13 outubro 2017

OS ELEFANTES

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:


- Os elefantes vivem em manadas, sendo que cada uma é dividida em famílias.

- Na África, o habitat dos elefantes são os territórios do Quênia, Tânzania e Uganda. Vivem em regiões de florestas e nas savanas.

- Os elefantes indianos são menores do que os africanos.


- É o maior animal terrestre do mundo.

- Possuem presas de marfim na boca.

- São animais herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas de árvores, ervas, raízes, frutos e de gramas.

- Um animal adulto ingere, em média, 100 quilos de alimento por dia.

- Um filhote de elefante pode nascer com até 80 quilos.

- Por volta de 60 anos de idade, o elefante perde seus dentes molares (presas) impossibilitando sua alimentação e levando-o a morte.

- A caça indiscriminada do elefante africano tem levado a diminuição desta espécie, que atualmente está correndo risco de extinção.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:Gestação: de 20 a 22 meses

Expectativa de vida: em média vivem até 60 anos

Altura: varia de 3 a 4 metros

Cor: cinza escuro.

Peso: em média 6 toneladas (podem atingir até 12 toneladas - espécie africana).

Gestação: de 20 a 22 meses

Você sabia ...

- Barrir é o nome do som emitido pelos elefantes.

- 12 de agosto é o Dia Mundial do Elefante.

FONTE: suapesquisa/mundoanimal/oselefante















07 outubro 2017

ECONOMIZANDO ÁGUA NA CAIXA DE DESCARGA

Assistindo ao Programa "COMO SERÁ" na Globo, vi uma ideia genial para economizar água na Caixa de descarga: "Introduza, uma garrafa Pet ( de 1000 ml ou 1 litro) cheia de água, dentro da Caixa de Descarga, Descarga com Caixa Acoplada. A Garrafa Pet deve estar cheia de água para não flutuar. Você economizará 01 (um) litro de água a cada descarga"!
Fica a dica!

SOMOS FORMIGUINHAS MAS JUNTOS PODEMOS AJUDAR E MUITO O NOSSO PLANETA BEM COMO AS FUTURAS GERAÇÕES!"

Helena Rezende 

26 agosto 2017

RESERVA LEGAL DA AMAZONIA

Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial 
© AFP Governo federal reabriu a área na Amazônia para a exploração mineral 



Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou machetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.

Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia Fernando Coelho Filho anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.

O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante o evento Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), em Toronto, junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.

Segundo a pasta, esta foi a primeira vez em 15 anos em que um ministro de Minas e Energia brasileiro participava do evento, descrito pelo governo brasileiro como uma oportunidade para "abordar o aprimoramento na legislação  brasileira e também demonstrar os planos do governo para incentivar o investimento estrangeiro no setor". De outro lado, movimentos sociais, ambientalistas e centros de pesquisa dizem que não haviam sido informados sobre a extinção da Renca até o anúncio da última quinta-feira.

O Canadá é um importante explorador de recursos minerais no Brasil e vem ampliando este interesse desde o início do ano. Hoje, aproximadamente 30 empresas do país já exploram minérios em território brasileiro - especialmente o ouro, que teria atraído garimpeiros à área da Renca nos últimos anos.

Em junho, dois meses antes da extinção oficial da reserva amazônica, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá anunciou uma nova Comissão de Mineração, específica para negócios no Brasil, que reúne representantes destas 30 empresas.

À BBC Brasil, o coordenador da comissão canadense defendeu a abertura da área amazônica para pesquisas minerais, disse que a "mineração protege a natureza" e afirmou que "não há uma corrida" para explorar a região da Renca, mas que "acha muito saudável" a disponibilização da região para exploração mineral.

O Ministério de Minas e Energia prometeu responder aos questionamentos enviados pela BBC Brasil durante toda a sexta-feira. No final do dia, entretanto, informou que não daria retorno devido a uma entrevista coletiva de emergência convocada pelo ministro Fernando Coelho Filho.

Na entrevista, o ministro afirmou que a extinção da área de reserva amazônica, com área um pouco maior que a da Dinamarca, não terá impactos ambientais. Segundo Coelho Filho, o início das atividades de exploração na região ainda deve demorar 10 anos.


'Ninguém pode julgar o Canadá'

Coordenador da recém-criada Comissão de Mineração da Câmara de Comércio canadense, o empresário Paulo Misk participou dos seminários realizados em março no Canadá e não vê problemas na divulgação antecipada do fim da reserva.

"A gente tem que fazer um trabalho de divulgação, promoção e atração de investimento de mais médio ou longo prazo", diz.

"Não temos pronto nenhum projeto para ser instalado lá", continua o representante canadense. "Por enquanto estamos no campo das perspectivas, promessas e iniciando o processo. Não é tão rápida a resposta."
Misk afirma que o Canadá é o país que mais investe em pesquisa no mundo e que "os ambientalistas deveriam repensar a nossa posição: a mineração é extremamente benéfica."

Sobre a Renca, ele afirma que a liberação permitirá que "uma grande área seja preservada".

"Se tiver oportunidade de ter uma mineração bem constituída e legalizada (na região da Renca), olha, eu vou ficar muito feliz porque vai ser para o bem do Brasil e para o bem da sociedade brasileira, especialmente no Pará e no Amapá", diz.

Misk também afirma que a ocupação da região por empresas de mineração deve inibir a presença de garimpeiros, cuja atuação irregular na região já resulta em contaminação de rios por mercúrio.

Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM), o geólogo Luiz Azevedo também esteve em Toronto e concorda.

"Dizer que o governo está abrindo para o desmatamento é ridículo, é coisa de quem não conhece o assunto", diz.

"Eu não me atrevo a falar sobre música. Fico impressionado como os artistas agora se atrevem a falar sobre mineração e sobre unidades de conservação", diz, citando a modelo Gisele Bündchen, que criticou o anúncio em suas redes sociais.

Sobre o anúncio antecipado da extinção da área de preservação na Amazônia, Azevedo diz que o ministro divulgou que "uma área muito grande que seria liberada para pesquisa mineral".


"Foi dito pelo ministro como parte de um pacote de medidas visando mostrar ao investidor que a ideia da Dilma de estatizante tinha acabado."

"O que eles querem são novas áreas para se pesquisar e novas possibilidades. Ninguém pode julgar o Canadá. Eles têm uma mentalidade mais cosmopolita, 70% da população é de imigrantes, então eles pensam nos outros. É um interesse legitimo", avalia.

'Soubemos pela imprensa'

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o geógrafo Luiz Jardim pesquisa a relação entre empresas de mineração canadenses e o governo brasileiro.

Ele explica que o evento de março em Toronto, quando o fim da Renca foi anunciado pelo ministro, era formado essencialmente por empresas menores especializadas em pesquisa mineral e investimentos de risco.

"Há um padrão nessas empresas, chamadas 'juniors'. Elas vêm, fazem as pesquisas e ao longo desse tempo publicam resultados em relatórios na bolsa de valores em Toronto, indicando o que eles encontraram. Esses relatórios fazem elas ganharem valor de mercado. Achando uma jazida significativa, a empresa pede uma licença ambiental e ganha ainda mais valor. Com a licença em mãos, elas anunciam na Bolsa novamente que estão perto do inicio do projeto. Num período de baixa no mercado, como agora, elas costumam vender a operação ou a mina para uma empresa maior interessada e assim fazem seus investidores lucrarem", explica.

Jardim descorda da tese de que grandes mineradoras podem inibir o garimpo ilegal na região.

"A experiência no rio Tapajós, no Pará, mostra o contrário. O garimpeiro esta interessado em minas superficiais, a mineradora chega a veios mais profundos. Eles coexistem e a exploração formal pode até incentivar  a vinda de mais garimpeiros."

Segundo o engenheiro Bruno Milanez, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e membro do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, que reúne 110 órgãos acadêmicos de pesquisa, sindicatos e movimentos sociais, não houve qualquer comunicado sobre a Renca para pesquisadores da área ou comunidades – diferente do que ocorreu com os empresários.

"Tudo o que acompanhamos foi pela imprensa", diz.

Sobre esta aproximação entre governo e empresários, Milanez afirma que o movimento é "parte de um processo histórico, que vem se aprofundando" no governo Temer.

"Isso é reflexo de uma ocupação maior de pessoas do setor corporativo no governo. Hoje, o primeiro escalão da mineração no governo é formado por pessoas que ocuparam cargos de diretorias em empresas", diz.

"Mas eles estão no governo temporariamente por cargos de confiança, e quando saírem vão voltar a assumir posições em empresas. Eles têm um lado nessa história."

FONTE: MSN NOTÍCIAS - 26/08/2017




















































































 

04 junho 2017

MEIO AMBIENTE RIO

Ilha Henderson: Uma das ilhas mais remotas do mundo é também a mais poluída

Existe uma ilha solitária no Oceano Pacífico que não possui nenhum habitantes, mas está completamente coberta de lixo. A ilha de Henderson é tão remota, que os seres humanos só visitam, para investigação, a cada cinco a dez anos. Mas a ilha é também o lar da maior densidade de plástico e detritos encontrados em qualquer lugar do Planeta, de acordo com a Universidade da Tasmânia . Os cientistas descobriram que as praias da ilha estão poluídas com cerca de 671 pedaços de lixo por 10 metros quadrados.

Nenhum ser humano vive na Ilha Henderson, parte da Ilha que são territórios britânicos no sul do Oceano Pacífico. Henderson Island é 3.106 milhas de distância do centro de população principal mais próxima. Mas está localizado perto do meio do Oceano Pacífico que é corrente do oceano, e os resíduos da América do Sul rola em suas margens. Jennifer Lavers da universidade e da Sociedade Real para a Proteção das Aves , com seu colega Alexander Bond, descobriu recentemente que cerca de 37,7 peças de plástico na ilha remota.

Lavers disse: “O que aconteceu em Henderson Island mostra que não há poluição plástica escapando, mesmo nas partes mais distantes  de nossos oceanos .” A pesquisa foi publicada online na revista Proceedings da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América .
A quantidade de lixo chocou Lavers, que disse ao The Guardian que nunca viu a poluição plástica em todo o mundo, mas ainda esperava que o local remoto de Henderson lhe desse alguma proteção. Em vez disso, ela encontrou uma quantidade impressionante de lixo e centenas de caranguejos morando em nosso lixo.
Jennifer Lavers disse ao The Guardian: “Este plástico é velho, é frágil, afiado, tóxico. Foi realmente muito trágico vendo esses caranguejos deslumbrantes perambulando, vivendo em nosso lixo. ”
Jennifer Lavers estima 3.570 novas peças de lixo em Henderson Island todos os dias em apenas uma das praias da ilha. Cerca de 17 toneladas métricas de plástico provavelmente foram depositadas na ilha, com base em amostragem em cinco locais diferentes. Ela disse que 55% das aves marinhas do mundo estão em risco – duas das espécies em risco vivem em Henderson.
Fonte:https://meioambienterio.com/21459/2017/05/ilha-henderson/







CAPIM DOURADO









http://s2.glbimg.com/F9oW1cSYN4OtNP546NZdjLpH07g=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/10/01/jalapao_ass._capim_dourado_-_foto_divulgacao_-_atn_3.jpg
FONTE DA FOTO:


O capim dourado é uma espécie de sempre-viva da família Eriocaulaceae que ocorre na região do Jalapão, localizado no estado do Tocantins, com a palha do qual se faz artesanatos, tais como: pulseiras, brincos, chaveiros, bolsas, cintos, vasos, peças de decoração entre outros.






Foto: https://www.bing.com/images/search?iew=detailV2&ccid=3gBKE77H&id=41B1EDA025C12786F01799F02BEAAD048FD82F2E&thid=OIP.3gBKE77Hon57SfE7CB0a4wEsDK&q=capim+dourado&simid=608017119750983648&selectedindex=5&mode=overlay&first=1




Capim Dourado (TO)


13 maio 2017

CHÁS E TINTURAS NATURAIS PARA A SUA SAÚDE E BEM ESTAR

TINTURA DE ALECRIM





Anticéptico, bom para gases intestinais, lavar feridas, cortes, problemas do coração, não só o coração físico, mas o emocional, então para os decepcionados no amor podem recuperar-se rapidamente. Também é bom para depressão. Usa-se ainda para tosse.


TINTURA DE MARACUJÁ

Deixar em maceração durante 60 dias.Usar 20 gotas em meio copo d’água com mel, 3 vezes ao dia, se for para menopausa, nervosismo, febre e dor de cabeça. . Para insônia pode tomar dose dupla ao deitar-se.

TINTURA DE ANGICO

Cortar a entrecasca em tamanhos bem pequenos, colocar no álcool durante 20 dias,
Usar 25 gotas ou uma colher de chá em um copo com mais ou menos 3 dedos de água. Se adoçar, faça com açúcar mascavo ou mel de boa qualidade. Pode ser ainda com melado de cana ou rapadura ralada. Recomendado para hemorragia (faz a compressa com água fria e coloca no ferimento), tosse, diarréia, fortificante e hemorroidas.

TINTURA DE HORTELÃ

Pode ser o hortelã graúdo ou miúdo, fazer a tintura, deixando no álcool absoluto por 20 dias, coar. Serve para mau hálito, infecção da boca, dor de garganta, má digestão; e vermífugo.
Para gargarejos usa-se 1 colher de sopa em um copo de água morna.
Se ingerir, usar 1 colher de chá em 1/4 de um copo d’água.


Leia mais no site abaixo...

Fonte: http://www.saudeintegral.com/artigos/tinturas.html