31 janeiro 2014

GÁS NATURAL

Exploração

A exploração é a etapa inicial dentro da cadeia de gás natural, consistindo em duas fases. A primeira fase é a pesquisa onde, através de testes sísmicos, verifica-se a existência em bacias sedimentares de rochas reservatórias (estruturas propícias ao acumulo de petróleo e gás natural). Caso o resultado das pesquisas seja positivo, inicia-se a segunda fase, e é perfurado um poço pioneiro e poços de delimitação para comprovação da existência gás natural ou petróleo em nível comercial e mapeamento do reservatório, que será encaminhado para a produção.
Os reservatórios de gás natural são constituídos de rochas porosas capazes de reter petróleo e gás. Em função do teor de petróleo bruto e de gás livre, classifica-se o gás, quanto ao seu estado de origem, em gás associado e gás não-associado.
  • Gás associado: é aquele que, no reservatório, está dissolvido no óleo ou sob a forma de capa de gás. Neste caso, a produção de gás é determinada basicamente pela produção de óleo. Boa parte do gás é utilizada pelo próprio sistema de produção, podendo ser usada em processos conhecidos como reinjeção e gás lift, com a finalidade de aumentar a recuperação de petróleo do reservatório, ou mesmo consumida para geração de energia para a própria unidade de produção, que normalmente fica em locais isolados. Ex: Campo de Urucu no Estado do Amazonas.
  • Gás não-associado: é aquele que, no reservatório, está livre ou em presença de quantidades muito pequenas de óleo. Nesse caso só se justifica comercialmente produzir o gás. Exemplo: campo de San Alberto Bolívia.

Produção

Com base nos mapas do reservatório, é definida a curva de produção e a infraestrutura necessárias para a extração, como boa parte do gás é utilizada pela própria unidade de produção é verificada a viabilidade de se comercializar o excedente de gás, caso a comercialização do gás não seja viável, normalmente pelo elevado custo na implantação de infraestrutura de transporte de gás, o excedente é queimado.

Condicionamento

Um reservatório de gás
 
É o conjunto de processos físicos ou químicos aos quais o gás natural é submetido, de modo a remover ou reduzir os teores de contaminantes para atender as especificações legais do mercado, condições de transporte, segurança, e processamento posterior.
O gás natural pode ser armazenado na forma líquida à pressão atmosférica. Para tanto os tanques devem ser dotados de bom isolamento térmico e mantidos à temperatura inferior ao ponto de condensação do gás natural. Neste caso, o gás natural é chamado de gás natural liquefeito ou GNL.

Processamento

  • Refrigeração simples;
  • Absorção refrigerada;
  • Turbo-Expansão;
  • Expansão Joule-Thompson (JT).

Transporte

Gás Natural Comprimido (GNC);

  • Gasodutos;
  • Gás Natural Liquefeito.

Comercialização

Produção de gás natural por países (países em marrom e vermelho são os maiores produtores mundiais)
  1. Gazprom (Rússia): 179,7 bilhões de euros
  2. EDF (França): 135,2 bilhões de euros
  3. EON (Alemanha): 85 bilhões de euros
  4. Suez GDF (França): aproximadamente 71 bilhões, contando o pólo ambiental, calculado pelos analistas em 20 bilhões de euros
  5. Iberdrola (Espanha): 51,3 bilhões (após a compra da Scottish Power)
  6. Enel (Itália): 47,1 bilhões (prestes a comprar Endesa com Acciona)
  7. RWE (Alemanha): 46,0 bilhões de euros
  8. Endesa (Espanha): 42,2 bilhões de euros
  9. BG Group (antiga British Gas): 39,5 bilhões
  10. Exelon (Estados Unidos): 34,6 bilhões de euros

Distribuição

A distribuição é a ultima etapa, quando o gás chega ao consumidor, que pode ser residencial, comercial, industrial (como matéria-prima, combustível e redutor siderúrgico) ou automotivo. Nesta fase, o gás já deve estar atendendo a padrões rígidos de especificação e praticamente isento de contaminantes, para não causar problemas aos equipamentos onde será utilizado como combustível ou matéria-prima. Quando necessário, deverá também estar odorizado, para ser detectado facilmente em caso de vazamentos.

Utilização

O gás natural é empregue diretamente como combustível, tanto em indústrias, casas e automóveis. É considerado uma fonte de energia mais limpa que os derivados do petróleo e o carvão. Alguns dos gases de sua composição são eliminados porque não possuem capacidade energética (nitrogênio ou CO2) ou porque podem deixar resíduos nos condutores devido ao seu alto peso molecular em comparação ao metano (butano e mais pesados).
  • Combustível: a sua combustão é mais limpa e dá uma vida mais longa aos equipamentos que utilizam o gás e menor custo de manutenção.
  • Automotivo: utilizado para motores de ônibus, automóveis e caminhões substituindo a gasolina e o álcool, pode ser até 70% mais barato que outros combustíveis e é menos poluente.
  • Industrial: utilizado em indústrias para a produção de metanol, amônia e uréia.
As desvantagens do gás natural em relação ao butano são: mais difícil de ser transportado, devido ao fato de ocupar maior volume, mesmo pressurizado, também é mais difícil de ser liquificado, requerendo temperaturas da ordem de -160 °C.
Algumas jazidas de gás natural podem conter mercúrio associado. Trata-se de um metal altamente tóxico e deve ser removido no tratamento do gás natural. O mercúrio é proveniente de grandes profundidades no interior da terra e ascende junto com os hidrocarbonetos, formando complexos organo-metálicos.
Atualmente estão sendo investigadas as jazidas de hidratos de metano, que se estima haver reservas energéticas muito superiores às atuais de gás natural.[carece de fontes?]
FONTE: Wikipédia

29 janeiro 2014

GRANDES IDÉIAS - TELHADO ECOLÓGICO



Escola nos EUA constrói usina de biomassa com cobertura verde e ondulada - http://goo.gl/8EinqD




Escola nos EUA constrói usina de biomassa com cobertura verde e ondulada - http://goo.gl/8EinqD

O QUE SÃO ONDAS GIGANTES??? TSUNAMIS/// VAGALHÕES????



                     Para que uma onda seja designada como tsunami, ela deve ser GIGANTE em comprimento de onda. Os tsunami em mar alto tem comprimentos de onda de no mínimo 10 km, podendo chegar a centenas de quilometros.

                   Os tsunami viajam em mar profundo (onde a distância entre a superfície do oceano e o leito do oceano é 5 km) com velocidades da ordem de 800 km/h e normalmente lá possuem amplitude da ordem de metro. Quando um tsunami se aproxima da costa, encontrando então mar com menor profundidade, sua velocidade se reduz, encurtando o seu comprimento de onda proporcionalmente à nova velocidade. A velocidade do tsunami vale raiz quadrada do produto g (intensidade do campo gravitacional) por H (espessura da lâmina de água na região de propagação). A energia mecânica transportada pelo tsunami fica então distribuída sobre uma extensão espacial (comprimento de onda) menor e, consequentemente, sua amplitude aumenta.

                    Um tsunami não precisa ser gigante em amplitude (amplitude da ordem de uma dezena de metros ou mais) para produzir efeitos devastadores como os de 2004. Um tsunami eleva o nível do oceano (às vezes uns poucos metros) durante muitos minutos, produzindo então inundação da região costeira.


Mais informações poderás ter em nosso artigo, encontrado em http://www.fsc.ufsc.br/cbef/port/22-2/artpdf/a3.pdf ou em http://www.if.ufrgs.br/~lang/Ondas_tsunami.pdf





Outras questões tratando de ondas marítimas:

Qual a influência da gravidade na propagação de ondas sonoras? http://www.if.ufrgs.br/cref/?area=questions&id=459

Ondas marí­timas: como é produzido o SWELL? http://www.if.ufrgs.br/cref/?area=questions&id=314





Prof. Fernando Lang da Silveira

26 janeiro 2014

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

                      A Terra sempre passou por ciclos naturais de aquecimento e resfriamento, da mesma forma que períodos de intensa atividade geológica lançaram à superfície gases criando um efeito estufa natural. Em 1750 com a Revolução Industrial, a concentração atmosférica de carbono aumentou em 31%. Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (International Panel on ClimateChange - IPCC), no século XX, houve um aumento de 0,65 ºC na média da temperatura global e até o final do século XXI é previsto um aumento entre 1,4ºC e 5,8ºC (IPCC, 2004). As causas dessas variações podem ser de ordem natural ou antropogênica, ou uma soma das duas (IPCC, 2004).
 
                     As mudanças climáticas tem impactos ambientais intensos (como secas, enchentes, ondas de calor e de frio, furações e tempestades, derretimento das geleiras e calotas polares), assim como em processos biológicos (como os períodos de floração), afetando diferentes partes do planeta.
                      A grande velocidade com que tais mudanças estão ocorrendo introduz sérias ameaças à mega-diversidade de espécies da flora e da fauna dos ecossistemas com o empobrecimento biológico (Nobre et al., 2005).
 
Causas antrópicas:
 
                     As mudanças climáticas relacionadas às atividades humanas estão associadas ao aumento da emissão de gases de efeito estufa por queima de combustíveis fósseis, desmatamento, decomposição de lixo, formação de ilhas urbanas de calor entre outras causas. A cada hora, 9 mil pessoas somam-se à população mundial, 4 milhões de toneladas de CO2 são emitidas, 3 espécies são extintas (1.000 vezes mais rápido do que os processos naturais), atividades humanas adicionam ao ambiente 1,7 milhões de quilos de nitrogênio reativo e 1.200 hectares de florestas são derrubados.

Algumas consequências:

                       Segundo o relatório de Stern divulgado em outubro de 2006, a elevação de 1ºC a 4ºC na temperatura global acarreta no encolhimento das geleiras, morte de 80% dos recifes de coral, em especial a Grande Barreira de Corais; entre 15% a 40% das espécies de seres vivos vem a ser ameaçadas de extinção; grande risco de extinção das espécies presentes no Ártico, em especial dos ursos polares; desaparecimento de cerca de metade da vegetação de tundra no Ártico (Stern, 2006).
                      Outro relatório publicado pelo Departamento do Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais (DEFRA) verificaram que as mudanças climáticas podem afetar o comportamento de espécies migratórias, como as aves que sobrevoam regiões entre a África e o norte da Europa, que necessitarão ir cada vez mais longe em busca de alimento e condições climáticas favoráveis, podendo aumentar em até 400 km suas rotas migratórias.
                       Behrenfeld et al. (2006) publicaram um estudo sobre os oceanos e sugerem que o fitoplâncton - o primeiro elo na cadeia alimentar marítima - será fortemente afetado pelo aquecimento climático. Por servir de alimento para grande variedade de peixes, a perda destes micro-organismos pode afetar gravemente a pesca nos trópicos e nas médias latitudes como resultados de águas mais quentes.

No Brasil:

                         No contexto brasileiro, os biomas terrestres diferem dos diversos parâmetros relevantes, como temperatura, umidade e precipitação (http://www.inpe.br). As projeções atuais apontam para aumento das temperaturas médias da Terra, com a previsão de mudanças na configuração dos biomas que incluem possíveis aumentos nas áreas de savanas, diminuição das áreas de floresta e uma tendência de aumento de biomas secos em detrimento de biomas com maior umidade (Giorgi e Mearns, 1991; Walther, Post e col., 2002; Franks, Hooper e col., 2005). Além disso também um aumento de frequência de eventos climáticos extremos bem como o aumento da intensidade dos mesmos (Jones, New e col., 1999; Buckeridge, 2008). Estudos sobre a relação entre a biodiversidade e as mudanças climáticas são extremamente relevantes para se entender as consequências dessas mudanças entre os diferentes biomas brasileiros.

Floresta Amazônica:

Fonte da foto: http://www.jumalodge.com.br/galeria/atividades.php

                               A Floresta Amazônica situa-se na região norte da América do Sul, estando a maior parte da floresta representada no território brasileiro (estados do Amazonas, Amapa, Rondônia, Acre, Pará e Roraima) e sendo caracterizada por uma grande biodiversidade. Essa floresta é sensível as mudanças climáticas, que além ameaçar a biodiversidade e seus serviços prestados influencia diretamente os indivíduos que necessitam dela para sobreviver. Por sofrer severos impactos relacionados a mudanças climáticas, a floresta Amazônica é um foco de preocupação.
                              Mudanças climáticas decorrentes de causas naturais como o aumento da temperatura provocado pelo El Niño no Oceano Pacífico, causa diminuição da precipitação e aumento da temperatura , como consequência temos nos anos 1982-1983 e de 1997-1998 , a incidência, em grande escala, de incêndios na floreta amazônica. Sua vegetação não é adaptadas a incêndios, por ter a casca das árvores finas torna-se mais suscetível à mortalidade. Já as mudanças climáticas influenciadas pela pressão antrópica, tem-se aumento da ocupação humana e alterações do uso da terra como o desmatamento de sistemas florestais para a transformação em sistemas agrícolas e/ou pastagem, o que implica transferência de gás carbônico da biosfera para a atmosfera, contribuindo com a perturbação da biodiversidade e influenciando nas alterações climáticas. Estudos demonstraram que mudanças na cobertura superficial podem ter um impacto significativo no clima regional e global (Nobre et al., 1991; Betts et al., 1997, 2000; Chase et al., 2000; Zhao et al., 2001).

Caatinga:

                      A Caatinga possui clima semiárido, com temperaturas médias entre 27ºC e 29ºC , com vegetação típica xerófita. A Caatinga é considerada um bioma diverso e pouco estudado, está incluso entre os mais vulneráveis num cenário de aumento das temperaturas globais. Segundo Santos (2006) as mudanças climáticas mais drásticas se dão através da soma da produção de gases de efeito estufa e o desmatamento, sendo esses alguns dos fatores que alteram o clima regional em áreas de ecossistemas frágeis e vulneráveis, como o semiárido brasileiro. O principal fator de degradação da Caatinga é o desmatamento, seguido pelo uso indiscriminado de fogo em práticas agropecuárias, a introdução de frutas exóticas à região e as criações extensivas de caprinos, ovinos e bovinos (Santos, 2006). Na Caatinga, naturalmente, as chuvas são escassas e o solo é compacto e duro diminuindo sua permeabilidade. Quando a água evapora, ocorre a salinização do solo, o que compromete a vegetação e a agricultura. Com a soma das influências antrópicas e as rígidas condições climáticas, implica diretamente na biodiversidade desse bioma.

FONTE: Wikipédia com adaptações

25 janeiro 2014

Criação de novas terras


Mapa de Hong Kong, que mostra  em cinza os locais de aterramento marítimo ao longo da história.
O aterramento marítimo pode ser a criação de novas terras onde uma vez houve água. Entre os exemplos notáveis incluem-se o oeste de Nova Orleans; Washington, construído em parte sobre terras que alguma vez foram pantanosas; Cidade de México, que está situada no lugar onde antigamente se localizava o lago de Texcoco; Helsinque, cidade cuja maior parte do centro está construída sobre local aterrado; parte da Cidade do Cabo; a costa de Chicago; parte de Boston, Massachusetts; Battery Park City, em Manhattan; o porto de Zeebrugge, na Bélgica; a zona residencial no sudoeste de Brest, na Bielorrússia; os famosos pólderes dos Países Baixos, e as ilhas de Toronto, no Canadá. Mônaco e o território britânico de Gibraltar tem aumentado seu território devido ao aterramento marítimo. A cidade do Rio de Janeiro foi construída em grande parte em locais aterrados junto ao mar, como o Aterro do Flamengo e parte da Urca.
No Oriente Próximo também são famosos por seus esforços no aterramento marítimo. Um dos primeiros e o mais célebre projeto foi o plano de aterramento de Praya, em Hong Kong, que aterrou entre 50 e 60 acres (240.000 ) de terras em 1890, durante sua segunda fase de construção. Foi um dos projetos mais ambiciosos realizados durante o período colonial da cidade. Além de Hong Kong, também no sul da China há cidades como Shenzhen e Macau, que também realizaram o aterramento marítimo. No Japão, ao redor de 20% das terras na Área da Baía de Tóquio têm sido ganhas com o aterramento marítimo. Também na Ásia tem-se trabalhado na costa de Manila, a capital filipina; e na cidade-estado de Singapura, onde a terra é escassa.

Drenagem de Pântanos

 

Outra prática é a drenagem de pântanos ou zonas úmidas temporárias submergidas para convertê-las em terras agrícolas. Se bem isto não cria novas terras exatamente, permite o uso comercial das terras produtivas que de outro modo se limitaria o habitat de vida silvestre. Também é um importante método de controle de mosquitos.

Ilhas artificiais

A criação de uma ilha artificial é uma empreitada custosa e arriscada. A princípio esta técnica emprega-se em lugares que estão densamente povoados e onde a terra plana é escassa. O Aeroporto Internacional de Kansai (em Osaka, no Japão) e o aeroporto internacional de Hong Kong (China) são exemplos disso. As Ilhas Palma, Ilhas World e o hotel Burj al-Arab, frente a Dubai nos Emirados Árabes Unidos, são outros exemplos de ilhas artificiais.

Restauração de praias

A restauração de praias é o processo de reparação das praias com materiais como areia ou o barro do interior. Utiliza-se para reconstruir as praias que sofrem de falta de areia por uso inadequado ou pela erosão da deriva, tratando de conservar o aspecto natural da praia. Ainda que não seja uma solução duradoura, é barata em comparação com outros tipos de defensas costeiras.

Impacto ambiental

A drenagem de zonas úmidas para a lavoura, por exemplo, é uma forma de destruição do hábitat. Em algumas partes do mundo, os novos projetos de regeneração estão restringidos ou não se podem realizar, devido à proteção do meio ambiente mediante leis.

A legislação ambiental

Os legisladores de Hong Kong aprovaram a proteção do porto Victoria mediante uma lei em 1996 em um esforço por salvaguardar a ameaça cada vez mais direta do aterramento marítimo.

Exemplos de aterramento marítimo

  • Países Baixos – ao redor de um quinto da superfície do país, cerca de 7000 km².
  • Coreia do Sul - até 2006, cerca de 38 por cento ou 1.550 km² de zonas úmidas costeiros foram aterradas.
  • Singapura - 20% do tamanho original ou 135 km² até 2003, os planos são de 99 km² ou mais.
  • Hong Kong - O plano de aterramento de Praya iniciou-se a finais de 1860 e consistiu em duas etapas para um total de 50 a 60 acres. Esta cifra subestima a importância dos sítios regenerados: Hong Kong Disneyland, o Aeroporto Internacional de Hong Kong, e seu predecessor, o aeroporto de Kai Tak, foram construídos em locais aterrados. Além disso, grande parte da recuperação tem tido lugar em localidades da costa em ambos os lados do Porto Victoria.
Além disso, como a cidade expande-se, as novas cidades em diferentes décadas, eram em sua maioria construídas em locais aterrados, como Tuen Mun, Tai Po, Shatin - O Ma Shan, West Kowloon, Kwun Tong e Tseung Kwan.
 
  • Macau - 170% do tamanho original ou 17 km²
  • Baía de Tóquio, Japão - 249 km²
  • Kobe, Japão - 23 km² (1995).
  • Bahrein - 76,3% do tamanho original de 410 km² (1931-2007).
  • Nova Zelândia - áreas significativas de terra que consistem em várias centenas de hectares têm sido aterradas ao longo da frente portuária de Wellington e Dunedin. Em Dunedin - que em seus primeiros dias foi apelidado de "Mudedin" – ao redor de 2'5 km², incluindo grande parte do centro da cidade e os subúrbios de Dunedin Norte, Sul e Dunedin Andersons Bay são aterros ao longo do Otago Harbour, e uma área similar no subúrbio de St Clair e St Kilda são pântanos drenados.
  • Mônaco: O distrito ou bairro de Fontvieille de 32,41 hectares (0,3241 km²) foi construído em locais aterrados no mar, para haver espaço para residências devido ao limitado território do país, existe outro projeto chamado Le Portier para aterrar 27,50 hectares adicionais.
  • Gibraltar: o território britânico de Gibraltar também tem aterrado o mar, o que tem gerado protestos da Espanha que não reconhece o poder marítimo algum para esta colônia.
  • Bermudas: a Ilha Saint Davids1 uma das que formam os Territórios britânicos ultramarinos de Bermudas expandiu-se artificialmente passando de 2,04 km² a 2,60 km² com a finalidade de fazer espaço para uma base militar.
  • Maldivas: tem expandido várias ilhas e criado outras novas em atóis para ser habitadas, como é o caso da ilha artificial de Hulhumalé2 de 2,00 km².
  • FONTE: Wikipédia

24 janeiro 2014

APARECE MAIS UMA ILHA NO ARQUIPÉLAGO DO JAPÃO

Um vulcão em erupção criou uma pequena ilha na costa japonesa, junto à ilha desabitada de Ogasawara e a 1000 quilómetros de Tóquio. A nova ilha tem cerca de 200 metros de diâmetro e junta-se ao arquipélago do Japão - estima-se quem tem 6000 ilhas.
 
Um vulcão submarino criou um ilhéu no Japão, a algumas centenas de metros ao largo de ilha desabitada de Nishinoshima, localizada a cerca de 1000 quilómetros a sul de Tóquio. E o resultado, para já, é uma nova massa de terra com cerca de 200 metros de diâmetro e 20 de altura e muito fumo, formado assim que a lava entra em contato com a água e arrefece rapidamente.
Localizada diretamente a sul de Tóquio, a ilha de Nishinoshima pertence ao arquipélago de Ogasawara, formado por mais de 30 pequenas ilhas tropicais e subtropicais no Pacífico. A esperança do Japão é que o novo ilhéu resista ao tempo e se torne uma massa de terra permanente, para que o país possa acrescentar área às suas águas territoriais. “Se se tornar uma ilha, as águas territoriais do país irão expandir-se”, disse o porta-voz do Governo japonês, o secretário de Estado Yoshihide Suga, citado pela agência de notícias Kyodo.
Mas os vulcanólogos não sabem dizer, por enquanto, se o ilhéu acabará por ser erodido devido à acção do mar, desaparecendo debaixo da água, ou se se manterá como terra firme. A história geológica da Terra já mostrou, por diversas vezes, que nestas coisas de novas ilhas vulcânicas elas tão depressa nascem como morrem.
FONTE:http://www.publico.pt/ciencia/noticia/o-nascimento-de-um-novo-ilheu-no-japao-1613355

22 janeiro 2014

OS PRODUTOS NATURAIS QUE NOS AUXILIAM A COMBATER O ESTRESSE

quarta-feira , 8 de maio de 2013
 
Alimentos que ajudam a combater o estresse e a ansiedade
 
Fonte: EveryStockPhoto
 
 
Fonte: EveryStockPhoto
 
 
Trânsito, problemas familiares ou no trabalho, contas pra pagar, dezenas de responsabilidades, provas e trabalhos acadêmicos… São vários os motivos que nos levam ao estresse diário, causando uma enorme irritabilidade e ansiedade nos indivíduos. Fatores externos, de maior ou menor proporção, acabam se juntando e tornando a vida um verdadeiro caos, onde a preocupação e a tensão tomam conta de nós. E, se não soubermos nos controlar e reverter a situação, corremos o risco de afetar seriamente a nossa saúde. Isso porque o estresse é um dos principais causadores de infartos, hipertensão e outros problemas de saúde.
Pesquisas recentes feitas pela medicina comprovaram que alguns alimentos ajudam a controlar – e até mesmo combater – o estresse e a ansiedade sofridos pelo nosso organismo. Apostar nesses alimentos pode ser a forma mais simples e prática de diminuir os sintomas desse mal. Alguns alimentos contêm substâncias revigorantes, que combatem o estresse e ajudam a relaxar. É claro que eles não vão resolver todos os problemas da sua vida, mas certamente te ajudarão a enfrentá-los de uma forma mais tranquila e saudável.
Veja s seguir alguns desses alimentos antiestresse:

Alface: a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.
Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio que agem diretamente no cérebro.
Castanha-do-pará ou amêndoas: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. São ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.
Maçã: A fruta é rica em actidina (uma enzima que melhora a circulação do sangue), potássio, vitamina A, B1, B2, e fósforo, que combate o estress e a fadiga.
Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, garantindo o bom funcionamento do sistema nervoso, devido ao magnésio, ao fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B.
Grãos integrais: Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, a ingestão de vitamina B, contida principalmente em grãos integrais, pode diminuir o estresse mental causado pelo excesso de trabalho ou estudo.
Frutas cítricas: Morango, laranja, kiwi, goiaba, acerola e maracujá são ricas em vitamina C, que ajuda na imunidade, diminui o risco de gripes e resfriados que afetam a energia. A carência de vitamina C também prejudica a absorção de ferro, contribuindo para a anemia e falta de disposição. Além disso, estudos comprovaram que essa vitamina diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a “notícia” de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar.
Chocolate: O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina. O recomendado são 30 gramas de chocolate por dia. E de preferência ao chocolate amargo, bem menos calórico e mais rico em flavonoides.
Banana: Um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas comprovou que esta fruta ajuda no combate da depressão e alivia os sintomas da ansiedade. Graças ao alto teor de triptofano qua a fruta carrega, ajudando na produção de serotonina.
Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. Uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar.
Macarrão, arroz e pão integral: São fontes de carboidratos complexos, que viram energia para a realização de atividades.
Café e chá verde: Ricos em cafeína, são estimulantes do sistema nervoso. Beba pelo menos 2 xícaras (50 ml) café e 2 xícaras de chá verde por dia, isso lhe dará mais disposição. Além disso, o chá verde é extremamente saudável e ajuda no emagrecimento, pois é desintoxicante.
Carnes e peixes: Eles são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina, um neurotransmissor importante no processo do sono, do humor e que regula os níveis de ansiedade. Além disso, as carnes e peixes contêm outro aminoácido chamado taurina. Esta substância aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade.
Chá de camomila: Trata-se de uma erva aromática digestiva, e um tranqüilizante natural que ajuda no tratamento da tensão nervosa, reumatismo, problemas circulatórios, stress, ansiedade, insônias e dores de cabeça etc. Seu efeito calmante é tão poderoso que pode ser utilizado também diretamente no corpo, através do banho das folhas/flores. A erva-cidreira também é um excelente calmante natural que pode ser usado no dia a dia sem restrições.
Aipo: Reduz a liberação de hormônios do estresse que promovem o estreitamento dos vasos. Contém nutrientes que acalmam (niacinamida). Usar 2 a 4 talos ao dia especialmente antes de dormir para ajudar no sono.
Repolho: Rico em vitaminas antioxidantes (A, C , E, betacaroteno e Selenio) que combatem os radicais livres produzidos pelo estresse e ajudam na fabricação da serotonina, melhorando o humor.
Semente de girassol, gergelim e abóbora: Ricas em zinco e proteínas que estimulam o metabolismo de cardoidratos, gerando mais energia.
Escolha, entre estes, seus alimentos preferidos, inclua-os na sua alimentação diária e veja como eles podem fazer toda diferença no combate ao estresse.
E não se esqueça: procure viver de forma leve, resolvendo sempre os problemas da melhor forma. A vida é cheia de contratempos e saber lidar com eles de forma tranquila é fundamental. Sua saúde agradece!
FONTE: http://www.telelistas.net/blog/alimentos-que-ajudam-a-combater-o-estresse-e-a-ansiedade/