26 agosto 2017

RESERVA LEGAL DA AMAZONIA

Mineradoras canadenses souberam de extinção de reserva na Amazônia 5 meses antes do anúncio oficial 
© AFP Governo federal reabriu a área na Amazônia para a exploração mineral 



Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou machetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.

Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia Fernando Coelho Filho anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.

O fim da Renca foi apresentado pelo governo Temer durante o evento Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), em Toronto, junto a um pacote de medidas de reformulação do setor mineral brasileiro, que inclui a criação de Agência Nacional de Mineração e outras iniciativas para estimular o setor.

Segundo a pasta, esta foi a primeira vez em 15 anos em que um ministro de Minas e Energia brasileiro participava do evento, descrito pelo governo brasileiro como uma oportunidade para "abordar o aprimoramento na legislação  brasileira e também demonstrar os planos do governo para incentivar o investimento estrangeiro no setor". De outro lado, movimentos sociais, ambientalistas e centros de pesquisa dizem que não haviam sido informados sobre a extinção da Renca até o anúncio da última quinta-feira.

O Canadá é um importante explorador de recursos minerais no Brasil e vem ampliando este interesse desde o início do ano. Hoje, aproximadamente 30 empresas do país já exploram minérios em território brasileiro - especialmente o ouro, que teria atraído garimpeiros à área da Renca nos últimos anos.

Em junho, dois meses antes da extinção oficial da reserva amazônica, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá anunciou uma nova Comissão de Mineração, específica para negócios no Brasil, que reúne representantes destas 30 empresas.

À BBC Brasil, o coordenador da comissão canadense defendeu a abertura da área amazônica para pesquisas minerais, disse que a "mineração protege a natureza" e afirmou que "não há uma corrida" para explorar a região da Renca, mas que "acha muito saudável" a disponibilização da região para exploração mineral.

O Ministério de Minas e Energia prometeu responder aos questionamentos enviados pela BBC Brasil durante toda a sexta-feira. No final do dia, entretanto, informou que não daria retorno devido a uma entrevista coletiva de emergência convocada pelo ministro Fernando Coelho Filho.

Na entrevista, o ministro afirmou que a extinção da área de reserva amazônica, com área um pouco maior que a da Dinamarca, não terá impactos ambientais. Segundo Coelho Filho, o início das atividades de exploração na região ainda deve demorar 10 anos.


'Ninguém pode julgar o Canadá'

Coordenador da recém-criada Comissão de Mineração da Câmara de Comércio canadense, o empresário Paulo Misk participou dos seminários realizados em março no Canadá e não vê problemas na divulgação antecipada do fim da reserva.

"A gente tem que fazer um trabalho de divulgação, promoção e atração de investimento de mais médio ou longo prazo", diz.

"Não temos pronto nenhum projeto para ser instalado lá", continua o representante canadense. "Por enquanto estamos no campo das perspectivas, promessas e iniciando o processo. Não é tão rápida a resposta."
Misk afirma que o Canadá é o país que mais investe em pesquisa no mundo e que "os ambientalistas deveriam repensar a nossa posição: a mineração é extremamente benéfica."

Sobre a Renca, ele afirma que a liberação permitirá que "uma grande área seja preservada".

"Se tiver oportunidade de ter uma mineração bem constituída e legalizada (na região da Renca), olha, eu vou ficar muito feliz porque vai ser para o bem do Brasil e para o bem da sociedade brasileira, especialmente no Pará e no Amapá", diz.

Misk também afirma que a ocupação da região por empresas de mineração deve inibir a presença de garimpeiros, cuja atuação irregular na região já resulta em contaminação de rios por mercúrio.

Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM), o geólogo Luiz Azevedo também esteve em Toronto e concorda.

"Dizer que o governo está abrindo para o desmatamento é ridículo, é coisa de quem não conhece o assunto", diz.

"Eu não me atrevo a falar sobre música. Fico impressionado como os artistas agora se atrevem a falar sobre mineração e sobre unidades de conservação", diz, citando a modelo Gisele Bündchen, que criticou o anúncio em suas redes sociais.

Sobre o anúncio antecipado da extinção da área de preservação na Amazônia, Azevedo diz que o ministro divulgou que "uma área muito grande que seria liberada para pesquisa mineral".


"Foi dito pelo ministro como parte de um pacote de medidas visando mostrar ao investidor que a ideia da Dilma de estatizante tinha acabado."

"O que eles querem são novas áreas para se pesquisar e novas possibilidades. Ninguém pode julgar o Canadá. Eles têm uma mentalidade mais cosmopolita, 70% da população é de imigrantes, então eles pensam nos outros. É um interesse legitimo", avalia.

'Soubemos pela imprensa'

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o geógrafo Luiz Jardim pesquisa a relação entre empresas de mineração canadenses e o governo brasileiro.

Ele explica que o evento de março em Toronto, quando o fim da Renca foi anunciado pelo ministro, era formado essencialmente por empresas menores especializadas em pesquisa mineral e investimentos de risco.

"Há um padrão nessas empresas, chamadas 'juniors'. Elas vêm, fazem as pesquisas e ao longo desse tempo publicam resultados em relatórios na bolsa de valores em Toronto, indicando o que eles encontraram. Esses relatórios fazem elas ganharem valor de mercado. Achando uma jazida significativa, a empresa pede uma licença ambiental e ganha ainda mais valor. Com a licença em mãos, elas anunciam na Bolsa novamente que estão perto do inicio do projeto. Num período de baixa no mercado, como agora, elas costumam vender a operação ou a mina para uma empresa maior interessada e assim fazem seus investidores lucrarem", explica.

Jardim descorda da tese de que grandes mineradoras podem inibir o garimpo ilegal na região.

"A experiência no rio Tapajós, no Pará, mostra o contrário. O garimpeiro esta interessado em minas superficiais, a mineradora chega a veios mais profundos. Eles coexistem e a exploração formal pode até incentivar  a vinda de mais garimpeiros."

Segundo o engenheiro Bruno Milanez, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e membro do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, que reúne 110 órgãos acadêmicos de pesquisa, sindicatos e movimentos sociais, não houve qualquer comunicado sobre a Renca para pesquisadores da área ou comunidades – diferente do que ocorreu com os empresários.

"Tudo o que acompanhamos foi pela imprensa", diz.

Sobre esta aproximação entre governo e empresários, Milanez afirma que o movimento é "parte de um processo histórico, que vem se aprofundando" no governo Temer.

"Isso é reflexo de uma ocupação maior de pessoas do setor corporativo no governo. Hoje, o primeiro escalão da mineração no governo é formado por pessoas que ocuparam cargos de diretorias em empresas", diz.

"Mas eles estão no governo temporariamente por cargos de confiança, e quando saírem vão voltar a assumir posições em empresas. Eles têm um lado nessa história."

FONTE: MSN NOTÍCIAS - 26/08/2017




















































































 

04 junho 2017

MEIO AMBIENTE RIO

Ilha Henderson: Uma das ilhas mais remotas do mundo é também a mais poluída

Existe uma ilha solitária no Oceano Pacífico que não possui nenhum habitantes, mas está completamente coberta de lixo. A ilha de Henderson é tão remota, que os seres humanos só visitam, para investigação, a cada cinco a dez anos. Mas a ilha é também o lar da maior densidade de plástico e detritos encontrados em qualquer lugar do Planeta, de acordo com a Universidade da Tasmânia . Os cientistas descobriram que as praias da ilha estão poluídas com cerca de 671 pedaços de lixo por 10 metros quadrados.

Nenhum ser humano vive na Ilha Henderson, parte da Ilha que são territórios britânicos no sul do Oceano Pacífico. Henderson Island é 3.106 milhas de distância do centro de população principal mais próxima. Mas está localizado perto do meio do Oceano Pacífico que é corrente do oceano, e os resíduos da América do Sul rola em suas margens. Jennifer Lavers da universidade e da Sociedade Real para a Proteção das Aves , com seu colega Alexander Bond, descobriu recentemente que cerca de 37,7 peças de plástico na ilha remota.

Lavers disse: “O que aconteceu em Henderson Island mostra que não há poluição plástica escapando, mesmo nas partes mais distantes  de nossos oceanos .” A pesquisa foi publicada online na revista Proceedings da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América .
A quantidade de lixo chocou Lavers, que disse ao The Guardian que nunca viu a poluição plástica em todo o mundo, mas ainda esperava que o local remoto de Henderson lhe desse alguma proteção. Em vez disso, ela encontrou uma quantidade impressionante de lixo e centenas de caranguejos morando em nosso lixo.
Jennifer Lavers disse ao The Guardian: “Este plástico é velho, é frágil, afiado, tóxico. Foi realmente muito trágico vendo esses caranguejos deslumbrantes perambulando, vivendo em nosso lixo. ”
Jennifer Lavers estima 3.570 novas peças de lixo em Henderson Island todos os dias em apenas uma das praias da ilha. Cerca de 17 toneladas métricas de plástico provavelmente foram depositadas na ilha, com base em amostragem em cinco locais diferentes. Ela disse que 55% das aves marinhas do mundo estão em risco – duas das espécies em risco vivem em Henderson.
Fonte:https://meioambienterio.com/21459/2017/05/ilha-henderson/







CAPIM DOURADO









http://s2.glbimg.com/F9oW1cSYN4OtNP546NZdjLpH07g=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/10/01/jalapao_ass._capim_dourado_-_foto_divulgacao_-_atn_3.jpg
FONTE DA FOTO:


O capim dourado é uma espécie de sempre-viva da família Eriocaulaceae que ocorre na região do Jalapão, localizado no estado do Tocantins, com a palha do qual se faz artesanatos, tais como: pulseiras, brincos, chaveiros, bolsas, cintos, vasos, peças de decoração entre outros.






Foto: https://www.bing.com/images/search?iew=detailV2&ccid=3gBKE77H&id=41B1EDA025C12786F01799F02BEAAD048FD82F2E&thid=OIP.3gBKE77Hon57SfE7CB0a4wEsDK&q=capim+dourado&simid=608017119750983648&selectedindex=5&mode=overlay&first=1




Capim Dourado (TO)


13 maio 2017

CHÁS E TINTURAS NATURAIS PARA A SUA SAÚDE E BEM ESTAR

TINTURA DE ALECRIM





Anticéptico, bom para gases intestinais, lavar feridas, cortes, problemas do coração, não só o coração físico, mas o emocional, então para os decepcionados no amor podem recuperar-se rapidamente. Também é bom para depressão. Usa-se ainda para tosse.


TINTURA DE MARACUJÁ

Deixar em maceração durante 60 dias.Usar 20 gotas em meio copo d’água com mel, 3 vezes ao dia, se for para menopausa, nervosismo, febre e dor de cabeça. . Para insônia pode tomar dose dupla ao deitar-se.

TINTURA DE ANGICO

Cortar a entrecasca em tamanhos bem pequenos, colocar no álcool durante 20 dias,
Usar 25 gotas ou uma colher de chá em um copo com mais ou menos 3 dedos de água. Se adoçar, faça com açúcar mascavo ou mel de boa qualidade. Pode ser ainda com melado de cana ou rapadura ralada. Recomendado para hemorragia (faz a compressa com água fria e coloca no ferimento), tosse, diarréia, fortificante e hemorroidas.

TINTURA DE HORTELÃ

Pode ser o hortelã graúdo ou miúdo, fazer a tintura, deixando no álcool absoluto por 20 dias, coar. Serve para mau hálito, infecção da boca, dor de garganta, má digestão; e vermífugo.
Para gargarejos usa-se 1 colher de sopa em um copo de água morna.
Se ingerir, usar 1 colher de chá em 1/4 de um copo d’água.


Leia mais no site abaixo...

Fonte: http://www.saudeintegral.com/artigos/tinturas.html










15 abril 2017

VAMOS FICAR DE OLHO BEM ABERTO, BALEEIROS!



La flota japonesa encargada de la polémica campaña anual de caza de ballenas en el océano Antártico regresó hoy a puerto tras matar a 333 animales. Había salido en noviembre pasado con el objetivo de cazar "con objetivos científicos", a pesar de la moratoria internacional sobre la caza de ballenas y la oposición de Australia y Nueva Zelanda.
La flota estaba formada por cinco barcos, tres de los cuales llegaron hoy al puerto de Shimonoseki, en el oeste del país, indicó la agencia nacional de pesca. Más de 200 personas, incluyendo miembros de la tripulación y sus familias, se reunieron a su llegada en el puerto ante el barco Nisshin Maru, indicó un responsable del gobierno local de Shimonoseki.
Fonte: https://www.clarin.com/sociedad/japon-mata-333-ballenas-polemica-campana-anual-antartida_0_r1KXZZ3ng.html

14 abril 2017

CHINA FAZ PARQUE GIGANTE PARA SALVAR OS TIGRES SIBERIANOS


13 abril 2017

INSTITUTO BRASILEIRO DE FLORESTAS - VAMOS PLANTAR


Assessoria a Campo
O serviço de assessoria para criação de florestas nobres é um serviço especializado realizado por uma equipe altamente capacitada, que visa auxiliar o silvicultor na criação de florestas nobres. Saiba Mais!

08 abril 2017

AGROBRASILIA DE 16 A 20 DE MAIO DE 2017

Agrobrasília 2017 terá vitrine tecnológica de Baixa Emissão de Carbono 

 

Iniciativa irá abordar o aproveitamento econômico de resíduos na produção de bovinos de corte e de leite


De 16 a 20 de maio a AgroBrasília 2017 – Feira Internacional dos Cerrados realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), contará com a participação de empresas especializadas em tecnologias, produtos e serviços que favoreçam a produção pecuária em sistemas que reduzam a emissão de carbono.

A ação faz parte do Projeto “Pecuária de Baixa Emissão de Carbono: geração de valor na produção intensiva de carne e leite” do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como parte do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC).

O objetivo é a divulgação das tecnologias, informações, máquinas e equipamentos, como forma de estimular produtores, indústrias e cooperativas que atuam na produção a adotarem técnicas de produção que reduzam a emissão de carbono e que permitam a geração de receita a partir dos dejetos da produção de bovinos de corte e leite em sistemas confinados. A participação do projeto na Agrobrasília 2017 será o primeiro passo de uma série de atividades voltadas à disseminação de informações e pesquisas relacionadas ao projeto.

A vitrine técnológica estará exposta durante toda a feira e vai apresentar iniciativas em sistemas de baixa emissão de carbono e aproveitamento econômico de resíduos na pecuária e mecanismos de produção mais limpa. “O público terá oportunidade de conhecer as tecnologias de tratamento dos dejetos com redução das emissões de carbono, produção de biogás, biofertilizante, e geração de energia elétrica”, explica o coordenador técnico do projeto e auditor fiscal federal agropecuário, Sidney Medeiros.

A AgroBrasília é uma feira de negócios agropecuários voltada aos empreendedores rurais de diversos portes, e destacou-se no Cerrado por apresentar inovações tecnológicas para os diferentes segmentos do agronegócio brasileiro. Na visão do coordenador geral da feira, Ronaldo Cirilo Triacca, a vitrine tecnológica de Baixa Emissão de Carbono enriquece e complementa o encontro. “A abordagem será um atrativo para discussão do futuro das propriedades rurais, que cada vez mais devem ser geridas com sustentabilidade ambiental. Técnicas como plantio direto, proteção das reservas legais e integração lavoura pecuária também são outras ações do Plano ABC de suma importância para o crescimento da atividade”, ressalta.

As informações são do Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura - Plano ABC.

FONTE:   http://www.agrobrasilia.com.br/ultimas-noticias/955-agrobrasilia-2017-tera-vitrine-tecnologica-de-baixa-emissao-de-carbono.html






IDÉIAS MARAVILHOSAS DE RECICLAGEM

Recicla neumáticos y decora tu casa con estas ideas!

Para todos aquellos a los que les guste decorar sus casas y jardines con cosas recicladas, el día de hoy les traemos un recopilado     de ideas en las que podemos inspirarnos para hacer  muebles  y otras cosas hechas con neumáticos usados, te gusta la idea? Entones no dejes de ver esta galería hasta el final y luego nos cuentas cual ha sido la idea que mas te ha inspirado!

 Para esta primera idea se utilizaron dos neumáticos, soga rustica, algunos tornillos, un circulo de madera para hacer la tapa,   goma espuma y un poco de tela para tapizar.




FONTE: http://www.vertebella.com/recicla-neumaticos-y-decora-tu-casa-con-estas-ideas/
c/ alterações.












































































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18 março 2017

CURSO DE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

Descrição

No curso Arquitetura Sustentável o participante conhecerá o histórico, conceitos, principais conferências e tratados, diretrizes e formas de utilização dos recursos naturais em projetos arquitetônicos, bem como verá estudos de casos, modelos e propostas de arquitetura.
Turma disponível: 19/03/2017
Carga horária: 60 horas
Duração: 30 diaS
Fonte; https://ead.portaleducacao.com.br/engenharia/cursos/curso-de-arquitetura-sustentavel/3111/afiliado/8631