar.
Chocolate: O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina. O recomendado são 30 gramas de chocolate por dia. E de preferência ao chocolate amargo, bem menos calórico e mais rico em flavonoides.
Banana: Um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas comprovou que esta fruta ajuda no combate da depressão e alivia os sintomas da ansiedade. Graças ao alto teor de triptofano qua a fruta carrega, ajudando na produção de serotonina.
Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. Uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar.
Macarrão, arroz e pão integral: São fontes de carboidratos complexos, que viram energia para a realização de atividades.
Café e chá verde: Ricos em cafeína, são estimulantes do sistema nervoso. Beba pelo menos 2 xícaras (50 ml) café e 2 xícaras de chá verde por dia, isso lhe dará mais disposição. Além disso, o chá verde é extremamente saudável e ajuda no emagrecimento, pois é desintoxicante.
Carnes e peixes: Eles são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina, um neurotransmissor importante no processo do sono, do humor e que regula os níveis de ansiedade. Além disso, as carnes e peixes contêm outro aminoácido chamado taurina. Esta substância aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade.
Chá de camomila: Trata-se de uma erva aromática digestiva, e um tranqüilizante natural que ajuda no tratamento da tensão nervosa, reumatismo, problemas circulatórios, stress, ansiedade, insônias e dores de cabeça etc. Seu efeito calmante é tão poderoso que pode ser utilizado também diretamente no corpo, através do banho das folhas/flores. A erva-cidreira também é um excelente calmante natural que pode ser usado no dia a dia sem restrições.
Aipo: Reduz a liberação de hormônios do estresse que promovem o estreitamento dos vasos. Contém nutrientes que acalmam (niacinamida). Usar 2 a 4 talos ao dia especialmente antes de dormir para ajudar no sono.
Repolho: Rico em vitaminas antioxidantes (A, C , E, betacaroteno e Selenio) que combatem os radicais livres produzidos pelo estresse e ajudam na fabricação da serotonina, melhorando o humor.
Semente de girassol, gergelim e abóbora: Ricas em zinco e proteínas que estimulam o metabolismo de cardoidratos, gerando mais energia.
Escolha, entre estes, seus alimentos preferidos, inclua-os na sua alimentação diária e veja como eles podem fazer toda diferença no combate ao estresse.
E não se esqueça: procure viver de forma leve, resolvendo sempre os problemas da melhor forma. A vida é cheia de contratempos e saber lidar com eles de forma tranquila é fundamental. Sua saúde agradece!
FONTE: http://www.telelistas.net/blog/alimentos-que-ajudam-a-combater-o-estresse-e-a-ansiedade/

21 janeiro 2014

Lixão x Aterro             
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõe seus resíduos em lixões.
 
Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?
Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento que evite as conseqüências ambientais e sociais negativas.

 
 
Lixão controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.
 

Mas a disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis meses, quando a vazão e  os parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.
 

O estado do Rio de janeiro é composto por 92 Municípios, em resíduos sólidos, se encontra com:
  • 16 Aterros Sanitários recebendo de 34 municípios:
 Barra Mansa, Seropédica, São Gonçalo, Santa Maria Madalena (particular), Teresópolis, Macaé, Campos (particular), Piraí, Belford Roxo (particular), São Pedro da Aldeia (particular), Itaboraí (particular), Nova Friburgo, Miguel Pereira, Nova Iguaçu, Rio das Ostras, Sapucaia;
  • 11 Aterros Controlados em atividade recebendo de 16 municípios:
 Angra dos Reis, Natividade, Miracema, Barra do Piraí, Resende, Porciúncula, Caxias (Gramacho), Petrópolis, Rio Bonito, Guapimirim, Magé;
  • 03 CTRs em Construção:
 Paracambi, Vassouras, São Fidélis;
  • 20 Unidades de Triagem e Compostagem em fase de implantação;
  • 42 Unidades de Triagem e Compostagem implantadas;
  • 30 Vazadouros oficiais em atividade.
  • Geração de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)– 15.760 Ton./dia;
  • Quantidade de resíduos recebidos em aterros (CTR's, AC e AS) – 12.867 Ton./dia.
  •  
  • FONTE:http://www.lixo.com.br/index.php?Itemid=251&id=144&option=com_content&task=view

20 janeiro 2014

OS TERRÍVEIS PERIGOS DA ÁGUA RADIOATIVA - FUKUSHIMA

Japão
 
Fuga de água radioativa em Fukushima é "incidente grave"
por Lusa 21 agosto 2013
Fuga de água radioativa em Fukushima é "incidente grave"
Fotografia © REUTERS/Kyodo
 
A Autoridade de Regulação Nuclear do Japão classificou hoje a fuga de água radioativa na central de Fukushima como "incidente grave", de nível três, o mais elevado que foi declarado nos últimos dois anos.
Esta reavaliação da gravidade da fuga de água, de nível um para três, segundo a escala internacional de incidentes nucleares das Nações Unidas (INES) - que varia entre zero e sete, sendo este o nível mais grave -, surge um dia depois de a Tokyo Electric Power (TEPCO) ter informado que 300 toneladas de água radioativa deverá ter vertido de um tanque na central de Fukushima Daiichi.
A TEPCO indicou que acredita que a fuga de água continua hoje a verificar-se e que ainda não identificou a sua origem, não tendo, no entanto, sido registadas alterações significativas nos níveis de radiação no exterior da central nuclear.
"Estamos a retirar a camada superior do solo contaminado com a água radioativa que verteu e a retirar a restante água do tanque que registou problemas", disse um porta-voz da TEPCO, citado pela agência AFP ao salientar que a empresa "está a fazer o seu melhor para evitar a dispersão da contaminação para áreas no exterior da central, incluindo o mar".
A TEPCO deparou-se com vários incidentes na central de Fukushima desde o início do acidente, em março de 2011, na sequência de um sismo e 'tsunami', incluindo várias fugas de água radioativa, mas esta foi a pior registada desde então.
Em Fukushima Daiichi acumulam-se grandes quantidades de água radioativa devido à contínua injeção de água nos reatores para os arrefecer.
Os problemas levaram o Governo japonês e o organismo regulador da indústria a anunciarem um maior envolvimento direto nos trabalhos de limpeza em Fukushima, em vez de deixarem esta tarefa apenas à responsabilidade da TEPCO.
Os incidentes em Fukushima Daiichi foram classificados como de nível sete, o mesmo de Chernobil, em 1986, tendo estes sido os dois acidentes mais graves já ocorridos, segundo a escala INES.
Não há qualquer morte oficial confirmada na sequência do acidente de Fukushima, mas várias áreas da província japonesa, nomeadamente em redor da central nuclear, foram evacuadas, continuando milhares de pessoas sem saber quando e se poderão regressar a casa.
 
Amigos e amigas, é por esta e por outras situações e riscos, que sou totalmente contra a Energia Nuclear. Temos muitas opções de energias maravilhosas  e que não nos trazem tantos riscos, nem a nós e nem ao meio ambiente, tais como a SOLAR, A EÓLICA E AS DAS ONDAS DO MAR.
Um abraço,
 
Helena Rezende
 

19 janeiro 2014

HORTAS CASEIRAS - ALTERNATIVAS MARAVILHOSAS!

Uma horta orgânica em sua casa! Nossas avós costumavam ter no quintal uma pequena horta de temperos e algumas hortaliças. Alimentos frescos para a mesa da família, produzidos em casa.
Quando criança acompanhava minha mãe ao mercado e havia uma banca que vendia mudinhas diversas, das hortaliças às plantas para colocar no pomar e jardim. Com o tempo caiu em desuso e com a facilidade de compra em supermercados e feiras livres espalhadas pela cidade, aliadas ao grande aglomerado de edifícios, cultivar em casa não se usava mais.
Agora, voltando às origens, as pessoas descobrem novamente o prazer deste hobby. Para ajudá-las, elaboramos uma série de artigos, tais como o preparo do solo do canteiro, substrato para jardineiras, adubação e tratamentos contra pragas ecologicamente corretos. Para fazer e manter uma horta orgânica. Em qualquer que seja seu espaço.

O que é uma horta orgânica?

Vegetais típicos de uma horta orgânica
Na horta orgânica, variedade é importante
O que é orgânico?
Esta palavra está acompanhando muitos rótulos de alimentos e por vezes nos perguntamos se será moda ou propaganda para vender. Podem até ver queos produtos assim rotulados são mais caros, refletindo um gosto mais apurado do consumidor, que deverá arcar com este ônus.
Na agricultura orgânica, a observação da natureza e as pesquisas formaram conceitos e indicações de procedimentos, procurando reproduzir o que acontece naturalmente na natureza quando não há intervenção de humanos. Nos campos não há uma espécie somente e a diversidade encontrada é o que tenta-se reproduzir, evitando a monocultura.
Também não se cultiva a mesma planta sempre no mesmo lugar. É recomendado trocar a produção de folhosas por tubérculos ou por leguminosas.
Por exemplo: onde você produziu alfaces, poderá na cultura seguinte escolher cenouras ou então ervilhas e feijão-vagem. As leguminosas têm capacidade de ajudar na fixação do nitrogênio no solo, beneficiando as outras culturas seguintes. Produzir alimentos de forma orgânica significa não usar defensivos agrícolas contra moléstias e pragas de lavoura.

Um sistema de horta em equilíbrio

Um sistema em equilíbrio não é muito afetado quando acontece uma incidência de insetos ou doenças, pois oferece maior resistência. Para pragas e doenças usaremos os chamados remédios verdes, que são sucos e chás feitos de plantas para combaterem doenças e insetos. Também poderemos usar junto da horta plantas repelentes para somente afugentá-los. Sempre lembrar que praga é apenas quando o volume de insetos nas plantas foge ao nosso controle de catação e eliminação por produtos caseiros.
Galinha na horta
Galinhas são predadores naturais de muitas pragas da horta
Também na natureza existe um sistema de equilíbrio, feito pelos predadores. Os insetos que comem nossas plantas são presas de outros insetos e também de pássaros que deles se alimentam, formando parte da cadeia alimentar da vida selvagem. Quanto menos interferirmos nestes elos menor será o desequilíbrio do meio ambiente.
Também significa produzir hortaliças sem aditivos químicos e por aí passa o adubo granulado. Usa-se composto feito de materiais descartados de cozinha e horta, produzindo o chamado adubo verde. Leia o texto Composto orgânico para relembrar como se faz. A adubação com composto orgânico aumenta a fertilidade do solo e sua capacidade de fornecer nutrientes para as plantas, além de propiciar mais resistência delas às doenças.

Como e o quê plantar?



Fonte: www,fazfacil.com.br

17 janeiro 2014

AS GRANDES DESCOBERTAS NA ÁREA DE TINTAS ECOLOGICAMENTE CORRETAS


Tinta de baixo custo é produzida com bagaço e palha da cana
 
16 de Janeiro de 2014                           

Um grupo de cientistas da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP conseguiu desenvolver uma tinta látex que utiliza bagaço e palha da cana de açúcar como aditivo e ainda melhora a absorção do som, diminui a propagação da chama e mantém a aderência como as tintas comuns. O produto ainda traz como inovação menor impacto ambiental e baixo custo.
A pesquisa surgiu de um trabalho em conjunto dos Departamentos de Biotecnologia, de Materiais e Engenharia Química, com a participação dos professores Ângelo Capri Neto, Adilson Roberto Gonçalves, Maria da Rosa Capri, da aluna de doutorado Fernanda de Carvalho Oliveira e do estudante de iniciação científica Alessandro Costa Pinto.
Segundo Capri Neto, a proposta do estudo foi adicionar a biomassa à tinta látex, uma das mais empregadas para a pintura de interiores de construções, para diminuir a utilização dos derivados do petróleo, que fazem parte da composição química da tinta.
“A escolha do bagaço e da palha da cana se justifica pela abundância nas regiões canavieiras e que, hoje, são rejeitos da indústria agrícola e precisam de uma destinação. Além disso, a substituição parcial do petróleo pela fibra natural reduz o custo de produção e o impacto ambiental quando o material for descartado”, explica o professor.
Para os pesquisadores, a absorção do som já era esperada, uma vez que ocorreu mudança da textura com aplicação dos rejeitos da cana. O produto apresentou um aumento significativo de absorção de som (15 decibéis) em relação à tinta sem aditivos (10 decibéis).
O que mais surpreendeu os pesquisadores foi a resistência do produto à chama. “A tinta látex é altamente inflamável. Então, se ocorrer um incêndio em um ambiente pintado com a tinta, a propagação da chama será alta. Percebemos que a palha da cana criou uma barreira, retardando esse efeito”, disse Capri Neto.
Além disso, a lignina – uma macromolécula obtida do fracionamento do bagaço e da palha – foi utilizada na obtenção de resina fenólica e também proposta para compor a formulação de tintas.

16 janeiro 2014

COM AS ALTAS TEMPERATURAS VERIFICADAS ULTIMAMENTE, PRECISAMOS FICAR ATENTOS AOS RISCOS DE QUEIMADAS !

Desastres | 16/01/2014 18:07
 

Incêndio florestal queima casas no sul da Califórnia

Fogo já obrigou mais de duas mil pessoas a abandonar suas residências

  


           
Mario Anzuoni/Reuters
Casa pegando fogo por causa de um incêndio florestal em Glendora, no sul da Califonia
Casa pegando fogo por causa de um incêndio florestal em Glendora, no sul da Califonia
Glendora - Mais de duas mil pessoas viram-se forçadas a abandonar suas residências no sul da Califórnia por causa de um incêndio florestal que já queimou duas casas e ameaça bairros inteiros na árida região das montanhas de San Gabriel, a cerca de 40 quilômetros do centro de Los Angeles.

Daryl Osby, comandante do Corpo de Bombeiros do condado de Los Angeles, disse que um morador sofreu queimaduras, mas os ferimentos não são graves.

De acordo com a polícia, o incêndio foi iniciado por três pessoas que faziam uma fogueira num acampamento. O grupo foi indiciado.
 
Fonte:http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/incendio-florestal-queima-casas-no-sul-da-california

12 janeiro 2014

OS TERREMOTOS E A NOSSA RESPONSABILIDADE PELAS SUAS OCORRÊNCIAS

Hoje vi uma matéria no Canal Discovery sobre os terremotos na China. Engenheiros chineses estudam as causas das ocorrências;

Um ponto que chamou-me a atenção e reputo de grandes possibilidades, é que há uma grande probabilidade dos terremotos, pelo menos em escala razoável deles, ter como ponto de origem ou fator desencadeante a ação do homem na execução de barragens (represas).

No intuito de se conseguir energia hidráulica, o homem constrói represas e mais represas pelo planeta afora. Na China a realidade é bem presente, pois a necessidade de se produzir energia é enorme. A China precisa se desenvolver para produzir alimentos para sua população gigantesca de mais de 1 bi e 300 milhões de habitantes.

Haja energia para suportar e desenvolver o gigantesco país chinês.

Ilustramos o presente comentário, com observações realizadas sobre o mesmo tema:

"O pesquisador Leonardo Seeber, do Observatório Terrestre         Lamont-Doherty, em Nova York, divulgou um estudo que mostra como    as ações humanas podem influenciar a ocorrência de terremotos. Segundo ele,  não são somente as forças naturais que causam estes desastres.

As análises de Seeber mostram que os impactos da   engenharia na natureza são comuns e têm ocorrido com mais frequência há pouco mais de       meio século. Um dos exemplos usados para comprovar a teoria foi o terremoto de 1967, ocasionado em consequência da construção de da represa Koyna, na Índia.

Apesar de ter um argumento bem formado, o especialista admite que é difícil diferenciar os terremotos ocasionados por causar naturais ou por ações humanas. A falta de apoio das
empresas durante as investigações torna o processo ainda mais árduo.

“Os representantes das empresas responsáveis geralmente se recusam a admitir a responsabilidade e dificultam a obtenção de dados que comprovem essa influência”, declarou ele ao New York Times.

Seeber explica que a mudança na pressão consequente da construção     de represas ou exploração de petróleo podem facilmente ocasionar a ruptura de uma falha geológica. Essas são as duas principais atividades humanas que podem resultar em terremotos ou desastres maiores. Em contrapartida, o processo de obtenção de gás natural não está na lista de causadores de terremotos de Seeber. Com informações do New York Times.

fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/3556/pesquisa_mostra_interferencia_humana_na_ocorrencia_de_terremotos/
 
 
 
 

 
 
 

16 fevereiro 2013

AS AMEAÇAS EXTRA-PLANETÁRIAS

15/02/2013 - 16h12

Explosão de meteoro liberou energia similar à bomba atômica

FONTE: UOL/FOLHA DE SÃO PAUL
 
DE SÃO PAULO
Dados de infrassom coletados por uma rede para monitorar teste de armas nucleares sugerem que a explosão do meteoro sobre a Rússia liberou centenas de kilotons de energia. O que a torna mais poderosa que os teste nucleares conduzidos pela Coreia do Norte dias atrás.
Meteorito na Rússia já deixa mais de mil feridos, dos quais 200 são crianças
Insegurança faz russos abusarem de câmeras de para-brisa
Meteoro e passagem de asteroide não estão relacionados, dizem especialistas
Entenda a diferença entre meteoro e meteorito
Asteroide de 45 m de diâmetro passa 'de raspão' hoje pela Terra
Observatórios vigiam asteroides próximos à Terra
Cometa esperado para o fim do ano mobiliza astrônomos
O meteoro que explodiu esta manhã sobre a região oeste da Sibéria foi o maior objeto a atingir a Terra em mais de um século, dizem cientistas ouvidos pelo site da revista científica "Nature".
O último episódio havia sido em 1908, quando um bólido de cerca de 100 metros explodiu sobre o rio Tunguska, também na Sibéria.
"Foi um evento muito, muito poderoso", disse Margaret Campbell-Brown, astrônoma da the University of Western Ontário, no Canadá, que estudou dados de duas estações de infrassom próximas ao local do impacto.
Ela calcula que o meteoro tinha aproximadamente 15 metros de diâmetro quando entrou na atmosfera e cerca de 40 toneladas de massa. "O que o torna o maior objeto a atingir a Terra desde Tunguska."

Editoria de Arte/Folhapress

09 fevereiro 2013

AMAZÔNIA, UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL - CO2 FERTILIZANTE

Amazônia usa CO2 como 'fertilizante' e fica mais resistente ao aquecimento, revela estudo

                     UOL,  São Paulo
A floresta amazônica não é tão vulnerável às mudanças climáticas como se pensava anteriormente, revela novo estudo publicado na revista Nature.
Isso acontece porque o "pulmão do mundo" usa o dióxido de carbono que absorve da atmosfera para desenvolver folhas, galhos e raízes, ou seja, o CO2, vilão do aquecimento global, atua como uma espécie de fertilizante para as árvores.
Os pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, afirmam que o estímulo ao crescimento propiciado pelo CO2 pode superar os efeitos nocivos do aquecimento global previstos para este século.
"Não estou mais tão preocupado com uma extinção catastrófica [das florestas tropicais] por causa da mudança climática provocada pelo CO2", disse Peter Cox, autor principal do estudo. "Nesse sentido, é uma boa notícia."
O carbono que vira fertilizante, no entanto, volta à atmosfera quando a planta apodrece ou é queimada. O desmatamento da floresta poderia liberar uma grande quantidade de carbono e, portanto, agravar o aquecimento global, provocando mais inundações, tempestades e elevação do nível dos mares (causado pelo degelo nas calotas polares).
Acúmulo de CO2
As florestas tropicais são chamadas de "pulmão do planeta", porque absorvem dióxido de carbono e liberam oxigênio. Essa quantidade de CO2 que a cobertura florestal absorve, no entanto, oscila ano a ano devido às variações climáticas.
O estudo, então, usou modelos comparativos do crescimento florestal em relação às mudanças nos níveis de CO2 atmosférico e descobriu que os efeitos nocivos do aquecimento podem liberar 50 bilhões de dióxido de carbono que estão acumulados nas florestas tropicais, principalmente na Amazônia, a cada subida de um grau Celsius na temperatura do planeta.
Mas, segundo a análise de Cox, o CO2 fertilizado vai superar as perdas com as emissões e aumentar até 319 bilhões de toneladas de carbono armazenado neste século. Atualmente, estima-se que haja de 500 bilhões a 1 trilhão de toneladas de carbono armazenados nas árvores de florestais tropicais.
"A fertilização pelo CO2 vai superar o efeito negativo sobre a mudança climática, de modo que as florestas vão continuar acumulando carbono ao longo do século 21."
(Com agências internacionais)

27 janeiro 2013

A QUEDA DA UTILIZAÇÃO DO BAGAÇO DE CANA COMO FONTE DE ENERGIA ALTERNATIVA

26/01/2013-05h00

'Itaipu verde', bagaço de cana perde espaço como fonte de energia

 
TATIANA FREITAS
DE SÃO PAULO

Com potencial para gerar, em 2021, volume de energia equivalente ao da hidrelétrica de Itaipu, o uso do bagaço da cana como fonte de energia está paralisado no país.
Após forte crescimento entre 2006 e 2008, a venda de energia de biomassa despencou a partir de 2009. No ano passado, nem 1 MW foi comercializado nos leilões do governo. O único movimento é a entrega da energia vendida em anos anteriores.
O potencial é subaproveitado. Em 2012, seria possível ofertar 5.000 MW médios com o bagaço de cana, segundo a EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Mas apenas 26% do total (1.300 MW médios) foi entregue ao sistema.
A perda deve ser maior no futuro. Em 2021, o país terá potencial para gerar 10 mil MW médios com o bagaço da cana, mas serão vendidos só 2.000 MW, ou 20% do total.
Considerando também a palha da cana como biomassa, o potencial de geração sobe para 15 mil MW médios, segundo a Unica, e o aproveitamento cai para 13%.
A projeção da EPE reflete a ausência dessa fonte nos últimos leilões e a queda no nível dos investimentos.
Os desembolsos do BNDES para projetos de cogeração caíram 18% em 2012 em relação a 2011, quando já haviam amargado queda de 41%.
Segundo o banco, o preço "pouco atrativo" da energia nos leilões "esfriou" o interesse dos empresários.
Edson Silva/Folhapress
Vista da usina Guarani, em Olímpia. O grupo Guarani ampliou a capacidade de geração de energia por meio do bagaço da cana
Vista da usina Guarani, em Olímpia, que gera de energia elétrica por meio do bagaço da cana
EÓLICAS
Nos últimos anos, o elevado ganho de competitividade da energia eólica --com a invasão de grupos estrangeiros, a oferta de equipamentos a preços mais baixos e avanços tecnológicos-- expulsou a biomassa dos leilões.
No último, em dezembro, 10 dos 12 projetos contratados eram de energia eólica, que ofereceram preço médio de R$ 87,94 por MWh (megawatt-hora) -imbatível para a biomassa. No último leilão em que essa fonte saiu vencedora, em 2011, o valor médio foi de R$ 103 o MWh.
A conjuntura do setor sucroalcooleiro também contribuiu para o abandono dos projetos de biomassa.
Segundo Luis Gustavo Correa, sócio da consultoria FG/Agro, nos últimos três anos os investimentos foram destinados à recuperação dos canaviais, para aumentar a produção agrícola e ocupar a capacidade ociosa da indústria.
NOVO MODELO
Para Zilmar de Souza, gerente de bioeletricidade da Unica, que representa as usinas, a saída é mudar as diretrizes dos leilões para que mais fontes, além do vento, retomem a competitividade.
Na opinião dele, as disputas devem ser segmentadas por fonte ou região.
Como 90% da oferta de cana está no Sudeste e no Centro-Oeste (que respondem por 60% da demanda de energia no país), a biomassa seria mais competitiva nessas regiões, pois eliminaria boa parte dos custos com a construção de linhas de transmissão para levar a energia ao principal centro consumidor.
Editoria de Arte/Folhapress

23 outubro 2012

Comentários...

Amigos leitores, gostaria de informar duas coisas:

- Estarei mais assídua nas publicações, que por motivos profissionais não estava com tempo disponibilizado para pesquisas e publicações, mas prometo voltar a publicar, pois tenho um carinho enorme por todos vocês.

- Em segundo lugar gostaria de informar que só publicarei comentários com nomes e endereços válidos, pois este site é um endereço para tomarmos consciência e expormos idéias para o bem do nosso planeta, sem conotação política, partidária ou ideológica, portanto, não tem porque omitirmos os nomes dos comentários.

Um grande abraço,

Helena Rezende

30 maio 2012

SINCERAMENTE, AMIGOS, NÃO QUERO COMENTAR O CÓDIGO FLORESTAL...

...quero vê-lo pronto.

Racional.

Preservando o que temos de mais precioso...a NATUREZA...pois sem ela, não teremos alimentos!

Pensem nos rios, lagos e mares poluídos.

Pensem nas margens desprotegidas de nossas nascentes.

Pensem que sem matéria prima, seremos incapazes de produzir.

Pensem...pensem!!!

Isto é muito triste...desolador...

Foto:http://br.freepik.com/index.php?goto=41&idd=33582&url=aHR0cDovL3d3dy5zeGMuaHUvcGhvdG8vNTY5Njk0



Helena Rezende

27 maio 2012

AS EMISSÕES DE CO2 ATINGEM RECORDE EM 2011

24/05/201209h13
Emissões globais de CO2 atingem recorde em 2011, diz AIEC
 Foto: Beijin - China

As emissões globais de dióxido de carbono (CO2) pela queima de combustível fóssil aumentaram 3,2% no ano passado, atingindo um recorde de 31,6 gigatoneladas, informou a Agência Internacional de Energia (AIE) num balanço preliminar nesta quinta-feira (24).

A China foi o principal emissor global, com um aumento de 9,3% em suas emissões, disse a AIE, que tem sede em Paris.

"O que a China tem feito ao longo de um período tão curto de tempo para melhorar a eficiência energética e implantar energia limpa já está pagando dividendos importantes para o meio ambiente global", disse Fatih Birol, economista-chefe da AIE.

Se não fosse por algumas melhorias, a quantidade de emissões por parte dos chineses teria sido muito maior. Entre 2005 e 2011 o país conseguiu reduzir as emissões de CO2 em 15%.

Depois da China, Estados Unidos e União Europeia aparecem como os principais emissores. A Índia ocupa o quarto lugar, com um aumento de 8,7% em suas emissões.

As emissões por parte do Japão subiram 2,4%, resultado de um aumento substancial da utilização de combustíveis fósseis na geração de energia pós-Fukushima.

Embora seja o segundo maior emissor global, as emissões norte-americanas caíram 1,7% em 2011, principalmente pela substituição de usinas a carvão para gás natural e também por um inverno mais brando que reduziu a demanda por aquecimento, informa o relatório da AIE.

Desde 2006, os Estados Unidos apresentaram uma queda de 7,7% nas emissões, a maior entre os países da região.

A energia gerada pelo carvão respondeu por 45% das emissões de CO2 em 2011, seguida do petróleo (35%) e do gás natural (20%).



Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2012/05/16/estudo-em-pequim-durante-jogos-diz-que-poluicao-aumenta-risco-de-doencas-cardiacas.htm