31 outubro 2015

O CLIMA DO PLANETA TERRA E A CONFERÊNCIA DE PARIS



                                     A ONU disse que as Metas atuais estabelecidas para o clima não evitam que o Planeta Terra esquente 2,7°C


                                      Os 146 países e a União Europeia, que participarão, da 21ª  COP-Conferência de Paris -  França  - de  30/novembro/2015  a 11/dezembro/2015 - apresentarão 119 metas de redução dos gases que aumentam o efeito estufa da Terra,  contudo a Organização das Nações Unidas acredita que estas metas possam reduzir as previsões para um aumento de 2,7°C até 2100.
                                      Há,  no entanto,  uma expectativa otimista,   uma vez que previsões anteriores apresentadas,  indicam um aumento em torno de 5°C,  que viriam  provocar efeitos  catastróficos para a vida no Planeta.
                                     Contudo,  é um   bom começo  e uma promessa que   podemos   melhorar esta previsão   e trabalharmos  mais na Redução  deste aumento,   ou seja,   aumentando as nossas atitudes positivas de melhorarmos estas metas  ,e, para que assim possamos alcançar o índice de 2°C, anterior-mente pojetados e, com isto minimizarmos os seus efeitos desastrosos para a Terra.
                                      Somos capazes!
                                      Faz-se,  imprescindível,  muita vontade política e atitudes capazes de minimi-zarmos seus efeitos sobre a vida!


Helena Maria de Paula

13 junho 2015

NORUEGA RETIRA O SEU APOIO AO CARVÃO PELO BEM DO MEIO AMBIENTE

                              NORUEGUESES  SE AFASTAM DO CARVÃO

Pais vai retirar seu fundo soberano de investimentos em empresas relacionadas com o produto

De Oslo

                           A Noruega retificou a decisão de retirar seu fundo soberano, o maior do mundo, dos investimentos em empresas relacionadas com o carvão, a alguns meses da Conferência de Paris sobre o clima.
                            Por unanimidade, o Parlamento norueguês decidiu que o fundode quase 7 trilhões de coroas (793 bilhões de euros), que controla 1,3% da capitalização da bolsa mundial, deve se desvincular das empresas mineradoras ou dos grupos de energia nos quais o carvão represente mais de 30% de sua atividade ou de seu faturamento.
                             A decisão de se retirar, que ocorre após um compromisso acordado na Comissão de Finanças de 27 de maio, afetará entre 50 e 75 empresas internacionais e significará a cessão de participações compreendidas entre 35 e 40 bilhões de coroas, segundo os cálculos do ministério das Finanças.
                             No entanto, segundo os defensores do meio ambiente, o impacto pode ser ainda melhor, e algumas estimativas calculam que serão 122 as empresas afetadas que representariam 67,2 bilhões de coroas.
                              Não foi informado oficialmente o nome das empresas que podem ser afetadas pela saída do fundo, que investe em 9 mil sociedades.
                           
                              Decisão vai afetar empresas produtoras em todo o mundo

                              Mas segundo um estudo realizado por três ONGS, a medida afetará 35 grupos americanos, incluindo Duke Energy, o espanhol Endesa, uma dezena de chineses, oito japoneses, os gigantes alemães EON e RWE, o britânico SSE, o indiano Reliance Power, o italiano Enel, o portugês EDP, o sul-africano Sasol, o sul-coreano Korea Electric Power, o sueco Vartenfall e o dinamarquês Dong.
                               Devido ao gigantesco tamanho do fundo norueguês, esta é uma vitória importante para a campanha internacional que defende o abandono do carvão, uma energia fóssil particularmente poluente, antes da Conferência Internacional sobre o clima organizada em Paris em Dezembro.
                               Os deputados noruegueses destacaram que sua decisão também obedeceria a questões financeiras,  já que o valor dos ativos no carvão está condenado a cair no caso de uma acordo internacional contra as mudanças climáticas.
                               Para Truls Gulowsen, diretor da ONG Greenpeace na Noruega, esta decisão provavelmente repercutirá em outros lugares.
                               A Igreja da Inglaterra, grupos financeiros como Axa e universidades anglo-saxãs como Oxford e Satanford também anuciaram recentemente  que se desvinculariam do carvão ou que reduziriam seus investimentos.
                                "O carvão sempre representou problemas do ponto de vista moral devido aos seus efeitos sobre o clima. Agora inclusive sua rentabilidade está sob pressão", declarou Gulowsen. "Acredito e espero que os dias  do carvão estejam contados.
                                  No entanto, os gigantes Anglo American, BHP Billiton e Glencore devem ser salvos graças ao peso enorme de suas outras atividades mineradoras, que deixam o carvão abaixo da linha vermelha de 30%.
                                 "Em conjunto, essas chamadas Big 3 produziram 364 milhões de toneladas de carvão no ano passado, que geraram emissões de CO2 equivalentes a mais de 15 vezes a emissão anual de gás da Noruega", declarou Heffa Schumcking, representante alemã de um grupo de ONGs.
                                 A medida de exclusão não afetará os grupos metalúrgicos nem será automática no que diz respeito aos produtores de carvão e aos produtores de carvão e às companhias energéticas: se elas superarem  o limite de 30%, o fundo poderá  levar em conta seus projetos futuros antes de decidir se irá se desvincular delas. (Da France Press)

Fonte: Jornal Correio Popular, Campinas SP, de 07 de junho de 2015, pag. A26 - Mundo
                               

25 março 2015

A MAIOR CAVERNA DO MUNDO FICA NO VIETNÃ





Localizada na comuna de Son Trach, no Vietnã, Son Doong é classificada como a maior caverna do mundo pela BCRA e considerada uma das mais belas do planeta, segundo a BBC News (foto: Nguyen Tan Tin/Flickr-Creative Commons)     

Fonte:www.msn.com                   

24 março 2015

SISTEMA CANTAREIRA - ÁGUA

Nível do Sistema Cantareira sobe e vai de 17,1% para 17,6% nesta terça

Reservatório teve 18ª alta seguida mas não recuperou 1º volume morto.
Outros quatro sistemas tiveram alta e um ficou estável.

O nível do Sistema Cantareira subiu de 17,1% para 17,6% nesta terça-feira (24), segundo boletim divulgado pela Sabesp. O reservatório bateu a média histórica para março no sábado (21) e supera em 6,6% o previsto para o mês todo.
 
 
A alta desta terça foi a 18ª consecutiva nas represas, que abastecem 5,6 milhões de pessoas na Grande São Paulo. Considerando a nova medição adotada pela Sabesp, que inclui os volumes mortos na capacidade total do sistema, o nível subiu de 13,3% para 13,6%.
 
Apesar das elevações, a situação ainda é delicada. Há um ano, o nível estava em 14,6% do volume útil e ainda não contava com os dois volumes mortos, adicionados em maio e outubro.
 
A chuva que caiu nos últimos meses conseguiu recuperar apenas a segunda cota do volume morto. Para cobrir a primeira cota do volume morto, o sistema precisa chegar a 29,2%, ou seja, 0% do volume útil.
 
Outros quatro reservatórios que abastecem a Grande São Paulo também tiveram alta. Apenas o sistema Rio Grande ficou estável.
 
 
Fonte: Portal G1 São Paulo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

23 março 2015

A SITUAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO - BRASIL

Sinais de degradação do Rio São Francisco preocupam especialistas

22/03/2015


BARONESAS - RIO SÃO FRANCISCO
FOTO AMANDA FRANCO -PORTAL G1
 

No Dia Mundial da Água, um alerta para problemas encontrados no rio.
Esgotos desaguam no rio, derrubam a mata ciliar e acontece assoreamento.

Neste último dia 22 foi comemorado Dia Mundial da Água.

A data traz também um alerta para a situação do Rio São Francisco. Entre os principais problemas encontrados estão a derrubada da mata ciliar, o assoreamento e os esgotos que deságuam todos os dias no rio.

FONTE: PORTAL G1


17 março 2015

CAMPINAS - SP E A ÁGUA NOSSA DE TODO DIA

Foto: SANASA


A Câmara Municipal de Campinas votou, no último dia 09 de março de 2015, em segunda discussão, projeto de lei que institui o pagamento  por serviços ambientais (PSA). Na prática, significa que a Prefeitura vai começar a pagar para que proprietários  preservem as nascentes existentes em suas terras, e assim se ornem produtores de água, bem natural cada vez mais escasso na região que vive sob estresse hídrico. O projeto estabelece o pagamento de até 250 Unidades Fiscais de Campinas (UFICS) para os serviços ambientais, equivalente a R655,00.

FONTE: Jornal Correio Popular  - pg A9 do dia 09/03/2015 - com adaptações.


Campinas está de parabéns com esta iniciativa!
Nos moldes de Nova York - Estados Unidos, vamos ajudar o nosso Planeta e a todos nós, amigos e amigas!
O meio ambiente é a nossa vida e a de todos os nossos descendentes!
Pensem seriamente em como vamos deixar o Planeta para os nossos filhos e netos.

Um abraço,

Helena Rezende